sábado, 28 de fevereiro de 2015
Isenção de pagamento de taxa moderadora
até aos 18 anos
O Conselho de Ministros decidiu a 26 de Fevereiro pela isenção de pagamento de taxa moderadora até aos 18 anos.
Sem mais detalhes do que os que a seguir se reproduzem, eis o ponto 8 do comunicado do Conselho de Ministros que parece alargar a isenção a todos os jovens com menos de 18 anos:
8. O Conselho de Ministros aprovou a alteração do regime de isenção de taxas moderadoras, de forma a estender a isenção a todos os menores.
Pretende-se, com esta alteração, promover a saúde garantir a eliminação de quaisquer constrangimentos financeiros no acesso dos menores aos serviços de saúde assegurados pelo Serviço Nacional de Saúde.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Comissões da Conta Base: qual o melhor banco?
– Nenhum!
Instituição de crédito
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Conta Base
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Comissão (valor anual)
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Acresce imposto
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Montante mínimo de abertura
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Banco
BIC Português
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24 €
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Imp.
selo (4%)
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250 €
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Banco
Bilbao Vizcaya Argentaria
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72 €
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Imp.
selo (4%)
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500 €
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Banco
BPI
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75 €
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Imp.
selo (4%)
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100 €
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Banco
Comercial Português
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72 €
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Imp.
selo (4%)
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000 €
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Banco
Santander Totta
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63,6 €
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Imp.
selo (4%)
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150 €
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Caixa
Económica Montepio Geral
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66 €
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Imp.
selo (4%)
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100 €
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Caixa
Geral de Depósitos
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60 €
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Imp.
selo (4%)
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100 €
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Agrícola Crédito Agrícola
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71,4 €
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Imp.
selo (4%)
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000 €
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O exemplo CR7
Inês Teotónio Pereira
Os meus filhos, tal como o Cristiano Ronaldo, andam no futebol. Têm treino três vezes por semana e jogos ao fim-de-semana. Ao contrário do Cristiano Ronaldo, resistem a ir ao treino quando chove, quando está frio ou estão cansados
Cristiano Ronaldo deu uma entrevista a Marcelo Rebelo de Sousa em que explica que a pobreza em que cresceu e o que sofreu não foram empecilhos à sua carreira. Diz ele que as oportunidades se criam e que não há sucesso sem trabalho. Marcelo contrapôs com o facto de Cristiano Ronaldo ser um génio e por isso o seu exemplo não poder ser seguido por todos os que não nasceram geniais. Este comentário do professor resume todo o equívoco português, o equívoco segundo o qual as circunstâncias são determinantes em tudo. Ou seja, a pobreza, o azar e a falta de oportunidades são consideradas fatalidades que condicionam determinantemente o sucesso de cada um. Por isso, dentro desta lógica, são as circunstâncias que devem mudar e não a atitude que se deve ter para as superar. Cristiano Ronaldo não se ficou com o comentário do professor e argumentou que nunca a falta de oportunidades lhe serviu de desculpa e quem se desculpa com elas é porque não ambiciona verdadeiramente ultrapassá-las. Respondeu que todos temos de nos superar e dar o melhor que temos e podemos. Competir com nós próprios é a estratégia certa, diz o futebolista.
Os meus filhos também se queixam das circunstâncias da vida. Apesar de terem uma vida fantástica, de terem nascido numa família alargada e solidária e de nunca lhes ter faltado nada, eles queixam-se. Queixam-se dos professores, do excesso de trabalho, das horas a que se levantam e das horas a que vão para a cama. Queixam-se da piscina que não têm, das viagens que não fazem ou do cão que lhes falta. Há sempre qualquer de fora que condiciona a sua felicidade. Há sempre uma circunstância que os impede de serem mais felizes. Os meus filhos, tal como o Cristiano Ronaldo, também andam no futebol. Têm treino três vezes por semana e jogos ao fim-de-semana. Mas, ao contrário do Cristiano Ronaldo, resistem a ir ao treino cada vez que chove, quando está mais frio, quando têm trabalhos em excesso ou quando estão cansados. Vivem de certa forma desiludidos porque queriam ser génios da bola mas não há olheiro que lhes tenha dado uma olhadela. Por isso esforçam-se q.b. E é neste q.b. adormecido que vivemos todos. O quanto baste, basta. As metas são feitas pelas circunstâncias e não pelas capacidades de cada um
.
O País sofre deste mal e vai-se anestesiando na crítica às circunstâncias, ao sistema, à cultura, etc. Encostando-se à teoria de que nada depende de nós mesmos mas sim de uma entidade abstracta, de uma lei que não mudou, de um dinheiro que não chega e de um sistema caduco. E enquanto nada disto mudar ninguém pode mudar. O atira culpas é um desporto nacional mais popular que o próprio futebol. Mas se é assim no país, nas famílias o clima é idêntico. Os alunos não são bons alunos porque têm maus professores e os professores não são melhores professores porque a educação dos alunos é má. Os pais culpam os professores pelo resultado dos filhos, culpam a televisão pela falta de educação dos filhos e culpam a sociedade, o Estado ou a Europa pelo futuro incerto dos filhos. Nada depende verdadeiramente dos próprios filhos e pouco depende deles próprios. Os pais passam a maior parte do seu tempo preocupados com as circunstâncias, com as condições de vida que devem dar aos filhos e com o conforto que lhes devem proporcionar. Sim, é legítimo que assim seja, e é bom que esta seja uma das preocupações cimeiras de qualquer pai ou mãe. Mas esta preocupação anula todas as outras. Anula a exigência de esforço apesar do conforto, a exigência de trabalho apesar das facilidades e a exigência de responsabilidade apesar da falta de autonomia. E também anula tudo isso quando não há conforto ou facilidades.
No país e nas famílias o que interessa não devem ser as metas mas sim o esforço de cada um por dar o seu melhor em todas as circunstâncias. Sejam as condições favoráveis ou desfavoráveis, sejam as oportunidades muitas ou poucas. E este é um bom começo para mudar as próprias circunstâncias. Aliás, é o único começo possível. Cristiano Ronaldo fez exactamente isto quando tinha 12 anos e não tinha um tostão no bolso. E hoje faz o mesmo apesar de adulto e ter mais dinheiro do que o PIB de muitos países. O grande exemplo de CR7 não é o seu génio futebolístico, mas sim o percurso que fez apesar das malfadadas circunstâncias.
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Legalização das drogas leves:
uma irresponsabilidade política
Pedro Afonso, Psiquiatra
A ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz,
defendeu recentemente, numa entrevista à TSF, a legalização da venda de drogas
leves em Portugal e a sua venda nas farmácias. De acordo com a sua
argumentação, os ganhos para os cidadãos seriam alcançados graças à diminuição
de outros crimes.
Infelizmente, a sra. ministra parece desconhecer
que as designadas «drogas leves» não são, na realidade, assim tão leves,
já que podem provocar danos gravíssimos a quem as consome. Tomemos como exemplo
o cannabis. Esta droga muito popularizada e consumida na nossa
sociedade, inclusivamente por jovens, pode contribuir para o aparecimento de
várias doenças psiquiátricas.
O consumo de cannabis (excluindo,
obviamente, a utilização restrita dos seus derivados para alguns fins
terapêuticos) aumenta o risco do aparecimento de psicoses, que impedem uma
pessoa de pensar adequadamente e interferem negativamente, entre outros
factores, com o rendimento cognitivo (a memória, concentração, etc.),
prejudicando gravemente o funcionamento profissional e escolar.
Já há muitos anos que existem inúmeros estudos
científicos que associam o consumo de cannabis à
esquizofrenia. Por exemplo, em 2011, o psiquiatra holandês Jim Van Os publicou
um estudo longitudinal com a duração de dez anos, tendo comprovado que o
consumo regular desta droga aumenta o risco de desenvolvimento de sintomas
psicóticos. Além disso, o consumo de cannabis tem sido
associado a um aumento do risco de: comportamentos antissociais, ideação
suicida, dificuldades no relacionamento interpessoal, consumo de outras drogas
ilícitas, designadamente drogas injectáveis, etc..
Por inúmeras razões, intoxicou-se a sociedade com a
ideia falsa de que as «drogas leves» não causam danos à saúde. Existe ainda uma
ideologia que defende a liberalização das drogas, vendo o consumo das mesmas
como um exercício de liberdade individual; o direito de qualquer um de nós
fazer o que quer relativamente à sua saúde e à sua própria vida,
designadamente, destruindo-a. Acontece que ninguém sofre sozinho neste
processo de autodestruição, já que há pais, filhos, irmãos, amigos, etc., que
também sofrem com a escolha deste caminho. Um homem não pode usar a sua
liberdade para abdicar dela e se converter num escravo de uma droga que o vai
destruindo. Seria, portanto, um sinal errado se o Estado promovesse a
legalização e a venda nas farmácias de drogas que «matam devagarinho».
Devemos desconfiar sempre de um Estado que, com o falso argumento da liberdade individual, deixe de ser regulador, criando na lei alguns limites, devidamente justificados, aos comportamentos individuais; devemos desconfiar de um Estado que, sob o disfarce de um paternalismo permissivo, rejeita a ciência, nega irresponsavelmente a realidade de um mal e evoca critérios errados para justificar políticas que facilitam a autodestruição do ser humano.
Na verdade, se a sra. ministra deseja realmente
introduzir medidas que tragam benefícios para os cidadãos, então deve promover
campanhas de esclarecimento, informando com rigor científico que as «drogas
leves» afinal são «pesadas». Esta medida seria muito bem vista pelos pais,
professores e por muitos daqueles profissionais de saúde que lutam diariamente
há décadas neste país para retirar milhares de pessoas da escravidão das
drogas.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
A maternidade e o mito de «ter» filhos
Inês Dias da Silva
Chamo-me Inês e tenho 4 filhos.
Os suficientes para saber que «ter» não é o verbo adequado.
Os filhos não são meus, foram-me dados.
Foram-me dados, para não serem meus.
Esta é uma verdade que intuí quando o nosso primeiro filho começou a falar.
— «A mãe é má!».
Esta é uma verdade que confirmei quando o nosso segundo filho nunca fazia o que lhe pedíamos e muito menos o que lhe mandávamos.
Esta é uma verdade que experimentei quando o nosso terceiro filho esteve muito doente, a morrer.
E esta é uma verdade que mesmo assim, me surpreendeu, quando o nosso quarto filho foi concebido e não planeado.
Os filhos foram-me dados, para não serem meus.
«O contrário do amor, não é o ódio, mas o possuir.»
Chiara Corbella Petrillo
Quanto mais profundamente se ama, mais profundamente se percebe que «os nossos» não o são.
O nosso filho mais velho é muito dado. Ele é, antes de mais, o melhor amigo do seu melhor amigo, o neto dos seus avós, o aluno da sua professora. Por isso, quando muitas vezes se engana e em vez de mãe, chama-me o nome da professora, eu fico contente, porque ele é mesmo o aluno da sua professora. Estabeleceu uma relação significativa, benéfica e poderosa e, liberdade das liberdades, não é comigo.
O nosso filho «do meio» sempre foi independente. Não faz o que lhe dizem, só faz o que quer. Quando não fala aos «tios», é imediatamente repreendido, e de imediato já está enrolado nos braços dos tios não cumprimentados, a rir-se virado do avesso, para o resgate do beijo exigido pelas regras da boa educação. As suas primeiras experiências de perdão, são a ver o mundo ao contrário, e liberdade das liberdades, não são connosco.
O nosso terceiro filho é totalmente dependente. A sua vida está mês sim, mês não, por um fio. Um fio que já se tentou manipular, controlar, medir, esticar, encurtar…mas fugidio dança à volta das mãos da equipa médica que o segue e invariavelmente não o conseguem dominar. Liberdade das liberdades, esse fio não está nas nossas mãos.
O nosso quarto filho é totalmente dependente. A sua vida está há 8 meses ligada a mim por um cordão. Um cordão do qual irá prescindir quando estiver pronto, prescindindo assim também de mim. Liberdade das liberdades, a sua vida não depende de mim.
E assim, como mãe, sou posta no lugar. Sou importante, mas não imprescindível. Importante para os introduzir no mundo, na família, na escola, no hospital, na companhia dos nossos amigos, para que possam um dia, provavelmente mais cedo que penso, prescindir de mim para viverem no mundo. O mundo dos avós, o mundo dos professores, o mundo dos amigos que perdoam má-criações, o mundo dos médicos que desejam definir um mistério que a todos nos escapa.
Os meus filhos foram me dados para serem do mundo e para o mundo.
Liberdade das liberdades!
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
A Segurança Social dá mais uma machadada
na vida das pessoas
Até aqui, as pessoas podiam pagar a prestação da segurança social de várias maneiras, incluindo nos balcões dos CTT, que têm a vantagem da proximidade às pessoas. A partir de 1 de Março de 2015 tal opção deixa de ser possível.
Com efeito, os burocratas da Segurança Social, com o pretexto de que o serviço dos CTT era usado por um número muito pequeno de contribuintes, decidiu romper o protocolo com os CTT. Claro que a verdadeira razão é não quererem pagar aos CTT. E como estes existem é para fazer lucro e não para servir as pessoas, quem se trama são os do costume.
Assim sendo, os burocratas da Segurança Social, feitos ou não com a banca, concedem aos contribuintes a possibilidade de cumprir as suas obrigações de outros modos mais modernaços.
Trabalhadores Independentes e Seguro Social Voluntário:
- Multibanco – Serviço Especial
- Multibanco – Pagamento de Serviços
- Homebanking
- Sistema de Débitos Directos
- Tesourarias da Segurança Social
- Multibanco – Serviço Especial
- Homebanking
- Tesourarias da Segurança Social
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Petição Pública de apoio aos patriotas ucranianos
Apoio à reabilitação de militares ucranianos
Para: Ex.ma
Senhora Presidente da Assembleia da República,
Ex.ma Senhora Presidente da Assembleia da República,
Os subscritores do presente Manifesto dirigem o seu apelo ao Estado Português para que subsidie os tratamentos e a reabilitação de alguns militares e combatentes-voluntários do exército ucraniano feridos no conflito armado na Ucrânia, em hospitais públicos ou privados em Portugal, em número e de acordo com as possibilidades existentes.
Estes militares, muitos de forma voluntária, arriscaram as suas vidas e à custa da sua saúde não só defendiam a integridade do seu país mas também contribuíam para que o conflito armado não se alastrasse para o resto do território da Ucrânia, não chegasse mesmo às portas da União Europeia, conseguindo evitar deslocações de refugiados para países da mesma. Eles estão a travar a luta para reestabelecer a paz na Europa.
Os peticionários têm conhecimento através das declarações das instituições governamentais ucranianas à comunicação social que 15 países recebem militares ucranianos para os tratamentos e a reabilitação. De acordo com os dados de Dezembro de 2014, setenta e três combatentes recebiam os tratamentos na Polónia, onze em Israel, oito na Croácia, quatro na Eslováquia, cinco no Reino Unido, treze na Letónia, quatro nos Estados Unidos da América, cinco na Alemanha. Vários países oferecem medicamentos e equipamento médico, deslocam os seus profissionais de saúde à Ucrânia para prestar apoio, avaliação e realização de cirurgias.
Os ucranianos valorizam o bom acolhimento que receberam em Portugal desde sempre, e agradeceram a ajuda que lhes foi dada com a sua integração, o seu conhecimento, o seu bom empenho e trabalho para o bem do país para onde vieram viver, assim foram estabelecidos laços bem fortes entre as duas nações. Esperamos que o Estado Português apoie a Ucrânia nesta altura tão difícil.
Por tudo isto os peticionários consideram essencial a colaboração e a ajuda de Portugal no tratamento e reabilitação dos militares feridos.
Agradecendo antecipadamente a atenção de V. Exa., apresentamos os nossos melhores cumprimentos.
Primeiros peticionários:
Iuliia Voroshylova (investigadora científica, Grupo de jovens ucranianos em Portugal «Synytsia»), Vasyl Bundzyak (padre ortodoxo de patriarcado de Kyiv, Braga), Pavlo Sadokha (Presidente da Associação dos Ucranianos em Portugal), Andriy Veber (Presidente da Delegação de Vila Nova de Gaia da Associação dos Ucranianos em Portugal), Nuno Miguel Trindade Lourenço (advogado, Alenquer), Tetiana Franchuk (Grupo de jovens ucranianos em Portugal «Synytsia»), Olena Nesterenko Afonso (professora de línguas, Coimbra), Svitlana Oksyuta (professora de música, Porto), Galyna Ilyuk (professora de música, Santo Tirso), Olena Dvoininova (Directora da escola ucraniana Cirilo-Metódio em Braga, doutorada em História)
Para assinar: http://peticaopublica.com/?pi=petreabilitacao
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Contraceptivos orais relacionados
ao maior risco de cancro cerebral raro
Brain cancer has been added to the list of risks for women taking birth control pills.
According to a new Danish study, women are 50% more likely to develop a certain type of brain tumor known as glioma, if they have taken oral contraceptives at any point in their lives, while women who used them for five years or longer are at twice the risk.
The study also found that women taking progestin-only contraceptives had a slightly higher risk of developing gliomas.
Despite the results, published January 22 in the British Journal of Clinical Pharmacology, Doctor David Gaist, the physician behind the study, says that they «shouldn’t yet be interpreted as a reason to stop taking birth control,» according to Time Magazine.
«An overall risk-benefit evaluation favors continued use of hormonal contraceptives,» Gaist, a neurologist at Odense University Hospital and the University of Southern Denmark, also said.
Click «like» if you are PRO-LIFE!
It was a tumor in the glioma group that afflicted Brittany Maynard, the woman whose tragic situation made headlines last fall when her plans to end her life were exploited by pro-euthanasia activists.
Although studies have pointed to myriad risks associated with chemical contraception, including blood clots and even death, their use remains pervasive in the U.S.
The CDC estimated in 2012 that 10.6 million U.S. women (more than a quarter of the 62% of women of child-bearing age using contraception) are taking chemical contraception.
The most commonly prescribed type of oral contraceptive in the U.S. is the man-made combination of the natural female hormones estrogen and progesterone, according to the National Cancer Institute at the National Institutes of Health.
It’s also very easy today for underage girls to be given chemical contraceptives without their parents’ consent, either by schools or abortion providers.
The Danish study focused on women between ages 15 and 49 years who had been diagnosed with glioma, looking at whether they were given chemical contraceptives and for what length of time.
Other medical professionals joined Gaist in cautioning against allowing the study numbers to influence women into going off of chemical birth control.
«It’s something women should be aware about, but I don’t think there is enough evidence to say don’t use it,» Doctor Santosh Kesari, director of neuro-oncology at the University of California San Diego and member of the American Academy of Neurology, said according to Time. Kesari said that rates of gliomas have not spiked since the launch of hormonal contraceptives.
While Duke University Professor of Obstetrics Doctor Evan Myers said the Danish study was well done, «he stressed that the study couldn't prove a cause-and-effect relationship between hormonal contraception use and risk for glioma,» according to CBS.
Countless studies over the years have indicated numerous risks to women who take oral contraceptives, including increased risk of cervical cancer, doubled risk of heart attacks, association with Atherosclerosis, blood clots, almost doubled stroke risk, loss of bone density, increased breast cancer risk, and prostate cancer and bladder disease.
In 2005 the WHO categorized combined estrogen-progestogen oral contraceptives as Group 1 carcinogens, the highest category of carcinogenicity.
The combined estrogen-progestogen contraceptives were also the most commonly prescribed forms of contraceptives worldwide at the time, meaning more than 100 million women, or about 10% of all women of reproductive age globally, were using them.
Nature and animals are not immune to the effects of these drugs, and chemical contraceptives have caused problems with water supplies, and been found to harm wildlife after being emitted into sewer systems via the urine of contracepting women.
News of the study results was no surprise to pro-life advocates who regularly educate on the dangers of the pill.
«We have known for years that there are severe risks to women’s health from the birth control pill and similar products,» Jim Sedlak, vice-president of the American Life League told Life Site News.
Sedlak pointed out two significant things about the new study.
«First, it ties the use of the pill to the brain tumor,» he said. «But, what may be more significant, problems with the pill have normally been attributed to the estrogen in the pill.»
«This study shows the harm done by progestin-only pills was actually greater in this case,» Sedlak told LifeSiteNews. «The conclusion is that there really are not any safe birth control pills.»
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Belgistão, a capital islâmica da Europa
Dizem eles que é uma questão de tempo...
E depois há gente a defender o multiculturalismo!
https://www.youtube.com/watch?
sábado, 31 de janeiro de 2015
A Violetta e os ídolos dos nossos filhos
Inês Teotónio Pereira
Da Violetta à Hannah Montana, de Britney Spears a Justin Timberlake, nós pais somos financiadores e motoristas
Não sei se estão estudados os ingredientes que são precisos para se ser ídolo infantil, mas a verdade é que nos últimos anos desenhou-se um padrão entre Hannah Montana, Britney Spears, Justin Timberlake, Justin Bieber, One Direction e agora a Violetta. Todos eles moveram multidões e juntaram pais e filhos em cantorias dentro do carro, nos concertos e na compra de todo o tipo de produtos que exploram e bem a imagem dos respectivos artistas. A grande novidade face aos ídolos das gerações anteriores, em que os jovens arrancavam cabelos e desmaiavam quando ouviam e tocavam nas estrelas de rock, é que a idade dos fãs diminuiu substancialmente. Agora os fãs são as crianças, o público das maiores estrelas tem menos de 12 anos. Quem hoje conseguir conquistar o coração de uma criança até aos 12 anos tem o sucesso garantido. Os jovens não dão metade do rendimento e os adultos estão cada vez mais segmentados. As crianças, por sua vez, têm duas vantagens imbatíveis: são fáceis de cativar quer visual quer musicalmente e têm um financiador muito mais generoso e ilimitado que o BCE: os pais. Os pais pagam o que for preciso para ver o filho sorrir e para satisfazerem os seus caprichos, mesmo que eles durem apenas um ano lectivo. Só se é pai uma vez e já se sabe que é difícil dizer «não» a uma criancinha amorosa que sabe de cor as músicas da Violetta e que ainda por cima faz as coreografias exemplarmente. Por isso, conquistar o coração de uma criança até aos 12 é o mesmo que conquistar o coração dos pais e os respectivos cartões de crédito.
Todos estes ídolos infantis perceberam isso: falaram directamente para os miúdos através dos canais infantis e deixaram que fossem as crianças a fazer as birras, as coreografias e a convencer os pais dos seus talentos. Uma vez mordido o isco, o resto torna-se cada dia mais fácil: multiplicam-se os fãs ao ritmo do marketing fácil até que a moda se transforma em fenómeno. Todos estes ídolos tiveram o brilhantismo de conseguir fazer este bypass aos pais e no fim ainda lhes pedir dinheiro. A Violetta leva 75 mil pessoas ao Meo Arena este fim-de-semana, houve filas de horas para comprar bilhetes e houve até quem comprasse bilhetes por 500 euros. Só que dessas 75 mil pessoas pelo menos um terço são pais, o dinheiro é todo deles e não foi preciso gastar um tostão para os convencer a gastá-lo. Apenas precisaram de convencer os filhos. Nada de novo.
Nada disto tem mal nenhum, apenas revela uma coisa: entre nós e os ídolos dos nossos filhos não está ninguém. Da Violetta à Hannah Montana, de Britney Spears a Justin Timberlake, nós pais somos essencialmente financiadores e motoristas.
Se é bom ou mau os nossos filhos de sete e oito anos terem estes ídolos tão cedo, não sei, nem ponho em causa o talento de cada um deles. Sei apenas que cada vez mais os pais têm menos influência nas paixões e nos gostos dos filhos e que estes fenómenos, que nascem apesar de nós, fazem com que os nossos filhos sejam adolescentes bem mais cedo do que a idade da adolescência. Com apenas oito anos, as nossas crianças entretêm-se com séries que não são mais do que telenovelas e deliram com modelos que há uns anos só despertavam interesse em raparigas de 14 anos. As Cindies e as Barbies ganharam vida e em vez de brincarem às bonecas as nossas filhas mais pequeninas sonham agora com romances e com desgostos de amor.
Tudo isto seria natural se os mesmos pais tivessem a mesma coerência no que diz respeito à liberdade, à segurança, ao sucesso e ao futuro dos seus filhos. Mas não. Se por um lado não se importam que as suas crianças tenham os ídolos que elas bem entenderem e que os escolham antes de terem idade para irem para a escola sozinhas, por outro lado não as deixam subir às árvores, vivem obcecados com a influência que a música «Atirei o Pau ao Gato» possa ter no desenvolvimento das suas crias – não vão elas atirar paus aos gatos por causa da música – e receiam que o cigarro do Lucky Luke possa instigar os petizes a viciarem-se no tabaco. A falta de controlo nos ídolos dos nossos filhos equilibra-se com o exagero no controlo de coisas inócuas. Porquê? Também não sei. Mas enquanto este paradoxo não se resolve resta-nos esperar para ver em que modelo sexual a Violetta se vai tornar, cumprindo a tradição da clássica Britney Spears e da irreconhecível Miley Cyrus.
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Campanha solidária
pela menina Raquel Sarabando
«Chamo-me Raquel tenho 4 anos e estou com leucemia linfoblástica aguda. Estou no Hospital Pediátrico de Coimbra, e preciso da vossa ajuda para encontrar dador de medula óssea compatível para transplante.»
Agradeço desde já a vossa atenção e partilhem por favor. Os interessados em aderir a esta Campanha podem fazê-lo nas datas constantes no cartaz em anexo, a realizar no Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1.º Piso, Loja G, em Aveiro.
Esta é a mensagem (além de outras informações) que se pode ler na conta «Como ajudar a Raquel» https://www.facebook.com/pages/Vamos-ajudar-a-Raquel/1527303914205728?fref=ts
REQUISITOS:
– Ter pelo menos 50 Kgs
– Ter entre 18 e 45 anos de idade
– Ser saudável
– Não ter recebido transfusão de sangue depois de 1980
– Pode doar sangue e inscrever-se como potencial dador de medula óssea
– Fazer-se acompanhar do B.I. ou do Cartão de Cidadão
A ADASCA tem cartazes disponíveis na sua sede para distribuir, pelo que, as pessoas interessadas em colaborar nesta campanha podem dirigir-se no dia 31 de Janeiro entre as 09:00 horas e as 13:00 horas para recolhê-los.
Estamos disponíveis para informações adicionais.
Convém lembrar que é possível efectuar o registo para medula óssea e a dádiva de sangue em simultâneo, sem qualquer contra indicação médica. Quem já se inscreveu para dador de medula, não adianta fazê-lo de novo porque passa a constar na base de dados para esse efeito.
Para que a organização funcione da melhor maneira possível, convém que os interessados em aderir nos façam chegar a confirmação da sua presença, quer seja individual ou em grupo, no sentido de podermos informar o CST de Coimbra da previsão de presenças.
Todos estão convidados a colaborar nesta Campanha, aderindo, reencaminhando, imprimindo cartazes e afixá-los em locais de acesso ao público.
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Telef: 234 095 331 (sede)
Tm: 964 470 432
ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO NO ANO DE 2015?
http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/2014/12/onde-posso-doar-sangue-em-aveiro-no-ano.html
GPS: N 40.62659, W -8.65133
www.adasca.pt
http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/
sábado, 24 de janeiro de 2015
A maior manifestação pró-vida do mundo
senza pagare, 2015.01.23
Aconteceu ontem em Washington e juntou cerca de 500 mil pessoas. Trata-se da March for Life, que acontece todos os anos no dia 22 de Janeiro, aniversário do julgamento Roe vs. Wade, que estabeleceu o direito constitucional ao aborto nos Estados Unidos da América (1973).
Já sabemos que esse julgamento foi uma farsa: Roe vs. Wade: 41 anos de injustiça
Uma farsa que já custou 59 milhões de vidas, destruiu muitas famílias e as vidas de muitas mulheres. Até quando continuaremos a matar seres humanos inocentes e o futuro da Humanidade?
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