domingo, 12 de outubro de 2014


Perigos da internet




Existem numerosos perigos de infiltração
de entidades criminosas, na internet.

1) Um dos meios mais perigosos de infiltração via internet é através da contaminação do seu computador com MALWARE.

MALWARE são pequenos programas que são carregados no seu computador, quando voçê clica em determinados links existentes num e-mail que você recebeu ou num determinado site que consulta.

Esses programas permitem que uma identidade estranha tenha acesso a tudo o que existe no seu computador, tais como passwords, número de contas bancárias, e outro material pessoal como fotografias, documentos, etc.

Sempre que você suspeitar de um e-mail, não o abra, apague-o imediatamente e não o re-envie a ninguém.

2) Um outro perigo na rede é a recolha de e-mail's para posterior envio de publicidade enganosa e de malware.

Sempre que você pretender re-enviar um e-mail que recebeu, para os seus amigos, escolha para selecção dos «Bcc», a partir do qual escolhe as pessoas a quem quer re-enviar o e-mail.

Através do «Bcc», presente na zona onde se escreve o endereço de e-mail dos destinatários, ninguém fica a conhecer a sua lista de envio, e a entidade que lhe enviou o dito e-mail também não pode recolher os e-mail's dessa lista de envio.

Este método é utilizado sempre que você recebe «correntes de oração», «promessas de boa sorte», ou outras situações que justifiquem re-enviar o e-mail para um determinado número de pessoas conhecidas.

De preferência apague esses e-mail's e não os re-envie a ninguém.

3) Vou finalizar com um terceiro perigo existente na rede de internet, chamado PHISHING.

O PHISHING consiste em ser enganado, pensando estar a receber um e-mail de uma entidade sua conhecida.

Esse e-mail pode-se apresentar como vindo das finanças, do seu banco ou outras entidades suas conhecidas, alertando-o para uma situação do seu interesse, e indicando-lhe que deve clicar num link de acesso directo ao portal dessa entidade.

Quando você introduz os seus dados de nome de utilizador, password e outras senhas de autenticação, de forma a entrar nessa entidade, os seus dados de acesso estão-lhe a ser roubados para posteriores actividades criminosas.

Portanto, nunca entre em sites das finanças, bancos, ou outras, sem ser directamente através do site dessa entidade, escrito na região dos endereços web da sua página da internet.


SEMPRE QUE POSSÍVEL, INSTALE UM BOM ANTI_VÍRUS E UMA FIREWALL, PARA A SUA PROTECÇÃO.





sexta-feira, 10 de outubro de 2014


O aborto


Inês Teotónio Pereira

A verdade é que o ónus não está só no Estado, ele continua nas pessoas. O aborto não é um assunto encerrado. É um assunto adormecido.

O assunto parece estar resolvido: quem quer abortar aborta e quem não quer não aborta. As razões que motivam as duas opções são várias, pessoais e intransmissíveis. Cada um sabe de si. O Estado só tem de abrir as portas dos hospitais, pagar um subsídio e sair de fininho deste tema fracturante. Há cerca de sete anos os portugueses decidiram que a forma mais justa de lidar com o melindroso assunto é conceder liberdade total às mães das crianças. Decidiu-se que o Estado não se deve meter nesta relação íntima e muito menos substituir-se à mãe na decisão. E desde então pouco se tem falado do assunto.

O debate há sete anos foi aceso, intenso e apaixonado, e a emoção tomou conta da razão. À pergunta pouco directa e concisa «Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas 10 primeiras semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?», os portugueses responderam que concordam. Falou-se do início da vida, do embrião, do feto, dos bebés, da gestação e em cada português encontrou-se um filósofo e um cientista. E o dilema adensou-se: se há vida é crime, se não há vida não é. Há vida ou não há vida? Uns dizem que sim, outros garantem que não. Mas havendo vida a anterior lei que permitia o aborto em alguns casos também não é válida. Pois, mas cada coisa a seu tempo. Havendo tantas dúvidas, não será melhor deixar que seja a mãe a decidir se o embrião é vida ou não? Afinal o corpo e o embrião são dela. Sendo uma questão de consciência, ficou resolvido que decide a mãe. E o pai, tal como o Estado, não conta.

De seguida fomos todos para casa de ombros caídos ou cantando vitória. Mas fomos todos para casa. Passaram mais de sete anos e o tema já não é palpitante. De vez em quando alguém grita (e bem) que é uma injustiça o Estado isentar as mães que abortam por opção de pagarem as taxas moderadoras, mas pronto. Pormenores. Esta é uma causa fracturante do passado.

Entretanto vamos sabendo dos números: entre 2011 e 2013 registou-se uma média anual de 19 mil abortos a pedido da mãe em que cerca de um quarto foram repetições. O porquê de tantos abortos ninguém sabe e poucos querem saber. Sim, era melhor que os números não fossem estes. Sim, era muito bom que ninguém decidisse interromper as gravidezes e que em vez de 19 mil abortos pudéssemos engrossar os números da natalidade em 19 mil. Mas o povo decidiu e a liberdade neste caso deixou de ser um valor supremo e passou a ser um valor divino. O centro da questão passou a ser a política de natalidade e família e talvez assim se dê a volta aos números.

Mas a verdade é que o ónus não está só no Estado; continua nas pessoas. O aborto não é um caso encerrado. É um caso adormecido. Quando se delegou a decisão nas mães, virou-se ao mesmo tempo as costas às que decidem abortar, encolheu-se os ombros às razões e tomou-se a decisão mais neoliberal de todas. Conceitos como o bem comum, a justiça social ou a igualdade de direitos foram arrumados na gaveta com o socialismo de Mário Soares em tempos idos do FMI.

A Igreja é a única instituição que garante em uníssono que um embrião é vida, mas ainda assim os portugueses, dos quais 81 por cento respondiam no censo de 2011 ser católicos, decidiram pela opção da mulher. Passaram sete anos e a verdade é que a lei precisa de ajustamentos, as mães precisam de aconselhamento antes de decidirem e de apoio concreto para escolherem de facto em liberdade. A decisão de 2007 não isenta ninguém, pelo contrário, responsabiliza-nos a todos. Sejam eles do sim ou do não, sejam eles políticos ou eleitores. Neste tema não há culpas, há apenas deveres. Deveres que não se esgotam no segredo das urnas ou no primeiro dia dos mandatos.





quarta-feira, 8 de outubro de 2014


CNAF apoia inclusão de avós

nos cálculos do IRS



A Confederação Nacional das Associações de Família considerou, esta terça-feira, uma «revolução de mentalidades» os avós poderem ser incluídos nos cálculos do IRS, mas defende que esta reforma podia ir «mais além».

O jornal «Público» avança na edição desta terça-feira que, além dos pais e dos filhos, também os avós a cargo vão poder ser incluídos no quociente familiar que determina a colecta do IRS.

Esta proposta faz parte do projecto final da Comissão de Reforma do IRS, nomeada pelo Ministério das Finanças, cujo prazo de entrega ao Governo terminou esta terça-feira.

A CNAF considera esta medida «muito positiva», mas observa que é limitada por um rendimento não superior à pensão mínima do regime geral (259,4 euros).

«Mas, independentemente das limitações, estamos perante uma verdadeira revolução de mentalidades», afirma a Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF) em comunicado.

A Confederação lembra que já tinha apresentado esta proposta no seu parecer à reforma do IRS, a par de benefícios fiscais também para o número de filhos e para as famílias monoparentais.

«Aparentemente, a situação das famílias monoparentais ainda não foi contemplada e o número de filhos a cargo para efeitos de cálculo de quociente familiar era já público», adianta.

Apesar de desejar que esta medida «fosse mais além», a confederação considera que se está a iniciar «uma nova cultura de encarar a família em termos fiscais».

O facto de o IRS passar a admitir os ascendentes como parte integrante de um núcleo familiar é «uma revolução cultural que coloca de forma mais presente o conceito família entre aqueles que norteiam a política fiscal», sustenta.

Esta medida pretende «incentivar a relação afectiva e funcional entre os mais idosos e os elementos activos de uma mesma família, aliviando um pouco a pressão sobre as instituições de apoios à terceira idade (lares, misericórdias, etc.) e humanizando mais a relação intergeracional».





terça-feira, 7 de outubro de 2014


Ciganos com turma própria em Tomar

provoca ataques nas boas consciências


Luís Lemos

As boas consciências que por aí andam, quer católicas, quer ateias, multiculturais de gema, ficaram muito indignadas com a formação de uma turma para ciganos na Escola Primária dos Templários, em Tomar. E então essa famosa «Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial» já pediu explicações...

Sim, de facto não está certo. Numa turma só de ciganos, como é que se pode gamar material escolar, mochilas, casacos, relógios, telemóveis, euritos, etc., aos colegas?

E mais injusto ainda. Fartam-se os ciganos de pagar impostos com os seus pouco rentáveis e legítimos negócios (que nem dão para pagar a renda das casas em que foram alojados por nossa obrigação) e depois os seus filhos não têm direito a uma integração escolar decente, ao lado dos senhores!

Cá por mim, para acabar com esta discriminação, deveria haver uma contabilidade fiscal separada para que toda a colecta oriunda da etnia fosse efectivamente aplicada em benefício das suas crianças, da sua saúde e da sua habitação! E, dado que sobra ainda muito dinheiro, até se poderiam pagar os ordenados dos funcionários da tal Comissão de protecção e mesmo aumentar os seus escassos efectivos, que andam assoberbados de trabalho com tanta discriminação dos contribuintes senhores! A tal Comissão de protecção deveria exigir que assim fosse! A justiça social e o multiculturalismo assim o exigem!

A tal Comissão de protecção está a dormir ou quê? Ou estará feita com os discriminadores, racistas, xenófobos, reaccionários e nazis?! É de desconfiar! Cuidado! Se assim é, é muito grave! Além de imoral, é ilegal! Atenção, DIAP!

Aliás, para que não haja suspeitas de jogo duplo por parte dessa Comissão, os seus membros deveriam depositar no Tribunal Constitucional as suas declarações de interesses, indicando nomeadamente quantos ciganos existem nas turmas dos seus filhinhos ou netinhos, quantos ciganos conhecem na produção, quantos ciganos empregam, quantos ciganos moram nos seus prédios e a quantos hectómetros ou quilómetros das suas residências é que moram ciganos. Não seria preciso – nem convém – declararem se já assistiram alguma vez a ciganos (educadores das crianças ciganas) passarem à frente das pessoas numa bicha, a fazerem arruaças nos bancos dos hospitais, com ameaças a médicos, para passarem à frente de toda a gente, ou se estavam do lado da repressora GNR ou do bondoso Pedro Bacelar de Vasconcelos no caso João Garcia (ver em http://moldaraterra.blogspot.pt/2010/08/pedro-bacelar-de-vasconcelos-ex.html).

E assim, com essa declaração de interesses, certamente repleta de caridade, afastariam todas as suspeitas e demonstrariam que estão de alma e coração com a nobre causa...





segunda-feira, 29 de setembro de 2014


Como a Hungria está a dar a volta à crise demográfica


(Da imprensa)

Políticas pró-família de Budapeste premiadas em Cascais. A responsável pela pasta das famílias diz que as críticas à constituição da Hungria devem-se ao facto de o texto defender valores da Civilização cristã.


A Hungria, tal como Portugal e uma grande parte da Europa, enfrenta um «Inverno demográfico». Mas, segundo a Secretária de Estado da Família e da Juventude, já começa a sentir-se a «Primavera», graças às políticas implementadas pelo Governo de Budapeste.

«Nos primeiros sete meses deste ano o aumento de nascimentos é da ordem dos 3,1% em comparação com o ano passado. É um bom sinal» – refere a Secretária de Estado.

A responsabilidade por esta inversão da tendência é do Governo que se tem esforçado para criar um ambiente mais favorável às famílias.

Directamente responsável por esta pasta, Novak dá alguns exemplos: «Há um sistema de redução de impostos. Depois do primeiro e do segundo filho os cortes são moderados, mas tornam-se bastante significativos depois do terceiro. Há ainda medidas sobre o abono de família e tentámos tornar mais fácil às mães decidir se querem regressar ao trabalho ou ficar em casa com os filhos. Antes eram-lhes cortados os subsídios se voltassem ao trabalho, mas agora continuarão a receber os benefícios a que têm direito», diz a secretária de Estado.

Estas medidas «afectaram directamente 18,2 mil mães até agora». «Para elas e para as suas famílias foi possível criar uma situação financeira melhor.»

A Secretária de Estado recebe este sábado um prémio em nome do Governo húngaro, oferecido pela Associação Europeia das Famílias Numerosas, cujo congresso se realizou em Cascais.

Em 2012, a Hungria adoptou uma nova constituição, aprovada pelo partido no poder, que foi eleito com mais de dois terços dos votos.

As críticas não se fizeram esperar: desde alertas para o fim da democracia no país até preocupações com a liberdade religiosa.

Katalin Novak diz que tudo nunca passou de alarmismo e acredita que a verdadeira raiz das críticas se encontrava, em parte, no facto de a nova constituição defender a vida desde a concepção, definir o casamento como sendo entre um homem e uma mulher e referir explicitamente Deus e a herança cristã do país.

«Nunca saberemos se foi a razão principal ou não, mas penso que foi uma das razões das críticas».

«Somos muito claros em afirmar os valores que consideramos importantes e que os nossos eleitores consideram importantes. Por exemplo, houve um grande debate porque a constituição refere Deus e o cristianismo, mas sempre defendemos que essas palavras estão na primeira frase do nosso hino».

«A tolerância de que tanto ouvimos falar seria muito bem-vinda», refere ainda a Secretária de Estado.



Texto integral da entrevista com Katalin Novak,
Secretária de Estado da Família
e da Juventude da Hungria

Entrevista de Filipe d’Avillez

You are in Portugal to receive an award; can you tell us exactly what this is about?

The award is for the Hungarian government, because we run a programme which is called the Elizabeth programme, which is a social tourism initiative.

From a non-state budget, there is a social tourism programme for 1% of the Hungarian population. This means that children, people, families, elderly people from underprivileged social situations can go for a low fee to Lake Balaton for a summer camp, at three euros a week.

This is a social tourism system which was awarded now by the European Large Families Association, which meets for a congress every second year, and are currently meeting in Cascais.

This is one policy, are there more examples of family friendly policies in Hungary?

Yes, of course. One important example is the creation of this secretariat of State, which is only responsible for families and youth. We are dedicated only to families and we are currently facing a demographic situation which is similar to the one in Portugal. We are fighting these challenges, promoting family values and strengthening families, through measures which give more income to families, or leave more income in their pockets, on one hand, and on the other hand we are trying to change people's mind-sets, towards really appreciating the values of the classical family models.

Leaving more money in their pockets, does this mean tax cuts for people with large families?

Exactly. There is a new tax reduction system. After the first and second child it is more moderate, but after the third it is quite a large tax reduction.

There are also more measures concerning the family allowance system. We try to make it easier for mothers to decide if they want to stay at home with their children, because in Hungary maternity leave is quite long, up to three years. But for our economy it is also positive if mothers who are about to go back to work don't have to choose between staying at home forever with the children or going back to work. Before they didn't get child care allowance if they went back to work, but now if they do they will still get all the benefits which they deserve.

It is still early, of course, but have you begun noticing an increase in the fertility rate?

Yes. The population of Hungary is about the same as Portugal [+/- 10 million], so you will understand the numbers. For example, just these measures I have mentioned influenced 18,2 thousand mothers. For them we could create a better financial situation, and for their families also. On the other hand the demographic figures are quite positive. In the first seven months of the year, the increase of the number of births is now 3.1%, in relation to a year ago. This is a good sign.

Of course when you talk about demography you have to think long term, you have to be cautious, but I see very good signs, all the measures our government is implementing in terms of family and demography are having their effect on the situation of families and demographic rates.

You met with representatives of the Portuguese Government, have you given them any advice regarding these issues?

I met with the minister of solidarity issues, so we have common themes, we had a very fruitful meeting and we see that we face, if not the same challenges, very similar challenges concerning demography, pension system, family allowance system, and he just told me about all the new measures the Government has just accepted, or is about to accept, they seem very interesting and I think we will have a fruitful exchange of experience. We also have a new ambassador here in Portugal so she is going to be very active in bringing the two countries closer to each other.

Did you detect interest in learning from the Hungarian experience?

Yes, we had mutual interest towards each other’s experiences.

This award seems to be public recognition of a serious change in policy regarding family, moral and social issues, by your government, is this so?

I think it is important that we don't only criticize each other, or if we talk about the EU level also, there is a lot of criticism concerning the steps any government makes. I think it is important to really focus on the real activity of Governments and appreciate programmes and activities which are positive or which have positive results, or result in positive changes.

I think also Portugal and Hungary, and the European Association of Large Families share common values, European values and Christian values. I think that for us, for the Hungarian government, it is a big recognition and we very much appreciate that there is a real interest from the Portuguese Government and this association.

Interestingly you mention European values, but many people criticize the European Union and precisely because they are not emphasizing those values, on the contrary. Do you think the European institutions, mainly the ones which have criticised Hungary so much, are they drifting away from those values?

I wouldn't say that. I say that we share common values, but we also have values which are specific for each and every country. It is very important that we recognise the common European values and that we can be free to have the added values which we share, or that we as Hungarians or as Portuguese, consider important. In the meantime we have to recognise and never question the common values we share, but also to have the liberty of emphasizing the values which are important to us.

But the new constitution was severely criticized when it was first drafted, with people accusing Hungary of limiting democracy and so on. Were these criticisms justified?

Not at all.

We all heard these criticisms, but there was a democratic vote and the Government was elected by a two third majority. If the voters are voting for the continuation of the work we did for four years, that underlines the fact that we are on the right path.

On the other hand I think there were all these disputes and all this criticism, but if we had these debates in the European parliament, the Commission, the Court of Justice and so on, we could defend our values and our contributions, and we never failed in that.

Others defended Hungary saying that the criticisms were motivated by the fact that Hungary was passing laws defending life from conception, defending marriage when many countries are going in the opposite direction. Could that be the main reason behind the criticism?

We will never know if it is the main reason or not, but I think it is one of the reasons, yes. Because we are very open in stating the values which we consider important and which our voters, the Hungarian people, also consider important. For example, in the Hungarian constitution we included the words Christianity and God and there was a big debate and we always said that in our national anthem that is the first sentence and it has always been that way.

The tolerance which we always talk about would also be very much appreciated from the other side. There are these debates on values which are also behind this, and there are also economic interests which may have been hurt thanks to some economic measures which we introduced in the last four years, and these cannot always be separated from the debates going in Europe concerning Hungary at the moment.





domingo, 28 de setembro de 2014


Onde estão as famílias?


Inês Teotónio Pereira, Jornal i, 27 de Setembro de 2014

O problema da família, a fatalíssima crise da família, é só um: a família eclipsou-se. Não é tida nem achada em tema nenhum

Quando se fala de crianças, de educação ou de idosos, o link automático direcciona-nos para o Estado ou para a escola. A família é raramente mencionada. Diz-se que a família, tal como os valores, está em crise. Diz-se que a família é um conceito dinâmico, e de tal forma dinâmico que até já se criou uma nova espécie, as novas famílias – como se não fosse tudo a mesmíssima coisa. Diz-se que é o Estado que deve educar as crianças através de programas curriculares herméticos, fechados e idênticos para todas as elas no conteúdo, na forma e no tempo. O Estado é a nossa grande família. Ao Estado cabe proteger os avós, educar as crianças, empregar os pais, integrar os imigrantes, travar os emigrantes, garantir a igualdade das mulheres, inverter da curva da natalidade e até melhorar os rankings internacionais do sucesso escolar. Às famílias cabe votar e pagar impostos.

O problema da família, a fatalíssima crise da família, é só um: a família eclipsou-se. Não é tida nem achada em tema nenhum e não quer ser tida nem achada em tema nenhum. Quando se fala de educação, fala-se de professores e da sua estabilidade profissional, e quando se fala das franjas mais vulneráveis da sociedade, como idosos, deficientes ou pobres, remete-se o problema para a segurança social. As associações de pais têm um centésimo da intervenção social na educação de qualquer sindicato de professores, assim como são os lares quem o Estado preferencialmente financia para acolherem os avós, e não as famílias que o deviam fazer. Raramente se fala da família e raramente se reclama o quer que seja da família, dos pais, dos tios, dos avós ou dos irmãos. A rede familiar foi substituída pela rede burocrática do Estado e a genealogia pelo direito administrativo.

Quando Rousseau pensou no contrato social, não imaginou que por aqui se fosse tão longe. Não imaginou que as famílias não reclamariam poder, deveres e direitos, e que não se organizassem como a célula-base de qualquer sociedade.

Hoje fala-se, e muito, de políticas de família – como se as políticas não fossem todas para as famílias, da saúde à educação, da economia à justiça –, mas é muito pouca a dinâmica das próprias famílias. Os nossos filhos não são só alunos, os avós não são apenas pensionistas, e o resto da população meros contribuintes. Mas, antes disso, cada um faz parte de uma família (nova ou velha) e é nessa família que se define e decide tudo o resto. Sim, as famílias estão em crise. Crise económica e crise de identidade. A primeira cabe ao Estado, em primeira instância, resolver, pagando as dívidas astronómicas que durante décadas acumulou e aliviando a carga fiscal que vai arrecadando para manter o nariz fora de água. A segunda crise, que não se resolve com programas de governo, é responsabilidade de cada família. A família é um grupo de pessoas com identidade própria que, dentro da sua dinâmica, educam, constroem, apoiam e sustentam um País. É das famílias que são feitos os países, e não apenas de indivíduos ligados aos Estados. Para que as famílias voltem a contar é preciso que as próprias famílias se tenham em conta e se considerem verdadeiros agentes políticos e sociais. Até lá, continuaremos a ter o Estado como pai e os verdadeiros pais como contribuintes.





quinta-feira, 25 de setembro de 2014


90 mil sofrem de Alzheimer em Portugal


Cláudia Machado, Edgar Nascimento no Correio da Manhã

É a forma mais comum de demência e os seus efeitos são devastadores, tanto para o doente como para os cuidadores. A frequente subtileza dos primeiros sintomas – esquecer o nome de um objecto ou deixar passar um recado – pode levar a que o diagnóstico chegue somente anos mais tarde. A doença de Alzheimer causa a deterioração progressiva e irreversível das funções cognitivas e estima-se que atinja cerca de 90 mil portugueses.

O envelhecimento está directamente ligado à doença neurodegenerativa. O tipo mais comum de Alzheimer manifesta-se com maior frequência a partir dos 65 anos e afecta o doente independentemente de este ter ou não antecedentes familiares da demência. Outra ramificação da doença, ligada à hereditariedade e de cariz mais raro, pode surgir entre os 40 e os 60 anos.


O desgaste emocional causado pela demência deixa marcas profundas nas famílias, que enfrentam igualmente uma prova de fogo a nível económico. «Já começa a haver mais apoio das instituições públicas, com alguns serviços hospitalares que apoiam os cuidadores e prestam consultas de memória à pessoa com demência», referiu ao Correio da Manhã Filipa Gomes, directora técnica do departamento de prestações de serviços de Lisboa da Alzheimer Portugal, sublinhando que «estes apoios ainda são poucos e estamos só a falar da componente da saúde». Fundada em 1988, a associação identifica «as dificuldades económicas» como um dos principais desafios do doente e do seu núcleo de suporte.

«É uma doença que exige muitos encargos, com medicamentos caros e difíceis de suportar para algumas famílias. À medida que a doença vai evoluindo, começa ainda a surgir outro tipo de necessidades, como as fraldas», alargando o leque de encargos financeiros para os cuidadores, acrescentou Filipa Gomes.





terça-feira, 23 de setembro de 2014


A aliança entre a máfia verde e a indústria automóvel

Defesa do ambiente ou corrupção

Berlim-Paris-Bruxelas-Lisboa?


Heduíno Gomes

Quem não gostará de ar puro? Toda a gente gosta.

E nós com uma certa dificuldade em escoar os automóveis que produzimos! (ver 
http://noticiatuga.blogspot.pt/2014/06/milhares-de-carros-novos-nao-vendidos.html).

Então nós, indústria automóvel e nossos lacaios na política, incluindo os «ecologistas», vamos estabelecer uma série de proibições de utilização de automóveis mais antigos e assim obrigar o pagode a comprar-nos carros novos.

Que se lixe a capacidade económica do pagode e de cada país...

Tudo isto pela mão dos políticos corruptos que ocupam os gabinetes de Bruxelas, de São Bento e dos municípios.

Entretanto, esta fauna anda montada à borla em carros novos pagos pelo contribuinte.



(Notícia do Correio da Manhã)


Lisboa fica sem carros «velhos»

Autarquia instala leitura de matrículas para identificar infractores.

Por João Saramago

A partir de 3 de Novembro está prevista, em Lisboa, a interdição de circulação a veículos com matrículas anteriores a 2000 na zona da Baixa, Avenida da Liberdade e Cais do Sodré – área onde hoje não podem circular veículos com matrícula anterior a 1996.

Para a concretização do plano, a Câmara de Lisboa deverá instalar um sistema de leitura automática de matrículas. O mecanismo conta já com a autorização da Comissão Nacional de Protecção de Dados, explicou ao CM Hugo Tente, professor da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa. De acordo com o investigador, a medida irá afastar da Baixa Pombalina cerca de 95 mil veículos por dia.

Os veículos infractores estarão sujeitos a uma multa de 24 euros, referente ao incumprimento do sinal de zona. Nos dias úteis, das 07h00 às 21h00, poderão circular nesta área os residentes, veículos de colecção e transportes públicos, incluindo táxis. O mesmo grupo de veículos pode também entrar na circular denominada ZER 2, onde hoje está proibida a entrada de veículos com matrícula anterior a 1992.

Caso a proposta venha a ser aprovada em reunião de câmara, a partir de Novembro nesta zona ficam interditos os carros posteriores a 1996.






segunda-feira, 22 de setembro de 2014


Anosognosia



Que alívio ter conhecimento disto!

Desde há uns tempos a esta parte que andava preocupado porque:

1 – Não me recordava dos nomes próprios;

2 – Não  me recordava onde deixava algumas coisas;

3 – Quando estou a conversar e tenho de interromper o pensamento por ser interrompido, tenho dificuldades de continuar com a conversa no ponto em que a tinha deixado;

Enfim, creio que começava a pensar que tinha um inimigo dentro da minha cabeça, cujo nome começa por Alz...

Hoje li um artigo que me deixou bem mais tranquilo, por isso passo a transcrever a parte mais interessante:

«Se tu tens consciência dos teus problemas de memória, então é porque ainda não tens problemas».

Existe um termo médico que se chama ANOSOGNOSIA, que é a situação em que tu não te recordas temporariamente de alguma coisa. Metade dos maiores de 50 anos, apresentam algumas falhas deste tipo, mas é mais um facto relacionado com a idade do que com a doença.

Queixar-se de falhas de memória, é uma situação muito comum em pessoas com 50 ou mais anos de idade.

Se traduz por não recordar um nome próprio, entrar numa divisão da casa e esquecer-se do que se ia lá fazer ou buscar, esquecer o título de um filme, actor, canção, não se lembrar onde deixou os óculos, etc. etc.…

Muitas pessoas preocupam-se, muitas vezes em excesso, por este tipo de esquecimento. Daí uma informação importante:

«Quem tem consciência de ter este tipo de esquecimento, é todo aquele que não tem problemas sérios de memória. Todos aqueles que padecem de doença de memória, com o inevitável fantasma de Alzeimer, são todos aqueles que não têm registo do que efectivamente se passa.

B. Dubois, professor de neurología de CHU Pitié-Salpêtrière, encontrou uma engraçada, mas didáctica explicação, válida para a maioria dos casos de pessoas que estão preocupadas com os seus esquecimentos:

«Quanto mais se queixam dos seus problemas de memória, menos possibilidades têm de sofrer de uma doença de memoria».

Este documento é dedicado a  todos os esquecidos que me recordo…

Se esquecerem de o compartilhar, não se preocupem porque não será Alzeimer... são os muitos anos que vos pesam dentro das vossas cabeças.





quinta-feira, 18 de setembro de 2014


Dois amigos provocam os invertidos


João Silveira (do Facebook)


Estes senhores chamam-se Travis Mcintosh e Matt McCormick, e são os dois melhores amigos de infância neozelandeses que decidiram casar. Não porque se sintam especialmente atraídos um pelo outro (ambos gostam de mulheres) nem porque queiram constituir família (como se isso fosse possível) mas para ganhar uma viagem até à final do Campeonato do Mundo de Rugby que se irá realizar em Inglaterra em 2015, num concurso promovido pela estação de rádio «The Edge».

Perante isto as associações LGBT ficaram com os cabelos em pé: dizem que este casamento é um insulto e que eles não têm direito a casar-se porque, apesar de serem dois homens, não são gays.

Não deixa de ser irónico que quem se diz defensor do direito de cada pessoa a poder casar-se com quem quer venha agora manifestar-se contra estes dois velhos amigos que apenas querem fazer uma viagem juntos, ver rugby e divertir-se um bocado.

Na prática este casamento vale o mesmo de que qualquer outro casamento entre duas pessoas do mesmo sexo: vale zero! O casamento só existe entre um homem e uma mulher, sempre foi assim e sempre será. Não foi criado por nenhuma cultura em especial, nem é fruto de nenhum preconceito, nasceu da natureza humana.

Quando se quer pegar nesta instituição importantíssima para a humanidade e transformá-la numa fantochada, como tem acontecido em vários países «civilizados» nos últimos anos, as consequências são imprevisíveis e cheias de episódios caricatos, como é o caso destes dois simpáticos barbudos.





quinta-feira, 11 de setembro de 2014


Apelo a todos aqueles que querem preservar

o património histórico


Preservação do jardim da Praça do Império

A Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do Senhor Vereador Sá Fernandes, resolveu eliminar os brasões relativos às ex-províncias ultramarinas, desenhados nos buxos do jardim em frente ao Mosteiro dos Jerónimos, na Praça do Império, alegando que estão «ultrapassados» e que «não faz sentido mantê-los», pois são representativos do Ultramar e do colonialismo.


Porém, aquele espaço, que foi projectado pelo arquitecto português Vasco Lacerda Marques, integrado na praça do Império, desenhada pelo afamado arquitecto luso Cortinelli Telmo (1897-1948) para a Exposição do Mundo Português, em 1940, é um marco histórico, um património, uma memória e um símbolo da História e da Cultura de Portugal.

Não se pode politizar nem mudar a História. Ao retirar os brasões, estarão a descaracterizar um dos espaços mais visitados de Lisboa, que pertence ao povo português e, em particular, aos munícipes da cidade.

Sá Fernandes, a visão do mundo do Bloco de Esquerda.
Esta acção é um ultraje à memória de um povo e uma tentativa de despojar as gerações vindouras da herança histórica e cultural portuguesa, um legado que temos o dever de preservar, não de apagar, como se nunca tivesse existido.

Assine, por favor, para mostrar que é contra a eliminação desses brasões e que estão neste espaço desde 1940, como parte integrante do jardim.

http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT74604





segunda-feira, 8 de setembro de 2014


E nem um obrigadinho


Inês Teotónio Pereira

Antes de sermos pais não sabemos que é assim. Ninguém nos diz a quantidade de sofrimento que vamos acumular com cada um dos nossos filhos

Um dos maiores problemas dos pais em geral é o problema do sofrimento. Nós sofremos muito e muito mais do que a maior parte das pessoas. É um facto e uma evidência contabilística: nós, pais, sofremos com os nossos problemas e, em dose muito maior, com os problemas dos nossos filhos e com os problemas que eles nos causam. Sofremos pelo menos o dobro, portanto. Nós sofremos muito quando eles sofrem, sofremos quando eles arranjam chatices, quando fazem asneiras, quando nos fazem chantagens emocionais, quando não nos deixam dormir, quando não nos deixam ler o jornal ou um livro há dez dias, quando nos partem o telemóvel ou entornam a nossa carteira na retrete, quando nos espetam o joelho nas costas quando vão dormir para a nossa cama ou quando esvaziam a nossa conta bancária. Ser pai magoa, é um facto. Não, não é tudo como o anúncio da Chicco, nem os filhos trazem só felicidade. Nada disso. Os filhos trazem uma grande dose de sofrimento e angústia e, claro, na mesma medida, felicidade, etc. Mas como em tudo na vida, há sempre a parte do passivo. E é desse passivo que nunca se está à espera e de que não se fala.

Antes de sermos pais não sabemos que é assim. Ninguém nos diz a quantidade de sofrimento que vamos acumular com cada um dos nossos filhos. Até porque ninguém quer saber disso. O nosso sofrimento e bem-estar deixam de ter importância no minuto em que temos um filho, tanto para nós como para os outros. As perguntas e as preocupações são automaticamente dirigidas ao recém-nascido e tudo o resto existe em sua função. E será assim a vida toda. Ser pai ou mãe é estar a vida toda ao serviço dos nossos filhos. Deixamos de ser a pessoa mais importante das nossas vidas e a nossa felicidade fica absolutamente dependente do bem-estar ou da felicidade dos nossos filhos. Deixamos, por isso, de ser autónomos para sempre e de ter descanso.


Mas tudo bem. Acabamos por nos adaptar a este estado de coisas e a vivermos bem com isto. Sem mágoa. Apenas cansados, envelhecidos e preocupados. Nada de especial. O pior, no entanto, é o silêncio. O facto de não nos podermos queixar não mata mas mói. E aos pais não é permitido queixumes. A lógica que elimina qualquer possibilidade de nos queixarmos das amarguras da paternidade é simples: ninguém nos pediu para sermos pais e os nossos filhos não pediram para nascer. Foi um acto voluntário e, como voluntário que é, agora aguenta-te e de cara alegre. Não há cá espaço para mariquices. O que importa são os filhos. Esta cruel lógica da batata deixa-nos absolutamente sozinhos no sofrimento. Quando passamos uma noite em claro porque a criança não nos deixa dormir, as pessoas com quem comentamos a nossa noite mal dormida perguntam pelo coitadinho do bebé, que deve ter sofrido muito com os dentes a crescer, e não pelas nossas olheiras. Ninguém quer saber das nossas olheiras: quiseste ter filhos, não foi? Agora não te queixes. Mas nós, pais, queremos poder queixar-nos sem sentir remorsos por isso. Queremos poder dizer que eles são insuportáveis, que estamos fartos de não dormir, que estamos preocupados, estafados, inseguros, etc., etc., sem que do outro lado nos venham dizer que a culpa do nosso sofrimento é nossa, apenas nossa. E que não temos o direito ao queixume porque é uma enorme sorte termos filhos que, lá está, não pediram para nascer. Ora, nós queremos queixar-nos porque sim, sem que tenhamos de levar com julgamentos morais do lado de lá. E isso é impossível. Tirando os psicólogos e os nossos próprios pais, ninguém nos ouve. Apenas nos julgam pela ingratidão da nossa amargura. Não, ter filhos não é só um mar de rosas. É a melhor coisa que o mundo nos pode dar, é certo, mas como tudo na vida tem o seu custo. E é desse custo que nos queremos queixar sem termos de pagar para que alguém nos oiça. É um direito cívico que nos assiste, tão ou mais legítimo que o direito à manifestação. Sim, eles não pediram para nascer, mas também é verdade que os anúncios com bebés são uma espécie de publicidade enganosa: eles choram aos gritos quando têm a fralda suja, não se ficam a rir todos rosadinhos, e muitas vezes atiram o prato da comida para o chão ou para cima de nós quando estão a comer papa. É preciso que o mundo saiba isto. Eles não pediram para nascer, é certo, mas caramba, foi uma sorte terem nascido. E nem um obrigadinho?





domingo, 31 de agosto de 2014


ADASCA:

calendário de colheitas de sangue


A ADASCA vem tornar público o mapa de sessões de colheitas de sangue a realizar no mês de Setembro, embora vá decorrer ainda uma brigada do dia 30 de Agosto (Sábado) das 09:00 às 13:00 horas Posto Fixo da dita associação.

Face ao exposto, no mês de Setembro vão decorrer sessões nos dias 6, 12, 20 e 26, das 09:00 às 13:00 horas, e nos dias 3, 17 e 24 das 16:00 às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA, dia 18 das 09:00 horas as 13:00 horas, na Renault de Cacia sendo a única associação da zona centro do género com mais sessões de colheitas num local só.

De acordo com a informação que dispomos as reservas de sangue do IPST são as seguintes:

O+ de 7 a 10 dias
O- de 4 a 7 dias
A+ mais de 10 dias
A- de 4 a 7 dias
B+ mais de 10 dias
B- de 7 a 10 dias
AB+ mais de 10 dias
AB- mais de 10 dias.

Convém recordar que milhares de doentes dependem todos os dias do gesto solidário dos dadores de sangue. É certo que, o descontentamento pela perda da isenção das taxas moderadoras nos hospitais públicos, ainda se faz sentir, tendo provocado uma debandada de dadores dos locais das colheitas de sangue, mas, os necessitados são sempre os doentes e não tanto o ministro da saúde. Sim, esse não se livra de ter as mãos sujas de sangue solidário dos dadores...

Pedimos e agradecemos à imprensa na generalidade a melhor divulgação possível, atendendo ao interesse público destas iniciativas. Mais informações podem ser prestadas através dos seguintes contactos indicados abaixo.


Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm: 964 470 432 e 234 + 234 095 331

Onde posso doar sangue em Aveiro no ano de 2014?

Site: www.adasca.pt
Blogue: http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/