quarta-feira, 25 de maio de 2016
«Toda a Vida tem Dignidade»
Para: Assembleia da República
Uma Sociedade baseada no Estado de Direito e no respeito pelos Direitos Humanos Fundamentais não pode ignorar nem calar-se perante as tentativas de ameaça ao Direito à Vida, de ameaça à Dignidade, e ameaça à Vida concreta de cada homem e de cada mulher.
Assim, considerando:
1 – Que a Vida Humana é o primeiro dos Direitos Fundamentais, donde decorrem todos os outros direitos, e que ela é inviolável, inalienável, indisponível, que esse é um valor estruturante da vida em sociedade e isso não depende de ideologias nem da decisão de um outro;
2 – Que cabe ao Estado, como guardião dos Direitos Humanos e da Dignidade Humana, garantir e defender a Vida de todos os seres humanos, em quaisquer circunstâncias;
3 – Que só se contribui para uma cultura construtiva e de solidariedade com opções claras em favor da Vida de cada homem e de cada mulher, como Bem superior que a todos importa, numa visão que entende que o exercício da Liberdade individual não pode ser uma afirmação de individualismos perigosos;
4 – Que a eutanásia é sempre um homicídio apoiado pelo Estado (pretensamente através de algum profissional de saúde) ou um suicídio assistido pelo Estado, e que a este não cabe criar o direito de alguém ser morto por outrem, nem validar esta opção como legítima perante o colectivo;
5 – Que o exercício da Liberdade e a vida humana comporta em si mesmo perdas e sofrimentos que, numa sociedade solidária, devem ser acautelados, devidamente prevenidos e evitados e, caso ocorram, serem apoiados pelas famílias, pela Sociedade e pelo Estado a fim de não se tornarem disruptivos para o individuo;
Considerando,
6 – Que a solidão, a vulnerabilidade e as fragilidades se combatem com políticas sociais efectivas, com apoio e a promoção activa de esperança;
7 – Que a doença, a dor e o sofrimento associados têm remédios a que todos devem ter acesso e que tais circunstâncias em nada diminuem a Dignidade da Vida Humana, nem lhe retiram qualquer valor;
8 – Que em Portugal são ainda insuficientes as políticas de combate à exclusão de idosos e incapacitados, os apoios concretos às famílias para suporte dos mais debilitados, as respostas adequadas para o sofrimento dos doentes em estado terminal, nem existem informação e formação suficientes ao dispor da população sobre este tema;
Entendemos e peticionamos à Assembleia da República que, usando dos poderes ao seu dispor, adopte as seguintes providências:
1. Legisle no sentido de reforçar e proteger o valor objectivo da Vida Humana, garantindo, tal como previsto no art.º 24.º da Constituição Portuguesa, a sua inviolabilidade, independentemente das circunstâncias em que se encontre.
2. Promova uma política mais eficaz de combate à exclusão de idosos e incapacitados, nomeadamente através de apoios concretos às Famílias.
3. Recomende ao Governo, a extensão a toda a população e território português dos Cuidados Continuados e Paliativos, o reforço da formação dos profissionais de saúde nas questões de fim de vida, assim como o reforço de meios à disposição das unidades já existentes, garantindo os meios necessários a todos aqueles que deles necessitam.
4. Rejeite toda e qualquer proposta que vá no sentido de conferir ao Estado o direito a dispor ou apoiar a eliminação de Vidas Humanas, ainda que com o alegado consentimento da pessoa.
As sociedades dizem-se tanto mais modernas e avançadas quanto melhor valorizam e tratam os seus elementos mais vulneráveis.
Desta forma, contribuiremos todos para um Portugal mais humano e mais moderno, um Portugal mais Livre e onde Toda a Vida Tem Dignidade.
Lisboa, 13 de Maio de 2016
terça-feira, 24 de maio de 2016
Actor revela pedofilia em Hollywood
Elijah Wood diz que pedófilos têm sido protegidos.
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| Elijah Wood revela escândalo em Hollywood |
Catarina Correia Rocha, Correio da Manhã, 23 de Maio de 2016
Elijah Wood revelou, em entrevista ao jornal britânico Sunday Times, que existem abusos sexuais em Hollywood, comparando este caso ao escândalo que envolveu o apresentador da BBC Jimmy Saville.
«Vocês [britânicos] cresceram com Savile. Jesus, isso deve ter sido devastador. Claramente algo muito grave estava a acontecer em Hollywood. Era tudo organizado», começou por dizer Wood.
Segundo o protagonista de O Senhor dos Anéis, «há muitas víboras em Hollywood» e, se «és inocente, se tens pouco conhecimento sobre o mundo e queres ser bem-sucedido, pessoas com interesses parasíticos vão olhar para ti como a sua presa.»
Contudo, estes casos não são conhecidos porque as «vítimas não conseguem falar mais alto do que aqueles que estão no poder».
Wood, agora com 35 anos, diz que foi protegido pela mãe, especialmente por o impedir de ir a festas.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Kinsey, um inspirador da decadência sexual
Américo Brito Vitorino
Poucos são os políticos que estudam as ideias
politicas que suportam os movimentos políticos e sociais.
Kinsey e o «Relatório Kinsey» é uma das bases
ideológicas dos movimentos LGBTT e de muitos outros movimentos amorais e
políticos que tem sido protagonizados em Portugal pelo Bloco de Esquerda (onde
existe desde sempre um activo núcleo LGBTT) e cujas ideias tem encontrado eco
em políticos de outros partidos e infiltrado muitas organizações.
Kinsey é um dos fundamentos ideológicos porque cada
vez mais se fala de sexo e de género na politica portuguesa e para as últimas
alterações legislativas.
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| O doente invertido doutor Kinsey |
Aqui fica a ideologia de género de Kinsey:
A tese de Kinsey coloca todos os actos sexuais ao
mesmo nível moral, social e biológico, dentro ou fora do casamento, entre pares
do mesmo sexo ou de sexo diferente, com crianças e até com animais.
Kinsey defendeu que todos os comportamentos sexuais
que se consideravam desviantes eram normais e, em particular, que o
comportamento exclusivamente heterossexual era anormal e fruto de inibições
culturais e condicionamentos sociais.
Kinsey defendeu e praticou a actividade sexual
livre (não só com pessoas) e abominou a distinção entre homem e mulher,
diferença que, para Kinsey, não estaria determinada pelo sexo, mas sim pela
cultura.
Segundo Kinsey, as relações sexuais entre os
animais eram um modelo para o comportamento sexual humano. A única diferença
residia no facto de os animais actuarem sem inibições, as quais eram impostas
pela sociedade aos seres humanos para impedir um «comportamento sexual natural»
iniciando assim a fundamentação do movimento em prol de um novo comportamento
sexual natural enquanto outros, e por outras razões, humanizam os animais.
Kinsey afirma que: «Levar a cabo qualquer tipo de
actividade sexual é libertar-se do condicionamento cultural que a sociedade
impõe, e que leva a fazer distinções entre o que é bem ou mal, entre o lícito e
o ilícito, entre o normal e o anormal, entre o aceitável e o inaceitável na
nossa sociedade».
No livro de Kinsey, todos os «desafogos sexuais»
são aceitáveis e normais, embora a bissexualidade pareça surgir como a mais
equilibrada de todas as orientações por incluir as actividades heterossexuais e
as homossexuais.
Kinsey empenhou-se em fazer desaparecer do catálogo
das doenças patológicas a homossexualidade tendo em 17 de Maio de 1990, a
Organização Mundial da Saúde (OMS) retirado a homossexualidade da lista de
doenças do Código Internacional de Doenças.
Pugnou por liberalizar as leis e reduzir as penas
relacionadas com os crimes sexuais, processo este que continua em curso nas
democracias ocidentais.
Mas Kinsey também defende a naturalidade do incesto
e da pedofilia e para tentar provar que as crianças podiam ter actividade
sexual desde o seu nascimento serviu-se de uma metodologia que implicou abusos
sexuais cometidos de modo continuado em mais de 300 crianças menores de 2
meses, em sessões que chegavam a durar mais de 24 horas.
Kinsey defendeu a ideia de que as crianças deviam
ser livres e autónomas para decidir por elas mesmas por que tipo de actividade
sexual queriam enveredar, sem qualquer tipo de restrições ou regulações por
parte do Estado ou dos pais.
Para tentar suportar esta afirmação, Kinsey
baseou-se em entrevistas feitas a pedófilos, os quais «por serem adultos, eram
capazes de reconhecer e interpretar as suas experiências com as crianças».
Em 1981, a dr.ª Judith Reishman pôs a descoberto,
no 5.º Congresso de Sexologia de Jerusalém, o abuso sexual usado como método
nos estudos de Kinsey.
Em 1990, Reishman e Edward W. Eichel publicaram
«Kinsey, sexo e fraude», um livro que evidencia os horrores do Relatório
Kinsey.
Kinsey é a suposta «justificação científica» do
incesto e da pedofilia.
Kinsey afirmou que o problema da actividade sexual
entre adultos e crianças era «a histeria e a super-protecção por parte dos pais
e autoridades»; pensava que «as crianças precisavam da ajuda dos adultos para
desenvolver técnicas sexuais efectivas e que, portanto «a sociedade devia
reflectir isto, alterando os seus códigos morais».
Kinsey defendia que «se estas relações sexuais
forem levadas a cabo em circunstâncias adequadas, ou seja, se o adulto sente
genuinamente afecto pela criança tal como sentiria um pai ou outro parente,
tais relações poderiam ser uma experiência saudável para a criança (…). Os
resultados são desfavoráveis só quando as autoridades públicas ou os pais
fizeram crer à criança que este comportamento é imoral ou incorrecto».
Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey,
escreveu que a investigação de Kinsey descobriu «muitas relações agradáveis e
satisfatórias entre os pais e as filhas». Ele mesmo afirmou que «o incesto
entre adultos e crianças pequenas também podia ser uma experiência
satisfatória; as relações incestuosas podem ser boas e, frequentemente, o são».
Um outro colaborador de Kinsey e pioneiro da
educação sexual, Lester Kirkendall, escreveu em 1985 ; «que uma vez que o nosso
sentido de culpabilidade diminua, as relações sexuais entre crianças e adultos
e outras formas de expressão sexuais tornar-se-ão legítimas».
A este respeito no seu livro de educação sexual,
«Crianças e sexo», defendeu as possíveis «relações sexuais» entre crianças e
animais.
Kinsey reconheceu que algumas das suas experiências
sexuais implicaram o uso da força física com os participantes não voluntários:
«As crianças reagiram às manipulações sexuais por parte dos adultos de diversas
maneiras: retorciam-se, gritavam horrivelmente, tinham violentas convulsões,
grandes tremores e/ou experimentavam dores horríveis».
Segundo Paul Gebhard, colaborador do «Relatório
Kinsey», os investigadores sabiam que as experiências eram ilegais: «Nós sempre
insistimos para que fosse mantida a confidencialidade mesmo quando era amoral
no melhor dos casos e criminoso no pior deles. (…) Um exemplo de criminalidade
é a nossa renúncia em cooperar com as autoridades para apanhar um pedófilo que
estava a ser procurado por um assassinato sexual com violação».
De Kinsey existem cartas de agradecimento dirigidas
ao oficial nazi Fritz von Balluseck, pelos seus relatórios acerca das suas
actividades de pederastia, advertindo-o, porém, para que «se precavesse de ser
surpreendido durante as mesmas».
Uma das conclusões do suposto estudo que mais se
difundiram é que 10% da população seria homossexual. Para além do facto do
Relatório Kinsey não dar este dado quantitativo, (o qual procede antes da
manipulação mediática de organizações e instituições partidárias da
homossexualidade), o verdadeiro dado fornecido por Kinsey relativamente a
pessoas exclusivamente homossexuais era de 4% da população.
Se por um lado, a amostra estatística usada
continha presidiários e ex-presidários, violadores, exibicionistas, pedófilos,
proxenetas, prostitutas e homossexuais, por outro lado Kinsey levou a cabo
experiências aberrantes com centenas de crianças, com idades entre 2 meses e 15
anos.
Contudo, os números fornecidos pelas investigações
sérias mais recentes situam-se muito abaixo de 1% da população; estas
investigações demonstram que considerar uma percentagem pré-estabelecida
implicaria uma série de afirmações contrárias aos postulados ideológicos do
lobby LGBTT.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
domingo, 15 de maio de 2016
Barrigas de aluguer: o testemunho de uma mãe
Catarina Nicolau Campos, Senza
Pagare, 14 de Maio de 2016
Assim como chove lá fora, hoje também chove no meu
coração.
No mesmo dia em que o Parlamento aprovou as
«barrigas de aluguer» em Portugal. Ora o aluguer, como aprendi na faculdade de
Direito, é uma forma de locação, quando esta incide sobre coisa móvel. E por
locação entende-se o contracto pelo qual uma das partes se obriga a
proporcionar à outra o gozo temporário de uma coisa, mediante retribuição. Só
por isto poderíamos dizer, Dr. Passos Coelho: as barrigas não se alugam.
Mas a questão é bem mais radical. Em Agosto de 2010
soube que estava à espera da minha primeira filha. À espera não, porque na
verdade ela já lá estava bem presente, e na segunda ecografia, com 8 semanas e
picos, o coraçãozinho da Pilar já era bem audível, para sorriso rasgado do pai
e lágrimas descontroladas da mãe. Durante 9 meses de enjoos, infecções sem fim,
mais 26 quilos, noites sem dormir, dias inteiros só a dormir, aprendi a
conviver com a minha bebé. Aprendi que sempre que ouvia os acordes de uma
guitarra portuguesa, a Pilar saltava de alegria. E por isso, ao longo de 9
meses, muitas guitarradas lhe foram dedicadas. Aprendi que, sempre que me
virava para dormir do lado direito, subia escadas a correr ou me enervava, a
Pilar dava pontapés de insatisfação e só eu sabia disso, eu, a sua mãe. Geri
toda a alimentação para que nada lhe fizesse mal, porque uma mãe quer o melhor
para os seus filhos.
A barriga cresceu, o resto também, e ao fim de 9
meses percebi a relação íntima que uma mulher tem com o seu útero. E depois de
uma cesariana, ficaram ainda mais visíveis as marcas físicas da passagem do ser
maravilhoso que é a nossa filha pelo meu corpo. Meu corpo? Meu não, dela,
porque o meu útero foi feito para lá estarem os meus filhos, e o meu peito para
os amamentar. Nós mulheres, somos veículos de Vida. E quando a Pilar nasceu,
acalmava-se quando a encostava ao meu coração, porque estes foram os batimentos
que ela se habituou a ouvir.
A Pilar conhecia o meu cheiro e por isso, (e
passados 8 meses ainda é assim), não há colo como o da mãe. E esta relação de
cumplicidade, esta experiência, única e irrepetível, não se aluga, nem se
compra. Assim como não se alugam e não se compram os bebés. A partir do momento
em que tratamos as crianças como meros objectos, coisas, para preencher um
vazio numa relação, para completar a fotografia de família ou apenas porque
lhes apetece ter algo para entreter, temos crianças adoptadas que são
devolvidas às instituições porque, simplesmente, não tiveram boas notas, como
se fossem cães que não tivessem atingido o objectivo dos seu treinadores.
quarta-feira, 11 de maio de 2016
Jornalista dinamarquesa desabafa:
«Europeus estão afeminados
e as mulheres estão em perigo»
Blog Rodrigo Constantino, 27 de Janeiro de 2016
Finalmente alguém falou o óbvio! E não foi um homem. Não foi alguém machista. Ah, diabos!, para desespero dos media «progressista», não foi Jair Bolsonaro!!! Foi uma jornalista dinamarquesa, Iben Thranholm, reclamando dos efeitos nefastos de décadas de feminismo, que tornou o homem europeu um ser afeminado, deixando de lado virtudes tradicionais como virilidade, honra, coragem, coisas úteis para proteger as suas mulheres e a sua cultura. Quando o governo italiano abaixa as calças para o governo iraniano, escondendo as suas estátuas nuas para não «ofender» o visitante, essa mensagem fica mais evidente ainda. Vejam:
https://www.youtube.com/watch?v=ea0JFyzg8Pk
Sou um machista reaccionário neandertal por acreditar que ela está certa, que os homens deveriam, sim senhor!, demonstrar uma postura mais firme, mais viril, para proteger as mulheres que são vítimas dos malucos islâmicos? Whatever. O rótulo é dado por «progressistas» que já foram, eles mesmos, lobotomizados pela era pós-moderna, gente que se refere a meninos e meninas como «meninx», pois acredita na «identidade de género». Eu prefiro ficar do lado da jornalista dinamarquesa. E do legado da civilização Ocidental, hoje ameaçado pelas «almas sensíveis» que dominaram o mundo com seu vitimismo.
Aqui em casa tem macho protector sim, para o «horror» das feministas recalcadas que adorariam ter um para chamar de «seu»; e se aparecer um maluco desses, que acha que pode abusar das mulheres porque elas andam de saia, será recebido por uma senhora marreta: a Sra. Glock!
terça-feira, 10 de maio de 2016
domingo, 1 de maio de 2016
Morrer com dignidade
António Gentil Martins, Expresso, 3 de Maio de 2016
Ex-presidente da Ordem dos Médicos diz que está em causa levar o médico a violar o Código Ético, matando um doente a seu pedido
Foi publicado no Expresso por 112 cidadãos um manifesto em defesa da despenalização da «morte assistida». O documento está inteligentemente elaborado no sentido de obter a resposta desejada, já que todos defendem a liberdade e ninguém gosta do sofrimento, seja ele físico ou moral e espiritual. Mas o documento é claramente vago, não propondo fronteiras definidas.
Procurar camuflar, ou simplesmente disfarçar, o suicídio, usando a palavra dignidade, é sofismar a realidade e procurar dar-lhe um tom simpático e apelativo, A morte clinicamente assistida não é mais do que verdadeira eutanásia.
Começam a sua proposta referindo o respeito pela Constituição ao definir os direitos individuais, mas omitindo o artigo 24.º, que textualmente afirma, no seu ponto 2, que «a vida humana é inviolável» e o artigo 25.º que reafirma que «a integridade moral e física é inviolável». Aliás, referem surpreendentemente bem, que «o direito à vida faz parte do património ético da humanidade»...
É evidente que ninguém defende a obstinação terapêutica e não se pode esquecer que o dever do médico é lutar pelos interesses do doente e pela sua saúde física e mental do início da vida até ao seu fim natural, que todos sabem ser inelutável.
Há um direito que sobreleva todos, independentemente de conceitos políticos, religiosos ou quaisquer outros, e esse é o direito à vida, pois sem ela nenhum direito existe, nem mesmo a liberdade. Só ela é um direito absoluto e por isso mesmo inviolável, seja qual seja a roupagem com que a cubram.
A liberdade, nomeadamente a individual, de enorme e de indiscutível valor, não é absoluta, como todos bem sabem, até porque termina se interferir com a liberdade dos outros, e até permite a existência de leis que procuram proteger as pessoas de si próprias (como é, por exemplo, o caso dos «cintos de segurança» nos automóveis ou os «capacetes» nos ciclistas).
É um facto que os cuidados paliativos, sendo uma obrigação, procurando aliviar o sofrimento, não estão indicados apenas na fase terminal da vida e não são solução para todos os casos, embora indispensáveis. O Testamento Vital veio definir a vontade do doente e que deve ser respeitada, mas não ao ponto de o médico lhe tirar vida. Isso um verdadeiro médico nunca aceitará. E, se a sociedade assim o decidir, o que sinceramente esperamos não aconteça, terá de procurar um carrasco que ajude ao suicídio.
A palavra eutanásia significa boa morte, mas a palavra dignidade significa honra e aqui será erradamente utilizada, embora apelativa para o fim em vista: obter o «sim» à proposta. Mas é difícil entender o que é para alguns o significado da palavra honra, depois de terem feito um juramento, que, no caso dos médicos, é o Juramento de Hipócrates.
As questões da vida e da morte ultrapassam o leque partidário, e não dependem de conceitos religiosos ou políticos, mas ajudam a definir que tipo de sociedade desejamos.
O que está verdadeiramente em causa é procurar levar legalmente o médico a violar o seu Código Ético, matando um doente a seu pedido, ou ajudando-o a suicidar-se.
Desde Hipócrates (há mais de 2 500 anos), se considera a vida humana inviolável e o mesmo afirmam o Código Deontológico dos Médicos e as múltiplas declarações da Associação Médica Mundial. Esta faz notar que a defesa da vida não impede o médico de respeitar o processo natural da morte, se for esse o desejo do doente, não deixando de o apoiar até final. E ainda em 2013, reafirmou, com veemência, que, embora em alguns países o suicídio assistido tenha sido legalizado, os médicos se devem abster de colaborar, por se tratar de manifesta acção antiética.
sábado, 16 de abril de 2016
O problema do cartão
Inês Teotónio Pereira, Diário de Notícias, 16 de Abril de 2016
O país está calmo. Um ministro sem gravata passa em revista as tropas; um general demite-se de chefe do Estado-Maior do Exército indiferente à gravata do ministro; um secretário de Estado demite-se porque outro ministro metia-se na vida dele; outro ministro (não o da gravata) também se demite porque ameaçou dar duas ou mais bofetadas a dois cronistas, desprezando todos os outros cronistas, e porque quer continuar a ameaçar; o primeiro-ministro convida-nos a não andar de carro e convida um amigo para trabalhar de graça – por isso, não é bem trabalhar. Entretanto, a economia pula e avança, a austeridade acaba, as crianças não vão para a escola sem comer, os idosos são bem tratados nas urgências e o aeroporto de Beja está impecável. Tanta serenidade que podíamos erradamente pensar que está tudo bem. Mas não está. E é para denunciar o que está mal que temos um partido como o BE: o nome «cartão do cidadão» é discriminatório. Gravíssimo. Em minha casa passou-se uma situação semelhante. No outro dia, quando cheguei parecia estar tudo bem. Apenas dois filhos estavam à luta mas sem razão: «Eu só lhe entalei a cabeça entre as pernas e dei-lhe um murro, mas foi a brincar.» Nem uma bofetada. A cozinha também estava arrumada, apesar de o bebé ter entornado cereais pelo chão e de andar a morder maçãs para escolher a melhor. Ninguém tinha feito os trabalhos de casa. Respirava-se harmonia apesar de os quartos parecerem campos de batalha e de o jantar estar por fazer. Um dos miúdos vomitava na casa de banho e percebi que me tinha esquecido de comprar pão para o dia seguinte. E leite. Tudo perfeito e normal, podíamos pensar. Mas não era verdade, e só percebi que vivia numa paz ilusória quando um dos meus filhos, denunciando o mal tal como o BE, gritou: «As minhas meias estão na gaveta do mano!» Obrigada, meu filho, obrigada, BE: o vosso discernimento é a nossa salvação.
sexta-feira, 15 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
Eutanásia, morte digna?
Pe. Vasco Pinto de Magalhães,
Observador, 22 de Fevereiro de 2016
Como é possível que, num mundo cheio de mortes por
ideologias fanáticas que pretendem um mundo limpo de infiéis, sem dignidade nem
lugar, estejamos nós a discutir como matar para eliminar o sofrimento
Gostava de perceber o que se entende por dignidade.
Para os defensores da eutanásia, esse tem sido um argumento. Mas dá vontade de
perguntar: uma pessoa sofrida, em grande sofrimento, por uma doença ou
situação «sem cura» perde a dignidade? A mãe a fazer o luto de um
filho, por exemplo, ou um deficiente profundo, um doente «terminal» ou o Papa
João Paulo II tremendo e babando-se nos seus últimos tempos, tornaram-se
indignos? Não seria melhor «ajudá-los a morrer» ou, talvez, «matá-los
piedosamente»? A resposta que me dão é que «faz muita impressão», que «não há
direito de deixar ali a sofrer», que «a sua vida já só é um peso para si mesmo
e para os outros» que «a sua vida acabou», «que sentido tem?»; e por isso mais
vale acabar mesmo… e nós ajudamos; claro… se for esse o seu desejo pedido com
liberdade.
Vale a pena comentar e responder a estas questões.
1) Então, a dignidade da morte viria desta ser a
pedido, consciente e livre! Mas… todos sabemos que a liberdade é sempre
condicionada e, de modo especial, ainda mais, no grande sofrimento ou na
euforia. Um mínimo de psicologia e de entendimento da linguagem sabe
que não se pode tomar à letra o que se ouve ou se lê. Quantas vezes
atendo pessoas que mais ou menos com insistência me dizem «não aguento mais»,
«não sei o que ando cá a fazer», «isto não faz qualquer sentido», «quero
morrer, ajude-me», etc. Então começa a conversa, respeitando essa dor. Conte-me
a história toda, vamos ver por onde entra essa imensa solidão ou essa revolta,
essa culpabilidade ou experiência de desamor insuportável… vamos falar dessa infelicidade,
desse medo aterrador, desse sentimento de exclusão… E, tirando alguns casos de
suicidas obsessivos, sempre se encontra algum caminho, uma janela, que ajuda a
ver a luz (lá ao fundo), a descobrir uma aceitação possível. É preciso tempo,
paciência e acolhimento para que a pessoa se comece a sentir amada ou, pelo
menos, a admitir que pode ser reconhecido o seu valor. Tomo muito a sério a
pessoa que pede a morte, mas devo perguntar-me: quer morrer ou está a dizer-nos
outra coisa? Quer que aquele sofrimento morra, certamente. Mas a morte
pela eutanásia, não mata o sofrimento, mata a pessoa! Aliás o que a
minha experiência diz é que se eu, mais do que entender o seu sofrimento,
também lhe mostro que concordo com a eutanásia, o que lhe estou a comunicar é:
«realmente, mais um que acha que eu já não sirvo para nada».
2) A desfiguração e o sofrimento psíquico
ou físico não tira dignidade à pessoa: esta, por maior que seja a
limitação, não deixa de ser pessoa, sempre digna de ser respeitada e
amada. O que é indigno na pessoa é a mentira, a corrupção, a inveja, a
prepotência e a soberba que exclui e escraviza. A eutanásia também não
resolve essas doenças morais, nem dá espaço para que sejam repensadas e
superadas, eventualmente, com o acompanhamento, com o perdão e o paliativo
necessário. Se, em vez de acompanhar a pessoa, para lhe dar dignidade a mato,
não só não a compreendi como a «coisifiquei». Diz-se: faço-o por pena, para que
não sofra! Mas bem dizia o Prof. Daniel Serrão: «a morte por compaixão é a
morte da compaixão». Na verdade o que acaba ali é a relação e o cuidado com
o outro; e, por um acto não médico, alivia-se a tensão: resolve-se, sim, o
problema de quem acompanha e já não sabe lidar com ele. Uma subtil tentação,
nem sempre perceptível, sob a capa de parecer que é um agir «pro vida».
3) A morte a pedido manifesta a autonomia da pessoa
e daí a sua dignidade? Pode parecer, mas vejo aí uma confusão entre
auto-suficiência e autonomia. Autonomia significa que se tem uma «lei
própria» e se tem consciência dela e se é coerente com ela, com todos os seus
condicionamentos. A pessoa vai-se tornando cada vez mais autónoma na medida em
que se vai tornando cada vez mais moralmente livre. E a liberdade,
que é uma aprendizagem difícil, é a capacidade de gerir os seus
condicionamentos e escolher o bem maior; isto é, decidir-se pelo que é
mais humano e mais nos humaniza como seres sociais. A auto-suficiência é não
ter que dar contas a ninguém e fazer o que se entende por imaginar que se pode
dispor de si e dos outros «como se quiser». Não somos auto-suficientes. A morte
a pedido pode não parecer, mas é uma tentação de auto-suficiência. Escolher
matar-se tal como matar, não é, certamente, escolher o bem maior – com
autonomia e liberdade. É mais um grito de socorro. E socorrer deve ser um acto
inteligente (o que se passa aqui? Qual é a dor?) e não uma cedência a um
impulso ingénuo e «piedoso».
4) Se admitirmos que há um direito a querer
morrer (e um direito a que me matem?), isso não implica que alguém, um médico,
por exemplo, tenha o dever de o fazer. Terá o dever moral de ajudar
quem faz tal pedido, na medida das suas possibilidades, mas ninguém pode impor
essa obrigação de matar outro, mesmo que compreenda a sua dor e o seu pedido.
Se se chegasse a legalizar a eutanásia devíamos ter claras várias coisas
importantes. A primeira, que o que é legal não só não é necessariamente bom,
como não é necessariamente legítimo moralmente. A segunda, que os direitos de
uns não podem forçar os de outros; além do direito de discordar, tem-se o
direito a que se respeite, positivamente, a objecção de consciência. Por fim, cada
um deveria ter o direito de ter a lista toda dos médicos «eutanasistas». Eu
não recorreria a um médico que pudesse olhar para mim e pensasse «este já está
a mais; não vai longe; a sua vida não é digna!» Aliás, nenhum parlamento tem
direito a avaliar e legislar sobre a vida. Isto é a determinar que há vidas que
se podem descartar ou que não são dignas; mesmo que se diga que é para
respeitar a autonomia e a liberdade.
5) A «solução» da eutanásia, no estádio
actual da medicina (do acompanhamento psicológico e espiritual, dos cuidados
paliativos, das possibilidades de enquadramento social, etc.), seria
uma saída completamente reaccionária e violenta. Sim, num estádio anterior
de civilização, cultural e socialmente falando, talvez se pudesse entender os
defensores da «boa morte» ou até os «abafadores». Mas, hoje, é difícil de
aceitar o matar como um bom caminho. É claro que é preciso compreender a dor de
quem acompanha a doença prolongada de uma pessoa querida sem ver saídas rápidas
e eficazes. Mas os cuidados paliativos também atendem e apoiam o contexto
familiar da pessoa em processo terminal, mais ou menos prolongado.
6) Há ainda um outro perigo ou tentação. A
eutanásia pode dar dinheiro! Poupar nos gastos com velhinhos ou
deficientes, ter mais facilmente espaço e camas para outros com mais
possibilidades e mais ricos, poderia ser um razoável negócio, dentro de
uma cultura de morte que elimine quem não é útil, quem não produz, ou quem
é considerado um peso demasiado. Nessa cultura, seriam os próprios infelizes,
pobres e feios a pedir a eutanásia, não encontrando lugar num «desejável mundo
cosmeticamente limpinho». Os totalitarismos já fizeram essa experiência e não
deu resultado. Como seria «O admirável mundo novo» dos «eutanasistas»?
7) Morte assistida! Todas as mortes devem
ser acompanhadas com cuidado respeito e afecto: não assistidas como quem vê
o espectáculo, mas como quem vive solidário esse momento tão importante de cada
vida humana. Porquê trocar os nomes à realidade? Para enganar quem? Se estou a
facilitar e dar condições para que alguém se suicide, não é suicídio assistido,
é conivência e participação. Se estou a «eutanasiar» outra pessoa, ainda que
com todo o jeito e preparação, estou a matá-la. Mesmo que tenha sido a seu
pedido, não é assistência, é ser autor «responsável». Para quê
branquear o acto de matar com o título de «morte assistida»? Se é
preciso perceber o que se quer dizer com «mata-me!», também é preciso
desmascarar o que se quer dizer com «dou assistência à tua morte!»
domingo, 10 de abril de 2016
A União das Famílias sobre o rapto dos filhos às famílias
pelas sujeitas do complexo social-industrial
em nome da defesa dos interesses das crianças
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http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.pt/2009/01/manifesto-das-familias-portuguesas.html
Manifesto
das Famílias Portuguesas
RESUMO
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10 – A subtracção das crianças às
famílias e a sua estatização
Para além da intoxicação
geral das crianças e jovens através dos meios de comunicação e dos programas
escolares, assistimos ainda a um outro atentado contra a sua integridade: a
subtracção das crianças às famílias e a sua estatização. Bem entendido, não nos
referimos aqui aos casos de pais manifestamente incapazes de cuidar dos seus
filhos. Referimo-nos aqui aos puros abusos contra as famílias, aos puros raptos
de crianças às famílias, numa actividade dita «social» e envolvendo muitos
interesses.
11 – O complexo social-industrial contra
a família
Estes fenómenos negativos
que afectam as famílias são mais do que geradores da infelicidade individual e
da desagregação social: eles servem igualmente para justificar a existência dos curandeiros dessas desgraças – as desgraças que
são simultaneamente o alimento da burocracia estatal e da indústria do
«social», a sua «razão» de existir, e que, por cima, acarretam pesadas
consequências no orçamento do Estado e no agravamento dos impostos. Trata-se,
pois, de uma autêntica indústria,
da indústria da desgraça,
funcionando em benefício dos curandeiros do sistema e à custa das famílias e
dos contribuintes.
A necessária protecção das
crianças e jovens encobre, pois, um negócio. Essa tal pseudo-protecção torna-se
assim perversa. De facto, estas actividades «altruístas», entre outras, compõem
o complexo social-industrial,
uma monstruosa hipocrisia que alimenta uma chusma de burocratas, psicólogos,
sociólogos, pedagogos e psiquiatras oportunistas, autênticos abutres.
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O Estado
contra a autoridade dos pais na educação dos filhos
Outro
meio de ataque à família é a proibição pelo Estado dos pais exercerem a sua
autoridade natural para educarem os filhos aplicando castigos quando
necessário. Em nome da chamada «protecção da criança», os pais e professores
estão simplesmente proibidos de dar um tabefe a um filho ou aluno mal
comportado. Só podem chamar à razão o... irracional. O pequeno terrorista pode
impunemente partir a loiça, desobedecer, insultar, não estudar, perturbar as
aulas. Qualquer tentativa firme de pará-lo com aquela única linguagem que ele
percebe é... ilegal.
As
televisões são inundadas por pedagogos e psicólogos de má fé ou lunáticos das
«novas pedagogias», onde impera a utopia e a permissividade.
O
psiquiatra Daniel Sampaio é uma espécie de papa destas teorias da
permissividade.
O chamado «Instituto de Apoio à Criança», de Manuela Eanes, criado,
promovido e financiado durante o mandato politico-militar do esposo, foi e é um
dos grandes propagandistas deste modelo permissivo de «educação» e de
perseguição dos pais que não abdicam de realmente educarem os seus filhos.
Laborinho Lúcio, enquanto ministro da Justiça de Cavaco, foi o grande
percursor da cobertura jurídica de todas estas anormalidades. Um ministro da Justiça
do Bloco de Esquerda não faria melhor do que Laborinho Lúcio.
Afinal, a
«protecção da criança» por essa gente resulta na sua deseducação. A prova
provada é o que hoje se vê nas escolas, a todos os níveis de ensino, onde o
ambiente é simplesmente de selva.
Nos meios
de comunicação, os casos de violação de crianças são frequentemente
catalogados como acontecendo «no seio da família», quando na
realidade, na quase totalidade das vezes, o violador é simplesmente alguém
estranho à família que mantém uma relação com a mãe da criança. O objectivo
desta desinformação, como se torna evidente, é criar a ideia de que a família
não é um lugar seguro para as crianças, pretendendo assim justificar, como
veremos, a intervenção abusiva do Estado na família.
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O roubo de crianças aos pais e a sua entrega para adopção, incluindo a
invertidos
Os
políticos inimigos da família já transportaram para o plano jurídico todas
estas anormalidades.
Aproveitando-se
da existência de casos dramáticos que realmente justificam uma
intervenção, os políticos antifamília, recorrendo aos sofismas «uma
criança não é propriedade dos pais», «protecção da criança» e «superiores
interesses da criança», legislaram no sentido de criar pretextos para
roubar aos pais a tutela da criança e a sua autoridade sobre ela e para passar
o Estado a ser efectivamente o dono da criança.
Quem pode
definir as regras de educação dos filhos é o Estado.
Quem
define o que são os «superiores interesses» dos filhos é o Estado.
E quem
não preencher os mandamentos do Estado vê-se na contingência de lhe serem
roubados os filhos e entregues a uma instituição, privada ou da Segurança
Social, onde o Estado educa e cuida directamente da criança à sua maneira ou
encomenda o trabalho a fundações e associações com ele sintonizadas.
E quem é
o Estado? São precisamente eles, os mesmos, os políticos inimigos da família e
seus executantes.
O cume
deste atentado contra as crianças e a família é a sua entrega aos chamados
«casais» de invertidos. A adopção de crianças por esta espécie
é apoiada pela generalidade dos partidos da esquerda e por alguns membros
dos restantes, por sua vez comandados pela maçonaria, que destas causas
fracturantes faz ponto de honra. A lacrimosa «católica» Manuela Eanes, em
declaração do seu «Instituto de Apoio à Criança», teve o descaramento de
se pronunciar a favor deste crime.
Esta apropriação das crianças pelo Estado só encontra paralelo no
comunismo, no fascismo e muito especialmente no nazismo. Pio XI, na sua
encíclica Divini Illius Magistri — Acerca da Educação Cristã da Juventude (1929),
denuncia frontalmente a apropriação das crianças pelo Estado fascista que o
cercava, definindo claramente o papel que cabe ao Estado e o papel que cabe à
família.
Mas este
estado é democrático —
objecta o gangue. Mais uma vez, estamos perante a manipulação de palavra: democracia serve
para camuflar práticas que são o seu contrário. Sob o pretexto do bem social,
temos a prática fascista: é a reedição «democrática» do social-fascismo.
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O complexo social-industrial como aliado das centrais antifamília
Quem
pense que se trata apenas de opção ideológica ou de vício sexual desta gente
engana-se redondamente. A sua «actividade social» alimenta-se de uma indústria.
É a indústria do social, num volumoso complexo envolvendo verbas gigantescas e
os mais variados interesses que nele se cruzam: é o complexo
social-industrial.
O complexo
social-industrial proporciona milhares de empregos e carreiras a gente que vegeta
no mundo deste «trabalho» e para quem a existência da desgraça é condição sine
qua non para esses empregos e carreiras. E quando não há desgraça,
toca a inventá-la, como acontece por todo o mundo. Porque a indústria do social
precisa matéria-prima, isto é, de vítimas.
Como vimos, nos temas predilectos do complexo social-industrial
encontramos a falsa «protecção de crianças» em falsos casos de maus tratos. E
também a actividade da «protecção de mulheres» em falsos casos de
violência doméstica. Este complexo industrial é sem dúvida o mais pernicioso
para a Civilização e para a humanidade. Muito mais pernicioso do que a poluição
atmosférica porque estamos a falar da poluição dos espíritos, da destruição da
família, do desequilíbrio das crianças e adultos, de ecologia humana.
Lamentavelmente,
muitas supostas autoridades morais estão mais preocupadas com o CO2 e as
garrafas PET do que com a destruição da Civilização e da família pela
contracultura.
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