quarta-feira, 30 de setembro de 2015


Família: do conceito à sua falsificação


Heduíno Gomes


Está na moda os políticos, até de esquerda e liberais de «direita», falarem na família.

Aquilo que, para a esquerda e liberais, era uma coisa «opressiva» deixou de sê-lo. O valor natural da família passou a andar também na boca da classe política de esquerda e liberal.  Passou para a boca, não para as acções positivas. É que essa classe política viu que a palavra rendia nas urnas. Passou então a utilizá-la mas esvaziando-a do seu conteúdo, desvirtuando o conceito.

Industriada pela ideologia subjectivista, relativista e permissiva maçónica, a classe política de esquerda e liberal adoptou então a ideologia dos chamados dos «novos valores» e das chamadas «novas formas de família», como se a família natural não fosse realmente a única forma de família e os valores éticos não fossem perenes e superiores às invenções do subjectivismo e do modernismo.

Ou seja, estamos perante um artifício da contracultura, uma descarada manipulação de linguagem, em que a palavra valores é abusivamente utilizada para designar contravalores e família para designar a sua negação.

Portanto, quando ouvimos falar de «família», temos de olhar o que o político ou o activista querem dizer com a palavra...


A preparação ideológica para a destruição da família

Se hoje a doutrina dominante e oficial sobre a família a colocou de rastos, isso não foi obra de um momento. Ao longo dos anos, os seus inimigos têm vindo a desenvolver paulatinamente uma acção de manipulação ideológica, de intoxicação, moldando os espíritos mais frágeis, mais influenciáveis. Essa acção de intoxicação tem vindo a ser incentivada na sombra pela maçonaria, mais radicalmente pela maçonaria irregular.

Esta investida contra a família e os seus valores, ao longo dos anos, tem vindo a ser desenvolvida nomeadamente através da RTP e depois das outras televisões. Nesta intoxicação tiveram especial responsabilidade Soares Louro, Carlos Cruz, Júlio Isidro, Maria Elisa, Manuel Falcão, Teresa Paixão, Balsemão, Emídio Rangel e tantos outros. E nem o mui católico Roberto Carneiro, na chamada «televisão da Igreja», está isento de culpas ao escolher para os seus quadros declarados inimigos da família e ao ter aprovado vários programas antifamília.

Aliás, não está isento Roberto Carneiro como não estão isentos os senhores bispos com responsabilidades no projecto que puseram tal competência doutrinal e financeira à cabeça desse canal e tinham obrigação de vigiar a prática do executante. Senhores bispos que, aliás — com uma ou outra conhecida e honrosa excepção —, «adaptando-se aos tempos», também não deram grandes passos para contrariar a tendência modernista que se acentuava na sociedade portuguesa. Pensa-se que a alguns até agradava.


Diversas formas de ataque à família

Os ataques à família processam-se quer frontalmente, nomeadamente com promoção do relativismo cultural, do liberalismo e da ideologia feminista, quer em áreas que para isso concorrem, nomeadamente nos planos da filosofia, da psicologia, da ética, da moral, da religião, da demografia, da política, da fiscalidade, do direito, da educação, da antropologia, da biologia, da própria história...

Quando os maçons contemporâneos, a esquerda contemporânea, os liberais, os políticos corruptos ou certos activistas falam de «família», temos de ter presente que provavelmente  estarão a falar de outra coisa que não a família natural... Assistimos normalmente à manipulação de palavras e a uma série de truques de retórica a que temos de estar atentos, identificar  e combater, que se escondem em cada uma das referidas disciplinas.


Tudo começou pela destruição do pudor

A destruição do pudor, de forma programada, começou há muito nos meios de comunicação. Primeiro foram as «ousadias», depois a «ausência de tabus», depois o incitamento ao «amor livre», e acaba-se no incitamento ao adultério e à homossexualidade. Os proprietários, directores, produtores e jornalistas desses meios de comunicação transformaram-se em autênticos marchands porno. Aquilo que, num canal de televisão, se revelava com sucesso entre a populaça por ser mais despudorado era de seguida imitado e ultrapassado pela concorrência. E assim sucessivamente, na disputa galopante de audiências e leitores.

As televisões apuraram-se nesta actividade mercantil através de programas de entretenimento, de programas «intelectuais» de suposta análise da sociedade (com sociólogos, sexólogos, psicólogos e psiquiatras), e acabaram em exemplos práticos de decadência moral nas suas telenovelas, que hoje contém todos esses ingredientes.

As revistas cor-de-rosa ou de mulheres, umas mais populares, outras pretensamente mais «intelectuais» e dirigidas às classes médias, seguem exactamente os mesmos passos das televisões. O mesmo sucede com as revistas semanais, onde o psiquiatra António Gameiro, na Revista do Expresso do Balsemão, se tornou um especialista com o seu «Pequeno Manual da Infidelidade Conjugal».

Esta intoxicação acabou por atingir largos sectores da sociedade, conduzindo a uma permissividade e «normalidade moral» realmente amoral. E quem denunciar a situação é acusado de «medieval» pela progressista gentalha.


A invenção do conceito de «novas formas de família»

Uma das últimas invenções da sociologia e antropologia decadentes para ataque à família, a família natural — única forma de família que existe —, é a grande mentira a que chamam «novas formas de família». Tal conceito serve simplesmente para dar cobertura moral e jurídica às relações contra natura entre invertidos e entre lésbicas.

Quando do centenário da implantação da república, o então Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano, António Reis, que fazia parte da comissão das comemorações, fez questão de assinalar o acontecimento com a adopção do chamado «casamento» contra natura entre indivíduos do mesmo sexo. E Sócrates, o seu PS e outros dos diversos partidos, incluindo alguns da suposta direita, obedeceram à directiva da maçonaria e passaram essas aberrações para a ordem jurídica.

A maçonaria irregular está envolvida neste processo até à raiz dos cabelos, enquanto a regular, pela confusão ideológica e moral que a sua igual doutrina subjectivista semeia, também não está isenta de culpas.


A invenção da «ideologia do género»

A «ideologia do género» é uma invenção de invertidos simplesmente para lavar moralmente as práticas homossexuais e incentivar o homossexualismo. Trata-se de uma grosseira falsificação na área da antropologia e da biologia, em que uns são «’cientistas’ em causa própria» e outros são cobardes que não têm coragem para opor-se aos activistas do gangue.

A «ideologia do género» consiste numa ridícula falsificação antropológica e biológica segundo a qual o indivíduo nasce com «género» (baseado na anatomia), mas sem sexo definido. Segundo estes falsificadores ultra-rousseaunistas, a «orientação sexual» seria coisa à parte, «imposta pelo meio social» (portanto ser macho ou fêmea seria produto da ditadura da sociedade...). E por conseguinte cada indivíduo poderia recusar essa «imposição social» (não condição biológica...) e heroicamente escolher a sua «orientação sexual», isto é, homossexualidade ou heterossexualidade — aqui sem qualquer heroísmo. Ou seja, o sexo não é coisa com que se nasça mas sim uma coisa que pode ser (re?)programada.

E assim se transforma em «normalidade» e «ciência» antropológica e biológica uma doença do sistema nervoso central. Mais concretamente, do hipotálamo, doença da qual resulta uma perturbação no sistema endócrino e daí no comportamento sexual, que se torna anormal. Doença psiquiátrica, de origem somática, que, segundo os falsificadores, já não é doença e passa a ser «variante» da normalidade...

A compaixão que devemos ter em relação a um doente discreto e sofredor e a ajuda que lhe devemos prestar não se devem aplicar aos activistas antifamília e anti-sociais, arrogantes, ditadores e provocadores. Estes merecem todo o nosso repúdio. Mais do que repúdio, pelo verdadeiro crime que constitui o incitamento de crianças à homossexualidade, deveriam encontrar-se sob a alçada do Código Penal.


A gestão antifamília do problema da violência doméstica

A violência doméstica é um problema real, que assume por vezes aspectos dramáticos. Contudo, sendo gerido por feministas, por políticos e jornalistas antifamília ou cobardes, o problema é deformado e aproveitado para atacarem a família.

A primeira grande questão é saber o que é violência doméstica.

Se é verdade que existem casos patológicos de violentos — e também de violentas —, que devem ser criminalizados, também é verdade que as feministas, como ministras da pasta, tendem a alargar o conceito de violência doméstica até ao absurdo. Para estas traumatizadas, a ordem doméstica já é em si violência doméstica... As feministas transportam todas as suas frustrações para a questão e utilizam o poder que lhes é conferido pelos meios de comunicação e pelos políticos para libertar toda a sua androfobia, não raras vezes sinónimo de lesbianismo.

Em relação à violência doméstica real, em primeiro lugar, há que procurar as suas causas.

Como se explicará que pessoas normalmente pacíficas entrem em processos de violência? É simples de compreender se se considerar que qualquer ser humano normal projecta construir uma família, ter filhos, viver em paz no seu lar. E o que se passará na cabeça dessa pessoa normal e pacífica se esse seu projecto, já iniciado e com filhos — sangue do seu sangue —, é ameaçado ou destruído pela libertinagem ensinada nas telenovelas? Que se passará na cabeça dessa pessoa normal e pacífica quando vê os seus filhos serem-lhe subtraídos para ficarem sob a tutela de um estranho?

Assim se compreendem tantos crimes passionais. Perante a força dos instintos em desespero, em defesa do seu território, de nada valerá invocar a razão e a calma.

Ora bem. Os e as progressistas, tão dados a invocar a influência do meio no comportamento individual, tão dados a valorizar os impulsos dos instintos, aí têm uma ocasião própria para fazê-lo: valorizem o instinto da conservação da espécie.

E como se banalizou a libertinagem e a desordem na família senão através do vírus feminista e marchands porno? Lá vamos nós parar aos verdadeiros responsáveis pelos dramas de violência que ocorrem hoje em muitos lares e pela irremediável e «pacífica» destruição de muitos mais.


O Estado contra a autoridade dos pais na educação dos filhos

Outro meio de ataque à família é a proibição pelo Estado dos pais exercerem a sua autoridade natural para educarem os filhos aplicando castigos quando necessário. Em nome da chamada «protecção da criança», os pais e professores estão simplesmente proibidos de dar um tabefe a um filho ou aluno mal comportado. Só podem chamar à razão o... irracional. O pequeno terrorista pode impunemente partir a loiça, desobedecer, insultar, não estudar, perturbar as aulas. Qualquer tentativa firme de pará-lo com aquela única linguagem que ele percebe é... ilegal.

As televisões são inundadas por pedagogos e psicólogos de má fé ou lunáticos das «novas pedagogias», onde impera a utopia e a permissividade.

O psiquiatra Daniel Sampaio é uma espécie de papa destas teorias da permissividade.

O chamado «Instituto de Apoio à Criança», de Manuela Eanes, criado, promovido e financiado durante o mandato politico-militar do esposo, foi e é um dos grandes propagandistas deste modelo permissivo de «educação» e de perseguição dos pais que não abdicam de realmente educarem os seus filhos. 

Laborinho Lúcio, enquanto Ministro da Justiça de Cavaco, foi o grande percursor da cobertura jurídica de todas estas anormalidades. Um ministro da justiça do Bloco de Esquerda não faria melhor do que Laborinho Lúcio.

Afinal, a «protecção da criança» por essa gente resulta na sua deseducação. A prova provada é o que hoje se vê nas escolas, a todos os níveis de ensino, onde o ambiente é simplesmente de selva.

Nos meios de comunicação, os casos de violação de crianças são frequentemente catalogados como acontecendo «no seio da família», quando na realidade, na quase totalidade das vezes, o violador é simplesmente alguém estranho à família que mantém uma relação com a mãe da criança. O objectivo desta desinformação, como se torna evidente, é criar a ideia de que a família não é um lugar seguro para as crianças, pretendendo assim justificar, como veremos, a intervenção abusiva do Estado na família.


A manipulação de crianças na escola e nos meios de comunicação pela contracultura

Assistimos igualmente ao ataque aos valores da família nos programas escolares, nos meios de comunicação, especialmente nas televisões. Faz-se a apologia da insubordinação contra os pais, da imoralidade, da irresponsabilidade. Tornou-se comum a utilização sistematizada da escola como veículo de propaganda do despudor e do homossexualismo, adoptando nos programas uma série de ideologias antinaturais e antifamília, como o naturalismo, o amoralismo, a «ideologia do género» — e, quando convém, o seu contrário, o biologismo —, o culto do jovem, a liberdade anarquista, etc. 

Todas estas falsas doutrinas encontram-se às claras ou camufladas em vários conteúdos, desde programas de entretenimento aos manuais escolares, passando por festivais musicais ou anúncios publicitários. Ao impor na escola estas anormalidades contra natura, o gangue antifamília, especialmente com os invertidos e seus cúmplices da classe política, está a lançar uma enorme confusão na 
cabeça das crianças e a atentar contra a sua identidade. Está realmente a cometer crime.


O roubo de crianças aos pais e a sua entrega para adopção, incluindo a invertidos

Os políticos inimigos da família já transportaram para o plano jurídico todas estas anormalidades.

Aproveitando-se da existência de casos dramáticos que realmente justificam uma intervenção, os políticos antifamília, recorrendo aos sofismas «uma criança não é propriedade dos pais», «protecção da criança» «superiores interesses da criança», legislaram no sentido de criar pretextos para roubar aos pais a tutela da criança e a sua autoridade sobre ela e para passar o Estado a ser efectivamente o dono da criança.

Quem pode definir as regras de educação dos filhos é o Estado.

Quem define o que são os «superiores interesses» dos filhos é o Estado.

E quem não preencher os mandamentos do Estado vê-se na contingência de lhe serem roubados os filhos e entregues a uma instituição, privada ou da Segurança Social, onde o Estado educa e cuida directamente da criança à sua maneira ou encomenda o trabalho a fundações e associações com ele sintonizadas.

E quem é o Estado? São precisamente eles, os mesmos, os políticos inimigos da família e seus executantes.

O cume deste atentado contra as crianças e a família é a sua entrega aos chamados «casais» de invertidos. A adopção de crianças por esta espécie é apoiada pela generalidade dos partidos da esquerda e por alguns membros dos restantes, por sua vez comandados pela maçonaria, que destas causas fracturantes faz ponto de honra. A lacrimosa «católica» Manuela Eanes, em declaração do seu «Instituto de Apoio à Criança», teve o descaramento de se pronunciar a favor deste crime.

Esta apropriação das crianças pelo Estado só encontra paralelo no comunismo, no fascismo e muito especialmente no nazismo. Pio XI, na sua encíclica Divini Illius Magistri   — Acerca da Educação Cristã da Juventude (1929), denuncia frontalmente a apropriação das crianças pelo Estado fascista que o cercava, definindo claramente o papel que cabe ao Estado e o papel que cabe à família.

Mas este estado é democrático
 — objecta o gangue. Mais uma vez, estamos perante a manipulação de palavra: democracia serve para camuflar práticas que são o seu contrário. Sob o pretexto do bem social, temos a prática fascista: é a reedição «democrática» do social-fascismo.


O complexo social-industrial como aliado das centrais antifamília

Quem pense que se trata apenas de opção ideológica ou de vício sexual desta gente engana-se redondamente. A sua «actividade social» alimenta-se de uma indústria. É a indústria do social, num volumoso complexo envolvendo verbas gigantescas e os mais variados interesses que nele se cruzam: é o complexo social-industrial.

O complexo social-industrial proporciona milhares de empregos e carreiras a gente que vegeta no mundo deste «trabalho» e para quem a existência da desgraça é condição sine qua non para esses empregos e carreiras. E quando não há desgraça, toca a inventá-la, como acontece por todo o mundo. Porque a indústria do social precisa matéria-prima, isto é, de vítimas.

Como vimos, nos temas predilectos do complexo social-industrial encontramos a falsa «protecção de crianças» em falsos casos de maus tratos. E também a actividade da «protecção de mulheres» em falsos casos de violência doméstica. Este complexo industrial é sem dúvida o mais pernicioso para a Civilização e para a humanidade. Muito mais pernicioso do que a poluição atmosférica porque estamos a falar da poluição dos espíritos, da destruição da família, do desequilíbrio das crianças e adultos, de ecologia humana. 

Lamentavelmente, muitas supostas autoridades morais estão mais preocupadas com o CO2 e as garrafas PET do que com a destruição da Civilização e da família pela contracultura.





quinta-feira, 24 de setembro de 2015


Criança de 6 anos dá lição

de princípios de família


Uma menina de 6 anos dá lição de princípios de família
aos apologistas do divórcio por «dá cá aquela palha».

Tiana é filha de pais divorciados,
percebe perfeitamente a situação e dá uma lição à mãe...

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

quinta-feira, 17 de setembro de 2015


Kim Davis saiu da prisão

mas continua a não celebrar

casamentos gay


Alexandre Martins, Público, 15 de Setembro de 2015

Funcionária judicial de um condado norte-americano recusa-se a autorizar casamentos entre pessoas do mesmo género, desafiando a decisão do Supremo Tribunal dos EUA


A funcionária quer ser uma excepção por causa das suas crenças religiosas

A nova heroína dos mais conservadores dos conservadores norte-americanos regressou esta semana ao trabalho, depois de ter passado quatro dias na prisão por se ter recusado a pôr a sua assinatura nos papéis de casamentos entre pessoas do mesmo género. Kim Davis, uma funcionária judicial do estado do Kentucky, garante que vai continuar a desobedecer à decisão do Supremo Tribunal dos EUA, mas diz que não vai impedir os seus adjuntos de validarem os casamentos – ainda que tenha levantado outro problema para os tribunais resolverem nos próximos tempos.

Davis, de 44 anos, regressou na segunda-feira ao seu gabinete no tribunal do condado de Rowan, no estado do Kentucky, onde é a principal responsável pela validação de vários actos públicos – de casamentos a licenças de veículos automóveis, passando pela organização das listas eleitorais. Foi eleita para essa função no ano passado e assumiu o cargo em Janeiro deste ano, ao fim de duas décadas como braço direito da antiga responsável – a sua mãe.

Mal chegou ao tribunal depois de quatro dias na cadeia e de uma semana de descanso, leu uma declaração perante jornalistas e manifestantes a favor e contra o casamento gay, que se acotovelavam à porta do tribunal do condado de Rowan: «Amo os meus adjuntos e odeio o facto de eles terem sido apanhados no meio disto. Se algum deles sentir que deve emitir uma licença não autorizada, não farei nada contra eles.»

No tribunal onde manda Kim Davis só há um funcionário que tem obedecido ao Supremo, que em finais de Junho legalizou o casamento gay em todos os estados do país. Chama-se Brian Mason, e no mesmo dia em que Davis regressou ao trabalho, pôs a sua assinatura nos papéis que selaram o casamento entre Shannon e Carmen, duas mulheres que mantêm uma relação há 23 anos.

Enquanto o casal recebia os papéis das mãos do funcionário, perante as câmaras de televisão, os aplausos dos amigos e os assobios dos que se opõem ao casamento gay, Kim Davis estava fechada no seu gabinete, com as cortinas corridas.

O único problema é que o documento entregue por Brian Mason a Shannon e Carmen não tem a assinatura de Kim Davis, que é a principal responsável pelo tribunal do condado. Para contornar essa questão, as autoridades do Kentucky alteraram o texto, retirando o nome de Davis e sublinhando que o casamento é válido em cumprimento de uma ordem judicial federal.

Mas, como Davis fez questão de frisar na sua declaração, esse remendo federal pode estar longe de ser uma solução pacífica: «Qualquer licença sem autorização que eles emitam não terá o meu nome, o meu título nem a minha autoridade.»

E reforçou o seu apelo a que lhe seja concedido um estatuto de excepção, devido às suas crenças religiosas: «Será que o nosso Estado não é suficientemente grande, compassivo e tolerante para encontrar uma forma de acomodar as minhas profundas convicções religiosas?»

Até agora, todos os tribunais a que Davis recorreu têm respondido de forma inequívoca a essa pergunta com um rotundo «não».

No dia 3 de Setembro, o juiz do Kentucky David Bunning, filho de um antigo senador do Partido Republicano e nomeado para o cargo pelo ex-Presidente George W. Bush, deixou bem claro que Kim Davis só tem duas opções: ou cumpre a ordem do tribunal, ou terá de procurar outro emprego.

«A nossa forma de governo não sobreviverá a não ser que nós, como sociedade, concordemos em respeitar as decisões do Supremo Tribunal dos EUA, independentemente das nossas opiniões pessoais. Não há dúvidas de que Davis é livre para discordar da opinião do tribunal, tal como muitos outros americanos discordarão, mas isso não a isenta de cumpri-la. Admitir o contrário equivaleria a estabelecer um precedente perigoso.»

Antes da decisão do juiz Bunning, já o tribunal de recurso do Sexto Circuito tinha dito a Kim Davis que uma coisa é a sua crença, outra coisa é a sua responsabilidade enquanto representante do governo: «Não é defensável que o titular do cargo no condado de Rowan, independentemente da pessoa que o ocupa, possa negar-se a agir em conformidade com a Constituição dos Estados Unidos.»

O caso de Kim Davis tem sido aproveitado por alguns candidatos à nomeação pelo Partido Republicano na corrida à presidência dos EUA, mas as sondagens nacionais indicam que uma larga maioria da população concorda com as decisões dos tribunais. Segundo a sondagem mais recente, do jornal Washington Post e da estação ABC, 63% dos inquiridos consideram que Davis deve assinar as autorizações apesar das suas crenças religiosas; outros 16% concordam, mas dizem que a funcionária não deve ser presa por se opor ao Supremo.

A mesma sondagem indica também que o caso de Kim Davis pode não ser suficiente para relançar o debate sobre o casamento gay nos EUA, apesar da visibilidade mediática e do apoio manifestado por alguns dos candidatos Republicanos, como Mike Huckabee e Ted Cruz.

Para além da natural oposição entre os eleitores do Partido Democrata, a sondagem do Washington Post e da ABC revela um indicador curioso: a maioria dos Republicanos que apoiam a funcionária do tribunal do condado de Rowan dizem que vão votar em Donald Trump, um candidato que se pôs ao lado da decisão do Supremo Tribunal.

«Este não era o emprego certo para ela, porque temos uma decisão do Supremo Tribunal e há leis neste país. Temos de cumprir o que o Supremo Tribunal decide, independentemente de concordarmos ou não com essa decisão», disse Trump numa entrevista ao apresentador da Fox Bill O'Reilly.





segunda-feira, 14 de setembro de 2015


Portagens em dívida



Se utilizou as auto-estradas com cobrança exclusivamente electrónica de portagens e não tem um dispositivo, consulte aqui qual o valor de portagens que tem actualmente em pagamento.

Informação válida para condutores que circulem sem dispositivo eletrónico em auto-estradas com cobrança exclusivamente electrónica.

Já se encontra disponível para consulta os valores em dívida e factura pós-paga
na App CTT.

Pode efectuar o pagamento do valor total em dívida em portagens em qualquer caixa da rede Multibanco. Para saber mais consulte aqui.


Atenção

A informação prestada corresponde ao total dos valores de taxas de portagem em dívida até à presente data a pagamento nos CTT, e não inclui os valores cuja data limite de pagamento já tenha expirado;

Aos valores em dívida acrescem custos administrativos a apurar no momento de pagamento ou na geração e referência Multibanco.

https://www.ctt.pt/financas-e-pagamentos/portagens/portagens-em-divida/





domingo, 13 de setembro de 2015


Estudo comparativo...


Sabem o que é isto? Isto é um selo
e custa 40 francos suíços, cerca de 32 euros!


Isto permite circular em todas as auto-estradas da Suíça, 24 horas em todos os dias de um ano. São 8 760 horas!

Em Portugal dá para quê? Para ir de Lisboa ao Algarve? Circular 3 horas? Porquê? Porque existem Gulosos = Gestores e Accionistas de Pps! = a empresas público-privadas, a chuparem, a sugarem o Povo.

Copiam o que é mau, mas não copiam nem implementam as coisas boas.

Concordabc? Então Partilhe isto para que sirva de chapada nas fuças dos polHíticos portugueses.




sábado, 12 de setembro de 2015


Mãe Sénior


Inês Teotónio Pereira, ionline 12 de Setembro de 2015

A Teresa e a Rosa aturam os meus filhos desde pequeninos. Não sei como, mas aturam. E também não sei como mas gostam de os aturar.

Uma coisa é entregar um filho numa creche, outra coisa é entregar um filho à Teresa e à Rosa. A Teresa e a Rosa aturam os meus filhos desde pequeninos. Não sei como, mas aturam. E também não sei como mas gostam de os aturar. É uma vocação. Eles são todos diferentes, mas elas são as mesmas, estão sempre na mesma, e gostam de todos. Desde que o meu filho mais novo nasceu que conto os meses para o poder entregar à Teresa e à Rosa.  Acho mesmo que vou tendo filhos porque sei que há uma altura na minha vida e na deles em que os posso co-educar com elas.

Mas este é diferente. Este não foi com os irmãos para o Pinhão. Foi sozinho, o meu menino. Além disso, este é diferente, este não sabe o que quer dizer não, tem alguma dificuldade em ser contrariado e tem cinco pais e mães que lhe fazem todas as vontades e que têm como principal missão deseduca-lo. Por isso, quando o entreguei no Pinhão, no princípio da semana, parecia que era a primeira vez que deixava um filho numa escola. Foi uma vergonha. «Este vai ser expulso», pensei baixinho. A criança passou quatro dias a gritar. Sempre que o deixei, ele, que tem como programa preferido andar no «carro mãe», berrava como se fosse para o corredor da morte e reclamava que queria ir para o «carro mãe». No primeiro dia fiquei lá. Nesse dia a criança que nunca tinha visto uma galinha tão perto, pôs o dedo na capoeira e eu gritei com medo que uma galinha o picasse. Sim, gritei. Confesso a minha falha, a minha vergonha. Ficaram todas a olhar para mim: «Inês, se a galinha o picar ele não volta a pôr o dedo…». Foi então que percebi: o problema do meu filho mais novo não é ele, sou eu – estou velha. Há dez anos, há treze, não tinha pestanejado perante uma capoeira, tinha olhado de frente para as galinhas e encarado uma picadela no dedo de uma criança de dois anos como a coisa mais natural do mundo. Agora não. Agora, que já me perguntam se sou avó (apenas duas pessoas, é certo, e as duas vêem mal, claro) deste meu filho, tremo perante um degrau com medo que ele caia e sou eu, sim sou eu, que lhe faço todas as vontades. Além disso, este é como se fosse um filho único e isso dificulta tudo. Estou velha e tenho um filho único. Não há mistura mais explosiva.

Valeram-me, como sempre, a Teresa e a Rosa. «Teresa, o que é que eu faço: deixo-o cá a chorar, levo-o, fico cá?» Ao sexto filho tive dúvidas. A Teresa foi condescendente e explicou-me o óbvio: ficar é pior para ele. Sim, sofri sempre que o deixei a chorar. Dantes sabia que passados dois minutos ele estaria a brincar e não me comovia com o histerismo das crianças. Mas agora não. Agora tive dúvidas. (Desculpe Teresa). Além disso até fiz aquelas perguntas parvas: comeu bem, fez cocó, riu-se muito, tem amigos? Bahh. Estou velha.

Valeram-me, como sempre, a Teresa e a Rosa. Sem maldade falaram comigo como se eu fosse parva. Como se fala com aquelas mães que têm insónias quando o menino tem ramelas ou que ameaçam processar as escolas porque o menino tropeçou numa pedra. Senti-me próxima delas. Senti a angústia que estas mães sentem. Uma desgraça.

Até que ao quinto dia, exactamente o mesmo dia em que Deus criou o Céu e a Terra, o meu menino calou-se. Saltou do meu colo para o colo da Rosa e nem uma lágrima. Nem uma. Disse-me adeus e lá ficou, feliz e contente. Ao quinto dia o meu menino deixou de ser menino da mamã e já é um menino Pinhão. Chegou a casa sujo, cansado e a rir. Também comeu tudo e se lá estivesse ficado mais meia hora tinha feito o dito cocó. Agora sim, já posso ser uma mãe velha, ou sénior como agora se diz, já que o meu filho é um Pinhão a sério e tem a Teresa e a Rosa para o educar. Amanhã, como Deus, vou descansar.





quinta-feira, 10 de setembro de 2015


Depois de Edite Estrela,

temos a Liliana Rodrigues


Leonor Tamayo

Depois de o parlamento europeu ter rejeitado o «relatório Estrela», o Partido Socialista conseguiu fazer aprovar o «relatório Rodrigues».

O «relatório Rodrigues», da autoria da deputada socialista Liliana Rodrigues, pode ser resumido em três pontos:
  • Imposição de uma suposta «igualdade dos sexos» por via política administrativa, através de uma lobotomia das crianças e imposição de um pensamento único e politicamente correcto nos professores.
  • Imposição da ideologia de género no ensino, a nível dos manuais escolares. Censura política da cultura (a introdução de uma polícia política do pensamento), nomeadamente a censura dos chamados «estereótipos» e «elementos sexistas na linguagem» (penso eu que se trata da eliminação do género feminino e do masculino na gramática), a proibição de publicação de contos infantis como por exemplo a Branca de Neve e os Sete Anões, censura geral a nível da música, filmes, literatura — alegadamente no sentido de «mudar atitudes», e anular os comportamentos naturais e típicos dos rapazes e das raparigas.
  • Lobotomia dos professores. Incluir, na formação de professores, estratégias que coloquem em causa a própria identidade e valores dos professores.
Leonor Tamayo, presidente da instituição «Profissionais para a Ética», mãe de nove filhos, declarou que o «relatório Rodrigues» viola o direito dos pais das crianças a serem os primeiros educadores dos seus filhos. O «relatório Rodrigues» é orwelliano.
Além disso, segundo Leonor Tamayo, o «relatório Rodrigues» foi adoptado pelo parlamento europeu sem qualquer base jurídica legal, e em total contradição com os Tratados europeus e internacionais, anulando totalmente o princípio da subsidiariedade da União Europeia, contrariando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, e indo contra o Pacto Internacional relativo aos direitos civis e políticos.

Segundo Leonor Tamayo, o «relatório Rodrigues» viola as liberdades de pensamento e de expressão e intromete-se na vida privada das pessoas, para além de violar o direito dos pais a serem os primeiros educadores das suas crianças. O «relatório Rodrigues» defende uma espécie de república de Platão.

«Não permitiremos que doutrinem as nossas crianças com a ideologia de género. Os pais são os primeiros educadores e este direito é reconhecido a nível das nações e a nível internacional. No «relatório Rodrigues» e nas suas recomendações, os valores das famílias numerosas e os modelos educativos, como a educação diferenciada, não têm qualquer lugar no sistema educativo».

— Leonor Tamayo

Começamos todos a compreender por que razão a Esquerda defende a integração europeia: a União Europeia é vista pela Esquerda como uma forma de impôr, à revelia dos povos, uma ditadura orwelliana a nível europeu.





quarta-feira, 9 de setembro de 2015


Diga NÃO à implementação

da ideologia do género

em todas as escolas da Europa!



A maioria de nós, tem ou terão um dia filhos e netos.

Se o futuro dos mais novos o preocupam, leia isto com atenção.

Está em curso uma tentativa de implementação da ideologia do género em todas as escolas da Europa.

Sabe o que é esta ideologia?

Trata-se da destruição da identidade biológica de cada criança, alegando que o sexo de cada uma delas, mais não é do que uma «construção social» e que consequentemente cada um pode escolher o sexo que pretende, independentemente do sexo biológico com que nasceu.

É uma destruição da identidade natural de cada criança, que se tem provado ao longo dos anos ser um dos principais factores de distúrbios mentais e de suícidio, de milhares de jovens em todo o mundo.

Os ideólogos da teoria do género irão tentar a aprovação de um projecto de lei, conhecido como «Relatório Rodrigues», elaborado pela eurodeputada socialista portuguesa Liliana Rodrigues, com o título  «Emancipação das meninas através da educação na União Europeia». O texto foi aprovado pelo Comité de Direitos da Mulher e de Igualdade de Género no dia 16 de Junho.

O polémico relatório viola princípios fundamentais dos países:

  • Não respeita o direito dos pais a educarem os seus filhos conforme as suas convicções morais e de serem os seus primeiros educadores.
  • Viola os seguintes tratados e convenções internacionais:
  1. Última declaração das Nações Unidas de Protecção da Família.
  2. Declaração Universal dos Direitos Humanos.
  3. Convenção Internacional dos Direitos Civis e Políticos
  4. Convenção dos Direitos das Crianças
  5. Convenção Europeia dos Direitos Fundamentais
  6. Não respeita o princípio da subsidiariedade. O art. 5 do Tratado de Lisboa afirma que a educação não é uma competência comunitária.
Não deixe o futuro dos seus filhos e netos entregues a interesses e a ideologias que mais não pretendem do que destruir as crianças e indirectamente a estrutura social, que é a família.

É um projecto perverso que pretende destruir as bases da sociedade, especialmente a da família natural.

Aprofunde este tema, assine e partilhe com os seus familiares e amigos.

Um dia não diga que não foi avisado e que não sabia, pois pode vir a ser tarde demais!






                    

segunda-feira, 7 de setembro de 2015


Pelo fim imediato da entrada

de refugiados em Portugal



Para: Assembleia da República Portuguesa

CONSIDERANDO QUE:

– Portugal tem mais de 2 milhões de pessoas quase no absoluto limiar da pobreza;

– Portugal tem mais de 150 00 crianças com fome;

– Portugal tem uma taxa de desemprego superior a 20%, entre os quais mais
de 70 000 licenciados;

– Portugal está na cauda da Europa no que diz respeito ao rendimento familiar.

– Portugal apresenta uma taxa enorme, de pessoas conhecidas como «Sem abrigo».

CONSIDERANDO TAMBÉM QUE:

– Os Portugueses têm uma elevada taxa de crédito mal-parado devido à crise instalada o que levou a que:

– Fossem obrigados a entregar as suas habitações, automóveis e restante património aos bancos por falta de pagamentos das prestações ora assumidas;

– Entrassem em listas de incumprimento geridas pela actividade bancária e para-bancária o que:

– Limita-lhes a obtenção de qualquer tipo de empréstimo para refazerem a sua vida familiar e profissional.

LOGO:

Não é justo, sendo mesmo uma afronta aos Portugueses supra-citados (que vivem miseravelmente) e aos outros sobrecarregados de impostos vários que os refugiados tenham, entre outras benesses:

– Subsídio de «integração»;

– Habitação mobilada e equipada;

– Consumo de electricidade gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de água gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de gás gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de telecomunicações gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

A somar a isto tudo ainda:

– Formação profissional paga!

ASSIM PRETENDE ESTA PETIÇÃO:

Recolher assinaturas suficientes, no sentido de obrigar a Assembleia da República a proibir a entrada de refugiados em território português.

Os Peticionários:

Salvador Costa e todos os administradores do grupo no Facebook «Pelo fim imediato da entrada de refugiados em Portugal» com endereço em:


Contactos do criador da petição:

Correio electrónico: salvador.costa@gmail.com


Apoie esta Petição. Assine e divulgue.
O seu apoio é muito importante.





quarta-feira, 2 de setembro de 2015


Se tem filhas de 12 anos ou mais,

cuidado com a net...



http://www.vamoslaportugal.com/videos/se-tens-filhas-de-12-anos-ou-mais-este-video-podera-salvar-lhes-a-vida/






Bergoglio abençoa autora lésbica italiana



Bergoglio enviou a sua bênção a Francesca Pardi, autora lésbica e editora de livros infantis sobre «homoparentalidade» em Itália, criticados  naturalmente pelos católicos.

Mãe de quatro crianças, Pardi fundou com a «companheira» uma pequena editora, «Lo Stampatello», que publicou várias obras onde são apresentados diferentes tipos de «famílias» «sem impor um modelo» – afirmou ela.

O Presidente da Câmara de Veneza, Luigi Brugnaro, proibiu estes livros nas escolas da cidade, desencadeando fortes reacções dos grupos de invertidos e lésbicas em Itália e no estrangeiro.

Em Junho, Pardi tinha enviado ao papa uma carta e todos os livros do catálogo da editora, fotografias da sua família e também as críticas de organizações cristãs.

A resposta em nome de Bergoglio foi enviada por um responsável da Secretaria de Estado do Vaticano e agradecia «o gesto delicado» e enviava a benção apostólica a Pardi, sócia e familiares. Desejava ainda às duas lésbicas «uma actividade sempre frutuosa ao serviço das gerações mais jovens e da difusão de autênticos valores humanos e cristãos». (???!!!)





terça-feira, 25 de agosto de 2015


O feminismo em estátua...



A estátua erigida em Londres, em homenagem ao actual feminismo radical, diz tudo sobre o que é verdadeiramente este feminismo. O actual feminismo mais não é do que um culto satânico...





sexta-feira, 14 de agosto de 2015


Petição



Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição: «Queremos a nossa Força Aérea Portuguesa novamente no combate aos incêndios!» no endereço 
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N70630

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.

Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação através de um email para os vossos contactos.

Obrigado.

                                                                  José Luis Cabral da Gama Lobo Salema


Esta mensagem foi-lhe enviada por José Luis Cabral da Gama Lobo Salema (
joseluissalema@gmail.com), através do serviço http://peticaopublica.com em relação à Petição http://peticaopublica.com/?pi=P2013N70630







A «Acção T4»,

programa nazi da eutanásia


Em alemão Aktion T4 foi o nome usado após a Segunda Guerra Mundial para o programa de eugenismo e eutanásia da Alemanha nazi durante o qual médicos assassinaram centenas de pessoas consideradas por eles «incuravelmente doentes». O programa ocorreu oficialmente de Setembro de 1939 a Agosto de 1941, mas continuou de modo não-oficial até ao fim do regime nazi em 1945.

Durante a fase oficial de Acção T4, 70 273 pessoas foram mortas, mas encontraram-se provas de que os médicos alemães e austríacos continuaram a eutanásia de doentes depois de Outubro de 1941 e que cerca de 275 mil pessoas foram assassinadas sob a T4. Uma investigação mais recente, baseada em arquivos recuperados após 1990, dá um valor de pelo menos 200 mil pessoas deficientes física ou mentalmente que foram mortas por medicação, fome ou nas câmaras de gás entre 1939 e 1945.

O nome T4 era uma abreviatura de Tiergartenstraße 4, o endereço de uma casa em Berlim que foi a sede da Gemeinnützige Stiftung für Heil-und Anstaltspflege, com o nome eufemístico literalmente traduzido como «Fundação de Caridade para Cuidados Institucionais». Este órgão funcionava sob a direcção do chefe da chancelaria privada de Hitler e Dr. Karl Brandt, médico pessoal de Hitler.

Em Outubro de 1939, Hitler assinou o «decreto da eutanásia» com a data retroactiva a 1 de Setembro de 1939, que autorizava Bouhler e Brandt a realizarem o programa de:

«O líder do Reich Philipp Bouhler e Dr. Brandt estão encarregados da responsabilidade de ampliar a competência de certos médicos, designados pelo nome, de modo que os pacientes, baseando-se no julgamento humano [menschlichem Ermessen], que forem considerados incuráveis​​, podem ser-lhes concedida a morte de misericórdia [Gnadentod] após exigente diagnóstico.»

(Wikipedia)
Mascar de dignidade a execução da pessoa...
... para aliviar os que cá ficam!