quinta-feira, 17 de setembro de 2015


Kim Davis saiu da prisão

mas continua a não celebrar

casamentos gay


Alexandre Martins, Público, 15 de Setembro de 2015

Funcionária judicial de um condado norte-americano recusa-se a autorizar casamentos entre pessoas do mesmo género, desafiando a decisão do Supremo Tribunal dos EUA


A funcionária quer ser uma excepção por causa das suas crenças religiosas

A nova heroína dos mais conservadores dos conservadores norte-americanos regressou esta semana ao trabalho, depois de ter passado quatro dias na prisão por se ter recusado a pôr a sua assinatura nos papéis de casamentos entre pessoas do mesmo género. Kim Davis, uma funcionária judicial do estado do Kentucky, garante que vai continuar a desobedecer à decisão do Supremo Tribunal dos EUA, mas diz que não vai impedir os seus adjuntos de validarem os casamentos – ainda que tenha levantado outro problema para os tribunais resolverem nos próximos tempos.

Davis, de 44 anos, regressou na segunda-feira ao seu gabinete no tribunal do condado de Rowan, no estado do Kentucky, onde é a principal responsável pela validação de vários actos públicos – de casamentos a licenças de veículos automóveis, passando pela organização das listas eleitorais. Foi eleita para essa função no ano passado e assumiu o cargo em Janeiro deste ano, ao fim de duas décadas como braço direito da antiga responsável – a sua mãe.

Mal chegou ao tribunal depois de quatro dias na cadeia e de uma semana de descanso, leu uma declaração perante jornalistas e manifestantes a favor e contra o casamento gay, que se acotovelavam à porta do tribunal do condado de Rowan: «Amo os meus adjuntos e odeio o facto de eles terem sido apanhados no meio disto. Se algum deles sentir que deve emitir uma licença não autorizada, não farei nada contra eles.»

No tribunal onde manda Kim Davis só há um funcionário que tem obedecido ao Supremo, que em finais de Junho legalizou o casamento gay em todos os estados do país. Chama-se Brian Mason, e no mesmo dia em que Davis regressou ao trabalho, pôs a sua assinatura nos papéis que selaram o casamento entre Shannon e Carmen, duas mulheres que mantêm uma relação há 23 anos.

Enquanto o casal recebia os papéis das mãos do funcionário, perante as câmaras de televisão, os aplausos dos amigos e os assobios dos que se opõem ao casamento gay, Kim Davis estava fechada no seu gabinete, com as cortinas corridas.

O único problema é que o documento entregue por Brian Mason a Shannon e Carmen não tem a assinatura de Kim Davis, que é a principal responsável pelo tribunal do condado. Para contornar essa questão, as autoridades do Kentucky alteraram o texto, retirando o nome de Davis e sublinhando que o casamento é válido em cumprimento de uma ordem judicial federal.

Mas, como Davis fez questão de frisar na sua declaração, esse remendo federal pode estar longe de ser uma solução pacífica: «Qualquer licença sem autorização que eles emitam não terá o meu nome, o meu título nem a minha autoridade.»

E reforçou o seu apelo a que lhe seja concedido um estatuto de excepção, devido às suas crenças religiosas: «Será que o nosso Estado não é suficientemente grande, compassivo e tolerante para encontrar uma forma de acomodar as minhas profundas convicções religiosas?»

Até agora, todos os tribunais a que Davis recorreu têm respondido de forma inequívoca a essa pergunta com um rotundo «não».

No dia 3 de Setembro, o juiz do Kentucky David Bunning, filho de um antigo senador do Partido Republicano e nomeado para o cargo pelo ex-Presidente George W. Bush, deixou bem claro que Kim Davis só tem duas opções: ou cumpre a ordem do tribunal, ou terá de procurar outro emprego.

«A nossa forma de governo não sobreviverá a não ser que nós, como sociedade, concordemos em respeitar as decisões do Supremo Tribunal dos EUA, independentemente das nossas opiniões pessoais. Não há dúvidas de que Davis é livre para discordar da opinião do tribunal, tal como muitos outros americanos discordarão, mas isso não a isenta de cumpri-la. Admitir o contrário equivaleria a estabelecer um precedente perigoso.»

Antes da decisão do juiz Bunning, já o tribunal de recurso do Sexto Circuito tinha dito a Kim Davis que uma coisa é a sua crença, outra coisa é a sua responsabilidade enquanto representante do governo: «Não é defensável que o titular do cargo no condado de Rowan, independentemente da pessoa que o ocupa, possa negar-se a agir em conformidade com a Constituição dos Estados Unidos.»

O caso de Kim Davis tem sido aproveitado por alguns candidatos à nomeação pelo Partido Republicano na corrida à presidência dos EUA, mas as sondagens nacionais indicam que uma larga maioria da população concorda com as decisões dos tribunais. Segundo a sondagem mais recente, do jornal Washington Post e da estação ABC, 63% dos inquiridos consideram que Davis deve assinar as autorizações apesar das suas crenças religiosas; outros 16% concordam, mas dizem que a funcionária não deve ser presa por se opor ao Supremo.

A mesma sondagem indica também que o caso de Kim Davis pode não ser suficiente para relançar o debate sobre o casamento gay nos EUA, apesar da visibilidade mediática e do apoio manifestado por alguns dos candidatos Republicanos, como Mike Huckabee e Ted Cruz.

Para além da natural oposição entre os eleitores do Partido Democrata, a sondagem do Washington Post e da ABC revela um indicador curioso: a maioria dos Republicanos que apoiam a funcionária do tribunal do condado de Rowan dizem que vão votar em Donald Trump, um candidato que se pôs ao lado da decisão do Supremo Tribunal.

«Este não era o emprego certo para ela, porque temos uma decisão do Supremo Tribunal e há leis neste país. Temos de cumprir o que o Supremo Tribunal decide, independentemente de concordarmos ou não com essa decisão», disse Trump numa entrevista ao apresentador da Fox Bill O'Reilly.





segunda-feira, 14 de setembro de 2015


Portagens em dívida



Se utilizou as auto-estradas com cobrança exclusivamente electrónica de portagens e não tem um dispositivo, consulte aqui qual o valor de portagens que tem actualmente em pagamento.

Informação válida para condutores que circulem sem dispositivo eletrónico em auto-estradas com cobrança exclusivamente electrónica.

Já se encontra disponível para consulta os valores em dívida e factura pós-paga
na App CTT.

Pode efectuar o pagamento do valor total em dívida em portagens em qualquer caixa da rede Multibanco. Para saber mais consulte aqui.


Atenção

A informação prestada corresponde ao total dos valores de taxas de portagem em dívida até à presente data a pagamento nos CTT, e não inclui os valores cuja data limite de pagamento já tenha expirado;

Aos valores em dívida acrescem custos administrativos a apurar no momento de pagamento ou na geração e referência Multibanco.

https://www.ctt.pt/financas-e-pagamentos/portagens/portagens-em-divida/





domingo, 13 de setembro de 2015


Estudo comparativo...


Sabem o que é isto? Isto é um selo
e custa 40 francos suíços, cerca de 32 euros!


Isto permite circular em todas as auto-estradas da Suíça, 24 horas em todos os dias de um ano. São 8 760 horas!

Em Portugal dá para quê? Para ir de Lisboa ao Algarve? Circular 3 horas? Porquê? Porque existem Gulosos = Gestores e Accionistas de Pps! = a empresas público-privadas, a chuparem, a sugarem o Povo.

Copiam o que é mau, mas não copiam nem implementam as coisas boas.

Concordabc? Então Partilhe isto para que sirva de chapada nas fuças dos polHíticos portugueses.




sábado, 12 de setembro de 2015


Mãe Sénior


Inês Teotónio Pereira, ionline 12 de Setembro de 2015

A Teresa e a Rosa aturam os meus filhos desde pequeninos. Não sei como, mas aturam. E também não sei como mas gostam de os aturar.

Uma coisa é entregar um filho numa creche, outra coisa é entregar um filho à Teresa e à Rosa. A Teresa e a Rosa aturam os meus filhos desde pequeninos. Não sei como, mas aturam. E também não sei como mas gostam de os aturar. É uma vocação. Eles são todos diferentes, mas elas são as mesmas, estão sempre na mesma, e gostam de todos. Desde que o meu filho mais novo nasceu que conto os meses para o poder entregar à Teresa e à Rosa.  Acho mesmo que vou tendo filhos porque sei que há uma altura na minha vida e na deles em que os posso co-educar com elas.

Mas este é diferente. Este não foi com os irmãos para o Pinhão. Foi sozinho, o meu menino. Além disso, este é diferente, este não sabe o que quer dizer não, tem alguma dificuldade em ser contrariado e tem cinco pais e mães que lhe fazem todas as vontades e que têm como principal missão deseduca-lo. Por isso, quando o entreguei no Pinhão, no princípio da semana, parecia que era a primeira vez que deixava um filho numa escola. Foi uma vergonha. «Este vai ser expulso», pensei baixinho. A criança passou quatro dias a gritar. Sempre que o deixei, ele, que tem como programa preferido andar no «carro mãe», berrava como se fosse para o corredor da morte e reclamava que queria ir para o «carro mãe». No primeiro dia fiquei lá. Nesse dia a criança que nunca tinha visto uma galinha tão perto, pôs o dedo na capoeira e eu gritei com medo que uma galinha o picasse. Sim, gritei. Confesso a minha falha, a minha vergonha. Ficaram todas a olhar para mim: «Inês, se a galinha o picar ele não volta a pôr o dedo…». Foi então que percebi: o problema do meu filho mais novo não é ele, sou eu – estou velha. Há dez anos, há treze, não tinha pestanejado perante uma capoeira, tinha olhado de frente para as galinhas e encarado uma picadela no dedo de uma criança de dois anos como a coisa mais natural do mundo. Agora não. Agora, que já me perguntam se sou avó (apenas duas pessoas, é certo, e as duas vêem mal, claro) deste meu filho, tremo perante um degrau com medo que ele caia e sou eu, sim sou eu, que lhe faço todas as vontades. Além disso, este é como se fosse um filho único e isso dificulta tudo. Estou velha e tenho um filho único. Não há mistura mais explosiva.

Valeram-me, como sempre, a Teresa e a Rosa. «Teresa, o que é que eu faço: deixo-o cá a chorar, levo-o, fico cá?» Ao sexto filho tive dúvidas. A Teresa foi condescendente e explicou-me o óbvio: ficar é pior para ele. Sim, sofri sempre que o deixei a chorar. Dantes sabia que passados dois minutos ele estaria a brincar e não me comovia com o histerismo das crianças. Mas agora não. Agora tive dúvidas. (Desculpe Teresa). Além disso até fiz aquelas perguntas parvas: comeu bem, fez cocó, riu-se muito, tem amigos? Bahh. Estou velha.

Valeram-me, como sempre, a Teresa e a Rosa. Sem maldade falaram comigo como se eu fosse parva. Como se fala com aquelas mães que têm insónias quando o menino tem ramelas ou que ameaçam processar as escolas porque o menino tropeçou numa pedra. Senti-me próxima delas. Senti a angústia que estas mães sentem. Uma desgraça.

Até que ao quinto dia, exactamente o mesmo dia em que Deus criou o Céu e a Terra, o meu menino calou-se. Saltou do meu colo para o colo da Rosa e nem uma lágrima. Nem uma. Disse-me adeus e lá ficou, feliz e contente. Ao quinto dia o meu menino deixou de ser menino da mamã e já é um menino Pinhão. Chegou a casa sujo, cansado e a rir. Também comeu tudo e se lá estivesse ficado mais meia hora tinha feito o dito cocó. Agora sim, já posso ser uma mãe velha, ou sénior como agora se diz, já que o meu filho é um Pinhão a sério e tem a Teresa e a Rosa para o educar. Amanhã, como Deus, vou descansar.





quinta-feira, 10 de setembro de 2015


Depois de Edite Estrela,

temos a Liliana Rodrigues


Leonor Tamayo

Depois de o parlamento europeu ter rejeitado o «relatório Estrela», o Partido Socialista conseguiu fazer aprovar o «relatório Rodrigues».

O «relatório Rodrigues», da autoria da deputada socialista Liliana Rodrigues, pode ser resumido em três pontos:
  • Imposição de uma suposta «igualdade dos sexos» por via política administrativa, através de uma lobotomia das crianças e imposição de um pensamento único e politicamente correcto nos professores.
  • Imposição da ideologia de género no ensino, a nível dos manuais escolares. Censura política da cultura (a introdução de uma polícia política do pensamento), nomeadamente a censura dos chamados «estereótipos» e «elementos sexistas na linguagem» (penso eu que se trata da eliminação do género feminino e do masculino na gramática), a proibição de publicação de contos infantis como por exemplo a Branca de Neve e os Sete Anões, censura geral a nível da música, filmes, literatura — alegadamente no sentido de «mudar atitudes», e anular os comportamentos naturais e típicos dos rapazes e das raparigas.
  • Lobotomia dos professores. Incluir, na formação de professores, estratégias que coloquem em causa a própria identidade e valores dos professores.
Leonor Tamayo, presidente da instituição «Profissionais para a Ética», mãe de nove filhos, declarou que o «relatório Rodrigues» viola o direito dos pais das crianças a serem os primeiros educadores dos seus filhos. O «relatório Rodrigues» é orwelliano.
Além disso, segundo Leonor Tamayo, o «relatório Rodrigues» foi adoptado pelo parlamento europeu sem qualquer base jurídica legal, e em total contradição com os Tratados europeus e internacionais, anulando totalmente o princípio da subsidiariedade da União Europeia, contrariando a Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Convenção Europeia dos Direitos do Homem, e indo contra o Pacto Internacional relativo aos direitos civis e políticos.

Segundo Leonor Tamayo, o «relatório Rodrigues» viola as liberdades de pensamento e de expressão e intromete-se na vida privada das pessoas, para além de violar o direito dos pais a serem os primeiros educadores das suas crianças. O «relatório Rodrigues» defende uma espécie de república de Platão.

«Não permitiremos que doutrinem as nossas crianças com a ideologia de género. Os pais são os primeiros educadores e este direito é reconhecido a nível das nações e a nível internacional. No «relatório Rodrigues» e nas suas recomendações, os valores das famílias numerosas e os modelos educativos, como a educação diferenciada, não têm qualquer lugar no sistema educativo».

— Leonor Tamayo

Começamos todos a compreender por que razão a Esquerda defende a integração europeia: a União Europeia é vista pela Esquerda como uma forma de impôr, à revelia dos povos, uma ditadura orwelliana a nível europeu.





quarta-feira, 9 de setembro de 2015


Diga NÃO à implementação

da ideologia do género

em todas as escolas da Europa!



A maioria de nós, tem ou terão um dia filhos e netos.

Se o futuro dos mais novos o preocupam, leia isto com atenção.

Está em curso uma tentativa de implementação da ideologia do género em todas as escolas da Europa.

Sabe o que é esta ideologia?

Trata-se da destruição da identidade biológica de cada criança, alegando que o sexo de cada uma delas, mais não é do que uma «construção social» e que consequentemente cada um pode escolher o sexo que pretende, independentemente do sexo biológico com que nasceu.

É uma destruição da identidade natural de cada criança, que se tem provado ao longo dos anos ser um dos principais factores de distúrbios mentais e de suícidio, de milhares de jovens em todo o mundo.

Os ideólogos da teoria do género irão tentar a aprovação de um projecto de lei, conhecido como «Relatório Rodrigues», elaborado pela eurodeputada socialista portuguesa Liliana Rodrigues, com o título  «Emancipação das meninas através da educação na União Europeia». O texto foi aprovado pelo Comité de Direitos da Mulher e de Igualdade de Género no dia 16 de Junho.

O polémico relatório viola princípios fundamentais dos países:

  • Não respeita o direito dos pais a educarem os seus filhos conforme as suas convicções morais e de serem os seus primeiros educadores.
  • Viola os seguintes tratados e convenções internacionais:
  1. Última declaração das Nações Unidas de Protecção da Família.
  2. Declaração Universal dos Direitos Humanos.
  3. Convenção Internacional dos Direitos Civis e Políticos
  4. Convenção dos Direitos das Crianças
  5. Convenção Europeia dos Direitos Fundamentais
  6. Não respeita o princípio da subsidiariedade. O art. 5 do Tratado de Lisboa afirma que a educação não é uma competência comunitária.
Não deixe o futuro dos seus filhos e netos entregues a interesses e a ideologias que mais não pretendem do que destruir as crianças e indirectamente a estrutura social, que é a família.

É um projecto perverso que pretende destruir as bases da sociedade, especialmente a da família natural.

Aprofunde este tema, assine e partilhe com os seus familiares e amigos.

Um dia não diga que não foi avisado e que não sabia, pois pode vir a ser tarde demais!






                    

segunda-feira, 7 de setembro de 2015


Pelo fim imediato da entrada

de refugiados em Portugal



Para: Assembleia da República Portuguesa

CONSIDERANDO QUE:

– Portugal tem mais de 2 milhões de pessoas quase no absoluto limiar da pobreza;

– Portugal tem mais de 150 00 crianças com fome;

– Portugal tem uma taxa de desemprego superior a 20%, entre os quais mais
de 70 000 licenciados;

– Portugal está na cauda da Europa no que diz respeito ao rendimento familiar.

– Portugal apresenta uma taxa enorme, de pessoas conhecidas como «Sem abrigo».

CONSIDERANDO TAMBÉM QUE:

– Os Portugueses têm uma elevada taxa de crédito mal-parado devido à crise instalada o que levou a que:

– Fossem obrigados a entregar as suas habitações, automóveis e restante património aos bancos por falta de pagamentos das prestações ora assumidas;

– Entrassem em listas de incumprimento geridas pela actividade bancária e para-bancária o que:

– Limita-lhes a obtenção de qualquer tipo de empréstimo para refazerem a sua vida familiar e profissional.

LOGO:

Não é justo, sendo mesmo uma afronta aos Portugueses supra-citados (que vivem miseravelmente) e aos outros sobrecarregados de impostos vários que os refugiados tenham, entre outras benesses:

– Subsídio de «integração»;

– Habitação mobilada e equipada;

– Consumo de electricidade gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de água gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de gás gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

– Consumo de telecomunicações gratuito (na medida em que está paga pelo estado)

A somar a isto tudo ainda:

– Formação profissional paga!

ASSIM PRETENDE ESTA PETIÇÃO:

Recolher assinaturas suficientes, no sentido de obrigar a Assembleia da República a proibir a entrada de refugiados em território português.

Os Peticionários:

Salvador Costa e todos os administradores do grupo no Facebook «Pelo fim imediato da entrada de refugiados em Portugal» com endereço em:


Contactos do criador da petição:

Correio electrónico: salvador.costa@gmail.com


Apoie esta Petição. Assine e divulgue.
O seu apoio é muito importante.





quarta-feira, 2 de setembro de 2015


Se tem filhas de 12 anos ou mais,

cuidado com a net...



http://www.vamoslaportugal.com/videos/se-tens-filhas-de-12-anos-ou-mais-este-video-podera-salvar-lhes-a-vida/






Bergoglio abençoa autora lésbica italiana



Bergoglio enviou a sua bênção a Francesca Pardi, autora lésbica e editora de livros infantis sobre «homoparentalidade» em Itália, criticados  naturalmente pelos católicos.

Mãe de quatro crianças, Pardi fundou com a «companheira» uma pequena editora, «Lo Stampatello», que publicou várias obras onde são apresentados diferentes tipos de «famílias» «sem impor um modelo» – afirmou ela.

O Presidente da Câmara de Veneza, Luigi Brugnaro, proibiu estes livros nas escolas da cidade, desencadeando fortes reacções dos grupos de invertidos e lésbicas em Itália e no estrangeiro.

Em Junho, Pardi tinha enviado ao papa uma carta e todos os livros do catálogo da editora, fotografias da sua família e também as críticas de organizações cristãs.

A resposta em nome de Bergoglio foi enviada por um responsável da Secretaria de Estado do Vaticano e agradecia «o gesto delicado» e enviava a benção apostólica a Pardi, sócia e familiares. Desejava ainda às duas lésbicas «uma actividade sempre frutuosa ao serviço das gerações mais jovens e da difusão de autênticos valores humanos e cristãos». (???!!!)





terça-feira, 25 de agosto de 2015


O feminismo em estátua...



A estátua erigida em Londres, em homenagem ao actual feminismo radical, diz tudo sobre o que é verdadeiramente este feminismo. O actual feminismo mais não é do que um culto satânico...





sexta-feira, 14 de agosto de 2015


Petição



Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição: «Queremos a nossa Força Aérea Portuguesa novamente no combate aos incêndios!» no endereço 
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N70630

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.

Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação através de um email para os vossos contactos.

Obrigado.

                                                                  José Luis Cabral da Gama Lobo Salema


Esta mensagem foi-lhe enviada por José Luis Cabral da Gama Lobo Salema (
joseluissalema@gmail.com), através do serviço http://peticaopublica.com em relação à Petição http://peticaopublica.com/?pi=P2013N70630







A «Acção T4»,

programa nazi da eutanásia


Em alemão Aktion T4 foi o nome usado após a Segunda Guerra Mundial para o programa de eugenismo e eutanásia da Alemanha nazi durante o qual médicos assassinaram centenas de pessoas consideradas por eles «incuravelmente doentes». O programa ocorreu oficialmente de Setembro de 1939 a Agosto de 1941, mas continuou de modo não-oficial até ao fim do regime nazi em 1945.

Durante a fase oficial de Acção T4, 70 273 pessoas foram mortas, mas encontraram-se provas de que os médicos alemães e austríacos continuaram a eutanásia de doentes depois de Outubro de 1941 e que cerca de 275 mil pessoas foram assassinadas sob a T4. Uma investigação mais recente, baseada em arquivos recuperados após 1990, dá um valor de pelo menos 200 mil pessoas deficientes física ou mentalmente que foram mortas por medicação, fome ou nas câmaras de gás entre 1939 e 1945.

O nome T4 era uma abreviatura de Tiergartenstraße 4, o endereço de uma casa em Berlim que foi a sede da Gemeinnützige Stiftung für Heil-und Anstaltspflege, com o nome eufemístico literalmente traduzido como «Fundação de Caridade para Cuidados Institucionais». Este órgão funcionava sob a direcção do chefe da chancelaria privada de Hitler e Dr. Karl Brandt, médico pessoal de Hitler.

Em Outubro de 1939, Hitler assinou o «decreto da eutanásia» com a data retroactiva a 1 de Setembro de 1939, que autorizava Bouhler e Brandt a realizarem o programa de:

«O líder do Reich Philipp Bouhler e Dr. Brandt estão encarregados da responsabilidade de ampliar a competência de certos médicos, designados pelo nome, de modo que os pacientes, baseando-se no julgamento humano [menschlichem Ermessen], que forem considerados incuráveis​​, podem ser-lhes concedida a morte de misericórdia [Gnadentod] após exigente diagnóstico.»

(Wikipedia)
Mascar de dignidade a execução da pessoa...
... para aliviar os que cá ficam!





segunda-feira, 27 de julho de 2015


Juízes donos dos filhos dos outros...

Portugueses desde pequeninos


Alberto Gonçalves, Diário de Notícias, 21 de Julho de 2015

Permitam-me uma declaração de interesses ou, melhor dizendo, de completo desinteresse: não consigo imaginar porque é que alguém publica fotografias dos filhos no Facebook. Nenhuma criatura razoavelmente saudável está interessada na fisionomia dos rebentos alheios. Ninguém, salvo eventuais maluquinhos, sente curiosidade por retratos de crianças a tentarem uma pose «gira» ou a enfardarem um Cornetto. E só um caso perdido apreciaria acompanhar reportagens informais e ilustradas sobre as aulas de bailado de petizes que mal conhece ou desconhece de todo. Quem disser o contrário é mentiroso e, até pelos padrões do Facebook, falso amigo.

Dito isto, custa perceber a recente decisão dos tribunais de Setúbal e Évora, que proibiram um casal de exibir a filha nas «redes sociais». As razões avançadas foram sobretudo duas. A primeira prende-se com a ameaça de «predadores e pedófilos», os quais pelos vistos usam as ditas «redes» para descobrir que uma criança existe e espantosamente possui um par de olhos e um nariz.

A segunda razão é um primor: «os filhos não são coisas ou objectos pertencentes aos pais e de que estes podem dispor a seu belo sic prazer». No acórdão, fica lindo. No mundo real, fica a dúvida: os pais mandam ou não mandam nos filhos? Têm ou não têm legitimidade para obrigá-los a estudar ou a comer a sopa? Falta muito para as autoridades reservarem para si os encantos da amamentação? Goste-se ou não, a verdade é que nada prepara para a vida adulta tanto quanto a nacionalização precoce: tornar as crianças dependentes do Estado por lei é apenas antecipar aquilo que, crescidas, farão por vocação. Tudo está mal quando começa mal.






«Estamos a criar crianças totós,

de uma imaturidade inacreditável»




Rita Ferreira, Observador, 25 de Julho de 2015

Quanto mais recreio, mais atenção nas aulas. Quanto menos liberdade para brincar, maior o risco de acidentes. Carlos Neto, professor da FMH, explica por que tem de ser travado o «terrorismo do não».

Carlos Neto é professor e investigador na Faculdade de Motricidade Humana (FMH), em Lisboa. Trabalha com crianças há mais de quarenta anos e há uma coisa que o preocupa: o sedentarismo, a falta de autonomia dada pelos pais às crianças e a ausência de tempo para elas brincarem livremente, correndo riscos e tendo aventuras. É um problema que tem de ser combatido, diz. Porque a ausência de risco na infância e o facto de se dar «tudo pronto» aos filhos, cada vez mais superprotegidos pelos pais, acaba por colocá-los em perigo. Soluções? Uma delas passa por «deixar de usar a linguagem terrorista de dizer não a tudo: não subas, olha que cais, não vás por aí…».

Carlos Neto trabalha com crianças há 48 anos.
Há dez anos já se falava no sedentarismo das crianças portuguesas. Lembro-me que dizia que uma criança saudável é aquela que traz os joelhos esfolados. Como estamos hoje?

Há dez anos nós falávamos que as crianças tinham agendas, hoje digo que têm super-agendas! Há dez anos eu dizia que as crianças saudáveis eram as que tinham os joelhos esfolados. Hoje, acho que os joelhos já não estão esfolados, mas a cabeça destas crianças já começa a estar esfolada, por não terem tempo nem condições para brincar livremente. Brincar não é só jogar com brinquedos, brincar é o corpo estar em confronto com a natureza, em confronto com o risco e com o imprevisível, com a aventura.

As crianças brincam porque procuram aquilo que é difícil, a superação, a imprevisibilidade, aquilo que é o gozo, o prazer. E, portanto, as crianças que eu apelido de crianças «totós», são hoje definidas como crianças superprotegidas, crianças que não têm tempo suficiente para brincar e crianças que não têm tempo nem espaço para exprimir o que são os seus desejos. E o primeiro desejo de uma criança é o dispêndio de energia, é brincar livre e com os outros, mesmo que muitas vezes em confronto. Porque o confronto é uma forma preciosa de aprendizagem na vida humana. E nós estamos a retirá-los de tudo isso. Estamos a dar tudo pronto e não estamos a confrontá-los com nada. E isso terá muitas consequências.

Estamos a falar de que idades?

Estamos a falar de crianças entre os 3 e os 12 anos. Significa que aumentou de facto esta taxa de sedentarismo, eu diria mesmo de analfabetismo motor, estamos a falar de iliteracia motora. Trabalho há 48 anos com crianças e sei avaliar o que se passou. As crianças têm menos capacidade de coordenação, menos capacidade de percepção espacial, têm de facto menor prazer de utilizar o corpo em esforço, têm uma dificuldade de jogo em grupo, de ter possibilidades de ter aqueles jogos que fazem parte da idade. Ao mesmo tempo, institucionalizou-se muito a escola. Nós hoje temos as crianças sentadas durante muito tempo, não há uma política efectiva adequada de recreios escolares. Os recreios são organizados muitas vezes em função de um modelo de trabalho, ou de um modelo de funcionamento pedagógico, que tem a ver mais com as aprendizagens pedagógicas obrigatórias ou consideradas úteis, e muito menos com as actividades do corpo em movimento. E, por isso, há alguns trabalhos de investigação que temos vindo a fazer, onde tentamos mostrar a correlação entre o tempo que as crianças têm de recreio, a qualidade de actividade que fazem no recreio e a capacidade de aprendizagem na sala de aula.

«Temos hoje crianças de 3 anos que, ao fim de dez minutos de brincadeira livre, dizem que estão cansadas, temos crianças de 5 e 6 anos que não sabem saltar ao pé-coxinho. Temos crianças com 7 anos que não sabem saltar à corda, temos crianças de 8 anos que não sabem atar os sapatos.»





sábado, 25 de julho de 2015


Namoro na era da pílula


George Sim Johnston

Fala-se muito, hoje em dia, da crise do casamento. Os níveis de divórcio são altos e demasiadas crianças vivem em famílias monoparentais e frequentemente as pessoas acabam por se sentir isoladas e sós quando chegam à meia-idade. Mas fala-se pouco de namoro. Como é que se chega a um casamento? Como é que uma pessoa de 25 anos devia lidar com toda a cena do namoro?

Segundo o filósofo Leon R. Kass, a razão pela qual se fala tão pouco de namoro é porque «os próprios termos: ‘cortejar’ e ‘pretendente’ são arcaicos e se hoje as palavras mal se usam é porque o fenómeno praticamente desapareceu. Actualmente não existem normas de conduta socialmente definidas para ajudar os jovens a orientarem-se para o casamento. Para a grande maioria o caminho para o altar é território desconhecido: É cada casal por si, sem bússola, frequentemente sem um objectivo».

Esta ausência virtual de guiões para o namoro não tem precedentes. Até há pouco tempo, a sociedade possuía normas claras para governar a «dança» entre um homem e uma mulher antes do casamento. Há razões pelas quais isso já não acontece, salvo raras excepções.

Em primeiro lugar, vivemos naquilo a que Barbara Dafoe Whitehead chama uma cultura de divórcio. Muitos jovens adultos têm os pais divorciados e por isso falta-lhes não só bons conselhos como um modelo convincente para o matrimónio. O fim doloroso dos casamentos dos seus pais deixa-os reticentes quanto à ideia de compromisso.

Em segundo lugar, tem havido uma grande mudança de prioridades em relação ao trabalho e à família. Hoje as pessoas querem ter independência financeira antes de pensar sequer em casar, enquanto os seus pais (e certamente os seus avós) costumavam casar antes de terem uma situação financeira clara. Há cinquenta anos esperava-se que os jovens casais subsistissem com pouco nos primeiros anos do casamento e isto tendia a fortalecer a relação.

«Se esperar até aos trintas», escreve Charles Murray, «é provável que o seu casamento seja uma fusão. Se casar antes é natural que seja um start-up… Quais são as vantagens de um casamento start-up? Em primeiro lugar, ambos terão memória das suas vidas em conjunto quando tudo estava ainda por definir (…) e cada um saberá que sem o outro não seria a pessoa que é hoje».

Em terceiro lugar, muitos solteiros tendem a viver o que Kay Hymowitz apelida de uma «adolescência pós-moderna». Este estado de suspensão emocional tem sido retratado em séries como Seinfeld. Homens novos (e algumas mulheres) que não vêem qualquer razão convincente para se tornar adultos; podem nem saber bem o que a palavra significa.

Para os homens este atraso em aceitar as responsabilidades da vida adulta explica-se em parte pela disponibilidade de sexo sem compromissos. «Se a cultura oferece acesso sexual sem exigir compromisso pessoal em troca», escreve James Q. Wilson, «muitos homens optarão sempre pelo sexo».

O sexo, em tempos reservado para o casamento, é agora visto como parte essencial do namoro. Isto não clarifica o pensamento nem enriquece as emoções. O sexo casual criou um clima de cinismo entre os jovens, que entraram no hábito de tratar os membros do sexo oposto como um meio para atingir um fim. A transformação do sexo numa actividade casual faz mirrar o sentido do namoro e, portanto, do próprio casamento.

Estado de suspensão emocional
A modernidade dá muita importância à ideia de liberdade, mas diz pouco sobre como usar essa liberdade. Um caso concreto é a revolução sexual, que tem tido um impacto devastador sobre o namoro e o casamento. De forma geral é difícil, passados estes anos todos, afirmar que a revolução sexual tornou as pessoas mais felizes. Talvez seja mais fácil comprovar o contrário. Considere-se, por exemplo, o número de nascimentos fora do casamento, que agora já ultrapassa os 40% na América e no Reino Unido, ou a epidemia de doenças sexualmente transmissíveis.

A revolução sexual foi iniciada pela introdução da pílula contraceptiva para mulheres. A pílula era suposto «libertar» as mulheres, mas teve uma série de efeitos imprevistos – pelo menos pelos que a promoviam mais vigorosamente.

A pílula concedeu aos homens uma autorização em branco para ter sexo sem responsabilidades, tornou-se algo que podiam exigir sem se preocuparem com as consequências. Tornou-se fácil aos homens tratar as mulheres como objectos de prazer (e algumas mulheres adoptaram a mesma atitude). Esta transformação de prazer físico em comodidade esvaziou o acto sexual do seu sentido nupcial. Fez com que os homens e as mulheres passassem a olhar uns para os outros de formas que têm pouco a ver com a aliança de permanente doação própria que é o casamento.

A pílula também ajudou a criar uma cultura de engate que – como até escritoras feministas de tendência liberacionista como Donna Freitas admitem – tem causado muita dor e frustração, sobretudo entre mulheres. Não é difícil ver que a promiscuidade sexual tanto nos campus universitários como mais tarde tem resultado em muitos homens e mulheres a entrar para o casamento com uma atitude consumista em relação ao sexo.

A pílula também ajudou a criar uma cultura de coabitação antes do casamento. Em 1960, o ano em que a pílula foi introduzida, quase ninguém coabitava antes de casar. Agora 60% já o faz. E acontece que a coabitação não é uma boa rampa de acesso ao casamento. Para começar, ensina aos casais uma noção de compromisso «light». Apelidos diferentes e contas bancárias separadas, a certeza de que se podem separar «a qualquer instante». Muitos casais descobrem apenas tarde de mais que a coabitação e o casamento não são de todo a mesma coisa.

A transformação da instituição do casamento terá de passar pela restauração do namoro, embora de uma forma diferente do que era há 60 anos. Recentemente uma aluna de 23 anos contou-me que o que se faz actualmente é juntar-se a um tipo que pode ou não vir a ser seu marido e nem pensar em casar até perto dos trinta. A sua geração precisa de ouvir as razões pelas quais isto é uma fórmula para a infelicidade aos cinquenta anos.


(Publicado pela primeira vez no sábado, 4 de Julho de 2015 em The Catholic Thing)





sexta-feira, 24 de julho de 2015


Ferramenta de espionagem da Google

instala-se sozinha nos computadores



Um software da Google que é capaz de escutar o que é dito perto do computador instala-se automaticamente, sem pedir autorização ao utilizador. A denúncia foi feita por programadores que usam o software Chromium, a versão em código aberto do navegador Chrome, da Google, que foram os primeiros a aperceber-se desta funcionalidade.


LER MAIS:

http://www.dn.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=4640666&page=-1






O aborto como «cuidados de saúde»

segundo as trupes liberalóides do PSD e do CDS


Heduíno Gomes

Acaba de ser debatido e aprovado na Assembleia da III República um diploma pelo qual os abortos praticados no Serviço Nacional de Saúde passam a estar sujeitos ao pagamento da chamada «taxa moderadora».


LER MAIS EM:

http://moldaraterra.blogspot.pt/2015/07/o-aborto-como-cuidados-de-saude-segundo.html