sábado, 4 de julho de 2015

Adasca

Núcleo de Dadores de Sangue na Freguesia de Cacia



III Convívio do Núcleo de Dadores
de Sangue na Freguesia de Cacia
dia 12 de Julho


A ADASCA vai realizar o III Convívio do Núcleo de Dadores de Sangue da Freguesia de Cacia no próximo no dia 12 de Julho, (domingo) no Salão da Junta local.

O ambiente de alegria, o convívio salutar como os dadores sabem promover entre si, só por si já justifica a realização destes convívios. Além do mais os nossos colegas de Cacia não devem sentir-se discriminados em relação aos de Aveiro.

Considerando que se trata de uma iniciativa aberta à comunidade local, e dado que no ano transacto algumas pessoas não dadoras de sangue, fizeram questão de aderir também, para efeitos de organização, os interessados devem inscrever-se até ao dia 10 de Julho, solicitando a respectiva ficha de inscrição no Café Ti Juca, Rua Conselheiro Nuno Silva, n.º 5 (junto ao Apeadeiro da CP) e na Pastelaria Delicreme, localizada junto do Quiosque dos Jornais, efectuando o respectivo pagamento.

Programa:


No final da caminhada, os participantes podem beneficiar gratuitamente de uma massagem aos pés, como ainda massagem de recuperação à coluna.

Este III Convívio conta com o apoio do IPST, Junta de Freguesia local, na pessoa do seu presidente, como ainda da Escola de Condução de Santa Joana, que vai mais uma vez estar presente uma viatura para apoio aos participantes.

A iniciativa não visa fins lucrativos, também não pretendemos ter prejuízos. Como é lógico, só assim se explica o valor simbólico de inscrição, ainda no seguimento da comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue, que oficialmente decorreu no pretérito dia 14 de Junho em Aveiro.

Evitado será dizer que contamos com a participação dos colegas dadores desta localidade como de amigos, todos são bem-vindos.

Importa sim, efectuar a inscrição dentro do prazo estabelecido, para que sejamos o mais organizado possível.


Ficha de Inscrição para III Convívio de Dadores de Sangue de Cacia
Comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue
Inscrição até dia 10 de Julho

Dia 12 de Julho (domingo)                                                      Inscrição nº. _________ 

9:30 Horas - Concentração no Auditório da Junta de Freguesia de Cacia
10:30 Horas – Saída para Caminhada de 6 Kms
12:30 - Horas - Chegada ao local de partida, seguida de massagem aos pés e de reabilitação
13:00 Horas – Lanche Convívio com animação musical
5.00€ por participante, inclui 1 T-shirt, 1 Boné, 1 Esferográfica, água e participação no Lanche Convívio.

Nome completo:____________________________________________________

Telef/Tm: ________________________________________________

E-mail:

Data: ____/____/_____ Participa no Lanche Convívio? Sim______ Não_____

NB: O valor acima referido dá direito aos aderentes a participar no lanche Convívio. 

Informações: 964 470 432, Site: www.adasca.pt

Esta iniciativa é aberta à Comunidade.
Venha conviver, dar visibilidade e força à Solidariedade.

(Esta ficha pode ser fotocopiada e entregue no Café Ti Juca (junto ao Apeadeiro da CP) e na Pastelaria Delicreme no horário de expediente até ao dia 10 de Julho)

Amem a liberdade, sejam felizes.


Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Telef: 234 095 331 (Sede) ou 964 470 432

Onde posso doar sangue em Aveiro durante o ano de 2015?






quinta-feira, 2 de julho de 2015


Calendário Escolar 2015/2016


 Calendário Educação pré-escolar
Início das actividades lectivas
Termo das actividades lectivas
Entre 15 e 21 de Setembro de 2015, inclusive
1 de Julho de 2016

Interrupções das actividades educativas
para a educação pré-escolar
Interrupções das actividades educativas
5 dias úteis (seguidos ou interpolados)
1.º
Entre 18 e 31 de Dezembro de 2015, inclusive
2.º
Entre 8 e 10 de Fevereiro de 2016, inclusive
3.º
Entre 21 de Março e 1 de Abril de 2016, inclusive

 Calendário  Ensinos Básico e Secundário
1.º Período
Início
Entre 15 e 21 de Setembro de 2015, inclusive
Termo
17 de Dezembro de 2015
2.º Período
Início
4 de Janeiro de 2016
Termo
18 de Março de 2016
3.º Período
Início
4 de Abril de 2016
Termo
3 de Junho de 2016 – para os alunos dos 9.º, 11.º e 12.º anos
9 de Junho de 2016 – para os alunos do 1.º, 2.º, 3.º, 4.º, 5.º, 6.º, 7.º, 8.º e 10.º anos
12 de Julho de 2016 – para os alunos dos 4.º e 6.º anos que venham a ter acompanhamento extraordinário
(Período de acompanhamento extraordinário para os 4.º e 6.º anos de 22 de Junho a 12 de Julho de 2016.)

Interrupções
Datas
1.º
De 18 a 31 de Dezembro de 2015
2.º
9 de Junho de 2016
3.º
De 21 de Março a 1 de Abril de 2016

 Calendário  Estabelecimentos Particulares de Ensino Especial
1.º Período
Início
1 e 3 de Setembro de 2015, inclusivé
Termo
31 de Dezembro de 2015
2.º Período
Início
6 de Janeiro de 2016
Termo
9 de Junho de 2016

Interrupções lectivas para os estabelecimentos particulares
de ensino especial
Interrupções
Datas
1.º
De 18 a 24 de Dezembro de 2015, inclusive
2.º
De 8 a 10 de Fevereiro de 2016
3.º
De 4 a 8 de Abril de 2016






Tarifas de roaming na Europa terminam em 2017



Se se confirmar o acordo informal hoje obtido e anunciado pela Comissão Europeia, a 15 de Junho de 2017 deixará de haver qualquer custo adicional por se realizar uma chamada telefónica dentro do espaço da União Europeia. Note-se que esta extinção das tarifas de roaming abrangerá também mensagens de texto e tráfego de dados. Até lá, está também prevista uma nova redução das tarifas em vigor, em Abril de 2016.

A Comissão Europeia informou também que o acesso à internet será feito de forma neutral, ou seja, não serão admitidas discriminações no acesso à rede devendo as condições da infra-estrutura ser partilhado de forma igual por todos os utilizadores, não podendo haver, portanto, contractos que privilegiem em termos de velocidade, alguns clientes de fornecedores de acesso face a outros. Apenas sítios de interesse público ou ligados à segurança nacional poderão ser sujeitos a discriminações positivas.





terça-feira, 30 de junho de 2015


Pedófilos querem os mesmos direitos

que os homossexuais



Não deveria ser surpresa que os pedófilos estão usando as mesmas tácticas usadas por activistas dos direitos «gays» para procurar estatuto semelhante argumentando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual diferente que heterossexuais ou homossexuais.

Uma conferência académica realizada na universidade de Cambridge disse que o interesse pela pedofilia é «natural e normal para os homens», e que «pelo menos uma minoria considerável de homens normais gostaria de ter sexo com crianças, e os machos normais são despertados por crianças.»

Esses sentimentos foram discutidos numa conferência que teve lugar no ano passado para discutir a classificação da sexualidade no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), o manual psiquiátrico internacional padrão usado pelo sistema legal.




Usando as mesmas tácticas usadas por activistas dos direitos dos «gays», pedófilos começaram a procurar estatuto semelhante argumentando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual diferente que heterossexuais ou homossexuais.

Os críticos do estilo de vida homossexual há muito tempo alegam que, uma vez que se torne aceitável identificar a homossexualidade como simplesmente um «estilo de vida alternativo» ou orientação sexual, logicamente nada seria fora dos limites.

Os advogados «gays»  tomaram ofensa de tal posição insistindo que isso nunca iria acontecer. No entanto, os psiquiatras estão começando agora a defender a redefinição da pedofilia da mesma forma que a homossexualidade foi redefinida há vários anos.

Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria desclassificou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais. Um grupo de psiquiatras com B4U-Act realizou recentemente um simpósio propondo uma nova definição para a pedofilia no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos de Saúde Mental da APA.

O B4U-Act chama aos pedófilos «pessoas atraídas por menores». O site da organização afirma que o seu propósito é «ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais sobre a atracção por menores e considerar os efeitos dos estereótipos, o estigma e o medo.»

Em 1998, a APA emitiu um relatório afirmando que “o potencial negativo do sexo adulto com crianças foi exagerado» e que «a grande maioria dos homens e mulheres não relataram nenhum efeito sexual negativo de experiências de abuso sexual na infância.»

A pedofilia já recebeu o estatuto de protegida pelo Governo Federal.  Matthew Shephard e James Byrd Jr., da Lei de Prevenção de Crimes de Ódio listam a «orientação sexual» como uma classe protegida; no entanto, eles não definem o termo.

Os republicanos tentaram adicionar uma emenda especificando que «a pedofilia não é protegida como orientação»; no entanto, a alteração foi rejeitada pelos democratas. O republicano Alcee Hastings (D-FL) afirmou que todos os estilos de vida sexuais alternativos devem ser protegidos nos termos da lei. «Este projecto aborda a nossa determinação para acabar com a violência baseada no preconceito e garantir que todos os americanos, independentemente da raça, cor, religião, nacionalidade, sexo, orientação sexual, identidade de género ou deficiência ou todos esses «filias e fetiches e «ismos» que foram apresentados não precisam viver com medo por causa do que eles são. Exorto os meus colegas a votar a favor dessa regra.»

A Casa Branca elogiou o projecto, dizendo: «No fundo, isto não é apenas sobre as nossas leis; isto é sobre o que somos como povo. Isto é sobre se nos valorizamos um ao outro – abraçar as nossas diferenças em vez de permitir que elas se tornem uma fonte de animosidade.»

No início deste ano dois psicólogos do Canadá declararam que a pedofilia é uma orientação sexual, assim como a homossexualidade ou a heterossexualidade.

Van Gijseghem, psicólogo e professor aposentado da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento que «os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de vez em quando, mas sim tratam-se de pessoas com o que é equivalente a uma orientação sexual, assim como um outro indivíduo pode ser heterossexual ou mesmo homossexual.

Ele passou a dizer: «Verdadeiros pedófilos têm uma preferência exclusiva por crianças, que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual da pessoa. Ela pode, no entanto, permanecer abstinente.»

Quando perguntado se se deve comparar os pedófilos aos homossexuais, Van Gijseghem respondeu: «Se, por exemplo, você estava vivendo numa sociedade onde a heterossexualidade é proscrita ou proibida e lhe fosse dito que tinha que fazer terapia para mudar a sua orientação sexual, provavelmente diria que isso é um pouco louco. Por outras palavras, não iria aceitar. Eu uso esta analogia para dizer que, sim, realmente, os pedófilos não mudam a sua orientação sexual.»

Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia na universidade de Queen em Kingston, Ontário, concordou com Van Gijseghem. Quinsey disse que os interesses sexuais dos pedófilos preferem crianças e, «não há evidências de que esse tipo de preferências possam ser alteradas por meio de tratamento, ou com qualquer outra coisa.»

Em Julho de 2010, um jornal de saúde pública de Harvard disse: «A pedofilia é uma orientação sexual e não deve mudar. O tratamento tem por objectivo capacitar alguém para resistir a agir sobre os seus impulsos sexuais.»

Linda Harvey, da Missão América, disse que o impulso dos pedófilos para ter igualdade de direitos tornar-se-ão cada vez mais comuns como os grupos LGBT que continuam a afirmar-se.«Faz tudo parte de um plano para introduzir o sexo para crianças em idades cada vez mais jovens; para convencê-los de que a amizade normal é realmente uma atracção sexual.»

Milton Diamond, professor da universidade do Havaí e director do Centro do Pacífico para Sex and Society, afirmou que a pornografia infantil poderia ser benéfica para a sociedade porque, «os potenciais criminosos sexuais usam a pornografia infantil como um substituto para o sexo contra as crianças.»

Diamond é um professor distinto do Instituto para o Estudo Avançado da Sexualidade Humana , em San Francisco. O IASHS defendeu abertamente a revogação da proibição Revolucionária da guerra contra os homossexuais no serviço militar.

O IASHS apresenta, no seu site, uma lista de «direitos sexuais básicos», que inclui «o direito de se envolver em actos ou actividades de qualquer natureza sexual, desde que não envolvam actos não-consensuais, a violência, constrangimento, coacção ou fraude. «Outro direito é, ser livre de perseguições, condenação, discriminação ou intervenção social no comportamento sexual privado» e «a liberdade de qualquer pensamento sexual, fantasia ou desejo.» A organização também diz que ninguém deve ser «desfavorecido por causa da idade.»

[Nota]: o site também diz na sua declaração de missão: O Instituto dedica-se à crença de que os direitos sexuais são direitos humanos básicos e é conveniente para ajudar os alunos a compreender que muitas pessoas foram feridas, falsamente presas e perseguidas por causa das leis e desinformação sobre o papel e o lugar da sexualidade e as suas muitas expressões por indivíduos na nossa sociedade.

As leis que protegem as crianças foram contestadas em vários estados, incluindo a Califórnia, Geórgia e Iowa. Os criminosos sexuais afirmam que as leis lhes proibem viver perto de escolas ou parques e são injustas porque os penaliza para a vida.



Tradução: Emerson de Oliveira





quarta-feira, 24 de junho de 2015


Vamos referendar o Acordo Ortográfico!


Heduíno Gomes

Em boa a verdade, a ortografia não é assunto que se referende por constituir matéria a ser tratada por especialistas — competentes e não por broncos ou vendidos a interesses —, no exercício da autoridade do Estado que defenda a identidade nacional — Estado que não temos.

Esta acção política do referendo não é propriamente para decidir da correcta ortografia mas apenas se destina a travar esse crime contra a língua portuguesa iniciado por Santana Lopes-Cavaco e continuado pelos sucessivos políticos medíocres que nos têm governado ao longo destes decénios.

Eis os elementos essenciais sobre a iniciativa.


Recolha de assinaturas está em marcha.

Personalidades das áreas da política, artes, cultura e académicos estão a recolher assinaturas para um 
referendo ao Acordo Ortográfico  (AO1990) e questionam sobre a matéria os candidatos a cargos políticos nas próximas eleições.

Finalmente, os cidadãos podem pronunciar-se sobre um assunto que sempre foi decidido e imposto sem lógica.

Da lista fazem parte escritores, professores e cientistas, políticos, comentadores, jornalistas, todos juntos numa iniciativa que nasceu em Abril passado num fórum realizado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa com o título «Pela Língua Portuguesa, diga NÃO ao Acordo Ortográfico de 1990».

Além do referendo, os promotores querem também perguntar às forças políticas e aos candidatos presidenciais o que pensam sobre o Acordo, se o utilizarão no exercício do cargo caso sejam eleitos, de que forma Portugal se deve de desvincular (se for o caso) e em que sentido votarão a iniciativa de referendo na Assembleia da República.

A iniciativa tem 52 mandatários. O referendo, segundo a Constituição (artigo 115.º  2) pode resultar de iniciativa de cidadãos dirigida à Assembleia da República. São necessárias 75 mil assinaturas.


Onde Assino?

https://referendoao90.wordpress.com/






segunda-feira, 22 de junho de 2015


Patrícia Lança sobre mulheres na tropa


Heduíno Gomes

A Patrícia Lança, falecida o ano passado, era luso-britânica e serviu, durante a II Grande Guerra, como sargento, no exército britânico. Estava num serviço de apoio ao Estado-Maior, e portanto na retaguarda.

Ela e o marido, Carlos Lança, foram activos militantes comunistas, tendo estado em Praga nos serviços de propaganda. Cortaram com a União Soviética em 1956, quando da invasão da Polónia e da Hungria. O seu corte com o marxismo teve lugar já no princípio dos anos 70. Entretanto, haviam residido em Argel, onde constaram entre as vítimas do bando de Argel, que integrava o «democrata» Manuel Alegre, então trauliteiro do PCP.

Depois do 25A, deu o nome para as listas do PSD... e acabou por ser eleita deputada durante 4 anos na enxurrada do cavaquismo. Sempre se distanciou do cavaquismo e das taras dos e das cavaquistas, nomeadamente do feminismo das senhoritas da organização de fachada «Mulheres Social-Democratas» e dos mansos oportunistas que lhes aparam as «igualdades» e as «quotas» para mulheres.

Publicou no Diabo muitos artigos, nomeadamente contra o feminismo, um dos quais com o sugestivo título /Deverá a Mãe-Natureza Mudar de Sexo?\.

Uma vez, em conversa sobre as mulheres nas Forças Armadas, diz-me ela: — Ó Heduíno, já pensaste se uma mulher está na frente da batalha e precisa de fazer chichi?

Era a opinião de uma mulher com provas dadas, uma mulher não-bibelot...

Patrícia Lança, sargento, em 1943, e em 2003.





quarta-feira, 17 de junho de 2015


«Chega de igualdade!

Mulher não dá para ser soldado!»

— diz capitã dos Marines


Luis Dufaur

No artigo intitulado «Chega disso! Nós não fomos criados todos iguais», a capitã defende que a anatomia feminina não é capaz de resistir às asperezas de uma longa carreira militar que envolve operações de infantaria.

Ela adverte que os Fuzileiros Navais (Marines) vão sofrer «um aumento colossal no número de mulheres incapacitadas e obrigadas a concluir a sua carreira por motivos de saúde».

Katie Petrónio baseia-se na experiência pessoal, adquirida em situação de combate. Causando-lhe sérios danos físicos, malgrado um promissor começo na elite da oficialidade da arma.

A capitã escreveu que «preenchia todas as condições» para ser uma mulher-soldado ideal quando começou a carreira. «Eu era uma estrela no hóquei sobre o gelo no Bowdoin College, pequena escola de elite em Maine, com um título em Direito e Administração».

Ela também tirou resultados «de longe acima da média em todos os testes físicos de capacidade para mulheres», embora não completasse todo o treino prévio.

«Cinco anos depois, eu não sou fisicamente a mulher que uma vez fui, e os meus pontos de vista a respeito da mulher ser bem sucedida numa carreira duradoura na infantaria mudaram muito», escreveu Petrónio.

«Mulher nunca deveria ser soldado de infantaria»,
escreveu a capitã dos Marines Katie Petrónio na revista «Marine Corps Gazette»,
segundo informou a agência LifeSiteNews.

«Eu posso dizer, com base na minha experiência pessoal directa no Iraque e no Afeganistão, e não é apenas uma impressão, que nós ainda não começamos a analisar e a compreender as questões específicas de saúde do género e os danos físicos nas mulheres por causa de contínuas operações de combate».

Petrónio «participou em numerosas operações de combate» que por vezes duravam semanas, sofrendo stress e falta de sono. As suas pernas começaram a atrofiar-se, perdeu a mobilidade, perdeu peso, parou de produzir estrógenio e desenvolveu uma síndrome no ovário que a deixou estéril.

Ela completou o seu período com bons resultados, mas percebeu que lhe seria impossível aguentar o esforço que um homem é capaz de fazer e pediu para se retirar por motivos de saúde.

Petrónio manifestou a sua preocupação diante da pressão dos grupos que impulsionam a integração de mulheres no corpo de infantaria.

«Quem está a promover esta agenda? Eu não vejo Marines femininas, recrutas ou oficiais, batendo às portas do Congresso, queixando-se de que a sua impotência para servir na infantaria viola o direito à igualdade» escreve ela.

Kate diz que essa pressão está sendo aplicada pelo «pequeno comité de civis nomeado pelo Secretário da Defesa» denominado Comité Consultivo de Defesa para Mulheres no Serviço (Defense Advisory Committee on Women in the Service – DACOWITS).

Embora alguns deles tenham experiência militar, nenhum de seus membros «estão no serviço activo ou têm qualquer tipo de experiência recente em combate ou em operações relevantes sobre as realidades que eles estão tentando modificar», observou Petrónio.