segunda-feira, 21 de julho de 2014


Aos médicos, profissionais da saúde

e estudantes da saúde



Dear friend,

If you are medical professional or student I would like suggest you to support and subscribe the Dublin Declaration. If you are not, we ask you to spread it.

The
 Dublin Declaration states that direct abortion is never needed to save the life of a mother: a reassuring and authoritative statement when it comes with the significant backing of leading medical professionals.

The Declaration may be signed by obstetricians / gynaecologists, doctors, midwives and nurses, neonatologists and pediatricians and medical students. 
SIGN HERE.

DUBLIN DECLARATION ON MATERNAL HEALTHCARE

«As experienced practitioners and researchers in obstetrics and gynaecology, we affirm that direct abortion

– the purposeful destruction of the unborn child – is not medically necessary to save the life of a woman.

We uphold that there is a fundamental difference between abortion, and necessary medical treatments

that are carried out to save the life of the mother, even if such treatment results in the loss of life of her unborn child.

We confirm that the prohibition of abortion does not affect, in any way, the availability of optimal care to pregnant women.»
  
The Dublin Declaration on Maternal Health was written and signed by a select panel of the Committee on Excellence in Maternal Healthcare, in September 2012.

Since its launch in Dublin at the International Symposium on Maternal Health it has garnered the support of 700 medical professionals - and it now must become a global pro-life document.

Countering the false claim that «abortion saves women's lives» has always been a difficult challenge for the pro-life movement, because of the propaganda of abortion campaigners and media supporters. The Declaration has the power to cut through that propaganda, and will become a globally significant statement with hugely positive consequences for the cause of protecting mothers and babies, if given the right support. The Dublin Declaration promoters seek to promote best-practice care for all women who may experience difficulties in their pregnancies, and wish to further expand the practice of treating illness during pregnancy to allow for a healthy and happy gestational period for both mother and baby.

Our aim is to have the Dublin Declaration launched and supported in every continent and the number of signatories grown to 2000 by end of 2016.

Thanks for signing and spreading the word!!

Kind regards,


Leonor Tamayo


President
Head of International Area

PROFESIONAIS PELA ÉTICA
Tlf: +34 667564590
ltamayo@profesionalesetica...org
www.profesionalesetica.org





domingo, 20 de julho de 2014


As principais medidas propostas

para o IRS em 2015


O governo divulgou as principais medidas propostas na reforma do IRS 2015.

Eis as medidas mais relevantes.

Criação do quociente familiar – a Comissão de Reforma do IRS propõe a criação do quociente familiar (ou seja, divisão, para efeitos de determinação da taxa, do rendimento tributável por um quociente que atende à família no seu todo, incluindo pais e filhos), pelo que as famílias com filhos irão beneficiar de uma redução significativa da taxa de IRS aplicável, mantendo-se a progressividade do imposto, ou seja, dividindo por mais, o rendimento apurado é menor, donde a taxa aplicável desce. [Cada criança contará como 0,3 para o coeficiente contudo a redução à dedução à coleta produzida por esta via será limitada a um máximo que deverá oscilar entre os €1 500 e os €2 000].
  • Opção da tributação separada do casal – a Comissão propõe que a tributação separada do casal seja a regra no IRS, salvaguardando-se, no entanto, a possibilidade de opção pela tributação conjunta, simplificando e reduzindo significativamente as obrigações declarativas dos contribuintes e simplificando também as retenções da fonte em sede de IRS.
  • Criação de vales sociais de educação para filhos até 16 anos – a Comissão propõe que as entidades patronais possam pagar parte dos vencimentos aos seus trabalhadores (categoria A) em vales sociais de educação, excluídos de tributação em IRS. [parece trata-se de uma extensão do já existente. Veja o nosso artigo «O que são os vales infância e ensino e que benefícios fiscais oferecem?»].
  • Venda do imóvel para amortizar empréstimos beneficia de exclusão de tributação das mais valias – a Comissão propõe, de forma transitória (até 2020), a exclusão de tributação dos ganhos (mais valias) obtidos com a venda de casas de habitação própria, quando o valor da venda seja usado no pagamento ou amortização parcial de empréstimos contraídos para a sua aquisição.
  • Alargamento do conceito de dependente para efeitos de tributação da família – a Comissão propõe que sejam considerados dependentes para efeitos de IRS todos os filhos com idade até 25 anos que ainda residem com os seus pais e que ainda não aufiram rendimentos.
  • Apoio ao empreendedorismo individual – a Comissão propõe que todos os trabalhadores por conta de outrem que iniciarem uma actividade económica por conta própria possam beneficiar de uma redução de IRS de 50% no 1.º ano e de 25% no 2.º ano, esta medida também abrangendo os desempregados que iniciem uma actividade económica por conta própria.
  • Apoio à mobilidade geográfica dos trabalhadores no interior do País – a Comissão propõe que seja excluída de tributação a compensação recebida pelos trabalhadores por conta de outrem que aceitem ir trabalhar para uma localidade situada a mais de 100 quilómetros do seu domicílio.
  • Flexibilização do regime simplificado – a Comissão propõe a flexibilização do regime simplificado em IRS, eliminando a necessidade de permanência no regime por 3 anos por parte dos contribuintes que exerçam uma actividade empresarial em nome individual ou prestem serviços introduzidos ajustes pontuais neste regime.
  • Alargamento da dispensa de entrega de declarações – a Comissão propõe o alargamento do regime de dispensa de entrega de declaração de rendimentos a todos os contribuintes que se encontram abrangidos pelo mínimo de existência e que apenas aufiram de rendimentos da categoria A e H, eliminando as obrigações declarativas de mais de 2 milhões de famílias, e obrigando a administração fiscal a emitir uma certidão comprovativa dos rendimentos destes contribuintes (utilizando os dados que já possui), para poder ser utilizada para efeitos de apoios sociais.
  • Criação da declaração simplificada de IRS – a Comissão propõe que todos os contribuintes abrangidas pela tributação separada passem a beneficiar de uma declaração simplificada totalmente pré-preenchida pela administração fiscal e que os contribuintes apenas terão que confirmar, caso concordem, reduzindo significativamente as obrigações declarativas de cerca de 1,7 milhões de famílias. [prevê-se que despesas de saúde, educação e com a habitação passem a corresponder a um desconto fixo no IRS não sendo necessário recolher documentos comprovativos para o efeito. Os peritos apresentam três cenários para os valores a praticar, sempre por indivíduo e não por agregado. No cenário mais favorável o abate por adulto será de € 330,51 descendo para os €321,95 por criança e €294,25 por ascendente. Do cenário escolhido poderá resultar, no global, um pagamento superior ou inferior ao actual em termos de IRS pelo conjunto do agregado familiar. Cada caso, será um caso].
  • Consagração do arrendamento como actividade económica – a Comissão propõe a consagração do arrendamento como actividade económica e, consequentemente, a possibilidade de dedução da maioria dos gastos que sejam efectivamente suportados e pagos pelo contribuinte que aufira rendimentos prediais.
  • Alargamento do incentivo fiscal à poupança – a Comissão propõe o alargamento do regime de tratamento fiscal mais favorável aplicável aos seguros de capitalização a outras formas de poupança com prazos de imobilização equivalentes de 5 e 8 anos (nomeadamente a depósitos a prazo), como forma de incentivar a poupança dos contribuintes individuais.
  • Exclusão de tributação das pensões de sangue pagas a viúvas de militares mortos durante o serviço militar – a Comissão propõe que os montantes pagos a título de pensões de sangue a familiares de militares mortos durante o serviço militar estejam excluídos de tributação em IRS. (…)».




quinta-feira, 17 de julho de 2014


Banana split


Correio da Manhã, 24 de Maio de 2014

1 – Vocês vão-me desculpar, mas esta semana resolvi armar-me em jornalista para tirar a limpo uma coisa que me estava a fazer ruído na cabeça há algum tempo: aquela lei que permite aos juízes do Tribunal Constitucional reformarem-se com 10 anos de serviço, aos 40 anos de idade, ou com 12 anos de serviço, qualquer que seja a sua idade. Acho um nadinha obsceno, mas eu tenho mau feitio.


2 – Pois investiguei e descobri que o artigo que cria esta obscenidade (mas nada inconstitucional) é o 23º-A e está incluído no projecto de lei 424/V, da autoria de PS, PSD e CDS, discutido e votado no Parlamento em 12 de Julho de 1989. Ora, consultando o Diário da Assembleia da República desse dia, fiquei a saber que o referido artigo foi aprovado recebendo os votos a favor dos partidos proponentes e a abstenção do PCP e do PRD (sim, havia um partido chamado PRD).


3 – No debate parlamentar, registou-se a participação entusiasmada dos deputados António Vitorino (um dos redactores do projecto de lei) e Assunção Esteves. A 2 de Agosto, 20 dias depois, estes dois deputados tomaram posse… como juízes do Tribunal Constitucional. Enternecedor, não é? Pronto, desculpem ter interrompido, podem continuar o período de reflexão.

O chefe da maioria e Primeiro-Ministro à época...





quarta-feira, 16 de julho de 2014


Mãe de CR7 conta que tentou fazer aborto


Raquel CostaDiário de Notícias, 12 de Julho de 2014

Na biografia «Mãe Coragem», lançada esta semana, Dolores dos Santos faz revelações inéditas: fala da extrema pobreza vivida na Madeira e conta como quis fazer um aborto quando soube que estava grávida de Cristiano Ronaldo.

Em Mãe Coragem, a mãe do melhor jogador do mundo recorda que quando ficou grávida de Cristiano Ronaldo já era mãe de três filhos com um pai muito ausente e trabalhava de sol a sol. «Quis abortar, mas o médico não me apoiou nessa decisão», conta Dolores dos Santos no livro escrito por Paulo Sousa Costa.


A mãe de Ronaldo, Elma, Kátia e Hugo tentou recorreu então a uma receita caseira: beber cerveja preta quente e correr até o corpo não aguentar mais. O que não resultou. Dessa gravidez nasceria Cristiano Ronaldo.

Em entrevista à Notícias Magazine, que estará nas bancas este domingo, Dolores dos Santos revela ainda que o filho mais novo não esteve muito de acordo com a publicação da biografia. «Quando eu lhe disse a minha decisão ele perguntou-me qual era a necessidade que eu tinha de expor a minha vida», conta a mãe de Cristiano Ronaldo.





terça-feira, 15 de julho de 2014


A crise das bruxas e dos maus


Inês Teotónio Pereira

O que hoje se tenta passar às crianças é que o mal não existe, que os maus são bons e que qualquer coisa que mostre ou revele crueldade incita à violência

A versão clássica dos maus da fita está em crise: já não existem maus, nem nas fitas nem em lado nenhum. Se alguém pega numa arma e assassina dezenas de pessoas numa universidade ou se um grupo de terroristas aniquila dezenas de civis, a tendência é justificar os crimes com o contexto. Porque a culpa, em primeira instância, nunca é dos autores. A culpa é quase sempre da sociedade, da globalização, dos capitalistas, do contexto familiar, dos filmes violentos, da pobreza, da liberalização da venda de armas, da religião, etc. O que prevalece nesta teoria é que as pessoas, de um modo geral, são estúpidas, coitadas, e a moral que têm ou não têm depende exclusivamente do contexto. Os maus são vítimas e, na verdade, somos todos bons selvagens, incluindo os terroristas, os assassinos, etc. Os maus são os contextos, e não os criminosos.

Esta febre de fazer tábua rasa do bem e do mal, dos maus e dos bons, à boa maneira dos filmes de cowboys e do super-homem, chegou aos contos infantis. E não, não se inventaram novos contos infantis, adulteraram-se os clássicos. Pegou-se no trabalho genial dos irmãos Grimm, de Andersen e de muitos outros que se esfalfaram a trabalhar e mudaram-se as histórias para as adaptar aos conceitos modernos e, por isso, correctos.

As histórias que foram escritas com o objectivo de traçar uma linha bem definida entre o bem e o mal, de ajudar a criar uma consciência moral, de despertar a sensibilidade das crianças, que conseguem ser mais cruéis do que qualquer bruxa má, de nos fazer chorar e de educar o nosso sentido de justiça, são hoje histórias sem heróis, sem moral e sem interesse. Hoje parte-se do princípio que as crianças, primeiro, são parvas e, segundo, que nascem sensíveis, com as doses certas de moral e com um sentimento de justiça muito apurado. Mas não é verdade, elas não nascem assim, e os clássicos infantis são obras-primas que nos ajudaram a todos a desenvolver tudo isto.

No novo filme da Disney da Bela Adormecida, a questão central é perceber porque é que a bruxa é má. E descobre-se que, afinal, a bruxa não é má: mau era o rei que lhe cortou as asas e ela, coitada, não teve alternativa senão lançar um cruel feitiço sobre a princesa para salvar o reino (enfim, é complicado...). Nesta história não há realmente maus, há contexto. E a moral da história é que tudo depende do contexto.

Também o clássico João e Maria que se conta hoje às crianças é outra história completamente diferente daquela que foi escrita. Afinal, os meninos perderam-se na floresta e não foi a madrasta e o pai que os abandonaram reiteradamente porque não tinham dinheiro para os sustentar. Nada disso. Afinal, foi por acaso que os meninos foram parar à casa da bruxa – perderam-se – e a bruxa também não caiu para dentro do forno empurrada pela heroína Maria, mas apenas ficou sem a vassoura. Aqui nem sequer há moral da história, há apenas aventura.

O que hoje se tenta passar às crianças é que o mal não existe, que os maus são bons e que qualquer coisa que mostre ou revele crueldade incita à violência. Com isto matam-se heróis e trituram-se modelos de justiça, moral e coragem.

Até que as crianças crescem e, quando todos esperávamos que, com esta nova cultura infantil, todas elas se tornassem miniaturas da madre Teresa de Calcutá e que as guerras desaparecessem da fase da terra, eis que elas se tornaram uma geração que se está nas tintas para tudo isso. Aprenderam que há uma justificação plausível para tudo e principalmente para a maldade, por isso não há lados. A eterna luta do bem contra o mal e do final feliz é qualquer coisa que não lhes assiste. Os heróis, esses, são os futebolistas e a Miley Cyrus.

E o mais caricato de tudo isto é que os jogos de consola mais vendidos são os mais violentos, em que o protagonista principal é mesmo mau. Um mau eficaz, com estilo e impiedoso. Mas não faz mal, dizem, porque é tudo fantasia. O que faz mal é cantar aos nossos filhos o «Atirei o pau ao gato», não vão eles, quando crescerem, adoptar como desporto nacional atirar paus aos gatos.





segunda-feira, 14 de julho de 2014

A inutilidade da dona de casa


Evelyn Mayer



Um dia destes assistia a um programa de televisão cujo apresentador é um homem culto, um grande empresário e bem sucedido profissionalmente. O assunto do programa circulava em torno de vários temas polémicos que já tinham sido apresentados.

Um dos temas era sobre as donas de casa. Eis, então, a pérola do tal apresentador: «eu respeito muito a mulher que, mesmo andando na faculdade, decide ficar em casa a cuidar dos filhos. Entretanto acho legítimo quando a mulher não para com os estudos, e continua a aperfeiçoar-se. Essa, sim, merece o meu respeito, não ficou em casa sendo inútil como dona de casa, porque continuou a valorizar-se».

Não é difícil perceber nesta linguagem o preconceito do respectivo apresentador com as donas de casa. Na verdade, ele não respeita a mulher que decidiu ficar em casa para cuidar dos filhos, marido e casa, mas aquela que achou «cult» optar por isso.

O que seria «cult» neste assunto? Explico. A nossa sociedade é influênciada pelo feminismo de que a mulher não pode ficar em casa, pois perde tempo de vida e rebaixa-se ao homem. Sendo assim, tentou equiparar homens e mulheres num mesmo patamar. Não deu certo. Então, resolveram dar à mulher a opção de trabalhar fora, e ser o sustento da família, enquanto o homem cuida dos filhos e da casa. Também não deu certo. Então, esse pensamento feminista encontrou uma habilidade a de ficar em casa, mas não ter a aparência de «empregada» da casa (visão errada sobre os cuidados da casa, diga-se!). Ela cuida dos filhos, mas não deixa de estudar.

Ora, que a mulher possa fazer isso, não há nenhum problema. A única razão para repensar isso é se esta mesma mulher entende que ser irrealizada é ser «apenas» mãe, esposa e dona de casa.

A nossa sociedade necessita, de corrigir os seus conceitos sobre este assunto urgentemente. Já é tempo de compreender que a dona de casa é a base da família. Atrás de um grande profissional há aquela dona de casa que cuidou dos filhos, da educação e da família. Cuidar da casa e dos filhos não é nada inferior, mas muito importante e necessário. Chegou a hora de repensarmos se devemos confiar a outra mulher a chefia e o cuidado da nossa casa e família, pagando-lhe um salário mensal. A sociedade precisa hoje de mulheres que não vejam o serviço da casa como algo «cult», mas fundamental para uma família feliz.

Enquanto isso não acontecer, continuaremos a encontrar homens e mulheres que vêem na dona de casa uma inútil que, a bem da verdade, inútil e inapropriado é este pensamento.

Evelyn Mayer é casada, mãe, professora de Língua Portuguesa e conferencista de recursos humanos.





domingo, 6 de julho de 2014


10 coisas que não devemos dizer aos filhos


As palavras dos pais têm um poder imenso sobre os filhos.


1 – Não ponha rótulos negativos, como «chato», «vagaroso», «bobo». Ele tende a tornar-se aquilo que disser.

2 – Não diga apenas «sim». Os «nãos» e porquês» fazem parte da relação pais-filhos.

3 – Não pergunte se ele quer fazer alguma coisa obrigatória (como tomar banho ou fazer os trabalhos de casa). Diga apenas que é a hora de fazê-lo.

4 – Não mande parar de chorar. Converse com ele sobre as emoções e ajude-o.

5 – Não diga que a injecção não vai doer. Diga que vai ser só uma picadinha e que é importante.

6 – Não diga palavrões. Ele vai repeti-lo.

7 – Não ria dos erros dele. Isso inibe o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Ele necessita de saber que pode confiar em si.

9 – Não diga que foi só um pesadelo e manda-o voltar para a cama. Acalme-o e faça-lhe companhia até dormir.

10 – Não diga que vai embora se não for obedecido. Chantagens e ameaças nunca são saudáveis.






A ONU aprovou uma resolução histórica

a favor da protecção da família



O Conselho de Direitos Humanos da organização das Nações Unidas (ONU), no seu 26.° período de sessões, aprovou a resolução de «Proteção à Família», que reconhece a família como o núcleo «natural e fundamental da sociedade, e tem direito a protecção por parte da sociedade e do Estado», o que representou uma verdadeira derrota do lobby invertido.

A resolução foi aprovada com 26 votos a favor, 14 contra e 6 abstenções em 25 de Junho de 2014, o Conselho de Direitos Humanos da ONU reconhece também «que a família tem a responsabilidade primária de nutrir e proteger as crianças da mesma maneira onde as crianças, para o seu desenvolvimento completo e harmonioso da sua personalidade, devem crescer num ambiente familiar e numa atmosfera de felicidade, amor e entendimento».

Em declarações à ACI Imprensa, o Dr. Carlos Beltramo, do Instituto Cultura e Sociedade (ICS) da universidade de Navarra, referiu que a resolução do organismo da ONU «foi um interessante passo adiante no reconhecimento da natureza da família num fórum tão importante das Nações Unidas».

«Esta é uma boa oportunidade para relançar a educação da pessoa dentro da família, que é o melhor caminho para o futuro da humanidade», indicou.

Beltramo assinalou que «dar formação às famílias e encorajar para que eduquem as suas crianças é um meio fundamental para fortalecer as sociedades saudáveis para que permitam que todos superem situações difíceis como as que tivemos que viver».

O organismo da ONU decidiu ainda fomentar um debate acerca do 20.º aniversário do Ano Internacional da Família, assim como promover referências à família de uma forma positiva para reverter uma tendência dos últimos tempos de tratar a família como o centro dos conflitos, dos problemas e das violações de direitos humanos.

Em declarações recolhidas pelo site BuzzFeed, Austin Ruse, presidente do Instituto Família Católica e Direitos humanos, com base nos Estados Unidos, assinalou que a resolução do Conselho de Direitos Humanos da ONU é uma «derrota» do lobby invertido.

«A derrota (do conceito) de vários tipos de família demonstra que a ONU está cansada deste tipo de debates», assinalou.

Austin Ruse assegurou que «a maioria dos estados membros queria avançar para temas que preocupem o mundo e não só as elites do (hemisfério) norte».

Os estados que apoiaram com os seus votos a resolução de protecção da família foram a Argélia, Benin, Botswana, Burkina Faso, China, Congo, Costa do Marfim, Etiópia, Gabão, Índia, Indonésia, Cazaquistão, Quénia, Kuwait, Maldivas, Marrocos, Namíbia, Paquistão, Filipinas, Federação Russa, Arábia Saudita, Serra Leoa, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Venezuela e Vietnam.

Os estados que se opuseram a esta resolução histórica a favor da família foram Áustria, Chile, República Checa, Estónia, França, Alemanha, Irlanda, Itália, Japão, Montenegro, Coreia do Sul, Roménia, Reino Unido e Estados Unidos.

Por sua vez Argentina, Brasil, Costa Rica, México, Peru e a Macedónia abstiveram-se, e Cuba não participou no voto.





quinta-feira, 3 de julho de 2014


II Convívio do Núcleo de Dadores de Sangue
na Freguesia de Cacia



À semelhança do que aconteceu no ano transacto a ADASCA vai promover o II Convívio do Núcleo de Dadores de Sangue da Freguesia de Cacia no próximo dia 13 de Julho, (domingo) no Salão da Junta local.

O ambiente de alegria, o convívio salutar como os dadores sabem promover entre si, só por si já justifica a realização deste II Convívio. Além do mais os nossos colegas daquela localidade não devem sentir-se discriminados em relação aos dadores de Aveiro.

Considerando que se trata de uma iniciativa aberta à comunidade local, e dado que no ano transacto algumas pessoas não dadoras de sangue, fizeram questão de aderir também, para efeitos de melhor organização, os interessados devem inscrever-se até ao dia 11 de Julho, solicitando a respectiva ficha de inscrição na Pastelaria Delicreme, localizada junto do Quiosque dos Jornais, frente á paragem dos autocarros.

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Ficha de Inscrição para II Convívio de Dadores de Sangue de Cacia
Comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue
Inscrição até dia 11 de JULHO

Dia 13 de JULHO (Domingo)
Inscrição n.º _________

09:30 Horas – Concentração no auditório da Junta de Freguesia de Cacia.
10:30 Horas – Saída para caminhada.
12:30 Horas – Chegada ao local de partida.
13:00 Horas – Lanche convívio.

– Actuação da fadista Ana Rita Arez e possível Karaoke.

5€ por participante, inclui 1 t-shirt, 1 boné, 1 esferográfica, água e participação no lanche convívio. Valor simbólico, apenas para fazer face a algumas despesas, logo estamos perante uma iniciativa que não visa fins lucrativos. As crianças não pagam. 


Nome completo:__________________________________________________________

______________________

Telef/Tm: _______________________________________________________________

E-mail:

Data: ____/____/_____ Participa no lanche convívio? Sim______ Não_____

NB: O valor acima referido dá direito aos aderentes a participar no lanche convívio. Vai haver porta-chaves onde consta o grupo sanguíneo a 2€ cada.

Informações: 964 470 432, Site: www.adasca.pt

Esta iniciativa é aberta à Comunidade. Venha conviver, dar visibilidade e força à Solidariedade.
(Esta ficha pode ser fotocopiada e entregue na Pastelaria Delicreme no horário de expediente, até ao
dia 11 de Julho)
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Também o podem fazer na Sede da ADASCA no dia 2 entre as 16:00 horas e as 20:00 horas, e nos dias 5 e 11 de Julho, entre as 9:00 horas e as 13:00 horas, datas que vão decorrer colheitas de sangue no Posto Fixo.

No final da caminhada, os participantes podem beneficiar gratuitamente de um tratamento (massagem) aos pés, patrocinado pela empresa Nahrin, representada pela senhora Madalena Campos. Ninguém se deve sentir obrigado a comprar seja o que for, ainda que seja distribuída alguma literatura, onde consta uma série de marcas de produtos naturais.

Este II Convívio do Núcleo de Dadores de Sangue de Cacia, conta com o apoio do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) da Junta de Freguesia local, na pessoa do seu presidente, como ainda da Escola de Condução de Santa Joana, que vai mais uma vez vai disponibilizar uma carrinha de nove lugares, para apoio aos participantes.

A iniciativa não visa fins lucrativos, mas, também não pretendemos ter prejuízos, como é lógico, só assim se explica o baixo valor de inscrição, apenas se insere no âmbito da comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue, que oficialmente decorreu no pretérito dia 14 de Junho, cuja cerimónia teve lugar no IPDJ, Delegação de Aveiro.

Evitado será dizer que contamos com a participação dos colegas daquela localidade, e de outras, todos são bem-vindos. Importa sim, efectuar a inscrição dentro do prazo estabelecido, para que sejamos o mais organizados possível, evitando comprar coisas desnecessárias.

Cordialmente, sou

Joaquim Carlos
Presidente da direcção da ADASCA
Tm: 964 470 432

Amem a liberdade, sejam felizes.

Onde posso doar sangue em Aveiro no ano de 2014?

Site: www.adasca.pt
Blog: http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/





segunda-feira, 30 de junho de 2014


Amor mais fraco que o comércio


Francis J. Beckwith

Até há pouco tempo o casamento era concebido universalmente como sendo constituído de três características essenciais: conjugalidade, permanência e exclusividade. As leis em vigor reflectiam, no geral, este conceito.

A conjugalidade refere-se à forma como o casamento é consumado: coito entre esposos masculino e feminino. A permanência refere-se ao facto de o casamento não poder ser dissolvido (ou anulado) sem que certas condições específicas sejam cumpridas ou um dos parceiros morra. A exclusividade refere-se ao facto de os esposos não poderem ter relações de intimidade sexual fora do casamento.

A conjugalidade só é uma condição devido à natureza da relação sexual, que se destina à criação de prole através da união dos dois corpos. É por isso que apertos de mão, abraços, beijinhos e outras formas de toque, penetração ou intimidade não preenchem este requisito.

É também por isto que é errado dizer-se que todas estas outras formas de relacionamento são indistinguíveis daqueles actos conjugais que, devido a doença ou idade, não podem gerar filhos. Estes actos, embora estéreis, não deixam de ser actos conjugais, da mesma maneira que um homem não deixa de ser um animal racional só porque se encontra em coma e deixou de poder exercer as suas faculdades racionais.

Tal como o doente ainda possui dignidade humana apesar de não conseguir exercer as suas capacidades humanas, o acto conjugal estéril entre um marido e a mulher possui a mesma dignidade, precisamente porque actualiza a mesma união misteriosa e profunda que é, pela sua natureza, ordenada para a criação de uma pessoa única e insubstituível que, literalmente, encarna a união.

Dada a natureza sagrada da conjugalidade, um conceito que em tempos era aceite sem qualquer controvérsia por praticamente toda a gente, a exclusividade e a permanência fazem todo o sentido, especialmente para quem acredita que as crianças não só se criam melhor com, como têm direito a, um pai e uma mãe, ligados um ao outro sob a autoridade de uma aliança cujos contornos não têm competência para dissolver ou mudarem meramente pelo consentimento.

Claro que tudo isto – conjugalidade, permanência e exclusividade – já não é um dado adquirido e, para muitos dos cidadãos cuja moral se formou na cultura pós anos 60, pode parecer literalmente incompreensível.

Com a entrada em vigor das leis de divórcio sem culpabilidade, no início dos anos 70, a permanência começou a dissipar. A exclusividade seguiu rapidamente o mesmo caminho. A revolução sexual trouxe consigo não só o desvendar da moral que condenava a fornicação, mas também os conceitos de «swinging», casamentos «abertos» e mesmo o poliamor. As violações da exclusividade começaram a ser vistas não como intrinsecamente erradas, mas erradas apenas na medida em que os esposos não davam o seu consentimento.

Sem grandes surpresas, estas mudanças levaram à proliferação de nascimentos fora do casamento, mães solteiras (com filhos de uma variedade de pais diferentes), famílias destroçadas e famílias mistas.


Casamento moderno: Um esqueleto do que já foi

Consequentemente, não permaneceu nada de especial no casamento. Todas as relações podem, em princípio, ser quebradas, religadas ou removidas desde que exista consentimento dos adultos envolvidos. Contudo, aqueles que não podem consentir, como as crianças, podem ser eliminadas (através do aborto) ou, como qualquer propriedade comum, distribuídos de forma equitativa pelas partes interessadas através de procedimentos judiciais.

Dada esta trajectória, porque é que a conjugalidade há-de se manter? É precisamente isso que insinua a retórica de quem apoia o reconhecimento legal das uniões entre pessoas do mesmo sexo. Isto faz todo o sentido para muitos dos nossos concidadãos, à luz da sua experiência pessoal de terem crescido numa cultura em que lhes foi ensinado que o «casamento» é um artefacto moldado pela nossa vontade e não uma instituição sagrada que não inventámos e à qual as nossas vontades e os nossos corpos ficam sujeitos quando a ela aderimos.

O que nos leva a uma das grandes ironias do nosso tempo. Recentemente um pasteleiro no Colorado foi avisado pelo Estado de que não se podia recusar a fazer e decorar um bolo para um casal do mesmo sexo que se tinha «casado» no Massachusetts, mas ia fazer a festa no Colorado onde, actualmente, essas uniões não são reconhecidas. O pasteleiro tinha-se recusado, por não poder, em consciência, apoiar materialmente um evento litúrgico que as suas crenças teológicas consideram gravemente imoral.

Estranhamente, com o fim das condições de exclusividade e permanência, e agora de conjugalidade, esta decisão significa que cada parceiro de um casamento legalmente reconhecido (ou união de facto) tem literalmente menos obrigações legais um para o outro do que o pasteleiro tem para com o casal. Aparentemente, o Estado acredita que a preservação da relação entre o pasteleiro e o «casal» homossexual é de maior importância para a causa da justiça pública do que fazer o mesmo para as relações que afirma estar a defender.

Dito de outra maneira: É mais difícil para um pasteleiro no Colorado deixar os seus clientes, do que os parceiros num «casamento» homossexual no Massachusetts deixaram-se um ao outro.

(Publicado pela primeira vez em The Catholic Thing. 
Tradução de Filipe d’Avillez)






sábado, 28 de junho de 2014


Acordo ortográfico:

«Abrir mão» ao descalabro ou do descalabro?


(Carta ao Jornal  Público)

Em entrevista publicada na sexta-feira, dia 13 de Junho, neste jornal, o director do Museu da Língua Portuguesa de São Paulo, António Sartini, declarou:

«Acho portanto muito justo que esta língua [portuguesa] se torne oficial nos organismos internacionais. É lógico que esse processo sempre gera descontentamentos [devido ao acordo ortográfico]. Mas para que ela seja oficial é preciso que seja coesa, pelo menos na sua forma culta, normativa
. Ela não se tornou oficial até hoje porque há uma forma de escrever no Brasil, outra em Portugal... Para chegarmos a uma forma única, alguém tem de abrir mão de alguma coisa – e isso deixa as pessoas desconfortáveis».

Em virtude destas declarações, graves pelas responsabilidades linguísticas e pedagógicas de quem as proferiu, vimos chamar a atenção para os seguintes factos objectivos:

1. A língua inglesa possui mais do que uma forma de escrever, com diferenças sensíveis entre cada uma (por exemplo, entre a norma adoptada nos EUA e a adoptada no Reino Unido), e isso não a impede de ser a língua mais divulgada no mundo, língua oficial de quase todos os organismos internacionais.

2. O «acordo ortográfico» que António Sartini refere na entrevista, como está cientificamente comprovado, leva ao AUMENTO das divergências entre as ortografias de Brasil e Portugal. Antes do «acordo», escrevia-se recepção e detectar nos dois países. Depois do «acordo», nasceram novas palavras em Portugal, receção e detetar, criando uma divergência ortográfica onde existia convergência. Isto sucede em centenas de casos. Logo, o dito «acordo» não somente não contribui em nada para «chegarmos a uma forma única», como possui exactamente o efeito oposto.

3. Os organismos internacionais, ao contrário do que sugere António Sartini, não ficam a ganhar rigorosamente nada com o «acordo». Este não supera, nem sequer reduz, as divergências ortográficas antigas entre as variantes brasileira e portuguesa. Basta pensar na ONU e na OMS, por exemplo. Com ou sem este «acordo», continuará a ter de decidir-se entre República Checa(pt) / República Tcheca (br), Islão (pt) / Islã (br), Madrid (pt) / Madri (br), Moscovo (pt) / Moscou (br), SIDA (pt) / AIDS (br), etc. Qual a versão a escolher? Não há «forma única» possível na ortografia da língua portuguesa. O «acordo», precisamente onde o director do Museu da Língua Portuguesa Sartini afirma ser mais necessário, continua a ser um des-acordo.

4. As pessoas que se sentem «desconfortáveis» com o mesmo «acordo ortográfico» não se sentem assim por terem de «abrir mão de alguma coisa». É a verificação das falhas descomunais na sustentação linguística deste «acordo ortográfico», bem como a verificação dos efeitos desastrosos que o «acordo» está a provocar no ensino-aprendizagem, que tem levado à recusa deste por grande parte dos sectores mais ilustrados de Portugal e Brasil. O «acordo» tem criado as maiores confusões em crianças e adultos, tem levado a situações de perda absoluta de referenciais históricos, prosódicos e etimológicos da Língua, e nem sequer conseguiu criar correctores ortográficos para computador que sejam coerentes com ele e entre si. Maior desacordo do que aquele obtido com este «acordo» é difícil, senão impossível, de imaginar.

Noutro ponto da entrevista, António Sartini afirma que «essa reforma [ortográfica] vai oficializar alguma coisa que na prática já vinha existindo. Interessa-nos muito mais essa evolução natural, essa prática do que a cristalização trazida por uma reforma ou um acordo». Na verdade, o actual «acordo ortográfico» não reflecte qualquer evolução natural da língua. Ele foi antes orquestrado por um número muito reduzido de pessoas, em circunstâncias verdadeiramente penosas, para não dizer fraudulentas. Para informações sobre o processo levado a cabo no Brasil, recomendamos a audição da entrevista ao Prof. Sérgio de Carvalho Pachá, ex-lexicógrafo-chefe da Academia Brasileira de Letras e testemunha do processo, cuja ligação segue aqui: 
http://www.youtube.com/watch?v=-_wIluG3yRs

O «acordo» não serve para unificar, nem para simplificar; nem sequer serve para os fins políticos internacionais que António Sartini e outros como ele pretendem. Pelo contrário: acaba por ser prejudicial em todos esses aspectos. A conclusão só pode ser que o dito «acordo ortográfico» é um péssimo serviço criado aos países e às pessoas que falam e escrevem a língua portuguesa.


António de Macedo, Cristina Pimentel, Helena Buescu, Hélio J. S. Alves, João Barrento, José Luís Porfírio, José Pedro Serra, Maria do Carmo Vieira, Maria Filomena Molder, Paula Ferreira, Pedro da Silva Coelho, Rui Miguel Duarte, Teolinda Gersão






quinta-feira, 26 de junho de 2014

Razões para viver em Lisboa:
31, nem mais nem menos


Terreiro do Paço – Lisboa

Os jornalistas do site norte-americano Global Post estão fascinados com a cidade de Lisboa. O deslumbramento é tal que decidiram escrever um artigo com 31 razões para se viver na capital portuguesa, a segunda mais antiga da Europa.

1. Clima: «Há mais sol do que em Madrid, Roma ou Atenas», lê-se no site. Mas a grande vantagem, segundo os jornalistas, é que há sempre uma brisa vinda do Atlântico que funciona como «ar condicionado natural».

2. Cervejaria Ramiro: O melhor sítio para comer marisco, refere o artigo.

3. Praia: Está a apenas 20 minutos de distância e existem «aos molhos». «Em menos de uma hora podemos surfar no Guincho ou relaxar na areia branca da Arrábida», descreve o artigo.

4. Eléctrico: «O 28 existe e deixa todos felizes» é o título desta secção da notícia. O eléctrico leva-o a todos os pontos históricos da cidade de uma forma «cool» e barata.

5. Rio Tejo: Repleto de vida animal e vegetal, o Tejo é um rio «que mais parece mar».

6. Ritmos africanos e latinos: É a capital europeia que mais proximidade tem com estes géneros musicais. «Dezenas de bares põem Bossa Nova e servem caipirinhas e as discotecas passam música coladeiras e kizombas».

7. Vista: «A vista de Lisboa não chega aos pés das de Roma». Para a apreciar melhor, o site recomenda uma ida aos miradouros das Portas do Sol, São Pedro de Alcântara, Graça e Santa Catarina.

8. LX Factory: Este espaço trouxe vida «a um espaço esquecido na cidade», com «lojas arrojadas, restaurantes e galerias».

9. Ruas e ruelas: Uma das melhores coisas que se pode fazer em Lisboa é «perdermo-nos nos seus bairros mais antigos, como Alfama, Mouraria, Bica ou Madragoa» e apreciar as suas ruas «cheias de alma».

10. Futebol: Lisboa não está dividida pela língua, religião ou política, mas sim por preferência clubística, lê-se no site. «Poucos desportos são seguidos com tanta paixão quanto um jogo entre as duas equipas [Benfica e Sporting]».

11. Café: Segundo os jornalistas americanos, as «bicas» são dos melhores cafés do Mundo.

12. Cultura: Desde São Carlos até à Gulbenkian, passando pelo Museu Colecção Berardo e as dezenas de festivais ao ar livre, são múltiplas as opções de escolha.

13. Ginjinha: «Portugal é conhecido pelo seu vinho do Porto, mas a melhor bebida de Lisboa é este rico e doce licor», descreve o site.

14. Não matam o touro: Ao contrário do que se passa em Espanha, os touros não são mortos na arena no final de uma corrida. Para além deste facto, o artigo elogia ainda as «pegas» e a beleza do Campo Pequeno.

15. Bairros modernos: Basta andar umas estações de metro para passarmos do lado mais velho da cidade para «as modernas avenidas de Alvalade», com «lojas ‘cool’ e esplanadas apetitosas».

16. Comida boa e barata: «É fácil comer comida tradicional por cerca de 7 dólares (5 euros) em várias tascas», lê-se no artigo, que refere ainda o facto de os restaurante finos da cidade serem mais baratos do que os do resto da Europa.

17. Fado: É Património Cultural e Imaterial da Humanidade e, para os americanos, assemelha-se ao Blues. «O Fado deve acompanhar qualquer viagem por Lisboa», afirmam os jornalista, que destacam Ana Moura, Gisela João e Cristina Branco como alguns dos nomes a reter.

18. Oceanário: «Deve ser o maior aquário do Mundo», lê-se no título desta secção. O site considera que este deve ser a «maior atracção» da capital.

19. Pastel de Belém: São considerados os melhores bolos de Lisboa, lê-se na notícia.

20. Casas: «São mais coloridas que uma caixa de Lego»,descreve o artigo. Apesar de ser conhecida lá fora como «A Cidade Branca», os apartamentos amarelos, cor-de-rosa e azuis-bebé deixaram os jornalistas impressionados com as cores da capital portuguesa.

21. Legendas: Ao contrário da maior parte dos países europeus, Portugal não faz dobragens de filmes estrangeiros, mantendo os diálogos originais, o que é visto como uma mais-valia por este site.

22. Lojas antigas: Lisboa está cheia de pequenos estabelecimentos de meados do século XX, o que é considerado uma raridade em comparação com as restantes capitais ocidentais, que se renderam às grandes superfícies.

23. «Cheira bem…»: «…Cheira a Lisboa». O artigo do Global Post faz questão de fazer referência a uma das mais conhecidas cantigas populares portuguesas. No entanto, o site refere que tanto pode cheirar «a roupa lavada, acabada de pendurar, e a canela», como «a bacalhau ou a lixo acumulado após um dia de greve». Segundo o mesmo «faz tudo parte da experiência olfactiva».

24. Bares: A Pensão Amor e o Pavilhão Chinês são dois dos estabelecimentos que são destacados no artigo, para além dos bares mais pequenos e típicos do Bairro Alto e do Cais do Sodré.

25. Chiado: Tal como a Fénix, esta parte da cidade «renasceu» das cinzas após o incêndio que a assolou em 1988. Mesmo assim, consegue ser uma das áreas de Lisboa que mais gente atrai, devido às suas lojas, cafés e espaços culturais. No artigo, os jornalistas fazem questão de sublinhar a importância da Livraria Bertrand e do café A Brasileira, fundado em 1905.

26. Comida goesa: Os restaurantes Jesus é Goês e Cantinho da Paz são os únicos sítios no continente onde se pode comer pratos inspirados na gastronomia de Goa que fazem jus aos originais.

27. Contos de Fada: Se já falaram em Cascais, os norte-americanos não podiam deixar de fora «a mágica vila de Sintra» e os seus palácios.

28. Mercados: Tudo o que é fresco está nos mercados de Lisboa. O artigo dá destaque ao Mercado da Ribeira, o mais conhecido da capital.

29. Natureza: «Desde os jardins públicos até Monsanto, Lisboa está cheia de refúgios verdes», lê-se na notícia, que enaltece a quantidade de árvores existentes na cidade.

30. Gelado: Os autores do artigo não podiam deixar de fora o Santini, a gelataria que, apesar de ter nascido em Cascais, tem um espaço no Chiado. «Vale sempre a pena esperar na fila», escrevem.

31. Engraxar sapatos: Segundo o site, estes profissionais já desapareceram em quase toda a Europa, mas em Lisboa ainda existem homens «munidos de escovas, farrapos e potes de graxa».