sexta-feira, 21 de março de 2014

Frases do Passos em campanha eleitoral
para o assalto ao pote...


Não discutimos aqui se são medidas necessárias ou não. Chamamos apenas a atenção para o facto da mentira eleitoral ser a constante da vida portuguesa.

«Estas medidas põem o país a pão e água. Não se põe um país a pão e água por precaução.»

«Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar o futuro tapando com impostos o que não se corta na despesa.»

«Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser reduzidas.»

«Vamos ter de cortar em gorduras e de poupar. O Estado vai ter de fazer austeridade, basta de aplicá-la só aos cidadãos.»

«Ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam. Os que têm mais terão que ajudar os que têm menos.»

«Para salvaguardar a coesão social prefiro onerar escalões mais elevados de IRS de modo a desonerar a classe média e baixa.»

«Se formos Governo, posso garantir que não será necessário despedir pessoas nem cortar mais salários para sanear o sistema português.»

«A ideia que se foi gerando de que o PSD vai aumentar o IVA não tem fundamento.»

«A pior coisa é ter um Governo fraco. Um Governo mais forte imporá menos sacrifícios aos contribuintes e aos cidadãos.»

«O PSD chumbou o PEC 4 porque tem de se dizer basta: a austeridade não pode incidir sempre no aumento de impostos e no corte de rendimento.»

«Já ouvi o primeiro-ministro dizer que o PSD quer acabar com o 13.º mês, mas nós nunca falámos disso e é um disparate.»





quinta-feira, 20 de março de 2014

A presidenta foi estudanta?!


Pilar del Rio presidenta da Fundação José Saramago

A espanhola viúva do Saramago costuma explicar, com um ar de catedrática no assunto, que dantes não havia mulheres presidentes e por isso é que não existia a palavra presidenta... Daí que a Pilar del Rio diga estúpida e insistentemente que é presidenta da Fundação José Saramago e se refira a Assunção Esteves como presidenta da Assembleia da República.

Uma aula de português, elaborada para acabar de uma vez por todas com qualquer dúvida sobre se temos presidente ou presidenta.


Existe a palavra presidenta?

No português existem os particípios activos como derivativos verbais. Por exemplo: o particípio activo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante...

Qual é o particípio activo do verbo ser? O particípio activo do verbo ser é ente. Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.

Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a acção que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte.

Portanto, a pessoa que preside é presidente, e não presidenta, independentemente do sexo que tenha. Diz-se capela ardente, e não capela ardenta;  diz-se estudante, e não estudanta; diz-se adolescente, e não adolescenta; diz-se paciente, e não pacienta.

Um bom exemplo do erro grosseiro seria:

A candidata a presidenta comporta-se como uma adolescenta pouco pacienta que imagina ter-se tornado eleganta para tentar ser nomeada representanta.

Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta dirigenta política, dentre tantas outras suas atitudes barbarizentas, não tem o direito de violentar o pobre português, só para ficar contenta.

«Por favor, pelo amor à língua portuguesa, reencaminhe esta informação...»





quarta-feira, 19 de março de 2014

segunda-feira, 17 de março de 2014

Votação na AR sobre a adopção de crianças
por invertidos: quem são eles ou elas e a lição a tirar


Heduíno Gomes

Não vamos propriamente repetir aquilo que temos dito e redito, e que outros também têm dito e redito, com palavras mais meigas ou menos meigas, sobre a anormalidade da adopção de crianças pelas anormalidades biológicas e mentais que são os invertidos sexuais, anormalidades que atentam contra a Civilização, a família e a saúde mental e integridade moral e física das crianças, sendo que o nosso respeito e a nossa caridade pelos doentes não nos devem impedir de travá-los quando eles agem contra terceiros, contra a sociedade e contra a Civilização. Vamos apenas notar um aspecto político importante: ficámos mais uma vez a saber quem são aqueles que, no parlamento, não são de confiança.

Não são de confiança porque são eleitos em nome dos Portugueses e, chegando a S. Bento, traem os sentimentos dos que os elegeram. São os do partido dito genuinamente português (olhem que genuinidade!!!) – o PSD –, são os do dito partido democrata-cristão (olhem que cristianismo!!!) – o CDS – e até são os «progressistas avançados» do PS e do PCP (olhem que avanço!!!). Porque aqueles eleitores que votam no BE já sabem ao que vão.

O maior escândalo vem, obviamente, daqueles deputados que são eleitos pelo PSD e pelo CDS, adiante-se que não por qualquer mérito próprio mas apenas por serem incorporados nas respectivas listas. Uns votaram a favor do projecto decadente da central dos invertidos, outros abstiveram-se,  outros votaram contra por disciplina de voto do respectivo partidooutros faltaram de propósito e cobardemente à votação. Praticante ou não da referida anormalidade, nenhum deles é de confiança.

Nenhum deles presta.

Os membros normais destes partidos, que constituem a esmagadora maioria, devem tomar rapidamente a medida apropriada, que é escorraçar das listas eleitorais aqueles que não são de confiança. Nunca esquecendo que a principal responsabilidade é daqueles que os colocam nas listas eleitorais (direcções nacionais e distritais dos partidos).

OS QUE CLARAMENTE NÃO SÃO DE CONFIANÇA NO PSD
(sabendo-se que há outros...)

Votaram a favor do projecto decadente da central dos invertidos: Teresa Leal Coelho, Nuno Encarnação, Critóvão Norte, Joana Barata Lopes, Maria Francisca Almeida, Ana Oliveira, Gabriel Goucha, Pedro Pinto, Sérgio Azevedo, Odete Silva, Mónica Ferro, Luís Menezes, Miguel Frasquilho, Ângela Guerra e Paula Cardoso.

Abstiveram-se: João Prata, Conceição Caldeira e Maria José Castelo Branco.

OS QUE CLARAMENTE NÃO SÃO DE CONFIANÇA NO CDS
(sabendo-se que há outros...)

Votaram contra dizendo-se obrigados: Teresa Caeiro e Michael Seufert.

Faltaram: João Rebelo.





A matança dos inocentes


Daniel Serrão

1. Sinto-me profundamente afectado pela aprovação, no parlamento do Reino da Bélgica, de uma lei que permite aos médicos matarem menores de idade. Quero deixar aqui a minha opinião sem ambiguidades e sem qualquer preocupação em ser politicamente correcto.

É claro que cada país faz, dentro das suas fronteiras, o que os seus habitantes, e quem os represente no sistema político, desejarem que seja feito. 86 deputados votaram a favor desta lei, 44 votaram contra e 12 acharam que não valia a pena darem opinião e abstiveram-se. Tudo bem; melhor dizendo, tudo mal.

Pois quando esses habitantes, por via dos seus representantes políticos, aprovam comportamentos que ofendem gravemente a dignidade de todos os que pertencem à família humana temos o direito de dar a nossa opinião.

Foi o silêncio de todos que tornou possível o horror criminoso de um governo da Alemanha, no início com legitimidade democrática, em pleno século XX. A lei estabelecia que havia vidas indignas de serem vividas, incluindo a vida de crianças, logo deviam ser exterminadas. E foram. Depois foi o plano inclinado até ao holocausto de milhões de judeus e outros não-arianos. Milhões, não dezenas ou centenas. Os agentes desta matança disseram, em tribunal, que se tinham limitado a cumprir a lei, como funcionários zelosos. Esta atitude levou a intelectual judia Hanna Arendt, que assistia aos julgamentos, a descobrir que, para estes homens, a morte do outro era uma banalidade burocrática, coberta pela lei. Tal como os executores da pena de morte nalguns estados dos Estados Unidos da América.

2. Tenho o direito de dar a minha opinião como cidadão responsável por ter a honra de pertencer à grande família humana, tal como todos os cidadãos belgas pertencem; os que vão ser mortos e os que os vão matar.

Procurei informar-me dos motivos que levaram à apresentação da proposta de lei agora aprovada. Basicamente a proposta afirma, no que designa por desenvolvimentos, o seguinte:

– Temos uma lei que despenaliza a eutanásia desde 2002 e estamos confortáveis com ela – sem qualquer referência aos abusos que aparecem na imprensa belga, alguns dos quais estão em fase de julgamento.

– Contudo, ela não pode aplicar-se a menores mas apenas a maiores ou emancipados, juridicamente capazes, o que para os promotores é um mal que se pretende corrigir – esquecendo que a lei universal da maioridade é para proteger os menores de todo o tipo de abusos, incluindo os sexuais.

– Logo, vamos acabar legalmente com esta reserva etária e abrir a eutanásia a todos os nascidos mesmo que tenham apenas dias ou horas de vida. Para já aos menores que um pedopsiquiatra considere que tem capacidade de discernimento e está consciente no momento em que pede para ser morto.

Porquê?

Cito: «La décision de fin de vie est un acte d’humanité, posé en dernier recours. De ce point de vue, pourquoi les mineurs seraient-ils privés de l’accès à cet acte d’humanité» (a decisão de terminar a vida é um acto de humanidade, colocado em último recurso. Sob este ponto de vista porquê privar os menores de acederem a este acto de humanidade).

Portanto a eutanásia é um acto bom que deve ser praticado em adultos, em menores (e a seguir em recém-nascidos, como já acontece na Holanda).

3. A falácia desta argumentação está em considerar a eutanásia como o último recurso, quando o último recurso é o cuidado compassivo e bondoso que tira o sofrimento a adultos e a menores e permite que vivam o seu limitado tempo de viver em paz, serenidade e conforto físico e espiritual.

Refiro-me ao cuidado paliativo personalizado, que pode ser prestado no domicílio, cuidado no qual o menor não é um «caso» incurável, do qual os médicos desumanizados se desinteressaram, mas uma pessoa que merece todo o afecto e atenção para que não sofra até ao fim da sua vida.

Uma investigadora do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa, Marta Brites, vai defender uma tese de doutoramento em bioética sobre o cuidado paliativo pediátrico, na qual mostra como esta atitude de atendimento da criança que sofre de uma doença sem cura pode – e deve – ser a regra nas instituições que atendem estes doentes. Porque, como escreve, «A acção paliativa em pediatria é assumida como arte e ciência de prestar cuidados activos e totais para com o corpo, a mente e o espírito da criança, envolvendo o suporte dos familiares».

Os 86 deputados que votaram a favor desta tenebrosa lei, não sabem nada do que é atender com afecto e compaixão a criança em vez de decidirem que irá ser morta. A história irá julgá-los, em nome da vida, como julgou e condenou os carrascos nazis. Bem como aos médicos que se prestem a praticar a «matança dos inocentes».





sábado, 15 de março de 2014

A redução da despesa por Passos Coelho

Catarina Flores
Que graus de «parentesco» existirão entre esta fulana e a classe política?
Está lá? 

«Passos Coelho contratou uma empresa, em regime de outsourcing, para assegurar o atendimento telefónico na residência oficial do primeiro-ministro por 25,1 mil euros. Isto apesar de ter no seu gabinete dez secretárias pessoais, nove auxiliares, e 12 pessoas a prestar apoio técnico-administrativo em São Bento.

O contrato, assinado no dia 6 de Dezembro com a empresa We Promote – Outsourcing e Serviços, Lda. mas só publicado no dia 5 de Fevereiro no portal Base dos contratos públicos, inclui «designadamente as funções de atendimento telefónico, gestão, registo e encaminhamento de chamadas».

O gabinete do primeiro-ministro fundamenta a necessidade deste ajuste directo com «a ausência de recursos próprios».

O prazo do contrato é de um ano mas pode ser renovado por idêntico período «mediante aviso prévio por parte do gabinete de Passos Coelho».

Este já é o terceiro contrato celebrado pelo gabinete do primeiro-ministro com a empresa. O primeiro foi assinado no dia 4 de Fevereiro de 2012 por 10,4 mil euros e tinha um prazo de nove meses. O segundo foi celebrado a 15 de Janeiro de 2013 mas já por um prazo de 11 meses e 15 dias e por 12,5 mil euros. A justificação para adjudicar directamente com esta empresa foi sempre a mesma: «ausência de recursos próprios».

O jornal «i» questionou o gabinete do primeiro-ministro sobre as razões que levaram a contratar esta empresa, tendo em conta que o próprio gabinete já tem um número considerável de secretárias/assistentes mas até à hora de fecho desta edição não obteve qualquer resposta.

O jornal «i» questionou ainda por que razão não recrutaram funcionários no grupo da mobilidade especial, evitando assim o recurso a uma empresa externa, mas também ficou sem resposta. Recorde-se que o governo lançou um programa de rescisões amigáveis destinado aos 213 mil trabalhadores com funções administrativas a auxiliares. Ao programa, que terminou a 30 de Novembro, recorreram cerca de 2600 funcionários.» (in jornal «i»)

O gabinete do primeiro-ministro contratou, no dia 5 de Fevereiro, em regime de outsourcing (empresa externa), um serviço de atendimento telefónico, gestão, registo e encaminhamento de chamadas.

Para o efeito exportou o pagamento por ajuste directo à empresa We Promote, gerida por Catarina Flores, detida totalmente pela Sociedade Silvas e Primos, controlada pela Finanter Incorporation, uma sociedade anónima com sede no Luxemburgo.

APRENDA: é assim que se controlam as despesas publicas.





sexta-feira, 14 de março de 2014

Simples teste de urina pode substituir exames
para detectar cancro da próstata


Visão

Um simples teste de urina vai ser suficiente para detectar o cancro da próstata e a sua gravidade, sem necessidade de exame rectal, sendo duas vezes mais fiável do que os testes ao sangue.

O facto de os pacientes não terem de se submeter a intervenções que além de embaraçosas, como são vistas por muitos, podem ser também dolorosas, aliado ao baixo custo deste exame, aproximadamente 12 euros, poderá ser a chave para um maior controlo da doença.

Os testes ao sangue usados para a detecção deste tipo de cancro têm uma elevada percentagem de erro, sujeitando os pacientes a fazer biópsias escusadas perante um falso positivo.

O teste sanguíneo pode ainda não conseguir detectar o cancro até este se ter espalhado pelo corpo, dificultando o tratamento.


Em ensaios clínicos, o novo teste à urina detectou 70% dos cancros da próstata, duas vezes mais do que os testes ao sangue.

Os investigadores da universidade de Surrey que criaram o teste já negociaram a sua comercialização com duas empresas, e esperam que esteja disponível até ao final do ano em Inglaterra.

Segundo dados do Portal de Oncologia Português, o cancro da próstata é o tipo de cancro mais frequente no homem – existem aproximadamente 4 mil casos novos todos os anos.

Este tipo de cancro vítima cerca de 1 800 pessoas por ano no nosso país. Após o diagnóstico, estima-se que a sobrevivência ao fim de cinco anos é de quase 100%.





quinta-feira, 13 de março de 2014

Vote NÃO à co-adopção por homossexuais
| Assine esta petição



Petição dirigida a: Excelentíssimo Senhor Deputado

Vote NÃO à co-adopção por homossexuais:

http://www.citizengo.org/pt-pt/5394-nao-co-adopcao-por-homossexuais?tc=gm&tcid=





Fisco quer fiscalizar consumos
através das facturas com NIF



A administração fiscal incentiva números de contribuinte nas facturas para aceder aos perfis de consumo e fiscalizar as despesas face ao rendimento declarado, denunciou hoje o conselheiro científico da Associação Sindical dos Profissionais da Inspecção Tributaria e Aduaneira, Vasco Guimarães.

«O que a Autoridade Tributária pretende é mais um instrumento de fiscalização do consumo face ao rendimento declarado», afirmou o conselheiro no seminário «A economia não registada e a criminalidade organizada» promovido no dia 7 de Março de 2014, em Lisboa, pelo SMMP – Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.

À margem do encontro, Vasco Guimarães lembrou que ter consumos (cujas facturas são registadas no portal das Finanças) mais elevados que os rendimentos declarados constitui indício de fraude e pode merecer a abertura de uma investigação pelo Fisco: «Se o meu consumo excede o meu rendimento, tenho um problema técnico em termos tributários».





quarta-feira, 12 de março de 2014

Aaron Hunt (Werder Bremen):
exemplo de moral no desporto


Aaron Hunt (Werder Bremen – Alemanha)

Os chicos espertos dirão que ele é parvo...


Ver em

https://www.youtube.com/watch?v=oN9YddQWHOo





segunda-feira, 10 de março de 2014

Disney inclui «casal» de lésbicas em programa infantil
e recebe duras críticas nos EUA


Um importante grupo de pais de família nos Estados Unidos elevou a sua voz de protesto depois da rede de televisão de programas infantis, Disney Channel, incluir um casal de lésbicas num episódio da série «Good Luck Charlie» (Boa Sorte Charlie).
O episódio que foi emitido na segunda-feira passada, 27 de Janeiro, mostra uma menina a chegar à casa de Charlie para brincar, a protagonista acompanhada de duas mulheres apresenta-as como suas mães, e os pais de Charlie não reagem, o que levou os críticos a dizerem que a série está «normalizando» a ideia de pais do mesmo sexo.

O grupo americano, «One Million Moms» (Um milhão de mães), que trabalha para promover os valores nos media, referiu que a Disney «é o último sítio onde um pai pensaria para os seus filhos enfrentarem temas que para eles são muito difíceis de entender».

«Temas desta natureza estão sendo apresentados muito cedo e quando as crianças ainda são muito novas».

One Million Moms expressou estar muito decepcionada com a Disney pela emissão do episódio, e assinalou também que na página do Facebook o episódio não tinha patrocinadores e que a Care.com retirou o seu patrocínio.





domingo, 2 de março de 2014

Dia nacional do dador de sangue


ADASCA comemora o dia nacional do dador de sangue
com 1.ª exposição sobre dádiva de sangue

A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro-Adasca, vai comemorar este ano o dia nacional do dador de sangue (27 de Março) de forma inédita em Aveiro, realizando a 1.ª exposição sobre a dádiva de sangue, em simultâneo com um concurso de desenho, com o seguinte lema: gestos simples que salvam vidas.

Numa altura em que a escassez se faz sentir em alguns hospitais, julgamos que tanto o tema como o concurso, enquadram-se perfeitamente, procurando assim sensibilizar a comunidade aveirense, desafiando os jovens dadores e não dadores a participarem mediante a apresentação de desenhos alusivos a esta temática.

A exposição vai decorrer nas galerias de exposições da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, nos dias 27, 28, 29, 30 e 31 de Março, dias 1, 2 e 3 de Abril, localizada na Rua dos Combatentes da Grande Guerra, n.º 5, junto ao edifício Passos do Concelho, com entrada livre.

Para os melhores 6 desenhos serão atribuídos os seguintes prémios:

1.º prémio: máquina fotográfica digital modelo: Finepix JZ 200, Fujifilm, de 16 mpixels, com 8X de zoom, cartão SDHC com 8 GB, que, também, faz filme em formato HD.

2.º prémio: telemóvel marca Samsung E1180.

3.º prémio: 60€ em material escolar.

4.º prémio: 30€ em material escolar (patrocínio da papelaria Académica Kimera).

5.º prémio: O Livro do Cérebro – guia ilustrado.

6.º Prémio: oferta de um voucher/refeição de sushi para uma pessoa pela Umami.

Todos os participantes terão direito a um Certificado de participação.

O júri é formado por 7 elementos singulares, integrando o Artur Fino, consagrado artista plástico aveirense.

1 elemento da direcção da ADASCA.
1 representante do IPST.
1 representante da ESSUA.
1 representante do serviço de imunohemoterapia do hospital de Aveiro.
1 representante do pelouro da saúde da Câmara Municipal de Aveiro.
1 representante do Instituto Português do Desporto e Juventude de Aveiro.
1 jornalista do Correio da Manhã.

O júri da organização reunirá em privado, em data e hora a anunciar, durante o mês de Maio na sede da ADASCA, onde serão votados os 6 melhores desenhos.

As entidades convidadas oficialmente para participarem nesta 1.ª exposição, são as que se segue: pelouro de saúde da Câmara Municipal de Aveiro, União das Freguesias de Glória e Vera Cruz, serviço de imunohemoterapia do hospital Baixo Vouga, ESSUA, IPST, Instituto Português do Desporto e Juventude de Aveiro e Correio da Manhã.

Vão estar expostos alguns artigos e objectos relacionados com a dádiva de sangue, que vale a pena visitar, para que se saiba como eram transportadas as dádivas de sangue há 30 anos. Igualmente dois manequins equipados, um deles deitado numa maca simulando o processo da dádiva de sangue, como ainda a passagem de um vídeo do IPST.

Vai ainda decorrer uma conferência em torno do tema: gestos simples que salvam vidas, em data e hora a anunciar, coordenada pela doutora Lúcia Borges, directora do serviço de imunohemoterapia do hospital do Baixo Vouga coadjuvada por uma colega.

Face ao exposto, reiteramos o desafio aos artistas com imaginação e criatividade, para aderirem ao concurso de desenho, pois os prémios são aliciantes.

Posteriormente, a exposição poderá ser visitada na sede do Instituto Português do Desporto e Juventude de Aveiro, em datas a anunciar.

O regulamento do concurso pode ser consultado no site da ADASCA, abaixo indicado. No participar é que está o ganho. Participem.

O programa estará concluído esta semana, sendo disponibilizado no referido site da associação, onde serão fornecidas mais informações quiçá tenham interesse para as escolas ou outras entidades que façam questão de nos visitar.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm: 914 271 151

Onde posso doar sangue em Aveiro no ano de 2014?

Site: www.adasca.pt
Blogue: http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/

NB: O Cartaz em anexo é provisório, porque os de melhor qualidade estarão prontos esta semana.





sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Suspensão do Acordo Ortográfico




Suspensão do Acordo Ortográfico | Assine esta petição


Petição dirigida a: Excelentíssimo Senhor Deputado

http://www.citizengo.org/pt-pt/4852-suspensao-do-acordo-ortografico?tc=gm&tcid=2315658




quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

INEM — ligue 112



Instituto Nacional de Emergência Médica, IP
Rua Almirante Barroso, n.º 36 – 4.º piso
1000-013 Lisboa

Telefone: + 351 213 508 108 / fax: + 351 213 508 183

@: inem@inem.pt / http: www.inem.pt

facebook.com/institutonacionaldeemergenciamedica

twitter.com/INEMtwitting


A emergência médica começa em si. Colabore com o INEM.

Juntos, podemos salvar vidas!

Em caso de emergência ligue 112

Assinala-se a 11 de Fevereiro o Dia Europeu do 112. O INEM aproveita esta data para recordar uma informação que lhe pode salvar uma vida: em caso de emergência ligue 112 e colabore com as autoridades. Este gesto simples pode salvar vidas!

O 112 é um número que já faz parte da vida dos portugueses. Sendo o Número Europeu de Emergência, está disponível também em Portugal para todos aqueles que precisem de ajuda das autoridades, seja devido a assaltos, situações de incêndios, socorro, e também em caso de emergência médica.

As chamadas efectuadas para o 112 são sempre atendidas por uma central de emergência da Polícia de Segurança Pública (PSP), que canaliza para os centros de orientação de doentes urgentes (CODU) do INEM as chamadas que à emergência médica digam respeito. A colaboração dos cidadãos é absolutamente fundamental para um rápido e eficaz socorro às vítimas, devendo informar de forma simples e clara:

  • A localização exacta e, sempre que possível, com indicação de pontos de referência;
  • O número de telefone do qual está a ligar;
  • O tipo de situação (doença, acidente, parto, etc.);
  • O número, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;
  • As queixas principais e as alterações que observa;

Em 2013, foram atendidas pelos CODU, 1.201.105 chamadas de emergência. Do número de chamadas atendidas, 54,7% correspondem a doenças súbitas (dispneia, dor peito, dor abdominal, etc.), 26,3% outros problemas, 15,1% a situações de trauma e 3,9% a acidentes de viação.

O atendimento destas chamadas deu origem ao acionamento de diversos tipos de ambulância (emergência médica, suporte imediato de vida, transporte inter-hospitalar pediátrico), motas de emergência, viaturas médicas de emergência e reanimação e helicópteros. O tempo médio de atendimento destas chamadas foi de 9 segundos.

«A emergência médica começa em si! Colabore com o INEM. Juntos, podemos salvar vidas!» é mais do que o slogan institucional do Instituto. É um alerta e um pedido de colaboração a todos os cidadãos que usam o número de emergência.

O sucesso da missão do INEM é apenas possível se o cidadão participar activamente na activação do sistema de emergência, ligando 112 em caso de emergência médica e colaborando com os operadores na triagem da situação. Quanto maior for o conhecimento do cidadão sobre a forma correcta de activação dos serviços de emergência mais eficiente será a actuação do INEM, daí a importância do Dia Europeu do 112 para fazer chegar esta mensagem aos cidadãos.

O INEM é o organismo do Ministério da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, de forma a garantir aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correcta prestação de cuidados de saúde.

A prestação de socorros no local da ocorrência, o transporte assistido das vítimas para o hospital adequado e a articulação entre os vários intervenientes do Sistema, são as principais tarefas do INEM. Através do número europeu de emergência – 112, este Instituto dispõe de múltiplos meios para responder a situações de emergência médica.

A emergência médica começa em si. Colabore com o INEM.
Juntos, podemos salvar vidas!