sexta-feira, 14 de março de 2014
Simples teste de urina pode substituir exames
para detectar cancro da próstata
Visão
Um simples teste de urina vai ser suficiente para detectar o cancro da próstata e a sua gravidade, sem necessidade de exame rectal, sendo duas vezes mais fiável do que os testes ao sangue.
O facto de os pacientes não terem de se submeter a intervenções que além de embaraçosas, como são vistas por muitos, podem ser também dolorosas, aliado ao baixo custo deste exame, aproximadamente 12 euros, poderá ser a chave para um maior controlo da doença.
Os testes ao sangue usados para a detecção deste tipo de cancro têm uma elevada percentagem de erro, sujeitando os pacientes a fazer biópsias escusadas perante um falso positivo.
O teste sanguíneo pode ainda não conseguir detectar o cancro até este se ter espalhado pelo corpo, dificultando o tratamento.
Em ensaios clínicos, o novo teste à urina detectou 70% dos cancros da próstata, duas vezes mais do que os testes ao sangue.
Os investigadores da universidade de Surrey que criaram o teste já negociaram a sua comercialização com duas empresas, e esperam que esteja disponível até ao final do ano em Inglaterra.
Segundo dados do Portal de Oncologia Português, o cancro da próstata é o tipo de cancro mais frequente no homem – existem aproximadamente 4 mil casos novos todos os anos.
Este tipo de cancro vítima cerca de 1 800 pessoas por ano no nosso país. Após o diagnóstico, estima-se que a sobrevivência ao fim de cinco anos é de quase 100%.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Vote NÃO à co-adopção por homossexuais
| Assine esta petição
Petição dirigida a: Excelentíssimo Senhor Deputado
Vote NÃO à co-adopção por homossexuais:
http://www.citizengo.org/pt-
Fisco quer fiscalizar consumos
através das facturas com NIF
A administração fiscal incentiva números de contribuinte nas facturas para aceder aos perfis de consumo e fiscalizar as despesas face ao rendimento declarado, denunciou hoje o conselheiro científico da Associação Sindical dos Profissionais da Inspecção Tributaria e Aduaneira, Vasco Guimarães.
«O que a Autoridade Tributária pretende é mais um instrumento de fiscalização do consumo face ao rendimento declarado», afirmou o conselheiro no seminário «A economia não registada e a criminalidade organizada» promovido no dia 7 de Março de 2014, em Lisboa, pelo SMMP – Sindicato dos Magistrados do Ministério Público.
À margem do encontro, Vasco Guimarães lembrou que ter consumos (cujas facturas são registadas no portal das Finanças) mais elevados que os rendimentos declarados constitui indício de fraude e pode merecer a abertura de uma investigação pelo Fisco: «Se o meu consumo excede o meu rendimento, tenho um problema técnico em termos tributários».
quarta-feira, 12 de março de 2014
Aaron Hunt (Werder Bremen):
exemplo de moral no desporto
![]() |
| Aaron Hunt (Werder Bremen – Alemanha) |
Os chicos espertos dirão que ele é parvo...
Ver em
https://www.youtube.com/watch?v=oN9YddQWHOo
terça-feira, 11 de março de 2014
segunda-feira, 10 de março de 2014
Disney inclui «casal» de lésbicas em programa infantil
e recebe duras críticas nos EUA
Um importante grupo de pais de família nos Estados Unidos elevou a sua voz de protesto depois da rede de televisão de programas infantis, Disney Channel, incluir um casal de lésbicas num episódio da série «Good Luck Charlie» (Boa Sorte Charlie).
O episódio que foi emitido na segunda-feira passada, 27 de Janeiro, mostra uma menina a chegar à casa de Charlie para brincar, a protagonista acompanhada de duas mulheres apresenta-as como suas mães, e os pais de Charlie não reagem, o que levou os críticos a dizerem que a série está «normalizando» a ideia de pais do mesmo sexo.
O grupo americano, «One Million Moms» (Um milhão de mães), que trabalha para promover os valores nos media, referiu que a Disney «é o último sítio onde um pai pensaria para os seus filhos enfrentarem temas que para eles são muito difíceis de entender».
«Temas desta natureza estão sendo apresentados muito cedo e quando as crianças ainda são muito novas».
One Million Moms expressou estar muito decepcionada com a Disney pela emissão do episódio, e assinalou também que na página do Facebook o episódio não tinha patrocinadores e que a Care.com retirou o seu patrocínio.
terça-feira, 4 de março de 2014
domingo, 2 de março de 2014
Dia nacional do dador de sangue
ADASCA comemora o dia nacional do dador de sangue
com 1.ª exposição sobre dádiva de sangue
com 1.ª exposição sobre dádiva de sangue
A Associação de Dadores de
Sangue do Concelho de Aveiro-Adasca, vai comemorar este ano o dia nacional do dador de sangue (27 de Março) de forma inédita em Aveiro, realizando a 1.ª exposição sobre a dádiva de sangue, em simultâneo com um concurso de desenho, com o seguinte lema: gestos simples que salvam vidas.
Numa altura em que a escassez se faz sentir em alguns hospitais, julgamos que tanto o tema como o concurso, enquadram-se perfeitamente, procurando assim sensibilizar a comunidade aveirense, desafiando os jovens dadores e não dadores a participarem mediante a apresentação de desenhos alusivos a esta temática.
A exposição vai decorrer nas galerias de exposições da Santa Casa da Misericórdia de Aveiro, nos dias 27, 28, 29, 30 e 31 de Março, dias 1, 2 e 3 de Abril, localizada na Rua dos Combatentes da Grande Guerra, n.º 5, junto ao edifício Passos do Concelho, com entrada livre.
Para os melhores 6 desenhos serão atribuídos os seguintes prémios:
1.º prémio: máquina fotográfica digital modelo: Finepix JZ 200, Fujifilm, de 16 mpixels, com 8X de zoom, cartão SDHC com 8 GB, que, também, faz filme em formato HD.
2.º prémio: telemóvel marca Samsung E1180.
3.º prémio: 60€ em material escolar.
4.º prémio: 30€ em material escolar (patrocínio da papelaria Académica Kimera).
5.º prémio: O Livro do Cérebro – guia ilustrado.
6.º Prémio: oferta de um voucher/refeição de sushi para uma pessoa pela Umami.
Todos os participantes terão direito a um Certificado de participação.
O júri é formado por 7 elementos singulares, integrando o Artur Fino, consagrado artista plástico aveirense.
1 elemento da direcção da ADASCA.
1 representante do IPST.
1 representante da ESSUA.
1 representante do serviço de imunohemoterapia
do hospital de Aveiro.
1 representante do pelouro da saúde da Câmara
Municipal de Aveiro.
1 representante do Instituto Português do
Desporto e Juventude de Aveiro.
1 jornalista
do Correio da Manhã.
O júri da organização
reunirá em privado, em data e hora a anunciar, durante o mês de Maio na sede da
ADASCA, onde serão votados os 6 melhores desenhos.
As entidades convidadas
oficialmente para participarem nesta 1.ª exposição, são as que se segue: pelouro de saúde da Câmara Municipal
de Aveiro, União das Freguesias de Glória e Vera Cruz, serviço de imunohemoterapia
do hospital Baixo Vouga, ESSUA, IPST, Instituto Português do Desporto e
Juventude de Aveiro e Correio da Manhã.
Vão estar expostos alguns
artigos e objectos relacionados com a dádiva de sangue, que vale a pena
visitar, para que se saiba como eram transportadas as dádivas de sangue há 30
anos. Igualmente dois manequins equipados, um deles deitado numa maca simulando
o processo da dádiva de sangue, como ainda a passagem de um vídeo do IPST.
Vai ainda decorrer uma conferência
em torno do tema: gestos simples que salvam vidas, em
data e hora a anunciar, coordenada pela doutora Lúcia Borges, directora do serviço
de imunohemoterapia do hospital do Baixo Vouga coadjuvada por uma colega.
Face ao exposto, reiteramos
o desafio aos artistas com imaginação e criatividade, para aderirem ao concurso
de desenho, pois os prémios são aliciantes.
Posteriormente, a exposição
poderá ser visitada na sede do Instituto Português do Desporto e Juventude de
Aveiro, em datas a anunciar.
O regulamento do concurso
pode ser consultado no site da ADASCA, abaixo indicado. No
participar é que está o ganho. Participem.
O programa estará concluído
esta semana, sendo disponibilizado no referido site da associação, onde serão
fornecidas mais informações quiçá tenham interesse para as escolas ou outras
entidades que façam questão de nos visitar.
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm:
914 271 151
Onde posso doar sangue em Aveiro no ano de 2014?
Site: www.adasca.pt
Blogue: http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/
Onde posso doar sangue em Aveiro no ano de 2014?
Site: www.adasca.pt
Blogue: http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/
NB: O Cartaz em anexo é provisório, porque os de melhor qualidade estarão prontos esta semana.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Suspensão do Acordo Ortográfico
Suspensão do Acordo Ortográfic
Petição dirigida a: Excelentíssimo Senhor Deputado
http://www.citizengo.org/pt-pt/4852-suspensao-do-acordo-ortografico?tc=gm&tcid=2315658
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
INEM — ligue 112
Instituto Nacional de Emergência Médica, IP
Rua Almirante Barroso, n.º 36 – 4.º piso
1000-013 Lisboa
Telefone: + 351 213 508 108 / fax: + 351 213 508 183
@: inem@inem.pt / http: www.inem.pt
facebook.com/institutonacionaldeemergenciamedica
twitter.com/INEMtwitting
A emergência médica começa em si. Colabore com o INEM.
Juntos, podemos salvar vidas!
Em caso de emergência ligue 112
Assinala-se a 11 de Fevereiro o Dia Europeu do 112. O INEM aproveita esta data para recordar uma informação que lhe pode salvar uma vida: em caso de emergência ligue 112 e colabore com as autoridades. Este gesto simples pode salvar vidas!
O 112 é um número que já faz parte da vida dos portugueses. Sendo o Número Europeu de Emergência, está disponível também em Portugal para todos aqueles que precisem de ajuda das autoridades, seja devido a assaltos, situações de incêndios, socorro, e também em caso de emergência médica.
As chamadas efectuadas para o 112 são sempre atendidas por uma central de emergência da Polícia de Segurança Pública (PSP), que canaliza para os centros de orientação de doentes urgentes (CODU) do INEM as chamadas que à emergência médica digam respeito. A colaboração dos cidadãos é absolutamente fundamental para um rápido e eficaz socorro às vítimas, devendo informar de forma simples e clara:
- A localização exacta e, sempre que possível, com indicação de pontos de referência;
- O número de telefone do qual está a ligar;
- O tipo de situação (doença, acidente, parto, etc.);
- O número, o sexo e a idade aparente das pessoas a necessitar de socorro;
- As queixas principais e as alterações que observa;
Em 2013, foram atendidas pelos CODU, 1.201.105 chamadas de emergência. Do número de chamadas atendidas, 54,7% correspondem a doenças súbitas (dispneia, dor peito, dor abdominal, etc.), 26,3% outros problemas, 15,1% a situações de trauma e 3,9% a acidentes de viação.
O atendimento destas
chamadas deu origem ao acionamento de diversos tipos de ambulância (emergência
médica, suporte imediato de vida, transporte inter-hospitalar pediátrico),
motas de emergência, viaturas médicas de emergência e reanimação e
helicópteros. O tempo médio de atendimento destas chamadas foi de 9 segundos.
«A emergência médica começa
em si! Colabore com o INEM. Juntos, podemos salvar vidas!» é mais do que o
slogan institucional do Instituto. É um alerta e um pedido de colaboração a
todos os cidadãos que usam o número de emergência.
O sucesso da missão do INEM
é apenas possível se o cidadão participar activamente na activação do sistema
de emergência, ligando 112 em caso de emergência médica e colaborando com os
operadores na triagem da situação. Quanto maior for o conhecimento do cidadão
sobre a forma correcta de activação dos serviços de emergência mais eficiente
será a actuação do INEM, daí a importância do Dia Europeu do 112 para fazer
chegar esta mensagem aos cidadãos.
O INEM é o organismo do Ministério
da Saúde responsável por coordenar o funcionamento, no território de Portugal
Continental, de um Sistema Integrado de Emergência Médica, de forma a garantir
aos sinistrados ou vítimas de doença súbita a pronta e correcta prestação de
cuidados de saúde.
A prestação de socorros no
local da ocorrência, o transporte assistido das vítimas para o hospital
adequado e a articulação entre os vários intervenientes do Sistema, são as
principais tarefas do INEM. Através do número europeu de emergência – 112, este
Instituto dispõe de múltiplos meios para responder a situações de emergência
médica.
A emergência médica começa
em si. Colabore com o INEM.
Juntos, podemos salvar vidas!
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
O bullying e os pais
Inês Teotónio Pereira
O bullying não é um problema dos nossos filhos, é um problema dos pais. Um problema dos pais das sandras e dos zés e um problema dos pais das vítimas.
O grande problema do bullying é que nós pais não sabemos lidar com o problema. Ficamos borradinhos de medo, temos pânico de parecermos mariquinhas, de parecermos paizinhos foleiros daqueles que fazem escândalos na escola só porque alguém gozou com o nosso menino, e não ligamos patavina ao bullying. Preferimos ignorar este estrangeirismo. O bullying, achamos nós, é uma modernice mariquinhas. E nós temos medo que alguém suspeite que somos pais mariquinhas. Temos pânico e vergonha de parecermos moles, tipo galinhas.
A teoria lusitana/marialva do bullying é estupidamente simples e perigosa, como tudo o que é marialva. Diz ela que os miúdos vão para a escola desde sempre e desde sempre na escola existem uns que são mais fortes do que outros. Desde sempre que na escola coabitam os caixas de óculos com os gordos, com os marrões, com os mariquinhas, com os betos, com os giros, com as feias, com as giras, com as oferecidas, com as graxistas, com os cómicos, com os chatos, com os populares, com os janados, etc. Desde sempre que é assim e crescemos todos: ninguém morreu. Crescer é mesmo assim: é sobreviver à selva da escola com mais ou menos nódoas negras, com mais ou menos correrias à casa de banho para chorar em segredo, com mais ou menos complexos, com mais ou menos dores de barriga de nervoso com medo do Zé Grande, com mais ou menos noites mal dormidas porque as lentes dos óculos são cada vez mais grossas, com mais ou menos pânico das aulas de ginástica porque a Sandra loira arrasa nos balneários. É assim e vai ser sempre assim. Os miúdos que se aguentem porque no nosso tempo já era assim e estamos todos muito bem obrigada.
Ora esta teoria, além de estupidamente simples é perigosa e preguiçosa. É estúpida porque não considera a hipótese de todos aqueles que já passaram por tudo isto poderem estar muito pior do que se não tivessem passado e perigosa porque relativiza cobardemente um fenómeno de violência. O bullying é violência no meio escolar que pode ser psicológica ou física. E o facto de existir desde sempre só torna o fenómeno ainda mais vergonhoso. As crianças sabem como ninguém resistir às adversidades, mais do que nós adultos, elas sabem sobreviver em ambientes adversos, têm uma capacidade de resistência exemplar. E é por isso que conseguem resistir ao bullying em silêncio. Interiorizam que o problema é delas e sofrem baixinho. Sem queixinhas, sem denúncias, sem processos judiciais. Calam--se e vão para a escola todos os dias aprender a viver com as rasteiras do Zé Grande e com as maldades da Sandra Loira. Vão para a escola aprender a ser valentes. Elas acham que são estas as regras do jogo: foi sempre assim.
O bullying, meus senhores, não é um problema dos nossos filhos, é um problema dos pais.
Um problema dos pais das sandras e dos zés das escolas e um problema dos pais das vítimas dos zés e das sandras. A nossa vida com os nossos filhos não é temporariamente interrompida enquanto eles estão na escola: quando eles estão na escola continuam a ser nossos filhos e continuam a precisar de nós, da nossa protecção, do nosso apoio e dos nossos conselhos. Prevenir o bullying é antes de mais perceber o fenómeno. Perceber que nós pais temos o dever de nos meter na vida dos nossos filhos: temos de perceber se eles gozam com alguém, com quem e porquê, e temos de perceber se eles são gozados e porquê. Como? Sim, dá trabalho. É preciso falar com eles, é preciso falar com os professores e é preciso conhecer os amigos. Perceber quem são os nossos filhos fora de casa dá um trabalhão dos diabos, mas não saber é abandoná-los durante grande parte da vida deles. E hoje em dia não é só na escola que estão os zés grandes e as sandras loiras: eles também estão em nossas casas dentro dos computadores. E aí, meus senhores, a maldade não é punida com faltas disciplinares. Sim, bullying é crime. E não fazer nada para o prevenir é, antes de tudo, trair os nossos filhos.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
10 razões pelas quais
o «casamento» homossexual deve ser recusado
Acção Estudantil TFP
1. O «casamento» homossexual não é casamento
Chamar algo de casamento não faz disso um casamento. O casamento sempre foi uma aliança entre um homem e uma mulher, ordenada pela sua natureza à procriação e educação dos filhos, assim como à unidade e bem-estar dos cônjuges.
Os promotores do «casamento» homossexual propõem algo completamente diferente. Eles propõem a união entre dois homens ou duas mulheres. Isso nega as evidentes diferenças biológicas, fisiológicas e psicológicas entre homens e mulheres, que encontram a sua complementaridade no casamento. Nega também a finalidade primária específica do casamento: a perpetuação da raça humana e a educação dos filhos.
Duas coisas completamente diferentes não podem ser consideradas a mesma coisa.
2. O «casamento» homossexual viola a lei natural
O casamento não é apenas qualquer relacionamento entre seres humanos. É uma relação enraizada na natureza humana e, portanto, regida pela lei natural.
O preceito mais elementar da lei natural é que «o bem deve ser feito e procurado e o mal deve ser evitado». Pela razão natural, o homem pode perceber o que é moralmente bom ou mau. Assim, ele pode conhecer o objectivo ou finalidade de cada um dos seus actos e como é moralmente errado transformar os meios que o ajudam a realizar um acto em finalidade do acto.
Qualquer situação que institucionalize a defraudação da finalidade do acto sexual viola a lei natural e a norma objectiva da moralidade.
Estando enraizada na natureza humana, a lei natural é universal e imutável. Ela aplica-se da mesma forma a toda a raça humana. Ela manda e proíbe de forma consistente, em todos os lugares e sempre. São Paulo, na epístola aos romanos, ensina que a lei natural está inscrita no coração de todos os homem (rom 2,14-15).
3. O «casamento» homossexual nega sempre à criança
ou um pai ou uma mãe
O melhor para a criança é crescer sob a influência do seu pai natural e da sua mãe natural. Esta regra é confirmada pelas evidentes dificuldades enfrentadas por muitas crianças órfãs ou criadas por um só dos progenitores, um parente, ou pais adoptivos.
A lamentável situação dessas crianças será a norma para todos os «filhos» de «casais» homossexuais. Esses «filhos» serão sempre privados ou da sua mãe natural ou do seu pai natural. Serão criados, necessariamente, por uma parte que não tem nenhuma relação de sangue com eles. Vão ser sempre privados de um modelo paterno ou materno.
O chamado «casamento» homossexual ignora os interesses da criança.
4. O «casamento» homossexual valida e promove
o estilo de vida homossexual
Em nome da «família», o «casamento» homossexual serve para validar não só as referidas uniões, mas todo o estilo de vida homossexual em todas as suas variantes, bissexuais e transgéneros.
As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem na sociedade. Como tais, elas desempenham um papel muito importante, e por vezes decisivo, que influenciam os padrões de pensamento e comportamento. Elas configuram externamente a vida da sociedade, mas também modificam profundamente a percepção de todos e a avaliação de formas de comportamento.
O reconhecimento legal do «casamento» homossexual necessariamente obscurece certos valores morais básicos, desvaloriza o casamento tradicional e enfraquece a moralidade pública.
5. O «casamento» homossexual transforma
um erro moral num direito civil
Os activistas homossexuais afirmam que o «casamento» homossexual é uma questão de direitos civis, semelhante à luta pela igualdade racial nos anos de 1960.
Isso é falso.
Em primeiro lugar, o comportamento sexual e a raça são realidades essencialmente diferentes. Um homem e uma mulher querendo casar-se podem ser diferentes nas suas características: um pode ser preto e o outro branco; um rico e o outro pobre; ou um alto e o outro baixo. Nenhuma dessas diferenças são obstáculos insuperáveis para o casamento. Os dois indivíduos são ainda um homem e uma mulher e, portanto, as exigências da natureza são respeitadas.
O «casamento» homossexual opõe-se à natureza. Duas pessoas do mesmo sexo, independentemente da sua raça, riqueza, estatura, erudição ou fama, nunca serão capazes de se casar por causa de uma insuperável impossibilidade biológica.
Em segundo lugar, características raciais herdadas e imutáveis não podem ser comparadas com comportamentos não-genéticos e mutáveis. Simplesmente, não há analogia entre o casamento inter-racial de um homem e de uma mulher e o «casamento» entre duas pessoas do mesmo sexo.
6. O «casamento» homossexual não cria uma família,
mas uma união naturalmente estéril
O casamento tradicional é geralmente tão fecundo, que aqueles que querem frustrar o seu fim têm que violar a natureza para impedir o nascimento de crianças, usando a contracepção. Ele tende, naturalmente, a criar famílias.
Pelo contrário, o «casamento» homossexual é intrinsecamente estéril. Se os «cônjuges» querem ter um «filho», eles devem contornar a natureza por meios caros e artificiais ou empregar maternidade de substituição [«mães de aluguer»]. A tendência natural de tal união não é criar famílias.
Portanto, não podemos chamar de casamento a união de pessoas do mesmo sexo e dar-lhe os benefícios do casamento verdadeiro.
7. O «casamento» homossexual desvirtua a razão
pela qual o Estado beneficia o casamento
Uma das principais razões pelas quais o Estado confere inúmeros benefícios ao casamento é que, pela sua própria natureza e desígnio, o casamento proporciona as condições normais de uma atmosfera estável, afectuosa e moral, que é benéfica para a educação dos filhos, frutos do mútuo afecto dos pais. Ele ajuda a perpetuar a nação e fortalecer a sociedade, o que é um evidente interesse do Estado.
O «casamento» homossexual não fornece essas condições. O seu desígnio principal, objectivamente falando, é a gratificação pessoal de duas pessoas, cuja união é estéril por natureza. Não tem direito, portanto, à protecção que o Estado concede ao casamento verdadeiro.
8. O «casamento» homossexual impõe a sua aceitação a toda a sociedade
Ao legalizar o «casamento» homossexual, o Estado torna-se o seu promotor oficial e activo. O Estado exige que os servidores públicos celebrem a nova cerimónia civil, ordena às escolas públicas para ensinarem a sua aceitação pelas crianças e pune qualquer funcionário que manifeste a sua desaprovação.
Na esfera privada, os pais contrariados vão ver os seus filhos expostos mais do que nunca a esta nova «moralidade»; as empresas que oferecem serviços de casamento serão obrigadas a fornecê-los a uniões de pessoas do mesmo sexo; e proprietários de imóveis terão de concordar em aceitar «casais» homossexuais como inquilinos.
Em todas as situações em que o casamento afecte a sociedade, o Estado vai esperar que os cristãos e todas as pessoas de boa vontade traiam as suas consciências, coonestando, por silêncio ou acção, um ataque à ordem natural e à moral cristã.
9. O «casamento» homossexual é a vanguarda da revolução sexual
Na década de 1960, a sociedade foi pressionada para aceitar todos os tipos de relações sexuais imorais entre homens e mulheres. Hoje estamos presenciando uma nova revolução sexual, na qual a sociedade está sendo convidada a aceitar a sodomia e o «casamento» homossexual.
Se o «casamento» homossexual for universalmente aceite como a etapa presente da «liberdade» sexual, que argumentos lógicos podem ser usados para parar as próximas etapas, do incesto, pedofilia, bestialidade e outras formas de comportamento antinatural? Com efeito, os elementos radicais de certas subculturas de vanguarda já estão defendendo essas aberrações.
A insistência na imposição do «casamento» homossexual ao povo norte-americano torna cada vez mais claro o que o activista homossexual Paul Varnell escreveu no «Chicago Free Press»:
«O movimento gay, quer o admitamos ou não, não é um movimento de direitos civis, nem mesmo um movimento de libertação sexual, mas uma revolução moral destinada a mudar a visão das pessoas sobre a homossexualidade.»
10. O «casamento» homossexual ofende Deus
Esta é a razão mais importante. Sempre que se viola a ordem moral natural estabelecida por Deus, comete-se um pecado e ofende-se Deus. O «casamento» homossexual faz exactamente isso. Assim, quem professa amar Deus deve opor-se.
O casamento não é criação de nenhum Estado. Pelo contrário, ele foi estabelecido por Deus no paraíso para os nossos primeiros pais, Adão e Eva. Como lemos no Livro do Génesis: «Deus criou o homem à sua imagem; criou-o à imagem de Deus, criou o homem e a mulher. Deus abençoou-os: Frutificai, disse ele, e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a» (Gen 1, 27-28).
O mesmo foi ensinado por Nosso Senhor Jesus Cristo: «No princípio da criação, Deus os fez homem e mulher. Por isso, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher» (Mc 10, 6-7).
O Génesis também ensina como Deus puniu Sodoma e Gomorra, por causa do pecado da homossexualidade: «O Senhor fez então cair sobre Sodoma e Gomorra uma chuva de enxofre e de fogo, vinda do Senhor, do céu. E destruiu essas cidades e toda a planície, assim como todos os habitantes das cidades e a vegetação do solo» (Gen 19, 24-25).
Original inglês:
10 Reasons Why Homosexual «Marriage» is Harmful
and Must be Opposed
Disponível em http://www.tfpstudentaction.org/politically-incorrect/homosexuality/10-reasons-why-homosexual-marriage-is-harmful-and-must-be-opposed.html
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Maçonaria belga faz aprovar
eutanásia para crianças
| Crianças protestam contra eutanásia infantil na Bélgica |
Com esta nova lei deixa de haver qualquer limite de idade, sendo ainda mais liberal que a holandesa, que permite a eutanásia a partir dos 12 anos.
A Câmara dos Representantes na Bélgica, dominada pela maçonaria do Grande Oriente Belga,
aprovou esta quinta-feira a legalização da eutanásia para crianças. A nova lei
permite que possam pedir a morte assistida, desde que tenham «capacidade de
discernimento» e a autorização dos pais.
86 deputados belgas votaram a favor da iniciativa,
com apenas 44 a votar contra e 12 a absterem-se. Na altura da votação
ouviram-se gritos de «assassinos» vindos das galerias.
A Bélgica já tinha legalizado a eutanásia em 2002,
mas com esta nova lei deixa de haver qualquer limite de idade. A lei é ainda
mais liberal do que a holandesa, que permite a eutanásia a partir dos 12 anos.
Segundo a lei, «apenas» crianças «capazes de
discernir» podem solicitar a morte assistida e os defensores da legislação
«garantem» que existem garantias suficientes na lei para evitar abusos... Mas
este é apenas mais um passo em direcção à banalização da eutanásia.
Sonja Dvelter, uma enfermeira com larga experiência
na matéria, que já acompanhou cerca de 200 crianças em fase terminal desde
1992, diz que nunca viu qualquer delas a pedir para morrer, mas que os pedidos
de eutanásia vêm antes dos pais.
Desafio para a Igreja
O arcebispo de Bruxelas, Joseph Léonard, sublinhou
a ironia de as crianças não poderem tomar tantas decisões importantes antes dos
18 anos, mas de alegadamente terem maturidade suficiente para escolher
morrer: «A lei diz que os adolescentes não podem tomar decisões
económicas ou emocionais importantes, mas agora de repente são capazes de
decidir que alguém os deve ajudar a morrer?»
Todas as esperanças dos opositores estão agora
concentradas no Rei da Bélgica, que tem de assinar a lei para ela entrar em
vigor.
Com a
aprovação desta lei, a Bélgica torna-se o primeiro país a legalizar a eutanásia
para crianças desde o regime nazi.
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