segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

1.º de Dezembro
O dia mais de todos de entre todos
os dias de Portugal


José Ribeiro e Castro


Discurso do coordenador-geral do M1D
José Ribeiro e Castro
Cerimónias oficiais do 1.º de Dezembro
Lisboa, Praça dos Restauradores
1 de Dezembro de 2013


Cá estamos de novo, com uma gratidão que nunca conseguiremos pagar à Sociedade Histórica da Independência de Portugal e à Câmara Municipal de Lisboa, por manterem ininterruptas desde há mais de 100 anos as comemorações oficiais nacionais desta data fundamental do nosso calendário.

O 1.º de Dezembro é o dia da nossa liberdade: não da liberdade individual, da liberdade de cada um; mas da nossa liberdade colectiva nacional, da liberdade de todos. Sem este dia, não seríamos.

Não é demais repetir o grito do Presidente da Sociedade Histórica há dois anos, confrontado com a lamentável inteção do Governo de acabar com este feriado: o 1.º de Dezembro é a data sine qua non, a data sem a qual Portugal livre, independente e soberano teria terminado. Não deixaremos que seja assim. Nem que nos tirem a liberdade, nem que nos tirem a data oficial para a afirmarmos e celebrarmos. Começa-se sempre a deixar-se de ser livre no dia em que se perde a consciência disso – e do muito que custou.

Depois de terem apagado este dia, eliminado a solenidade nacional, é curioso ver alguns precipitarem-se, agora, para equiparar a situação actual do País à de 1640; e quem aprecie repetir, dia sim, dia sim, que estaríamos até num quadro de «protectorado».

É facto que o País, mercê do endividamento desmesurado que acumulou, da dependência que como devedor insolvente contraiu e da assistência externa que teve de contratar, se encontra numa situação deplorável de soberania diminuída e limitada. Acontece a todos os falidos. E é também verdade – como sempre alertámos – que, se nunca há uma boa altura para acabar com o 1.º de Dezembro (o único feriado em que celebramos o valor fundamental da independência nacional), este tempo desgraçado e acabrunhado foi um momento particularmente desastrado para o fazer. Este tempo reclama, ao contrário, que exaltemos todas as referências que puxem pelo nosso sentido gregário, que alimentem o nosso patriotismo, que fortaleçam a vontade e o brio em sermos livres, confiantes, de cabeça erguida e passo firme.

Mas o paralelo acaba aí, no fortalecimento caloroso de sentimentos e emoções nacionais, que são indispensáveis à travessia dos tempos de crise e ao triunfo sobre a crise. A imagem do protectorado é engraçada e sugestiva uma vez; mas é errada se repetida como mote ou estribilho. Nós não estamos sob protectorado. Isso não é tecnicamente correcto. E, se fosse verdadeiro, seria ainda pior.

O meu professor de direito internacional público ensinou-me que o protectorado é uma situação de acordo entre estados soberanos, em que o «protegido» perde para o «protector» a direcção das suas relações internacionais e de defesa, ficando subordinado à sua esfera, mas mantém instituições próprias e governo interno. Ora, poderíamos dizer que a situação de Portugal é exactamente ao contrário, pois fomos intervencionados não por um Exército, mas pelo Orçamento: aquilo em que mantemos soberania e liberdade são a política externa e de defesa, embora no quadro dos sistemas de alianças a que pertencemos; e onde estamos diminuídos na nossa soberania é exactamente em todas as áreas de governo interno, por isso que brutalmente condicionadas pelos constrangimentos orçamentais do grande devedor fragilizado em que Portugal se tornou.

É errado excitarmo-nos com paralelos com 1640, como se a situação actual do país fosse um outro 1580. Não é. Nós não fomos invadidos, nem estamos ocupados. Não houve nenhuma questão sucessória que nos pusesse sob tutela. Não houve nenhuma batalha que, ao perdê-la, nos submetesse. A troika não é a Duquesa de Mântua e, se está cá, é porque a chamámos para nos socorrer da nossa insolvência.

O perigo desses paralelismos ligeiros, quando levados além do estímulo saudável ao nosso brito e à nossa vontade nacional livre, é apagarem a nossa própria responsabilidade. E, nessa medida, não ajudarem a libertar-nos, mas arrastarem a nossa decadência.

Os «invasores» que nos conduziram à difícil situação em que estamos somos nós próprios. Fomos nós mesmos que nos invadimos; fomos nós mesmos que nos colocámos neste buraco. E somos nós também que dele temos de sair.

Os nossos «invasores» são os que nos endividaram para além do tolerável: o Estado, o sistema financeiro, outros ainda. Não é boa política gritar contra estrangeiros, quando o mal está cá dentro – e temos de o superar e resolver pela reforma do Estado e reorientação da economia. Não é sensato culparmos estrangeiros em vez dos nossos maus governos, por cuja eleição só nós somos responsáveis.

Não é boa política denunciarmos um falso «protectorado» para, de facto, agirmos como um «acocorado». Na União Europeia, nós somos um Estado igual, um Estado igual a todos os outros, um parceiro de todos os demais, um pilar de uma construção comum. Não há protectorados na União Europeia: não há estados directores e Estados vassalos. O discurso lamuriento do «protectorado» impede e bloqueia aquela política europeia assertiva de que precisamos há tanto tempo: uma política para a Europa, uma política para Portugal.

O 1.º de Dezembro é o dia certo para o lembrarmos. Este dia em que reafirmamos, briosos, a Nação livre e independente dos portugueses é também o dia em que podemos afirmar, sem embaraço, nem contradição, a vontade de construirmos e defender a União Europeia como união de estados-nação, efectivamente iguais entre si, livres e independentes, solidários e coesos.

Recordo duas ideias fundamentais que temos afirmado:
  • O 1.º de Dezembro não é um dia contra ninguém; é o dia a nosso favor.
  • Este dia não é propriedade de ninguém. Este dia é de todos – é o dia mais de todos de entre todos os dias de Portugal.
Ao revigorarmos aqui, no dia de hoje, com o projecto das bandas filarmónicas e o projecto das tunas académicas, no cenário da Avenida da Liberdade, dos Restauradores e do Rossio, o carácter popular e a inspiração jovem das celebrações anuais deste «novo 1.º de Dezembro», sabemos que esta é a melhor forma de concretizarmos a absoluta determinação do nosso Movimento: «Pedimos desculpa por esta interrupção: o feriado segue dentro de momentos.»

Termino como ontem à noite:

Pedimos a Deus que nos proteja e a Portugal: que nos guarde, que nos inspire; que guarde e inspire os nossos filhos e netos por muitos séculos por diante. Olhamos o futuro com confiança.


Viva Portugal!





quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Petição Pública


Aníbal Cordeiro enviou-lhe a seguinte Petição.

Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição: «Contra o encerramento da repartição de Finanças de Grândola» no endereço
http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT71607

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.

Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação através de um email para os vossos contactos.


Obrigado.
Aníbal Cordeiro


Esta mensagem foi-lhe enviada por Aníbal Cordeiro
(anibalmgcordeiro@gmail.com),
através do serviço http://peticaopublica.com
em relação à Petição http://peticaopublica.com/?pi=PT71607




    

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Calendário das comemorações do 1.º de Dezembro



Organizado pela Sociedade Histórica
da Independência de Portugal (SHIP)

Domingo, 1 de Dezembro de 2013

09h30: Hastear da Bandeira da Restauração com Banda do Exército.
10h00: Missa cantada de Acção de Graças aos «Heróis da Restauração».
11h30: Cerimónias Oficiais de Homenagem aos Restauradores.
12h30: Assinatura do Livro de Honra da SHIP.
14h30: Desfile de Bandas Filarmónicas.
17h00: «Reviver 1640» Reconstrução histórica da actuação dramática
dos 40 conjurados.
17h45: «Arraial da Conjura» com música popular portuguesa.
18h30: «LiberTUNAS» com a presença de tunas académicas.





Gramática moderna...
«Setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito!»


(Teolinda Gersão publicou ontem este texto no Facebook)


Tempo de exames no secundário, os meus netos pedem-me ajuda para estudar português. Divertimo-nos imenso, confesso. E eu acabei por escrever a redacção que eles gostariam de escrever. As palavras são minhas, mas as ideias são todas deles. Aqui ficam, e espero que vocês também se divirtam. E depois de rirmos espero que nós, adultos, façamos alguma coisa para libertar as crianças disto.

Redacção – Declaração de Amor à Língua Portuguesa

Vou chumbar a Língua Portuguesa, quase toda a turma vai chumbar, mas a gente está tão farta que já nem se importa. As aulas de português são um massacre. A professora? Coitada, até é simpática, o que a mandam ensinar é que não se aguenta. Por exemplo, isto: No ano passado, quando se dizia «ele está em casa», «em casa» era o complemento circunstancial de lugar. Agora é o predicativo do sujeito. «O Quim está na retrete» : «na retrete» é o predicativo do sujeito, tal e qual como se disséssemos «ela é bonita». Bonita é uma característica dela, mas «na retrete» é característica dele? Meu Deus, a setôra também acha que não, mas passou a predicativo do sujeito, e agora o Quim que se dane, com a retrete colada ao rabo.

No ano passado havia complementos circunstanciais de tempo, modo, lugar etc., conforme se precisava. Mas agora desapareceram e só há o desgraçado de um «complemento oblíquo».

Julgávamos que era o simplex a funcionar: Pronto, é tudo «complemento oblíquo», já está. Simples, não é? Mas qual, não há simplex nenhum, o que há é um complicómetro a complicar tudo de uma ponta a outra: há por exemplo verbos transitivos directos e indirectos, ou directos e indirectos ao mesmo tempo, há verbos de estado e verbos de evento, e os verbos de evento podem ser instantâneos ou prolongados, almoçar por exemplo é um verbo de evento prolongado (um bom almoço deve ter aperitivos, vários pratos e muitas sobremesas). E há verbos epistémicos, perceptivos, psicológicos e outros, há o tema e o rema, e deve haver coerência e relevância do tema com o rema; há o determinante e o modificador, o determinante possessivo pode ocorrer no modificador apositivo e as locuções coordenativas podem ocorrer em locuções contínuas correlativas. Estão a ver? E isto é só o princípio. Se eu disser: Algumas árvores secaram, «algumas» é um quantificativo existencial, e a progressão temática de um texto pode ocorrer pela conversão do rema em tema do enunciado seguinte e assim sucessivamente.

No ano passado se disséssemos «O Zé não foi ao Porto», era uma frase declarativa negativa. Agora a predicação apresenta um elemento de polaridade, e o enunciado é de polaridade negativa.

No ano passado, se disséssemos «A rapariga entrou em casa. Abriu a janela», o sujeito de «abriu a janela» era ela, subentendido. Agora o sujeito é nulo. Porquê, se sabemos que continua a ser ela? Que aconteceu à pobre da rapariga? Evaporou-se no espaço?

A professora também anda aflita. Pelos vistos no ano passado ensinou coisas erradas, mas não foi culpa dela se agora mudaram tudo, embora a autora da gramática deste ano seja a mesma que fez a gramática do ano passado. Mas quem faz as gramáticas pode dizer ou desdizer o que quiser, quem chumba nos exames somos nós. É uma chatice. Ainda só estou no sétimo ano, sou bom aluno em tudo excepto em português, que odeio, vou ser cientista e astronauta, e tenho de gramar até ao 12.º ano estas coisas que me recuso a aprender, porque as acho demasiado parvas. Por exemplo, o que acham de adjectivalização deverbal e deadjectival, pronomes com valor anafórico, catafórico ou deítico, classes e subclasses do modificador, signo linguístico, hiperonímia, hiponímia, holonímia, meronímia, modalidade epistémica, apreciativa e deôntica, discurso e interdiscurso, texto, cotexto, intertexto, hipotexto, metatatexto, prototexto, macroestruturas e microestruturas textuais, implicação e implicaturas conversacionais? Pois vou ter de decorar um dicionário inteirinho de palavrões assim. Palavrões por palavrões, eu sei dos bons, dos que ajudam a cuspir a raiva. Mas estes palavrões só são para esquecer, dão um trabalhão e depois não servem para nada, é sempre a mesma tralha, para não dizer outra palavra (a começar por t, com 6 letras e a acabar em «ampa», isso mesmo, claro.)

Mas eu estou farto. Farto até de dar erros, porque me põem na frente frases cheias deles, excepto uma, para eu escolher a que está certa. Mesmo sem querer, às vezes memorizo com os olhos o que está errado, por exemplo: haviam duas flores no jardim. Ou: a gente vamos à rua. Puseram-me erros desses na frente tantas vezes que já quase me parecem certos. Deve ser por isso que os ministros também os dizem na televisão. E também já não suporto respostas de cruzinhas, parece o totoloto. Embora às vezes até se acerte ao calhas. Livros não se lê nenhum, só nos dão notícias de jornais e reportagens, ou pedaços de novelas. Estou careca de saber o que é o lead, parem de nos chatear. Nascemos curiosos e inteligentes, mas conseguem pôr-nos a detestar ler, detestar livros, detestar tudo. As redacções também são sempre sobre temas chatos, com um certo formato e um número certo de palavras. Só agora é que estou a escrever o que me apetece, porque já sei que de qualquer maneira vou ter zero. E pronto, que se lixe, acabei a redacção – agora parece que se escreve redação. O meu pai diz que é um disparate, e que o Brasil não tem culpa nenhuma, não nos quer impor a sua norma nem tem sentimentos de superioridade em relação a nós, só porque é grande e nós somos pequenos. A culpa é toda nossa, diz o meu pai, somos muito burros e julgamos que se escrevermos ação e redação nos tornamos logo do tamanho do Brasil, como se nos puséssemos em cima de sapatos altos. Mas, como os sapatos não são nossos nem nos servem, andamos por aí aos trambolhões, a entortar os pés e a manquejar. E é bem feita, para não sermos burros.

E agora é mesmo o fim. Vou deitar a gramática na retrete, e quando a setôra me perguntar: Ó João, onde está a tua gramática? Respondo: Está nula e subentendida na retrete, setôra, enfiei-a no predicativo do sujeito.

João Abelhudo, 8.º ano, setôra, sem ofensa  para si, que até é simpática.»





quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Mapa de brigadas para colheitas de sangue
da ADASCA para o ano de 2014





Caros Colegas Dadores/as de Sangue e Amigos da ADASCA!

A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, doravante designada por ADASCA, vem por este meio apresentar o mapa oficial de brigadas para colheitas de sangue a realizar no ano de 2014 no Posto Fixo da referida associação, como ainda noutros locais conforme se pode constatar.


Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro

Mapa de Brigadas para 2014

Onde posso doar sangue em Aveiro?


Janeiro

- Dia 4 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADSCA
- Dia 8 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (Domingo) das 9:00 horas às 13:00 horas (Salão de Cacia)
- Dia 18 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 22 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Fevereiro

- Dia 1 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas posto Fixo da ADASCA
- Dia 20 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas na Renault de Cacia
- Dia 26 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 28 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Março

- Dia 1 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 21 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 28 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Abril

- Dia 2 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 5 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas PT Inovação de Aveiro
- Dia 11 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 19 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 25 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 30 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Maio

- Dia 3 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 9 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 11 (Domingo) das 9:00 horas às 13:00 horas Salão de Cacia
- Dia 14 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 17 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 23 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 28 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Junho

- Dia 4 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 13 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 18 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 21 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 25 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 27 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Julho

- Dia 2 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 5 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 11 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 19 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 25 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 30 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Agosto

- Dia 2 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 6 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 8 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 13 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 22 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 27 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 30 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Setembro

- Dia 3 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 6 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 17 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 18 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Renault de Cacia
- Dia 20 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 24 (4.ª feira) das 16:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Outubro

- Dia 1 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 4 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas PT Inovação de Aveiro
- Dia 18 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 22 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 24 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 29 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20: horas Posto Fixo da ADASCA

Novembro

- Dia 1 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 5 (4-ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 9 (Domingo) das 9:00 horas às 13:00 horas Salão de Cacia
- Dia 12 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 21 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 29 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Dezembro

- Dia 3 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 6 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 17 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 20 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 31 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA



Nota: este Mapa de Brigadas está sujeito a ajustamentos, e a aprovação pelo Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra, pelo que convém solicitar informações através do
e-mail: geral@adasca.pt, ou pelo T: 964 470 432.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA


A ADASCA tudo tem feito para prestar o melhor acolhimento aos dadores de sangue, principalmente aqueles que são seus associados, que já somam um total de 3 347 num espaço de 6 anos e 9 meses de existência legal.

Tivemos em conta a dificuldade de alguns dadores se ausentarem dos seus locais de trabalho para doarem sangue, sendo alguns deles sido penalizados pelas empresas onde trabalhavam ou ainda trabalham, por falta de sensibilidade vs. consciência social dos seus encarregados ou patrões, o que não podemos deixar de lamentar, quando na verdade a Lei confere a possibilidade do dador se ausentar do seu local de trabalho para doar sangue, sem que seja penalizado, assim foi possível em articulação com CST de Coimbra a realização de colheitas de sangue em horário pós-laboral, duas 4.ª feiras das 16:00 horas às 20:00 horas, no Posto Fixo da ADASCA.

Face ao exposto, chegam-nos com frequência queixas de dadores, acusando os Centros de Saúde das suas áreas de residência de não cumprirem a Lei que consagrada a isenção das taxas moderadoras, mesmo mediante a apresentação de declarações emitidas pelos serviços administrativos, acontecendo o mesmo com a inutilização do Cartão Nacional de Dador de Sangue, uma vez que ainda não existe o equipamento necessário para proceder à sua leitura, como se os dadores fossem os culpados por essa deficiência, obrigando assim os dadores a pagarem valores que não deviam.

Finalmente, com alguma tristeza verificamos que dadores associados da ADASCA, efectuaram a sua dádiva no Posto Fixo desta, duas ou três vezes, onde lhes foi entregue o Cartão de Sócio, condição para beneficiarem dos protocolos existentes com mais de 20 empresas e, nunca mais compareceram, dirigindo-se posteriormente a outros locais para doar sangue não realizadas pela ADASCA.

É verdade que os dadores são soberanos, livres para doarem sangue onde entenderem, assim sendo, não devem procurar esta associação apenas quando lhes surgem problemas, devem na nossa opinião dirigirem-se à entidade para a qual doaram sangue. Coloca-se ainda uma questão: então não é tudo para o mesmo? É. Mas, não é tudo farinha do mesmo saco, deve haver regras e coerência nas opções vs. decisões. A ADASCA não é uma associação para desenrascar nas situações menos boas, para isso não contem connosco.

Assim, quando um colega dador/a de sangue nos contactar expondo determinado assunto, deve fazer referência do seu n.º sócio/a. O mapa que segue em anexo, pode ser impresso e exposto em espaços de acesso ao público, por forma a facilitar a informação aos interessados em doar sangue.

Nos locais indicados no referido mapa, sim, as colheitas de sangue são da responsabilidade da ADASCA, noutros não constantes, não são nossas.

Todos são BEM-VINDOS.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA

ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO?

Site:http://www.adasca.pt/

Blogger

http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/aveiro-associacao-critica-mapa-de-recolhas-de-sangue

http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/2013/11/fotorreportagem-da-colheita-de-sangue.html

Foto reportagem da colheita de sangue do dia 16 de Novembro no Posto Fixo da ADASCA

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Os meus filhos são socialistas?


Inês Teotónio Pereira

Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo em relação aos meus. E nada disto é deformação educacional, eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.

Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos. É tudo, absolutamente tudo, adquirido. Eles dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu. Deveres, não têm nenhum. Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais. Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

O segundo sintoma tem que ver com a origem desses direitos. Como aparecem esses direitos. Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco. A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos (socialistas) já não acreditam na parede, são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta.!!!!

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto. E não foi ninguém?

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras que alguém irá depois apanhar os cacos. Eles ficam de castigo é certo (mais ou menos a mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem quer mereçam quer não. São autênticos novos-ricos sem cheta. Acham que todos temos de ter o mesmo e se não dá para repartir ninguém tem. Ou comem todos ou não come nenhum. Senão vão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que a outro ou tenho o mesmo destino que Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro e tenha melhores notas, a «cultura democrática» em minha casa não permite essa diferenciação. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada, justiça, os socialistas deram-lhe o nome de justiça social.

A minha sorte é que os meus filhos crescem. Já os socialistas são crianças a vida inteira.!!!!!





domingo, 17 de novembro de 2013

Psiquiatras dos EUA: chamar à pedofilia
de «orientação sexual» foi um «erro»



A Associação Americana de Psiquiatria (APA), publicou recentemente um comunicado assegurando que considera a pedofilia como uma «orientação sexual» dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM-5) foi um «erro», que será corrigido na edição digital do livro, assim como nas próximas impressões.

No seu comunicado, com o título «erro no texto de desordem pedofílica será corrigido», a APA referiu que «a ‘orientação sexual’ não é um termo usado no critério de diagnóstico para a desordem pedofílica, e o seu uso na discussão do texto do DSM-5 é um erro e deve ler-se como ‘interesse sexual’. De facto, a APA considera a desordem pedofílica como uma ‘parafilia’ (uma separação sexual), não uma ‘orientação sexual’».

«Este erro será corrigido na versão electrónica do DSM-5 e na próxima impressão do manual», acrescentou a associação de psiquiatras americanos.

Entretanto, Mat Staver, presidente e fundador do Liberty Counsel dos Estados Unidos, uma organização defensora da liberdade religiosa, da santidade da vida e da família, expressou a sua desconfiança relativamente ao facto de se tratar de um erro.

Staver recordou que a APA, ao apresentar o seu manual assegurou que este marcava «o fim de uma viagem de mais de uma década revisando os critérios para o diagnóstico e classificação das desordens mentais».

«Claramente, reclassificar-se a pedofilia foi um mero ‘erro’, teria sido detectado na ‘viagem da década’», advertiu o líder pró-família.

Mat Staver advertiu que «quer se classifique como uma ‘orientação sexual’ ou como um ‘interesse sexual’, qualquer esforço para tornar a pedofilia legítima dará aos pederastas todos os argumentos que precisam para remover as leis da idade de consentimento, e assim as crianças irão sofrer».

O Liberty Counsel qualificou de «não científicas» as mudanças realizadas nas diversas edições do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM).

«Na terceira edição do DSM, a APA disse que aquele que actua segundo a própria atracção sexual pelas crianças é um pedófilo», recordou a organização defensora da família, referindo que para a quarta edição do manual psiquiátrico mudou «o critério, dizendo que a pedofilia era uma desordem só ‘se causasse um mal-estar clinicamente significativo ou deterioração nas áreas sociais, ocupacionais ou outras importantes do funcionamento’».

Para o Liberty Counsel, depois dos dez anos que levou a desenvolver este novo manual psiquiátrico «é difícil aceitar que a sua publicação tenha sido um equívoco ou um engano».

«É mais provável que o protesto público tenha ocasionado o recente comunicado de imprensa da APA», acrescentou a organização.

Mat Staver advertiu que a Associação Americana de Psiquiatria «perdeu a credibilidade com este último disparate sobre a classificação para a pedofilia. A APA viu-se associada a uma agenda política. É difícil ver a APA de outra forma».

«As implicações de reclassificar a lei natural, seja para o matrimónio invertido ou para as relações adulto-crianças, são de longo alcance», indicou.





quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Edite Estrela, a euro-deputada
que mais valia estar quieta


João Silveira

Edite Estrela é a autora dum relatório que, caso tivesse sido aprovado no hemiciclo do Parlamento Europeu, teria que ser levado à prática na União Europeia. As medidas passavam por:

– legalizar o aborto em todos os países (estariam sobre ataque cerrado os poucos países onde o aborto não é legal);

– acabar com a ideia de que os pais são os primeiros educadores e não o Estado;

– educação sexual obrigatória em todas as escolas (falar de masturbação a crianças dos 0 aos 4 anos, por exemplo);

– o fim da objecção de consciência por parte dos médicos, que passariam a ser obrigados, a bem ou a mal, a fazer abortos, mesmo sabendo que estavam a matar crianças indefesas.

Rapidamente surgiu uma movimentação de cidadãos europeus indignados com tudo isto (o que raramente acontece). O resultado foi o melhor possivel, e o estudo foi remetido à precedência.

Perante esta derrota, diz Edite (que quer ser uma estrela):

«Houve aqui uma grande mobilização das forças mais conservadoras, dentro e fora do Parlamento. Recorreram a todos os meios para que este relatório não fosse aprovado. É preciso saber que são forças que se estão a mobilizar: mobilizaram-se em França, e estão a mobilizar-se em vários países, para que haja retrocessos na legislação. Apelo aos cidadãos esclarecidos e progressistas que não se abstenham e que votem, porque o que se decide no Parlamento Europeu tem consequências ao nível da legislação nacional e da vida de cada pessoa.»

Nisto a euro-deputada tem toda a razão, o que eles decidem por lá afecta-nos por cá. Obrigado a todos os que ajudaram nesta vitória. Até breve!





segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O Negacionismo já não é o que era…


Agora vou viver para uma prisão...

Bem-vindos à França do século XXI, onde recusar oficializar um «casamento» entre pessoas do mesmo sexo por objecção de consciência o pode levar à cadeia.


Os bispos europeus pedem às Nações Unidas que protejam melhor as minorias religiosas no mundo.


A definição de «negacionismo» do holocausto foi alterada para se tornar mais abrangente. Dizer que o holocausto aconteceu mas que a culpa foi dos judeus passa a ser condenado também, e não só.


Por falar em Holocausto, Randall Smith convida-nos a pensar o que faríamos se alguém nos apontasse uma arma à cabeça e ordenasse a matar um judeu. Neste artigo do The Catholic Thing, Smith argumenta que a nossa resposta ajuda-nos a tornar o tipo de pessoa que gostaríamos de ser.


Por fim, não deixem de ler este obituário no The Daily Telegraph sobre uma freira com uma história de vida muito, muito invulgar!