quarta-feira, 9 de outubro de 2013

A estrutura moral da pedofilia
(e outros abusos)


Anthony Esolen

Na América contemporânea a condenação da pedofilia tem por base as emoções e não o raciocínio moral. Não há quem consiga explicar porque é que a pedofilia é uma coisa tão vil e, ao mesmo tempo, sustentar o primeiro mandamento da revolução sexual: Satisfazei os vossos desejos.

A estrutura moral da pedofilia é tão simples como isto: o bem-estar das crianças subordina-se à satisfação sexual dos adultos.

Jerry Sandusky, ex-coordenador defensivo da equipa de futebol Americano Penn State, criou uma IPSS chamada The Second Mile, para crianças, a maior parte das quais sem pais, que viviam em lares difíceis. Não se sabe se o fez com a intenção de atrair os rapazes para uma armadilha, mas a realidade acabou por ser essa, de acordo com o testemunho de homens que recordaram, com vergonha e nojo, a forma como foram iniciados à sodomia.

Raymond Lahey, o bispo católico emérito de Antigonish, foi detido no aeroporto de Otava depois de o seu computador ter sido verificado no aeroporto. Continha fotografias de rapazes nus. Humilhado, Lahey resignou. A imprensa canadiana tentou esconder o sexo das crianças e suprimiu a informação sobre os destinos exóticos para os quais o bispo costumava viajar. Não se deve perscrutar com demasiada atenção as agências de viagens que ganham bom dinheiro a transportar homens para locais como a Tailândia, que está cheia de rapazes prostitutos. E raparigas também; ao que parece a Tailândia é também um local de eleição para homens de negócios coreanos.

Devíamos agradecer o facto de os Sanduskys e Laheys ainda serem considerados monstruosos. Mas na América contemporânea essa condenação assenta nas emoções e não no raciocínio moral. Não há quem consiga explicar porque é que a pedofilia é uma coisa tão vil e, ao mesmo tempo, sustentar o primeiro mandamento da revolução sexual: Satisfazei os vossos desejos.

Pode-se argumentar que os rapazes eram demasiado novos para dar verdadeiro consentimento. Foram enganados. Isso pode ser verdade para os miúdos no Pennsylvania, mas não dos meninos de rua de Banguecoque. Mas o horror, o nojo, não se coaduna com alguém que tenha simplesmente sido enganado. Se alguém engana um rapaz, vendendo-lhe um pedaço de carvão por 50 euros, o rapaz, mais tarde, olhará para trás com irritação e desprezo pela pessoa que o enganou, mas não com horror. A vergonha das vítimas de Sandusky não deriva do facto de terem sido enganados, mas do acto que foram obrigados a praticar.

Para além disso, o facto de as crianças não poderem dar verdadeiramente consentimento não é, por si, moralmente decisivo. Obrigamos as crianças a fazer uma série de coisas para o seu bem – ou para o que dizemos ser o seu bem. Uma professora de escola pública em Toronto elaborou uma série de aulas em que se pede às crianças que imaginem usar roupas apropriadas para o sexo oposto. Foi louvada, não pelos pais desconfiados, mas pela direcção, que insiste que os professores são «co-pais». O que ela está a fazer, como é evidente, é sujeitar crianças ingénuas a um exercício que promove os seus próprios objectivos sexuais.

O que enoja as pessoas não é como Sandusky e Lahey fizeram o que fizeram, nem as circunstâncias em que tal aconteceu. É o que eles fizeram – mas parece que ninguém o quer reconhecer.

A razão pela relutância torna-se clara se tivermos em conta a estrutura moral da pedofilia. A satisfação sexual é que vale. Graças a Deus que por agora não existem muitos homens sexualmente atraídos por crianças. Neste caso, levantamos a voz pelas crianças. Mas é o único.

Se alterássemos a questão, e em vez de perguntarmos quantas pessoas já abusaram sexualmente de crianças, perguntássemos quantas pessoas já fizeram coisas de natureza sexual que resultaram no sofrimento de crianças, então talvez chegássemos à conclusão que a única coisa que separa milhões de pessoas de Jerry Sandusky é a inclinação. Tudo o que outrora foi considerado uma aberração sexual é, hoje em dia, aplaudido. Tudo, sem excepção, tem servido para ferir crianças, e muito.

Podemos apontar o dedo ao divórcio. A não ser que seja necessário para tirar do caminho do perigo físico e moral um dos adultos e as crianças, então devemos adoptar a sabedoria antiga em relação ao divórcio. Os pais dirão: «Os meus filhos nunca serão felizes a não ser que eu seja feliz», mas não deviam carregar as suas almas com tamanho narcisismo. As crianças precisam de pais que as amam, não de pais que sejam felizes; são demasiado novas para que se lhes peça que dêem a vida por outra pessoa. Não cabe aos filhos sofrer para benefícios dos pais, antes cabe aos pais suportar, tirar o melhor proveito de uma situação má, engolir o orgulho e dobrar o joelho para bem do filho.

Podemos apontar os filhos nascidos fora do casamento. A criança tem direito a mais do que entrar num quarto decorado com presentes. Ela deve entrar num mundo humano, numa história, num povo. Devia poder nascer numa família com mãe e pai, entre tios e tias, primos e avós, com longas raízes, cheia de histórias interligadas, com a sua reflectida em todos esses espelhos de relação, para não falar nos seus olhos, o seu cabelo, os talentos na ponta dos dedos e a esperteza da sua mente. Esta pertença a um mundo grande e fiável apenas pode ser assegurada no contexto do amor permanente da sua mãe e do seu pai, declarada por uma promessa, diante da comunidade e diante daquele em quem não existe sombra de mudança.

A maioria dos pais fica reticente quando chega a altura de falar de sexo aos seus filhos. Essa reticência é justa e natural, como é o baixar do tom de voz de um homem quando conduz o seu filho a um lugar sagrado, o túmulo do seu avô que morreu na guerra, ou a pequena e antiga casa onde nasceu a sua avó. O sexo não é uma questão de mecânica. Os pais devem falar do amor que o gerou, e por isso o sexo é também sobre o passado, o presente e o futuro, e sobre todos os que partilham essa grande rede familiar de geração e de amor.

Mas depois entrou em cena a Planned Predators, com a sua multidão de – que lhes havemos de chamar? O que lhes chamaríamos se não tivessem «credenciais» e títulos antes dos nomes? O que chamaríamos ao velho que vive no fundo da rua, que gosta de mostrar fotografias de pessoas a masturbarem-se a criancinhas, enquanto se ri e tosse? Creio que o termo técnico é «depravado». Mas lá entrou em cena a Planned Predators, com os seus depravados, entusiasmadamente a introduzir as crianças às maravilhas do sexo sem sentido, com bonecos de pénis e vaginas falantes, desenhos de uma menina dobrada a inspeccionar o seu ânus ao espelho, ou de um menino no quarto a abusar de si mesmo.

Estaremos a ser injustos? Algumas pessoas gostam de ter as suas aventuras sexuais, mas são suficientemente discretas para as manter afastadas das crianças; não que o consigam sempre, mas pelo menos na sua hipocrisia pagam o tributo do vício à virtude. Mas a Planned Predators não acredita nesse tributo. Há pedófilos do corpo e pedófilos da alma. A Planned Predators alista, alegremente, os últimos nas suas fileiras.

Perguntamos como é que Sandusky conseguiu fazer o que fez durante tanto tempo, sem ser apanhado pelos pais. Pois bem, o abusador separa a criança dos seus pais. «Este é o nosso segredo», diz o depravado. «Não contes aos teus pais», sibila o lagarto. «Eles não vão perceber». «Os teus pais têm-te tratado mal», sussurra a cobra. «Os teus pais são antiquados. Os teus pais são egoístas. Os teus pais têm a sua própria agenda. Não tens de te submeter aos teus pais. Podes ser a tua própria pessoa», denuncia a doninha, querendo dizer: Submete-te a mim.

Essa é a mesma estratégia utilizada pelos pederastas espirituis credenciados. Os pais são o inimigo. Os pais são mantidos à distância. Os pais são demasiado obscurantistas para saber o que é melhor. Os pais – mesmo os pais esporadicamente responsáveis que a nossa geração produziu – não podem saber quão felizes são os que são sexualmente livres.

Começamos então a questionar se o que conta não é o mal infligido sobre a criança mas, neste mundo em que a publicidade é confundida com verdade, a forma com que se reveste, ou a classe a que pertence o destruidor de infância. Para quem não pensa na essência das coisas, é difícil julgar acções e não actores.

Daí que o velho treinador de futebol é justamente condenado por abusar dos seus desportistas, mas o Jimmy Saville, menino bonito da BBC, exibe a sua imoralidade durante anos, perante as brincadeiras de jornalistas que se recusam a divulgar o que sabem. Daí que Kermit Gosnell, um homem com os valores morais de Josef Mengele mas sem o mesmo jeito médico se espanta ao descobrir que muitos imoralistas exprimem agora repulsa por ele ter transformado o aborto em algo mais que uma fonte de rendimentos: um hobby, um tesouro de pedaços desmembrados, decepados dos seus donos ao som de tesouradas.

Afinal de contas, como é que aquilo que ele faz aos bebés difere em mais do que estilo daquilo que a aprumada médica feminista faz na zona mais chique da cidade? Ele ri-se enquanto trabalha, ela adopta o ar sério de um soldado no exército da igualdade, a cumprir o seu dever, e a ganhar dinheiro enquanto o faz.

E a mãe que vive de subsídios, quando perde a cabeça, chega o cinto ao couro do rapaz que já tem tamanho para a atirar ao chão, com os seus dedos manchados de tabaco e a voz rouca de cansaço. Mas a sofisticada «mãe solteira», com o seu curso em Estudos Femininos de Wellesley, a viver na zona chique de Boston, veste a sua filha como se fosse assexuada e ignora quando a criança suplica para ser tratada como uma menina normal. Para ela não haverá pena de prisão, mas antes uma data para dar uma conferência na biblioteca local uma semana depois da sua amiga que vai falar sobre a crueldade de se tratar cães como se não fossem cães e uma semana antes de outra amiga falar sobrem os benefícios do trigo sem glúten e ovos sem gema.

John Williamson, confesso adepto do swing e dono de uma gigantesca colónia para nudistas e adúlteros recebe da imprensa nacional um obituário digno de um grande artista e inventor, e ninguém pára para pensar quantas vidas de crianças foram eliminadas ou tornadas miseráveis pelas perversões dos seus pais; mas o Papa emérito Bento XVI, o calmo e sereno professor de moral que até há pouco tempo limitava-se a ser aturado por todos, cujo único pecado foi chamar pecado ao pecado, apenas pode desejar ser tratado com neutralidade aborrecida, ou até inimizade respeitosa. Estilo, homem, estilo.


(Tradução de Filipe Avillez)





terça-feira, 8 de outubro de 2013

Amílcar Soares enviou-lhe a seguinte Petição


Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição: «Petição pela desvinculação de Portugal ao 'Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990' (AO90)» no endereço http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=DPAO2013

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.

Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação através de um email para os vossos contactos.


Obrigado.
Amílcar Soares


Esta mensagem foi-lhe enviada por Amílcar Soares (a25soares@gmail.com), através do serviço http://peticaopublica.com em relação à Petição http://peticaopublica.com/?pi=DPAO2013





segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Por acaso sabem qual foi verdadeiramente
o consumo de electricidade numa factura
que pagam de 116,00 € ?!
vejam a discriminação no quadro abaixo…
e pasmem !


Descriminação
Taxa
Importância
CUSTO EFECTIVO DA ELECTRICIDADE CONSUMIDA

34,00
Taxa RDP e RTP
7%
6.80
Harmonização tarifária dos Açores e da Madeira
3%
1,60
Rendas por passagem de cabos de alta tensão para municípios e autarquias.
10%
5,40
Compensar de operadores – EDP, Tejo Energia e Turbo Gás
30%
16,10
Investimento em energias renováveis
50%
26,70
Custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência e da ERSE
7%
3,70
Soma

94,30
IVA
23%
21,70
Total

116,00

Acham que a electricidade está cara?…

Este poste deve ser repassado ao máximo para toda a gente ficar a conhecer o roubo que nos é feito na factura da EDP!!!

O que pagamos na factura da electricidade…

Permaneçam sentados para não caírem:

— 7% de taxa para a RDP e RTP (para que Malatos, Jorge Gabrieis, Catarinas Furtados e outras que tais possam receber 17.000 e mais €/mês);

— 3% são a harmonização tarifaria para os Açores e Madeira, ou seja, é um esforço que o país (todos nós) fazemos pela insularidade, dos madeirenses e açorianos, para que estes tenham electricidade mais barata. Isto é, nós já pagámos durante 2011, 75 M € para aqueles ilhéus terem a electricidade mais barata!

— 10% para rendas aos municípios e autarquias. Mas que m... vem a ser esta renda? Eu explico: a EDP (todos nós) pagamos aos municípios e autarquias uma renda sobre os terrenos, por onde passam os cabos de alta tensão. Isto é, todos nós, já pagámos durante 2011, 250 M € aos municípios e autarquias por aquela renda.

— 30% para compensação aos operadores. Ou seja, todos nós, já pagámos em 2011, 750 M € para a EDP, Tejo Energia e Turbo Gás.

— 50% para o investimento nas energias renováveis. Aqueles incentivos que o Sócrates deu para o investimento nas energias renováveis e que depois era descontado no IRS, também o pagamos. Ou seja, mais uns 1.250 M €.

— 7% de outros custos incluídos na tarifa, ou sejam 175 M €. Que custos são estes? São custos de funcionamento da Autoridade da Concorrência, custos de funcionamento da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Eléctricos), planos de promoção do desempenho ambiental da responsabilidade da ESE e planos de promoção e eficiência no consumo, também da responsabilidade da ERSE.





sábado, 5 de outubro de 2013

Barrilla la pasta della famiglia!!!

Guido Barilla
Presidente da fabricante italiana de massas
Mais uma vítima da horda invertida: Guido Barilla comunicou que a sua marca jamais faria um anúncio com invertidos porque para ele a família é apenas  composta por um homem, uma mulher e filhos. Foi o suficiente para a vigilância invertida lhe cair em cima como carniceiros e ameaçar boicotar a marca... Francamente! A Barilla só teria prejuízo se os invertidos (e simpatizantes) fossem maioria ou uma minoria «maior» do que são!!! De qualquer forma, essa vigilância do pensamento e da opinião deve ter um fim, porque um dia é a caça e outro... do caçador! Se eles acham que os NORMAIS («heterosexuais» é um termo errado vindo da cabeça perturbada deles) vão ficar calados muito tempo... enganam-se! Basta ver a reacção dos italianos à perseguição dos invertidos, no Twitter e no Facebook!!! Abaixo a notícia, trazida pelos amigos do Annales Historiæ.

Na minha casa nunca falta Barilla... e agora vai ter ainda mais, visto que os invertidos não vão comprar mais. Nunca mais... rsrs Melhor para nós! Viva a Barilla! Viva a FAMÍLIA!!!

A minha mensagem, está em todos os canais de comunicação da Barilla:

I miei auguri e della mia famiglia a Guido Barilla per osare dire la verità! La famiglia é la famiglia! Basta di dittatura invertida. Non c'era manco bisogno di scusarsi, perchè non ha detto nulla di straordinario o scandaloso. Bravissimo!!! I nostri applausi!!!!

Famiglia d'Amore

Além dos invertidos, as feministas também se «irritaram» porque Guido salientou que na (verdadeira) família a mulher tem um papel fundamental! Li muitos comentários irados de mulheres reclamando contra os trabalhos domésticos, como uma coisa desonrosa. Não deve ser desonroso ter uma série infinita de homens entrando e saindo das suas camas, filhos com este e com aquele, um trabalho humilhante, recebendo ordens do patrão fora de casa para se recusar a ter um marido a quem obedecer dentro de casa!

Os média – como era de se esperar – ficaram do lado dos invertidos. Há!!!, grande medo dos selvagens!!! Quem ousa enfrentar os invertidos????? A Barilla ousou... É verdade que saiu com um comunicado pedindo desculpas por ter ferido suscetibilidades... mas não voltou atrás nem uma vírgula. Até porque no 1.º comunicado não havia nada de ofensivo, bem pelo contrário.

Viva a diferença! Viva a família como Deus a fez! Viva a Verdade! Viva Cristo Rei!
Quando formos ao supermercado, já temos uma marca de macarrão pró-família

Fonte: Nouvelles de France – Tradução: Annales Historiae – Guido Barilla, o neto do fundador e presidente da Barilla, declarou na quarta-feira, 25 de Setembro, na estação italiana Rádio 24:

«Para nós, a noção de família é sagrada, e é um dos valores fundamentais da empresa. [...] Não faremos anúncios (com invertidos), não por falta de consideração pelos invertidos, que têm o direito de fazer o que eles querem, e felizmente, aliás [...] mas porque não pensamos a família como eles, pensamos antes que a família à qual nos dirigimos é a família clássica. Na qual a mulher [...] tem um papel fundamental [...].»

E conclui-se que «se isso não convêm a alguns, eles têm que comer somente outras massas».

Na próxima vez que eu for ao supermercado, eu encho o meu carrinho de massas Barilla! Vocês também?

Adenda: Segundo informações do blogue Le Salon Beige, Guido pediu desculpas por ter atingido a sensibilidade de algumas pessoas. O pedido de desculpas veio depois de uma onda de «protestos» nas redes sociais. Eis mais uma vítima da ditadura invertida.

Porém, nada indica que ele tenha voltado atrás na sua opinião sobre a família e sobre os seus anúncios.

Fonte:

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Cartoon Network
tira Tom & Jerry do ar
por ser politicamente incorrecto


A onda do politicamente correcto vai tirando poder aos pais, injectando ideologias pacifistas na mente dos nossos filhos.

Depois de divertir crianças (e adultos) das mais diversas gerações, o desenho animado Tom & Jerry foi considerado politicamente incorrecto pelo canal pago Cartoon Network, dono dos direitos de exibição da animação no Brasil, e deixará de ser exibido.

São 27 episódios retirados do ar devido ao conteúdo violento das surras aplicadas pelo gato no rato. Segundo o canal, a famosa dupla pode ser considerada como péssimo exemplo para a criançada...

O desenho foi criado em 1940 pela dupla Joseph Barbera e William Hanna.





terça-feira, 1 de outubro de 2013

Menino de 6 anos «obtém» autorização
na Argentina, com interferência
de Cristina Kirchner, para tornar-se «menina».
É o «bebé de Rosemary» do sindicalismo invertido
e dos politicamente correctos e fascistoides


Reinaldo Azevedo
Cheguei a achar que o adiantado da hora — passam das 6 da manhã — estava provocando alguma alucinação em mim e que não estava lendo o que estou lendo. Mas estou. Eu e todas as pessoas que eventualmente abordam a questão com sensatez distinguimos invertidos de gayzismo; invertidos de militância sindical. De um lado, estão indivíduos; do outro, prosélitos. Os primeiros, como toda gente, têm limites; os outros, como quaisquer fanáticos, não. Atenção! A Argentina, com a intervenção de Cristina Kirchner, acaba de admitir a existência, lá vai, da primeira «criança transgénero» do país. É isso mesmo: um garoto de seis (6!!!) anos chamado «Manuel» teve o nome oficialmente trocado por «Luana». A família está sendo assessorada por psicólogos (há mais psicólogos e psicanalistas na Argentina, acho, do que fãs do Messi) e, claro!, por entidades de defesa dos direitos dos invertidos.

É isto mesmo: essa gente toda, agora com o apoio do governo, está a dizer que uma criança de seis anos já tem discernimento para decidir que não quer ser menino, como nasceu, mas menina. Segundo a mãe, quando ele tinha 18 meses, balbuciou: «Eu, sou menina, eu sou princesa». E ninguém vai internar esta louca! Com que então, com um ano e meio, o seu bebê já se sentia uma… princesa!

Leiam resumo de reportagem de Lígia Mesquita, na Folha.

Volto em seguida. Lulu, aos seis anos, ainda surpreende os adultos que convivem com ela. Recentemente, falou com naturalidade para uma psicóloga: «Sei que não vai sair nenhum bebé da minha barriga e que eu não vou ter peito». E agora ela também sabe que o seu antigo nome, Manuel, ficará somente como uma lembrança do passado. E que, em breve, passará a ser Luana, o nome que escolheu há dois anos. Os pais da garotinha argentina conseguiram autorização do governo de Buenos Aires para que a filha trocasse a sua identidade no DNI, o RG da Argentina. Ela será a primeira criança transgénero a obter esse feito no país. Mas não foi fácil. Em Dezembro de 2012, o delegado estatal responsável pelos registos tinha negado a solicitação. A mãe de Lulu, Gabriela (ela não revela o sobrenome), decidiu então escrever uma carta à presidente Cristina Kirchner contando a história. A Presidência recebeu a mensagem e encaminhou o caso para a Senaf (Secretaria Nacional da Criança, Adolescente e Família).

Na segunda-feira, o delegado enviou uma carta ao governador de Buenos Aires, Daniel Scioli, e em dois dias autorizaram o novo registo. A família de Lulu mora na Grande Buenos Aires. «O DNI é como um espelho. Se uma pessoa não se identifica ali, isso não é bom. Foi uma luta importante que vencemos», afirma à Folha um dos psicólogos da criança, Alfredo Grande. Para César Cigliutti, presidente da (Comunidade Invertida Argentina), a conquista de Luana é «emocionante». «É algo histórico conseguir um novo registo sem que tenha sido necessário recorrer à Justiça», diz. A entidade de direitos dos invertidos assessora a família de Lulu com tratamento psicológico e prestou acompanhamento jurídico no processo da nova identidade. Segundo Cigliutti, o governo aceitou o uso da Lei de Identidade de Género para promover a mudança, já que a legislação não define nenhuma idade para o reconhecimento de um transgénero. A psicóloga Valéria Paván, que também atende Lulu há dois anos, afirma à Folha que não foi preciso apresentar nenhuma avaliação psicológica da paciente. «Justamente porque essa lei procura a despatologização dessa questão».
(…)

Voltei

Veja. Há uma diferença gigantesca entre pessoas que lutam por direitos — e é legítimo que procurem ser felizes sendo o que são — e um movimento que se quer impor como uma cultura alternativa, ultrapassando todos os limites do bom senso e da razão. O que se vê no caso deste menino — E NÃO MENINA! — é um escândalo e uma violência, promovidos por uma família certamente desajustada e por militantes. Como pode testar qualquer especialista — com a provável excepção desses que assessoram os pais de Manuel —, uma criança de seis anos não tem ainda condições de fazer essa escolha. Pior: o garoto tem um irmão gémeo, o que certamente complica enormemente a identidade.

Qualquer objecção ao sindicalismo invertido é logo tachada pelos bocas de latrina de «homofobia», que é a forma clássica que têm os autoritários de tentar silenciar qualquer crítica. É bom não esquecer que, por aqui, o Ministério da Educação havia incluído, naquele famigerado kit, um caça-palavras para crianças (IV série) em que se mandava procurar o nome da pessoa que não está satisfeita com os seus genitais…

Seis anos! Se esse garoto se dissesse, sei lá, o Pikachu, então ele seria um Pikachu? Caso se considerasse um gato, cachorro ou papagaio, deveria ser tratado como tal? Caso se sentisse o Homem Aranha ou a Cinderela, assim seria? Igualmente encantador é saber que, na Argentina de Cristina Kirchner, uma decisão desta gravidade nem precisa de autorização da Justiça. Pode ser tomada na esfera administrativa. César Cigliutti, presidente da (Comunidade Invertida Argentina), acha isso «emocionante». E avança: «É algo histórico conseguir um novo registo sem que tenha sido necessário recorrer à Justiça». Em ditaduras, a Justiça costuma ser mesmo uma burrice. Cigliutti acha isso bom.

Sei que a história é asquerosa, mas não assustem o Caetano Veloso com comentários muito duros. Indivíduos invertidos, insisto, não têm nada com isso, e é evidente que os sensatos, como os heterosexuais igualmente sensatos, devem estar apavorados. Essa criança é vítima de uma família irresponsável, de militantes irresponsáveis, de psicólogos irresponsáveis e do governo de uma senhora não menos irresponsável.

É, pobrezinho!, o bebé de Rosemary do sindicalismo invertido e da era politicamente correcta e fascistoide.







segunda-feira, 30 de setembro de 2013

D. Ilídio Leandro apoia a petição europeia
«Um de Nós», contra destruição
de embriões humanos


O bispo de Viseu manifestou o seu apoio à petição europeia «Um de Nós», pelo fim do financiamento de acções que destruam embriões humanos, para «dar voz a quem queira gritar pelo valor, respeito e defesa da vida».








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sábado, 28 de setembro de 2013

Cai um símbolo invertido?

Austin Ruse

A ONU e outros responsáveis por políticas públicas notaram que os pais de Matthew Shepard tornaram-se os principais porta-vozes dos direitos dos invertidos no mundo inteiro.

Eles apareceram na ONU e recentemente fizeram também uma tournée em várias capitais da Europa com o patrocínio do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que fizeram dos direitos LBGT o foco prioritário da política externa americana.

Matthew Shepard era um jovem que foi brutalmente assassinado em Outubro de 1998. Quase que a atenção do mundo inteiro se voltou imediatamente para a especulação de que os assassinos de Shepard o torturaram e mataram por ódio de ele ser invertido. Os assassinos amarraram-no a uma cerca nos arredores da cidade de Laramie, Wyoming, e a sua morte foi comparada à crucificação de Jesus Cristo.


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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Que referências morais da escola «democrática»?


Heduíno Gomes

(A propósito da professora porno de Mértola e dos seus chefes muito «compreensivos»)

Antigamente, ser professora – e professor – constituía uma referência moral. Com a chamada «democratização do ensino», na escola tudo foi «democratizado» e lá se vai a referência...

Alguns professores e professoras perderam a compostura e daí também a sua autoridade moral. Vestuário chunga, despudor chunga (passo o pleonasmo), cabeleira chunga, linguagem chunga, higiene chunga, postura chunga, «educação sexual» chunga. E ainda, por vezes, com umas passas à mistura.


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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Para ti, que és um amante da língua portuguesa!


Sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

há anos atrás  –  professores catedráticos a falar assim!


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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

2 princípios + 4 objectivos
do novo Ministro dos Assuntos Sociais
da Austrália


As suas propostas baseiam-se em  dois princípios:
  • Primeiro, as políticas públicas devem proteger e promover o casamento e a família,
  • e, em segundo lugar, sempre que possível, as políticas públicas devem actuar através das organizações familiares e da comunidade, em vez de as substituir.
Para desenvolver essa política, Andrews apresenta  4 objectivos  políticos:

1.  Os estados devem ter uma política explícita para o casamento e a família.

2.   Devem procurar, no mínimo, garantir uma taxa de natalidade que permita a renovação de gerações.

3.   A política nacional deve afirmar o ideal da solidez conjugal e afirmar o casamento como o clima ideal para a educação dos filhos.

4.   A política deve valorizar a estabilidade da família e reforçar a responsabilidade pessoal e inter-geracional.





quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Professora primária faz vídeo pornográfico
na sala de aula


Pedro Rainho, Jornal i, 11 Setembro 2013

Agrupamento de escolas reúne-se hoje para discutir caso e encontrar soluções. Docente terá sido surpreendida por aluno durante gravação.

Uma professora do ensino primário do agrupamento de escolas de Mértola terá gravado vídeos de teor sexual na sala onde dá aulas a alunos entre os seis e os nove anos. As imagens foram postas a circular na internet e entre os habitantes da região, deixando as mães dos actuais alunos «chocadíssimas» com a situação. Ontem a direcção da escola foi confrontada com o caso por uma das encarregadas de educação, mas optou por referir-se ao assunto como sendo da vida privada da docente. Os pais dos alunos já apresentaram queixa na câmara municipal e no agrupamento de escolas.

O caso já vinha sendo abordado há algumas semanas, de forma discreta, entre os habitantes da pequena localidade onde a professora dá aulas e na própria cidade alentejana de Mértola. Um dos vídeos – onde a docente se despe, se exibe e se toca para a câmara num espaço identificado pelos pais como o da sala de aula das crianças – foi visto por mães, colegas e habitantes.

Ontem, na habitual reunião de abertura do ano lectivo, o assunto foi oficialmente posto em cima da mesa. Na sala estavam a professora em causa, duas outras professoras em representação da direcção da escola, uma vereadora da autarquia e cerca de seis encarregados de educação. Uma das mães mostrou um outro vídeo – que não o da sala de aula, porque esse foi entretanto bloqueado pelos administradores da página com conteúdos para adultos –, mas a direcção limitou-se a dizer que não havia razões para se abordar o assunto porque se tratava de matéria da «vida privada» da professora.

Uma das primeiras pessoas que tiveram acesso às imagens disse ao i que a docente fazia «vídeos para venda em sites pornográficos» nos intervalos das aulas e fora do período lectivo, mas um dos alunos terá, pelo menos por uma ocasião, surpreendido a professora nas gravações, durante as quais recebia dinheiro em troco de poses e actuações para a câmara, para que era paga em função daquilo que aceitasse apresentar.

Ainda hoje, os responsáveis do agrupamento deverão reunir-se para discutir este assunto, depois de na Segunda-Feira ter chegado à Câmara de Mértola uma denúncia assinada por vários pais. Na autarquia, segundo disse ao i fonte que acompanhou o processo, o sentimento era de «nojo e repugnância» em relação a este caso.

Contactada pelo i, a professora negou sempre qualquer participação nas gravações, atribuindo a situação a casos de «inveja» na localidade. «Nunca fiz isto numa sala de aulas, é uma montagem. As pessoas viram um vídeo em que posso não ser, não sou eu – é uma sósia minha – e começaram a difamar-me. Tenho tido uma vida sempre íntegra e sempre muito correcta e agora vêm difamar-me por causa disto», acusou a docente, avisando já ter contactado a Polícia Judiciária (PJ).

A advogada que representa a docente contactou o i dizendo que a PJ teria «em curso uma investigação para saber a origem do vídeo» e com uma exigência: «Estou a ligar-lhe para que não publique esta história», disse Maria Manuel Sebastião.