terça-feira, 1 de outubro de 2013

Menino de 6 anos «obtém» autorização
na Argentina, com interferência
de Cristina Kirchner, para tornar-se «menina».
É o «bebé de Rosemary» do sindicalismo invertido
e dos politicamente correctos e fascistoides


Reinaldo Azevedo
Cheguei a achar que o adiantado da hora — passam das 6 da manhã — estava provocando alguma alucinação em mim e que não estava lendo o que estou lendo. Mas estou. Eu e todas as pessoas que eventualmente abordam a questão com sensatez distinguimos invertidos de gayzismo; invertidos de militância sindical. De um lado, estão indivíduos; do outro, prosélitos. Os primeiros, como toda gente, têm limites; os outros, como quaisquer fanáticos, não. Atenção! A Argentina, com a intervenção de Cristina Kirchner, acaba de admitir a existência, lá vai, da primeira «criança transgénero» do país. É isso mesmo: um garoto de seis (6!!!) anos chamado «Manuel» teve o nome oficialmente trocado por «Luana». A família está sendo assessorada por psicólogos (há mais psicólogos e psicanalistas na Argentina, acho, do que fãs do Messi) e, claro!, por entidades de defesa dos direitos dos invertidos.

É isto mesmo: essa gente toda, agora com o apoio do governo, está a dizer que uma criança de seis anos já tem discernimento para decidir que não quer ser menino, como nasceu, mas menina. Segundo a mãe, quando ele tinha 18 meses, balbuciou: «Eu, sou menina, eu sou princesa». E ninguém vai internar esta louca! Com que então, com um ano e meio, o seu bebê já se sentia uma… princesa!

Leiam resumo de reportagem de Lígia Mesquita, na Folha.

Volto em seguida. Lulu, aos seis anos, ainda surpreende os adultos que convivem com ela. Recentemente, falou com naturalidade para uma psicóloga: «Sei que não vai sair nenhum bebé da minha barriga e que eu não vou ter peito». E agora ela também sabe que o seu antigo nome, Manuel, ficará somente como uma lembrança do passado. E que, em breve, passará a ser Luana, o nome que escolheu há dois anos. Os pais da garotinha argentina conseguiram autorização do governo de Buenos Aires para que a filha trocasse a sua identidade no DNI, o RG da Argentina. Ela será a primeira criança transgénero a obter esse feito no país. Mas não foi fácil. Em Dezembro de 2012, o delegado estatal responsável pelos registos tinha negado a solicitação. A mãe de Lulu, Gabriela (ela não revela o sobrenome), decidiu então escrever uma carta à presidente Cristina Kirchner contando a história. A Presidência recebeu a mensagem e encaminhou o caso para a Senaf (Secretaria Nacional da Criança, Adolescente e Família).

Na segunda-feira, o delegado enviou uma carta ao governador de Buenos Aires, Daniel Scioli, e em dois dias autorizaram o novo registo. A família de Lulu mora na Grande Buenos Aires. «O DNI é como um espelho. Se uma pessoa não se identifica ali, isso não é bom. Foi uma luta importante que vencemos», afirma à Folha um dos psicólogos da criança, Alfredo Grande. Para César Cigliutti, presidente da (Comunidade Invertida Argentina), a conquista de Luana é «emocionante». «É algo histórico conseguir um novo registo sem que tenha sido necessário recorrer à Justiça», diz. A entidade de direitos dos invertidos assessora a família de Lulu com tratamento psicológico e prestou acompanhamento jurídico no processo da nova identidade. Segundo Cigliutti, o governo aceitou o uso da Lei de Identidade de Género para promover a mudança, já que a legislação não define nenhuma idade para o reconhecimento de um transgénero. A psicóloga Valéria Paván, que também atende Lulu há dois anos, afirma à Folha que não foi preciso apresentar nenhuma avaliação psicológica da paciente. «Justamente porque essa lei procura a despatologização dessa questão».
(…)

Voltei

Veja. Há uma diferença gigantesca entre pessoas que lutam por direitos — e é legítimo que procurem ser felizes sendo o que são — e um movimento que se quer impor como uma cultura alternativa, ultrapassando todos os limites do bom senso e da razão. O que se vê no caso deste menino — E NÃO MENINA! — é um escândalo e uma violência, promovidos por uma família certamente desajustada e por militantes. Como pode testar qualquer especialista — com a provável excepção desses que assessoram os pais de Manuel —, uma criança de seis anos não tem ainda condições de fazer essa escolha. Pior: o garoto tem um irmão gémeo, o que certamente complica enormemente a identidade.

Qualquer objecção ao sindicalismo invertido é logo tachada pelos bocas de latrina de «homofobia», que é a forma clássica que têm os autoritários de tentar silenciar qualquer crítica. É bom não esquecer que, por aqui, o Ministério da Educação havia incluído, naquele famigerado kit, um caça-palavras para crianças (IV série) em que se mandava procurar o nome da pessoa que não está satisfeita com os seus genitais…

Seis anos! Se esse garoto se dissesse, sei lá, o Pikachu, então ele seria um Pikachu? Caso se considerasse um gato, cachorro ou papagaio, deveria ser tratado como tal? Caso se sentisse o Homem Aranha ou a Cinderela, assim seria? Igualmente encantador é saber que, na Argentina de Cristina Kirchner, uma decisão desta gravidade nem precisa de autorização da Justiça. Pode ser tomada na esfera administrativa. César Cigliutti, presidente da (Comunidade Invertida Argentina), acha isso «emocionante». E avança: «É algo histórico conseguir um novo registo sem que tenha sido necessário recorrer à Justiça». Em ditaduras, a Justiça costuma ser mesmo uma burrice. Cigliutti acha isso bom.

Sei que a história é asquerosa, mas não assustem o Caetano Veloso com comentários muito duros. Indivíduos invertidos, insisto, não têm nada com isso, e é evidente que os sensatos, como os heterosexuais igualmente sensatos, devem estar apavorados. Essa criança é vítima de uma família irresponsável, de militantes irresponsáveis, de psicólogos irresponsáveis e do governo de uma senhora não menos irresponsável.

É, pobrezinho!, o bebé de Rosemary do sindicalismo invertido e da era politicamente correcta e fascistoide.







segunda-feira, 30 de setembro de 2013

D. Ilídio Leandro apoia a petição europeia
«Um de Nós», contra destruição
de embriões humanos


O bispo de Viseu manifestou o seu apoio à petição europeia «Um de Nós», pelo fim do financiamento de acções que destruam embriões humanos, para «dar voz a quem queira gritar pelo valor, respeito e defesa da vida».








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sábado, 28 de setembro de 2013

Cai um símbolo invertido?

Austin Ruse

A ONU e outros responsáveis por políticas públicas notaram que os pais de Matthew Shepard tornaram-se os principais porta-vozes dos direitos dos invertidos no mundo inteiro.

Eles apareceram na ONU e recentemente fizeram também uma tournée em várias capitais da Europa com o patrocínio do Departamento de Estado dos Estados Unidos, que fizeram dos direitos LBGT o foco prioritário da política externa americana.

Matthew Shepard era um jovem que foi brutalmente assassinado em Outubro de 1998. Quase que a atenção do mundo inteiro se voltou imediatamente para a especulação de que os assassinos de Shepard o torturaram e mataram por ódio de ele ser invertido. Os assassinos amarraram-no a uma cerca nos arredores da cidade de Laramie, Wyoming, e a sua morte foi comparada à crucificação de Jesus Cristo.


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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Que referências morais da escola «democrática»?


Heduíno Gomes

(A propósito da professora porno de Mértola e dos seus chefes muito «compreensivos»)

Antigamente, ser professora – e professor – constituía uma referência moral. Com a chamada «democratização do ensino», na escola tudo foi «democratizado» e lá se vai a referência...

Alguns professores e professoras perderam a compostura e daí também a sua autoridade moral. Vestuário chunga, despudor chunga (passo o pleonasmo), cabeleira chunga, linguagem chunga, higiene chunga, postura chunga, «educação sexual» chunga. E ainda, por vezes, com umas passas à mistura.


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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Para ti, que és um amante da língua portuguesa!


Sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido.O exemplo clássico é o famoso ' subir para cima ' ou o ' descer para baixo ' . Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

há anos atrás  –  professores catedráticos a falar assim!


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quinta-feira, 19 de setembro de 2013

2 princípios + 4 objectivos
do novo Ministro dos Assuntos Sociais
da Austrália


As suas propostas baseiam-se em  dois princípios:
  • Primeiro, as políticas públicas devem proteger e promover o casamento e a família,
  • e, em segundo lugar, sempre que possível, as políticas públicas devem actuar através das organizações familiares e da comunidade, em vez de as substituir.
Para desenvolver essa política, Andrews apresenta  4 objectivos  políticos:

1.  Os estados devem ter uma política explícita para o casamento e a família.

2.   Devem procurar, no mínimo, garantir uma taxa de natalidade que permita a renovação de gerações.

3.   A política nacional deve afirmar o ideal da solidez conjugal e afirmar o casamento como o clima ideal para a educação dos filhos.

4.   A política deve valorizar a estabilidade da família e reforçar a responsabilidade pessoal e inter-geracional.





quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Professora primária faz vídeo pornográfico
na sala de aula


Pedro Rainho, Jornal i, 11 Setembro 2013

Agrupamento de escolas reúne-se hoje para discutir caso e encontrar soluções. Docente terá sido surpreendida por aluno durante gravação.

Uma professora do ensino primário do agrupamento de escolas de Mértola terá gravado vídeos de teor sexual na sala onde dá aulas a alunos entre os seis e os nove anos. As imagens foram postas a circular na internet e entre os habitantes da região, deixando as mães dos actuais alunos «chocadíssimas» com a situação. Ontem a direcção da escola foi confrontada com o caso por uma das encarregadas de educação, mas optou por referir-se ao assunto como sendo da vida privada da docente. Os pais dos alunos já apresentaram queixa na câmara municipal e no agrupamento de escolas.

O caso já vinha sendo abordado há algumas semanas, de forma discreta, entre os habitantes da pequena localidade onde a professora dá aulas e na própria cidade alentejana de Mértola. Um dos vídeos – onde a docente se despe, se exibe e se toca para a câmara num espaço identificado pelos pais como o da sala de aula das crianças – foi visto por mães, colegas e habitantes.

Ontem, na habitual reunião de abertura do ano lectivo, o assunto foi oficialmente posto em cima da mesa. Na sala estavam a professora em causa, duas outras professoras em representação da direcção da escola, uma vereadora da autarquia e cerca de seis encarregados de educação. Uma das mães mostrou um outro vídeo – que não o da sala de aula, porque esse foi entretanto bloqueado pelos administradores da página com conteúdos para adultos –, mas a direcção limitou-se a dizer que não havia razões para se abordar o assunto porque se tratava de matéria da «vida privada» da professora.

Uma das primeiras pessoas que tiveram acesso às imagens disse ao i que a docente fazia «vídeos para venda em sites pornográficos» nos intervalos das aulas e fora do período lectivo, mas um dos alunos terá, pelo menos por uma ocasião, surpreendido a professora nas gravações, durante as quais recebia dinheiro em troco de poses e actuações para a câmara, para que era paga em função daquilo que aceitasse apresentar.

Ainda hoje, os responsáveis do agrupamento deverão reunir-se para discutir este assunto, depois de na Segunda-Feira ter chegado à Câmara de Mértola uma denúncia assinada por vários pais. Na autarquia, segundo disse ao i fonte que acompanhou o processo, o sentimento era de «nojo e repugnância» em relação a este caso.

Contactada pelo i, a professora negou sempre qualquer participação nas gravações, atribuindo a situação a casos de «inveja» na localidade. «Nunca fiz isto numa sala de aulas, é uma montagem. As pessoas viram um vídeo em que posso não ser, não sou eu – é uma sósia minha – e começaram a difamar-me. Tenho tido uma vida sempre íntegra e sempre muito correcta e agora vêm difamar-me por causa disto», acusou a docente, avisando já ter contactado a Polícia Judiciária (PJ).

A advogada que representa a docente contactou o i dizendo que a PJ teria «em curso uma investigação para saber a origem do vídeo» e com uma exigência: «Estou a ligar-lhe para que não publique esta história», disse Maria Manuel Sebastião.





terça-feira, 10 de setembro de 2013

«Cultura»


Estes «artistas» constituíram a Associação Cultural Casa Branca (Sede em Lagos) e são subsidiados pelo Ministério da «Cultura»! Aqui está um exemplo da utilidade dos nossos impostos. E, como podem verificar, a «multidão» que assistiu não poupou aplausos.


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sábado, 7 de setembro de 2013

Bebés reconhecem palavras ouvidas
no útero da mãe

Expresso, 7 de Setembro de 2013

Cientistas descobriram, através do estudo das ondas cerebrais, que os bebés identificam palavras que ouviram durante os últimos três meses de gestação.

«Quando captamos um som da nossa língua materna,
se for repetido muitas vezes formamos no cérebro uma memória dele,
que é activada quando o ouvimos de novo
».
Quando um feto cresce dentro da barriga da mãe, ouve sons do mundo exterior, mas uma nova investigação acaba de concluir que esses sons são compreendidos tão bem que o bebé pode reter na sua memória depois de nascer.

Uma equipa de investigadores europeus liderados pelo neurocientista finlandês Eino Partanen, da Universidade de Helsínquia, descobriu que as regiões do cérebro do feto que processam os sons ficam activas nos últimos três meses de gestação.

E os sons vindos do exterior atravessam bastante bem o abdómen da mãe. «Se pusermos a mão sobre a nossa boca e falarmos, os sons ouvidos por outras pessoas são muito similares aos que um feto ouve», explica o neurocientista, «incluindo o ritmo de um discurso, o ritmo de uma música, etc.».

Procurar as ondas cerebrais

Os estudos anteriores eram baseados apenas no comportamento dos bebés perante determinados sons ou palavras, o que podia enganar os investigadores, mas a equipa de Eino Partanen decidiu colocar eléctrodos sobre a cabeça dos bebés, de modo a registar as correntes eléctricas do cérebro e procurar os traços neuronais das memórias formadas no período de gestação.

«Quando captamos um som da nossa língua materna, se for repetido muitas vezes formamos no cérebro uma memória dele, que é activada quando o ouvimos de novo», esclarece Partanen. Esta memória pode ser detectada como um padrão nas ondas cerebrais, mesmo quando um bebé está a dormir.

A equipa de investigadores pediu a um grupo de mulheres grávidas que repetisse muitas vezes nos últimos meses da gravidez uma gravação da palavra «tatata», intercalada por música.

Os bebés ouviram em média essa palavra 25 mil vezes dentro do útero da mãe e ao serem testados depois de nascerem, os seus cérebros reconheceram «tatata» e as suas variações, enquanto os cérebros dos bebés de um grupo de controlo que não tinha sido exposto a essa palavra não a reconheceram.

Aprender a  linguagem na gestação

Por outro lado, o sinal de reconhecimento nas ondas cerebrais era mais forte nos bebés cujas mães repetiram mais vezes a gravação. «Esta conclusão leva-nos a acreditar que o feto pode aprender muito mais informação detalhada do que antes pensávamos», assinala o neurocientista finlandês.

E Patricia Kuhl, uma neurocientista da Universidade de Washington em Seattle (EUA), vai mais longe e acrescenta que estes resultados sugerem «que a aprendizagem da linguagem começa no útero».

Toda esta investigação poderá ser usada no futuro para tratar crianças com risco de dislexia ou problemas auditivos, admite a equipa de investigadores europeus, que inclui cientistas da Finlândia, Estónia, Dinamarca e Holanda.





terça-feira, 3 de setembro de 2013

É prudente que os invertidos não sejam
dadores de sangue, assegura especialista


No meio da polémica pelo restabelecimento do veto às doações de sangue dos invertidos na Rússia, o Dr. José María Simón Castellví, presidente da Federação Internacional das Associações Médicas Católicas (FIAMC), referiu que «para o seu próprio bem e para o bem dos receptores de sangue, é prudente que não sejam dadores» os invertidos.

As autoridades governamentais da Rússia, que permitiram as doações de sangue por parte dos invertidos desde 2008, anunciaram recentemente que estão avaliando reverter esta decisão, depois de revelar que 65 por cento de infectados com o vírus da imunodeficiência humana (HIV) são invertidos.

O Dr. Simón Castellví explicou que «muitas pessoas não podem ser dadores de sangue por vários motivos: por anemia, menores de idade e por doenças diversas. Para o seu próprio bem e para o bem dos que recebem o sangue».

De forma similar, indicou, «um actor porno não pode doar sangue, mesmo que faça o controle com exames regulares», também não pode ser dador «um jovem que tem relações sexuais variadas».

«Os invertidos têm mais facilidade em adquirir o vírus da AIDS e muitos outros vírus ou organismos. Para o bem deles e para o bem dos receptores de sangue, é prudente que não sejam dadores», assinalou.

O médico espanhol indicou que «a relação sexual rectal tem os seus perigos, já que a natureza não preparou o ânus ou o recto para o sexo».

Entretanto, se uma pessoa invertida deseja exercer a caridade, recomendou o presidente do FIAMC, pode fazê-lo «dando dinheiro, comida ou carinho a um pobre».

As declarações do Dr. Simón Castellví estão sustentadas em estudos científicos, como os dos Centros para o Controle de Doenças (CDC), organismo governamental de investigação para a saúde dos Estados Unidos.

De acordo com os CDC, «os invertidos, bissexuais e outros homens que têm sexo com homens são os mais severamente afectados pelo HIV que qualquer outro grupo nos Estados Unidos».

Na sua «folha de factos», os CDC assinalam que «em 2010, os homens que têm sexo com homens somaram 63 por cento de novas infecções do HIV estimadas nos Estados Unidos, e 78 por cento de infecções entre todos os novos homens infectados. Comparados com outros grupos de transmissão, os homens que têm sexo com homens somam o maior número de novas infecções do HIV em 2010».

A Food and Drug Administration (FDA), organismo governamental dos Estados Unidos que controla os medicamentos e alimentos deste país, explicou a restrição de doar sangue a homens invertidos porque a sua «principal responsabilidade quanto ao sangue e aos produtos para o sangue é assegurar a segurança dos pacientes que recebem estes produtos que salvam as suas vidas».

A FDA desmentiu que a política de restringir as doações de sangue de homens invertidos seja discriminatória, explicando que está baseada «no elevado risco documentado de certas infecções que se transmitem através do sangue, tais como o HIV, associadas com as relações sexuais entre homens, e não está baseada em nenhum julgamento com respeito à orientação sexual do dador».





sábado, 24 de agosto de 2013

ADASCA promove dia 28 de Setembro
uma excursão à Aldeia Pia do Urso
e Santuário de Fátima


Caros dadores associados e amigos,

Considerando que as eleições autárquicas vão decorrer no dia 29 de Setembro (domingo), primeira data escolhida para a realização da excursão da ADASCA, vimos informar os interessados que a mesma vai realizar-se no dia 28 (sábado), mantendo-se o mesmo programa.

Face ao exposto, contamos com adesão dos colegas dadores e não só, tendo em conta que a iniciativa é aberta à comunidade no seu geral.

Por forma a dar possibilidade de participação dos interessados, a ADASCA facilita o pagamento em duas partes, ou seja: 5€ no acto da inscrição e os restantes 5€ à entrada para o autocarro. Somos tolerantes...
As inscrições e o respectivo pagamento podem ser efectuados na sede da ADASCA, no decorrer das colheitas de sangue, nos dias 23, e 31 de Agosto das 9:00 horas  às 13:00 horas, como ainda no dia 31 das 16:00 horas e às 20:00 horas.

Nos dias 7, 13, 21 das 9:00 horas às 13:00 horas, ainda nos dias 4 e 18 de Setembro das 16:00 horas às 20:00 horas, todas no posto fixo da ADASCA. Emitimos recibos dos valores recebidos.

Podem divulgar reencaminhando. Se surgirem dúvidas, contacte-nos, não hesite. O autocarro é de apenas 49 lugares. A ficha em anexo pode ser impressa para facilitar a inscrição. Cada um pode levar o seu farnel.

Cordiais cumprimentos,

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
(coordenador da excursão)
Tm: 964 470 432
http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/

NB: podem visionar este link para conhecer melhor aquela localidade:
http://www.cm-batalha.pt/turismo-e-lazer/ecoparque-sensorial-da-pia-do-urso




quinta-feira, 22 de agosto de 2013

75.º Aniversário do Grupo
dos Amigos de Olivença

O Grupo dos Amigos de Olivença, sociedade patriótica, comemorou em 15 de Agosto o seu 75.º aniversário.

Com efeito, foi em 1938 que um grupo de três distintos e abnegados portugueses – Ventura Ledesma Abrantes, Francisco de Sousa Lamy e Amadeu Rodrigues Pires –, inconformados com a ocupação de Olivença por Espanha e alimentados pelo espírito irredentista da restauração da soberania portuguesa sobre o território de Olivença, decidiu fundar esta Associação.

Ao longo destes 75 anos, pugnado e defendendo activamente a reintegração da Vila de Olivença e seu termo no Território Nacional, do qual foi apartada à força pela Espanha em 1801, a acção do Grupo dos Amigos de Olivença sustenta-se naquela que tem sido a posição repetidamente afirmada e nunca desmentida pelo Estado Português de que «Olivença é território português».

O Grupo dos Amigos de Olivença reitera hoje, com a legitimidade que lhe conferem estes 75 anos de esforços pela retrocessão de Olivença, tudo quanto esteve na base da sua fundação e manterá uma vigilância atenta e permanente sobre as relações diplomáticas, políticas e económicas entre Portugal e Espanha, de modo a intervir com pertinência e oportunidade em defesa dos interesses duradouros da Nação Portuguesa, afirmando com denodo e determinação os nossos direitos e reivindicando a satisfação de compromissos nunca cumpridos por parte do Estado Espanhol.

O Grupo dos Amigos de Olivença reafirma publicamente a sua determinação em continuar com o seu combate em vista da recuperação do território Oliventino, legítima reivindicação de Portugal, animado com um cada vez maior apoio junto dos políticos e da opinião pública portuguesas, e sem esquecer a corajosa população oliventina que, tendo ao longo destes 200 anos, tem defendido e preservado a sua língua e tradições portuguesas, hoje reivindica o reencontro de Olivença com a sua Pátria.

A insistência do Grupo dos Amigos de Olivença não esmorece pois nos assiste-lhe a Razão, a História, a Moral e o Direito. Neste nosso esforço conta com a vontade comum de contribuir para o fortalecimento da patriótica missão do Grupo dos Amigos de Olivença.

Grupo dos Amigos de Olivença





terça-feira, 6 de agosto de 2013

A Corrupção na origem da crise


Paulo Morais
Pedro Bingre



VÍDEOS NO YOUTUBE SOBRE A CORRUPÇÃO,
COM MAIS DE 180 MIL VISUALIZAÇÕES


Gravações por temas

Ponte Vasco da Gama – promiscuidade com os ex-ministros das Obras Públicas

Resgate da Banca – políticos e corrupção na compra de terrenos sem valor

Sequestro da TROIKA – pagamento dos empréstimos bancários (fraudulentos)

BPN / SLN (1) – Vigarices e Crimes Gigantescos

BPN / SLN (2) – Confisco do dinheiro desviado (roubado) no Luxemburgo

Alemanha emitiu €uros como «falsa moeda», em 1999

Assembleia da República – promiscuidade, negócios e conflito de interesses

Assembleia da República – leis que geram corrupção

Justiça cega? uma para os fracos e outra para os poderosos!

Promiscuidade no Banco de Portugal – os fiscalizados são os fiscais

Instauração das MÁFIAS, versus, Democracia e Corrupção

Feudalismo dos Grupos Económicos – Luta contra o medo

PDM – especulação, favores políticos, mercadoria fictícia

EXPO98 – corrupção, incompetência e loucura

PPP das Águas – garantia de lucro aos privados

PPP da Saúde – loucura de vigarices

Orçamento do Estado e Autarquias – promiscuidade e corrupção

PPP Rodoviárias – sangria de fundos do Orçamento do Estado

EURO 2004 e Apito Dourado – corrupção, branqueamentos e prostituição

A Grande Corrupção gera a Pequena Corrupção

Gravações integrais

A Corrupção na Origem da Crise (1 de 5) – Vasco Lourenço

A Corrupção na Origem da Crise (2 de 5) – Paulo Morais

A Corrupção na Origem da Crise (3 de 5) – Paulo Morais

A Corrupção na Origem da Crise (4 de 5) – Pedro Bingre

A Corrupção na Origem da Crise (5 de 5) – Pedro Bingre
http://www.youtube.com/watch?v=MBUs8sUVa7M





sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Eutanásia:
A democracia assenta em chão firme,
não depende de uma mera opinião


José Maria C. S. André, Público, 22 de Julho de 2013

Cada vez que este jornal publica, com uma certa regularidade, os artigos de Laura Ferreira dos Santos a favor da eutanásia, fico perplexo. Muito havia a dizer, mas vou debater apenas o argumento da liberdade e da tolerância em abono da eutanásia (por exemplo, no artigo de 6 de Agosto de 2011).

Quando se diz que uma sociedade tolerante deve proporcionar o homicídio assistido a quem o pedir, invertem-se os dados da questão, porque isso não é um pedido de tolerância mas de colaboração: os defensores da eutanásia pretendem obrigar-nos a satisfazer o desejo de quem quer ser morto. Seria mais razoável que, em nome da tolerância, nos deixassem em paz.

Nos artigos referidos há uma objecção interessante, que aceito, à parte um pequeno sofisma: defender a inviolabilidade da vida humana equivale a impor uma determinada perspectiva sobre a verdade, excluindo outras. De facto, quando a sociedade toma posição em defesa da dignidade humana assume como verdade que o ser humano tem um valor intrínseco, não sujeito a transacção. No entanto, isso não é uma «determinada perspectiva sobre a verdade», é a própria verdade. Aliás, é um elemento de verdade absolutamente fundamental, sobre o qual assenta uma sociedade que se queira justa, livre e tolerante.

Uma sociedade tolerante não é aquela que aceita tudo. Não pode aceitar a guerra da Líbia, a instabilidade do Iraque, ou a violência da China... não aceita o inaceitável. Não derruba os pilares-base da vida social, nomeadamente o princípio de que a vida humana é inviolável. Esta verdade não é negociável, numa sociedade digna. Não é uma perspectiva acerca da verdade, que estejamos dispostos a trocar por qualquer outra.

Colaborar num homicídio, a pedido da vítima ou com qualquer outro pretexto, é contradizer a verdade fundacional de uma sociedade democrática e solidária. Por isso, introduzir a eutanásia é uma subversão tão grave da ordem social, em linha com aquelas contradições do slogan do Ministério da Verdade do inferno orwelliano: «Guerra é paz; liberdade é escravidão; ignorância é força».

Qualquer ordenamento jurídico, por mais bárbaro que seja, reconhece o valor de algumas vidas humanas, por razões de família, de dinheiro, ou de poder. A inovação característica da democracia é proclamar de que todas as pessoas, sem excepção, merecem esse respeito e de modo absoluto. A democracia não se fundamenta na afirmação de que todos têm êxito nos negócios, ou de que todos são saudáveis, ou têm notoriedade social. Nem sequer importa o que «têm», mas o que «são». A verdade fundacional da democracia é que o ser humano, pelo simples facto de o ser, possui uma respeitabilidade intocável.

O ponto de partida da democracia é que esta verdade ética não é uma opinião entre outras, mas uma verdade absoluta. No dia em que uma vida humana seja dispensável, quebrou-se o princípio e a vida humana passou a ser um valor relativo. Se uma sociedade aceitar que algumas pessoas sejam mortas (com um critério ou outro, o critério pouco importa), ninguém está a salvo, porque nenhum critério resvaladiço subsiste depois de se derrubar o princípio de que a vida humana é inviolável. Quem revogar este princípio intransponível não espere encontrar noutro lugar a justificação ética para uma democracia solidária.

Embora neste assunto da eutanásia esteja em desacordo com a minha colega da Universidade do Minho, isso não quer dizer que não tenha muita consideração por ela e não estejamos de acordo noutros temas.





quarta-feira, 31 de julho de 2013

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Enquanto o Brasil dormia,
a indústria do sangue trabalhava


Enquanto o Brasil explodia em manifestações, escândalos sobre corrupção, Copa, aumento de tarifas, o Governo aproveitou para abrir silenciosamente a sua caixa de Pandora do Aborto e aprovar em tempo recorde um projecto que na prática acaba por legalizar o aborto no Brasil.
Expandir ao máximo as excepções, até que qualquer caso seja uma excepção: essa foi a forma que o PT e a Presidente Dilma encontraram para legalizar o aborto no Brasil, passando por cima da vontade expressa de mais de 80% dos brasileiros.