quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Mapa de brigadas para colheitas de sangue
da ADASCA para o ano de 2014





Caros Colegas Dadores/as de Sangue e Amigos da ADASCA!

A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, doravante designada por ADASCA, vem por este meio apresentar o mapa oficial de brigadas para colheitas de sangue a realizar no ano de 2014 no Posto Fixo da referida associação, como ainda noutros locais conforme se pode constatar.


Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro

Mapa de Brigadas para 2014

Onde posso doar sangue em Aveiro?


Janeiro

- Dia 4 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADSCA
- Dia 8 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (Domingo) das 9:00 horas às 13:00 horas (Salão de Cacia)
- Dia 18 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 22 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Fevereiro

- Dia 1 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas posto Fixo da ADASCA
- Dia 20 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas na Renault de Cacia
- Dia 26 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 28 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Março

- Dia 1 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 21 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 28 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Abril

- Dia 2 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 5 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas PT Inovação de Aveiro
- Dia 11 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 19 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 25 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 30 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA


Maio

- Dia 3 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 9 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 11 (Domingo) das 9:00 horas às 13:00 horas Salão de Cacia
- Dia 14 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 17 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 23 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 28 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Junho

- Dia 4 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 13 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 18 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 21 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 25 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 27 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Julho

- Dia 2 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 5 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 11 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 19 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 25 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 30 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Agosto

- Dia 2 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 6 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 8 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 13 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 22 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 27 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 30 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Setembro

- Dia 3 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 6 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 17 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 18 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Renault de Cacia
- Dia 20 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 24 (4.ª feira) das 16:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Outubro

- Dia 1 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 4 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 16 (5.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas PT Inovação de Aveiro
- Dia 18 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 22 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 24 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 29 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20: horas Posto Fixo da ADASCA

Novembro

- Dia 1 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 5 (4-ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 7 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 9 (Domingo) das 9:00 horas às 13:00 horas Salão de Cacia
- Dia 12 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 15 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 21 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 29 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA

Dezembro

- Dia 3 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 6 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 10 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 12 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 17 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 20 (sábado) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 26 (6.ª feira) das 9:00 horas às 13:00 horas Posto Fixo da ADASCA
- Dia 31 (4.ª feira) das 16:00 horas às 20:00 horas Posto Fixo da ADASCA



Nota: este Mapa de Brigadas está sujeito a ajustamentos, e a aprovação pelo Centro de Sangue e Transplantação de Coimbra, pelo que convém solicitar informações através do
e-mail: geral@adasca.pt, ou pelo T: 964 470 432.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA


A ADASCA tudo tem feito para prestar o melhor acolhimento aos dadores de sangue, principalmente aqueles que são seus associados, que já somam um total de 3 347 num espaço de 6 anos e 9 meses de existência legal.

Tivemos em conta a dificuldade de alguns dadores se ausentarem dos seus locais de trabalho para doarem sangue, sendo alguns deles sido penalizados pelas empresas onde trabalhavam ou ainda trabalham, por falta de sensibilidade vs. consciência social dos seus encarregados ou patrões, o que não podemos deixar de lamentar, quando na verdade a Lei confere a possibilidade do dador se ausentar do seu local de trabalho para doar sangue, sem que seja penalizado, assim foi possível em articulação com CST de Coimbra a realização de colheitas de sangue em horário pós-laboral, duas 4.ª feiras das 16:00 horas às 20:00 horas, no Posto Fixo da ADASCA.

Face ao exposto, chegam-nos com frequência queixas de dadores, acusando os Centros de Saúde das suas áreas de residência de não cumprirem a Lei que consagrada a isenção das taxas moderadoras, mesmo mediante a apresentação de declarações emitidas pelos serviços administrativos, acontecendo o mesmo com a inutilização do Cartão Nacional de Dador de Sangue, uma vez que ainda não existe o equipamento necessário para proceder à sua leitura, como se os dadores fossem os culpados por essa deficiência, obrigando assim os dadores a pagarem valores que não deviam.

Finalmente, com alguma tristeza verificamos que dadores associados da ADASCA, efectuaram a sua dádiva no Posto Fixo desta, duas ou três vezes, onde lhes foi entregue o Cartão de Sócio, condição para beneficiarem dos protocolos existentes com mais de 20 empresas e, nunca mais compareceram, dirigindo-se posteriormente a outros locais para doar sangue não realizadas pela ADASCA.

É verdade que os dadores são soberanos, livres para doarem sangue onde entenderem, assim sendo, não devem procurar esta associação apenas quando lhes surgem problemas, devem na nossa opinião dirigirem-se à entidade para a qual doaram sangue. Coloca-se ainda uma questão: então não é tudo para o mesmo? É. Mas, não é tudo farinha do mesmo saco, deve haver regras e coerência nas opções vs. decisões. A ADASCA não é uma associação para desenrascar nas situações menos boas, para isso não contem connosco.

Assim, quando um colega dador/a de sangue nos contactar expondo determinado assunto, deve fazer referência do seu n.º sócio/a. O mapa que segue em anexo, pode ser impresso e exposto em espaços de acesso ao público, por forma a facilitar a informação aos interessados em doar sangue.

Nos locais indicados no referido mapa, sim, as colheitas de sangue são da responsabilidade da ADASCA, noutros não constantes, não são nossas.

Todos são BEM-VINDOS.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA

ONDE POSSO DOAR SANGUE EM AVEIRO?

Site:http://www.adasca.pt/

Blogger

http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/aveiro-associacao-critica-mapa-de-recolhas-de-sangue

http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/2013/11/fotorreportagem-da-colheita-de-sangue.html

Foto reportagem da colheita de sangue do dia 16 de Novembro no Posto Fixo da ADASCA

http://aveiro123-portaaberta.blogspot.pt/2013/11/fotorreportagem-da-colheita-de-sangue-e.html





terça-feira, 19 de novembro de 2013

Os meus filhos são socialistas?


Inês Teotónio Pereira

Não sei se são só os meus filhos que são socialistas ou se são todas as crianças que sofrem do mesmo mal. Mas tenho a certeza do que falo em relação aos meus. E nada disto é deformação educacional, eles têm sido insistentemente educados no sentido inverso. Mas a natureza das criaturas resiste à benéfica influência paternal como a aldeia do Astérix resistiu culturalmente aos romanos. Os garotos são estóicos e defendem com resistência a bandeira marxista sem fazerem ideia de quem é o senhor.

Ora o primeiro sintoma desta deformação ideológica tem que ver com os direitos. Os meus filhos só têm direitos. Direitos materiais, emocionais, futuros, ambíguos e todos eles adquiridos. É tudo, absolutamente tudo, adquirido. Eles dão como adquirido o divertimento, as férias, a boleia para a escola, a escola, os ténis novos, o computador, a roupinha lavada, a televisão e até eu. Deveres, não têm nenhum. Quanto muito lavam um prato por dia e puxam o edredão da cama para cima, pouco mais. Vivem literalmente de mão estendida sem qualquer vergonha ou humildade. Na cabecinha socialista deles não existe o conceito de bem comum, só o bem deles. Muito, muito deles.

O segundo sintoma tem que ver com a origem desses direitos. Como aparecem esses direitos. Não sabem. Sabem que basta abrirem a torneira que a água vem quente, que dentro do frigorífico está invariavelmente leite fresquinho, que os livros da escola aparecem forradinhos todos os anos, que o carro tem sempre gasolina e que o dinheiro nasce na parede onde estão as máquinas de multibanco. A única diferença entre eles e os socialistas com cartão de militante é que, justiça seja feita, estes últimos (socialistas) já não acreditam na parede, são os bancos que imprimem dinheiro e pronto, ele nunca falta.!!!!

Outro sintoma alarmante é a visão de futuro. O futuro para os meus filhos é qualquer coisa que se vai passar logo à noite, o mais tardar. Eles não vão mais longe do que isto. Na sua cabecinha não há planeamento, só gastamento, só o imediato. Se há, come-se, gasta-se, esgota-se, e depois logo se vê. Poupar não é com eles. Um saco de gomas ou uma caixa de chocolates deixada no meio da sala da minha casa tem o mesmo destino que um crédito de milhões endereçado ao Largo do Rato: acaba tudo no esgoto. E não foi ninguém?

O quarto tique socialista das minhas crianças é estarem convictas de que nada depende delas. Como são só crianças, acham que nada do que fazem tem importância ou consequências. Ora esta visão do mundo e da vida faz com que os meus filhos achem que podem fazer todo o tipo de asneiras que alguém irá depois apanhar os cacos. Eles ficam de castigo é certo (mais ou menos a mesma coisa que perder eleições), mas quem apanha os cacos sou eu. Os meus filhos nasceram desresponsabilizados. A responsabilidade é sempre de outro qualquer: o outro que paga, o outro que assina, o outro que limpa. No caso dos meus filhos o outro sou eu, no caso dos socialistas encartados o outro é o governo seguinte.

Por fim, o último mas não menos aterrorizador sintoma muito socialista dos meus filhos é a inveja: eles não podem ver nada que já querem. Acham que têm de ter tudo o que o do lado tem quer mereçam quer não. São autênticos novos-ricos sem cheta. Acham que todos temos de ter o mesmo e se não dá para repartir ninguém tem. Ou comem todos ou não come nenhum. Senão vão à luta. Eu não posso dar mais dinheiro a um do que a outro ou tenho o mesmo destino que Nicolau II. Mesmo que um ajude mais que outro e tenha melhores notas, a «cultura democrática» em minha casa não permite essa diferenciação. Os meus filhos chamam a esta inveja disfarçada, justiça, os socialistas deram-lhe o nome de justiça social.

A minha sorte é que os meus filhos crescem. Já os socialistas são crianças a vida inteira.!!!!!





domingo, 17 de novembro de 2013

Psiquiatras dos EUA: chamar à pedofilia
de «orientação sexual» foi um «erro»



A Associação Americana de Psiquiatria (APA), publicou recentemente um comunicado assegurando que considera a pedofilia como uma «orientação sexual» dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM-5) foi um «erro», que será corrigido na edição digital do livro, assim como nas próximas impressões.

No seu comunicado, com o título «erro no texto de desordem pedofílica será corrigido», a APA referiu que «a ‘orientação sexual’ não é um termo usado no critério de diagnóstico para a desordem pedofílica, e o seu uso na discussão do texto do DSM-5 é um erro e deve ler-se como ‘interesse sexual’. De facto, a APA considera a desordem pedofílica como uma ‘parafilia’ (uma separação sexual), não uma ‘orientação sexual’».

«Este erro será corrigido na versão electrónica do DSM-5 e na próxima impressão do manual», acrescentou a associação de psiquiatras americanos.

Entretanto, Mat Staver, presidente e fundador do Liberty Counsel dos Estados Unidos, uma organização defensora da liberdade religiosa, da santidade da vida e da família, expressou a sua desconfiança relativamente ao facto de se tratar de um erro.

Staver recordou que a APA, ao apresentar o seu manual assegurou que este marcava «o fim de uma viagem de mais de uma década revisando os critérios para o diagnóstico e classificação das desordens mentais».

«Claramente, reclassificar-se a pedofilia foi um mero ‘erro’, teria sido detectado na ‘viagem da década’», advertiu o líder pró-família.

Mat Staver advertiu que «quer se classifique como uma ‘orientação sexual’ ou como um ‘interesse sexual’, qualquer esforço para tornar a pedofilia legítima dará aos pederastas todos os argumentos que precisam para remover as leis da idade de consentimento, e assim as crianças irão sofrer».

O Liberty Counsel qualificou de «não científicas» as mudanças realizadas nas diversas edições do Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais (DSM).

«Na terceira edição do DSM, a APA disse que aquele que actua segundo a própria atracção sexual pelas crianças é um pedófilo», recordou a organização defensora da família, referindo que para a quarta edição do manual psiquiátrico mudou «o critério, dizendo que a pedofilia era uma desordem só ‘se causasse um mal-estar clinicamente significativo ou deterioração nas áreas sociais, ocupacionais ou outras importantes do funcionamento’».

Para o Liberty Counsel, depois dos dez anos que levou a desenvolver este novo manual psiquiátrico «é difícil aceitar que a sua publicação tenha sido um equívoco ou um engano».

«É mais provável que o protesto público tenha ocasionado o recente comunicado de imprensa da APA», acrescentou a organização.

Mat Staver advertiu que a Associação Americana de Psiquiatria «perdeu a credibilidade com este último disparate sobre a classificação para a pedofilia. A APA viu-se associada a uma agenda política. É difícil ver a APA de outra forma».

«As implicações de reclassificar a lei natural, seja para o matrimónio invertido ou para as relações adulto-crianças, são de longo alcance», indicou.





quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Edite Estrela, a euro-deputada
que mais valia estar quieta


João Silveira

Edite Estrela é a autora dum relatório que, caso tivesse sido aprovado no hemiciclo do Parlamento Europeu, teria que ser levado à prática na União Europeia. As medidas passavam por:

– legalizar o aborto em todos os países (estariam sobre ataque cerrado os poucos países onde o aborto não é legal);

– acabar com a ideia de que os pais são os primeiros educadores e não o Estado;

– educação sexual obrigatória em todas as escolas (falar de masturbação a crianças dos 0 aos 4 anos, por exemplo);

– o fim da objecção de consciência por parte dos médicos, que passariam a ser obrigados, a bem ou a mal, a fazer abortos, mesmo sabendo que estavam a matar crianças indefesas.

Rapidamente surgiu uma movimentação de cidadãos europeus indignados com tudo isto (o que raramente acontece). O resultado foi o melhor possivel, e o estudo foi remetido à precedência.

Perante esta derrota, diz Edite (que quer ser uma estrela):

«Houve aqui uma grande mobilização das forças mais conservadoras, dentro e fora do Parlamento. Recorreram a todos os meios para que este relatório não fosse aprovado. É preciso saber que são forças que se estão a mobilizar: mobilizaram-se em França, e estão a mobilizar-se em vários países, para que haja retrocessos na legislação. Apelo aos cidadãos esclarecidos e progressistas que não se abstenham e que votem, porque o que se decide no Parlamento Europeu tem consequências ao nível da legislação nacional e da vida de cada pessoa.»

Nisto a euro-deputada tem toda a razão, o que eles decidem por lá afecta-nos por cá. Obrigado a todos os que ajudaram nesta vitória. Até breve!





segunda-feira, 11 de novembro de 2013

O Negacionismo já não é o que era…


Agora vou viver para uma prisão...

Bem-vindos à França do século XXI, onde recusar oficializar um «casamento» entre pessoas do mesmo sexo por objecção de consciência o pode levar à cadeia.


Os bispos europeus pedem às Nações Unidas que protejam melhor as minorias religiosas no mundo.


A definição de «negacionismo» do holocausto foi alterada para se tornar mais abrangente. Dizer que o holocausto aconteceu mas que a culpa foi dos judeus passa a ser condenado também, e não só.


Por falar em Holocausto, Randall Smith convida-nos a pensar o que faríamos se alguém nos apontasse uma arma à cabeça e ordenasse a matar um judeu. Neste artigo do The Catholic Thing, Smith argumenta que a nossa resposta ajuda-nos a tornar o tipo de pessoa que gostaríamos de ser.


Por fim, não deixem de ler este obituário no The Daily Telegraph sobre uma freira com uma história de vida muito, muito invulgar!

domingo, 10 de novembro de 2013

Ana Florentim enviou-lhe a seguinte petição















Caros Amigos,

Acabei de ler e assinar a petição: «Salvem o Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian» no endereço http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=P2013N71380

Pessoalmente concordo com esta petição e cumpro com o dever de a fazer chegar ao maior número de pessoas, que certamente saberão avaliar da sua pertinência e actualidade.

Agradeço que subscrevam a petição e que ajudem na sua divulgação através de um email para os vossos contactos.

Obrigado
Ana Florentim


Esta mensagem foi-lhe enviada por Ana Florentim (anaflorentim@gmail.com), através do serviço http://peticaopublica.com em relação à petição http://peticaopublica.com/?pi=P2013N71380





sábado, 9 de novembro de 2013

Desenleando a polémica
sobre a psiquiatria e a pedofilia
enquanto «orientação sexual»


Jorge Ferraz

A polémica do dia é esta: Psiquiatras dos EUA aceitam pedofilia como «orientação sexual». O assunto está correr na internet.

Li o seguinte na «ACI Digital»:

A Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos (APA) aceitou dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais a «orientação sexual pedofílica», e diferenciou-a da «desordem pedofílica».

Fui procurar. O tal Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorder sexiste. A sua quinta edição foi de facto recentemente editada. Trata-se realmente de um texto de referência da American Psychiatric Association.

Não tive acesso à íntegra do manual na internet, mas encontrei (no site oficial do DSM-5) um documento falando sobre parafilias com a nova versão. Lá é realmente dito que a quinta edição do livro traçou uma linha separativa entre comportamento humano atípico e comportamento que causa angústia mental [mental distress] para o indivíduo ou faz com que ele seja uma séria ameaça ao bem-estar físico e psicológico de terceiros. E estabeleceu a diferença entre o comportamento atípico e a doença (possivelmente) decorrente dele:

É uma diferença subtil mas crucial, que torna possível a um indivíduo envolver-se consensualmente em comportamentos sexuais atípicos sem ser inapropriadamente rotulado com um distúrbio mental. Com esta revisão, o DSM-5 claramente distingue entre interesses sexuais atípicos e distúrbios mentais envolvendo estes desejos ou comportamentos.

[It is a subtle but crucial difference that makes it possible for an individual to engage in consensual atypical sexual behavior without inappropriately being labeled with a mental disorder. With this revision, DSM-5 clearly distinguishes between atypical sexual interests and mental disorders involving these desires or behaviors.]

E aí começou a brincadeira: masoquismo sexual virou «distúrbio sexual masoquista», fetichismo virou «distúrbio fetichista», etc. Finalmente chegamos à cereja do bolo: o que era simplesmente pedofilia (pedophilia) virou «distúrbio pedofílico» (pedophilic disorder).

À primeira vista, portanto, vale tudo o que foi dito acima: a «subtil» mudança objectivava distinguir o comportamento do distúrbio, tornando assim possível a existência de um «desejo ou comportamento» pedofílico que não fosse intrinsecamente doentio. Porém, contudo, todavia, o mesmo documento dedica o parágrafo final a este espinhoso caso, explicando o seguinte:

No caso do distúrbio pedofílico, o detalhe (sic) notável é o que não foi revisado no novo manual. Embora tenham sido discutidas propostas durante o processo de elaboração do DSM-5, os critérios diagnósticados terminaram permanecendo os mesmos do DSM-IV TR. Apenas o nome do distúrbio será mudado de pedofilia para distúrbio pedofílico, a fim de manter a consistência com [a nomenclatura adoptada] nos outros itens do capítulo.

[In the case of pedophilic disorder, the notable detail is what wasn’t revised in the new manual. Although proposals were discussed throughout the DSM-5 development process, diagnostic criteria ultimately remained the same as in DSM-IV TR. Only the disorder name will be changed from pedophilia to pedophilic disorder to maintain consistency with the chapter’s other listings.]

Note-se, portanto, a alteração: fez-se uma revisão completa no conceito de parafilias, a fim de distinguir entre o «comportamento atípico» e o distúrbio que o envolve. Para expressar essa mudança conceitual, adoptou-se uma nova terminologia, transformando a «parafilia X» no «distúrbio X-parafílico». Única e exclusivamente no caso da pedofilia, mantiveram-se os critérios de diagnóstico da versão anterior (i.e., para ela não vale a distinção recém-introduzida). No entanto, para manter uma nomenclatura padrão, alterou-se o nome da doença de «pedofilia» simpliciter para «distúrbio pedofílico». Ao contrário de todos os outros casos, aqui esta nova terminologia não significa uma mudança conceitual no distúrbio psicológico.

A emenda saiu pior do que o soneto. É bastante óbvio que se vai questionar este tratamento diferenciado, feito sem o menor rigor científico. Ou pior, estas notas de rodapé serão facilmente ignoradas quando as pessoas começarem a citar e a usar somente a nova nomenclatura, tendo já interiorizado a razão da mudança. No fundo, esta tentativa de salvar a credibilidade da psiquiatria ficou patética, e não terá força alguma para conter a revolução moral que já há décadas se lança impetuosa contra o que resta de bom senso na civilização ocidental. A APA não reclassificou a pedofilia como uma «orientação sexual», mas deu todas as ferramentas para que isso – por engano ou má fé – doravante possa ser facilmente feito.





sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Dra. Damares Alves aborda a perversão
das crianças no Brasil


Dra. Damares Alves
O vídeo da Dra. Damares descreve com provas indiscutíveis, a perversão que o Governo de Lula aplicou e o de Dilma que impõe hoje às nossas inocentes crianças escolares, com o objectivo frio e premeditado de destruir os valores que lhes são incutidos pelos pais, e de confundi-las para assim induzi-las a aceitar desde já, as formas de sexo que oferecem e determinadas aberrações sexuais que existem na sociedade. Destaca também a naturalidade e complacência com que o Governo trata a figura execrável do pedófilo. Ataca por fim com veemência o actual Governo na sua tendência infame de procurar, a todo custo, aprovar o aborto.


Ver vídeo em





quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Relatório à direcção da Confederação Nacional
das Associações de Família
sobre o visionamento prévio de dois filmes
a emitir pela RTP2


(Apresentado por Heduíno Gomes à Direcção da CNAF
em Maio de 2005,
na sequência do visionamento prévio pela CNAF de 2 filmes
sobre a suposta «educação sexual» de crianças e jovens
na RTP2.

Refere-se à operação lesiva do equilíbrio moral e psíquico
de crianças e jovens
montada por Manuel Falcão, então director do referido
canal do Estado,
e Teresa Paixão, produtora)


1 – O convite à CNAF para o visionamento dos filmes

1.1 – Através de carta datada de Abril de 2005, a direcção da RTP2 dirigiu à CNAF um convite para visionar dois filmes, supostamente de «educação sexual de crianças e jovens».

1.2 – Tal convite por parte de uma estação de televisão à Confederação Nacional das Associações de Família é, em si mesmo, louvável. A CNAF, não tendo o exclusivo de representação das famílias portuguesas e dos seus valores, não deixa de representar associações de família e os valores perenes da célula fundamental da sociedade. Neste sentido, a CNAF teria de estar à altura de exprimir a opinião das famílias por si representadas e de defender os valores que justificam a sua existência como instituição.

1.3 – Por decisão da sua Comissão Executiva, reunida em Abril de 2005, foram designados em representação da CNAF para aceder ao convite da RTP2 a sua Presidente, D.ra Maria Teresa da Costa Macedo e Heduíno Gomes.

1.4 – Assistiram ao visionamento, além dos representantes da CNAF, pessoas da RTP (Manuel Falcão, Director da RTP2; Teresa Paixão, da RTP2, produtora, se não me falha a memória; uma psicóloga de um programa da RTP; e uma médica pediatra da RTP) e uma senhora, também convidada, representando uma associação relacionada com crianças.


2 – Os filmes visionados

2.1 – Trata-se de duas curtas metragens, de banda desenhada, de origem dinamarquesa, dobradas em português a partir de uma versão canadiana. A origem dos filmes foi inicialmente indicada como sendo canadiana, o que afinal não correspondia à verdade.
Manuel Falcão, o então director-geral
das operações de corrupção
de crianças e jovens
através da chamada
«educação sexual»,
utilizando os meios do Estado.
Teresa Paixão, a operacional
da corrupção de crianças e jovens
através da chamada
«educação sexual»,
no que é profissional
à custa do dinheiro dos contribuintes.
2.2 – Os filmes foram apresentados por Manuel Falcão como sendo destinados à «educação sexual» de crianças e jovens e merecendo uma apreciação por eventualmente poderem levantar «alguns problemas». Esses eventuais problemas seriam causados pela «falta de evolução dos portugueses». Determinar se, nestas circunstâncias, os filmes deveriam ou não ser transmitidos seria o objecto do visionamento.

2.3 – Observando ambos os filmes, podem fazer-se deles as observações que se seguem.

2.3.1 – Nos filmes, é usada a máscara da «ciência» e da «pedagogia» para encobrir uma visão amoral do mundo. Com efeito, trata-se de uma ciência de trazer por casa e de uma pedagogia permissiva, onde temas íntimos são colocados fora do tempo certo, fora do local certo, fora do modo certo, fora da moral e até fora da sanidade mental e física.

2.3.2 – Os filmes colocam os impulsos sexuais acima da razão e da moral. Citando o insuspeito Lenin – supõe-se que não vaticanista, nem metropolista, nem reaccionário –, numa carta sobre a matéria dirigida a uma conhecida feminista, ele acusa as feministas de encararem o acto sexual como quem bebe um copo de água. Os filmes em questão estão na linha da sinistra e decadente teoria do copo de água.

2.3.3 – Os filmes sobrepõem a espontaneidade dos instintos à razão e à moral. A mensagem é clara. Faz o que mandam os teus instintos, não penses, não ligues aos valores morais... Apetece-te ter relações sexuais... não te reprimas, não cries traumatismos psicológicos com a repressão sexual...

2.3.4 – Os filmes reduzem o sexo entre humanos a um conjunto de técnicas visando a satisfação dos instintos. A exemplificação é clara. Relações sexuais... olha, é assim... a penetração é desta maneira... apetece-te masturbares-te... olha, os rapazes é assim e as raparigas é assado...

2.3.5 – Os filmes incentivam as raparigas à autodestruição do hímen. Sugerem assim que esta mutilação consiste apenas numa simples questão técnica, numa simples questão de correcção anatómica. E até ensinam como o processo pode ser tecnicamente controlado através de um espelho colocado no chão.

2.3.6 – Os filmes colocam a actividade sexual humana no mesmo plano da actividade sexual animal. Mostram inclusivamente o acto sexual entre cães, donde resulta o óbvio estabelecimento de um paralelismo. A parte positiva da história é que não ousaram, por enquanto, sugerir a zoofilia. Talvez num próximo episódio.

2.3.7 – Os filmes são instrumento de destruição de pudor nas raparigas e rapazes. A comparação é clara. Tudo se passa sem inibições como entre os cães e as cadelas, onde tais sentimentos não existem...

2.3.8 – Os filmes promovem o experimentalismo, o aventureirismo e a irresponsabilidade sexuais, dando origem a situações irreversíveis de saúde física e mental. A sugestão é clara. Vá lá, experimentar é natural... é tudo natural... vê lá se gostas assim deste modo...

2.3.9 – Os filmes, sob o pretexto de «preparar para a vida» e «precaver acidentes» e «agressões», incentivam de facto a prática precoce e inconsciente da actividade sexual.

2.3.10 – Os filmes fazem a apologia de uma modernidade descabelada, contra a natureza humana e contra a moral natural. A lição é clara. Sê moderno, sê moderna, não sejas bota de elástico, os valores morais estão antiquados, são coisas do passado...

2.3.11 – Os filmes incitam explicitamente a práticas homossexuais entre rapazes e entre raparigas. Desenvolvem a teoria das «opções sexuais» e colocam cenas de homossexualidade como naturais. A desdramatização é clara. Para mais, aqui, os cineastas já não se limitam a sugerir seguir os instintos naturais, que são os da heterossexualidade. Aqui, eles já vão ao ponto de tentar desviá-los para actos contra natura, contra os próprios instintos.

2.3.12 – Os filmes, utilizando ainda uma estratégia indirecta, procuram mais uma vez fomentar a homossexualidade masculina. Com efeito, à semelhança da publicidade sobre produtos de higiene íntima, manipulada por homossexuais nos grandes meios de comunicação, é exibido o sangue menstrual mas aqui ainda mais explicitamente. Sabendo-se de que género de pessoas isto vem, os propósitos não são inocentes: o nítido objectivo é criar nojo nos rapazes em relação às raparigas.

2.3.13 – Os filmes, sob a aparência de protegerem as crianças em relação a abusos sexuais de adultos, favorecem de facto a pedofilia. Na realidade, os filmes iniciam prematuramente as crianças e jovens na actividade sexual, o que «abre o mercado» aos pedófilos. Mais, deixam a porta aberta para uma relatividade de idades permitidas. A conclusão é clara. Os filmes, à primeira vista, aparentam substituir a aberração da pedofilia pela «simples» aberração da promiscuidade. Mas, na realidade, acumulam ambas as aberrações.

2.3.14 – Os filmes contribuem para a desorientação moral e sexual das crianças e jovens e para a sua futura infelicidade. O drama é evidente. Os filmes empurram essas crianças e jovens, assim como as famílias que venham a constituir no futuro, para situações irreversíveis, com fardos que vão ter de carregar durante todas as suas vidas.

2.3.15 – Os filmes incentivam a irresponsabilidade e a insanidade sexual. Com a promiscuidade que geram, contribuem para o alastramento do SIDA, hepatites e outras doenças sexualmente transmissíveis.

2.3.16 – Os filmes apresentam como modelos, no papel de narradores, crianças e jovens sexualmente «avançados», «ousados», auto-educados e auto-educadores, e sem terem de prestar contas aos pais. É assim colocado de cabeça para baixo o processo de educação e controlo familiar das crianças e jovens: além de perderem completamente a autoridade, passam os pais e educadores a aprender com os clarividentes outrora educandos.

2.3.17 – E ainda, já não no plano sexual mas no do relacionamento familiar, os filmes, através de referências insolentes de crianças em relação a familiares adultos, incentivam ao desrespeito, desobediência e condutas erradas. Também este aspecto não é inocente, pois integra-se igualmente na estratégia de destruição dos laços afectivos e de autoridade no seio da família. É isso que lhes permite manipular e utilizar mais facilmente as crianças e adolescentes.

2.3.18 – Em conclusão, os filmes inserem-se completamente, sem a mínima dúvida, no grande plano perverso e decadente de conspiração global contra a Civilização, a moral e a família.


3 – A discussão em torno dos filmes

3.1 – Passando-se à exposição das opiniões sobre o que acabara de ser visto, com excepção das manifestadas pelos delegados da CNAF, todas as opiniões foram inteiramente favoráveis, ou favoráveis com algumas reservas pontuais (como, por exemplo, se, no filme para as crianças, se deveria dizer vagina ou pipi, pela simples razão de que as crianças podem não saber o que é vagina, enquanto pipi sabem o que é; ou, por exemplo, se deveriam aparecer os cães).

O pessoal ligado à RTP (empregado da RTP às ordens do Manuel Falcão) não tinha quaisquer reservas. Defendeu em bloco e afincadamente a transmissão dos filmes assim como os seus conteúdos (com vagina ou pipi), argumentando dentro dos parâmetros morais e sanitários da realização cinematográfica, que parecem ser igualmente os seus. Fizeram os mais rasgados elogios aos supostos dotes didácticos, científicos e artísticos dos filmes, assim como o facto de terem sido premiados (certamente por um júri formado por congéneres).

3.2 – Os delegados da CNAF opuseram-se à transmissão dos filmes com argumentos baseados nos valores da moral, da família e da sanidade mental e física das crianças e jovens, conforme na descrição dos filmes já acima apresentada.

3.3 – Contra as opiniões dos delegados da CNAF advogando a não transmissão dos filmes, foram usados os habituais argumentos decadentes anarco-liberais, amoralistas, das pedagogias modernas, da modernidade e da pseudociência que pretende que «a homossexualidade não é doença».

3.4 – O coro RTP dirigido pelo maestro Manuel Falcão também ousou puxar dos galões para «provar» a suposta superioridade e prevalência da opinião dos «especialistas» presentes e ausentes. Invocaram a sua enorme «competência técnica», a sua formação profissional e um suposto superior conhecimento das matérias em causa (a psicóloga e a pediatra). Foi assim colocada a técnica (?) versus natureza humana, versus moral e versus bom senso. Tais pretensões tecnocráticas, que apenas revelam ignorância doutoral, insensibilidade primária e amoraliade que ultrapassa mesmo a dita politicamente correcta – e também ignorância técnica –, foram naturalmente refutadas.

3.5 – Mesmo depois de ouvirem as opiniões sobre os filmes visionados, os responsáveis presentes da RTP persistiram na sua argumentação e na sua determinação em prosseguir com a transmissão dos filmes.

Isto prova inequivocamente que o seu propósito não era propriamente ouvir o parecer de bom senso da CNAF e reponderar a questão, devendo concluir que os filmes não deveriam ser transmitidos e reconhecendo que a sua compra consistiu numa má aplicação do dinheiro dos contribuintes.

O propósito dos responsáveis presentes da RTP era de facto outro.

Contando intimidar os representantes da CNAF perante um ambiente orquestrado e dominante tão «desinibido», tão «progressista» e tão «cientificamente fundamentado», o seu propósito era apenas obter da instituição ali presente como representante das famílias, por omissão de uma oposição frontal, um alibi. Amanhã confrontados por este grave atentado moral e sanitário às crianças e adolescentes portugueses, eles pretenderiam invocar o agrément da CNAF... por falta de oposição frontal.

Se assim calcularam, enganaram-se.


4 – O suposto enquadramento educativo da transmissão dos filmes

4.1 – Supostamente, a transmissão dos filmes seria feita a umas horas sabiamente escolhidas para serem vistos pelas crianças e adolescentes com os pais ao lado. Trata-se apenas de mais uma falácia destinada a mascarar de «pedagogia» a pornografia. Na realidade, os responsáveis por este atentado às crianças e adolescentes não têm nenhuma garantia da presença dos pais ao lado dos filhos durante a transmissão.

4.2 – E para que serviriam os pais ao lado dos filhos? Só se fosse para, a cada cena, uma pior do que a outra, lhes irem dizendo que o que estavam a ver era uma perversão. Será que a RTP2 aposta em transmitir matéria «interessante» e «esclarecedora» pela negativa para suscitar o papel educativo dos pais? Será esta a nova (?) técnica educativa da RTP? Mais uma falácia desculpabilizante de quem sabe muito bem o mal que está a fazer.

4.3 – Suponhamos o cenário em que os filmes são vistos por crianças e adolescentes em companhia dos pais. Quais serão os pais normais e filhos normais que não se sentirão naturalmente incomodados e feridos no seu pudor perante tais porcarias? Obviamente que estamos a pensar em pais e filhos normais, isto é, pessoas normais, como o são a esmagadora maioria. Não estamos a pensar nos anormais que são os obcecados por sexo, os decadentes, os perversos, os indivíduos sem tabús, como se apresentou afinal o grupo encabeçado por Manuel Falcão e parece dominar a televisão pública.

4.4 – Como mais uma forma de dourar a pílula, foi anunciado que, posteriormente à emissão dos filmes, estaria previsto um «debate». Se por acaso houvesse alguma incompreensão dos filmes, então, com o «debate», tudo ficaria esclarecido. Na realidade, tratar-se-ia de um pseudodebate, entre jovens, com certeza sem maturidade nem preparação intelectual para procederem a uma abordagem séria dos problemas. Tal pseudodebate só poderia ser útil aos conspiradores anti-sociais e agradar a gente de superficialidade mental e preparação intelectual idênticas às dos garotos participantes.

4.5 – O «debate» teria a agravante de ser dirigido por Júlio Machado Vaz, um indivíduo que, com a sua postura doutoral, na televisão e em todo o lado, é um dos maiores propagandistas da decadência, do amoralismo, da homossexualidade. À partida, seria um debate triplamente manipulado: pela imaturidade dos participantes em geral, pela escolha massiva e certamente criteriosa de jovens participantes «avançados» feita pelos responsáveis da RTP2 e, por fim, pela «autoridade científica» do já tristemente conhecido «moderador».


5 – O enquadramento ideológico e conspirativo dos filmes
e as óbvias conclusões sobre a pretensão da sua transmissão

5.1 – Tais transmissões televisivas, por constituírem uma agressão aos portugueses, deveriam pura e simplesmente ser proibidas em qualquer estação. A transmissão pela televisão do Estado, que é paga com o dinheiro dos contribuintes, torna-se um abuso de poder do loby da perversão em interesse próprio, um desvio dos fins da televisão do Estado e uma utilização indevida de fundos públicos.

5.2 – Tendo sido referido que os filmes em questão haviam recebido prémios, só pode concluir-se que os júris que lhos atribuíram se identificam com os seus autores quanto à ausência de valores e propósitos. É sabido que os concursos com júris que atribuem prémios a filmes deste quilate são simples montagens promovidas pelos apaniguados dessas causas perversas. Os nossos critérios morais e sanitários não são, definitiva e inequivocamente, os dos júris dos Hollywoods.

5.3 – O facto de, na RTP, responsáveis pela compra de programas terem adquirido estes filmes – e outros também! –, vem mais uma vez provar que esta instituição, que foi fundada para participar na educação dos portugueses, está, na melhor das hipóteses, nas mãos de pessoas «distraídas», e portanto incompetentes para a função. A outra hipótese é de quem adquiriu estes filmes e persiste na atitude ser da mesma índole moral dos autores desses filmes. Acresce que alguns desses funcionários têm dado provas de insistente e feroz militância a favor da apresentação de filmes e produção própria idêntica, tal e qual os filmes visionados, conduzindo à degradação moral das crianças, jovens e sociedade em geral.

5.4 – Do ponto de vista policial e judicial, a promoção televisiva de tal decadência pode não ser encarada como simples «distracção», «tolerância», permissividade, laxismo, ideologia... Pode igualmente ser encarada como eventual actividade promocional de indústrias paralelas, tendendo ao desenvolvimento do comércio sexual, nomeadamente de pedofilia. Pode, portanto, eventualmente, fornecer pistas que permitam a identificação de autores desses delitos. Assunto a seguir pelas polícias.

5.5 – Estes filmes e outros que tais, assim como a sua divulgação, inserem-se na orientação anarco-liberal, hedonista e amoral, que serve a estratégia, nuns casos, ou tácticas, noutros casos, de vários grupos de interesses, e que, organizada ou espontaneamente, a promovem, e que abaixo são referidos.

5.5.1 – O complexo social-industrial. A essência da lógica interna do complexo social-industrial é fomentar a existência de chagas sociais para ter mercado. Ele apresenta os seus sacerdotes como «especialistas» dos problemas humanos e detentores únicos da verdade científica e recusando o bom senso não só das pessoas comuns como dos especialistas não corrompidos. Encontramos assim um calculismo perverso entre alguns psicólogos, psiquiatras e sociólogos freudianos e aparentados, pedagogos «modernos» e permissivos, assistentes sociais sem sentido social mas com sentido carreirista e comercial, terapeutas permissivos da toxicodependência, sexólogos reichianos, etc. O mesmo calculismo perverso existe ainda da parte de alguns laboratórios de antidepressivos e outras drogas da psiquiatria, da toxicodependência e das suas consequentes doenças do foro estritamente físico, resultantes dos distúrbios primários.

5.5.2 – A indústria da droga. Às indústrias das drogas naturais, semi-sintéticas e sintéticas interessa a existência de uma juventude desorientada e hedonista, que lhe proporcione um extenso mercado. A indústria da droga é um dos buldozzers do complexo social-industrial.

5.5.3 – As indústrias da noite, do álcool e do tabaco. Pelas mesmas razões.

5.5.4 – As indústrias do cinema e da música rascas. Pelas mesmas razões.

5.5.5 – As indústrias e os lobies do sexo. Pelas mesmas razões.

5.5.6 – Os lobies homossexuais e feministas. Tanto aos homossexuais como às feministas, radicais ou soft, interessa o triunfo da depravação, pois em tal situação consideram ter alcançado estatisticamente a sua «normalidade».

5.5.7 – As seitas satânicas. Elas visam o triunfo do mal, promovem-no e prestam culto a Satanás. Para atingirem o seu fim, servem-se de todos os expedientes enumerados, nomeadamente filmes como os referidos.

5.6 – Todas estas actividades contra a Civilização são orquestradas por indivíduos com interesses e motivações diversas. Muitos fazem dessas actividades, no seu dia-a-dia, uma permanente militância. Eles recebem depois o apoio de pessoas que influenciam mentalmente, que subornam pelos mais variados meios, ou que simplesmente são confusas e frouxas, pessoas que, embora não defendam explicitamente essas doutrinas e práticas com o mesmo empenho, constroem uma argumentação eventualmente filosófica relativista, «ponderada», permissiva, cúmplice, que, na prática, apoia as maquinações dos conspiradores contra a Civilização.

5.7 – A situação exige medidas urgentes e firmes por parte dos responsáveis pela RTP.

Lisboa, 4 de Maio de 2005

Heduíno Gomes