quinta-feira, 7 de março de 2013

Pinhel, os indignados e eu

V. Figueira

Diz-se que Maria Antonieta, perante o povo de Paris que reclamava não ter pão, lhes recomendou que comessem brioches. A história não é bem assim, mas é ilustrativa de como a falta de consciência social pode levar à revolta do povo e à decapitação de alguns.

Sinceramente esta história ocorre-me a propósito da indignação do ex-presidente do BCP Filipe Pinhal e do movimento que lidera, os reformados indignados. Pinhal terá motivos para se indignar? Sem dúvida! Parece que a sua reforma de 70 mil euros ficou em 14 mil euros, sendo o resto «comido» pelo Estado. Pode o dr. Pinhal fazer da sua indignação uma bandeira e um movimento? Não! Porque essa é a demonstração da maior insensibilidade social. É ridiculamente absurdo.

Posso falar por mim. Ganho hoje menos do que há 20 anos, não estou reformado e trabalho talvez mais. Porque os impostos me atacaram, porque abdiquei de parte do meu salário, e porque a vida me trouxe até aqui. Isso cria-me problemas? Naturalmente. Cada um tem a sua vida mais ou menos organizada para o que ganha e é expectável ganhar. Posso indignar-me? É ridículo! Ganho mais que a larga maioria das pessoas, sou um privilegiado. E no fim disto, tomara eu ganhar metade dos 14 mil euros de que o dr Pinhal se queixa agora.

Estou muito longe de defender que o trabalho tem todo o mesmo valor ou de que todos deviam receber o mesmo. Mas estou também muito longe de achar que, em momentos de enorme crise, o esforço não deve ser – mais do que proporcional – exigido sobretudo aos que mais podem. E como última nota biográfica, direi que sou daqueles que nunca foi em cantigas de facilidade, pelo que não tenho uma única dívida a um banco.

Se politicamente posso responsabilizar muita gente pelo que me aconteceu, a mim e a tantos outros, sentir-me-ia mal por actuar apenas e no momento em que as consequências de décadas me chegam ao bolso! E é isso que este senhor e outros fazem. Foram patrões, líderes, altos quadros para ganhar dinheiro e viver à grande. São ratos quando chega a tempestade, não só não resistem como pensam nada ter a ver com o nosso passado colectivo.

O dr. Pinhal (e todos os magistrados, generais e quadros superiores que o acompanham numa acção indignada pela defesa de direitos adquiridos) é igual a um maquinista da CP, mas em versão rica! Daqueles que pensa que a política não é uma arte de compromisso entre a sociedade, mas uma dádiva da sociedade ao que cada um pensa ser o seu valor. Ou seja, que a política tem de estar ao serviço da prevalência do eu. Que o indivíduo, perante uma catástrofe, não pode perder direitos, nem regalias. Que mesmo olhando à volta e vendo legiões de desempregados, de famílias a perder as casas, de miseráveis sem comida, é incapaz de abdicar do muito que tem. É outro Jardim Gonçalves! E dizem-se católicos!

Quando estes senhores viviam à sombra do Estado e das offshores, indignei-me eu muitas vezes. Mas nunca lhes cobicei, nem cobiço a riqueza. Prefiro as noites tranquilas e a liberdade de lhes dizer na cara que são dos piores exemplos que uma sociedade que quer ser justa pode ter. Tenham vergonha (ou se preferirem uma expressão mais elegante, porque em inglês, shame on you)!



quarta-feira, 6 de março de 2013

Interessante sequência de notícias

(da net)

Caros Amigos,

Ontem ouvi que a filha do Presidente de Angola era a primeira mulher milionária africana (mil milhões de dólares)...

Hoje ouvi a UNICEF dizer que precisa de... 4 milhões de dólares para ajudar as crianças angolanas sub-nutridas.

Achei interessante esta sequência de notícias.



sábado, 16 de fevereiro de 2013

Jack Nicholson e Andrea Bocelli
unidos pela vida e contra o aborto.


Jack Nicholson, famoso actor de Hollywood, foi concebido quando a sua mãe ainda era adolescente e, várias vezes ofereceram-lhe a possibilidade de abortá-lo, mas ela decidiu tê-lo.

Em declarações à imprensa americana, Nicholson assegurou que não concorda com o aborto e que não poderia assumir outra postura porque seria «hipócrita», já que se a sua mãe tivesse aceitado o aborto, «estaria morto, não existiria».

Nascido em 1936, Nicholson cresceu acreditando que a sua avó era a sua mãe, e considerava como sua irmã a quem na realidade era a sua mãe. O actor descobriu a verdade somente em 1974.

Nicholson assegurou que «sou contrário ao meu distrito eleitoral no tema do aborto, porque estou positivamente contra. Não tenho direito a qualquer outro ponto de vista. A minha única emoção é gratidão, literalmente, por a minha vida».

Num vídeo difundido no YouTube, o tenor italiano Andrea Bocelli revelou a história do seu nascimento e elogiou a sua mãe por não abortá-lo depois de saber que nasceria com uma deficiência.

No vídeo, intitulado «Andrea Bocelli conta uma ‘pequena história’ sobre o aborto», o tenor contou que a sua mãe grávida foi hospitalizada por «um simples ataque de apendicite», mas os médicos, ao terminar os tratamentos, sugeriram-lhe abortar porque «o bebé nasceria com alguma deficiência».

«Esta valente jovem esposa decidiu não abortar, e o menino nasceu. Essa mulher era a minha mãe, e eu era o menino. Talvez esteja a ser parcial, mas posso dizer que a decisão foi correcta», assegurou Bocelli, que padece de glaucoma congénito e perdeu a vista aos 12 anos, por um golpe na cabeça jogando futebol.

Jim Caviezel, actor católico que interpretou Jesus no filme A Paixão de Cristo, assegurou ao Catholic Digest, em 2009 que «não amo assim tanto a minha carreira para dizer «vou ficar calado sobre isto»», referindo-se ao aborto.

«Estou a defender todo o bebé que não nasceu», assinalou.

O músico adolescente Justin Bieber também manifestou o seu repúdio ao aborto. Numa entrevista à revista Rolling Stone, Bieber assegurou que «realmente não acredito no aborto», pois «é matar um bebé».

A mãe de Justin Bieber, Pattie Malette, também se envolveu recentemente na causa pró-vida ao produzir a curta-metragem «Crescendo» contra o aborto e a favor da vida.

Pattie teve uma adolescência difícil, envolvida no mundo das drogas e do álcool, aos 17 anos tentou suicidar-se, antes de converter-se ao cristianismo.

Na sua curta-metragem, disse, «procuro animar as jovens mulheres de todo o mundo, como eu, para que saibam que têm um lugar onde ir, pessoas que podem cuidar delas e um lar seguro onde viver se ficarem grávidas e acharem que não há lugar onde acudir».

O veterano actor católico Martin Sheen também expressou repetidamente a sua oposição ao aborto. Numa entrevista em 2011, Sheen admitiu também que a sua esposa, Janet, foi concebida por um violador, por isso, referiu, se a sua mãe a tivesse abortado ou atirado num rio, como chegou a pensar, ele não a teria conhecido.


.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Centros de Saúde do Distrito de Aveiro
cobram taxas moderadoras aos dadores de sangue


A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro – ADASCA, recebe com frequência queixas de dadores de sangue e ex-dadores porque no acto de atendimento nos serviços de consultas nos Centros de Saúde e extensões (agora com a designação de cuidados primários) são obrigados a pagar os valores correspondentes às Taxas Moderadoras, quando a Lei lhes confere a respectiva isenção, conforme a circular emitida pela ACSS.

Para ler o artigo na íntegra basta clicar no link que se segue:


Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm: 964 470 432

Blogger

domingo, 10 de fevereiro de 2013

A ruptura da família é o primeiro
problema da sociedade contemporânea,
afirma autoridade vaticana


Dom Vincenzo Paglia

Dom Vincenzo Paglia, Presidente do Pontifício Conselho para a Família no Vaticano, apresentou esta manhã no Escritório de Imprensa da Santa Sé o evento «De Milão a Filadélfia: as perspectivas do Pontifício Conselho para a Família», no qual se analisou os resultados do Encontro Mundial das Famílias em Maio de 2012 nessa cidade italiana.

Participaram também Francesca Dossi e o seu esposo Alfonso Colzani, responsáveis pelo Serviço para as Famílias da arquidiocese de Milão.

O Arcebispo recordou que esse acontecimento «demonstrou a força vital que as famílias representam na Igreja e na própria sociedade. Obviamente, há muitos problemas relacionados com o matrimónio e a família, mas não devemos esquecer que a família continua a ser o ‘recurso’ fundamental da nossa sociedade».

As estatísticas são unânimes em especificar que a família encontra-se no primeiro lugar como centro de segurança, refúgio, de apoio para a vida e mantém-se no topo dos desejos da grande maioria dos jovens. Em Itália, por exemplo, perto de 80 por cento dos jovens dizem que preferem o matrimónio (civil ou religioso) enquanto apenas 20 por cento opta pela convivência.

Em França, as pesquisas indicam que 77 por cento quer construir a sua vida familiar permanecendo com a mesma pessoa toda a vida. Por outro lado, a necessidade da família está gravada no coração humano, desde que Deus disse: «Não é bom que o homem esteja só».

«Esta verdade profunda que marca tão radicalmente a vida humana parece ser afastada por uma cultura contrária. Há uma escalada de individualismo que divide a família, assim como as diferentes formas de sociedade. Por isso, a ruptura da família é o primeiro problema da sociedade contemporânea», revela Dom Paglia.

O Prelado Vaticano, disse logo que «é certo que boa parte da história Ocidental Contemporânea foi concebida como libertação de qualquer laço: com outros, com a família, com a responsabilidade para o outro. E é igualmente certo que os laços, às vezes, oprimiram a subjetividade. Mas hoje a vertigem da solidão com o culto do eu, libertada de qualquer ligação e a desorientação provocada pela globalização acentuam ainda mais o individualismo e a tentação de se fechar em si próprios».

«A Igreja – prosseguiu – preocupa-se com a crise que atravessam o matrimónio e a família, porque é consciente de que ambos são uma boa notícia, um evangelho para os homens e mulheres de hoje, frequentemente sós e sem amor, sem paternidade, nem apoio.

A Igreja, «perita em humanidade», conhece também o alto preço da fragilidade da família pago sobretudo pelas crianças (nascidas e não nascidas), os idosos e os doentes. Nas diversas épocas históricas houve mudanças, inclusive profundas, na instituição familiar, mas nunca se abandonou o seu «genoma», a sua dimensão profunda, quer dizer, ser uma instituição formada por homem, mulher e filhos.

Portanto, «urge uma atenta reflexão cultural e uma defesa mais vigorosa da família, para colocá-la – e rapidamente – no centro da política, da economia, da cultura, seja nos distintos países onde diferentes organismos internacionais, envolvendo também os crentes de outras tradições religiosas e as pessoas de boa vontade. É uma fronteira que toca os próprios fundamentos da sociedade humana. Daí o extraordinário interesse da Igreja sobretudo neste momento histórico».

O Pontifício Conselho para a Família «sente a necessidade de ajudar tanto dentro como fora dos limites da Igreja a redescobrir o valor da família. Há um grande trabalho a ser feito no plano cultural: trata-se de restaurar o valor de uma cultura da família, para que esta volte a ser atractiva e importante para a própria vida e para a sociedade».

«Ocupar-se da família não significa restringir-se a um segmento da vida ou da sociedade: hoje significa ampliar os horizontes além de nós mesmos e decidir-nos a participar na construção de uma sociedade que seja ‘família’ em si mesma, até capacitar a ‘família’ dos povos e das nações».

Iniciativas do Pontifício Conselho para a Família

O Prelado concluiu a sua apresentação ilustrando as iniciativas que, o Pontifício Conselho realizará, ao longo deste ano e até ao próximo encontro das famílias na cidade de Filadelfia (EUA), entre as quais se destaca a apresentação da Carta dos Direitos da Família, – elaborada há trinta anos por esse dicastério – na sede das Nações Unidas em Nova Iorque e Genebra e no Parlamento Europeu.

Em Abril começará uma série de seminários chamados «Diálogos para a família» em que os peritos de diferentes disciplinas abordarão questões relativas aos principais desafios relacionados com a família e o matrimónio.

Em Roma, no fim de Junho terá lugar um congresso internacional de advogados católicos, centrado nos direitos da família e, por último, em Outubro, a assembleia plenária do Pontifício Conselho centralizar-se-á na Carta dos Direitos da Família.

Nos dias 26 e 27 desse mês, por motivo do Ano da Fé, haverá uma peregrinação das famílias à sepultura de São Pedro.


.

A ditadura nazi dos invertidos


Cristão poderá pagar multa de 50 mil dólares por não fazer bolo de «matrimónio» invertido

Um pasteleiro cristão de Gresham, estado de Oregon (Estados Unidos), poderá pagar uma multa de 50 mil dólares por ter-se negado a preparar um bolo de casamento para um casal de lésbicas.

O dono da confeitaria Sweet Cakes by Melissa, Aaron Klein, enfrenta processo no escritório do procurador geral do estado de Oregon por ter recusado o trabalho encomendado pelo casal de lésbicas. Na sua opinião, o matrimónio é «uma instituição religiosa entre um homem e uma mulher como diz a Bíblia».

Em declarações aos meios locais como o jornal The Oregonian e a cadeia K.A.T.U; filiada à rede ABC, Klein disse que «quando alguém me diz que a sua definição de matrimónio é diferente da minha, eu não estou de acordo e não acredito que deva ser sancionado por isso».

A lésbica que apresentou a queixa e o processo disse que Klein chamou-lhes de «abomináveis para o Senhor» e que o seu dinheiro não era igual ao dos outros.

Klein negou essas afirmações e assegurou que disse ao casal que o desculpassem «por fazer-lhes perder o seu tempo, mas nós não fazemos bolos para matrimónios do mesmo sexo», porque não são legais no estado de Oregon.

«Honestamente, não era minha intenção magoar ninguém, não pretendo incomodar ninguém com isso», precisou.

Laura Bowman, «cônjuge» da denunciante, disse que a sua companheira rompeu em pranto quando soube que a confeitaria de Klein não faria o bolo das suas bodas.

O escritório do procurador não tomará medidas contra Klein até que receba a versão oficial da empresa sobre os factos. Se encontrar motivos de discriminação poderá apresentar uma queixa perante o escritório Estatal do Trabalho e Comércio.

As ameaças legais por parte do Estado para as empresas envolvidas na realização de bodas é cada vez maior devido à pressão de activistas invertidos.

Este tipo de casos como o de Aaron Klein são cada vez mais comuns. Em Julho de 2012 em Lakewood, Colorado, uma loja de bolos também se negou a fazer um bolo de bodas para um casal invertido, o que lhe custou enfrentar um processo legal.

No Novo México um profissional cristão negou-se a fotografar uma cerimónia de compromisso de um casal de lésbicas e foi multado em quase sete mil dólares. Actualmente o seu caso está na Corte Suprema do Estado.

Uma casa metodista de retiros em Nova Jersey enfrentou um processo por negar-se a organizar uma cerimónia de união civil de um casal do mesmo sexo, o que para as autoridades constituiu uma infracção da lei de não-discriminação.


.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Cartaz com bebé em Itália. Não quero ser
o brinquedo adoptável de um casal invertido


Um cartaz com o rosto de um bebé acompanhado de mensagens como «não quero ser o brinquedo adoptável de um casal invertido» chamou a atenção de muitos em Bergamo, Itália, por conter mensagens contrárias à adopção invertida.

O cartaz apresentado pela Associação Italiana de Ciência e Vida para o Futuro do Homem, no padrão das actividades que se realizam em Itália comemorando a 35.ª Jornada Nacional pela Vida em 3 de Fevereiro, continha frases que para alguns causou polémica.

No cartaz lia-se «Eu não sou um direito. Quero um pai homem e uma mãe mulher. Não quero ser o brinquedo adoptável de um casal invertido. Não quero ser o produto de uma fecundação artificial e nascer de hormónios supérfluos, tenho o direito de nascer de uma relação natural de amor entre um homem e uma mulher».

O presidente da Associação em Bergamo, o doutor Giambattista Guizzetti, em diálogo telefónico com o grupo ACI em 6 de Fevereiro, advertiu que o cartaz não é parte de uma campanha «contra os invertidos, o que fazemos é uma promoção do que significa adoptar uma criança numa família».

A Associação é reconhecida pelo seu árduo trabalho em proteger a figura do ser humano em todas as etapas da sua vida, protege os seus direitos naturais que são princípios não negociáveis do homem em todo o aspecto.

«Queremos formar a consciência de que a criança tem o direito a estar num lugar onde exista um casal formado por um pai e uma mãe» afirmou e mencionou que o cartaz foi feito só para a jornada com o objectivo de encorajar «a mensagem de que a criança nasce dentro de uma família formada por um pai e uma mãe».

Guizzetti comentou que «as pessoas que viram e leram este cartaz, são pessoas que reagiram positivamente, que estão a favor da vida e contra este tipo de adopções».

O doutor disse que embora em Itália não esteja legalizado nem o «matrimónio» invertido nem as adopções pelos casais do mesmo sexo, existem projectos impulsionados por alguns grupos que procuram a sua legalização, portanto é importante «divulgar e esclarecer sobre os direitos naturais do ser humano».

A Jornada Nacional pela Vida é uma actividade promovida pelos Bispos de Itália que se celebra todos os anos. Centenas de voluntários, movimentos e associações em Itália unem-se para promover na sua diocese a defesa da vida e lutar contra o aborto.

Este ano os Bispos na sua mensagem pela jornada chamada «Gera a vida, vence a crise» mencionaram que sustentar a vida implica uma série de acções de solidariedade, e que a comunidade deve ser protagonista de uma acção que encoraje todas as pessoas e famílias a não terem medo pela chegada de uma criança.


.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

ADASCA comemora o 6.º Aniversário
dia 16 de Fevereiro junto da sua Sede

Convite
No âmbito do Plano das Actividades para 2013, a ADASCA vai comemorar o seu 6º. Aniversário no dia 16 de Fevereiro junto da sua Sede, localizada no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso, com início às 10:30 HORAS.

A Direcção da ADASCA não quer deixar de Convidar os seus associados como ainda as pessoas amigas que têm acompanhado desde o seu início a evolução desta associação, a estarem presentes nesta singela cerimónia que se reveste de grande interesse para todos nós.

Os colegas, amigos e empresas que queiram colaborar mediante a oferta de Sumos, Bolos, Champanhe e Garrafas de Vinho Porto entre outros bens indicados para uma ocasião destas, podem fazê-lo no decorrer das próximas Colheitas de Sangue nos dias 2 e 8, entre as 9:00 horas e as 13:00 horas ou no próprio dia, proporcionando assim um aniversário mais “recheado”. Os dadores merecem o nosso reconhecimento público, contudo, ninguém se deve sentir coagido a colaborar.

Quem desejar apoiar com donativo pode fazê-lo por transferência bancária através do NIB: 0036 0189 99100051821.35, Balcão: Montepio Geral, Aveiro – Eucalipto, Rua de Anadia, 10 – Empreendimento Vila Jovem.

Contamos com a boa vontade e generosidade de todos. Emitimos recibos, desde que nos forneçam nome, morada completa e o NIF.

Programa
– 8:00 HORAS – Distribuição dos questionários aos dadores para a dádiva
– 9:00 HORAS – Inicio da Colheita de Sangue com Rastreios Gratuitos em paralelo
 10:00 HORAS – Recepção aos Convidados
– 10:30 HORAS – Leitura da Mensagem e partir o Bolo do 6º. Aniversário
– 13:00 HORAS – Conclusão da Colheita de Sangue e Rastreios.

Cordialmente,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm: 964 470 432

NB: considerando que decorre em paralelo uma Colheita de Sangue, por forma a dar a possibilidade aos dadores que vão doar sangue de participar na mesma e poder saborear do nosso bolo de Aniversário, assim se explica o horário para o início da cerimónia.

A lista dos nossos convidados oficiais pode ser consultada no site a partir do dia 11, data limite para a confirmação da presença.


.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bento XVI: A falta de fé gera crises no matrimónio


No seu discurso no sábado de manhã aos membros do Tribunal da Rota Romana, o mais alto tribunal eclesiástico da Santa Sé, o Papa Bento XVI indicou que «a carência de fé pode ferir os bens do matrimónio: procriação, fidelidade conjugal e indissolubilidade».

O Santo Padre sublinhou que a actual crise de fé ocasiona uma crise na união conjugal, acrescentando que o afastamento da proposta de Deus leva a um profundo desequilíbrio em todas as relações humanas.

O «acentuado subjectivismo e relativismo ético e religioso» da cultura contemporânea impõe à família «desafios urgentes», disse o Papa.

Bento XVI lamentou que exista uma «difundida mentalidade» de que a pessoa «seja ela mesma permanecendo ‘autónoma’ e entrando em contacto com o outro só mediante relações que possam ser interrompidas em qualquer momento».

O Papa sublinhou que «só abrindo-se à verdade de Deus é possível compreender, e realizar no concreto da vida também conjugal e familiar, a verdade do homem como filho Dele, regenerado pelo Baptismo».

Ao reflectir sobre a indissolubilidade do pacto matrimonial entre um homem e uma mulher, indicou que este «não requer, para fins sacramentais, a fé pessoal dos noivos», mas o que se pede, «como condição mínima necessária é a intenção de fazer aquilo que faz a Igreja».

Entretanto, citou, «embora seja importante não confundir o problema da intenção com a fé pessoal dos noivos, não é possível separá-los totalmente».Ao recordar os três bens do matrimónio, mencionados por Santo Agostinho, procriação, fidelidade conjugal e indissolubilidade, o Papa advertiu que não se deve prescindir «da consideração de que possam apresentar-se casos que pela ausência de fé, o bem dos cônjuges resulte comprometido e portanto excluído do consenso».

O Santo Padre advertiu que «com estas considerações, não pretendo sugerir um fácil automatismo entre carência de fé e nulidade da união matrimonial, mas evidenciar que tal carência poderá, ferir os bens do matrimónio, a partir do momento em que a referência à ordem natural querida por Deus é inerente ao pacto conjugal».

O Papa especificou que sobre a problemática da validez do matrimónio, «sobretudo no contexto actual, será necessário promover ulteriores reflexões».

Bento XVI também recordou aqueles Santos que viveram o matrimónio de acordo com a perspectiva «cristã», conseguindo assim «superar também as situações mais adversas, conseguindo às vezes a santificação do cônjuge e dos filhos com um amor sempre reforçado por uma sólida confiança em Deus».


.

Entre «casamentos» de invertidos e eleições.
Poderá o Papa confiar em Andrea Riccardi?


O fundador da Comunidade de Santo Egídio agita-se no centro da cena política italiana, aparentemente com a bênção do Papa. Mas detrás das aparências encontramos factos perturbadores.

Cada vez que Bento XVI se exprime contra o casamento homossexual, é sistematicamente assaltado com críticas. Mas da última vez que o fez – no discurso dirigido à Cúria antes do Natal, como em cada ano – não aconteceu isso. Todos se mantiveram em silêncio.

LER MAIS
Em inglês:
Em francês:
Em italiano:
Em castelhano:

domingo, 27 de janeiro de 2013

Estágios remunerados


A Comissão Europeia abriu vagas para o seu programa de estágios remunerados que vai ter início a partir de Outubro.A partir de 1 de Outubro, 650 estagiários vão ter o privilégio de começar a colaborar numa organização que serve mais de 500 milhões de habitantes em 27 países.

O período de candidatura vai ter lugar até ao dia 31 de Janeiro, com a pré-selecção a decorrer em Março e Abril, e a selecção em Maio.

Os estágios vão ter lugar em Bruxelas e na cidade do Luxemburgo, e a Comissão Europeia pede os seguintes requisitos mínimos:
  • Possuir uma licenciatura;
  • ter um bom conhecimento de inglês, francês ou alemão;
  • ter um bom conhecimento de uma segunda língua oficial da União Europeia.
A experiência profissional vai ter a duração de cinco meses e os estagiários vão receber uma remuneração mensal de 1000 euros e o reembolso das despesas de viagem, assim como seguros de saúde e de acidente. A Comissão Europeia recebe todos os anos mais de 1300 estagiários com os estágios a terem início em Março e em Outubro.

Para mais informações sobre como se candidatar consulte o site:



.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Cartaz da II Caminhada Solidária da ADASCA
Comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue


Caros Colegas Dadores e Amigos!

Por forma a organizarmos a II CAMINHADA SOLIDÁRIA DA ADASCA com a devida antecedência, como prova o Cartaz em anexo em PDF, no âmbito da Comemoração do Dia Mundial do Dador de Sangue, que decorre a 14 de Junho, mas, como este dia coincide com dia útil da semana, irá decorrer no dia 15 a habitual Colheita de Sangue no Posto Fixo da ADASCA, e no dia 16 a Caminhada em supra.

A saída será do mesmo local do ano transacto, tal como a chegada, contudo, posteriormente serão dadas mais informações a este respeito.

É nosso propósito, encontrar patrocínios para as T-SHIRTS E BONÉS, pelo que se alguma empresa se quiser associar a esta iniciativa, apoiando-nos, pode entrar com contacto connosco no sentido de ajustarmos as melhores condições.

Ainda nesta área, seria interessante que no final da Caminhada pudéssemos realizar um Piquenique Partilhado. Sobre este ponto, estamos abertos à opinião dos colegas.

O percurso será igual ao do ano transacto, cerca de 16 Kms, podendo ser introduzidas ligeiras alterações. Quanto ao valor da inscrição para os participantes, daremos a conhecer posteriormente os seus valores, porque temos que fazer face ao pagamento do acompanhando policial da PSP, e claro, adquirir outros bens…

O Vídeo da 1ª. Caminhada segue no link abaixo, para a visionar basta clicar no link e esperar que passe o Spot publicitário. Vale a pena recordar aos que participaram, para os que não participaram ficam com a ideia de como decorreu.


A máxima da ADASCA desde a sua fundação é: UNIDOS PELA DÁDIVA DE SANGUE, podemos adaptar para: UNIDOS PELA II CAMINHADA SOLIDÁRIA DA ADASCA.

Sem mais, aguardamos pelas vossas sugestões e pelos contactos das empresas.

Cordialmente,

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Tm: 964 470 432 ou 914 271 151

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Um tabu a romper:
a indústria da eutanásia dos velhos


Eduardo Cintra Torres

Todas as sociedades têm interditos, ou tabus; vivemos bem com eles, não vivemos sem eles. Uns estabelecem normas de vida, como o do incesto ou do assassínio. Outros referem-se a coisas comezinhas, como não passar debaixo duma escada.

O termo polinésio tabu passou da antropologia à linguagem comum: a palavra tabu é forte, mas usa-se como eufemismo para evitar «interdito» ou «proibição». Por paradoxo, dizemos tabu para não expressarmos por inteiro o interdito a que se refere.

O jornalismo não podia deixar de ter tabus. Não me refiro ao abuso da palavra por moda, como a recusa dum político de anunciar uma candidatura no momento e no local que agradaria aos jornalistas, mas aos autênticos, como o do suicídio. Por consenso, o jornalismo decidiu não o noticiar, pois a publicitação pode induzir outros suicídios. Nem sempre houve este tabu jornalístico, o que mostra como a criação, vida e quebra de tabus varia no tempo. No excelente jornalismo português do início do século XX, liam-se centenas de notícias de tentativas com ou sem êxito de suicídios. Hoje há um limite auto-imposto da liberdade de imprensa por consenso que é aceite pela esmagadora maioria. Nunca vi ninguém contrariá-lo.

Mas há outros tabus que conviria ao jornalismo romper. Um deles é o da maneira como tratamos os velhos. Não digo idosos, porque idosos é outro eufemismo para esconder a terrível realidade da velhice de centenas de milhares de concidadãos. Ontem, vi na RTP 1 uma notícia sobre uma «idosa» que morreu sozinha por fogo num «apartamento que servia para acolhimento de pessoas acamadas», em Meadela. Não interessa aqui se o lugar de «acolhimento» estava legalizado. Interessa que a sociedade, as pessoas, nós, empurramos os velhos para armazéns de «acolhimento» e «lares» (outras palavras que adoçam a realidade do tabu). Estes velhos são mais indefesos do que as crianças, eudeusadas pela sociedade actual (basta ver as notícias falando dos milhares que vão para a escola com fome e ignorando, sempre, os pais dessas crianças, que não são monstros e também passam fome). A sociedade condena à morte triste e lenta centenas de milhares de velhos, consentindo-a. São depositados onde quer que seja, muitos em condições infames, pelos próprios filhos. O jornalismo não deveria apenas noticiar os «lares» ilegais que encerram e os velhos que morrem por incúria. Deveria romper o silêncio consentido de toda a sociedade sobre os que abandonam os velhos e sobre a permitida indústria da morte lenta, uma eutanásia de que é tabu falar.



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Usurpações aterradoras

Nuno Serras Pereira

Cada vez tem havido mais casos vindos a público de roubos violentos, por parte do estado, de filhos a seus pais. Os tribunais conluiados com assistentes sociais arrogam-se o direito a um poder absoluto contra a família determinando se podem ou não ter filhos, e impondo ameaçadoramente o que têm que fazer para os evitar. Isto, tanto quanto sei, começou com o então chamado «rendimento mínimo garantido», o qual exigia que quem dele quisesse usufruir fosse obrigado ao uso contínuo da contracepção, mesmo a abortiva precoce. Esta brutalidade totalitária não incomodou os altos prelados que se desfizeram em elogios à introdução daquele sem atender a este monstruoso «detalhe».

Ontem foi noticiado por um semanário o mais clamoroso dos casos conhecidos. A coisa é medonha. Um juiz determinou a esterilização permanente de uma mãe em virtude da pobreza em que vivia com os filhos. Como ela felizmente, e ajuizadamente, não o fez e se atreveu a procriar mais, o tribunal determinou, para gáudio das assistentes sociais, que lhe fossem extorquidos sete dos dez filhos, deixando-a só com os mais velhos. A ferocidade controladora e predadora do estado, em nome do bem-estar material, da higiene e da pontualidade escolar, ignora friamente os vínculos familiares, os laços de amor filiais, maternos, paternos e fraternos, e em vez de colaborar com a sociedade civil e com as Instituições de solidariedade para melhorar as condições de vida desta sociedade natural, anterior ao estado, entretém-se sadicamente a escaqueirá-la. Por este andar tardará muito até assistirmos impávidos e serenos, como temos estado ao longo destes anos, a decisões judiciais que imponham aos pobres o aborto forçado? Aliás, se esta mãe tivesse abortado os sete filhos não a espoliariam de nenhum dos que restassem nem padeceria controlos das assistentes sociais nem poria o pé em qualquer tribunal. Seria, pelo contrário, apontada como uma progenitora responsável, inteiramente capaz de cuidar da família, enfim uma mulher exemplar. Esta mentalidade inoculada sistematicamente ao longo das últimas décadas pela APF, prodigamente protegida e subsidiada por todos os governos, continua coadjuvada pela introdução da ideologia do género (ver os dois primeiros parágrafos deste discurso de Bento XVI e a entrada ideologia do género no blogue Logos), desde 1995, a sê-lo maciçamente com a cooperação activa dos mesmos políticos germinados nesse caldo infeccioso e pestilento em que se transformaram os partidos que têm estado nos governos.

Baste para exemplo o encontro, no próximo 13 de Fevereiro, organizado e promovido pelo ministério dos negócios estrangeiros.

Eduardo Pinto da Silva (Divisão de Direitos Humanos – Human Rights Division – SPM – DGPE – Ministério dos Negócios Estrangeiros – Directorate-General for External Policy – Ministry of Foreign Affairs) numa mensagem e enviada para uma extensa lista de representantes e associações da sociedade civil escreve: «Tenho a honra de informar V. Exas que a Comissão Nacional para os Direitos Humanos (CNDH) se reunirá em formato alargado a representantes da sociedade civil no próximo dia 13 de fevereiro, às 9 horas e 30 minutos, no Auditório do Instituto de Defesa Nacional (Calçada das Necessidades, nº 5, Lisboa) … Na qualidade de Presidente da Comissão Nacional para os Direitos Humanos, o Senhor Secretário de Estado Adjunto e dos Assuntos Europeus fará a abertura da reunião e dirigirá os respetivos trabalhos (ordem de trabalhos em anexo)».

O anexo da «comissão nacional para os direitos humanos» apresenta na sua ordem de trabalhos, entre mais uma ou duas coisas o seguinte:

«Igualdade de Género – Esclarecimento de Conceitos» – Apresentação pela Presidente da Direção da Associação Portuguesa de Mulheres Juristas, Dra. MªTeresa Féria de Almeida.

«Globalização: Porquê a necessidade de sensibilizar para a Igualdade de Género?» – Apresentação pela Presidente da Delegação de Matosinhos da Cruz Vermelha Portuguesa, Dra. Joana Salinas.

Não resta pois dúvida alguma de que o estado português dominado pela agenda «gay», «lgbt», etc., em nome dos direitos humanos, «catequisa» a sociedade civil com estas nefandas ideologias que têm o propósito de acabar com os mesmos, invertendo-os, de modo a que o seu poder tentacular se vá fortalecendo, ainda mais, até ao ponto de estabelecer o seu totalitarismo intrinsecamente perverso, que perseguirá implacável e desalmadamente os cristãos e todas as demais pessoas que queiram viver de acordo com a recta razão.

Para concluir volto ao princípio do texto somente para dizer que, se dependesse de mim, aquela mãe que, não obstante a pobreza, tem um amor maior que todas as riquezas, seria condecorada com o mais alto galardão nacional como exemplo de generosidade em tempos de tanto egoísmo, como modelo do maior contributo que se pode dar para o futuro deste país que se encontra em estado adiantado de suicídio demográfico.


.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Ideologia de género destroça a família
alerta bispo de Córdoba


O bispo de Córdoba (Espanha), Don Demetrio Fernández, adverte que «a ideologia de género destroça a família, rompe os laços do homem com Deus através da sua própria natureza», como é o sexo com que se nasce, «coloca o homem acima de Deus, Deus já não é necessário para nada, e temos que prescindir d’Ele, porque Deus é um obstáculo para a liberdade do homem».
Assim o manifesta o bispo na sua carta semanal, publicada pela Europa Press, e na qual faz uma alusão à frase de Simone de Beauvoir (1908-1986), esposa de Jean Paul Sartre: «Não se nasce mulher: torna-se.», que, a seu ver, «expressa que o sexo é aquilo que a pessoa decide ser», de modo que «já não valeriam as ecografias que detectam o sexo da pessoa antes de nascer».
Deste modo, lamenta que embora a ecografia diga «claramente que é menina, o que vale é o que o sujeito decida», de maneira que «se quer ser homem, pode sê-lo, embora tenha nascido mulher» e vice-versa.
Também acrescenta que «a serviço desta ideologia existe uma série de programas formativos, médicos ou escolares, que procuram fazer com que todo o mundo mentalize esta ideologia, fazendo um dano tremendo na consciência das crianças, adolescentes e jovens».
Neste sentido, considera que «a ideologia de género não respeita em nada a própria natureza na qual Deus deixou inscrita a sua marca: sou varão, sou mulher, por natureza. Aceito-o e vivo-o com alegria e com gratidão ao Criador».
E que, «relacionar com a natureza e, portanto com Deus, a minha identidade sexual é uma escravidão da qual a pessoa tem que libertar-se», segundo esta ideologia «errada», como sublinha Don Fernández.
Um feminismo «radical» que se estende nas escolas.
Do mesmo modo, o bispo refere que desta ideologia vem «um certo feminismo radical, que rompe com Deus e com a própria natureza, tal como Deus a fez». Um feminismo, segundo ele, que «vai estendendo-se implacavelmente, inclusive nas escolas».
Além disso, Don Fernández menciona que «a Igreja Católica é odiada pelos promotores da ideologia de género, mais precisamente porque se opõe rotundamente a isto».
E, entretanto, adiciona, «uma das realidades mais bonitas da vida é a família», segundo a sua «estrutura originária, onde existe um pai e uma mãe, porque há um homem e uma mulher, iguais em dignidade, distintos e complementares», e igualmente «onde há filhos, que brotam naturalmente do abraço amoroso dos pais», e acrescenta que «Deus quer o bem do homem, e por isso inventou a família».
Ainda que a ideologia de género «tente destruir» a família, «a força da natureza e da graça é mais potente que a força do mal e da morte».
Por isso, considera que «a família precisa da redenção de Cristo, porque Herodes continua vivo, e não mata somente os inocentes no seio materno, mas também tenta mentalizar as nossas crianças, adolescentes e jovens com esta ideologia, querendo fazer com que vejam que há outros tipos de família».
O bispo de Córdoba acredita que «é a ocasião para pedir às famílias que atravessam dificuldades, para dar uma mãozinha às famílias que tenho por perto e cujas necessidades não são somente materiais, mas às vezes de sofrimentos por conflitos de todo tipo», ao mesmo tempo que assegura que «só na família, tal como Deus a instituiu, encontra o homem o seu pleno desenvolvimento pessoal e, portanto, a felicidade no seu coração».
Para Don Fernández, «na família está o futuro da humanidade, na família que responde ao plano de Deus».


.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

França: centena de milhares
em manifestação contra «casamento»
entre invertidos


Centenas de milhares de pessoas reuniram-se este domingo em Paris para uma manifestação contra a equiparação ao matrimónio das uniões entre invertidos.

A chamada «Manifestação para todos», promovida por comunidades religiosas e movimentos da sociedade civil, surgiu como forma de oposição ao projecto de lei apresentado pelo executivo do socialista François Hollande, chamado «Casamento para todos», que pretende legalizar o casamento e a adopção por invertidos e deve começar a ser analisado pelo Parlamento francês a partir do dia 29 de Janeiro.

Sob o lema «Nascemos de um homem e de uma mulher», a manifestação na capital francesa é apresentada pelo portal de notícias do Vaticano como uma «batalha civilizacional em defesa da célula fundamental da sociedade».

O arcebispo de Paris, cardeal André Vingt-Trois, marcou presença no final da iniciativa para manifestar o seu encorajamento aos organizadores.

O presidente do Conselho Pontifício da Família (Santa Sé), D. Vincenzo Paglia, elogiou o empenho do episcopado francês nesta causa para «fazer entender que o matrimónio e a família não são uma realidade de alguém, mas da humanidade».

«A igualdade é uma coisa, o respeito pela diversidade é outra, porque para se chegar a uma igualdade robusta é necessário respeitar a diferença com críticas à ideologia de género».

O arcebispo italiano sustenta que, após a legalização do casamento e da adopção por pessoas do mesmo sexo «tudo se torna possível» em termos de definição do matrimónio.

«Se a medida for o ‘eu’ e a satisfação de todos os seus desejos, fica claro que tudo pode acontecer e, portanto, temos a destruição da civilização».

O porta-voz da Conferência Episcopal Francesa, D. Bernard Podvin, disse estar confiante no bom senso da opinião pública, nestas matérias e apela ao testemunho dos católicos.

«Os tempos são difíceis, temos de testemunhar uma esperança e recordar à nossa sociedade que, no futuro, será muito mais frágil e terá que estar muito atenta aos seus valores fundamentais».


.