quinta-feira, 3 de maio de 2012

Político católico italiano propõe programa
de governo 100 por cento pró-vida


Massimo Polledri um político católico italiano que quer ser prefeito da conhecida cidade de Piacenza, propõe um programa de governo com critérios 100 por cento pro-vida, considerando que a vida começa com a concepção e termina com a morte natural; e que a família é a fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher.

Polledri, médico de profissão especializado em neuropsiquiatria infantil, tem entre suas conquistas de 10 anos como parlamentar na Liga Norte da Itália, ter pressionado o governo italiano para que interviesse na liberação do também médico cubano, Oscar Elías Biscet, condenado a 10 anos de prisão por denunciar a realidade do aborto em Cuba.

O político italiano também liderou batalhas contra a eutanásia e baseado numa lei sobre cuidados paliativos, defendeu a presença do crucifixo em lugares públicos e lutou pelo bem das minorias cristãs em países como Líbano, Síria e Iraque.

Polledri também combateu o uso não regulado da fecundação artificial e vai aderir a um «Pacto pela vida e a família» defendendo os valores inegociáveis do ser humano.

O programa de governo, estabelecido em um pacto de 7 pontos, foi redigido considerando que a vida começa com a concepção e termina com a morte natural; e que só a família fundada no matrimónio entre um homem e uma mulher pode ser chamada como tal.

No primeiro ponto o político pró-vida se compromete a oferecer ajuda, junto às associações familiares, às mulheres que abortaram ou que estão pensando em abortar; também manifesta seu compromisso para com as pessoas em estado de inconsciência permanente, o seu cuidado paliativo e a assistência que necessitam.

No seu programa, Polledri também oferece ajuda às pessoas com deficiência física e aos casais que desejam casar-se através de políticas que favoreçam as famílias. No pacto é refutada qualquer tentativa de equiparar outro tipo de união ao matrimónio natural.

Deste modo o programa do doutor Massimo Polledri oferece ajuda às mães solteiras e a todas as mulheres que têm que arcar sozinhas com as responsabilidades do lar, para que elas possam levar adiante a suas famílias e terem uma vida profissional.

Sobre Polledri, o actor e produtor mexicano pró-vida Eduardo Verástegui assinalou que «a batalha pelo direito à vida e por nossos valores fundamentais é a mais importante de nosso tempo, porque sobre ela assentam os pilares de nossa sociedade: não há progresso e bem-estar autênticos sem o pleno respeito à liberdade de todos os seres humanos, da concepção até sua morte natural».


Convite - Festa em Família

cartaz1



Mais informações em:
www.cnaf-familia.org 
Facebook  

ou através dos seguintes contactos:
Telefones: +351. 213.242.160 - 914396116



terça-feira, 1 de maio de 2012

As crianças têm direito a uma «família normal», afirma autoridade vaticana


O Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal  Ennio Antonelli, no 30.º aniversário da encíclica Familiaris Consortio, em Lisboa, defendeu «o direito» das crianças a um núcleo familiar «normal» e refutou a equiparação do «matrimónio de um homem e uma mulher» com «outras formas de convivência».

«A família normal fundada sobre o matrimónio é uma comunidade estável de vida e de pertença recíproca», enquanto outros modelos se situam na «lógica do indivíduo que pertence apenas a si mesmo e mantém com os outros só uma relação contratual de intercâmbio», sustentou o purpurado na sua exposição na capital.

Numa resposta a uma pergunta colocada pela audiência na Aula Magna da Universidade de Lisboa, Dom Antonelli declarou que «é necessário não apenas olhar para os desejos dos adultos mas para os direitos das crianças», já que «os desejos nem sempre são direitos mas o bem objectivo das crianças é um direito».

«O mal-estar e os deslizes juvenis aparecem associados, em medida muito mais elevada às famílias desfeitas, incompletas e irregulares», afirmou na conferência de abertura do encontro «A Família e o Direito Nos 30 Anos da Exortação Apostólica 'Familiaris Consortio'».

O presidente do organismo da Santa Sé lembrou que «em nome da não discriminação, se reivindica o direito dos homossexuais a contrair matrimónio ou pelo menos a equiparar em tudo a sua relação ao matrimónio». Esta posição, disse Dom Antonelli, esquece «que a justiça não consiste em dar a todos as mesmas coisas, mas em dar a cada um o que lhe pertence, e que é injusto tratar de modo igual realidades diversas».

As «pesquisas sociológicas», frisou, demonstram que, «percentualmente falando, os casados são mais felizes que os solteiros, os conviventes e os separados».

O prelado referiu que «a contestação mais forte contra a Igreja diz respeito à ética sexual», porque «aos olhos de muitos» a doutrina católica «apresenta-se como inimiga da liberdade e da alegria de viver».

A «felicidade», no entanto, não se centra na economia: o facto de se ter «uma família normal conta mais que o lucro» e «a falência do matrimónio faz sofrer mais que o desemprego».

A Igreja, contrapôs o purpurado, «não rebaixa a sexualidade, mas, integrando-a no amor de doação, exalta-a até fazer dela uma antecipação das núpcias eternas». O cardeal acentuou que «o objectivo fundamental» dos católicos «deve ser a formação duma cultura e duma opinião pública favorável à família».

Finalmente, o arcebispo assinalou que «para sair da crise económica actual, todos se dão conta de que há necessidade, por um lado, de inovação, investimentos e maior produtividade e, por outro, de equilibrada alternância de gerações e, consequentemente, taxa mais elevada de natalidade e melhor educação».

Noutro momento, em declarações aos jornalistas, o cardeal italiano apelou a uma «séria preparação para o matrimónio», na Igreja Católica, com um «itinerário, um caminho prolongado, doutrinal e prático, de vida cristã» e disse esperar um milhão de pessoas no encerramento do 7.º Encontro Mundial das Famílias, entre 1 e 3 de Junho, em Milão, com a presença de Bento XVI.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Portugal será próximo avanço contra o aborto




Activistas pro-vida dos Estados Unidos e outros países concentram-se na próxima semana em Lisboa, em defesa de um referendo que acreditam poder levar a uma proibição do aborto na Constituição, tal como acontece na Irlanda.

«Acho que Portugal pode ser próximo país a respeitar o direito à vida, desde o momento da concepção até à morte natural», disse à Lusa em Nova Iorque Josh Craddock, coordenador internacional da associação «Parenthood USA» («Paternidade EUA»), responsável pelo evento em Lisboa.

Promovendo legislação e emendas constitucionais contra o aborto em todos os casos, mesmo de malformação do feto ou violação, a associação de origem cristã está representada em todos os Estados norte-americanos e ligada a uma rede internacional pró-vida.

«Não nos compete a nós julgar as qualidades de vida de alguém e determinar se devem viver ou morrer. Achamos que todos têm o direito fundamental à vida, desde a concepção», afirma.

Entre 4 e 5 de Maio, o evento de Lisboa, organizado pela Parenthood USA, Human Life International e o LIfeSiteNews.com, irá juntar activistas norte-americanos, portugueses, da Republica Dominicana, Hungria, México, Roménia e Irlanda.

É também uma forma de apoiar os activistas portugueses, que têm vindo a tentar lançar um referendo nacional sobre a questão, tendo recolhido quase metade das 75.000 assinaturas necessárias.

«Ouvimos falar da campanha deles aqui nos Estados Unidos e é muito semelhante ao que fazemos, temos também iniciativas para recolher assinaturas para acrescentar emendas constitucionais para proteger vida no momento da concepção», afirma o responsável da Parenthood.

Craddock aponta como sucessos recentes do movimento a nova constituição na Hungria, que entrou em vigor a 1 de Janeiro, que afirma que «a vida de um feto será protegida desde o momento da concepção», a Polónia que «está a alguns votos de banir completamente o aborto», a nível constitucional, mas também «enormes manifestações» pró-vida na Roménia.

O jovem norte-americano afirma mesmo que o movimento pró-vida para «reconhecer os direitos de todos os seres humanos» vai «mudar o curso do século», tal como a abolição da escravatura há 200 anos.

Keith Mason, Presidente da Personhood USA, afirma que «esta cimeira global pró-vida é uma oportunidade para crescer e estabelecer parcerias na defesa da vida humana.»

«O movimento internacional pro-vida é normalmente menosprezado e não detém muitos lugares de poder. Mas falamos a linguagem das pessoas, especialmente nos países em vias de desenvolvimento, precisamente aqueles que se encontram na encruzilhada do controlo populacional massivo», acrescenta Stephen Phelan, da «Human Life International».

O suicídio e a actual crise económica


Pedro Afonso, médico psiquiatra








De acordo com os números do Instituto Nacional de Estatística, em 2010 as mortes por suicídio em Portugal ultrapassaram pela primeira vez, os óbitos provocados por acidentes rodoviários. Neste caso, ocorreram no nosso país 1101 óbitos por suicídio, mais 86 do que as mortes registadas em acidentes nas estradas durante o mesmo período.

Desde a «grande depressão», com início em 1929 nos EUA, que se conhece a relação entre a crise económica e o aumento do número de suicídios. Ora, considerando o crescimento da taxa de desemprego para cerca de 15%, as dificuldades económicas da população e o consequente acréscimo dos casos de depressão, existem sérios riscos de ocorrer no nosso país um aumento exponencial do número de suicídios. Um estudo publicado em 2009, na revista Lancet, revelou que na UE cada aumento de 1% do desemprego está associado a uma subida de 0,8% de suicídios. Além disso, verificou-se que um aumento superior a 3% na taxa de desemprego encontra-se associada a um acréscimo de 4,5% de suicídios.

Mas será que este aumento do número de suicídios poderá ser evitado? Existem pelo menos dois países da UE que conseguiram alcançar este objectivo. Na Suécia, o desemprego aumentou de 2,1% para 5,7 % entre 1991 e 1992, mas apesar disso a taxa de suicídios diminuiu. Por sua vez, na Finlândia, o desemprego aumentou de 3,2% para 16,6% entre 1990 e 1993 e as taxas de suicídios diminuíram ano após ano. Este sucesso pode ser em grande parte explicado pelo facto de ambos os países disporem de um forte modelo de protecção social e terem implementado programas de estímulo à procura e criação de emprego, a par de possuírem bons cuidados de saúde mental.

O aumento das doenças psiquiátricas associadas à crise económica é um problema que terá de ser monitorizado pelo governo, devendo ser tomadas algumas medidas que podem salvar vidas. Por exemplo, os serviços de saúde devem acompanhar as situações mais dramáticas, como são os casos em que ambos os elementos do casal estão desempregados, ou quando existem filhos menores que podem sofrer graves carências com o empobrecimento dos pais. De resto, umas das maiores humilhações que o ser humano pode sofrer é não conseguir garantir a alimentação dos seus próprios filhos.

Sabendo que a crise veio para durar, já não se trata de solicitar aos portugueses que façam alguns sacrifícios, trata-se de lhes pedir que acatem resignadamente uma vida servil de constante provações, exigindo por vezes que ultrapassem os limites do suportável da sua saúde mental. Talvez por isso é que tomo cada vez mais consciência do sentimento de impotência perante muitos casos de depressão e sinto uma força irreprimível de escrever a palavra «fome» no diagnóstico psiquiátrico da ficha de observação.

O pior sinal que poderíamos dar actualmente ao mundo seria o de uma sociedade que se resigna perante o sofrimento dos mais fracos e que permanece impassível face à sua própria destruição. A indiferença política diante do aumento do número de suicídios, no contexto da presente crise económica, pode tornar-se perigosa, pois corrompe o tecido social e exprime a renúncia a um importante compromisso: o compromisso com o futuro.

Mulher do milionário Bill Gates ataca
ensino católico sobre controlo da natalidade


Timothy Herrmann



Melinda Gates, co-directora da Fundação Bill & Melinda Gates e uma católica, diz aos governos que ignorem a ligação polémica entre contracepção e controle populacional e explicitamente rejeitem o ensino social católico. A retórica dela é parte da nova campanha «Sem Polémica» da sua fundação milionária para reforçar o acesso universal ao controlo da natalidade como prioridade no mundo em desenvolvimento.

Numa conferência TedxChange em Berlim, Melinda argumentou que a contracepção tem sido erroneamente associada ao controle populacional, aborto, esterilização forçada e pecado mortal e insistiu em que eles são «problemas secundários» que «se vincularam à ideia central de que os homens e as mulheres têm de ter condições de decidir quando ter um filho».

Contudo, até mesmo a própria Melinda confessou que durante anos o controle populacional e a contracepção se tornaram sinónimos no mundo em desenvolvimento, com países como a Índia «adoptando incentivos infelizes e métodos coercivos como parte de suas campanhas de planeamento familiar» na década de 1960 e mulheres indígenas do Perú, «anestesiadas e esterilizadas sem seu conhecimento» em data tão recente quanto a década de 1990.

Embora essas práticas coercivas tenham perdido a popularidade, pode ser muito mais difícil para organizações como a Fundação Gates separarem a sua própria promoção da contracepção inteiramente do controle populacional.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Seja Solidário(a) no próximo Dia 27 de Abril Aderindo à Colheita de Sangue no Posto Fixo
da ADASCA


Caros Colegas Dadores e Amigos!

No próximo Dia 27 de Abril (sexta-feira), entre as 9 e as 13 horas, vai decorrer mais um Colheita de Sangue no Posto Fixo da ADASCA.

Para os mais distraidos, recordamos que o Mercado Municipal de Santiago, (espaço onde está localizada a Sede e Posto Fixo da ADASCA) dispõe de um Parque Subterrâneo, onde os dadores podem deixar a as viaturas gratuitamente, com acesso ao elevador até ao 1º. Piso, quer faça ventro ou chuva, quem desejar pode beneficiar destas condições.

Passem esta mensagem, convidem um amigo a vir também, façam-se acompanhar do B.I. ou do Cartão de Cidadão de forma a facilitar a inscrição. Convém tomar sempre o pequeno-almoço com exclusão de bebidas alcoólicas.

Tenhamos em mente que, os principais beneficiados com o nosso gesto solidário, são sempre os doentes, sim, aqueles que hoje nem sequer conhecemos, amanhã essa necessidade pode bater-nos à porta...

Fique claro, a ADASCA não está a fazer um frete ao IPST que não tem sabido respeitar a esta associação. A consciência moral da nossa missão, leva-nos a fazer este género de afirmações, em vez de nos ajudar a fazer face às despesas, corta-nos o apoio financeiro.

Mais informações sobre as nossas actividades, podem ser obtidas através do site: www.adasca.pt

A todos os meus cordiais cumprimentos
Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro 




Brigadas Agendas para 2012

Maio 
Dia 5 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 11 de Maio - Posto Fixo da ADASCA 
Dia 19 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 26 de Maio - Posto Fixo da ADASCA 

Junho 
Dia 2 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 8 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 16 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 29 de Junho - Posto Fixo da ADASCA 

Julho 
Dia 8 (Domingo) de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 13 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 21 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 27 de Julho - Posto Fixo da ADASCA 

Agosto 
Dia 4 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA
Dia 10 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA.
Dia 18 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA
Dia 24 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA. 

Site: www.adasca.pt + geral@adasca.pt
Blog: aveiro123-portaaberta.blogspot.com
Contactos: 964 470 432 


terça-feira, 24 de abril de 2012

Boicotemos a EDP!


A EDP mantém um nível de lucros totalmente incompatível com o estado do País e com os sacrifícios exigidos a todos nós.

A EDP tem mais poder que o Governo de Portugal e conseguiu (vá-se lá saber por que vias...) impedir uma medida que visava minorar os brutais aumentos da energia que se estão a verificar - e que vão, certamente, aumentar ainda mais os ditos lucros.

A EDP mantém um monopólio (não de jure, mas de facto) uma vez que a concorrência não oferece aos consumidores domésticos (por exemplo) taxas bi-horárias.

PROPOSTA:

No dia 25 de Abril de 2012, às 15:00, a nível nacional, vamos, todos nós, consumidores domésticos, desligar TUDO durante uma hora (os nossos congeladores aguentam mais do que isso quando há uma "anomalia" na rede que nos deixa sem energia e as baterias dos nossos portáteis também).

Vamos repetir a acção até a EDP ter de nos PEDIR para parar com a coisa.

Na qualidade de bons cidadão, que todos somos, pararemos mas só se os preços forem ajustados de forma a que os lucros da EDP se acertem pelo razoável, pelo socialmente justo e pelo moralmente correcto.

Se gostarem da ideia, espalhem... veremos no que dá.

Carlos Santos


segunda-feira, 23 de abril de 2012

IPO de Lisboa volta a debater-se com falta de sangue


O Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, questionado pela TSF, admite que as reservas estiveram muito abaixo do desejado durante a semana passada.

Nesta nota enviada à TSF, o Instituto Português de Oncologia de Lisboa faz saber que a situação tem vindo a ser corrigida, mas reconhece que ainda estão em falta alguns grupos sanguíneos.

Apesar de não referir que tipos de sangue estão em défice, o IPO garante que os stocks de sangue não comprometem o tratamento de doentes.

Ainda assim, o IPO renova o apelo para a dádiva.

NB: A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro – ADASCA, aproveita esta oportunidade para informar, que vai promover amanhã (dia 21) uma Colheita de Sangue no seu Posto Fixo, como ainda no Dia 27 no mesmo local, ambas entre as 9 horas e as 13 horas. O Posto Fixo fica localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso, Rua de Ovar.

Os pedidos incediam nos Tipos de Sangue A+ e 0+, mas, todos os outros são bem-vindos.

Mais informações sobre outras datas podem ser adquiridas no site: www.adasca.pt.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Telem: 964 470 432 + 914 271 151

Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro
Brigadas Agendas para 2012
Abril
Dia 21 de Abril - Posto Fixo da ADASCA
Dia 27 de Abril - Posto Fixo da ADASCA
Maio
Dia 5 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 11 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 19 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 26 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Junho
Dia 2 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 8 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 16 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 29 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Julho
Dia 7 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 13 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 21 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 27 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Agosto
Dia 4 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA
Dia 10 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA.
Dia 18 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA
Dia 24 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA.
Site: www.adasca.pt  geral@adasca.pt
Blog: aveiro123-portaaberta.blogspot.com
Contactos: 964 470 432

Crianças têm direito a «família normal»


Cardeal Ennio Antonelli











O responsável do Vaticano para a família defendeu dia 17  em Lisboa «o direito» das crianças a um agregado familiar «normal» e recusou que o «matrimónio de um homem e uma mulher» seja equiparado a «outras formas de convivência».

«A família normal fundada sobre o matrimónio é uma comunidade estável de vida e de pertença recíproca», enquanto outros modelos se situam na «lógica do indivíduo que pertence apenas a si mesmo e mantém com os outros só uma relação contratual de intercâmbio», sustentou o presidente do Conselho Pontifício para a Família.

Em resposta a uma pergunta colocada pela assistência presente na Aula Magna da Universidade de Lisboa, D. Ennio Antonelli declarou que «é necessário não apenas olhar aos desejos dos adultos mas aos direitos das crianças», dado que «os desejos nem sempre são direitos mas o bem objectivo das crianças é um direito».

«O mal-estar e os deslizes juvenis aparecem associados, em medida muito mais elevada às famílias desfeitas, incompletas e irregulares», afirmou na conferência de abertura do encontro «A Família e o Direito – Nos 30 Anos da Exortação Apostólica ‘Familiaris Consortio’».

O presidente do organismo da Santa Sé lembrou que «em nome da não discriminação, se reivindica o direito dos homossexuais a contrair matrimónio ou pelo menos a equiparar em tudo a sua relação ao matrimónio».

Esta posição esquece «que a justiça não consiste em dar a todos as mesmas coisas, mas em dar a cada um o que lhe pertence, e que é injusto tratar de modo igual realidades diversas», alegou.

As «pesquisas sociológicas», frisou, demonstram que, «percentualmente falando, os casados são mais felizes que os solteiros, os conviventes e os separados».

O prelado referiu que «a contestação mais forte contra a Igreja diz respeito à ética sexual», porque «aos olhos de muitos» a doutrina católica «apresenta-se como inimiga da liberdade e da alegria de viver».

A Igreja, contrapôs, «não rebaixa a sexualidade, mas, integrando-a no amor de doação, exalta-a até fazer dela uma antecipação das núpcias eternas».

O cardeal acentuou que «o objectivo fundamental» dos católicos «deve ser a formação duma cultura e duma opinião pública favorável à família».

«Para sair da crise económica actual, todos se dão conta de que há necessidade, por um lado, de inovação, investimentos e maior produtividade e, por outro, de equilibrada alternância de gerações e, consequentemente, taxa mais elevada de natalidade e melhor educação», apontou.

D. Ennio Antonelli argumentou que «são precisamente as famílias sadias que asseguram poupança, responsabilidade e eficiência, procriação generosa e compromisso educativo», pelo que a sociedade beneficia da criação de «oportunidades de trabalho» e da «harmonização» das exigências relativas ao tempo dedicado à família e à empresa.

A «felicidade», no entanto, não se centra na economia: o facto de se ter «uma família normal conta mais que os rendimentos» e «a falência do matrimónio faz sofrer mais que o desemprego», realçou.

Em declarações aos jornalistas, o cardeal italiano apelou a uma «séria preparação para o matrimónio», na Igreja Católica, com um «itinerário, um caminho prolongado, doutrinal e prático, de vida cristã».

Este responsável disse ainda esperar um milhão de pessoas no encerramento do 7.º Encontro Mundial das Famílias, entre 1 e 3 de Junho , em Milão (Itália), com a presença de Bento XVI.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Aqui está um vídeo que vale a pena continuar
a circular!

* Porque a bondade mantém o mundo à tona

Visualizar o video aqui


Não há Sangue do Tipo A+ e 0 +

Sinta-se convidado a aderir à Dádiva de Sangue no dia 21 de Abril no Posto Fixo da ADASCA

Caros(as) Colegas Dadores(as) e Amigos!

A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro - ADASCA, está preocupada com a necessidade de sangue dos Tipos A+ e 0+, pelo que insiste nas Campanhas de divulgação servindo-se de todos os meios ao seu alcance, sendo este um deles, como ainda no facebook.

Nós temos consciência de que não temos vindo a ser respeitados da melhor forma por quem de direito. Apesar disso, devemos ter em conta, que os principais necessitados do nosso gesto solidário são os doentes, esses sim, nada têm a ver com o que se está a passar, resta-nos a ponta de alguma esperança que a isenção da taxas moderadoras venham a ser repostas, embora também saibamos que estamos a ser usados da pior forma.

Repetimos com frequência, que todos os dias é necessário sangue para doentes com anemia, cirurgias, pessoas acidentadas, pessoas que fizeram transplantes, doentes oncológicos em quimioterapia, entre muitos outros que fazem tratamentos diários com componentes sanguíneos.

Posto isto, na qualidade de Presidente da Direcção da ADASCA sinto o dever de fazer o que me compete, que é divulgar as nossas actividades, da vossa parte, contamos com a melhor compreensão.

Não deixem de ler o anexo. Ajudem a divulgar a nossa mensagem.

Cordialmente,
Joaquim Carlos


Não há Sangue tipo A e O positivos!!! 

Convidamos todas as pessoas saudáveis com idade entre os 18 e os 60 anos com os Tipos Sangue A + e 0 + a aderir à dádiva de sangue nos próximos dias 21 e 27, entre as 9 horas e as 13 horas no Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso.

A necessidade de sangue destes dois tipos é a que mais se faz sentir, ainda que todos os outros também sejam necessários. A diferença está em que estes são os mais requisitados. Para esclarecer dúvidas em «Como dar Sangue» consulte o nosso site: www.adasca.pt.

No sentido de facilitar a inscrição faça acompanhar de um documento de identificação, tal como o B.I. ou Cartão de Cidadão e ainda do Cartão Nacional de Dador de Sangue. Convém tomar o pequeno almoço normalmente com exclusão de bebidas alcoólicas. 

NB:- Associações de Dadores de Sangue vão ser ouvidas na Comissão Parlamentar de Saúde, esta quarta-feira, na sequência da entrega de uma petição pública apresentada na Assembleia da República em Janeiro deste ano sobre a Isenção do Pagamento de Taxas Moderadoras aos Dadores de Sangue. Poucos dias depois de uma troca de palavras entre o responsável pelo Instituto Português de Sangue e associações de dadores, chega o momento dos deputados ouvirem os argumentos de quem defende o regresso das isenções nas taxas moderadoras para dadores. A quebra nas dádivas é um dos dados em análise.  

Em caso de dúvidas podem contactar-nos através do nosso e-mail (geral@adasca.pt) ou do seguinte telemóvel: 964 470 432.

Cordialmente,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA 


Ajuda Europeia de Desenvolvimento
e o Financiamento de Abortos


Stefano Gennarini

A Comissão Europeia está a usar verbas de desenvolvimento para pagar abortos em países que restringem o procedimento e financiando os dois maiores fornecedores de aborto do mundo, a Federação Internacional de Planeamento Familiar e Marie Stopes International, de acordo com um recente relatório da organização European Dignity Watch.

O relatório The Funding of Abortion through EU Development Aid (O Financiamento do Aborto por meio da Assistência de Desenvolvimento Vindo da Europa) revela que Marie Stopes International recebeu mais de 30 milhões de dólares da União Europeia. A Coalizão de Suprimentos de Saúde Reprodutiva, uma parceria global de elevado nível que inclui o FNUAP e fornece kits de aborto para os países em desenvolvimento, recebeu cerca de 32 milhões de dólares durante um período de 30 meses que terminou em Junho de 2011.

O relatório revela que dinheiro da UE foi gasto para financiar abortos em países em desenvolvimento com estritas leis de aborto por meio de orçamentos de Saúde Pública e Ajuda de Desenvolvimento da UE para projetos relacionados à «saúde sexual e reprodutiva». Mas European Dignity Watch (EDW) diz que o «termo ‘saúde sexual e reprodutiva’, conforme a UE o define, exclui explicitamente o aborto».

A Federação Internacional de Planeamento Familiar e Marie Stopes International pediram e receberam projetos de financiamento que incluíam «aborto seguro», «contracepção de emergência», «treino em aspiração manual a vácuo» e «regulação menstrual» para confessadamente burlar restrições legais com relação ao aborto em países como Bangladesh, Bolívia, Guatemala e Peru.

O termo «regulação menstrual», explica o relatório, é um termo menos explícito para abortos cirúrgicos. A Federação Internacional de Planeamento Familiar o descreve como o processo de esvaziar o útero por meio de sucção muito forte criada por um aspirador manual a vácuo. O aparelho é introduzido no colo do útero dilatado de uma mulher que «suspeita» estar grávida ao invés da mulher que «sabe» que está grávida. Depois do procedimento, é impossível dizer se uma mulher estava grávida, a menos que o tecido extraído, que pode incluir um embrião implantado, seja examinado microscopicamente.

O relatório denuncia a Comissão Europeia, que administra o orçamento da União Europeia, por agir ilegalmente. O relatório afirma que a Comissão não tem autoridade para financiar abortos por causa da autoridade limitada da Comissão, as próprias declarações da Comissão e a necessidade de consenso para agir com relação à política externa. Cada país membro da UE tem um assento na Comissão e vários países da UE têm leis estritas de aborto.

Ler mais aqui

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Atenção a estas caixas MB NetPay!!!

Caixas Multibanco 
  
Não fui eu que tive a experiência relatada, mas reencaminho para que estejamos todos bem informados… 
    
Deve ser o primeiro «ensaio» dos bancos para aplicarem a taxa há tanto tempo proposta (principalmente pelo BCP) e que não tem conseguido «passar»...    
Porém, em tempo de crise... 
  
Atenção a estes símbolos somos roubados de forma autorizada, muito cuidado!!! Atenção às caixas Multibanco com estes símbolos 


ROUBALHEIRA NetPay! Tenham CUIDADO
  
Atenção – caixas Multibanco NetPay

Uma forma dissimulada de sacar os nossos €

- No mês passado efectuei um levantamento numa máquina ATM que me parecia perfeitamente normal. 
Então ao receber o extracto da minha conta verifiquei que me tinham sido cobrados 3,30€ de comissões associadas a um levantamento de 50,00€.

Contactei o meu banco e fui informado que tinha utilizado uma máquina ATM de uma nova rede chamada NetPay. 

Ao que fui informado todos os levantamentos são efectuados a crédito sendo cobrada uma taxa fixa de 1,5€ mais os juros respectivos. 

Ao que parece estas máquinas estão identificadas como pertencendo à rede NetPay pelo que antes de efectuarem levantamentos não se esqueçam de verificar a rede em que o
vão fazer. 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

«Não é aceitável na nossa Escola»


P. Gonçalo Portocarrero de Almada 











Uma campanha de bullying homossexual?

«Ela é lésbica e estamos bem com isso» – lê-se num cartaz profusamente difundido nas escolas oficiais, a par de outro análogo, a favor dos «gays». Em ambos, consta também uma séria advertência contra o «bullying homofóbico», expressão que peca, entre outros males de maior monta, pelo uso de uma palavra estrangeira que podia e devia ter sido traduzida, se a tanto chegasse o engenho e a arte dos actuais educadores oficiais da mocidade portuguesa.

Os adolescentes exibidos nos dois cartazes, três em cada, mostram-se sorridentes e bem-dispostos, com a maior naturalidade. Não em vão: deste jeito, insinua-se que a lésbica ou o «gay» do trio não se diferenciam dos seus colegas. Mas, se são como os outros, porquê chamar a atenção para a diferença? E, se não são iguais, porquê aparentar que o são?

Uma coisa é um louvável projecto de inclusão de todas as minorias étnicas, religiosas, culturais, etc. Mas outra, muito diferente, é a apologia de certos comportamentos. Ou seja, é bom que todas as pessoas da escola sejam acolhidas com respeito pela sua diversidade e comum dignidade, mas legitimar as suas opções morais já não decorre da obrigação ética do respeito mútuo.

Esta campanha, de facto, visa a homossexualidade e não as pessoas que têm essa tendência ou que fizeram essa opção e que, como é óbvio, são dignas de todo o respeito. Se fosse este o caso, dir-se-ia: «ela é lésbica», ou «ele é gay», e nós «estamos bem com ela», ou «com ele». Mas os seus colegas não estão bem com ele ou com ela, mas com «isso» que os distingue e que, por esta via, se pretende legitimar.

Se se dissesse, por absurda hipótese, «ele é toxicodependente e estamos bem com isso», é evidente que a mensagem seria de aprovação do consumo de drogas, e não de consideração pelas pessoas que usam estupefacientes. É óbvio, portanto, que as entidades que promovem esta campanha publicitária perseguem um claro propósito: incentivar, entre os adolescentes, a homossexualidade, sob a aparência de uma normalidade que, aliás, a ciência não confirma.

Por isso, é inquietante a conclusão autoritária que, depois, se impõe: «o bullying homofóbico não é aceitável na nossa escola». Primeiro, pelo tom intimidatório da afirmação, sem qualquer respeito por quem pensa e age de outro modo. Depois, porque contradiz o permissivismo de que se faz gala, a não ser que se entenda que ser publicamente homossexual é virtuoso, mas ser contra, mesmo respeitando as pessoas em causa, é ser homofóbico e, portanto, punível com a irradiação escolar. Mas um tal procedimento não é, afinal, «bullying» homossexual?!

A campanha em curso pretende ser uma iniciativa da «nossa escola». Mas, se a escola é nossa, porque razão os pais, os professores e os alunos não foram ouvidos? Se a escola é nossa, porque financiada pelo erário público, porque motivo aposta em interesses ideológicos claramente minoritários?

De facto, este esbanjamento dos dinheiros do Estado, este relativismo moral, esta rejeição liminar dos princípios éticos naturais e de todas as religiões que, como a cristã, os afirmam, não são nossos, mas apenas dos responsáveis por esta campanha, a qual, por tudo isto e o que fica por dizer, «não é aceitável na nossa escola».


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Concurso Miss Universo aceitará transexuais
como candidatos a partir do próximo ano


Os directores do concurso Miss Universo, o popular evento de beleza feminino mundial, decidiram trocar as regras para aceitar formalmente candidatos transexuais a partir da edição 2013 do concurso, depois da pressão dos grupos de invertidos nos meios de comunicação que obrigou a admitir na edição canadense do concurso a um jovem que trocou de sexo.

Jenna Talackova, novo nome de Walter Page Talackova, é um transexual de 23 anos que há quatro anos se submeteu a uma operação de mudança de sexo. Há dias ele conseguiu que os organizadores do Miss Universo do Canadá anulassem a regra que exigia que as aspirantes ao trono só podiam ser mulheres «de nascimento por natureza».

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Idosos fogem da Holanda com medo da eutanásia




Asilo na Alemanha converte-se em abrigo para idosos que fogem da Holanda com medo de serem vítimas de eutanásia a pedido da família. São quatro mil casos de eutanásia por ano, sendo um quarto sem aprovação do paciente.

O novo asilo na cidade alemã de Bocholt, perto da fronteira com a Holanda, foi ao encontro do desejo de muitos holandeses temerosos de que a própria família autorize a antecipação de sua morte. Eles se sentem seguros na Alemanha, onde a eutanásia tornou-se tabu depois que os nazistas a praticaram em larga escala, na Segunda Guerra Mundial, contra deficientes físicos e mentais e outras pessoas que consideravam indignas de viver.

A Holanda, que foi ocupada pelas tropas nazistas, ao contrário, é pioneira em medidas liberais inimagináveis na maior parte do mundo, como a legalização de drogas, prostituição, aborto e eutanásia. O povo holandês foi o primeiro a ter o direito a morte abreviada e assistida por médicos. Mas o medo da eutanásia é grande entre muitos holandeses idosos.

Estudo justifica temores – Uma análise feita pela Universidade de Göttingen de sete mil casos de eutanásia praticados na Holanda justifica o medo de idosos de terem a sua vida abreviada a pedido de familiares. Em 41% destes casos, o desejo de antecipar a morte do paciente foi da sua família. 14% das vítimas eram totalmente conscientes e capacitados até para responder por eventuais crimes na Justiça.

Os médicos justificaram como motivo principal de 60% dos casos de morte antecipada a falta de perspectiva de melhora dos pacientes, vindo em segundo lugar a incapacidade dos familiares de lidar com a situação (32%). A eutanásia activa é a causa da morte de quatro mil pessoas por ano na Holanda.

Margem para interpretação fatal – A liberalidade da lei holandesa deixa os médicos de mãos livres para praticar a eutanásia de acordo com a sua própria interpretação do texto legal, na opinião de Eugen Brysch, presidente do Movimento Alemão Hospice, que é voltado para assistência a pacientes em fase terminal, sem possibilidades terapêuticas. Para Brysch soa clara a regra pela qual um paciente só pode ser morto com ajuda médica se o seu sofrimento for insuportável e não existir tratamento para o seu caso. Mas na realidade, segundo ele, esta cláusula dá margem a uma interpretação mais liberal da lei.

Uma consequência imediata das interpretações permitidas foi uma grande perda de confiança de idosos da Holanda na medicina nacional. Por isso, eles procuram com maior frequência médicos alemães, segundo Inge Kunz, da associação alemã Omega, que também é voltada para assistência a pacientes terminais e suas respectivas famílias.

A lei determina que a eutanásia só pode ser permitida por uma comissão constituída por um jurista, um especialista em ética e um médico. Na falta de um tratamento para melhorar a situação do paciente, o médico é obrigado a pedir a opinião de um colega. Mas na prática a realidade é outra, segundo os críticos da eutanásia e o resultado da análise que a Universidade de Göttingen fez de sete mil casos de morte assistida na Holanda.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Boicote à dadiva de sangue



Carlos Amigos/as!

O direito à informação está consagrado na Constituição da República, como ainda o direito ao contraditório, da parte de quem se sente prejudicado, e que deseje repor a verdade dos factos.

O Ministério da Saúde e por sua vez o IPST pretendem branquear o berbicacho que criaram, com a aplicação do inquinado Decreto - Lei nº. 113/2011 de Novembro que retirou a isenção das taxas moderadoras aos dadores nos Hospitais. Quem tudo quer tudo perde, este esta máxima popular aplica-se neste caso em concreto.

Acusar os dadores e as associações de terrorismo de sangue, é grave sem especificar quais são as envolvidas nesta caldeirada de mal entendidos. Os dirigentes associativos não são meninos de infantário para obedecer à educadora de infância, menos ainda a quem quer fazer nós os culpados pelos erros que foram cometidos por alguém com responsabilidades acrescidas nas áreas governativas.

A desunião existente entre as associações de dadores, a existência de duas federações de dadores que apenas se representam a si próprias ou pouco mais, interessa a alguém que à distância observa esta batalha que ninguém perde nem ganha seja o que for. A ADASCA pauta pela sua total independência e assim irá continuar.

Importa deixar bem claro que a ADASCA - Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, não pode deixar de reagir às declarações do Dr. Helder Trindade, tendo em conta que não nos revemos nelas nem por nada deste mundo. Os resultados do aumento de registo de dadores e dádivas desde o surgimento desta associação em Aveiro, ultrapassa os 1000%, só por ai devem respeitarem-nos e deixarem trabalhar.

Quanto às declarações do responsável pela FAS damosde barato, na medida em que aquele senhor há uns anos atrás, apelou ali pelos lados de Santarém à greve da dádiva, isso está registado na história da dádiva em Portugal.

Os responsáveis das federações deviam ser levados a tribunal para esclarecer o seu criminoso silêncio durante uns 10 anos, pela existência das Câmaras frigorificas destinadas à conservação do Plasma. Quem ateou o fogo a esta mata de interesses subterrâneos, em torno da dádiva de sangue, deve ser o próprio a apagá-lo e não os que nada têm a ver com o assunto, é o caso da ADASCA. Nós continuamos a desevolver a nossas actividades mesmo sem motivação...

Como fundador e presidente da Direcção da ADASCA, sinto-me alvo de discriminação pela elevada redução de apoio financeiro, entre outras investidas visando a minha pessoa.  No ano em que a ADASCA obteve mais resultados (2011) acaba por ser penalizada. Que leitura se pode extrair desta redução? As explicações não convencem nem ao mais ignorante nesta matéria.

Como vamos pagar as facturas do telefone versus Internet à PT? À gráfica pelo material que foi impresso para a promoção da dádiva de sangue? Os nossos quase 3000 dadores associados não pagam quotas nem jóias, a Câmara de Aveiro e as Juntas de Freguesias não nos apoiam financeiramente, as empresas deixaram de contribuir com donativos. 

Como vamos continuar a desenvolver as actividades em prol da dádiva? Mais: vou avançar com Campanhas públicas para angariar fundos de forma a conseguir meios para fazer face à despesas, tendo em conta que, quem nos devia apoiar corta... não posso continuar a ser tratado como caloteiro na via pública, isto para não falar dos valores em dinheiro e tempo que tenho investo nesta causa desde o ano de 2006.

Quando as autorizações estiverem confirmadas pelas grandes superficieis comerciais para avançarmos com a agariação de donativos, darei conta à comunicação social para fazer a devida cobertura jornalistica.

Cumprimentos,
Joaquim Carlos 
Fundador/Presidente da Direcção da ADASCA

segunda-feira, 9 de abril de 2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O Parecer do Conselho Nacional de Ética para
as Ciências da Vida sobre as Alterações à Lei
da PMA


Pedro Vaz Patto



O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) emitiu parecer sobre as propostas de alteração à lei da procriação medicamente assistida.  Nele se afirma que não há uma justificação eticamente válida para negar o acesso a essas técnicas a pessoas sós ou que vivam em união homossexual (sobretudo se o fazem com os seus próprios recursos). E nele se aceita a maternidade de substituição (aí designada por «gestação de substituição»), sob um conjunto de condições tendentes a eliminar ou reduzir os seus possíveis malefícios.

            
Invoca-se o direito à parentalidade de quaisquer candidatos, sem discriminação, e alega-se que não se justifica privilegiar uma forma de família em relação a outras e que o risco de instrumentalização do filho não depende do facto de os progenitores serem, ou não, um casal heterossexual.
            
Contra esta tese, há, porém, que invocar a primazia do bem do filho sobre as pretensões dos candidatos. De outro modo, o filho seria instrumentalizado como objecto de um direito que se reivindica (não há um «direito ao filho»). E o bem do filho exige, por um lado, que ele seja fruto de uma relação de amor, não de uma afirmação individual. E exige que tenha um pai e uma mãe (cada um deles único e os dois complementares), não só um pai, só uma mãe, dois pais ou duas mães.
            
Quanto à «gestação de substituição», o parecer reflecte o propósito (louvável) de acautelar uma série ampla de riscos que essa prática tem suscitado nos países onde foi legalizada. Um propósito que, pelo contrário, os proponentes das alterações em discussão parlamentar têm descurado. Mas as soluções indicadas (como outras que poderiam ser alvitradas) serão sempre insatisfatórias e não eliminam esses riscos, que só a efectiva proibição dessa prática elimina. Mesmo com todas essas (ou outras) cautelas, não deixamos de estar perante uma instrumentalização da criança que nasce e da mulher gestante. A esta continuará a ser sempre imposta por contrato a obrigação de abandonar o ser que acolheu dentro de si e com quem partilhou aquela que é talvez a experiência mais íntima, intensa e marcante da vida de uma mulher.
            
Indica o parecer que à mulher gestante deve ser reconhecida a faculdade de mudar de ideias e assumir a maternidade até ao início do parto. E porque não logo a seguir, ou enquanto amamenta (uma questão – a de saber quem amamenta - que o parecer também indica como necessário objecto do contrato)? E, se não o fizer, fica privada do direito de visitar a criança no futuro? E, nesse caso, em que a mulher gestante muda de ideias e assume a maternidade, ficam os pais genéticos privados de qualquer direito, sendo eles pais genéticos?. Quem será, nesse caso, o pai da criança (se é que o tem)? Mudando de ideias, a mulher fica obrigado a indemnizar os pais genéticos (qual o sentido da sua vinculação)?
            
Indica, por outro lado, o parecer que a mãe gestante deve ser saudável e o contrato deve conter disposições para o caso de malformação ou doença fetal. Mas em que sentido devem ser essas disposições (obrigação de abortar, possibilidade de o casal beneficiário se desvincular e abandonar a criança)? Se a mãe gestante não for, afinal, saudável, ou vier a revelar-se uma sua doença durante a gravidez, que responsabilidade tem perante o casal beneficiário? Este pode, por isso, desvincular-se e abandonar a criança?
            
Pretende o parecer que seja garantida a avaliação da motivação altruísta da mãe gestante e a impossibilidade de subordinação económica desta em relação ao casal beneficiário. Mas a realidade é o que é e o direito não pode ilusoriamente pretender modificá-la: só o desespero de graves carências económicas leva mulheres a sujeitar-se a tão traumatizante experiência (é assim na Índia e em muitos países). De forma oculta ou indirecta, as contrapartidas económicas hão-de verificar-se. E as pressões que tal situação de carência suscita tornam vãs quaisquer cautelas e garantias jurídicas. Com tais pressões, a mulher gestante pode acabar, na prática, por sujeitar-se àquilo que o parecer pretende afastar (como a imposição de regras de conduta durante a gravidez pelo casal beneficiário).
            
Talvez só a ligação familiar entre a mãe gestante e o casal beneficiário possa garantir a motivação altruísta daquela. Mas os problemas que essa ligação acarreta (porque muito mais difícil será que a mãe gestante se desligue da criança e mais fácil e mais complexa a possível «concorrência» entre as duas «mães») tornam-na desaconselhável a vários títulos. 
            
Todos estes riscos são inelimináveis se a prática não for proibida. Nenhuma das possíveis alternativas para as situações indicadas é isenta de malefícios e quase todas têm uma faceta chocante. É assim porque na «maternidade de substituição» («barriga de aluguer», «gestação de substituição» –chame-se o que se quiser), com todas as possíveis regulações jurídicas, a criança nunca deixa de ser tratada como um objecto de um contracto (uma mercadoria) e a gestação como uma qualquer prestação de serviços (como se a mulher gestante fosse uma máquina incubadora).