segunda-feira, 23 de abril de 2012

IPO de Lisboa volta a debater-se com falta de sangue


O Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa, questionado pela TSF, admite que as reservas estiveram muito abaixo do desejado durante a semana passada.

Nesta nota enviada à TSF, o Instituto Português de Oncologia de Lisboa faz saber que a situação tem vindo a ser corrigida, mas reconhece que ainda estão em falta alguns grupos sanguíneos.

Apesar de não referir que tipos de sangue estão em défice, o IPO garante que os stocks de sangue não comprometem o tratamento de doentes.

Ainda assim, o IPO renova o apelo para a dádiva.

NB: A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro – ADASCA, aproveita esta oportunidade para informar, que vai promover amanhã (dia 21) uma Colheita de Sangue no seu Posto Fixo, como ainda no Dia 27 no mesmo local, ambas entre as 9 horas e as 13 horas. O Posto Fixo fica localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso, Rua de Ovar.

Os pedidos incediam nos Tipos de Sangue A+ e 0+, mas, todos os outros são bem-vindos.

Mais informações sobre outras datas podem ser adquiridas no site: www.adasca.pt.

Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Telem: 964 470 432 + 914 271 151

Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro
Brigadas Agendas para 2012
Abril
Dia 21 de Abril - Posto Fixo da ADASCA
Dia 27 de Abril - Posto Fixo da ADASCA
Maio
Dia 5 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 11 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 19 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Dia 26 de Maio - Posto Fixo da ADASCA
Junho
Dia 2 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 8 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 16 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 29 de Junho - Posto Fixo da ADASCA
Julho
Dia 7 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 13 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 21 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Dia 27 de Julho - Posto Fixo da ADASCA
Agosto
Dia 4 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA
Dia 10 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA.
Dia 18 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA
Dia 24 de Agosto - Posto Fixo da ADASCA.
Site: www.adasca.pt  geral@adasca.pt
Blog: aveiro123-portaaberta.blogspot.com
Contactos: 964 470 432

Crianças têm direito a «família normal»


Cardeal Ennio Antonelli











O responsável do Vaticano para a família defendeu dia 17  em Lisboa «o direito» das crianças a um agregado familiar «normal» e recusou que o «matrimónio de um homem e uma mulher» seja equiparado a «outras formas de convivência».

«A família normal fundada sobre o matrimónio é uma comunidade estável de vida e de pertença recíproca», enquanto outros modelos se situam na «lógica do indivíduo que pertence apenas a si mesmo e mantém com os outros só uma relação contratual de intercâmbio», sustentou o presidente do Conselho Pontifício para a Família.

Em resposta a uma pergunta colocada pela assistência presente na Aula Magna da Universidade de Lisboa, D. Ennio Antonelli declarou que «é necessário não apenas olhar aos desejos dos adultos mas aos direitos das crianças», dado que «os desejos nem sempre são direitos mas o bem objectivo das crianças é um direito».

«O mal-estar e os deslizes juvenis aparecem associados, em medida muito mais elevada às famílias desfeitas, incompletas e irregulares», afirmou na conferência de abertura do encontro «A Família e o Direito – Nos 30 Anos da Exortação Apostólica ‘Familiaris Consortio’».

O presidente do organismo da Santa Sé lembrou que «em nome da não discriminação, se reivindica o direito dos homossexuais a contrair matrimónio ou pelo menos a equiparar em tudo a sua relação ao matrimónio».

Esta posição esquece «que a justiça não consiste em dar a todos as mesmas coisas, mas em dar a cada um o que lhe pertence, e que é injusto tratar de modo igual realidades diversas», alegou.

As «pesquisas sociológicas», frisou, demonstram que, «percentualmente falando, os casados são mais felizes que os solteiros, os conviventes e os separados».

O prelado referiu que «a contestação mais forte contra a Igreja diz respeito à ética sexual», porque «aos olhos de muitos» a doutrina católica «apresenta-se como inimiga da liberdade e da alegria de viver».

A Igreja, contrapôs, «não rebaixa a sexualidade, mas, integrando-a no amor de doação, exalta-a até fazer dela uma antecipação das núpcias eternas».

O cardeal acentuou que «o objectivo fundamental» dos católicos «deve ser a formação duma cultura e duma opinião pública favorável à família».

«Para sair da crise económica actual, todos se dão conta de que há necessidade, por um lado, de inovação, investimentos e maior produtividade e, por outro, de equilibrada alternância de gerações e, consequentemente, taxa mais elevada de natalidade e melhor educação», apontou.

D. Ennio Antonelli argumentou que «são precisamente as famílias sadias que asseguram poupança, responsabilidade e eficiência, procriação generosa e compromisso educativo», pelo que a sociedade beneficia da criação de «oportunidades de trabalho» e da «harmonização» das exigências relativas ao tempo dedicado à família e à empresa.

A «felicidade», no entanto, não se centra na economia: o facto de se ter «uma família normal conta mais que os rendimentos» e «a falência do matrimónio faz sofrer mais que o desemprego», realçou.

Em declarações aos jornalistas, o cardeal italiano apelou a uma «séria preparação para o matrimónio», na Igreja Católica, com um «itinerário, um caminho prolongado, doutrinal e prático, de vida cristã».

Este responsável disse ainda esperar um milhão de pessoas no encerramento do 7.º Encontro Mundial das Famílias, entre 1 e 3 de Junho , em Milão (Itália), com a presença de Bento XVI.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Aqui está um vídeo que vale a pena continuar
a circular!

* Porque a bondade mantém o mundo à tona

Visualizar o video aqui


Não há Sangue do Tipo A+ e 0 +

Sinta-se convidado a aderir à Dádiva de Sangue no dia 21 de Abril no Posto Fixo da ADASCA

Caros(as) Colegas Dadores(as) e Amigos!

A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro - ADASCA, está preocupada com a necessidade de sangue dos Tipos A+ e 0+, pelo que insiste nas Campanhas de divulgação servindo-se de todos os meios ao seu alcance, sendo este um deles, como ainda no facebook.

Nós temos consciência de que não temos vindo a ser respeitados da melhor forma por quem de direito. Apesar disso, devemos ter em conta, que os principais necessitados do nosso gesto solidário são os doentes, esses sim, nada têm a ver com o que se está a passar, resta-nos a ponta de alguma esperança que a isenção da taxas moderadoras venham a ser repostas, embora também saibamos que estamos a ser usados da pior forma.

Repetimos com frequência, que todos os dias é necessário sangue para doentes com anemia, cirurgias, pessoas acidentadas, pessoas que fizeram transplantes, doentes oncológicos em quimioterapia, entre muitos outros que fazem tratamentos diários com componentes sanguíneos.

Posto isto, na qualidade de Presidente da Direcção da ADASCA sinto o dever de fazer o que me compete, que é divulgar as nossas actividades, da vossa parte, contamos com a melhor compreensão.

Não deixem de ler o anexo. Ajudem a divulgar a nossa mensagem.

Cordialmente,
Joaquim Carlos


Não há Sangue tipo A e O positivos!!! 

Convidamos todas as pessoas saudáveis com idade entre os 18 e os 60 anos com os Tipos Sangue A + e 0 + a aderir à dádiva de sangue nos próximos dias 21 e 27, entre as 9 horas e as 13 horas no Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso.

A necessidade de sangue destes dois tipos é a que mais se faz sentir, ainda que todos os outros também sejam necessários. A diferença está em que estes são os mais requisitados. Para esclarecer dúvidas em «Como dar Sangue» consulte o nosso site: www.adasca.pt.

No sentido de facilitar a inscrição faça acompanhar de um documento de identificação, tal como o B.I. ou Cartão de Cidadão e ainda do Cartão Nacional de Dador de Sangue. Convém tomar o pequeno almoço normalmente com exclusão de bebidas alcoólicas. 

NB:- Associações de Dadores de Sangue vão ser ouvidas na Comissão Parlamentar de Saúde, esta quarta-feira, na sequência da entrega de uma petição pública apresentada na Assembleia da República em Janeiro deste ano sobre a Isenção do Pagamento de Taxas Moderadoras aos Dadores de Sangue. Poucos dias depois de uma troca de palavras entre o responsável pelo Instituto Português de Sangue e associações de dadores, chega o momento dos deputados ouvirem os argumentos de quem defende o regresso das isenções nas taxas moderadoras para dadores. A quebra nas dádivas é um dos dados em análise.  

Em caso de dúvidas podem contactar-nos através do nosso e-mail (geral@adasca.pt) ou do seguinte telemóvel: 964 470 432.

Cordialmente,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA 


Ajuda Europeia de Desenvolvimento
e o Financiamento de Abortos


Stefano Gennarini

A Comissão Europeia está a usar verbas de desenvolvimento para pagar abortos em países que restringem o procedimento e financiando os dois maiores fornecedores de aborto do mundo, a Federação Internacional de Planeamento Familiar e Marie Stopes International, de acordo com um recente relatório da organização European Dignity Watch.

O relatório The Funding of Abortion through EU Development Aid (O Financiamento do Aborto por meio da Assistência de Desenvolvimento Vindo da Europa) revela que Marie Stopes International recebeu mais de 30 milhões de dólares da União Europeia. A Coalizão de Suprimentos de Saúde Reprodutiva, uma parceria global de elevado nível que inclui o FNUAP e fornece kits de aborto para os países em desenvolvimento, recebeu cerca de 32 milhões de dólares durante um período de 30 meses que terminou em Junho de 2011.

O relatório revela que dinheiro da UE foi gasto para financiar abortos em países em desenvolvimento com estritas leis de aborto por meio de orçamentos de Saúde Pública e Ajuda de Desenvolvimento da UE para projetos relacionados à «saúde sexual e reprodutiva». Mas European Dignity Watch (EDW) diz que o «termo ‘saúde sexual e reprodutiva’, conforme a UE o define, exclui explicitamente o aborto».

A Federação Internacional de Planeamento Familiar e Marie Stopes International pediram e receberam projetos de financiamento que incluíam «aborto seguro», «contracepção de emergência», «treino em aspiração manual a vácuo» e «regulação menstrual» para confessadamente burlar restrições legais com relação ao aborto em países como Bangladesh, Bolívia, Guatemala e Peru.

O termo «regulação menstrual», explica o relatório, é um termo menos explícito para abortos cirúrgicos. A Federação Internacional de Planeamento Familiar o descreve como o processo de esvaziar o útero por meio de sucção muito forte criada por um aspirador manual a vácuo. O aparelho é introduzido no colo do útero dilatado de uma mulher que «suspeita» estar grávida ao invés da mulher que «sabe» que está grávida. Depois do procedimento, é impossível dizer se uma mulher estava grávida, a menos que o tecido extraído, que pode incluir um embrião implantado, seja examinado microscopicamente.

O relatório denuncia a Comissão Europeia, que administra o orçamento da União Europeia, por agir ilegalmente. O relatório afirma que a Comissão não tem autoridade para financiar abortos por causa da autoridade limitada da Comissão, as próprias declarações da Comissão e a necessidade de consenso para agir com relação à política externa. Cada país membro da UE tem um assento na Comissão e vários países da UE têm leis estritas de aborto.

Ler mais aqui

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Atenção a estas caixas MB NetPay!!!

Caixas Multibanco 
  
Não fui eu que tive a experiência relatada, mas reencaminho para que estejamos todos bem informados… 
    
Deve ser o primeiro «ensaio» dos bancos para aplicarem a taxa há tanto tempo proposta (principalmente pelo BCP) e que não tem conseguido «passar»...    
Porém, em tempo de crise... 
  
Atenção a estes símbolos somos roubados de forma autorizada, muito cuidado!!! Atenção às caixas Multibanco com estes símbolos 


ROUBALHEIRA NetPay! Tenham CUIDADO
  
Atenção – caixas Multibanco NetPay

Uma forma dissimulada de sacar os nossos €

- No mês passado efectuei um levantamento numa máquina ATM que me parecia perfeitamente normal. 
Então ao receber o extracto da minha conta verifiquei que me tinham sido cobrados 3,30€ de comissões associadas a um levantamento de 50,00€.

Contactei o meu banco e fui informado que tinha utilizado uma máquina ATM de uma nova rede chamada NetPay. 

Ao que fui informado todos os levantamentos são efectuados a crédito sendo cobrada uma taxa fixa de 1,5€ mais os juros respectivos. 

Ao que parece estas máquinas estão identificadas como pertencendo à rede NetPay pelo que antes de efectuarem levantamentos não se esqueçam de verificar a rede em que o
vão fazer. 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

«Não é aceitável na nossa Escola»


P. Gonçalo Portocarrero de Almada 











Uma campanha de bullying homossexual?

«Ela é lésbica e estamos bem com isso» – lê-se num cartaz profusamente difundido nas escolas oficiais, a par de outro análogo, a favor dos «gays». Em ambos, consta também uma séria advertência contra o «bullying homofóbico», expressão que peca, entre outros males de maior monta, pelo uso de uma palavra estrangeira que podia e devia ter sido traduzida, se a tanto chegasse o engenho e a arte dos actuais educadores oficiais da mocidade portuguesa.

Os adolescentes exibidos nos dois cartazes, três em cada, mostram-se sorridentes e bem-dispostos, com a maior naturalidade. Não em vão: deste jeito, insinua-se que a lésbica ou o «gay» do trio não se diferenciam dos seus colegas. Mas, se são como os outros, porquê chamar a atenção para a diferença? E, se não são iguais, porquê aparentar que o são?

Uma coisa é um louvável projecto de inclusão de todas as minorias étnicas, religiosas, culturais, etc. Mas outra, muito diferente, é a apologia de certos comportamentos. Ou seja, é bom que todas as pessoas da escola sejam acolhidas com respeito pela sua diversidade e comum dignidade, mas legitimar as suas opções morais já não decorre da obrigação ética do respeito mútuo.

Esta campanha, de facto, visa a homossexualidade e não as pessoas que têm essa tendência ou que fizeram essa opção e que, como é óbvio, são dignas de todo o respeito. Se fosse este o caso, dir-se-ia: «ela é lésbica», ou «ele é gay», e nós «estamos bem com ela», ou «com ele». Mas os seus colegas não estão bem com ele ou com ela, mas com «isso» que os distingue e que, por esta via, se pretende legitimar.

Se se dissesse, por absurda hipótese, «ele é toxicodependente e estamos bem com isso», é evidente que a mensagem seria de aprovação do consumo de drogas, e não de consideração pelas pessoas que usam estupefacientes. É óbvio, portanto, que as entidades que promovem esta campanha publicitária perseguem um claro propósito: incentivar, entre os adolescentes, a homossexualidade, sob a aparência de uma normalidade que, aliás, a ciência não confirma.

Por isso, é inquietante a conclusão autoritária que, depois, se impõe: «o bullying homofóbico não é aceitável na nossa escola». Primeiro, pelo tom intimidatório da afirmação, sem qualquer respeito por quem pensa e age de outro modo. Depois, porque contradiz o permissivismo de que se faz gala, a não ser que se entenda que ser publicamente homossexual é virtuoso, mas ser contra, mesmo respeitando as pessoas em causa, é ser homofóbico e, portanto, punível com a irradiação escolar. Mas um tal procedimento não é, afinal, «bullying» homossexual?!

A campanha em curso pretende ser uma iniciativa da «nossa escola». Mas, se a escola é nossa, porque razão os pais, os professores e os alunos não foram ouvidos? Se a escola é nossa, porque financiada pelo erário público, porque motivo aposta em interesses ideológicos claramente minoritários?

De facto, este esbanjamento dos dinheiros do Estado, este relativismo moral, esta rejeição liminar dos princípios éticos naturais e de todas as religiões que, como a cristã, os afirmam, não são nossos, mas apenas dos responsáveis por esta campanha, a qual, por tudo isto e o que fica por dizer, «não é aceitável na nossa escola».


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Concurso Miss Universo aceitará transexuais
como candidatos a partir do próximo ano


Os directores do concurso Miss Universo, o popular evento de beleza feminino mundial, decidiram trocar as regras para aceitar formalmente candidatos transexuais a partir da edição 2013 do concurso, depois da pressão dos grupos de invertidos nos meios de comunicação que obrigou a admitir na edição canadense do concurso a um jovem que trocou de sexo.

Jenna Talackova, novo nome de Walter Page Talackova, é um transexual de 23 anos que há quatro anos se submeteu a uma operação de mudança de sexo. Há dias ele conseguiu que os organizadores do Miss Universo do Canadá anulassem a regra que exigia que as aspirantes ao trono só podiam ser mulheres «de nascimento por natureza».

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Idosos fogem da Holanda com medo da eutanásia




Asilo na Alemanha converte-se em abrigo para idosos que fogem da Holanda com medo de serem vítimas de eutanásia a pedido da família. São quatro mil casos de eutanásia por ano, sendo um quarto sem aprovação do paciente.

O novo asilo na cidade alemã de Bocholt, perto da fronteira com a Holanda, foi ao encontro do desejo de muitos holandeses temerosos de que a própria família autorize a antecipação de sua morte. Eles se sentem seguros na Alemanha, onde a eutanásia tornou-se tabu depois que os nazistas a praticaram em larga escala, na Segunda Guerra Mundial, contra deficientes físicos e mentais e outras pessoas que consideravam indignas de viver.

A Holanda, que foi ocupada pelas tropas nazistas, ao contrário, é pioneira em medidas liberais inimagináveis na maior parte do mundo, como a legalização de drogas, prostituição, aborto e eutanásia. O povo holandês foi o primeiro a ter o direito a morte abreviada e assistida por médicos. Mas o medo da eutanásia é grande entre muitos holandeses idosos.

Estudo justifica temores – Uma análise feita pela Universidade de Göttingen de sete mil casos de eutanásia praticados na Holanda justifica o medo de idosos de terem a sua vida abreviada a pedido de familiares. Em 41% destes casos, o desejo de antecipar a morte do paciente foi da sua família. 14% das vítimas eram totalmente conscientes e capacitados até para responder por eventuais crimes na Justiça.

Os médicos justificaram como motivo principal de 60% dos casos de morte antecipada a falta de perspectiva de melhora dos pacientes, vindo em segundo lugar a incapacidade dos familiares de lidar com a situação (32%). A eutanásia activa é a causa da morte de quatro mil pessoas por ano na Holanda.

Margem para interpretação fatal – A liberalidade da lei holandesa deixa os médicos de mãos livres para praticar a eutanásia de acordo com a sua própria interpretação do texto legal, na opinião de Eugen Brysch, presidente do Movimento Alemão Hospice, que é voltado para assistência a pacientes em fase terminal, sem possibilidades terapêuticas. Para Brysch soa clara a regra pela qual um paciente só pode ser morto com ajuda médica se o seu sofrimento for insuportável e não existir tratamento para o seu caso. Mas na realidade, segundo ele, esta cláusula dá margem a uma interpretação mais liberal da lei.

Uma consequência imediata das interpretações permitidas foi uma grande perda de confiança de idosos da Holanda na medicina nacional. Por isso, eles procuram com maior frequência médicos alemães, segundo Inge Kunz, da associação alemã Omega, que também é voltada para assistência a pacientes terminais e suas respectivas famílias.

A lei determina que a eutanásia só pode ser permitida por uma comissão constituída por um jurista, um especialista em ética e um médico. Na falta de um tratamento para melhorar a situação do paciente, o médico é obrigado a pedir a opinião de um colega. Mas na prática a realidade é outra, segundo os críticos da eutanásia e o resultado da análise que a Universidade de Göttingen fez de sete mil casos de morte assistida na Holanda.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Boicote à dadiva de sangue



Carlos Amigos/as!

O direito à informação está consagrado na Constituição da República, como ainda o direito ao contraditório, da parte de quem se sente prejudicado, e que deseje repor a verdade dos factos.

O Ministério da Saúde e por sua vez o IPST pretendem branquear o berbicacho que criaram, com a aplicação do inquinado Decreto - Lei nº. 113/2011 de Novembro que retirou a isenção das taxas moderadoras aos dadores nos Hospitais. Quem tudo quer tudo perde, este esta máxima popular aplica-se neste caso em concreto.

Acusar os dadores e as associações de terrorismo de sangue, é grave sem especificar quais são as envolvidas nesta caldeirada de mal entendidos. Os dirigentes associativos não são meninos de infantário para obedecer à educadora de infância, menos ainda a quem quer fazer nós os culpados pelos erros que foram cometidos por alguém com responsabilidades acrescidas nas áreas governativas.

A desunião existente entre as associações de dadores, a existência de duas federações de dadores que apenas se representam a si próprias ou pouco mais, interessa a alguém que à distância observa esta batalha que ninguém perde nem ganha seja o que for. A ADASCA pauta pela sua total independência e assim irá continuar.

Importa deixar bem claro que a ADASCA - Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro, não pode deixar de reagir às declarações do Dr. Helder Trindade, tendo em conta que não nos revemos nelas nem por nada deste mundo. Os resultados do aumento de registo de dadores e dádivas desde o surgimento desta associação em Aveiro, ultrapassa os 1000%, só por ai devem respeitarem-nos e deixarem trabalhar.

Quanto às declarações do responsável pela FAS damosde barato, na medida em que aquele senhor há uns anos atrás, apelou ali pelos lados de Santarém à greve da dádiva, isso está registado na história da dádiva em Portugal.

Os responsáveis das federações deviam ser levados a tribunal para esclarecer o seu criminoso silêncio durante uns 10 anos, pela existência das Câmaras frigorificas destinadas à conservação do Plasma. Quem ateou o fogo a esta mata de interesses subterrâneos, em torno da dádiva de sangue, deve ser o próprio a apagá-lo e não os que nada têm a ver com o assunto, é o caso da ADASCA. Nós continuamos a desevolver a nossas actividades mesmo sem motivação...

Como fundador e presidente da Direcção da ADASCA, sinto-me alvo de discriminação pela elevada redução de apoio financeiro, entre outras investidas visando a minha pessoa.  No ano em que a ADASCA obteve mais resultados (2011) acaba por ser penalizada. Que leitura se pode extrair desta redução? As explicações não convencem nem ao mais ignorante nesta matéria.

Como vamos pagar as facturas do telefone versus Internet à PT? À gráfica pelo material que foi impresso para a promoção da dádiva de sangue? Os nossos quase 3000 dadores associados não pagam quotas nem jóias, a Câmara de Aveiro e as Juntas de Freguesias não nos apoiam financeiramente, as empresas deixaram de contribuir com donativos. 

Como vamos continuar a desenvolver as actividades em prol da dádiva? Mais: vou avançar com Campanhas públicas para angariar fundos de forma a conseguir meios para fazer face à despesas, tendo em conta que, quem nos devia apoiar corta... não posso continuar a ser tratado como caloteiro na via pública, isto para não falar dos valores em dinheiro e tempo que tenho investo nesta causa desde o ano de 2006.

Quando as autorizações estiverem confirmadas pelas grandes superficieis comerciais para avançarmos com a agariação de donativos, darei conta à comunicação social para fazer a devida cobertura jornalistica.

Cumprimentos,
Joaquim Carlos 
Fundador/Presidente da Direcção da ADASCA

segunda-feira, 9 de abril de 2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

O Parecer do Conselho Nacional de Ética para
as Ciências da Vida sobre as Alterações à Lei
da PMA


Pedro Vaz Patto



O Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV) emitiu parecer sobre as propostas de alteração à lei da procriação medicamente assistida.  Nele se afirma que não há uma justificação eticamente válida para negar o acesso a essas técnicas a pessoas sós ou que vivam em união homossexual (sobretudo se o fazem com os seus próprios recursos). E nele se aceita a maternidade de substituição (aí designada por «gestação de substituição»), sob um conjunto de condições tendentes a eliminar ou reduzir os seus possíveis malefícios.

            
Invoca-se o direito à parentalidade de quaisquer candidatos, sem discriminação, e alega-se que não se justifica privilegiar uma forma de família em relação a outras e que o risco de instrumentalização do filho não depende do facto de os progenitores serem, ou não, um casal heterossexual.
            
Contra esta tese, há, porém, que invocar a primazia do bem do filho sobre as pretensões dos candidatos. De outro modo, o filho seria instrumentalizado como objecto de um direito que se reivindica (não há um «direito ao filho»). E o bem do filho exige, por um lado, que ele seja fruto de uma relação de amor, não de uma afirmação individual. E exige que tenha um pai e uma mãe (cada um deles único e os dois complementares), não só um pai, só uma mãe, dois pais ou duas mães.
            
Quanto à «gestação de substituição», o parecer reflecte o propósito (louvável) de acautelar uma série ampla de riscos que essa prática tem suscitado nos países onde foi legalizada. Um propósito que, pelo contrário, os proponentes das alterações em discussão parlamentar têm descurado. Mas as soluções indicadas (como outras que poderiam ser alvitradas) serão sempre insatisfatórias e não eliminam esses riscos, que só a efectiva proibição dessa prática elimina. Mesmo com todas essas (ou outras) cautelas, não deixamos de estar perante uma instrumentalização da criança que nasce e da mulher gestante. A esta continuará a ser sempre imposta por contrato a obrigação de abandonar o ser que acolheu dentro de si e com quem partilhou aquela que é talvez a experiência mais íntima, intensa e marcante da vida de uma mulher.
            
Indica o parecer que à mulher gestante deve ser reconhecida a faculdade de mudar de ideias e assumir a maternidade até ao início do parto. E porque não logo a seguir, ou enquanto amamenta (uma questão – a de saber quem amamenta - que o parecer também indica como necessário objecto do contrato)? E, se não o fizer, fica privada do direito de visitar a criança no futuro? E, nesse caso, em que a mulher gestante muda de ideias e assume a maternidade, ficam os pais genéticos privados de qualquer direito, sendo eles pais genéticos?. Quem será, nesse caso, o pai da criança (se é que o tem)? Mudando de ideias, a mulher fica obrigado a indemnizar os pais genéticos (qual o sentido da sua vinculação)?
            
Indica, por outro lado, o parecer que a mãe gestante deve ser saudável e o contrato deve conter disposições para o caso de malformação ou doença fetal. Mas em que sentido devem ser essas disposições (obrigação de abortar, possibilidade de o casal beneficiário se desvincular e abandonar a criança)? Se a mãe gestante não for, afinal, saudável, ou vier a revelar-se uma sua doença durante a gravidez, que responsabilidade tem perante o casal beneficiário? Este pode, por isso, desvincular-se e abandonar a criança?
            
Pretende o parecer que seja garantida a avaliação da motivação altruísta da mãe gestante e a impossibilidade de subordinação económica desta em relação ao casal beneficiário. Mas a realidade é o que é e o direito não pode ilusoriamente pretender modificá-la: só o desespero de graves carências económicas leva mulheres a sujeitar-se a tão traumatizante experiência (é assim na Índia e em muitos países). De forma oculta ou indirecta, as contrapartidas económicas hão-de verificar-se. E as pressões que tal situação de carência suscita tornam vãs quaisquer cautelas e garantias jurídicas. Com tais pressões, a mulher gestante pode acabar, na prática, por sujeitar-se àquilo que o parecer pretende afastar (como a imposição de regras de conduta durante a gravidez pelo casal beneficiário).
            
Talvez só a ligação familiar entre a mãe gestante e o casal beneficiário possa garantir a motivação altruísta daquela. Mas os problemas que essa ligação acarreta (porque muito mais difícil será que a mãe gestante se desligue da criança e mais fácil e mais complexa a possível «concorrência» entre as duas «mães») tornam-na desaconselhável a vários títulos. 
            
Todos estes riscos são inelimináveis se a prática não for proibida. Nenhuma das possíveis alternativas para as situações indicadas é isenta de malefícios e quase todas têm uma faceta chocante. É assim porque na «maternidade de substituição» («barriga de aluguer», «gestação de substituição» –chame-se o que se quiser), com todas as possíveis regulações jurídicas, a criança nunca deixa de ser tratada como um objecto de um contracto (uma mercadoria) e a gestação como uma qualquer prestação de serviços (como se a mulher gestante fosse uma máquina incubadora).

Carta de membros do Conselho Nacional do CDS
a António Pires de Lima, Presidente do Conselho Nacional



O CDS do «fracturante» camuflado Paulo Portas e do liberalóide Pires de Lima…

Exmo. Senhor
Presidente do Conselho Nacional do CDS
Dr. António Pires de Lima
Largo Adelino Amaro da Costa, 5
1149-063 LISBOA
C/c ao Presidente do CDS
Dr. Paulo Portas

Lisboa, 29 de Fevereiro de 2012

Exmo. Senhor Presidente do Conselho Nacional
Nos últimos tempos temos assistido, com estupefacção, a comportamentos inexplicáveis de deputados do CDS a propósito de votações parlamentares em matérias ditas «fracturantes», sobre as quais, é bom lembrar, o Partido tem posição definida, sustentada na sua carta de princípios e no seu programa político...

Ler mais aqui.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Símbolo de Pedofilia...Divulguem!!!


É  importante  divulgar e mostrar a crianças e  adolescentes.

António Cláudio Soares Bonsegno, Advogado e  jornalista
  
Divulgue e denuncie símbolos  da pedofilia!
       

IMPORTANTÍSSIMO CONHECER, MESMO QUE A  MAIORIA DAS PESSOAS POSSA ESTAR A USAR POR ACHAR  BONITO SÍMBOLOS DE PEDOFILIA

ATENÇÃO A ESTES SÍMBOLOS DE  PEDOFILIA  
O  FBI produziu um relatório em Janeiro sobre  pedofilia. Nele estão colocados uma série de  símbolos usados pelos pedófilos para se identificarem. Os símbolos são sempre compostos pela  união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma  maior identifica o adulto, a menor a criança. A  diferença de tamanho entre elas demonstra a  preferência por crianças maiores ou  menores.  

Homens são triângulos, mulheres  corações. Os símbolos são encontrados em sites,  moedas, jóias (anéis, pingentes...) entre outros  objectos. 



Os triângulos representam homens que  adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais  fino, que representa homens que gostam de meninos  bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres)  que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que  gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações recolhidas pelo FBI durantes as  investigações. A ideia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura  menor, numa genialidade pervertida de um conceito  gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibir em código para  outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas,  troféus, adesivo e o que mais se queira.  Infelizmente, é o design gráfico ao serviço do mal.  

SE VIR EM ALGUM LADO ,  DENUNCIE!!!  

Impressionante!!!!!!!!!!!


Alguns nem parecem a mesma pessoa...

Muito feio e triste ver isso, mas deveria ser divulgado em lugares frequentados por jovens, para saberem o que espera quem usa essas desgraças.

Norte-Americanos .

- Efeitos das DROGAS PESADAS (COCAINA, CRACK, OXI)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Importância de doar sangue




Como é do seu conhecimento, o sangue não se fabrica artificialmente e só o Ser Humano o pode doar. Como tal, o sangue existente nos serviços de sangue dos hospitais depende diariamente de todos que decidem dar sangue, de forma benévola e regular, partilhando um pouco da sua saúde com quem a perdeu.

Todos os dias existem doentes com anemia, doentes que vão ser submetidos a cirurgias, doentes acidentados com hemorragias, doentes oncológicos que fazem tratamento com quimioterapia, doentes transplantados e muitos outros que necessitam de fazer tratamento com componentes sanguíneos. Enquanto que um doente com anemia pode necessitar de 1 ou 2 unidades de sangue, um doente com transplante de fígado ou um doente com leucemia pode necessitar de um número bastante elevado de componentes sanguíneos.

Para sua segurança
- Medição de tensão arterial e o pulso
- Testa-se uma gota do seu sangue para verificar se os seus glóbulos vermelhos são suficientes para que possa dar sangue sem prejuízo para si.
- São lhe feitas perguntas sobre o seu estado de saúde passado e actual e sobre os seus comportamentos e hábitos de vida.
É importante que seja sincero(a) nas suas informações, pois protegerá a sua saúde e a saúde do doente que irá receber o seu sangue.
Tudo o que disser será confidencial.
Qualquer dúvida que surja deverá esclarecê-la com o(a) médico(a) que o(a) observar.
Se for considerado(a) em boas condições para dar sangue ser-lhe-ão colhidos cerca de 450cm3 de sangue, o que corresponde a uma Unidade de Sangue.

Para a segurança do doente
Algumas pessoas não devem dar sangue porque podem transmitir doenças aos que viessem a receber esse sangue.

Não dê sangue se:
1º Esteve em África ou teve Malária à menos de 3 anos.
2º Alguma vez utilizou drogas por via endovenosa.
3º Teve contactos sexuais a troco de dinheiro ou equivalente nos últimos 12 meses.
4º Teve contactos sexuais com múltiplos(as) parceiros(as) nos últimos 12 meses.
5º Sendo homem, teve contactos sexuais com homens.
6º Teve contactos sexuais com um(a) novo(a) parceiro(a) nos últimos 6 meses.

Estudo efectuados ao sangue colhido
O seu sangue vai ser estudado para:
- Hepatites virais B e C
- Enzima hepático
- Sífilis
- Vírus da SIDA
- Vírus da leucemia das células T adulto
E ainda:
- Grupo de sangue nos sistemas ABO e Rh
- Pesquisa de anticorpos anti-eritrocitários irregulares.

O seu sangue só será utilizado para transfusão se os resultados dos estudos forem considerados normais.
Caso surja alguma anormalidade nestes estudos será dado conhecimento ao dador e só a este.

Intervalos de dádiva de sangue
Na Dádiva de Sangue Total, os homens podem dar sangue de 3 em 3 meses (4 vezes/ano) e as mulheres de 4 em 4 meses (3 vezes/ano), sem qualquer prejuízo para si próprios.

Locais onde se pode dar sangue
- Unidade Móvel que se fixa em pontos estratégicos;
- Centros Regionais de Sangue do Instituto Português do Sangue;
- Em Aveiro, Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Sangtiago, 1º. Piso , Rua de Ovar, Site: www.adasca.pt

Dúvidas sobre a dádiva de sangue

1. Nunca ninguém me pediu para dar sangue.
Considere-se convidado desde já. Esse convite silencioso não é formal, é real: é-lhe dirigido por todas as crianças e adultos que carecem de sangue ou dos seus componentes, pelas vítimas de acidentes de trabalho ou rodoviários, por todos aqueles que aguardam disponibilidade de sangue para serem operados e que, por isso, ocupam uma cama que muitos precisam de utilizar.

2. O meu sangue não deve prestar porque já tive várias doenças.
A sua dúvida deverá ser esclarecida junto do seu médico assistente. Mas, mais simplesmente, pode oferecer-se para dar sangue, pois será submetido a um exame clínico, no decurso do qual o médico lhe aconselhará a atitude correcta, pensando na preservação da sua saúde e bem-estar. Confie nos serviços de sangue e nos seus médicos.

3. O Sangue faz-me falta. 
Num adulto normal existem entre cinco e seis litros de sangue. Uma pessoa saudável pode dar sangue regularmente, sem que esse facto prejudique a sua saúde.

4. O meu tipo sanguíneo não é o que faz mais falta.
Todos os tipos de sangue são necessários, mesmo aquele que são mais raros. Basta que se lembre que você mesmo pode precisar de sangue. Se todas as pessoas, com grupo sanguíneo igual ao seu, pensasse como você…

5. Francamente, tenho medo de dar sangue.
Uma grande parte das pessoas sente isso, quando vão dar sangue pela primeira vez. Mas logo depois, perdem o receio e a dádiva de sangue torna-se natural e simples. Observe o à-vontade e descontracção das pessoas que regularmente vão dar sangue e tire as suas conclusões.

6. Ainda não tenho idade para dar sangue.
Qualquer pessoa saudável, com idade compreendida entre os 18 e os 65 anos, pode dar sangue sem qualquer problema.

7. Peso pouco.
Qualquer pessoa com peso vizinho dos 50kg pode dar sangue. Confie, nesse e noutros aspectos, no critério experimentado e seguro do especialista que lhe vai fazer o exame clínico, no serviço de sangue a que se dirigir.

8. Já dei sangue este ano.
Fez bem mas pode repetir a dádiva sem qualquer inconveniente para a saúde e bem-estar. Qualquer pessoa pode dar sangue varias vezes por ano (os homens de 3 em 3 meses e as mulheres de 4 em 4 meses). Esta informação tem uma base científica segura e recolhe uma vasta experiência de muitos anos, abarcando milhões de dádivas em todas as partes do mundo.

9. Dei o meu sangue benevolamente mas penso que o venderam ao doente. 
A venda ou comercialização do sangue está proibida por lei. Apenas poderão ser cobradas as despesas relativas ao processamento do sangue, isto é, os custos de material e exames laboratoriais necessários à preparação do sangue, para que este possa ser transfundido com a maior segurança.

10. Receio sentir-me enfraquecido se der sangue. 
Apenas lhe são colhidos cerca de 4,5 decilitros de sangue. As proteínas e as células sanguíneas existentes neste volume são rapidamente repostas em circulação pelo organismo. Momentos após a dádiva de sangue, qualquer pessoa pode voltar à sua ocupação normal. Contudo, algumas actividades como por exemplo, pilotos de aviões, maquinistas de comboios, mergulhadores, não devem ser exercidas nas horas seguintes à dádiva.

11. Já há muita gente que dá sangue. 
É verdade, mas a procura de sangue, componentes e derivados não cessa de aumentar, graças aos progressos da ciência médica e à crescente extensão dos benefícios de uma assistência que se pretende de melhor qualidade, a um numero cada vez maior de pessoas. As necessidades terapêuticas dos doentes exigem cada vez mais dadores, isto é, pessoas em boas condições de saúde e com hábitos de vida saudáveis, como você.

12. Nunca imaginei que o meu sangue fosse necessário. 
Claro que é. A cada minuto é necessário sangue nos hospitais do nosso país. Decida-se desde já!

13. Não sabia como ou onde dar sangue.
Muito facilmente: dirija-se ao Instituto Português do Sangue – Centros Regionais de Lisboa, Porto e Coimbra, ou se vive em Aveiro (arredores) pode dirigir-se ao Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso, podendo consultar as datas de Colheitas no Site: www.adasca.pt. A sua visita será bem recebida e terá todas as informações que desejar.

14. Não tenho tempo. 
Se por um instante pensar no bem que fez com a sua dádiva de sangue, rapidamente concluirá que essa não é uma razão: verá que não está tão ocupado como julga.

15. Receio que me recusem como dador. 
Se for saudável nada há como experimentar. Aliás pode ficar suspenso por múltiplas razões. No caso de isso acontecer temporariamente volte quando o médico lho indicar.

16. Fui pressionado a dar sangue mas não estou disposto a fazê-lo outra vez.
Ninguém é obrigado a dar sangue. A dádiva de sangue é um acto livre e voluntário de pessoas de bem, habituadas a pensar nos outros. Não esqueça, no entanto, que muita gente precisa do sangue que só você pode dar, porque é saudável.

17. Se eu precisar de sangue recorro a um serviço privado, e pago todas as despesas.
Você pode dispor do dinheiro mais do que suficiente, para pagar todo o sangue do mundo. Mas nunca deverá esquecer que o dinheiro não se pode tranfundir…mesmo neste caso alguém terá cedido um pouco do seu sangue para você poder dele beneficiar. Sem sangue, de nada servirá o seu dinheiro. Aliás, o sangue deve estar à espera do doente do doente e não o contrario, para que tudo funcione bem e sem riscos.

18. O meu sangue não presta.
Uma amostra do seu sangue será analisada. Se for detectada alguma alteração, terá conhecimento disso e será informado sobre medidas a tomar.

19. Causa-me transtorno dar sangue. 
Pode escolher o dia e hora que mais lhe convier. No Instituto Português do Sangue pode dar sangue todos os dias úteis das 8:00h às 19:30h e aos sábados das 9:00h às 12:00h. Com os exames prévios e a dádiva em si, o tempo dispendido em média é de trinta minutos. No entanto, se todo lhe for impossível, contacte-nos. Poderemos ir ao seu local de trabalho particularmente se quiser colaborar connosco, divulgando esta ideia e motivar alguns colegas de trabalho a dar também sangue.

20. Só dou sangue se alguém precisar dele.
Esse alguém pode ser um familiar seu muito querido, no momento em que você nem sequer é conhecedor do que se está a passar! Aliás, em situações de catástrofe, geralmente não falta o sangue. As carências reais - essas sim, muitas vezes dramáticas mas sem espectacularidade – são prementes, são o dia a dia dos serviços de sangue. Na verdade, algo este mal, se é o doente que está à espera do sangue e não o sangue è espera do doente.
* Fonte site: www.ipsangue.org
Telem: 964 470 432 (Joaquim Carlos - Presidente da Direcção da ADASCA).

NB: Ajudem a divulgar reencaminhando para que seja mais abrangente a sua divulgação. Não deixem de tomar o pequeno-almoço, como ainda fazer-se acompanhar do B.I., Cartão de Cidadão, ou do Cartão Cartão Nacional do Dador de Sangue, no caso de já o possuir, para facilitar a inscrição.