quarta-feira, 4 de abril de 2012

Importância de doar sangue




Como é do seu conhecimento, o sangue não se fabrica artificialmente e só o Ser Humano o pode doar. Como tal, o sangue existente nos serviços de sangue dos hospitais depende diariamente de todos que decidem dar sangue, de forma benévola e regular, partilhando um pouco da sua saúde com quem a perdeu.

Todos os dias existem doentes com anemia, doentes que vão ser submetidos a cirurgias, doentes acidentados com hemorragias, doentes oncológicos que fazem tratamento com quimioterapia, doentes transplantados e muitos outros que necessitam de fazer tratamento com componentes sanguíneos. Enquanto que um doente com anemia pode necessitar de 1 ou 2 unidades de sangue, um doente com transplante de fígado ou um doente com leucemia pode necessitar de um número bastante elevado de componentes sanguíneos.

Para sua segurança
- Medição de tensão arterial e o pulso
- Testa-se uma gota do seu sangue para verificar se os seus glóbulos vermelhos são suficientes para que possa dar sangue sem prejuízo para si.
- São lhe feitas perguntas sobre o seu estado de saúde passado e actual e sobre os seus comportamentos e hábitos de vida.
É importante que seja sincero(a) nas suas informações, pois protegerá a sua saúde e a saúde do doente que irá receber o seu sangue.
Tudo o que disser será confidencial.
Qualquer dúvida que surja deverá esclarecê-la com o(a) médico(a) que o(a) observar.
Se for considerado(a) em boas condições para dar sangue ser-lhe-ão colhidos cerca de 450cm3 de sangue, o que corresponde a uma Unidade de Sangue.

Para a segurança do doente
Algumas pessoas não devem dar sangue porque podem transmitir doenças aos que viessem a receber esse sangue.

Não dê sangue se:
1º Esteve em África ou teve Malária à menos de 3 anos.
2º Alguma vez utilizou drogas por via endovenosa.
3º Teve contactos sexuais a troco de dinheiro ou equivalente nos últimos 12 meses.
4º Teve contactos sexuais com múltiplos(as) parceiros(as) nos últimos 12 meses.
5º Sendo homem, teve contactos sexuais com homens.
6º Teve contactos sexuais com um(a) novo(a) parceiro(a) nos últimos 6 meses.

Estudo efectuados ao sangue colhido
O seu sangue vai ser estudado para:
- Hepatites virais B e C
- Enzima hepático
- Sífilis
- Vírus da SIDA
- Vírus da leucemia das células T adulto
E ainda:
- Grupo de sangue nos sistemas ABO e Rh
- Pesquisa de anticorpos anti-eritrocitários irregulares.

O seu sangue só será utilizado para transfusão se os resultados dos estudos forem considerados normais.
Caso surja alguma anormalidade nestes estudos será dado conhecimento ao dador e só a este.

Intervalos de dádiva de sangue
Na Dádiva de Sangue Total, os homens podem dar sangue de 3 em 3 meses (4 vezes/ano) e as mulheres de 4 em 4 meses (3 vezes/ano), sem qualquer prejuízo para si próprios.

Locais onde se pode dar sangue
- Unidade Móvel que se fixa em pontos estratégicos;
- Centros Regionais de Sangue do Instituto Português do Sangue;
- Em Aveiro, Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Sangtiago, 1º. Piso , Rua de Ovar, Site: www.adasca.pt

Dúvidas sobre a dádiva de sangue

1. Nunca ninguém me pediu para dar sangue.
Considere-se convidado desde já. Esse convite silencioso não é formal, é real: é-lhe dirigido por todas as crianças e adultos que carecem de sangue ou dos seus componentes, pelas vítimas de acidentes de trabalho ou rodoviários, por todos aqueles que aguardam disponibilidade de sangue para serem operados e que, por isso, ocupam uma cama que muitos precisam de utilizar.

2. O meu sangue não deve prestar porque já tive várias doenças.
A sua dúvida deverá ser esclarecida junto do seu médico assistente. Mas, mais simplesmente, pode oferecer-se para dar sangue, pois será submetido a um exame clínico, no decurso do qual o médico lhe aconselhará a atitude correcta, pensando na preservação da sua saúde e bem-estar. Confie nos serviços de sangue e nos seus médicos.

3. O Sangue faz-me falta. 
Num adulto normal existem entre cinco e seis litros de sangue. Uma pessoa saudável pode dar sangue regularmente, sem que esse facto prejudique a sua saúde.

4. O meu tipo sanguíneo não é o que faz mais falta.
Todos os tipos de sangue são necessários, mesmo aquele que são mais raros. Basta que se lembre que você mesmo pode precisar de sangue. Se todas as pessoas, com grupo sanguíneo igual ao seu, pensasse como você…

5. Francamente, tenho medo de dar sangue.
Uma grande parte das pessoas sente isso, quando vão dar sangue pela primeira vez. Mas logo depois, perdem o receio e a dádiva de sangue torna-se natural e simples. Observe o à-vontade e descontracção das pessoas que regularmente vão dar sangue e tire as suas conclusões.

6. Ainda não tenho idade para dar sangue.
Qualquer pessoa saudável, com idade compreendida entre os 18 e os 65 anos, pode dar sangue sem qualquer problema.

7. Peso pouco.
Qualquer pessoa com peso vizinho dos 50kg pode dar sangue. Confie, nesse e noutros aspectos, no critério experimentado e seguro do especialista que lhe vai fazer o exame clínico, no serviço de sangue a que se dirigir.

8. Já dei sangue este ano.
Fez bem mas pode repetir a dádiva sem qualquer inconveniente para a saúde e bem-estar. Qualquer pessoa pode dar sangue varias vezes por ano (os homens de 3 em 3 meses e as mulheres de 4 em 4 meses). Esta informação tem uma base científica segura e recolhe uma vasta experiência de muitos anos, abarcando milhões de dádivas em todas as partes do mundo.

9. Dei o meu sangue benevolamente mas penso que o venderam ao doente. 
A venda ou comercialização do sangue está proibida por lei. Apenas poderão ser cobradas as despesas relativas ao processamento do sangue, isto é, os custos de material e exames laboratoriais necessários à preparação do sangue, para que este possa ser transfundido com a maior segurança.

10. Receio sentir-me enfraquecido se der sangue. 
Apenas lhe são colhidos cerca de 4,5 decilitros de sangue. As proteínas e as células sanguíneas existentes neste volume são rapidamente repostas em circulação pelo organismo. Momentos após a dádiva de sangue, qualquer pessoa pode voltar à sua ocupação normal. Contudo, algumas actividades como por exemplo, pilotos de aviões, maquinistas de comboios, mergulhadores, não devem ser exercidas nas horas seguintes à dádiva.

11. Já há muita gente que dá sangue. 
É verdade, mas a procura de sangue, componentes e derivados não cessa de aumentar, graças aos progressos da ciência médica e à crescente extensão dos benefícios de uma assistência que se pretende de melhor qualidade, a um numero cada vez maior de pessoas. As necessidades terapêuticas dos doentes exigem cada vez mais dadores, isto é, pessoas em boas condições de saúde e com hábitos de vida saudáveis, como você.

12. Nunca imaginei que o meu sangue fosse necessário. 
Claro que é. A cada minuto é necessário sangue nos hospitais do nosso país. Decida-se desde já!

13. Não sabia como ou onde dar sangue.
Muito facilmente: dirija-se ao Instituto Português do Sangue – Centros Regionais de Lisboa, Porto e Coimbra, ou se vive em Aveiro (arredores) pode dirigir-se ao Posto Fixo da ADASCA, localizado no Mercado Municipal de Santiago, 1º. Piso, podendo consultar as datas de Colheitas no Site: www.adasca.pt. A sua visita será bem recebida e terá todas as informações que desejar.

14. Não tenho tempo. 
Se por um instante pensar no bem que fez com a sua dádiva de sangue, rapidamente concluirá que essa não é uma razão: verá que não está tão ocupado como julga.

15. Receio que me recusem como dador. 
Se for saudável nada há como experimentar. Aliás pode ficar suspenso por múltiplas razões. No caso de isso acontecer temporariamente volte quando o médico lho indicar.

16. Fui pressionado a dar sangue mas não estou disposto a fazê-lo outra vez.
Ninguém é obrigado a dar sangue. A dádiva de sangue é um acto livre e voluntário de pessoas de bem, habituadas a pensar nos outros. Não esqueça, no entanto, que muita gente precisa do sangue que só você pode dar, porque é saudável.

17. Se eu precisar de sangue recorro a um serviço privado, e pago todas as despesas.
Você pode dispor do dinheiro mais do que suficiente, para pagar todo o sangue do mundo. Mas nunca deverá esquecer que o dinheiro não se pode tranfundir…mesmo neste caso alguém terá cedido um pouco do seu sangue para você poder dele beneficiar. Sem sangue, de nada servirá o seu dinheiro. Aliás, o sangue deve estar à espera do doente do doente e não o contrario, para que tudo funcione bem e sem riscos.

18. O meu sangue não presta.
Uma amostra do seu sangue será analisada. Se for detectada alguma alteração, terá conhecimento disso e será informado sobre medidas a tomar.

19. Causa-me transtorno dar sangue. 
Pode escolher o dia e hora que mais lhe convier. No Instituto Português do Sangue pode dar sangue todos os dias úteis das 8:00h às 19:30h e aos sábados das 9:00h às 12:00h. Com os exames prévios e a dádiva em si, o tempo dispendido em média é de trinta minutos. No entanto, se todo lhe for impossível, contacte-nos. Poderemos ir ao seu local de trabalho particularmente se quiser colaborar connosco, divulgando esta ideia e motivar alguns colegas de trabalho a dar também sangue.

20. Só dou sangue se alguém precisar dele.
Esse alguém pode ser um familiar seu muito querido, no momento em que você nem sequer é conhecedor do que se está a passar! Aliás, em situações de catástrofe, geralmente não falta o sangue. As carências reais - essas sim, muitas vezes dramáticas mas sem espectacularidade – são prementes, são o dia a dia dos serviços de sangue. Na verdade, algo este mal, se é o doente que está à espera do sangue e não o sangue è espera do doente.
* Fonte site: www.ipsangue.org
Telem: 964 470 432 (Joaquim Carlos - Presidente da Direcção da ADASCA).

NB: Ajudem a divulgar reencaminhando para que seja mais abrangente a sua divulgação. Não deixem de tomar o pequeno-almoço, como ainda fazer-se acompanhar do B.I., Cartão de Cidadão, ou do Cartão Cartão Nacional do Dador de Sangue, no caso de já o possuir, para facilitar a inscrição.

Quem semeia ventos…


Pedro Vaz Patto








Quem semeia ventos, colhe tempestades…- Lembrei-me deste provérbio ao ler notícias recentes que mostram até onde pode chegar a lógica subjacente à legalização e liberalização do aborto. 

Uma dessas notícias diz respeito ao aborto motivado pelo sexo do feto, quase sempre por este ser do sexo feminino. Já desde há vários anos que se vem alertando para o fenómeno, o qual vem alastrando sobretudo na China, na Índia e noutros países asiáticos. A worlwide war agaisnt babýgirls (Uma guerra de dimensão mundial contra as meninas bebés) – era o título de um artigo da revista The Economist de Março de 2010. Calcula-se em cerca de 150 milhões o número de mulheres «a menos» nos países da Ásia. A difusão do aborto, associada ao uso de ecografias, está, evidentemente, na origem deste fenómeno (que cresceu significativamente nos últimos anos). As notícias mais recentes davam a conhecer que também nos países ocidentais se praticam abortos com essa motivação: um editorial da revista da associação de médicos do Canadá chega a sugerir a proibição de realização de ecografias; uma reportagem do Daily Telegraph revela que várias clínicas inglesas não colocam objecções a este tipo de abortos.

Leis de vários Estados norte-americanos proíbem expressamente esta prática. Mas é duvidoso que tais leis (que também existem na China e na Índia) possam ter efectividade quando não há limites às razões que tornam legal o aborto; quando, por isso, nem sequer tais razões têm que ser divulgadas e conhecidas. E também há quem conteste a conformidade dessas leis à jurisprudência do Supremo Tribunal norte-americano a partir do caso Roe v. Wade, baseada na negação ao feto do estatuto de pessoa, com a consequente prevalência em absoluto do direito de liberdade de escolha da mulher em matérias tidas por atinentes à sua vida privada (privacy). Há quem, com este mesmo fundamento, justifique um aborto motivado pelo sexo do feto (que até pode ser do sexo masculino). Afinal, se o feto não tem o estatuto de pessoa, porque é que há-se ser protegido, e não discriminado, por ser do sexo feminino? E – poder-se-á também dizer – se os fetos portadores de deficiência não merecem essa protecção (em vários países cerca de noventa por cento daqueles em que é detectada a trissomia 21 são vítimas de aborto), porque hão-de merecê-la os fetos do sexo feminino?

O aborto, muitas vezes apresentado como um direito essencial à emancipação das mulheres, acaba por ser um instrumento ao serviço de ancestrais preconceitos contra a sua dignidade. O aborto lesa, assim, de uma maneira particular, o direito à vida de seres humanos do sexo feminino, precisamente por serem do sexo feminino. Quem semeia ventos…

Outra decorrência lógica da pretensa legitimação do aborto, baseada na negação ao feto do seu estatuto de pessoa, veio também ao de cima recentemente. Um artigo publicado numa influente revista de ética médica veio afirmar a legitimidade da morte intencional de crianças recém-nascidas quando elas possam representar um fardo para os seus pais ou a sociedade. Seria assim porque entre o feto e o recém-nascido não há diferenças substanciais, um e outro não têm o estatuto de pessoas porque não têm capacidade de dar valor à sua existência.

Mas esse valor existe, mesmo quando os seus titulares dele não têm consciência. É precisamente quando, pela debilidade associada à idade, à doença ou deficiência, o ser humano não tem sequer a consciência do valor da sua existência que mais se justifica o cuidado dos outros e a protecção da ordem jurídica.  

Desta vez o clamor foi maior e (ao que julgo saber) quase unânime. Talvez porque, se a imagem do feto nem sempre é visível (também porque há quem pareça não querer que o seja), já é bem visível a imagem da criança recém-nascida, que em toda a pessoa sensível suscita ternura e enlevo. Mas também porque é com esta tese atingido um precioso legado civilizacional ainda bem vivo (fruto da revolução cristã, e ausente na antiguidade pagã, onde se aceitava o infanticídio e o abandono de recém-nascidos). Os autores da tese, perante a indignação que ela suscitou, viram-se na necessidade de afirmar que não pretendiam legalizar o infanticídio, mas apenas fazer um «exercício de lógica». 

Esse «exercício», que revela até onde pode chegar a lógica da pretensa legitimação do aborto, pode ser um «mal que vem por bem», pode servir para despertar a mentalidade corrente, para pôr em causa radicalmente essa lógica e para inverter a rota. Como na história de várias pessoas e povos que só quando «bateram no fundo» começaram a levantar-se.

O CDS antifamília do «fracturante» camuflado Paulo Portas…e do liberalóide Pires de Lima



Proposta apresentada e rejeitada no Conselho Nacional do CDS…

Proposta apresentada e rejeitada no Conselho Nacional do CDS de 30 de Março em Leiria por doze conselheiros nacionais  subscritores da carta a propósito de votações parlamentares em matérias ditas 'fracturantes», inéditas na história ao arrepio das posições definidas pelo partido, sustentada na sua carta de princípios e no seu programa político.

PROPOSTA

1- A vida é o primeiro de todos os valores morais. A defesa da vida é um valor essencial para o CDS pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de legislação que liberalizem o aborto.

2- Pela mesma razão de defesa da vida, os deputados do CDS devem votar contra propostas de lei que liberalizem a eutanásia ou o suicídio assistido.

3- A vida não se encontra na livre disposição do Estado, pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de lei que consagrem a procriação medicamente assistida como um método alternativo de procriação ao acesso de todos as pessoas, e não apenas como um método subsidiário de procriação ao dispor de casais com problemas de fertilidade.

4- Para o CDS maternidade e paternidade não se confundem, preenchem dimensões diferentes no desenvolvimento da criança, não sendo indiferente para uma criança ter dois ou duas mães em vez de um pai e uma mãe pelo que os deputados do CDS devem votar contra as propostas de lei que consagrem a filiação de crianças por dois pais ou duas mães.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Comemoração do Dia Nacional do Dador de Sangue
em Aveiro


A cada dia estamos mais próximos da comemoração do Dia Nacional de Dador de Sangue, que em Portugal se celebra no Dia 27 de Março um pouco por todo o País.

Considerando que esta data coincide com um dia útil da semana, as actividades previstas para aquele dia vão decorrer no Dia 31 conforme consta nos Cartazes em anexo.

O relógio continua a contar, estamos cada vez mais próximos deste grande Dia, que deve ser comemorado com a devida dignidade.

Todos podem participar. Os que não podem doar sangue, por razões de saúde ou outras, podem ajudar a divulgar e acompanhar as pessoas que queiram  aderir á dádiva de sangue, como ainda beneficiar dos Rastreios gratuitos que vão ser realizados.

Não fique em casa neste dia. Vamos «abençoar» a vida dos nossos semelhantes. Convide os seus amigos, familiares e vizinhos. Todos não somos demais.

Em paralelo com a normal Colheita de Sangue, vão ser realizados Rastreios nas  seguintes àreas: Avaliação da Hipertensão Arterial, Avaliação de Glicémia Capilar e Colesterol(?), Controle de Peso, Avaliação do Índice de Massa Corporal, Rastreio de Acuidade Visual, Rastreio Auditivo e Pedologia, podendo vir a ser realizados outros. Estas iniciativas vão decorrer entre as 9 horas e as 13 horas.

A participação nas diversas modalidades de ginástica são gratuitas, além dos dadores de sangue associados da ADASCA, podem ainda participar os seus famialires mais directos. Venham desfrutar um sábado diferente do habitual.

Recordamos que não se deve efectuar a dádiva em jejum, deve-se tomar sempre o pequeno-almoço normalmente. Após o almoço só pode doar sangue decorridas 2 horas e 30 m período em que decorrer a disgestão. Falam-se acompanhar sempre do Cartão do Cidadão ou do B.I. ainda do Cartão Nacional de Dador de Sangue no caso de já ser seu detentor para facilitar a inscrição.

O Rastreios são Coordenados pelo Enfº. Rui Conde, perntece ao Núcleo de Voluntários da ADASCA, além de ser sócio de pleno direito da mesma.

Agradecemos o vosso apoio a esta iniciativa. Compareçam.
Sinceramente,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Informação: 964 470 432 (ADASCA)
Telef: 234 481 577 - E-mail: companhiadefitess@sapo.pt

NB: O Dia Nacional do Dador de Sangue celebrado a 27 de Março, foi instituído através da Resolução do Conselho Ministros n.º 40/86, tendo como objectivo reconhecer a importância da contribuição desinteressada dos Dadores de Sangue para o tratamento de doentes.

A institucionalização do Dia Nacional do Dador de Sangue constitui, assim, a expressão oficial desse reconhecimento e serve para evidenciar, junto da população em geral, o valor social e humano da dádiva de sangue, estimulando a sua prática como imprescindível.

Embora tenha sido institucionalizado a 14 de Junho de 2005 o Dia Mundial do Dador de Sangue, em Portugal, através do Ministério da Saúde/Instituto Português do Sangue manteve-se a data 27 de Março como o Dia Nacional do Dador de Sangue, sendo esta data a mais relevante para reconhecer publicamente o papel imprescindível do Dador de Sangue Nacional.




sábado, 24 de março de 2012

25 de Março
Dia da criança por nascer


A 25 de Março de 1995, há 17 anos, portanto, o Papa João Paulo II, assinava a Carta Encíclica «Evangelium vitae» (O Evangelho da vida), sobre o sempre oportuno e actualíssimo tema da vida humana, seu valor e carácter inviolável que «há-de ser fiel e corajosamente anunciado como boa nova aos homens de todos os tempos e culturas» (cf. P.c.nº 1).

O Beato João Paulo II, Magno, dedicou inúmeros documentos; discursos e homilias aos temas que Lhe eram particularmente queridos: a vida humana e a Família. Deixou-nos, também neste âmbito, uma herança riquíssima e inesgotável. Infelizmente pouco divulgada, conhecida, amada e defendida como seria expectável e…necessário.

«Depois da minha morte gostaria de ser recordado como o Papa da Família e da Vida», assim desabafa ao Cardeal Carlo Cafarra, quando este presidia o Pontifício Instituto «João Paulo II» para o estudo do matrimónio e família.

De facto, o desejo deste grande Papa concretiza-se hoje já que um dos seus legados mais significativos continua a ser precisamente a vida e a família. Num tempo desfavorável à vida e à Família, é um imperativo estar alerta e disponível para, como diz S.Paulo, «a tempo e a contra-tempo» defender, apoiar e promover aqueles valores civilizantes e naturais, cuja perda arrastará o declínio da humanidade. Um dos modos de estar presente neste imenso campo de batalha, de duríssimos combates, é rezar. Pedir ao Deus rico em misericórdia que alente os que pugnam pelos direitos da Família e pelo Direito á Vida.

Sabemos que entre os direitos mais ameaçadas está o direito à vida das crianças por nascer a quem é negado o direito de nascer, crescer e serem amadas. Em Portugal, legalmente, são eliminados 53 bebés por dia, uma verdadeira razia. Uma hecatombe demográfica. E não se contabilizam os abortos químicos, pois não há possibilidade real e efectiva de os contar.

Pelo 5.º ano consecutivo, celebramos o  Dia da Criança por Nascer no dia 25 de Março, início da vida terrena de Jesus. Porém, como este ano é um Domingo, a solenidade da Anunciação passa para o dia 26, razão pela qual iremos reunir-nos na Igreja da Senhora-a-Branca, em Braga, para a Missa das 19 horas e onde teremos presentes todas as crianças que deveriam nascer mas foram eliminadas de nascer.

Militia Sanctae Mariae
Rua de Guadalupe, 73
4710-298 Braga
Tlf./Fax. 253 611609 

quarta-feira, 21 de março de 2012

Tu és do tipo positivo ou negativo?


Tanto faz!
Dar sangue é dar esperança de vida a milhares de pessoas, que dele necessitam todos os dias, para continuarem a viver.

É também uma oportunidade de ajudar sem interesse e uma demonstração clara de solidariedade para com o próximo que nem sequer conhecemos. Solidariedade pura...

Todos nós podemos precisar de uma transfusão de sangue e esta necessidade pode surgir em qualquer família, a qualquer momento. Caros(as) amigos(as), a necessidade torna-se iguais. Dá para receber.

Dar e aceitar: dois gestos que resumem a vida humana e dão sentido redobrado.

Se o(a) prezado(a) leitor(a) destas linhas tem entre os 18 e os 60 anos de idade, pesa pelo mais de 50Kgs, é saudável, sinta-se convidado(a) a comparecer nesta Colheita de Sangue.

Admitimos que devem estar a ser emitivos e-mails repetidos, se está acontecer consigo, pedimos a melhor compreensão, porque não o fazemos com o intuito de provocar ninguém, bem pelo contrário.

Faca-se acompanhar do Cartão de Cidadão/B.I. para facilitar a inscrição, não compareça em jejum, tome uma refeição ligeira. Tome a iniciativa, convide os seus familiares e amigos a aderir também.

Todos(as) são bem-vindos!

Cordialmente,
Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Mais informações: www.adasca.pt
Telem: 964 470 432

NB: Esta iniciativa é organizada em pareceria com a ADASCA, Hospital Infante D. Pedro de Aveiro e Instituto Português do Sangue Transplantação (IPST).

À comunicação social no geral, pedimos e agradecemos a melhor colaboração mediante a sua divulgação, pois trata-se da 1ª. Colheita de Sangue que a ADASCA promove neste espaço desde que o este Hospital de deixou de efectuar colheitas de sangue há 7 anos.

Resolução de São Petersburgo sobre as tendências anti família da Organização das Nações Unidas


Numa audiência pública no fim do ano passado, 126 organizações civis, sociais e não governamentais da Federação Russa e da Ucrânia aprovaram a «Resolução de São Petersburgo Sobre os Rumos Anti-Família das Nações Unidas». Alexey Komov (representante do Congresso Mundial das Famílias na Rússia e na Comunidade dos Estados Independentes) teve um papel importante na elaboração da Resolução, que dispõe, entre outras coisas:

«Estamos convencidos de que a família natural (tradicional), traçada na natureza humana e baseada na união voluntária de um homem e de uma mulher na aliança vitalícia do casamento, cujo propósito é a geração e criação de filhos, é a unidade colectiva natural e fundamental da sociedade’».

«O lugar da família na história e na vida de todas as sociedades humanas é absolutamente única, e nenhuma outra forma de relacionamento doméstico pode ser vista como de igual valor e estatuto. Qualquer tentativa de prever igualdade de estatuto para qualquer outra forma de relacionamento doméstico, em especial as uniões entre pessoas do mesmo sexo, é socialmente destrutiva».

«Estamos convencidos de que a família tradicional, o casamento, a geração e a educação dos filhos são elementos inseparáveis uns dos outros».

«A separação artificial da geração e da educação de filhos da família tradicional, da vida familiar e do casamento viola os direitos genuínos da criança e causa a destruição de qualquer sociedade».

«Estamos convencidos de que as crianças possuem um direito inato de nascerem na sua família natural (tradicional), de um homem e uma mulher casados, e de viverem com os seus pais e serem criadas por eles, ou seja, com o seu pai e a sua mãe naturais. Mãe e pais são o modelo de vida para seus filhos, principalmente no que concerne à vida familiar, que obedece à natureza humana».

«Estamos seriamente preocupados com as acções de algumas organizações internacionais nos últimos anos, agindo contrariamente aos interesses de povos soberanos e manipulando a noção de 'direitos humanos' para criar artificialmente os assim chamados direitos que antes eram desconhecidos e não possuem fundamento na natureza humana nem na natureza da sociedade, como ‘direito ao aborto’ e o ‘direito de escolher sua orientação sexual e identidade de género’. Na realidade, não existem tais direitos no direito internacional, seja por uma obrigação decorrente de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro».

«Em particular, estamos bastante preocupados com o facto de que hoje, sob o pretexto de defender os direitos das crianças sob uma interpretação ilogicamente ampla e alguns ‘direitos humanos’ recentemente fabricados (como os ‘direitos sexuais’), com o apoio da ONU e de seus organismos, a cultura tradicional da vida familiar (que inclui a educação das crianças nesse contexto) está a ser sistematicamente destruída por muitas pessoas, incluindo algumas do nosso próprio país».

«Insistimos em que os Estados devem respeitar o papel e a posição única que os pais naturais (biológicos) possuem nas vidas das crianças. Quaisquer interpretações de qualquer posição dentro do direito internacional ou nacional devem reflectir a suposição natural de que os pais naturais costumam agir de boa fé e conforme os interesses dos seus filhos. Os direitos dos pais com relação aos seus filhos são naturais e não 'concedidos’ a eles pelo Estado ou por qualquer organismo nacional ou internacional».

«Temos também uma grande preocupação a respeito da recusa em proteger o direito à vida da criança no útero sob o pretexto do invertido ‘direito ao aborto’ da mulher. Estamos cientes de que ‘no que concerne aos factos científicos, uma nova vida humana começa na concepção’ e que ‘desde a concepção, cada criança é, por natureza, um ser humano’. Crianças em gestação são seres humanos e, portanto, há uma obrigação dos Estados sob o direito internacional de proteger as suas vidas da mesma forma que a de qualquer ser humano. Ao mesmo tempo, não existe um direito ao aborto no direito internacional, seja por meio de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro».

Entre os 126 signatários estavam: Representante do Congresso Mundial das Famílias na Federação Russa; filial regional de São Petersburgo do movimento público «União das Mulheres Russas – A Esperança para a Rússia»; filial regional de Tula da organização pública «Pela Vida e Defesa dos Valores Familiares»; Irmandade Cossaca em Nome e Exaltação da Cruz; Comissão Pública em Defesa da Família, Infância e Moralidade da Cidade de Sarov em Oblast de Níjni Novgorod; Centro Médico e Educacional Ortodoxo «Zhizn» em São Petersburgo; Grupo de Trabalho no Parlamento Russo pela Defesa das Famílias e das Crianças; organização pública «Comunidade de Grandes e Adoptivas Famílias da Rússia - Muitos Filhos é algo bom!»; União dos Advogados Ortodoxos; Organização Desportiva e Patriótica «Rus» e Organização Pública «Ucrânia Cristã».

terça-feira, 20 de março de 2012

Não há Sangue do Tipo A e O Negativos
Colheita de Sangue Dia 23 de Março



Não há Sangue do Tipo A e O Negativos

As reservas de sangue dos  grupos A e O negativos são suficientes apenas para dois ou três dias em consequência da quebra de 20% nas dádivas nos hospitais nos últimos dois dias.

Hélder Trindade, presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação, confirma essa situação e explica que a  situação de falta de «stock» pode ser de risco.

«Em relação  ao O negativo e o A negativo estamos a falar de dois/três dias. A situação problemática é quando se juntam dois factores: uma baixa da colheita e haver mais doentes que precisam daquele sangue. É o que está a acontecer neste momento», disse.

De acordo com os responsáveis, a quebra nas dádivas tem relação directa com notícias sobre um alegado desperdício de plasma. Hélder Trindade garante que «não há desperdício de sangue».

NB: A Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro  – ADASCA, convida  todas  as pessoas suadáveis com estes dois tipos de sangue, a aderir à dádiva de sangue, podendo comparecer nos dias e locais no Mapa em anexo.

Como Dar Sangue, pode ser lido no nosso site: www.adasca.pt. A idade minima para aderir à dádiva de sangue é a partir dos 18 anos até aos 6o (1ª. vez), podendo prolongar-se até aos 65 anos de for saudável.

Deve-se tomar o pequeno-amoço normalmente, com exclusão de bebidas alcoólicas, e fazer acompanhar do Cartão de Cidadão ou do B.I.

Por Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASC
 


Fernanda Monteiro531.jpg
Colheita de Sangue Dia 23 de Março

As Colheitas de Sangue vão decorrer nos seguintes dias e locais:
-Dia 23 de Março no Agrupamento de Escola de São de Loure,
-Dia 28 de Março – Renault de CACIA (limitada aos funcionários),
-Dia 31 de Março – Pavilhão dos Galitos, Companhia de Fitness, (zona da Forca - Comemoração do Dia Nacional do Dador de Sangue, a realização de uma Feira da Saúde).

Admitimos que estejam a ser enviados e-mails repetidos, se estiver acontecer consigo, pedimos a melhor compreensão, porque não o fazemos com o intuito de incomodar ninguém.

O sangue é um dos elementos muito importante para a vida, a sua aquisição tem que vir do homem, já que sem o homem não há sangue nos hospitais e para nós é um gesto de agradecer/louvar.

Mesmo com todos os avanços da ciência, ainda não existe nada que possa substituir o sangue humano. Nem todas as descobertas e evolução da ciência conseguiram reproduzir este bem precioso que pode ser considerado o verdadeiro nesta vida. Diariamente, milhares de pessoas, em todo o mundo, dependem de um gesto solidário para poder sobreviver: Uma Dádiva de Sangue.

Mesmo sendo produzidas gratuitamente no organismo humano, poucas são as pessoas que se dispõem a dividir esta dádiva com outras pessoas. A solidariedade então possa a ser um bem tão precioso como o sangue.

A grande motivação para doar sangue, é a continuidade da vida. É você doar e continuar tendo sua saúde, podendo dividi-la com outra pessoa.

Realçamos o lado positivo  da doação, suas vantagens para o doador e para a sociedade e que doar com frequência é uma reafirmação de boa saúde física e emocional.

Condições Básicas para Doar Sangue
Estar bem de saúde.
Trazer bilhete de identidade versus cartão de cidadão.
De 18 anos e menos de 65 anos.
Primeira doação ate 60 anos
Pesar mais de 50 kg.
Não convém estar de jejum, convém tomar o pequeno-almoço normalmente.
Evitar apenas alimentos gordurosos nas 4 horas que antecedem a doação.
Não ser consumir de drogas.
Não ingerir bebida alcoólica nas ultimas 12 horas
Não estar grávida nem amamentando.
Não ter doado nos últimos 60 dias (homens) 90 dias (mulheres)
Não ter tatuagem ou piercings com menos de 1 ano
Não ter tido contacto sexual com pessoas que tenham situação de risco acrescido para AIDS e DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis).

O doador  recebera  uma declaração  justificando a sua falta do trabalho no dia da dádiva.

Dar e aceitar: dois gestos que resumem a vida humana e lhe dão um sentido redobrado. Compareçam... tragam um(a) amigo(a), nunca somos de mais.


Joaquim Carlos
Presidente da Direcção da ADASCA
Telem: 964 470 432 + 967 023 502
NB: consulte as nossas revistas Tribuna da ADASCA no nosso site.


terça-feira, 13 de março de 2012

Petição online



Acabei de ler e assinar esta petição online: 

«Em defesa do tratamento adequado de todos os doentes com Esclerose Múltipla em Portugal» 
Se também quiser subscrever:   

Agradeço a bondade de a divulgar

Obrigado.
Infovitae

segunda-feira, 12 de março de 2012

As crianças e a televisão


Paulo Morais








Em toda a Europa civilizada, é proibida a publicidade a menores.

Cada criança em Portugal passa cerca de 23 horas por semana em frente à televisão. São cerca de três horas por dia, bem mais do que o tempo que passam com os pais ou com os irmãos.

Sendo assim, os verdadeiros encarregados de educação dos nossos filhos são os aparelhos de televisão. Enquanto vê televisão, cada miúdo é bombardeado, em média, por 25 mil anúncios por ano. Estas doses maciças de propaganda constituem autênticas lavagens de cérebro.

E as consequências estão aí bem à vista. Os miúdos vestem todos da mesma forma e brincam com os mesmos brinquedos. Os pais, pressionados, vêem-se na obrigação de satisfazer os desejos dos filhos, tenham ou não dinheiro para tal.

Por outro lado, os maus hábitos alimentares resultam do apelo publicitário permanente ao consumo de comidas pouco saudáveis. Os problemas de saúde são a consequência inevitável. A obesidade infantil afecta já hoje inúmeras crianças, sendo que destas, entre 50 a 80% serão adultos obesos.

Além do mais, muitos brinquedos e jogos apelam a atitudes violentas, com a consequente influência no comportamento hiperactivo e na indisciplina nas escolas.

Poderiam evitar-se todos estes males limitando, ou simplesmente proibindo, a publicidade dirigida a menores. Que é o que acontece, aliás, em toda a Europa civilizada.

sábado, 3 de março de 2012

Brasil: Homossexuais aliciam meninos
para virar transexuais em São Paulo


Tráfico de adolescentes para prostituição homossexual começa nas redes da Internet


Magro, cabelos compridos, calção curto. M., 16 anos, abre o sorriso leve e ingénuo dos adolescentes quando perguntado se pode dar entrevista. O relógio marca 1h de sexta-feira. «M» é um garoto e está na calçada, numa das travessas da Avenida Indianópolis, conhecido ponto de prostituição de travestis e transexuais, escancarado em meio a casas de alto padrão do Planalto Paulista, na Zona Sul de São Paulo. A poucos passos, mais perto da esquina, está «K», também de 16 anos.

«M» e «K» são a ponta do novelo que transformou São Paulo num centro de tráfico de adolescentes nos últimos cinco anos. Meninos a partir de 14 anos são aliciados no Ceará, no Rio Grande do Norte e no Piauí e, aos poucos, são transformados em mulheres para se prostituírem nas ruas de São Paulo e em países da Europa. Misturados a travestis maiores de idade, eles são distribuídos em três pontos tradicionais de prostituição transexual em São Paulo: além da Indianópolis, são encaminhados para a região da Avenida Cruzeiro do Sul, na Zona Norte, e Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista.

O primeiro contacto é feito por meio de redes de relacionamento na internet. Uma simples busca por «casas de cafetina» leva os garotos a perfis de aliciadores homossexuais. Após o primeiro contacto, pedem que o adolescente encaminhe uma foto por e-mail, para que seja avaliado. Se for considerado interessante e «feminino», eles têm a passagem paga pelos aliciadores. Ao chegar a São Paulo, passam a morar em repúblicas de transexuais e a serem transformados. Recebem inicialmente megahair e hormónicos femininos. Quando começam a facturar mais com os programas nas ruas, vem a oferta de prótese de silicone nos seios. Os escolhidos para ir à Europa chegam a ser «transformados» em tempo recorde, apenas cinco meses, para não perder a temporada na zona do euro.

É fácil identificar os adolescentes recém-chegados. Além do corpo típico da idade, eles têm seios pequenos, produzidos por injecção de hormónios, e megahair. Testados inicialmente na periferia, os meninos são distribuídos nos pontos de prostituição de acordo com a aparência.

Os considerados mais bonitos recebem investimento mais alto e vão trabalhar na área nobre da cidade. Na Avenida Indianópolis, recebem R$ 70 por um programa no drive in e R$ 100 se o programa for em motel. Nos outros dois endereços, o valor é bem mais baixo: entre R$ 30 e R$ 50 no drive in e R$ 70 a R$ 80 em motel.

Menores evitam ruas principais

Não faltam interessados. A partir de 17h, homens homossexuais na faixa de 30 a 50 anos aproveitam o fim do expediente para, antes de seguir para casa, fazer programas rápidos com os transexuais na Indianópolis. Um furgão preto, com insulfilme, faz o transporte de vários transexuais. Mas, nesse horário de maior movimento, dificilmente os menores ficam à vista nas calçadas.

Por existirem há décadas, os pontos de prostituição de travestis são vistos com naturalidade pelos moradores de São Paulo, principalmente agora com leis «anti-homofobia» que punem a crítica ao homossexualismo. Se antes se podia criticar, agora nem isso. Afinal, o homossexualismo em São Paulo está sob a protecção do PSDB e parece que a prostituição homossexual está incluída nessa protecção.

Em geral, os transexuais adolescentes ficam nas travessas, atrás dos grupos de maiores de idade, que ficam quase nus e são extremamente imorais. Os dois grupos convivem bem com a vizinhança, excepto pelo constrangimento proporcionado pelos mais velhos (acima de 25 anos) sem roupa ou exibindo abertamente partes íntimas ou siliconadas.

Os adolescentes são mais discretos, menos siliconados e «montados». Os implantes de silicone nos seios são menores, num apelo direccionado aos pedófilos. Eles usam saias e calções curtinhos, como «M» e «K», e podem muitas vezes ser confundidos com meninas.

Como na Indianópolis prostitutas e travestis dividem espaço, clientes são surpreendidos pela nova leva de jovens vindos de outros estados, de aparência cada vez menos óbvia.

«Y», 19 anos, é um dos transexuais que fazem aumentar a confusão. Aos 15, foi levado a São Paulo pela rede homossexual de prostituição e pedofilia.

- A cafetina viu que eu era feminina e que ganharia muito dinheiro. A minha mãe assinou autorização para eu viajar, e vim de avião. Ficou preocupada, como toda mãe, mas deixou — conta.

Inicialmente, foi levado a trabalhar na Avenida Industrial, em Santo André, no ABC paulista. Pagava R$ 20 pela diária na república, sem almoço.

- Quem não tivesse os R$ 20 tinha de voltar para a rua, não entrava enquanto não conseguisse — diz ele.

Mesmo sem ter sido transformado, já chamava atenção. Logo começou a facturar R$ 250 por dia. Aos 16 anos, recebeu «financiamento» para colocar prótese de silicone no seio. O implante foi feito por cirurgião plástico. Custou R$ 4 mil, mas «Y» teve de pagar R$ 8 mil à cafetina, pois não tinha dinheiro para quitar à vista.

«Y» diz que aceitou porque queria ficar feminina logo. Neste mercado, os seios são vistos como principal atributo. Quanto mais aparência de mulher, mais os clientes pagam. Agora, o jovem mora sozinho num apartamento e paga o seu aluguer. Diz que divide o espaço da avenida tranquilamente e já não deve nada a ninguém. Faz entre seis e 10 programas de prostituição por noite, afirma, enquanto lança olhares às dezenas de carros que passam rente à calçada, aguarda possivelmente um cliente homossexual.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Procura de trabalho


Empregada doméstica
Empregada doméstica procura trabalho.
Limpeza, arrumação, cozinha.
Ana Paula
T. 218 460 673

quinta-feira, 1 de março de 2012

Mais de 500 lideres nos Estados Unidos assinam declaração contra o mandato abortista de Obama



Mais de 500 lideres religiosos dos Estados Unidos assinaram a declaração com o título: «Inaceitável» (Unacceptable) na qual repulsam  o mandato abortista da administração Obama que obriga os empregadores a pagar planos de saúde que cobrem a anticoncepção, a esterilização e pílulas abortivas.

A declaração que leva a assinatura de líderes de todo o território norte americano, critica também a tentativa de Barack Obama de "remendar" o mandato para fazê-lo mais «adequado» à liberdade religiosa.

Dentre os líderes que assinaram está o, recentemente criado Cardeal Timothy Dolan, Arcebispo de Nova Iorque e o Presidente da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), além de diversos líderes protestantes, ortodoxos, judeus, muçulmanos dentre outros, incluindo vários liberais e catedráticos.

O texto, divulgado pelo Fundo Becket para a Liberdade Religiosa, aponta, dentre outras coisas, que a tentativa de «remendo» de Obama «não muda o conteúdo moral da proposta em nada e fracassa ao tentar revogar o assalto à liberdade religiosa e ao direito à objeção de consciência que originaram essa controvérsia.»

Segundo a norma modificada, «o governo ainda obriga as instituições religiosas e seus indivíduos a comprarem planos de saúde que incluem os mesmos serviços» que promovem a cultura de morte.

Os líderes lembram a necessidade de reverter esse mandato e reiteram à administração que as instituições religiosas «estão comprometidas em sua missão religiosa e como tais, gozam das proteções da Primeira Emenda» que garante a liberdade de culto.

A declaração foi redigida pela professora Mary Ann Glendon, da Escola de Leis da universidade de Harvard, o professor Robert P. George da Universidade de Princeton; Yuval Levin e Hertog Fellow do Ethics and Public Policy Center; o professor O. Carter Snead de Notre Dame; e John Garvey, Presidente da Catholic University of America.

Entre os assinantes estão o rabino David Novak da Universidade de Toronto, o catedrático muçulmano Shaykh Hamza Yusuf; o catedrático da Universidade de Chicago, Jean Bethke Elshtain;o famoso catedrático em liberdade Religiosa e conhecido litigante,  Michael McConnell da Stanford Law School; e o Arcebispo Joseph Kurtz, Vice-presidente da USCCB.

Thomas Pangle da Universidade do Texas; o rabino Meir Soloveichik da Yeshiva University; o Arcebispo da Filadelfia, Dom Charles J. Chaput; o líder evangélico Charles Colson; o arcebispo  Peter Akinola, ex-primaz anglicano da Nigéria; Paige Patterson, ex-presidente da Southern Baptist Convention; entre muitos outros também figuram como assinantes no documento.

Para ler a declaracão (em inglês), visite:

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Conferência sobre o aborto


«Aborto, e Agora o que Fazer ?  Testemunhos e Caminhos»


Dia 1 de Março na Universidade Católica de Lisboa
Conferência organizada pelo Núcleo Universitário Católica Pró-Vida, com o apoio do Lobby Pela Vida.

Testemunhos de:
-- Dra. Maria Durão (do PAV -- Ponto de Apoio à Vida, que apoia a Vida incondicionalmente)
-- Dra. Leonor Ribeiro e Castro (da Missão Mãos Erguidas, que ajuda as mulheres na iminência de abortar a tomar consciência da verdade da Vida)
-- Dra. Maria José Vilaça (da Vinhas de Raquel, que ajuda as mulheres que já abortaram a superar a dor do arrependimento) .