quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Relatório à direcção da Confederação Nacional
das Associações de Família
sobre o visionamento prévio de dois filmes
a emitir pela RTP2

(Apresentado por Heduíno Gomes à Direcção da CNAF em Maio de 2005,
na sequência do visionamento prévio pela CNAF de 2 filmes
sobre a suposta «educação sexual» de crianças e jovens na RTP2.

Refere-se à operação lesiva do equilíbrio moral e psíquico
de crianças e jovens
montada por Manuel Falcão, então director do referido canal do Estado, 
e Teresa Paixão, produtora)


1 – O convite à CNAF para o visionamento dos filmes

1.1 – Através de carta datada de Abril de 2005, a direcção da RTP2 dirigiu à CNAF um convite para visionar dois filmes, supostamente de «educação sexual de crianças e jovens».

 1.2 – Tal convite por parte de uma estação de televisão à Confederação Nacional das Associações de Família é, em si mesmo, louvável. A CNAF, não tendo o exclusivo de representação das famílias portuguesas e dos seus valores, não deixa de representar associações de família e os valores perenes da célula fundamental da sociedade. Neste sentido, a CNAF teria de estar à altura de exprimir a opinião das famílias por si representadas e de defender os valores que justificam a sua existência como instituição.

1.3 – Por decisão da sua Comissão Executiva, reunida em Abril de 2005, foram designados em representação da CNAF para aceder ao convite da RTP2 a sua Presidente, D.ra Maria Teresa da Costa Macedo e Heduíno Gomes.

1.4 – Assistiram ao visionamento, além dos representantes da CNAF, pessoas da RTP (Manuel Falcão, Director da RTP2; Teresa Paixão, da RTP2, produtora, se não me falha a memória; uma psicóloga de um programa da RTP; e uma médica pediatra da RTP) e uma senhora, também convidada, representando uma associação relacionada com crianças.


2 – Os filmes visionados

2.1 – Trata-se de duas curtas metragens, de banda desenhada, de origem dinamarquesa, dobradas em português a partir de uma versão canadiana. A origem dos filmes foi inicialmente indicada como sendo canadiana, o que afinal não correspondia à verdade.




Manuel Falcão, o então director-geral
das operações de corrupção
de crianças e jovens
através da chamada
«educação sexual»,
utilizando os meios do Estado.

 
Teresa Paixão, a operacional
da corrupção de crianças e jovens
através da chamada
«educação sexual»,
no que é profissional
à custa do dinheiro das contribuintes.






















2.2 – Os filmes foram apresentados por Manuel Falcão como sendo destinados à «educação sexual» de crianças e jovens e merecendo uma apreciação por eventualmente poderem levantar «alguns problemas». Esses eventuais problemas seriam causados pela «falta de evolução dos portugueses». Determinar se, nestas circunstâncias, os filmes deveriam ou não ser transmitidos seria o objecto do visionamento.

2.3 – Observando ambos os filmes, podem fazer-se deles as observações que se seguem.

2.3.1 – Nos filmes, é usada a máscara da «ciência» e da «pedagogia» para encobrir uma visão amoral do mundo. Com efeito, trata-se de uma ciência de trazer por casa e de uma pedagogia permissiva, onde temas íntimos são colocados fora do tempo certo, fora do local certo, fora do modo certo, fora da moral e até fora da sanidade mental e física.

2.3.2 – Os filmes colocam os impulsos sexuais acima da razão e da moral. Citando o insuspeito Lenin -- supõe-se que não vaticanista, nem metropolista, nem reaccionário --, numa carta sobre a matéria dirigida a uma conhecida feminista, ele acusa as feministas de encararem o acto sexual como quem bebe um copo de água. Os filmes em questão estão na linha da sinistra e decadente teoria do copo de água.

2.3.3 – Os filmes sobrepõem a espontaneidade dos instintos à razão e à moral. A mensagem é clara. Faz o que mandam os teus instintos, não penses, não ligues aos valores morais... Apetece-te ter relações sexuais... não te reprimas, não cries traumatismos psicológicos com a repressão sexual...

2.3.4 – Os filmes reduzem o sexo entre humanos a um conjunto de técnicas visando a satisfação dos instintos. A exemplificação é clara. Relações sexuais... olha, é assim... a penetração é desta maneira... apetece-te masturbares-te... olha, os rapazes é assim e as raparigas é assado...

2.3.5 – Os filmes incentivam as raparigas à autodestruição do hímen. Sugerem assim que esta mutilação consiste apenas numa simples questão técnica, numa simples questão de correcção anatómica. E até ensinam como o processo pode ser tecnicamente controlado através de um espelho colocado no chão.

2.3.6 – Os filmes colocam a actividade sexual humana no mesmo plano da actividade sexual animal. Mostram inclusivamente o acto sexual entre cães, donde resulta o óbvio estabelecimento de um paralelismo. A parte positiva da história é que não ousaram, por enquanto, sugerir a zoofilia. Talvez num próximo episódio.

2.3.7 – Os filmes são instrumento de destruição de pudor nas raparigas e rapazes. A comparação é clara. Tudo se passa sem inibições como entre os cães e as cadelas, onde tais sentimentos não existem...

2.3.8 – Os filmes promovem o experimentalismo, o aventureirismo e a irresponsabilidade sexuais, dando origem a situações irreversíveis de saúde física e mental. A sugestão é clara. Vá lá, experimentar é natural... é tudo natural... vê lá se gostas assim deste modo...

2.3.9 – Os filmes, sob o pretexto de «preparar para a vida» e «precaver acidentes» e «agressões», incentivam de facto a prática precoce e inconsciente da actividade sexual.

2.3.10 – Os filmes fazem a apologia de uma modernidade descabelada, contra a natureza humana e contra a moral natural. A lição é clara. Sê moderno, sê moderna, não sejas bota de elástico, os valores morais estão antiquados, são coisas do passado...

2.3.11 – Os filmes incitam explicitamente a práticas homossexuais entre rapazes e entre raparigas. Desenvolvem a teoria das «opções sexuais» e colocam cenas de homossexualidade como naturais. A desdramatização é clara. Para mais, aqui, os cineastas já não se limitam a sugerir seguir os instintos naturais, que são os da heterossexualidade. Aqui, eles já vão ao ponto de tentar desviá-los para actos contra natura, contra os próprios instintos.

2.3.12 – Os filmes, utilizando ainda uma estratégia indirecta, procuram mais uma vez fomentar a homossexualidade masculina. Com efeito, à semelhança da publicidade sobre produtos de higiene íntima, manipulada por homossexuais nos grandes meios de comunicação, é exibido o sangue menstrual mas aqui ainda mais explicitamente. Sabendo-se de que género de pessoas isto vem, os propósitos não são inocentes: o nítido objectivo é criar nojo nos rapazes em relação às raparigas.

2.3.13 – Os filmes, sob a aparência de protegerem as crianças em relação a abusos sexuais de adultos, favorecem de facto a pedofilia. Na realidade, os filmes iniciam prematuramente as crianças e jovens na actividade sexual, o que «abre o mercado» aos pedófilos. Mais, deixam a porta aberta para uma relatividade de idades permitidas. A conclusão é clara. Os filmes, à primeira vista, aparentam substituir a aberração da pedofilia pela «simples» aberração da promiscuidade. Mas, na realidade, acumulam ambas as aberrações.

2.3.14 – Os filmes contribuem para a desorientação moral e sexual das crianças e jovens e para a sua futura infelicidade. O drama é evidente. Os filmes empurram essas crianças e jovens, assim como as famílias que venham a constituir no futuro, para situações irreversíveis, com fardos que vão ter de carregar durante todas as suas vidas.

2.3.15 – Os filmes incentivam a irresponsabilidade e a insanidade sexual. Com a promiscuidade que geram, contribuem para o alastramento do SIDA, hepatites e outras doenças sexualmente transmissíveis.

2.3.16 – Os filmes apresentam como modelos, no papel de narradores, crianças e jovens sexualmente «avançados», «ousados», auto-educados e auto-educadores, e sem terem de prestar contas aos pais. É assim colocado de cabeça para baixo o processo de educação e controlo familiar das crianças e jovens: além de perderem completamente a autoridade, passam os pais e educadores a aprender com os clarividentes outrora educandos.

2.3.17 – E ainda, já não no plano sexual mas no do relacionamento familiar, os filmes, através de referências insolentes de crianças em relação a familiares adultos, incentivam ao desrespeito, desobediência e condutas erradas. Também este aspecto não é inocente, pois integra-se igualmente na estratégia de destruição dos laços afectivos e de autoridade no seio da família. É isso que lhes permite manipular e utilizar mais facilmente as crianças e adolescentes.

2.3.18 – Em conclusão, os filmes inserem-se completamente, sem a mínima dúvida, no grande plano perverso e decadente de conspiração global contra a Civilização, a moral e a família.


3 – A discussão em torno dos filmes

3.1 – Passando-se à exposição das opiniões sobre o que acabara de ser visto, com excepção das manifestadas pelos delegados da CNAF, todas as opiniões foram inteiramente favoráveis, ou favoráveis com algumas reservas pontuais (como, por exemplo, se, no filme para as crianças, se deveria dizer vagina ou pipi, pela simples razão de que as crianças podem não saber o que é vagina, enquanto pipi sabem o que é; ou, por exemplo, se deveriam aparecer os cães).

O pessoal ligado à RTP (empregado da RTP às ordens do Manuel Falcão) não tinha quaisquer reservas. Defendeu em bloco e afincadamente a transmissão dos filmes assim como os seus conteúdos (com vagina ou pipi), argumentando dentro dos parâmetros morais e sanitários da realização cinematográfica, que parecem ser igualmente os seus. Fizeram os mais rasgados elogios aos supostos dotes didácticos, científicos e artísticos dos filmes, assim como o facto de terem sido premiados (certamente por um júri formado por congéneres).

3.2 – Os delegados da CNAF opuseram-se à transmissão dos filmes com argumentos baseados nos valores da moral, da família e da sanidade mental e física das crianças e jovens, conforme na descrição dos filmes já acima apresentada.

3.3 – Contra as opiniões dos delegados da CNAF advogando a não transmissão dos filmes, foram usados os habituais argumentos decadentes anarco-liberais, amoralistas, das pedagogias modernas, da modernidade e da pseudociência que pretende que «a homossexualidade não é doença».

3.4 – O coro RTP dirigido pelo maestro Manuel Falcão também ousou puxar dos galões para «provar» a suposta superioridade e prevalência da opinião dos «especialistas» presentes e ausentes. Invocaram a sua enorme «competência técnica», a sua formação profissional e um suposto superior conhecimento das matérias em causa (a psicóloga e a pediatra). Foi assim colocada a técnica (?) versus natureza humana, versus moral e versus bom senso. Tais pretensões tecnocráticas, que apenas revelam ignorância doutoral, insensibilidade primária e amoraliade que ultrapassa mesmo a dita politicamente correcta – e também ignorância técnica –, foram naturalmente refutadas.

3.5 – Mesmo depois de ouvirem as opiniões sobre os filmes visionados, os responsáveis presentes da RTP persistiram na sua argumentação e na sua determinação em prosseguir com a transmissão dos filmes.
Isto prova inequivocamente que o seu propósito não era propriamente ouvir o parecer de bom senso da CNAF e reponderar a questão, devendo concluir que os filmes não deveriam ser transmitidos e reconhecendo que a sua compra consistiu numa má aplicação do dinheiro dos contribuintes.
O propósito dos responsáveis presentes da RTP era de facto outro.
Contando intimidar os representantes da CNAF perante um ambiente orquestrado e dominante tão «desinibido», tão «progressista» e tão «cientificamente fundamentado», o seu propósito era apenas obter da instituição ali presente como representante das famílias, por omissão de uma oposição frontal, um alibi. Amanhã confrontados por este grave atentado moral e sanitário às crianças e adolescentes portugueses, eles pretenderiam invocar o agrément da CNAF... por falta de oposição frontal.
Se assim calcularam, enganaram-se.


4 – O suposto enquadramento educativo da transmissão dos filmes

4.1 – Supostamente, a transmissão dos filmes seria feita a umas horas sabiamente escolhidas para serem vistos pelas crianças e adolescentes com os pais ao lado. Trata-se apenas de mais uma falácia destinada a mascarar de «pedagogia» a pornografia. Na realidade, os responsáveis por este atentado às crianças e adolescentes não têm nenhuma garantia da presença dos pais ao lado dos filhos durante a transmissão.

4.2 – E para que serviriam os pais ao lado dos filhos? Só se fosse para, a cada cena, uma pior do que a outra, lhes irem dizendo que o que estavam a ver era uma perversão. Será que a RTP2 aposta em transmitir matéria «interessante» e «esclarecedora» pela negativa para suscitar o papel educativo dos pais? Será esta a nova (?) técnica educativa da RTP? Mais uma falácia desculpabilizante de quem sabe muito bem o mal que está a fazer.

4.3 – Suponhamos o cenário em que os filmes são vistos por crianças e adolescentes em companhia dos pais. Quais serão os pais normais e filhos normais que não se sentirão naturalmente incomodados e feridos no seu pudor perante tais porcarias? Obviamente que estamos a pensar em pais e filhos normais, isto é, pessoas normais, como o são a esmagadora maioria. Não estamos a pensar nos anormais que são os obcecados por sexo, os decadentes, os perversos, os indivíduos sem tabús, como se apresentou afinal o grupo encabeçado por Manuel Falcão e parece dominar a televisão pública.

4.4 – Como mais uma forma de dourar a pílula, foi anunciado que, posteriormente à emissão dos filmes, estaria previsto um «debate». Se por acaso houvesse alguma incompreensão dos filmes, então, com o «debate», tudo ficaria esclarecido. Na realidade, tratar-se-ia de um pseudodebate, entre jovens, com certeza sem maturidade nem preparação intelectual para procederem a uma abordagem séria dos problemas. Tal pseudodebate só poderia ser útil aos conspiradores anti-sociais e agradar a gente de superficialidade mental e preparação intelectual idênticas às dos garotos participantes.

4.5 – O «debate» teria a agravante de ser dirigido por Júlio Machado Vaz, um indivíduo que, com a sua postura doutoral, na televisão e em todo o lado, é um dos maiores propagandistas da decadência, do amoralismo, da homossexualidade. À partida, seria um debate triplamente manipulado: pela imaturidade dos participantes em geral, pela escolha massiva e certamente criteriosa de jovens participantes «avançados» feita pelos responsáveis da RTP2 e, por fim, pela «autoridade científica» do já tristemente conhecido «moderador».


5 – O enquadramento ideológico e conspirativo dos filmes
e as óbvias conclusões sobre a pretensão da sua transmissão

5.1 – Tais transmissões televisivas, por constituírem uma agressão aos portugueses, deveriam pura e simplesmente ser proibidas em qualquer estação. A transmissão pela televisão do Estado, que é paga com o dinheiro dos contribuintes, torna-se um abuso de poder do loby da perversão em interesse próprio, um desvio dos fins da televisão do Estado e uma utilização indevida de fundos públicos.

5.2 – Tendo sido referido que os filmes em questão haviam recebido prémios, só pode concluir-se que os júris que lhos atribuíram se identificam com os seus autores quanto à ausência de valores e propósitos. É sabido que os concursos com júris que atribuem prémios a filmes deste quilate são simples montagens promovidas pelos apaniguados dessas causas perversas. Os nossos critérios morais e sanitários não são, definitiva e inequivocamente, os dos júris dos Hollywoods.

5.3 – O facto de, na RTP, responsáveis pela compra de programas terem adquirido estes filmes – e outros também! –, vem mais uma vez provar que esta instituição, que foi fundada para participar na educação dos portugueses, está, na melhor das hipóteses, nas mãos de pessoas «distraídas», e portanto incompetentes para a função. A outra hipótese é de quem adquiriu estes filmes e persiste na atitude ser da mesma índole moral dos autores desses filmes. Acresce que alguns desses funcionários têm dado provas de insistente e feroz militância a favor da apresentação de filmes e produção própria idêntica, tal e qual os filmes visionados, conduzindo à degradação moral das crianças, jovens e sociedade em geral.

5.4 – Do ponto de vista policial e judicial, a promoção televisiva de tal decadência pode não ser encarada como simples «distracção», «tolerância», permissividade, laxismo, ideologia... Pode igualmente ser encarada como eventual actividade promocional de indústrias paralelas, tendendo ao desenvolvimento do comércio sexual, nomeadamente de pedofilia. Pode, portanto, eventualmente, fornecer pistas que permitam a identificação de autores desses delitos. Assunto a seguir pelas polícias.

5.5 – Estes filmes e outros que tais, assim como a sua divulgação, inserem-se na orientação anarco-liberal, hedonista e amoral, que serve a estratégia, nuns casos, ou tácticas, noutros casos, de vários grupos de interesses, e que, organizada ou espontaneamente, a promovem, e que abaixo são referidos.

5.5.1 – O complexo social-industrial. A essência da lógica interna do complexo social-industrial é fomentar a existência de chagas sociais para ter mercado. Ele apresenta os seus sacerdotes como «especialistas» dos problemas humanos e detentores únicos da verdade científica e recusando o bom senso não só das pessoas comuns como dos especialistas não corrompidos. Encontramos assim um calculismo perverso entre alguns psicólogos, psiquiatras e sociólogos freudianos e aparentados, pedagogos «modernos» e permissivos, assistentes sociais sem sentido social mas com sentido carreirista e comercial, terapeutas permissivos da toxicodependência, sexólogos reichianos, etc. O mesmo calculismo perverso existe ainda da parte de alguns laboratórios de antidepressivos e outras drogas da psiquiatria, da toxicodependência e das suas consequentes doenças do foro estritamente físico, resultantes dos distúrbios primários.

5.5.2 – A indústria da droga. Às indústrias das drogas naturais, semi-sintéticas e sintéticas interessa a existência de uma juventude desorientada e hedonista, que lhe proporcione um extenso mercado. A indústria da droga é um dos buldozzers do complexo social-industrial.

5.5.3 – As indústrias da noite, do álcool e do tabaco. Pelas mesmas razões.

5.5.4 – As indústrias do cinema e da música rascas. Pelas mesmas razões.

5.5.5 – As indústrias e os lobies do sexo. Pelas mesmas razões.

5.5.6 – Os lobies homossexuais e feministas. Tanto aos homossexuais como às feministas, radicais ou soft, interessa o triunfo da depravação, pois em tal situação consideram ter alcançado estatisticamente a sua «normalidade».

5.5.7 – As seitas satânicas. Elas visam o triunfo do mal, promovem-no e prestam culto a Satanás. Para atingirem o seu fim, servem-se de todos os expedientes enumerados, nomeadamente filmes como os referidos.

5.6 – Todas estas actividades contra a Civilização são orquestradas por indivíduos com interesses e motivações diversas. Muitos fazem dessas actividades, no seu dia-a-dia, uma permanente militância. Eles recebem depois o apoio de pessoas que influenciam mentalmente, que subornam pelos mais variados meios, ou que simplesmente são confusas e frouxas, pessoas que, embora não defendam explicitamente essas doutrinas e práticas com o mesmo empenho, constroem uma argumentação eventualmente filosófica relativista, «ponderada», permissiva, cúmplice, que, na prática, apoia as maquinações dos conspiradores contra a Civilização.

5.7 – A situação exige medidas urgentes e firmes por parte dos responsáveis pela RTP.

Lisboa, 4 de Maio de 2005

Heduíno Gomes


segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Encontro Care of Older People em Portugal
Time for Gereatric Medicine

Maria José Sobreira

O encontro Care of Older People em Portugal-Time for Geriatric Medicine teve como objectivos mostrar o peso crescente da população idosa em Portugal, divulgar como deve ser o ensino da Geriatria nas Escolas Médicas portuguesas, (que se iniciou como disciplina obrigatória este ano nas Faculdades de Medicina de Coimbra e de Lisboa), realçar a necessidade de criar em todos os hospitais uma área (Serviço de Geriatria-Unidade de Geriatria) para a assistência aos doentes idosos e que em simultâneo sirva ao ensino prático e à investigação da Geriatria (o que não existe em nenhum hospital no nosso País). Estas informações apoiaram-se na experiencia de muitos anos de ensino, investigação e funcionamento de Unidades de Geriatria por toda a Europa com resultados indiscutivelmente superiores aos dos convencionais Serviços de internamento hospitalar.

A reunião contou com a presença dos mais conceituados especialistas de Geriatria da Europa (Áustria, Alemanha, Dinamarca, Espanha, Irlanda, Reino Unido), com destaque para o presidente da European Union Geriatric Medicine Society, Prof. Desmond O'Neill e foi organizada pelas Fundação Caloust Gulbenkian, European Union Geriatric Medicine Society, Grupo de Estudos de Geriatria da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna. O presidente da comissão organizadora foi o Prof. João Pedro Gorjão Clara, professor catedrático convidado da Faculdade de Medicina de Lisboa, responsável pelo ensino da geriatria nesta escola médica, membro da European Academy for Medicine of Ageing e da European Union Geriatric Medicine Society. Na sessão de abertura estiveram presentes a Ministra da Saúde, o Director-Geral da Saúde, a Alta Comissária da Saúde e o Director da Faculdade de Medicina de Lisboa.



quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ideia do «filho não desejado»
é estratégia feminista para promover o aborto

A Fundação Vida em Misericórdia, de Bogotá, criticou a feminista Florence Thomas por justificar o aborto para acabar com os chamados "filhos não desejados". A fundação considera que esta estratégia permitiu às feministas impor uma prática que acaba com a vida de seres inocentes e que rende a elas benefícios económicos.

John Ferney Valencia criticou as declarações de Thomas num programa televisivo, onde ela disse que não deveria nascer nenhuma criança não desejado porque só o amor de uma mãe "humaniza" o feto.

Thomas acrescentou que se for permitido que as mulheres abortem quando "não desejam os seus filhos" obter-se-ia uma sociedade com mais "filhos desejados", porque ao "libertá-la dessa suposta carga teriam uma melhor experiência de maternidade e a sociedade seria quase um paraíso.

Ferney Valencia recordou que a estratégia do feminismo radical foi difundir a ideia de que um filho não pode não ser desejado. "É preciso sublinhar que os filhos são chamados 'não desejados' antes de mais nada porque nos ensinaram a chamá-los assim. Quando eles nascem nos perguntam se quisemos concebê-los ou não e a estatística os etiqueta dessa maneira para o resto da vida, nós simplesmente respondemos a pesquisa dizendo: sim ou não, assumindo essa classificação como algo normal", indicou.

Entretanto, advertiu que isto foi parte da estratégia para promover o aborto como "libertação" da mulher, pois jogaram a culpa da pobreza e de ser uma carga ao não nascido.

O feminismo que encarna Florence beneficia disso, afirma o perito ao explicar que os abortistas beneficiaram com o discurso maternidade-pobreza, já que foi "a fachada perfeita para promover o aborto sem fazer evidente o controle natal que se esconde atrás dele".

"Tristemente quando Florence sugere que só nasçam os 'filhos desejados', está promovendo a morte dos filhos dos pobres, e uma cultura que despreza a vida, como se torna evidente na França, onde abunda a esterilidade, e as pessoas preferem gastar milhões nas suas mascotes antes que arruinar sua vida com um incómodo filho. Por isso o feminismo de género deverá pedir perdão e dar contas à sociedade".

Secretário de Estado italiano da Família
diz que adopção por gays
favorece tráfico de crianças


Governo italiano não está disposto
a avançar com a medida

O Secretário de Estado italiano com a responsabilidade das políticas para a família, Carlo Giovanardi, acredita que a adopção de crianças por parte de casais homossexuais favorece o tráfico de crianças.

Citado pela EFE, o político do partido de Silvio Berlusconi referiu que nos países onde a adopção por gays é permitida, como os EUA ou o Brasil, «explodiu a venda de meninos e meninas».

«É algo que este governo nunca consentirá e que quero denunciar aqui», disse.

Para o Secretário de Estado, «impor a uma criança adoptada dois pais do mesmo sexo significa submetê-la a uma violência psicológica» assinalável.

«Uma criança tem o direito de crescer num contexto onde as figuras paterna e materna são complementares entre elas e garantem à criança um crescimento equilibrado».

Comunicado da Associação Portuguesa
de Famílias Numerosas

Mais um tiro contra a família, a natalidade
e o futuro do País!

As recentes alterações às regras e montantes atribuídos em sede de apoios sociais são mais um claríssimo atentado às famílias com filhos.
Lembramos que:
• Em Portugal, as famílias com filhos a cargo, em especial as famílias numerosas, são as que têm maiores índices de pobreza e são as que sofrem mais privações económicas – todos os indicadores o mostram claramente;
• São também as mais vulneráveis a alterações nos rendimentos da família motivadas por situações de baixa de salários, desemprego, doença e outras;
• Contudo, todas as alterações já aprovadas e em projecto vêm diminuir de forma particularmente acentuada e desproporcional em relação aos outros agregados o rendimento per capita disponível.
• Portanto: Não existe, neste momento, nas actuais políticas qualquer preocupação de equidade no tratamento das famílias com filhos, em especial das famílias numerosas.
As alterações introduzidas ao nível das prestações sofrem ainda de uma clara má avaliação, pois:
1. Ao alterar na forma a capitação do rendimento, “enriquecendo” de forma artificial as famílias com filhos, tanto mais quanto maior o seu número, vai fazer com que, com o mesmo rendimento, a grande maioria dos agregados subam de escalão, deixando muito deles de receber quaisquer prestações – sendo que a grande maioria destes agregados não são ricos nem têm folgas financeiras;
2. Passam a entrar em linha de conta com uma série de rendimentos presumidos – rendimentos que não existem mas que o Estado define que é como se existissem;
3. Familias que adoptem comportamentos que deveriam ser de encorajar e proteger são brutalmente penalizadas: exemplo disso são as famílias que, tendo o mesmo rendimento que outras, fizeram uma gestão muito criteriosa dos seus recursos e conseguiram poupar ou aquelas que decidiram acolher em casa os seus avós. Em ambas as situações, para estas famílias as actuais alterações vão representar ou a diminuição ou a perca das prestações.
Sendo Portugal o país no Mundo que está a envelhecer mais rapidamente e constituindo este aspecto um factor de grande redução da sustentabilidade económica e social do país, comprometendo de forma particularmente grave o futuro, mais difícil se torna compreender como não só não se assiste à construção de um plano que permita alterar este estado de coisas como, pelo contrário, as famílias com filhos, em particular as numerosas, aquelas que, contra tudo e contra todos, ainda dão algum sentido à palavra “Futuro”, sejam especialmente sobrecarregadas com o ónus da actual situação.
Assim, tendo em conta que:
• as famílias numerosas representam apenas cerca de 4,5% dos agregados familiares, mas que têm 25% das crianças e jovens do país a seu cargo;
• são os agregados que sofrem mais restrições financeiras, sendo penalizadas em diversos âmbitos;
• são as mais vulneráveis a situações de crise;
exige-se que o Governo explique porque razão são elas as que, de forma desproporcional, mais vão sofrer com todas as alterações que estão a ser introduzidas, comprometendo seriamente o futuro do país.
Lisboa, 1 de Novembro de 2010

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Comunicado da Confederação Nacional
das Associações de Família

A CNAF MANIFESTA A SUA ENORME PREOCUPAÇÃO
QUANTO AOS EFEITOS DAS MEDIDAS DE AUSTERIDADE
SOBRE AS FAMÍLIAS MAIS CARENCIADAS
A propósito das medidas adicionais de austeridade, ontem divulgadas, num cenário de grave crise social, económica e financeira do País, e tendo presente o interesse primacial das famílias, em particular das mais carenciadas, a CNAF - Confederação Nacional das Associações de Família vem divulgar a seguinte posição:
1. A Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF) manifesta a sua veemente preocupação quanto aos efeitos das medidas de austeridade sobre a situação social, económica e financeira que assola o País, e as suas Famílias mais carenciadas.
2. Desde logo, a CNAF não compreende como se pretende salvaguardar os riscos da execução orçamental até ao final do ano, antecipando-se, já para 2010, de entre as várias medidas anunciadas para 2011 a eliminação do aumento extraordinário de 25% do abono de família nos 1.º e 2.º escalões e a eliminação dos 4.º e 5.º escalões desta prestação.
3. Ou seja, quem tiver rendimentos brutos mensais superiores a 628 euros vai perder o direito ao abono de família já este ano.
4. Por outro lado, é com muita preocupação que se assiste à vontade do Governo em decretar, cegamente, um aumento em 2% da taxa do IVA, já elevada, que irá onerar consideravelmente os bens de consumo e a qualidade básica de vida das famílias mais desfavorecidas.
5. O Estado contribui para uma desagregação social de resultados incontroláveis (a que se somam os efeitos da crise económica e financeira) ao fomentar alterações legislativas “fracturantes” no sentido de atacar o valor social das Famílias, o seu desenvolvimento e promoção, em prol de realidades marginais caracterizadas pelo individualismo e que não acrescentam valor à sociedade, e ainda mais a fragilizam em tempos de crise como no presente.
6. A CNAF reclama, do Governo, o reforço dos apoios concedidos às famílias portuguesas, em particular as mais carenciadas, que têm aumentado com a recessão em curso.
7. De acordo com o artigo 67.º da nossa Constituição, “A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros” (n.º 1), incumbindo, designadamente, ao Estado para protecção da família: “promover a independência social e económica dos agregados familiares” e “regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares” (n.º 2).
8. Desde logo, a actuação política deve ser organizada segundo uma ideia nuclear – a centralidade da família na sociedade – sendo o conteúdo mínimo exigível, o seu mínimo denominador comum, e que deverá ser este rapidamente adquirido, através da neutralidade do sistema relativamente á situação familiar, de tal forma que ninguém seja negativamente discriminado pelo facto da sua pertença a uma família.
9. Ainda de acordo com o artigo 67.º n.º 2 alínea g) da Constituição, incumbe ao Estado, para protecção da família, “Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado”.
10. A liberdade de constituição de família não deverá dispensar o Estado do cumprimento das suas obrigações, nem as associações representativas (como é o caso da CNAF) do acompanhamento atento e criterioso das condições de vida das famílias.
A Confederação Nacional das Associações de Família, vigilante e actuante, como desde sempre, na defesa dos interesses das famílias portuguesas, reitera a sua preocupação nesta situação de crise grave e apela à mobilização das Famílias na defesa e promoção dos seus direitos e responsabilidades.
Lisboa, 1 de Outubro de 2010
A Direcção Nacional

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A doença do século e as novas ditaduras

“Fazer para ter, ter para consumir mais,
conseguir mais para aparentar uma imagem melhor.”

Livro: Agonia do homem libertário

Autor: Aquilino Lorente

Em plena época de crise, somos autenticamente bombardeados pela imprensa que informa sobre as dificuldades dos países em manter as suas economias e mostrar as diferenças cada vez maiores entre os ricos e os pobres. Muito se fala sobre tudo isto, mas poucos dizem que isto é resultado da doença do século: O consumismo e as suas consequências que tem como resultado novas ditaduras.
Hoje irei falar de três delas.

1-A ditadura da beleza onde as mulheres são transformadas em objectos que desfilam em roupa que ninguém vê ou compra e tentam servir de modelo (modelo que na realidade não o é, porque não vejo na rua ninguém parecido com essas pessoas). São milhões de pessoas que, mais tarde ou mais cedo, ficam reféns por não serem iguais (só se passarem fome e tiverem bons patrocinadores) e amordaçam a sua liberdade, matam o seu bem-estar e destroem a sua auto-estima por não se aceitarem tal como são.
Cada vez me convenço mais de que em nome do lixo que anda por aí em alguma comunicação social as pessoas trocam a sua felicidade pelo esforço de tentarem ser “belas exteriormente”, não percebendo que devemos amarmo-nos tal como somos.

2 - A ditadura Ligth é mais uma palavra maldita, hoje em dia politicamente correcta, utilizada com a intenção de vender produtos de menor valor energético e que tem como objectivo atingir uma boa linha. Esses produtos estão por todo o lado: nas colas, nas manteigas, nos queijos, no café sem cafeína ou até na cerveja sem álcool.
Hoje em dia o Homem é um ser transfigurado, que procura cada vez mais mostrar o ter e nem sequer se preocupa com o ser…sim, tal como os produtos LIGHT!
Para o homem que se deixa conduzir pelo consumismo e pela publicidade massiva (que cria na maior parte das vezes falsas necessidades) o que importa é mostrar aos outros que se tem um estatuto, mas na verdade, na maior parte dos casos, interiormente evidencia-se uma debilidade, uma fraqueza e uma carência extremas, bem como a existência de um grande vazio moral, mesmo que materialmente possam ter quase tudo.

3- A ditadura do Relativismo Absoluto, como muitas vezes criticada pelo Papa Bento XVI. Vemos um homem permissivo onde não há proibições nem limitações. Tudo é válido, tudo é permitido desde que traga satisfação. Qualquer análise que se faça é positiva e negativa, pode ser boa ou má, dependendo do seu ponto de vista. Desta intolerância interminável nasce a indiferença pura. A verdade deste tipo de pessoa é imposta pelo politicamente correcto em comportamentos onde não há princípios sólidos e nem referências, onde as fronteiras entre o bem e o mal, o positivo e o negativo foram apagadas.
Com certeza, tal como o amigo leitor, eu também tenho amigos com estas “doenças” e sempre que saio com alguns deles é lamentável assistir a comportamentos em que tudo é plástico: as compras, a beleza e as marcas, num autêntico esbanjamento para dar a ideia do triunfador, do 'heroizinho' que tem êxito, prestigio social e, sobretudo, dinheiro… muito dinheiro.

Estará tudo perdido?
Quero acreditar que não. Tem que se começar por dar primazia às pessoas e àquilo que elas são. Dar dignidade, viver liberto daquilo que materialmente temos e deixarmo-nos de preocupar com o que os outros pensam.
Perceber definidamente que a aposta tem que ser no interior e que não vale a pena ser como aqueles bolos todos bonitos por fora e que à primeira dentada notamos logo que não tem creme nenhum.
A vida é simples. Todos somos seres humanos especiais e únicos e temos um lugar insubstituível neste mundo, que tem que ser mais solidário, fraterno, menos consumista e principalmente mais humilde. Se assim for, estas novas prisões como estas novas ditaduras poderão acabar, já que na verdade as pessoas valem por aquilo que são e não por aquilo que aparentam ser ou possuir.

Cuidado com o som ao atravessar a rua!

A matemática da Securitas
e a «securitas» do consumidor

A Securitas enviou um prospecto de publicidade a potenciais clientes dos seus alarmes. Até aí, tudo bem. Mas esse prospecto não deixa de conter aquilo a que se chama publicidade enganosa. Vejamos.

Tendo disparado um dos seus maravilhosos alarmes instalado na casa do cliente, a Securitas promete responder «em menos de 60 segundos». E para que o potencial cliente caia mais facilmente, 60 segundos é impresso em gordo e a vermelho. Mas eis que a palavra segundos tem um asterisco para uma chamada em caracteres microscópicos, 13 linhas abaixo, indicando «Tempo médio estimado sujeito a variação».

Ora aqui reside a originalidade matemática da Securitas. Se a resposta é «em menos de 60 segundos», então 60 segundos seria um máximo. Mas depois, em letra microscópica, diz que os 60 segundos são uma média.

Afinal, é máximo ou média? Que matemática é esta?

Mas -- nunca se sabe --  há mais uma questão que pode ser uma casca de banana da Securitas: se o potencial cliente quer informações, é convidado a telefonar para um famigerado número iniciado por 707, isto é, daqueles que poderão cobrar valor muito maior e dão lucro a quem recebe, no caso à Securitas. E, como se sabe, nestes casos, aparece sempre do outro lado alguém com uma conversa muito delicodoce, com conversa oca, irrelevante, para a esticar o tempo da chamada…

Mas que grande «securitas» do consumidor!

(Qualitas)













domingo, 10 de outubro de 2010

Vamos acabar com a praga
dos telefones começados por 707

Lê e divulga.

Vamos acabar com a praga dos telefones começados por 707, que além de acarretarem elevados custos para quem faz as chamadas ainda podem trazer burlas associadas.

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domingo, 26 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Património Português e da Humanidade

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dê educação musical aos seus filhos

[Clique na imagem para visualizar a apresentação]

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Comunicado do Conselho Superior da Magistratura
sobre o processo Casa Pia

[Clique nas imagens para obter uma versão mais legível]


Para aceder ao documento original clique aqui.

domingo, 5 de setembro de 2010

sábado, 21 de agosto de 2010

Carta de um cliente ao BES

(Esta carta foi dirigidaao banco BES, podendo ser também dirigida aos outros bancos, todos abusadores em regime de monopólio)


 
Exmos. Senhores Administradores do BES,

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.

A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.

Mas os senhores são insaciáveis.

A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.





A praia

Helena Matos

Todos os anos é o mesmo: começa o calor e começam as notícias sobre os assaltos nas praias, sobretudo na linha do Estoril. Como tudo isto tem algo de rotineiro, já não espanta a sequência: acontecem uns episódios de violência que logo são desmentidos. Fala-se de populismo e racismo. Em seguida acontecem outros incidentes. Aí assume-se que algo está a acontecer e anunciam-se reforços. As televisões mostram as praias com os banhistas na toalha e os polícias no paredão num tal aparato que mais parece uma zona de guerra cujos habitantes se obstinassem em dar uns mergulhos. Aqui chegados fica tudo mais ou menos satisfeito, porque os miúdos dos ditos bandos desaparecem das praias e dos comboios, presumindo-se que andam a asnear por outros lados. Sobretudo andam a queimar tempo até que já tenham idade para serem tratados como criminosos, pois aquilo que a sociedade faz perante estes grupos de adolescentes é esperar que cresçam e possam então a ser tratados como gente grande. Esta profunda hipocrisia, servida em doses diárias de xaroposa retórica sobre a protecção dos menores, limita-se a funcionar como uma crónica anunciada da delinquência futura. E não fosse a praia nem perceberíamos como esse discurso é falso e, ele sim, criminoso.

A praia é hoje um dos raros locais onde, em Portugal, se misturam grupos, classes, cores, credos. Durante décadas os filhos dos mais diversos portugueses conviveram na escola pública e no serviço militar. Hoje talvez só o futebol e certamente a praia conseguem reunir num mesmo espaço as pessoas independentemente das suas origens. E quando se reúnem torna-se óbvio o que se não quer ver: os portugueses têm medo. Mas nas praias da linha do Estoril não acontece nada que não aconteça durante o restante ano noutros lugares: simplesmente as vítimas não são as do costume.

Os perigos do sexting

Pedro Afonso

Actualmente os avanços da sociedade associados às novas tecnologias e às redes sociais da Internet criaram vários problemas, induzindo alterações do comportamento humano. A evolução é tão rápida que é bastante provável que estejam a surgir novas patologias mentais de que a psiquiatria ainda não teve o tempo necessário para estudar e catalogar.

O sexting é a actividade entre adolescentes que consiste em captar e divulgar imagens de si próprios ou de terceiros, através de mensagem de telemóvel ou da Internet, com seminudez/nudez ou de conteúdo sexual. Este fenómeno tem vindo a aumentar nos EUA entre adolescentes. Uma recente sondagem realizada nesse país, promovida pela National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy, com 1280 adolescentes e jovens, com idades compreendidas entre os 13 e os 26 anos, revela que entre 20% (13-19 anos) e 33% (20-26 anos) dos entrevistados já usaram o telemóvel para captar e divulgar imagens de conteúdo sexual. Cerca de um terço dos rapazes entrevistados e um quarto das raparigas, com idades entre os 13 e os 19 anos, referiram que já tinham recebido imagens com nudez total ou parcial que originalmente eram privadas mas que circulavam abundantemente entre os jovens.

Enquanto as autoridades norte-americanas estão a olhar para o problema com preocupação e a actuar com dureza, o assunto ainda é pouco discutido em Portugal. Porém, este é um fenómeno global, com repercussões graves e envolvendo vários riscos: exploração sexual, violação do direito à privacidade, chantagem, etc. Os adolescentes não se apercebem do perigo destas situações. Uma vez tirada a fotografia e divulgada por telemóvel ou Internet, perde-se por completo o controlo do seu destino. Deste modo, rapidamente estas imagens surgem em sites pornográficos, muitos deles visitados por pedófilos ávidos de encontrar uma presa.
Na verdade, é impraticável garantir a privacidade através dos meios electrónicos. Além disso, o anonimato é quase impossível dado que é relativamente fácil cruzar informação na Internet. Não obstante este facto, é errado criar um ambiente de pânico ou censurar o acesso dos jovens às novas tecnologias. O mais importante é saber como as utilizar devidamente. Os pais têm aqui um papel fundamental, devendo alertar os filhos para estes perigos e procurar saber sempre o que andam a fazer e com quem habitualmente comunicam na Internet.
Por outro lado, o sexting é um sintoma que reflecte uma sociedade enferma. No campo da sexualidade, passámos de um modelo de educação demasiado normativo (com regras rígidas e conteúdo moral por vezes desadequado), para outro totalmente permissivo, desequilibrado e que nalgumas situações fomenta a perversidade. Ora, educar não é apenas informar, mas orientar e transmitir valores que possam ajudar a realizar escolhas responsáveis. Talvez seja por isso que actualmente nos EUA se fala cada vez mais em sexualidade responsável, enquanto por cá as políticas ligadas à educação sexual dos jovens têm-se limitado praticamente à distribuição de preservativos, o que é manifestamente insuficiente. De outro modo caímos no campo dos instintos, numa sexualidade totalmente hedonista, sem pensamento, governada apenas pelo corpo e pelos desejos, conduzindo inevitavelmente a modelos aberrantes de comportamento.
O sexting, do meu ponto de vista, é um sinal de que algo está errado na forma como os jovens estão a viver a sua sexualidade. Mas creio que, sobre esta matéria, ainda não vimos mais do que a ponta do icebergue.


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Duas companhias americanas retiram apoio
a um site de invertidos



Depois das acções de denúncia de activistas familiares, duas companhias americanas retiram apoio a um site de invertidos. São elas a Borden Dairy e a Quiznos. Estas companhias anunciavam os seus produtos nesse site e deixaram de o fazer.


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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Na Argentina:
Filhos adotivos recusam possibilidade de adoção
por "casais" homossexuais

Um grupo composto de sete adolescentes entre doze e vinte anos, e que foram adotados, expressaram-se contra a possível adoção por parte de uniões homossexuais na Argentina e pediram aos senadores dar aos menores abandonados a oportunidade de ter uma mãe e um pai.

"Não à adoção homossexual: as crianças querem crescer com uma família que esteja formada com uma mãe que seja mulher e com um pai que seja varão, que é o natural, não com um casal homossexual. Nós somos felizes com as nossas mães e pais e queremos que todas as crianças possam também ter a oportunidade de tê-los", manifestaram durante o programa de rádio "Jovens em Ação".

Nesse sentido, solicitaram aos legisladores argentinos que tenham a coragem de defender o direito das crianças a crescerem com uma mãe e um pai e recusar o projecto de uniões homossexuais.


Mais informação em espanhol: http://www.jovenesenaccion.net/

Abonos:
Fernando Castro insurge-se contra Executivo

Cristina Rita, Lusa“Governo elegeu alvo a abater”

O presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, Fernando Castro, arrasa as novas regras de cortes nos abonos de família. Ao CM, o responsável considera que o problema só se resolve com a saída deste Governo. "Estamos fartos de fazer apelos. Estamos à espera de quando é que este Governo se vai embora. Não tem cura", argumentou.
Na opinião de Fernando Castro, as novas regras de acesso ao abono vão penalizar a maioria das famílias. Mais, "desvaloriza as crianças" porque, "no cálculo que o Governo fez, uma criança entra com 0,5 na contabilidade", ou seja, metade. As novas regras, que entram em vigor a partir de 1 de Agosto, estipulam que o agregado familiar não pode ter um património mobiliário que exceda os 100 mil euros para ter acesso ao abono.
"O Governo elegeu as famílias como alvo a abater. Nunca Portugal teve um governo tão antinatalista", concluiu Fernando Castro.
Ontem, o Eurostat revelou que Portugal registou no início do ano a terceira menor taxa de natalidade da União Europeia, ao atingir 9,4 nascimentos por 1000 habitantes. As taxas de natalidade mais baixas foram verificadas na Alemanha (7,9) e na Áustria (9,1).







Pedido de ajuda

Pedido de ajuda para Carolina Serras Pires Dias Ferreira
 
À minha filha Carolina de 30 anos foi-lhe diagnosticada uma leucemia mieloide aguda.
Para a sua cura necessita de um dador de medula compativel.
A razão do meu pedido é simples; leiam o attachmet explicativo e se acharem que estão dentro daquelas condições, se quiserem e se conhecerem alguém que também queira ajudar a Carolina , ficar-vos-eis eternamente agradecida.
Se tiverem alguma duvida liguem-me por favor: 91.724.35.29 que é o meu pessoal
ou então o 91.6139795 (serviço).
Um abraço muito forte de uma mãe desesperada.
Isabela Dias Ferreira

[Para ler, clicar na imagem]


 


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Boicote a McDonald's por promover a homossexualidade entre os jovens!

Na sequência do que já havíamos alertado sobre empresas dominadas por invertidos e a fazer propaganda em louvor dos seus vícios (http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com/2010/07/companhias-apoiantes-dos-grupos-de.html ), vimos hoje adiantar informação sobre a McDonald's.

A McDonald’s da França produziu um anúncio para a televisão fazendo a apologia da relação homossexual entre um rapaz e outro da sua escola.

Veja o referido anúncio, falado em francês e legendado em inglês, em:

http://www.youtube.com/watch?v=48WOP06FgYk&feature=player_embedded

A propósito de McDonald’s ,
falemos de nutrição «saudável»...

Big Mac: 570 calories
Quarter Pounder: 430 (w/cheese: 530 calories.)
Large French Fries: 540 calories
Crispy Chicken Deluxe Sandwich: 500 calories
File-O-Fish Sandwich: 470 calories
Big Xtra! Hamburger: 710 c. (w/ cheese 810 calories)
Oreo McFlurry: 570 calories
Sausage McMuffin w/ Egg Sandwich: 440 calories
Chicken McNuggets 9-piece: 430 calories


domingo, 25 de julho de 2010

A «bondade» deste organismo da ONU:
Unicef patrocina programa que perverte a infância

A colunista do Jornal Hoy, Julia Regina de Cardenal, denunciou que a Unicef patrocina em São Salvador o programa televisivo "Sexto Sentido", emitido no canal 33 em horário acessível às crianças e que promove contravalores que pervertem os menores.

"Qual é a obsessão de organismos internacionais em investir tais quantidades de dinheiro em perverter a nossa infância?", perguntou a colunista ao referir-se aos gastos de publicidade de um programa que "promove a promiscuidade, a prostituição como uma forma de ganhar a vida de jovenzinhas, a homossexualidade e todo tipo de desordens sexuais".

"A nefasta mensagem aos adolescentes é que o sexo é um jogo divertido, o qual deve ser experimentado procurando o prazer, sem importar as consequências para a sua saúde física, psíquica, mental, espiritual, familiar, social, cultural, etc.".

A colunista recordou que São Salvador atravessa "uma crise espantosa e insuportável de violência, terrorismo e brutalidade nunca vista", que começou com a perda de valores morais, a desintegração familiar e a permissividade na juventude. "Por isso não tem sentido e é inadmissível que a Unicef –- supostamente protectores da infância -– esteja a patrocinar uma emissão deste tipo tão perniciosa para a sociedade, a família e a dignidade de cada pessoa".

A repórter criticou a Unicef por não ver "as verdadeiras necessidades das crianças salvadorenhas", em saúde, alimentação, segurança e educação. A "Fundação Sim à Vida propôs um projecto para promover valores morais em nível nacional, mas nunca tivemos resposta. Só têm dinheiro para promover contravalores

Também criticou as autoridades por permitirem "este tipo de perversão de crianças na televisão", e incentivou os pais a escreverem aos responsáveis a manifestar a sua oposição a este programa.






quarta-feira, 21 de julho de 2010

Cuidados com os idosos:
Água após os 60 anos

Cuidados médicos, depois dos 60 anos.

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:

Quais as causas que mais fazem pessoas com mais de 60 ANOS terem confusão mental?

Alguns arriscam: "Tumor na cabeça".

Eu digo: "Não".

Outros apostam: "Alzheimer".

Respondo, novamente: "Não".

A cada negativa a turma espanta-se.

E ficam ainda mais boquiabertos quando enumero os três responsáveis mais comuns:

          diabetes descontrolado;

          infecção urinária;

          a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os familiares mais velhos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é.

Constantemente, sem sentir sede, deixamos de tomar líquidos.

Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.

A desidratação tende a ser grave e afecta todo o organismo.

Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.

A partir dos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo.

Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, menor reserva hídrica.

Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:

Pessoas com mais de 60 anos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.

Mesmo que a pessoa seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

O primeiro é para os MAIORES DE 60 ANOS:

Tornem voluntário o hábito de beber líquidos.

O meu segundo alerta é para os familiares:

Ofereçam constantemente líquidos aos familiares com mais de 60 anos.

Ao mesmo tempo, fiquem atentos.

Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.

É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.

Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).