quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Comunicado da Confederação Nacional
das Associações de Família

A CNAF MANIFESTA A SUA ENORME PREOCUPAÇÃO
QUANTO AOS EFEITOS DAS MEDIDAS DE AUSTERIDADE
SOBRE AS FAMÍLIAS MAIS CARENCIADAS
A propósito das medidas adicionais de austeridade, ontem divulgadas, num cenário de grave crise social, económica e financeira do País, e tendo presente o interesse primacial das famílias, em particular das mais carenciadas, a CNAF - Confederação Nacional das Associações de Família vem divulgar a seguinte posição:
1. A Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF) manifesta a sua veemente preocupação quanto aos efeitos das medidas de austeridade sobre a situação social, económica e financeira que assola o País, e as suas Famílias mais carenciadas.
2. Desde logo, a CNAF não compreende como se pretende salvaguardar os riscos da execução orçamental até ao final do ano, antecipando-se, já para 2010, de entre as várias medidas anunciadas para 2011 a eliminação do aumento extraordinário de 25% do abono de família nos 1.º e 2.º escalões e a eliminação dos 4.º e 5.º escalões desta prestação.
3. Ou seja, quem tiver rendimentos brutos mensais superiores a 628 euros vai perder o direito ao abono de família já este ano.
4. Por outro lado, é com muita preocupação que se assiste à vontade do Governo em decretar, cegamente, um aumento em 2% da taxa do IVA, já elevada, que irá onerar consideravelmente os bens de consumo e a qualidade básica de vida das famílias mais desfavorecidas.
5. O Estado contribui para uma desagregação social de resultados incontroláveis (a que se somam os efeitos da crise económica e financeira) ao fomentar alterações legislativas “fracturantes” no sentido de atacar o valor social das Famílias, o seu desenvolvimento e promoção, em prol de realidades marginais caracterizadas pelo individualismo e que não acrescentam valor à sociedade, e ainda mais a fragilizam em tempos de crise como no presente.
6. A CNAF reclama, do Governo, o reforço dos apoios concedidos às famílias portuguesas, em particular as mais carenciadas, que têm aumentado com a recessão em curso.
7. De acordo com o artigo 67.º da nossa Constituição, “A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros” (n.º 1), incumbindo, designadamente, ao Estado para protecção da família: “promover a independência social e económica dos agregados familiares” e “regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares” (n.º 2).
8. Desde logo, a actuação política deve ser organizada segundo uma ideia nuclear – a centralidade da família na sociedade – sendo o conteúdo mínimo exigível, o seu mínimo denominador comum, e que deverá ser este rapidamente adquirido, através da neutralidade do sistema relativamente á situação familiar, de tal forma que ninguém seja negativamente discriminado pelo facto da sua pertença a uma família.
9. Ainda de acordo com o artigo 67.º n.º 2 alínea g) da Constituição, incumbe ao Estado, para protecção da família, “Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado”.
10. A liberdade de constituição de família não deverá dispensar o Estado do cumprimento das suas obrigações, nem as associações representativas (como é o caso da CNAF) do acompanhamento atento e criterioso das condições de vida das famílias.
A Confederação Nacional das Associações de Família, vigilante e actuante, como desde sempre, na defesa dos interesses das famílias portuguesas, reitera a sua preocupação nesta situação de crise grave e apela à mobilização das Famílias na defesa e promoção dos seus direitos e responsabilidades.
Lisboa, 1 de Outubro de 2010
A Direcção Nacional

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

A doença do século e as novas ditaduras

“Fazer para ter, ter para consumir mais,
conseguir mais para aparentar uma imagem melhor.”

Livro: Agonia do homem libertário

Autor: Aquilino Lorente

Em plena época de crise, somos autenticamente bombardeados pela imprensa que informa sobre as dificuldades dos países em manter as suas economias e mostrar as diferenças cada vez maiores entre os ricos e os pobres. Muito se fala sobre tudo isto, mas poucos dizem que isto é resultado da doença do século: O consumismo e as suas consequências que tem como resultado novas ditaduras.
Hoje irei falar de três delas.

1-A ditadura da beleza onde as mulheres são transformadas em objectos que desfilam em roupa que ninguém vê ou compra e tentam servir de modelo (modelo que na realidade não o é, porque não vejo na rua ninguém parecido com essas pessoas). São milhões de pessoas que, mais tarde ou mais cedo, ficam reféns por não serem iguais (só se passarem fome e tiverem bons patrocinadores) e amordaçam a sua liberdade, matam o seu bem-estar e destroem a sua auto-estima por não se aceitarem tal como são.
Cada vez me convenço mais de que em nome do lixo que anda por aí em alguma comunicação social as pessoas trocam a sua felicidade pelo esforço de tentarem ser “belas exteriormente”, não percebendo que devemos amarmo-nos tal como somos.

2 - A ditadura Ligth é mais uma palavra maldita, hoje em dia politicamente correcta, utilizada com a intenção de vender produtos de menor valor energético e que tem como objectivo atingir uma boa linha. Esses produtos estão por todo o lado: nas colas, nas manteigas, nos queijos, no café sem cafeína ou até na cerveja sem álcool.
Hoje em dia o Homem é um ser transfigurado, que procura cada vez mais mostrar o ter e nem sequer se preocupa com o ser…sim, tal como os produtos LIGHT!
Para o homem que se deixa conduzir pelo consumismo e pela publicidade massiva (que cria na maior parte das vezes falsas necessidades) o que importa é mostrar aos outros que se tem um estatuto, mas na verdade, na maior parte dos casos, interiormente evidencia-se uma debilidade, uma fraqueza e uma carência extremas, bem como a existência de um grande vazio moral, mesmo que materialmente possam ter quase tudo.

3- A ditadura do Relativismo Absoluto, como muitas vezes criticada pelo Papa Bento XVI. Vemos um homem permissivo onde não há proibições nem limitações. Tudo é válido, tudo é permitido desde que traga satisfação. Qualquer análise que se faça é positiva e negativa, pode ser boa ou má, dependendo do seu ponto de vista. Desta intolerância interminável nasce a indiferença pura. A verdade deste tipo de pessoa é imposta pelo politicamente correcto em comportamentos onde não há princípios sólidos e nem referências, onde as fronteiras entre o bem e o mal, o positivo e o negativo foram apagadas.
Com certeza, tal como o amigo leitor, eu também tenho amigos com estas “doenças” e sempre que saio com alguns deles é lamentável assistir a comportamentos em que tudo é plástico: as compras, a beleza e as marcas, num autêntico esbanjamento para dar a ideia do triunfador, do 'heroizinho' que tem êxito, prestigio social e, sobretudo, dinheiro… muito dinheiro.

Estará tudo perdido?
Quero acreditar que não. Tem que se começar por dar primazia às pessoas e àquilo que elas são. Dar dignidade, viver liberto daquilo que materialmente temos e deixarmo-nos de preocupar com o que os outros pensam.
Perceber definidamente que a aposta tem que ser no interior e que não vale a pena ser como aqueles bolos todos bonitos por fora e que à primeira dentada notamos logo que não tem creme nenhum.
A vida é simples. Todos somos seres humanos especiais e únicos e temos um lugar insubstituível neste mundo, que tem que ser mais solidário, fraterno, menos consumista e principalmente mais humilde. Se assim for, estas novas prisões como estas novas ditaduras poderão acabar, já que na verdade as pessoas valem por aquilo que são e não por aquilo que aparentam ser ou possuir.

Cuidado com o som ao atravessar a rua!

A matemática da Securitas
e a «securitas» do consumidor

A Securitas enviou um prospecto de publicidade a potenciais clientes dos seus alarmes. Até aí, tudo bem. Mas esse prospecto não deixa de conter aquilo a que se chama publicidade enganosa. Vejamos.

Tendo disparado um dos seus maravilhosos alarmes instalado na casa do cliente, a Securitas promete responder «em menos de 60 segundos». E para que o potencial cliente caia mais facilmente, 60 segundos é impresso em gordo e a vermelho. Mas eis que a palavra segundos tem um asterisco para uma chamada em caracteres microscópicos, 13 linhas abaixo, indicando «Tempo médio estimado sujeito a variação».

Ora aqui reside a originalidade matemática da Securitas. Se a resposta é «em menos de 60 segundos», então 60 segundos seria um máximo. Mas depois, em letra microscópica, diz que os 60 segundos são uma média.

Afinal, é máximo ou média? Que matemática é esta?

Mas -- nunca se sabe --  há mais uma questão que pode ser uma casca de banana da Securitas: se o potencial cliente quer informações, é convidado a telefonar para um famigerado número iniciado por 707, isto é, daqueles que poderão cobrar valor muito maior e dão lucro a quem recebe, no caso à Securitas. E, como se sabe, nestes casos, aparece sempre do outro lado alguém com uma conversa muito delicodoce, com conversa oca, irrelevante, para a esticar o tempo da chamada…

Mas que grande «securitas» do consumidor!

(Qualitas)













domingo, 10 de outubro de 2010

Vamos acabar com a praga
dos telefones começados por 707

Lê e divulga.

Vamos acabar com a praga dos telefones começados por 707, que além de acarretarem elevados custos para quem faz as chamadas ainda podem trazer burlas associadas.

[Clique nas imagens para visualizar uma versão ampliada]

domingo, 26 de setembro de 2010

domingo, 12 de setembro de 2010

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Património Português e da Humanidade

[Para visualizar a apresentação clique na imagem]

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dê educação musical aos seus filhos

[Clique na imagem para visualizar a apresentação]

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Comunicado do Conselho Superior da Magistratura
sobre o processo Casa Pia

[Clique nas imagens para obter uma versão mais legível]


Para aceder ao documento original clique aqui.

domingo, 5 de setembro de 2010

sábado, 21 de agosto de 2010

Carta de um cliente ao BES

(Esta carta foi dirigidaao banco BES, podendo ser também dirigida aos outros bancos, todos abusadores em regime de monopólio)


 
Exmos. Senhores Administradores do BES,

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina da v/. Rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da tabacaria, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.

Funcionaria desta forma: todos os senhores e todos os usuários pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, farmácia, mecânico, tabacaria, frutaria, etc.). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao utilizador. Serviria apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade ou para amortizar investimentos. Por qualquer outro produto adquirido (um pão, um remédio, uns litro de combustível, etc.) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até ligeiramente acima do preço de mercado.

Que tal?

Pois, ontem saí do BES com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e honestidade. A minha certeza deriva de um raciocínio simples.

Vamos imaginar a seguinte situação: eu vou à padaria para comprar um pão. O padeiro atende-me muito gentilmente, vende o pão e cobra o serviço de embrulhar ou ensacar o pão, assim como todo e qualquer outro serviço. Além disso impõe-se taxas de. Uma 'taxa de acesso ao pão', outra 'taxa por guardar pão quente' e ainda uma 'taxa de abertura da padaria'. Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo no meu Banco.

Financiei um carro, ou seja, comprei um produto do negócio bancário. Os senhores cobram-me preços de mercado, assim como o padeiro cobra-me o preço de mercado pelo pão.

Entretanto, de forma diferente do padeiro, os senhores não se satisfazem cobrando-me apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto do v/. negócio, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de crédito'-equivalente àquela hipotética 'taxa de acesso ao pão', que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar

Não satisfeitos, para ter acesso ao pão, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente no v/. Banco. Para que isso fosse possível, os senhores cobram-me uma 'taxa de abertura de conta'.

Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa 'taxa de abertura de conta' se assemelharia a uma 'taxa de abertura de padaria', pois só é possível fazer negócios com o padeiro, depois de abrir a padaria.

Antigamente os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como 'Papagaios'. Para gerir o 'papagaio', alguns gerentes sem escrúpulos cobravam 'por fora', o que era devido. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu antecipar-se aos gerentes sem escrúpulos. Agora, ao contrário de 'por fora' temos muitos 'por dentro'.

Pedi um extracto da minha conta - um único extracto no mês - os senhores cobram-me uma taxa de 1 EUR. Olhando o extracto, descobri uma outra taxa de 5 EUR 'para manutenção da conta' - semelhante àquela 'taxa de existência da padaria na esquina da rua'.

A surpresa não acabou. Descobri outra taxa de 25 EUR a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros mais altos do mundo. Semelhante àquela 'taxa por guardar o pão quente'.

Mas os senhores são insaciáveis.

A prestável funcionária que me atendeu, entregou-me um desdobrável onde sou informado que me cobrarão taxas por todo e qualquer movimento que eu fizer.

Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores se devem ter esquecido de cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de v/. Banco.

Por favor, esclareçam-me uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?

Depois de eu pagar as taxas correspondentes talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que a v/. responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências legais, que os riscos do negócio são muito elevados, etc., etc., etc. e que apesar de lamentarem muito e de nada poderem fazer, tudo o que estão a cobrar está devidamente coberto pela lei, regulamentado e autorizado pelo Banco de Portugal. Sei disso, como sei também que existem seguros e garantias legais que protegem o v/. negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.

Sei que são legais, mas também sei que são imorais. Por mais que estejam protegidos pelas leis, tais taxas são uma imoralidade. O cartel algum dia vai acabar e cá estaremos depois para cobrar da mesma forma.





A praia

Helena Matos

Todos os anos é o mesmo: começa o calor e começam as notícias sobre os assaltos nas praias, sobretudo na linha do Estoril. Como tudo isto tem algo de rotineiro, já não espanta a sequência: acontecem uns episódios de violência que logo são desmentidos. Fala-se de populismo e racismo. Em seguida acontecem outros incidentes. Aí assume-se que algo está a acontecer e anunciam-se reforços. As televisões mostram as praias com os banhistas na toalha e os polícias no paredão num tal aparato que mais parece uma zona de guerra cujos habitantes se obstinassem em dar uns mergulhos. Aqui chegados fica tudo mais ou menos satisfeito, porque os miúdos dos ditos bandos desaparecem das praias e dos comboios, presumindo-se que andam a asnear por outros lados. Sobretudo andam a queimar tempo até que já tenham idade para serem tratados como criminosos, pois aquilo que a sociedade faz perante estes grupos de adolescentes é esperar que cresçam e possam então a ser tratados como gente grande. Esta profunda hipocrisia, servida em doses diárias de xaroposa retórica sobre a protecção dos menores, limita-se a funcionar como uma crónica anunciada da delinquência futura. E não fosse a praia nem perceberíamos como esse discurso é falso e, ele sim, criminoso.

A praia é hoje um dos raros locais onde, em Portugal, se misturam grupos, classes, cores, credos. Durante décadas os filhos dos mais diversos portugueses conviveram na escola pública e no serviço militar. Hoje talvez só o futebol e certamente a praia conseguem reunir num mesmo espaço as pessoas independentemente das suas origens. E quando se reúnem torna-se óbvio o que se não quer ver: os portugueses têm medo. Mas nas praias da linha do Estoril não acontece nada que não aconteça durante o restante ano noutros lugares: simplesmente as vítimas não são as do costume.

Os perigos do sexting

Pedro Afonso

Actualmente os avanços da sociedade associados às novas tecnologias e às redes sociais da Internet criaram vários problemas, induzindo alterações do comportamento humano. A evolução é tão rápida que é bastante provável que estejam a surgir novas patologias mentais de que a psiquiatria ainda não teve o tempo necessário para estudar e catalogar.

O sexting é a actividade entre adolescentes que consiste em captar e divulgar imagens de si próprios ou de terceiros, através de mensagem de telemóvel ou da Internet, com seminudez/nudez ou de conteúdo sexual. Este fenómeno tem vindo a aumentar nos EUA entre adolescentes. Uma recente sondagem realizada nesse país, promovida pela National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy, com 1280 adolescentes e jovens, com idades compreendidas entre os 13 e os 26 anos, revela que entre 20% (13-19 anos) e 33% (20-26 anos) dos entrevistados já usaram o telemóvel para captar e divulgar imagens de conteúdo sexual. Cerca de um terço dos rapazes entrevistados e um quarto das raparigas, com idades entre os 13 e os 19 anos, referiram que já tinham recebido imagens com nudez total ou parcial que originalmente eram privadas mas que circulavam abundantemente entre os jovens.

Enquanto as autoridades norte-americanas estão a olhar para o problema com preocupação e a actuar com dureza, o assunto ainda é pouco discutido em Portugal. Porém, este é um fenómeno global, com repercussões graves e envolvendo vários riscos: exploração sexual, violação do direito à privacidade, chantagem, etc. Os adolescentes não se apercebem do perigo destas situações. Uma vez tirada a fotografia e divulgada por telemóvel ou Internet, perde-se por completo o controlo do seu destino. Deste modo, rapidamente estas imagens surgem em sites pornográficos, muitos deles visitados por pedófilos ávidos de encontrar uma presa.
Na verdade, é impraticável garantir a privacidade através dos meios electrónicos. Além disso, o anonimato é quase impossível dado que é relativamente fácil cruzar informação na Internet. Não obstante este facto, é errado criar um ambiente de pânico ou censurar o acesso dos jovens às novas tecnologias. O mais importante é saber como as utilizar devidamente. Os pais têm aqui um papel fundamental, devendo alertar os filhos para estes perigos e procurar saber sempre o que andam a fazer e com quem habitualmente comunicam na Internet.
Por outro lado, o sexting é um sintoma que reflecte uma sociedade enferma. No campo da sexualidade, passámos de um modelo de educação demasiado normativo (com regras rígidas e conteúdo moral por vezes desadequado), para outro totalmente permissivo, desequilibrado e que nalgumas situações fomenta a perversidade. Ora, educar não é apenas informar, mas orientar e transmitir valores que possam ajudar a realizar escolhas responsáveis. Talvez seja por isso que actualmente nos EUA se fala cada vez mais em sexualidade responsável, enquanto por cá as políticas ligadas à educação sexual dos jovens têm-se limitado praticamente à distribuição de preservativos, o que é manifestamente insuficiente. De outro modo caímos no campo dos instintos, numa sexualidade totalmente hedonista, sem pensamento, governada apenas pelo corpo e pelos desejos, conduzindo inevitavelmente a modelos aberrantes de comportamento.
O sexting, do meu ponto de vista, é um sinal de que algo está errado na forma como os jovens estão a viver a sua sexualidade. Mas creio que, sobre esta matéria, ainda não vimos mais do que a ponta do icebergue.


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Duas companhias americanas retiram apoio
a um site de invertidos



Depois das acções de denúncia de activistas familiares, duas companhias americanas retiram apoio a um site de invertidos. São elas a Borden Dairy e a Quiznos. Estas companhias anunciavam os seus produtos nesse site e deixaram de o fazer.


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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Na Argentina:
Filhos adotivos recusam possibilidade de adoção
por "casais" homossexuais

Um grupo composto de sete adolescentes entre doze e vinte anos, e que foram adotados, expressaram-se contra a possível adoção por parte de uniões homossexuais na Argentina e pediram aos senadores dar aos menores abandonados a oportunidade de ter uma mãe e um pai.

"Não à adoção homossexual: as crianças querem crescer com uma família que esteja formada com uma mãe que seja mulher e com um pai que seja varão, que é o natural, não com um casal homossexual. Nós somos felizes com as nossas mães e pais e queremos que todas as crianças possam também ter a oportunidade de tê-los", manifestaram durante o programa de rádio "Jovens em Ação".

Nesse sentido, solicitaram aos legisladores argentinos que tenham a coragem de defender o direito das crianças a crescerem com uma mãe e um pai e recusar o projecto de uniões homossexuais.


Mais informação em espanhol: http://www.jovenesenaccion.net/

Abonos:
Fernando Castro insurge-se contra Executivo

Cristina Rita, Lusa“Governo elegeu alvo a abater”

O presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, Fernando Castro, arrasa as novas regras de cortes nos abonos de família. Ao CM, o responsável considera que o problema só se resolve com a saída deste Governo. "Estamos fartos de fazer apelos. Estamos à espera de quando é que este Governo se vai embora. Não tem cura", argumentou.
Na opinião de Fernando Castro, as novas regras de acesso ao abono vão penalizar a maioria das famílias. Mais, "desvaloriza as crianças" porque, "no cálculo que o Governo fez, uma criança entra com 0,5 na contabilidade", ou seja, metade. As novas regras, que entram em vigor a partir de 1 de Agosto, estipulam que o agregado familiar não pode ter um património mobiliário que exceda os 100 mil euros para ter acesso ao abono.
"O Governo elegeu as famílias como alvo a abater. Nunca Portugal teve um governo tão antinatalista", concluiu Fernando Castro.
Ontem, o Eurostat revelou que Portugal registou no início do ano a terceira menor taxa de natalidade da União Europeia, ao atingir 9,4 nascimentos por 1000 habitantes. As taxas de natalidade mais baixas foram verificadas na Alemanha (7,9) e na Áustria (9,1).







Pedido de ajuda

Pedido de ajuda para Carolina Serras Pires Dias Ferreira
 
À minha filha Carolina de 30 anos foi-lhe diagnosticada uma leucemia mieloide aguda.
Para a sua cura necessita de um dador de medula compativel.
A razão do meu pedido é simples; leiam o attachmet explicativo e se acharem que estão dentro daquelas condições, se quiserem e se conhecerem alguém que também queira ajudar a Carolina , ficar-vos-eis eternamente agradecida.
Se tiverem alguma duvida liguem-me por favor: 91.724.35.29 que é o meu pessoal
ou então o 91.6139795 (serviço).
Um abraço muito forte de uma mãe desesperada.
Isabela Dias Ferreira

[Para ler, clicar na imagem]


 


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Boicote a McDonald's por promover a homossexualidade entre os jovens!

Na sequência do que já havíamos alertado sobre empresas dominadas por invertidos e a fazer propaganda em louvor dos seus vícios (http://uniaodasfamiliasportuguesas.blogspot.com/2010/07/companhias-apoiantes-dos-grupos-de.html ), vimos hoje adiantar informação sobre a McDonald's.

A McDonald’s da França produziu um anúncio para a televisão fazendo a apologia da relação homossexual entre um rapaz e outro da sua escola.

Veja o referido anúncio, falado em francês e legendado em inglês, em:

http://www.youtube.com/watch?v=48WOP06FgYk&feature=player_embedded

A propósito de McDonald’s ,
falemos de nutrição «saudável»...

Big Mac: 570 calories
Quarter Pounder: 430 (w/cheese: 530 calories.)
Large French Fries: 540 calories
Crispy Chicken Deluxe Sandwich: 500 calories
File-O-Fish Sandwich: 470 calories
Big Xtra! Hamburger: 710 c. (w/ cheese 810 calories)
Oreo McFlurry: 570 calories
Sausage McMuffin w/ Egg Sandwich: 440 calories
Chicken McNuggets 9-piece: 430 calories


domingo, 25 de julho de 2010

A «bondade» deste organismo da ONU:
Unicef patrocina programa que perverte a infância

A colunista do Jornal Hoy, Julia Regina de Cardenal, denunciou que a Unicef patrocina em São Salvador o programa televisivo "Sexto Sentido", emitido no canal 33 em horário acessível às crianças e que promove contravalores que pervertem os menores.

"Qual é a obsessão de organismos internacionais em investir tais quantidades de dinheiro em perverter a nossa infância?", perguntou a colunista ao referir-se aos gastos de publicidade de um programa que "promove a promiscuidade, a prostituição como uma forma de ganhar a vida de jovenzinhas, a homossexualidade e todo tipo de desordens sexuais".

"A nefasta mensagem aos adolescentes é que o sexo é um jogo divertido, o qual deve ser experimentado procurando o prazer, sem importar as consequências para a sua saúde física, psíquica, mental, espiritual, familiar, social, cultural, etc.".

A colunista recordou que São Salvador atravessa "uma crise espantosa e insuportável de violência, terrorismo e brutalidade nunca vista", que começou com a perda de valores morais, a desintegração familiar e a permissividade na juventude. "Por isso não tem sentido e é inadmissível que a Unicef –- supostamente protectores da infância -– esteja a patrocinar uma emissão deste tipo tão perniciosa para a sociedade, a família e a dignidade de cada pessoa".

A repórter criticou a Unicef por não ver "as verdadeiras necessidades das crianças salvadorenhas", em saúde, alimentação, segurança e educação. A "Fundação Sim à Vida propôs um projecto para promover valores morais em nível nacional, mas nunca tivemos resposta. Só têm dinheiro para promover contravalores

Também criticou as autoridades por permitirem "este tipo de perversão de crianças na televisão", e incentivou os pais a escreverem aos responsáveis a manifestar a sua oposição a este programa.






quarta-feira, 21 de julho de 2010

Cuidados com os idosos:
Água após os 60 anos

Cuidados médicos, depois dos 60 anos.

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta:

Quais as causas que mais fazem pessoas com mais de 60 ANOS terem confusão mental?

Alguns arriscam: "Tumor na cabeça".

Eu digo: "Não".

Outros apostam: "Alzheimer".

Respondo, novamente: "Não".

A cada negativa a turma espanta-se.

E ficam ainda mais boquiabertos quando enumero os três responsáveis mais comuns:

          diabetes descontrolado;

          infecção urinária;

          a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os familiares mais velhos ficaram em casa.

Parece brincadeira, mas não é.

Constantemente, sem sentir sede, deixamos de tomar líquidos.

Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez.

A desidratação tende a ser grave e afecta todo o organismo.

Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.

A partir dos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água no corpo.

Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, menor reserva hídrica.

Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.

Conclusão:

Pessoas com mais de 60 anos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo.

Mesmo que a pessoa seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.

Por isso, aqui vão dois alertas:

O primeiro é para os MAIORES DE 60 ANOS:

Tornem voluntário o hábito de beber líquidos.

O meu segundo alerta é para os familiares:

Ofereçam constantemente líquidos aos familiares com mais de 60 anos.

Ao mesmo tempo, fiquem atentos.

Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção.

É quase certo que sejam sintomas decorrentes de desidratação.

Arnaldo Lichtenstein (46), médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).


domingo, 4 de julho de 2010

Companhias apoiantes dos grupos de invertidos

Peter and Paul Ministries

As seguintes conhecidas companhias e organizações apoiam e promovem a perversão da homossexualidade e sodomia ao darem ajuda e financiarem as organizações que promovem a homossexualidade.
Estes grupos e empresas têm uma visão depravada do casamento e da sexualidade.
Esta lista foi elaborada a partir da The Human Rights Campaign, uma organização que promove a homossexualidade.

Apresentamos destacados os que mais operam em Portugal e que merecem o boicote das famílias.

Organizations

AFL-CIO
American Association of University Professors
American Cancer Society
American Civil Liberties Union (ACLU)
American Federation of Teachers
American Psychological Association
American Red Cross
United Way
AARP
National Democratic Party
National Council of Jewish Womenolic
Charities Of San Francisco
National Geographic
National Organization for Women
Big Brothers/Big Sisters
Gallup Poll Organization
March of Dimes
Planned Parenthood Federation of America
Ford Foundation
Goodwill Industries International Inc.
Greenpeace
Meals On Wheels
United University Professors
National Air Traffic Controllers Association (NATCA)
National Press Club
National Public Radio

Travel and Hospitality

Ford Motor Co.
General Motors Corp.
Lexus/Toyota
ChevronTexaco Corp.
American Airlines (AMR Corp.)
United Airlines
Orbitz
Delta Airlines Inc.
Marriott
Northwest Airlines Corp.
Boeing
Lockheed Martin Corp.
Continental Airlines
Wyndham Hotels
Starwood Hotels & Resorts
Hilton Hotels Corp.
US Airways Group
Harley-Davidson Inc.
Volkswagen of America Inc.
Southwest Airlines
Goodrich Corp.
Hyatt Hotels Corp.
Pennzoil-Quaker State Co.
Orient-Express Hotels
Shell Oil Co.

General Products

General Electric Co.
International Paper Co.
Honeywell International Inc.
Xerox Corp.
Dow Chemical Co.
Motorola Inc.
Eastman Kodak Co.
Nike Inc.
ReebokThe Gillette Co.
Avon Products
Estee Lauder Companies
Pitney Bowes Inc.
Levi Strauss & Co.
Clorox Co.
Liz Claiborne Inc.
Crest/good Mfg Co Inc
Monsanto Co.

Financial and Insurance

Citigroup Inc.
Bank of America Corp.
Fannie Mae WashingtonDC
J.P. Morgan Chase & Co.
MetLife (Metropolitan Life Insurance)
Morgan Stanley
Allstate (The Allstate Corp.)
Wells Fargo & Co.
Merrill Lynch & Co.
Ernst & Young LLP
Prudential Financial Inc.
Goldman Sachs Investment Banking
American Express Co.
Bank One Corp
MassMutual Life Insurance
Cigna Corp.
Aetna Inc.
Lehman Brothers
Nationwide
Hartford Financial Services Co.
FleetBoston Financial Corp.
Chase Bancorp
MBNA Corp.
Capital One Financial Corp.
Progressive (The Progressive Corp.)
John Hancock Financial Services Inc.
Countrywide Financial Corp.
Principal Financial Group
Providian Financial Corp.
SunTrust Banks Inc.
Bank Of America National Trust And Savings Bank

Barclays Global Investors
PNC Financial Services Group Inc.
American Family Insurance Group
Goldman Sachs Group Inc.
State Farm
Wells Fargo & Co.
Mellon Financial Corp.
Charles Schwab
Comerica Inc.
H & R Block
A.G. Edwards Inc.
PricewaterhouseCoopers

Computer and Telecommunication

3M Co.
IBM (International Business Machines Corp.)
Verizon Communications
Hewlett-Packard
AT&T Corp.
Dell Computer Corp.
Microsoft Corp.
Intel Corp.
BellSouth Corp.
Electronic Data Systems Corp. (EDS)
Washington Mutual Savings Bank
Cisco Systems
Lucent Technologies Inc.
Tech Data Corp.
Qwest Communications International Inc.
Sun Microsystems
Nextel Communications
Microsoft Corp.
Texas Instruments Inc.
Apple Computer Inc.
Unisys Corp.
Lexmark International Inc.
Gateway Inc.
Cingular Wireless
EarthLink Inc.
eBay Inc.
Google Inc.
Verizon Wireless
MSNBC
Nokia

Alcohol and Food Products

Philip Morris Companies Inc.
Coca-Cola (The Coca-Cola Co.)
Sara Lee Corp.
RJ Reynolds
Campbell Soup Co.
Anheuser-Busch
Miller Brewing Co.
Colgate-Palmolive Co.
General Mills Inc.
Dole Food Co. Inc.
Adolph Coors Co.)
Starbucks Corp.
7-Eleven Inc.
Ben and Jerry's Homemade Inc.
Heineken USA
Food Lion
Kraft Foods Inc.
Nabisco Group Holdings Corp

Pillsbury Co.
Seagram Co. Ltd.

Entertainment, Publishing and News

Time Warner Inc.
Walt Disney Co.
Viacom Inc.
ABC
NBC
CBS
Home Box Office (HBO)
Showtime
Associated Press
San Francisco 49ers
San Francisco Bay Times
San Francisco Chronicle
Cox Communications Inc.
McGraw-Hill (The McGraw-Hill Companies Inc.)
Blockbuster Inc.
Box Office Tickets Inc.
Kodak
Cablevision Systems Corp.
Amazon.com
Yahoo! Inc.
Borders Group Inc.
Washington Post Co.
New York Times Co
Miami Herald
B. Dalton Bookseller, Inc
Dallas Morning News - Belo Corp.
Hallmark Entertainment
MCA/Universal Studios Inc.
Universal Orlando
Newsday
Seattle Times

Retailers

Target Corp.
Sears, Roebuck and Co.
Costco Wholesale Corp.
Best Buy Co. Inc.
Loews Corp.
Federated Department Stores
Gap Inc.
Nordstrom Inc.
General Nutrition Corp.
Kinko's Inc.
Timberland Co.

Medical and Pharmaceuticals

UnitedHealth Group
Abbott Laboratories
Wellpoint Health Networks
PacifiCare Health Systems
Health Net Inc.
Merck & Co. Inc.
Procter & Gamble
Johnson & Johnson
Pfizer Inc.
Bristol-Myers Squibb Co.
Eli Lilly & Co.
Bausch & Lomb Inc.
Bayer Corp.