domingo, 4 de julho de 2010

Companhias apoiantes dos grupos de invertidos

Peter and Paul Ministries

As seguintes conhecidas companhias e organizações apoiam e promovem a perversão da homossexualidade e sodomia ao darem ajuda e financiarem as organizações que promovem a homossexualidade.
Estes grupos e empresas têm uma visão depravada do casamento e da sexualidade.
Esta lista foi elaborada a partir da The Human Rights Campaign, uma organização que promove a homossexualidade.

Apresentamos destacados os que mais operam em Portugal e que merecem o boicote das famílias.

Organizations

AFL-CIO
American Association of University Professors
American Cancer Society
American Civil Liberties Union (ACLU)
American Federation of Teachers
American Psychological Association
American Red Cross
United Way
AARP
National Democratic Party
National Council of Jewish Womenolic
Charities Of San Francisco
National Geographic
National Organization for Women
Big Brothers/Big Sisters
Gallup Poll Organization
March of Dimes
Planned Parenthood Federation of America
Ford Foundation
Goodwill Industries International Inc.
Greenpeace
Meals On Wheels
United University Professors
National Air Traffic Controllers Association (NATCA)
National Press Club
National Public Radio

Travel and Hospitality

Ford Motor Co.
General Motors Corp.
Lexus/Toyota
ChevronTexaco Corp.
American Airlines (AMR Corp.)
United Airlines
Orbitz
Delta Airlines Inc.
Marriott
Northwest Airlines Corp.
Boeing
Lockheed Martin Corp.
Continental Airlines
Wyndham Hotels
Starwood Hotels & Resorts
Hilton Hotels Corp.
US Airways Group
Harley-Davidson Inc.
Volkswagen of America Inc.
Southwest Airlines
Goodrich Corp.
Hyatt Hotels Corp.
Pennzoil-Quaker State Co.
Orient-Express Hotels
Shell Oil Co.

General Products

General Electric Co.
International Paper Co.
Honeywell International Inc.
Xerox Corp.
Dow Chemical Co.
Motorola Inc.
Eastman Kodak Co.
Nike Inc.
ReebokThe Gillette Co.
Avon Products
Estee Lauder Companies
Pitney Bowes Inc.
Levi Strauss & Co.
Clorox Co.
Liz Claiborne Inc.
Crest/good Mfg Co Inc
Monsanto Co.

Financial and Insurance

Citigroup Inc.
Bank of America Corp.
Fannie Mae WashingtonDC
J.P. Morgan Chase & Co.
MetLife (Metropolitan Life Insurance)
Morgan Stanley
Allstate (The Allstate Corp.)
Wells Fargo & Co.
Merrill Lynch & Co.
Ernst & Young LLP
Prudential Financial Inc.
Goldman Sachs Investment Banking
American Express Co.
Bank One Corp
MassMutual Life Insurance
Cigna Corp.
Aetna Inc.
Lehman Brothers
Nationwide
Hartford Financial Services Co.
FleetBoston Financial Corp.
Chase Bancorp
MBNA Corp.
Capital One Financial Corp.
Progressive (The Progressive Corp.)
John Hancock Financial Services Inc.
Countrywide Financial Corp.
Principal Financial Group
Providian Financial Corp.
SunTrust Banks Inc.
Bank Of America National Trust And Savings Bank

Barclays Global Investors
PNC Financial Services Group Inc.
American Family Insurance Group
Goldman Sachs Group Inc.
State Farm
Wells Fargo & Co.
Mellon Financial Corp.
Charles Schwab
Comerica Inc.
H & R Block
A.G. Edwards Inc.
PricewaterhouseCoopers

Computer and Telecommunication

3M Co.
IBM (International Business Machines Corp.)
Verizon Communications
Hewlett-Packard
AT&T Corp.
Dell Computer Corp.
Microsoft Corp.
Intel Corp.
BellSouth Corp.
Electronic Data Systems Corp. (EDS)
Washington Mutual Savings Bank
Cisco Systems
Lucent Technologies Inc.
Tech Data Corp.
Qwest Communications International Inc.
Sun Microsystems
Nextel Communications
Microsoft Corp.
Texas Instruments Inc.
Apple Computer Inc.
Unisys Corp.
Lexmark International Inc.
Gateway Inc.
Cingular Wireless
EarthLink Inc.
eBay Inc.
Google Inc.
Verizon Wireless
MSNBC
Nokia

Alcohol and Food Products

Philip Morris Companies Inc.
Coca-Cola (The Coca-Cola Co.)
Sara Lee Corp.
RJ Reynolds
Campbell Soup Co.
Anheuser-Busch
Miller Brewing Co.
Colgate-Palmolive Co.
General Mills Inc.
Dole Food Co. Inc.
Adolph Coors Co.)
Starbucks Corp.
7-Eleven Inc.
Ben and Jerry's Homemade Inc.
Heineken USA
Food Lion
Kraft Foods Inc.
Nabisco Group Holdings Corp

Pillsbury Co.
Seagram Co. Ltd.

Entertainment, Publishing and News

Time Warner Inc.
Walt Disney Co.
Viacom Inc.
ABC
NBC
CBS
Home Box Office (HBO)
Showtime
Associated Press
San Francisco 49ers
San Francisco Bay Times
San Francisco Chronicle
Cox Communications Inc.
McGraw-Hill (The McGraw-Hill Companies Inc.)
Blockbuster Inc.
Box Office Tickets Inc.
Kodak
Cablevision Systems Corp.
Amazon.com
Yahoo! Inc.
Borders Group Inc.
Washington Post Co.
New York Times Co
Miami Herald
B. Dalton Bookseller, Inc
Dallas Morning News - Belo Corp.
Hallmark Entertainment
MCA/Universal Studios Inc.
Universal Orlando
Newsday
Seattle Times

Retailers

Target Corp.
Sears, Roebuck and Co.
Costco Wholesale Corp.
Best Buy Co. Inc.
Loews Corp.
Federated Department Stores
Gap Inc.
Nordstrom Inc.
General Nutrition Corp.
Kinko's Inc.
Timberland Co.

Medical and Pharmaceuticals

UnitedHealth Group
Abbott Laboratories
Wellpoint Health Networks
PacifiCare Health Systems
Health Net Inc.
Merck & Co. Inc.
Procter & Gamble
Johnson & Johnson
Pfizer Inc.
Bristol-Myers Squibb Co.
Eli Lilly & Co.
Bausch & Lomb Inc.
Bayer Corp.

 

«Educação sexual»:
Plataforma-RN entregou carta à Ministra da Educação

Na sequência da notícia do “jornal i” de 9 de Junho de 2010

A plataforma apela a todos os pais que se informem profundamente sobre esta matéria, nomeadamente lendo a peça do “jornal i”.

A Plataforma-RN considera que havendo centenas de modelos de educação sexual a dar resultados muito diferentes, o Estado não tem o direito de impor um modelo obrigatório a reboque da agenda de instituições privadas.

A Plataforma-RN conhece muito bem o passado, o presente e o futuro da "educação sexual" que o Estado impôs como doutrina obrigatória. Quem a quiser ter, que a tenha. Respeitamos as opções dos outros, para que as nossas opções sejam respeitadas.

Mas a Plataforma tem o dever de recordar que o modelo imposto em Portugal é baseado em teorias de famosos psicólogos americanos que gastaram parte da vida a combater o modelo que eles próprios criaram.

A Plataforma recorda que um deles (William Coulson, doutorado por Berkley, e com milhões de livros vendidos) esteve em Portugal a estudar o modelo e disse "estar aterrado" com o que viu; pediu ainda aos pais de Portugal que ajudassem a matar o monstro que ele próprio criou.

A Plataforma recorda o que R. George,
professor de Princeton, escreveu:

"Os grupos privados de educação sexual promovem de forma agressiva uma ideologia de irresponsabilidade sexual enquanto fingem estar preocupados com a saúde e segurança dos jovens. A verdade é que subtilmente (e às vezes não muito subtilmente) ao encorajar e facilitar a actividade sexual dos jovens, os "técnicos de educação sexual" colocam em perigo a saúde emocional e física das crianças. É tempo de se chamar a esse tipo de educação sexual aquilo que ela é: aulas de doutrina numa religião cujo único mandamento é a libertinagem".

A Plataforma-RN exige a liberdade de escolha nesta matéria. E apela a todos os pais que estudem a questão seriamente porque a felicidade dos seus filhos passa por aqui.

Portugal, 9 de Junho de 2010

A Plataforma de Resistência Nacional


 ____________________________


Plataforma-RN entregou carta à Sr.ª Ministra da Educação

Resumo da carta de11.6.2010 à Ministra da Educação

A Plataforma-RN é uma entidade que agrupa milhares de pais unidos em torno do direito à liberdade de escolha em educação sexual.

Neste âmbito, uma delegação da Plataforma-RN, constituida por um grupo de pais e encarregados de educação, entregou hoje pelas 10h00, dia 11 de Junho, uma carta à Sra. Ministra da Educação, na qual, na sequência de notícias vindas a público recentemente sobre a compra do kit da APF pelas escolas públicas, solicitam a realização de uma exaustiva averiguação por parte dos órgãos competentes do Ministério da Educação.

Em particular, pretende-se que Inspecção Geral de Educação apure os factos e esperamos que sejam pedidas responsabilidades a quem nas escolas públicas tenha agido com negligência nestas matérias, nomeadamente promovendo atentados ao pudor e à intimidade, e desbaratando dinheiros públicos (nomeadamente a compra de kit por preços especulativos).

Na referida carta, solicitou-se o imediato cancelamento das actividades previstas no âmbito do kit vendido pela A.P.F.;a suspensão imediata do programa de educação sexual nos estabelecimentos de ensino em Portugal até que a objecção de consciência e liberdade de educação dos pais e professores seja salvaguardada.

Por fim, destacou-se o facto de, na óptica da Plataforma Resistência Nacional, os Kits da APF, além do custo financeiro que implica para as escolas, em época de grave crise económica, contribuirem, pelo seu teor, para a violação do equilíbrio afectivo-emocional das crianças e da consciência de muitos dos seus professores.


O Estado enquanto educador sexual

Raquel Abecasis, Rádio Renascença

Falhada a utopia de construir uma sociedade sem classes, os defensores da tese tentam agora construir uma sociedade igualitária, de preferência sem referências culturais, religiosas ou ideológicas.
A ideia é convencer as gerações futuras de que viver em liberdade é prescindir de optar; é, basicamente, tomar como certo e sem alternativa um modelo de sociedade que é enfiado na cabeça dos mais novos, desde tenra idade, no banco da escola.

Na senda deste projecto, entra em cena, no próximo ano lectivo, a educação sexual contada pelo Estado, por este Estado que não perde oportunidade ou poupa recursos para explicar às nossas crianças o que é o sexo. Uma matéria que o Estado conhece mais do que qualquer pai ou qualquer mãe que queiram ensinar outras coisas aos filhos. Isso, diz o Estado, é pôr ideias retrógradas nas cabeças das crianças.

É assim que este nosso querido Estado benfeitor quer construir uma sociedade moderna e sem complexos e, já agora, se puder ser, também sem capacidade de pensar pela própria cabeça.
Se tudo correr bem, espero que os meus filhos chumbem por faltas às disciplinas em que lhes quiserem ensinar aquilo que o Estado não tem direito de ensinar.

Está na hora de explicar ao Estado quem manda na nossa casa!




Estado civil: para que tudo fique esclarecido!

A partir de agora, a partir da lei de Sócrates passivamente promulgada por Cavaco, ao preencher qualquer questionário ou ficha, ao ser inquirido sobre o seu estado civil, passe a acrescentar:
Estado civil : Casado com uma mulher.
Para que tudo fique bem esclarecido...


Quem as manda ser impudicas?

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sexta-feira, 2 de julho de 2010

O que é aquilo?

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sábado, 26 de junho de 2010

O melhor ginecologista

Uma mulher chega apavorada ao consultório de seu ginecologista e diz:

-- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebé ainda não completou um ano e já estou grávida novamente Não quero filhos num tão curto espaço de tempo, mas num espaço grande entre um e outro...

O médico então perguntou:

-- Muito bem. O que a senhora quer que eu faça?


A mulher respondeu:

-- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.

O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:

-- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria o seu pedido.

Ele então completou:

-- Veja bem, minha senhora, para não ter que ficar com dois bebés de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está nos seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não correrá nenhum risco... Além do período do nojo, férias e subsídios de parto...

A mulher apavorou-se e disse:

-- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime...

-- Também acho minha senhora, mas pareceu-me tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surtira efeito. Convenceu a mãe que não há diferença entre matar a criança que nasceu e matar uma ainda por nascer, mas já viva no seio materno.



Desaparecimento do Daniel



Filho perdido -- pais em desespero -- divulguem por favor!
Deus queira que nenhum de vocês passe um dia por este drama.
Vamos ajudar!
Se perdemos tanto tempo a ver e a reencaminhar mail's de piadas e fotos, então não custa nada perder 1 minuto a enviar esta mensagem para os vossos contactos.
Pensem que podem estar a contribuir para devolver esta criança à sua casa. Divulguem a pedido do seu pai:
Fausto Carvalho de Jesus de 38 anos.
Desaparecimento do Daniel, contactar 912 277 887




terça-feira, 8 de junho de 2010

Pobres desgraçadas

Nuno Serras Pereira

Deparei, no dia de hoje, com grandes parangonas nos jornais on-line apregoando que se tinha “consumado o casamento” de duas pessoas do mesmo sexo. Quando a mentira toma o poder, se infiltra na lei, metamorfoseando-a, se publicita na comunicação social e entra no linguajar comum acaba por dominar o pensamento, manipular as consciências e introduzir-se nas crenças e costumes de um povo. Como consequência minará a coesão social, desagregará a família fundada no matrimónio indissolúvel entre um homem e uma mulher, perverterá infância e a juventude, aumentará a violência, provocará a perseguição, suscitará graves problemas de saúde pública.
A falsidade da notícia é dupla: Primeiro porque diz que houve casamento quando o que houve foi um emparelhamento. Os ladrões e malabaristas das palavras cuidam que por mudarem o nome às coisas lhes transformam o ser. Ora estas são o que são independentemente da nossa opinião ou decisão. A realidade está aí e é dotada de uma consistência própria que resiste às nossas manigâncias e se afirma não obstante as nossas prestidigitações mentais, escritas ou verbais; em segundo lugar, porque afirma que o “casamento” foi consumado quando isso é evidentemente totalmente impossível (e se fora possível seria caso para perguntar como é que os jornalistas o sabiam – seria o “acto” público?).
Compactuar quer pessoal, quer institucionalmente, com a quimera daquelas duas desgraçadas afigura-se-me um manifesto desfavor e um enorme desamor para com elas. Pois que, recorrendo a S. Paulo, esta gente entrega-se “à imundície” e a “paixões vergonhosas” desonrando “entre si os próprios corpos” cometendo “torpeza(s)” com “sentimentos depravados”[1].

[1] Cf. Rom, 1, 24-29



sábado, 5 de junho de 2010

Teatro, música e dança sobre a vida
e obra lírica de Luís de Camões

«FOGO QUE ARDE SEM SE VER»

Espectáculo com texto e encenação de José Neto e guarda roupa e direcção coreográfica de «Danças com História». Os espectáculos de 10, 11 e 12 serão apresentados no Salão Nobre da Sociedade Histórica da Independência de Portugal e integram-se nas comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.

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Telemóvel

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sexta-feira, 4 de junho de 2010

«Uma história, por favor!»

Maria Teresa Maia Gonzalez

A propósito do Dia Mundial da Criança

Um destes dias, ia sentada no autocarro atrás de uma menina e sua mãe, que tinha ido buscá-la à escola. Como a menina não fazia questão de falar baixo e o autocarro ia silencioso, não pude deixar de ouvir a conversa…

-- Mãe, logo contas-me uma história antes de eu dormir?

A mãe não respondeu, mantendo-se virada para a paisagem que via pela janela. Assim, a filha voltou a pedir, desta feita com mais delicadeza:

-- Mãe, logo à noite contas-me uma história, por favor?

A jovem mãe da criança deu-lhe, então atenção:

-- Ó Ana, tu sabes que eu não tenho cabeça para te contar histórias! Ando estafada, não vês?

-- Mas era só uma história pequenina… - tornou a Ana, fazendo uma voz irresistível.

-- Tu agora até já sabes ler! – atalhou a mãe.

-- Pois, mas não é a mesma coisa – refilou a menina.

-- Ora! Quando fores passar um fim de semana a casa do teu pai, pede-lhe a ele que te conte uma história, que ele deve andar mais folgado do que eu – replicou a mãe, já a impacientar-se.

A criança ficou algum tempo calada. Por fim, voltou à carga:

-- É que o pai não tem tempo. Ele chega a casa quando eu já estou a dormir…

-- Pedes-lhe que te conte a história de manhã – sugeriu a mãe, agora mais sensibilizada.

-- Oh… De manhã o pai vai logo para o computador e, além disso tem de ser à noite!

A mãe não entendeu aquela lógica e, desviando novamente o olhar da janela, interessou-se:

-- Mas, afinal, tem de ser à noite porquê?

-- É que a minha professora disse que, quando ela era pequenina, o pai ou a mãe dela contavam-lhe uma história à noite e que isso a fazia sonhar!

-- Ah, já estou a perceber… - disse, então, a mãe da Ana. – Tu queres é sonhar… E queres sonhar com quê, posso saber?

A menina voltou a ficar em silêncio. Depois, respondeu, como se falasse para si mesma:

-- Eu queria sonhar que o pai e tu tinham um bebé… E eu tinha um mano pequenino…

A mãe exasperou-se:

-- Mas que coisa! Então tu não sabes que o teu pai escolheu a família dele, Ana?! Não falámos já tantas vezes sobre isso?!

-- Sim… - respondeu a menina, em voz mais baixa, encolhendo-se no banco. – Mas o que eu queria saber é porque é que ele não me escolheu a mim…

A conversa terminou ali. Mãe e filha saíram do autocarro poucos minutos depois. Eu fiquei a olhá-las, pela janela, solidária com a perplexidade triste da menina, cuja pergunta (cheia de sentido e legitimidade) não obteve qualquer resposta.

E pensei: hoje, como ontem, ser criança deveria ser sinónimo de… ser feliz! Como seria bom se a Ana e todos os meninos e meninas do mundo não tivessem de pedir «por favor» uma história que lhes desse o direito a serem felizes, ainda que apenas no país dos sonhos!...







A lei nasceu coxa

Comunicado da Plataforma Cidadania e Casamento

A Plataforma Cidadania Casamento assistiu com alguma surpresa à tomada de posição do Presidente Cavaco Silva na promulgação da lei ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Não conseguimos compreender a indiferença do Presidente perante aquele que é o sentir da sociedade portuguesa seja na rejeição do casamento entre pessoas do mesmo sexo, seja na defesa da realização de um referendo sobre a matéria.

Para se aperceber desse sentir bastaria ao Presidente ter presentes os seguintes factos:100 Mil pessoas de norte a sul de Portugal em três semanas apenas subscreveram uma Iniciativa Popular de Referendo numa época do ano entre todas a mais desaconselhada para a obtenção deste resultado (o mês de Dezembro);

21 Presidentes de Câmara Municipal pertencentes a diversos partidos assinaram essa mesma Iniciativa Popular de Referendo e numa iniciativa inédita 20 capitães de Abril subscreveram uma carta aberta sobre esta proposta de lei expressando a sua adesão à ideia de um referendo;

Não há desde o inicio desta discussão uma só sondagem (por telefone, online ou outro qualquer meio) em que os resultados saiam do seguinte padrão: mais de 50% de opiniões adversas ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, percentagens maiores de rejeição da permissão de adopção por estes "casais" e mais de 50% de opiniões favoráveis à realização de um referendo sobre a matéria;

A maioria da opinião publicada (gente da cultura, protagonistas da sociedade civil e políticos de vários partidos) manifestou-se no mesmo sentido de exigência do referendo e rejeição da modificação do regime do casamento;

onsideramos mais "compreensível" que o governo socialista tenha imposto a ditadura do silêncio no parlamento no momento de voto do referendo impedindo a realização do mesmo, do que o Presidente de todos os portugueses ter tomado uma posição que viabiliza a todo o custo esta lei, não defende o verdadeiro interesse das famílias nem o interesse nacional, (a)funda a sua posição em "razões" desconexas e defrauda aqueles que em si votaram.

Procedendo dessa forma o Presidente abriu uma verdadeira crise política que em consequência da ética da responsabilidade por si invocada não deixará de produzir os seus efeitos: a divisão da sociedade portuguesa num momento em que é tão necessária a coesão nacional.

Neste quadro a Plataforma Cidadania Casamento, cuja presença em todas as nossas cidades não cessa de crescer, saberá estar à altura das suas responsabilidades e continuará sem cessar, pelas formas que em cada circunstância política forem as mais adequadas, a dar corpo e voz ao clamor popular de um referendo sobre esta matéria, preparando inclusivamente as soluções jurídicas que forem necessárias na sequência da eventual revogação desta lei, se esse for o sentido da decisão que vier a ser tomada.

Esta Lei nasceu coxa, sem as muletas do Presidente arrisca-se a tropeçar, mais tarde ou mais cedo será referendada.

Lisboa, 18 de Maio de 2010



“Ética da responsabilidade”

Raquel Abecasis
Está encontrado o significado da novíssima expressão “ética da responsabilidade”. Quer dizer cinismo e/ou hipocrisia.

Cavaco Silva usou-a para justificar porque promulgou a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo, apesar de discordar do diploma e do que ele vai representar para a sociedade.

Este fim-de-semana, foi José Sócrates que usou a “ética da responsabilidade” para explicar porque decidiu apoiar Manuel Alegre às presidenciais de 2011. Diz o primeiro-ministro que “um partido tem que decidir, não pode decidir não decidir, essa opção nunca fez sentido para o Partido Socialista e não faz sentido para um grande partido como o PS”.

Ficamos, portanto, conversados. Sempre que ouvir alguém falar em ética da responsabilidade, já sabe: esse alguém prepara-se para fazer exactamente o contrário daquilo que pensa.

É mais um tributo que ficamos a dever a Cavaco e a Sócrates. Sabe-se lá o que teremos ainda para aprender com eles.






segunda-feira, 31 de maio de 2010

Conserve o seu emprego

560
Decore este número.
Não mande gente para o desemprego.


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quarta-feira, 26 de maio de 2010

Música por uma causa


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sábado, 22 de maio de 2010

A CNAF reclama medidas urgentes de apoio
às famílias mais carenciadas

A propósito da grave crise social, económica e financeira do País, e tendo presente o interesse primacial das famílias, em particular das mais carenciadas, a CNAF -- Confederação Nacional das Associações de Família vem divulgar a seguinte posição:

1. A Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF) manifesta a sua veemente preocupação quanto aos efeitos da crise social, económica e financeira que assola o País, e as suas Famílias.

2. Atendendo à instabilidade e falta de confiança sentidas, a CNAF corrobora que é urgente governar e fazer política com verdade, não alimentando ilusões para que estas não redundem em desilusões e falta de confiança no País, no regime e nos governantes.

3. Parece-nos evidente, como primeira e grande conclusão desta crise, que “valores” como o dinheiro, o sucesso ou o individualismo são falíveis, e dividem as pessoas, pela sua futilidade ou ordem inferior, e que os verdadeiros valores – e, por isso, sólidos – são a aposta irrenunciável na Família e nos seus valores de estabilidade e coesão social, com a entrega aos outros.

4. O Estado contribui para uma desagregação social de resultados incontroláveis (a que se somam os efeitos da crise económica e financeira) ao fomentar alterações legislativas fracturantes no sentido de atacar o valor social das Famílias, o seu desenvolvimento e promoção, em prol de realidades marginais caracterizadas pelo individualismo e que não acrescentam valor à sociedade.

5. A CNAF reclama do Governo o reforço dos apoios concedidos às famílias portuguesas, em particular as mais carenciadas, que têm aumentado com a recessão em curso.

6. De acordo com o artigo 67.º da nossa Constituição, “A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros” (n.º 1), incumbindo, designadamente, ao Estado para protecção da família: “promover a independência social e económica dos agregados familiares” e “regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares” (n.º 2).

7. Desde logo, a actuação política deve ser organizada segundo uma ideia nuclear – a centralidade da família na sociedade – sendo o conteúdo mínimo exigível, o seu mínimo denominador comum, e que deverá ser este rapidamente adquirido, através da neutralidade do sistema relativamente á situação familiar, de tal forma que ninguém seja negativamente discriminado pelo facto da sua pertença a uma família.

8. Contudo, para além desta aquisição de um conteúdo mínimo de não-discriminação familiar, a política fiscal do Estado deverá favorecer a tributação no seio ou a partir da unidade familiar, sempre num quadro de uma política consistente, que não se resuma à vertente tributária, mas tenha igual expressão na política familiar e demográfica e nas políticas social, de saúde, de educação e de habitação, ou seja, no âmbito de uma política que tenha, na família, uma das suas centralidades.

9. Ainda de acordo com o artigo 67.º n.º 2 alínea g) da Constituição, incumbe ao Estado, para protecção da família, “Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado”.

9. A liberdade de constituição de família não deverá dispensar o Estado do cumprimento das suas obrigações, nem as associações representativas (como é o caso da CNAF) do acompanhamento atento e criterioso das condições de vida das famílias.

10. A Confederação Nacional das Associações de Família, vigilante e actuante, como desde sempre, na defesa dos interesses das famílias portuguesas. Anima-nos o propósito de sabermos que não pugnamos por um qualquer interesse sectário, coarctado ou, numa palavra, menor. A nossa causa é afinal por todos nós, é uma causa maior – Fazer da Família, e de cada família, uma verdadeira comunidade de Vida e de Amor.

Lisboa, 20 de Maio de 2010


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A União das Famílias Portuguesas é membro da Confederação Nacional das Associações de Família.



quinta-feira, 13 de maio de 2010

NetPay cobra taxas sem aviso prévio

Efectuar operações bancárias através do Multibanco é já indispensável para a esmagadora maioria dos portugueses.

Os serviços prestados têm sido gratuitos apesar de alguns bancos terem já ensaiado algumas tentativas de cobrar taxas pela utilização dos serviços disponíveis na rede Multibanco.

Até agora só a rede electrónica Netpay, propriedade do BPN, se permitiu cobrar taxas pela utilização das suas caixas automáticas.

Esta cobrança não sendo ilegal, carece de transparência e informação, constituindo um claro atropelo aos direitos dos consumidores. Bastava apenas informar previamente os utilizadores que é cobrada uma comissão para que tudo ficasse claro.

A rede Multibanco, propriedade da SIBS, dispõe de cerca de 11 440 caixas automáticas no Continente e Ilhas com serviços gratuitos, enquanto a concorrente, rede Netpay, propriedade do BPN, tem cerca de 80 máquinas.

É só escolher a rede, evitando as ATM's com o símbolo da rede que pertence a este Banco.



segunda-feira, 3 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

A Grande Obra

Recomendamos este livro aos pais e educadores

Os Jovens e o Sexo -- Valores da Sexualidade Humana
Joaquim Galvão

Editor: Deplano
ISBN: 9789898184016

Na feira do livro de Lisboa encontra-se à venda no stand da Konsoante,
     Editora e Distribuidora de Livros e Audiovisuais



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sábado, 1 de maio de 2010

O filme a que todos temos que assistir !!!

Caros Amigos,

Há muito não me emocionava tanto como ao assistir a esse filme. É muito forte, mas está aí.
É verdade que não queremos que aconteça connosco ou com os nossos.
Assistam o filme e reflitam!
Cada um que faça seu julgamento.
Creio que precisamos de uma campanha desse nível.
Um verdadeiro tratamento de choque!

Não deixe de ver, é mto importante !!!!!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Petição Nacional para alterar
o Código de Execução de Penas

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Petição Nacional para alterar os artigos
do Código de Execução de Penas
que permitem a saída das prisões
de condenados por crimes violentos

 
Subscreve a petição on line «Parem esta Lei» e divulga-a pelos teus contactos.


http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=pareml





segunda-feira, 26 de abril de 2010

25 de Abril, devolver a liberdade às Famílias!

Contra a imposição de um modelo único
de educação sexual nas escolas

Plataforma-RN

A regulamentação (Portaria nº. 196-A/2010 de 09 de Abril) da lei (60/2009 de 06 de Agosto) nacional sexualista continua a intolerável intromissão do estado na esfera de autonomia das famílias.

1. Perguntámos aos autores do modelo de educação sexual imposto nas escolas, Daniel Sampaio e Margarida Gaspar de Matos, o que permite pensar que o seu modelo vai dar bons resultados; nunca responderam e no seu livro remetem-nos para “obras” inéditas, e páginas internet de vendedores de preservativos ou do maior operador privado da indústria do aborto.

Consideramos esta ausência de resposta um mau presságio numa matéria tão delicada como a educação sexual dos nossos filhos. Não se pode dar como certas e ensinar aos jovens matérias que, até do ponto de vista científico, são controversas.

2. Perguntámos ao Director Geral de Saúde qual o efeito da distribuição massiva de contraceptivos hormonais nas escolas, a miúdas menores de idade, sem sequer haver conhecimento da parte dos pais.

Respondeu-nos com um estudo totalmente desacreditado (Marchbanks 2002), em vez de citar a declaração da OMS (2005 e 2007): os contraceptivos hormonais combinados são cancerígenos nos humanos (grupo 1).

Custa dar estas pílulas e informação a quem quer, e respeitar quem não quer?

3. Perguntámos ao Sr Presidente do Parlamento qual o país com modelo igual ao nosso, e onde promoveu a diminuição da gravidez e do aborto.

Agradou-nos a prontidão e simpatia do Dr Jaime Gama, mas ambas as perguntas tiveram resposta negativa.

4. Os deputados que fizeram esta lei assimilaram “democracia” a “ditadura da maioria” demonstrando pouco respeito pelo direito à diferença e pelo direito de escolha dos pais.

Custa dar esta “educação experimental” a quem quer, e respeitar quem acha que os filhos são mais do que ratos de laboratório?

5. Apelamos ao Primeiro-ministro e todos os ex-Presidentes da República que nem se dignaram responder.

Custava-lhes dizer que deveria poder ter esta “educação” quem a quer, e ser respeitada a opinião de quem não quer?

8. Nós agimos em nome de crianças, de crianças que criamos, cuidamos, sustentamos, amamos e para as quais queremos mais. Queremos dar a educação que, como pais entendemos ser a melhor e não a educação que sectores da sociedade ou determinadas correntes ideológicas ou pseudo-científicas acham que é melhor ser dada aos nossos filhos.

9. Queremos mais do que a manta de retalhos "estudada", aprovada e regulamentada por pessoas que não respeitam as conquistas de Abril, o direito à liberdade, à liberdade de escolha e à liberdade de educação por parte dos pais.

Nós amamos. Nós criamos. Nós pagamos. Nós educamos.

O Estado não ama. O Estado não cria. O Estado não paga. O Estado não vai educar.

Portugal, 25 de Abril de 2010-04-26



 
 
 
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domingo, 25 de abril de 2010

De mãe para mãe...


Carta enviada de uma mãe para outra mãe,
no Porto, após um telejornal da RTP1

Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.

Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.

Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...

Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.

A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família.

No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...

Ah! Já me ia esquecendo: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.


No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".

Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:

Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...

Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!







sexta-feira, 23 de abril de 2010

Lei de Lavoisier



«Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma.»





Faça exercício!



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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Conferência Anual da CNAF


Conferência anual
da Confederação Nacional
das Associações de Família


Na Fundação Eng.º António
de Almeida
Rua Tenente Valadim, 231/325
4100-479 PORTO



«Família, Hoje»


Programa

Porto, 5 de Maio de 2010

14h.00 Sessão de Abertura: Presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.

14h.30 “A Família e a Vida – ameaças e soluções”, Prof. Doutor Daniel Serrão.

15h.00 Debate

15h.30 “O Associativismo Familiar”, Dr.ª Maria Teresa da Costa Macedo.

16h.00 Debate

16h.30 “Educação e o Futuro da Família”, Dr. Carlos Aguiar Gomes.

17h.00 Debate

17h.30 Conclusões: Doutor José Manuel Pavão.

18h.00 Encerramento, com presença de Sua Excelência Reverendíssima, o Senhor Bispo do Porto, D. Manuel Clemente.


Com o Alto Patrocínio da Fundação Eng.º António de Almeida
e Instituto Fontes Pereira de Melo






“A Família, em Portugal, está a passar por modificações muito importantes na sua estrutura e no desempenho social que lhe cabe como suporte da educação dos mais novos dos seus membros. Enquanto estrutura de serviço aos seus elementos constituintes e não estrutura de poder de uns sobre os outros, a Família tem de ser protegida de linhas de alteração que ameacem a sua eficácia como primeiro espaço de formação

A CNAF, atenta a estas movimentações, dedica a sua reunião anual de 5 de Maio, no Porto, ao debate das ameaças à Família e à apresentação de propostas concretas de valorização da estrutura familiar, nomeadamente na sua relação com a Escola.”

Prof. Daniel Serrão

Membro do Conselho Consultivo
da Confederação Nacional das Associações de Família



terça-feira, 20 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Esclarecimento sobre doação de medula óssea

Olá Susana e todos os que nos contactam a pedir esclarecimentos sobre a questão da medula óssea!
Nós publicamos todos os elementos que possuímos sobre cada caso.
Por vezes somos contactados para fornecermos o contacto de algum doente que tenha tocado mais a sensibilidade de algum dos dadores ou para dar algum esclarecimento técnico.
Acontece que, quando não publicamos logo esses elementos, é porque não os possuímos.
Os contactos, esclarecimentos técnicos e outros poderão ser dados pelo serviço nacional de dadores, que se encontra em contacto com serviços de outros países.
Dadores residentes no estrangeiro querendo ajudar deverão obter informações específicas dirigindo-se aos serviços nacionais.

Eis os contactos dos serviços nacionais:

CEDACE, Registo Português de Dadores de Medula Óssea
Hospital Pulido Valente
Alameda das Linhas de Torres, 117
1769-001 LISBOA
Tel. 21 750 41 00
Fax. 21 750 41 41

Centro de Histocompatibilidade do Centro
Pcta Prof. Mota Pinto - Edf.São Jerónimo, 4º Apartado 9041
3001-301 COIMBRA
Tel: 239480700/719

Centro de Histocompatibilidade do Norte
R.Roberto Frias - Pavilhão Maria Fernanda
4200-467 PORTO
Tel. 22 51 9102 ou 22 557 3470

Consultar: http://www.chsul.pt/





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