sexta-feira, 4 de junho de 2010

“Ética da responsabilidade”

Raquel Abecasis
Está encontrado o significado da novíssima expressão “ética da responsabilidade”. Quer dizer cinismo e/ou hipocrisia.

Cavaco Silva usou-a para justificar porque promulgou a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo, apesar de discordar do diploma e do que ele vai representar para a sociedade.

Este fim-de-semana, foi José Sócrates que usou a “ética da responsabilidade” para explicar porque decidiu apoiar Manuel Alegre às presidenciais de 2011. Diz o primeiro-ministro que “um partido tem que decidir, não pode decidir não decidir, essa opção nunca fez sentido para o Partido Socialista e não faz sentido para um grande partido como o PS”.

Ficamos, portanto, conversados. Sempre que ouvir alguém falar em ética da responsabilidade, já sabe: esse alguém prepara-se para fazer exactamente o contrário daquilo que pensa.

É mais um tributo que ficamos a dever a Cavaco e a Sócrates. Sabe-se lá o que teremos ainda para aprender com eles.






segunda-feira, 31 de maio de 2010

Conserve o seu emprego

560
Decore este número.
Não mande gente para o desemprego.


[clique na imagem para visualizar a apresentação]

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Música por uma causa


[ Para ler, clicar sobre a imagem ]





sábado, 22 de maio de 2010

A CNAF reclama medidas urgentes de apoio
às famílias mais carenciadas

A propósito da grave crise social, económica e financeira do País, e tendo presente o interesse primacial das famílias, em particular das mais carenciadas, a CNAF -- Confederação Nacional das Associações de Família vem divulgar a seguinte posição:

1. A Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF) manifesta a sua veemente preocupação quanto aos efeitos da crise social, económica e financeira que assola o País, e as suas Famílias.

2. Atendendo à instabilidade e falta de confiança sentidas, a CNAF corrobora que é urgente governar e fazer política com verdade, não alimentando ilusões para que estas não redundem em desilusões e falta de confiança no País, no regime e nos governantes.

3. Parece-nos evidente, como primeira e grande conclusão desta crise, que “valores” como o dinheiro, o sucesso ou o individualismo são falíveis, e dividem as pessoas, pela sua futilidade ou ordem inferior, e que os verdadeiros valores – e, por isso, sólidos – são a aposta irrenunciável na Família e nos seus valores de estabilidade e coesão social, com a entrega aos outros.

4. O Estado contribui para uma desagregação social de resultados incontroláveis (a que se somam os efeitos da crise económica e financeira) ao fomentar alterações legislativas fracturantes no sentido de atacar o valor social das Famílias, o seu desenvolvimento e promoção, em prol de realidades marginais caracterizadas pelo individualismo e que não acrescentam valor à sociedade.

5. A CNAF reclama do Governo o reforço dos apoios concedidos às famílias portuguesas, em particular as mais carenciadas, que têm aumentado com a recessão em curso.

6. De acordo com o artigo 67.º da nossa Constituição, “A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros” (n.º 1), incumbindo, designadamente, ao Estado para protecção da família: “promover a independência social e económica dos agregados familiares” e “regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares” (n.º 2).

7. Desde logo, a actuação política deve ser organizada segundo uma ideia nuclear – a centralidade da família na sociedade – sendo o conteúdo mínimo exigível, o seu mínimo denominador comum, e que deverá ser este rapidamente adquirido, através da neutralidade do sistema relativamente á situação familiar, de tal forma que ninguém seja negativamente discriminado pelo facto da sua pertença a uma família.

8. Contudo, para além desta aquisição de um conteúdo mínimo de não-discriminação familiar, a política fiscal do Estado deverá favorecer a tributação no seio ou a partir da unidade familiar, sempre num quadro de uma política consistente, que não se resuma à vertente tributária, mas tenha igual expressão na política familiar e demográfica e nas políticas social, de saúde, de educação e de habitação, ou seja, no âmbito de uma política que tenha, na família, uma das suas centralidades.

9. Ainda de acordo com o artigo 67.º n.º 2 alínea g) da Constituição, incumbe ao Estado, para protecção da família, “Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado”.

9. A liberdade de constituição de família não deverá dispensar o Estado do cumprimento das suas obrigações, nem as associações representativas (como é o caso da CNAF) do acompanhamento atento e criterioso das condições de vida das famílias.

10. A Confederação Nacional das Associações de Família, vigilante e actuante, como desde sempre, na defesa dos interesses das famílias portuguesas. Anima-nos o propósito de sabermos que não pugnamos por um qualquer interesse sectário, coarctado ou, numa palavra, menor. A nossa causa é afinal por todos nós, é uma causa maior – Fazer da Família, e de cada família, uma verdadeira comunidade de Vida e de Amor.

Lisboa, 20 de Maio de 2010


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A União das Famílias Portuguesas é membro da Confederação Nacional das Associações de Família.



quinta-feira, 13 de maio de 2010

NetPay cobra taxas sem aviso prévio

Efectuar operações bancárias através do Multibanco é já indispensável para a esmagadora maioria dos portugueses.

Os serviços prestados têm sido gratuitos apesar de alguns bancos terem já ensaiado algumas tentativas de cobrar taxas pela utilização dos serviços disponíveis na rede Multibanco.

Até agora só a rede electrónica Netpay, propriedade do BPN, se permitiu cobrar taxas pela utilização das suas caixas automáticas.

Esta cobrança não sendo ilegal, carece de transparência e informação, constituindo um claro atropelo aos direitos dos consumidores. Bastava apenas informar previamente os utilizadores que é cobrada uma comissão para que tudo ficasse claro.

A rede Multibanco, propriedade da SIBS, dispõe de cerca de 11 440 caixas automáticas no Continente e Ilhas com serviços gratuitos, enquanto a concorrente, rede Netpay, propriedade do BPN, tem cerca de 80 máquinas.

É só escolher a rede, evitando as ATM's com o símbolo da rede que pertence a este Banco.



segunda-feira, 3 de maio de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

A Grande Obra

Recomendamos este livro aos pais e educadores

Os Jovens e o Sexo -- Valores da Sexualidade Humana
Joaquim Galvão

Editor: Deplano
ISBN: 9789898184016

Na feira do livro de Lisboa encontra-se à venda no stand da Konsoante,
     Editora e Distribuidora de Livros e Audiovisuais



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sábado, 1 de maio de 2010

O filme a que todos temos que assistir !!!

Caros Amigos,

Há muito não me emocionava tanto como ao assistir a esse filme. É muito forte, mas está aí.
É verdade que não queremos que aconteça connosco ou com os nossos.
Assistam o filme e reflitam!
Cada um que faça seu julgamento.
Creio que precisamos de uma campanha desse nível.
Um verdadeiro tratamento de choque!

Não deixe de ver, é mto importante !!!!!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Petição Nacional para alterar
o Código de Execução de Penas

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Petição Nacional para alterar os artigos
do Código de Execução de Penas
que permitem a saída das prisões
de condenados por crimes violentos

 
Subscreve a petição on line «Parem esta Lei» e divulga-a pelos teus contactos.


http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=pareml





segunda-feira, 26 de abril de 2010

25 de Abril, devolver a liberdade às Famílias!

Contra a imposição de um modelo único
de educação sexual nas escolas

Plataforma-RN

A regulamentação (Portaria nº. 196-A/2010 de 09 de Abril) da lei (60/2009 de 06 de Agosto) nacional sexualista continua a intolerável intromissão do estado na esfera de autonomia das famílias.

1. Perguntámos aos autores do modelo de educação sexual imposto nas escolas, Daniel Sampaio e Margarida Gaspar de Matos, o que permite pensar que o seu modelo vai dar bons resultados; nunca responderam e no seu livro remetem-nos para “obras” inéditas, e páginas internet de vendedores de preservativos ou do maior operador privado da indústria do aborto.

Consideramos esta ausência de resposta um mau presságio numa matéria tão delicada como a educação sexual dos nossos filhos. Não se pode dar como certas e ensinar aos jovens matérias que, até do ponto de vista científico, são controversas.

2. Perguntámos ao Director Geral de Saúde qual o efeito da distribuição massiva de contraceptivos hormonais nas escolas, a miúdas menores de idade, sem sequer haver conhecimento da parte dos pais.

Respondeu-nos com um estudo totalmente desacreditado (Marchbanks 2002), em vez de citar a declaração da OMS (2005 e 2007): os contraceptivos hormonais combinados são cancerígenos nos humanos (grupo 1).

Custa dar estas pílulas e informação a quem quer, e respeitar quem não quer?

3. Perguntámos ao Sr Presidente do Parlamento qual o país com modelo igual ao nosso, e onde promoveu a diminuição da gravidez e do aborto.

Agradou-nos a prontidão e simpatia do Dr Jaime Gama, mas ambas as perguntas tiveram resposta negativa.

4. Os deputados que fizeram esta lei assimilaram “democracia” a “ditadura da maioria” demonstrando pouco respeito pelo direito à diferença e pelo direito de escolha dos pais.

Custa dar esta “educação experimental” a quem quer, e respeitar quem acha que os filhos são mais do que ratos de laboratório?

5. Apelamos ao Primeiro-ministro e todos os ex-Presidentes da República que nem se dignaram responder.

Custava-lhes dizer que deveria poder ter esta “educação” quem a quer, e ser respeitada a opinião de quem não quer?

8. Nós agimos em nome de crianças, de crianças que criamos, cuidamos, sustentamos, amamos e para as quais queremos mais. Queremos dar a educação que, como pais entendemos ser a melhor e não a educação que sectores da sociedade ou determinadas correntes ideológicas ou pseudo-científicas acham que é melhor ser dada aos nossos filhos.

9. Queremos mais do que a manta de retalhos "estudada", aprovada e regulamentada por pessoas que não respeitam as conquistas de Abril, o direito à liberdade, à liberdade de escolha e à liberdade de educação por parte dos pais.

Nós amamos. Nós criamos. Nós pagamos. Nós educamos.

O Estado não ama. O Estado não cria. O Estado não paga. O Estado não vai educar.

Portugal, 25 de Abril de 2010-04-26



 
 
 
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domingo, 25 de abril de 2010

De mãe para mãe...


Carta enviada de uma mãe para outra mãe,
no Porto, após um telejornal da RTP1

Cara Senhora, vi o seu enérgico protesto diante das câmaras de televisão contra a transferência do seu filho, presidiário, das dependências da prisão de Custóias para outra dependência prisional em Lisboa.

Vi-a a queixar-se da distância que agora a separa do seu filho, das dificuldades e das despesas que vai passar a ter para o visitar, bem como de outros inconvenientes decorrentes dessa mesma transferência.

Vi também toda a cobertura que os jornalistas e repórteres deram a este facto, assim como vi que não só você, mas também outras mães na mesma situação, contam com o apoio de Comissões, Órgãos e Entidades de Defesa de Direitos Humanos, etc...

Eu também sou mãe e posso compreender o seu protesto. Quero com ele fazer coro, porque, como verá, também é enorme a distância que me separa do meu filho.

A trabalhar e a ganhar pouco, tenho as mesmas dificuldades e despesas para o visitar.
Com muito sacrifício, só o posso fazer aos domingos porque trabalho (inclusivé aos sábados) para auxiliar no sustento e educação do resto da família.

Se você ainda não percebeu, sou a mãe daquele jovem que o seu filho matou cruelmente num assalto a uma bomba de combustível, onde ele, meu filho, trabalhava durante a noite para pagar os estudos e ajudar a família.

No próximo domingo, enquanto você estiver a abraçar e beijar o seu filho, eu estarei a visitar o meu e a depositar algumas flores na sua humilde campa, num cemitério dos arredores...

Ah! Já me ia esquecendo: Pode ficar tranquila, que o Estado se encarregará de tirar parte do meu magro salário para custear o sustento do seu filho e, de novo, o colchão que ele queimou, pela segunda vez, na cadeia onde se encontrava a cumprir pena, por ser um criminoso.


No cemitério, ou na minha casa, NUNCA apareceu nenhum representante dessas "Entidades" que tanto a confortam, para me dar uma só palavra de conforto ou indicar-me quais "os meus direitos".

Para terminar, ainda como mãe, peço por favor:

Façam circular este manifesto! Talvez se consiga acabar com esta (falta de vergonha) inversão de valores que assola Portugal e não só...

Direitos humanos só deveriam ser para "humanos direitos" !!!







sexta-feira, 23 de abril de 2010

Lei de Lavoisier



«Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma.»





Faça exercício!



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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Conferência Anual da CNAF


Conferência anual
da Confederação Nacional
das Associações de Família


Na Fundação Eng.º António
de Almeida
Rua Tenente Valadim, 231/325
4100-479 PORTO



«Família, Hoje»


Programa

Porto, 5 de Maio de 2010

14h.00 Sessão de Abertura: Presidida por Sua Excelência Reverendíssima o Senhor Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, Presidente da Conferência Episcopal Portuguesa.

14h.30 “A Família e a Vida – ameaças e soluções”, Prof. Doutor Daniel Serrão.

15h.00 Debate

15h.30 “O Associativismo Familiar”, Dr.ª Maria Teresa da Costa Macedo.

16h.00 Debate

16h.30 “Educação e o Futuro da Família”, Dr. Carlos Aguiar Gomes.

17h.00 Debate

17h.30 Conclusões: Doutor José Manuel Pavão.

18h.00 Encerramento, com presença de Sua Excelência Reverendíssima, o Senhor Bispo do Porto, D. Manuel Clemente.


Com o Alto Patrocínio da Fundação Eng.º António de Almeida
e Instituto Fontes Pereira de Melo






“A Família, em Portugal, está a passar por modificações muito importantes na sua estrutura e no desempenho social que lhe cabe como suporte da educação dos mais novos dos seus membros. Enquanto estrutura de serviço aos seus elementos constituintes e não estrutura de poder de uns sobre os outros, a Família tem de ser protegida de linhas de alteração que ameacem a sua eficácia como primeiro espaço de formação

A CNAF, atenta a estas movimentações, dedica a sua reunião anual de 5 de Maio, no Porto, ao debate das ameaças à Família e à apresentação de propostas concretas de valorização da estrutura familiar, nomeadamente na sua relação com a Escola.”

Prof. Daniel Serrão

Membro do Conselho Consultivo
da Confederação Nacional das Associações de Família



terça-feira, 20 de abril de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Esclarecimento sobre doação de medula óssea

Olá Susana e todos os que nos contactam a pedir esclarecimentos sobre a questão da medula óssea!
Nós publicamos todos os elementos que possuímos sobre cada caso.
Por vezes somos contactados para fornecermos o contacto de algum doente que tenha tocado mais a sensibilidade de algum dos dadores ou para dar algum esclarecimento técnico.
Acontece que, quando não publicamos logo esses elementos, é porque não os possuímos.
Os contactos, esclarecimentos técnicos e outros poderão ser dados pelo serviço nacional de dadores, que se encontra em contacto com serviços de outros países.
Dadores residentes no estrangeiro querendo ajudar deverão obter informações específicas dirigindo-se aos serviços nacionais.

Eis os contactos dos serviços nacionais:

CEDACE, Registo Português de Dadores de Medula Óssea
Hospital Pulido Valente
Alameda das Linhas de Torres, 117
1769-001 LISBOA
Tel. 21 750 41 00
Fax. 21 750 41 41

Centro de Histocompatibilidade do Centro
Pcta Prof. Mota Pinto - Edf.São Jerónimo, 4º Apartado 9041
3001-301 COIMBRA
Tel: 239480700/719

Centro de Histocompatibilidade do Norte
R.Roberto Frias - Pavilhão Maria Fernanda
4200-467 PORTO
Tel. 22 51 9102 ou 22 557 3470

Consultar: http://www.chsul.pt/





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http://www.saveafonso.com/

Facebook: AJUDAR O AFONSO



Como Ser Dador
de Medula Óssea


Ter entre 18 e 45 anos
Ter, no mínimo 50Kg
Não ser portador de doenças crónicas ou auto-imunes
Nunca ter recebido uma transfusão de sangue, desde 1980
Para mais informações consulte a página do CEDACE emhttp://www.chsul.pt/index.php/artigos/view/3



O que precisa saber

- O facto de se inscrever como dador não o obriga a fazer a doação de medula se por alguma razão não a puder fazer; Como voluntário o dador não tem nenhuma obrigação legal. As decisões individuais serão sempre respeitadas.

- A inscrição como dador implica apenas a colheita de uma pequena porção de sangue para análise, podendo ser efectuada mesmo por mulheres grávidas.

- A doação não depende necessariamente da colheita a partir da Medula Óssea (ie, colheita de Células progenitoras do interior dos ossos pélvicos, que requer geralmente anestesia geral e uma breve hospitalização). Actualmente, é possível fazer a doação de medula a partir de uma colheita de sangue na veia do braço através um processo chamado aférese (o dador tem de tomar previamente um medicamento que é um factor de crescimento que vai fazer aumentar a produção e circulação de células progenitoras no sangue periférico)

- Além destes dois métodos, existe, ainda, outra fonte de células progenitoras que são as células do cordão umbilical. Neste caso, após consentimento prévio da mãe, quando o bebé nasce são colhidas do cordão umbilical. O cordão umbilical tem uma percentagem muito elevada de células progenitoras mas como a quantidade geralmente é pequena, são utilizadas, sobretudo, na transplantação de crianças.

- O Centro de Histocompatibilidade do Sul (CEDACE) organiza frequentemente brigadas que se deslocam a vários locais para promover a inscrição de novos dadores (calendário disponível em http://www.chsul.pt/index.php/pages/locais_inscricao), sendo possível contactar o CEDACE para organizar uma brigada no seu local de trabalho, escola ou outro local em que seja possível recolher um número relevante de dadores;

- Para além das Brigadas existem vários postos de recolha permanente, como sejam os IPO de Lisboa, o Hospital da Estefânia; o Hospital Curry Cabral, o Hospital do Barreiro, e muitos outros (veja mais em http://www.chsul.pt/index.php/artigos/view/4)





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quarta-feira, 7 de abril de 2010

A outra face da eutanásia: a eugenia

Entrevista com o padre Gonzalo Miranda

Matar crianças com critérios selectivos: assim se traduz, segundo o padre Gonzalo Miranda, decano da Faculdade de Bioética do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum (de Roma), a decisão da Holanda de permitir a eutanásia de crianças.
Infelizmente todas as preocupações surgidas a respeito da legislação holandesa sobre a eutanásia estão a verificar-se tragicamente», reconhece nesta entrevista concedida a Zenit o padre Miranda, que representou a Igreja Católica no Comité Internacional de Bioética da UNESCO, encarregado de redigir uma Declaração sobre Normas Universais de Bioética.
Dia 30 de agosto a Justiça desse país permitiu que o Hospital Universitário de Groningen induzisse à morte menores de doze anos, inclusive os recém-nascidos, quando sofrerem de uma enfermidade incurável e um sofrimento insuportável. A prática da eutanásia já está regulamentada no país pela lei de abril de 2002.

-- A que se refere?

-- Pe. Miranda: Uma vez que se estabelece o princípio segundo o qual se pode matar um ser humano porque ele sofre, então logicamente isso se estende a todos os que sofrem. Se se mata um ser humano que pede isso, pode-se aplicar a todos os seres humanos que pedirem, ainda que não sofram.

Quando se começou a discutir a eutanásia na Holanda e em outros países, muitos assinalaram o perigo de deslizar-se para o pior, e os defensores da medida disseram que não ocorreria, e ao contrário... muitos iniciaram em 1993 com a despenalização da eutanásia, e em seguida saiu a lei que se estendeu às crianças de 12 anos em diante.
Pese à oposição da opinião pública, a somente dois anos daquela lei já estamos ante a aplicação a todos os nascidos sem nenhum tipo de consentimento informado por parte do interessado.
Queria sublinhar que se trata do homicídio voluntário de um ser humano que não pode se pronunciar. Homicídio voluntário de um ser humano que não pode dizer o que pensa.

-- O Papa João Paulo II interveio frequentemente para alertar a comunidade internacional dos perigos da «cultura da morte». Que «cultura» é essa?

-- Pe. Miranda: Não se trata de dizer que nossa sociedade está sedenta de sangue e morte; não é isso; mais ainda é uma cultura na qual a morte se vê como a solução para problemas que não sabemos tratar de outro modo.
Problemas que não sabemos tratar porque perdemos a generosidade, a capacidade de acompanhar quem sofre.
Neste caso é evidente: mata-se como solução as crianças que sofrem. A alternativa seria a de acompanhar estas crianças, ajudá-las a não sofrer, e isto custa, tanto económica como emocionalmente.


-- Mas o sofrimento extremo pode levar as pessoas a pedirem a morte?

-- Pe. Miranda: Uma coisa é dizer, em momentos de desespero, que se deseja a morte, e isto é um sentimento humano. Outra coisa é decidir morrer.
Quem pode decidir que tua vida não vale a pena ser vivida, que o melhor que se pode fazer é que morrer? Aqui não se trata de uma inovação da morte, mas do homicídio voluntário do outro.
O desejo emotivo, psicológico, da morte é encontrado inclusive na Sagrada Escritura. Jeremias e Jó, turbados pelo sofrimento, maldizem o dia de seu próprio nascimento. «Oh, que não me tenha feito morrer desde o ventre, e tivesse sido minha mãe minha sepultura (...)! Para que ter nascido do seio, a ver pena e aflição, e a consumir-se na vergonha meus dias? (Jr 20, 14-18).
E também: «Para que dar à luz um desdito, a vida aos que têm amarga a alma, aos que anseiam a morte que não chega e escavam em sua busca mais que por um tesouro, aos que se alegram ante o túmulo(...)? (Jó 3, 20-22).
Trata-se de um sentimento humano que qualquer um pode ter. Enquanto que aqui é Caim quem decide o assassinato do irmão.
Agora o médico, junto aos pais, poderia decidir eliminar as crianças que, segundo aqueles, não deveriam viver.

-- Vários artigos de imprensa recolhem as declarações de um médico holandês que sustenta que se trata de um procedimento a ser aplicado com muito rigor. Que opina?

-- Pe. Miranda: O tema é muito perigoso porque se trata de um rigor técnico, não de um rigor moral. Significa aplicar procedimentos técnicos rigorosos. Também os nazis praticavam a eutanásia com extremo rigor.
No início dos anos 90 convidaram-me a uma reunião mundial de neurocirurgiões para discutir o que fazer quando nasce uma criança com uma enfermidade que chamada «mielomelingocele», uma afecção neurológica muito grave.
Do debate surgiram duas posturas contrapostas. Por um lado, um médico israelita que intervinha cirurgicamente nas crianças com resultados excelentes. Os pacientes tinham de receber acompanhamento, mas levavam uma vida mais normal.
Por outro lado, um médico holandês que explicou como, na clínica onde trabalhava, as crianças afectadas por esta enfermidade eram eliminadas com a administração de uma substância letal.
Só depois de ouvir uma palestra sobre o que é a pessoa humana este último médico confessou que talvez havia que pôr em discussão tal prática.
Frente à mesma enfermidade, alguns médicos intervieram cirurgicamente e outros ao contrário optavam pela morte, que agora é também legal.
O aspecto mais horripilante desta história é ver com que superficialidade e banalidade se decide matar as crianças.

-- De um ponto de vista civil e moral, como se pode valorizar esta decisão da magistratura holandesa?

-- Pe. Miranda: Estão a comportar-se como se fazia em Esparta, a matar as crianças com critérios selectivos. As batalhas levadas a cabo durante séculos sobre a reivindicação dos direitos humanos parecem anuladas frente a estas decisões.
Estamos ante a negação do pensamento judaico-cristão. Na tradição do pensamento ocidental, uma pessoa tem um valor intrínseco pelo simples fato de ser um ser humano.
No momento em que se considera que por suas condições «não vale» a pena, então é eliminado; em suma, qualquer um decide matar.

-- Fala-se de uma reaparição da mentalidade eugénica...

-- Pe. Miranda: Esta mentalidade eugénica já está aplicada com a prática do aborto. Se houvesse um diagnóstico que tivesse descoberto a enfermidade durante a gravidez, provavelmente a criança nunca teria nascido.
Como escapou a este controlo então se pratica a eutanásia depois do nascimento. Trata-se de uma prática com a qual são eliminados os seres humanos considerados «não válidos». Exatamente uma prática eugénica de eliminação do que alguns valorizam como «defeituosos».


-- O jornal romano La Repubblica (31 de agosto de 2004) sustenta que a situação holandesa é «diferente da eugenia nazi», porque «os médicos hitlerianos suprimiam à força com injeções letais crianças sadias porque eram judaicas ou ciganas...».

-- Pe. Miranda: Lamentavelmente o artigo publicado por La Repubblica oferece informações erradas. Também na Holanda se suprimem crianças com injeções letais. Também o autor do artigo talvez não saiba que o programa de eutanásia de Hitler estava rigorosamente reservado aos alemães, e só mais tarde foi estendido às outras etnias.
O programa nazi orientava-se para crianças nascidas com enfermidades que, segundo o seu ponto de vista, ameaçavam a integridade física.
O primeiro caso de eutanásia foi praticado em um menino que tinha lábio leporino. Ocorreu a pedido dos pais, que temendo que tivesse uma vida infeliz pediram ajuda aos médicos do regime hitleriano, que aconselharam a eutanásia.










Relembrar o sr. Carlos Cruz:
parece que há várias «RTP Memória»...

Heduíno Gomes

Sob vários pretextos, de vez em quando lá levamos com o sr. Carlos Cruz num dos canais de televisão.

Se morre um amigo (de carreira!) dele, lá o sr. Carlos Cruz é entrevistado, a chorar, como sabe bem fazer.

Se morre outro amigo (de carreira!) dele, lá o sr. Carlos Cruz é entrevistado, a chorar, como sabe bem fazer.

Se chove na terra dele, lá comenta o temporal.

Se chega a Primavera, lá dá as boas-vindas às andorinhas.

Agora, a pretexto de se falar de um actor, lá aparece o sr. Carlos Cruz no programa 1,2,3. Tanto faz, na RTP ou noutro canal qualquer.

As televisões estarão todas transformadas em «RTP Memória»? Ou estaremos perante uma tentativa de lavagem da imagem do o sr. Carlos Cruz?

Estando o sr. Carlos Cruz a ser julgado por acusação de pedofilia, recomendaria o bom senso, o pudor e o respeito pelas famílias e pelos tribunais que os serviços públicos de televisão, do Estado ou privados, se abstivessem de mostrar tal personagem como herói. Pelo menos, até ouvirmos a sentença, que há-de ser lida depois de serem ouvidas mais as trinta e seis mil quatrocentas e vinte e sete testemunhas que os seus advogados indicaram recentemente. Recomendaria o bom senso, o pudor e o respeito pelas famílias e pelos tribunais... a não ser que motivos subterrâneos existam da parte de quem assim procede.

Independentemente da acusação de pedofilia que pesa sobre o sr. Carlos Cruz, nunca devemos esquecer o seu papel dissolvente dos valores da família, quer como Director de Programas, quer como pivot de programas «recreativos». A memória curta paga-se cara.






terça-feira, 6 de abril de 2010

Imoralidade nas chamadas telefónicas
de solidariedade

É uma vergonha o que se passa com o valor das chamadas telefónicas de ajuda a vítimas de catástrofes.
Cada chamada custa a quem a faz 72 cêntimos (60 cêntimos + IVA).
No entanto, para as organizações de ajuda no terreno são canalizados apenas 50 cêntimos , ou seja, mais ou menos 69% do que pagámos.

Os restantes 31% -- 22 cêntimos -- vão uma parte para o IVA -- 20% -- e restante para o conluio operadoras-televisão anunciante. Isto é, alen do fisco, a PT, Zon, TMN, Vodafone, Optimus...

Assim, o conluio operadoras-televisão anunciante fazem o seu negócio normal à custa da solidariedade...

É aqui que há uma grande IMORALIDADE.

Mais ainda, é de estranhar que, se fizermos um donativo em dinheiro para qualquer instituição de solideriedade a pessoa ou entidade que o faz, vai ter benefícios fiscais em sede de IRS e IRC, conforme seja pessoa singular ou colectiva.

É claro que se analizarmos isto apenas por uma chamada, os valores são irrisórios. No entanto é preciso não esquecer que são muitos milhares de chamadas que estão em questão. É vulgar ouvirmos, numa qualquer estação de televisão que esteja a patrocinar uma dessas campanhas, que já conseguiram angariar 200 mil euros para uma tal organização. Ora olhando para os números acima temos que concordar que o negócio é no mínimo apetecível.

Por isso acho vergonhoso e IMORAL e é obrigação de todos alertarmos para esta situação divulgando-a o mais possível com o fim de que pelo menos o valor do IVA seja retirado ou melhor ainda, seja acrescentado aos tais 50 cêntimos e entregarem não 50 mas 62 cêntimos às organizações de soliriedade que actuam no terreno.

Em relação aos outros 10 centimos é de lamentar como se aproveita o sofrimento de uns e a solidariedade de outros para se fazer negócio.

Divulgar o mais possível! Envie aos seus amigos a seguinte ligação:

Enviado por Alfredo Pereira



quinta-feira, 1 de abril de 2010

Aviso às famílias sobre o posicionamento
da nova direcção do PPD-PSD

DECLARAÇÃO DO CONSELHO DIRECTIVO
DA UNIÃO DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS

Ascendeu à Presidência do PPD-PSD Pedro Passos Coelho, cujas posições em matéria de política de família e Civilização, nomeadamente sobre os costumes, são das piores no panorama político português.

Pedro Passos Coelho defende a cultura da morte, nomeadamente na questão do aborto e da eutanásia, o que o opõe ao direito à vida e a uma família solidária para com os seus velhos.

Pedro Passos Coelho defende os chamados «casamentos» entre invertidos e diz ter dúvidas sobre se os chamados «casais homossexuais devem poder adoptar crianças», o que constitui uma total perversão do conceito natural de família e a exposição das crianças aos maiores riscos morais e psíquicos.

Pedro Passos Coelho defende a livre pornografia nos meios de comunicação como parte da «liberdade», o que constitui uma permanente agressão às famílias, às crianças e aos jovens, contribuindo assim para a sua deformação moral e perturbação mental.

Pedro Passos Coelho defende a legalização das drogas, o que significa que, chegando ao Governo, conduziria o Estado à capitulação perante o crime e à destruição física, psíquica e moral da juventude.

(Segundo as declarações proferidas em 14 de Maio de 2008, numa reunião do seu partido, relatada no jornal Expresso do dia 17 desse mês.)

Pedro Passos Coelho defende ainda, no seu livro Mudar, recentemente publicado, várias políticas que se revelam contrárias ao desenvolvimento natural da família, das crianças e dos jovens, como seja a política de educação, a política de cultura, a política de família e a política económica.

No seu discurso de vitória nas eleições internas do PPD-PSD, Pedro Passos Coelho anunciou que, chegando ao Governo, iria tornar Portugal «mais progressista». Esta expressão utilizada por Pedro Passos Coelho, dadas as declarações antecedentes, tem de ser devidamente entendida.

O Conselho Directivo da União das Famílias Portuguesas deixa aqui o seu alerta a todos os pais e mães sobre este perigo suplementar que espreita sobre as famílias, jovens e crianças, com a agravante de vir da parte de um sector político que, de um modo geral, até agora, se havia demarcado das políticas declaradamente antifamília de outros partidos.

Lisboa, 30 de Março de 2010

O Conselho Directivo da União das Famílias Portuguesas

 
 

Apelo a dadores














Cidália Maria Silva Pereira
Olá amigos,

Um dia perguntaram-me:
Como consegues energia para ultrapassar os obstáculos sempre de sorriso?
Ao que respondi:
Na vida o que não mata fortalece…
Estou viva!
A vida pregou-me mais uma partida! Encontro-me desde o dia 26 de Fevereiro internada na Unidade de Doentes Neutropénicos do Hospital de São João no Porto...
Foi-me diagnosticada uma doença de sangue bastante grave - Leucemia Linfoblástica Aguda Tipo B.
Apesar de ter consciência e noção do meu estado de saúde, estou optimista!
Ao longo da minha vida, muitos têem sido os obstáculos e etapas difíceis…no meu caminho com muito esforço, empenho e coragem, tenho conseguido vencer com sucesso todos eles!
E com esta determinação e confiança de que dentro em breve estarei curada, dando apoio a todos aqueles que neste momento vivem a mesma situação, aqui estou eu… não desistam!
Não pensem que acontece só aos outros!
Eu já estava inscrita como dadora há alguns anos e vejam a ironia…neste momento sou eu quem necessita de um dador compatível.
Assim faço um apelo,
Ajudem, Contribuam, Não custa nada,
Podem estar a salvar uma VIDA!


Contactar Carlos Rocha
rochafcarlos@gmail.com


sábado, 27 de março de 2010

Curso ensina sogros a não interferir na vida dos filhos

Para combater uma das principais causas de divórcio em Itália: a intromissão dos sogros na vida matrimonial dos filhos, uma igreja italiana abriu um curso para ensinar técnicas de "não ingerência".

Segundo avança a BBC Brasil, a arquidiocese de Friuli, no norte de Itália, decidiu abrir um curso na cidade de Udine para ensinar sogros e sogras a não interferirem na vida matrimonial dos filhos.

O curso, que conta com o apoio financeiro da câmara municipal de Udine, é gratuito e oferece três aulas por semana a sogros e sogras, que o poderão frequentar individualmente ou como casal. Durante as aulas, vários psicólogos irão ensinar os sogros a não se intrometerem demasiado na vida matrimonial dos filhos e a encontrar formas de ajudar a criar os netos respeitando as escolhas dos pais.

De acordo com os organizadores, as intromissões dos sogros nas vidas dos filhos desencadeiam discussões entre os casais e levam, muitas vezes, ao fim de relações aparentemente sólidas, adianta o mesmo site.

A BBC Brasil refere ainda que, segundo os organizadores do curso, várias pesquisas revelam que a intromissão dos pais na vida matrimonial dos filhos é uma das principais causas de divórcio na Itália.

"Os estudos mostram claramente que pelo menos três em cada dez casamentos entram em crise por causa dos sogros. Em algumas regiões, essa proporção chega aos 50%", afirmou o padre Giuseppe Faccin, responsável pela arquidiocese de Udine.

Os dados citados por Giuseppe Faccin são confirmados pela associação italiana dos advogados especializados em divórcios que afirma que a intromissão dos sogros na vida de um casal é tão grave quanto a infidelidade conjugal, revela a BBC Brasil.

O organismo calcula que cerca de 30% das separações judiciais ocorrem por culpa dos sogros, sendo as relações mais problemáticas aquelas que envolvem as mães dos maridos, que muitas vezes entram em rota de colisão com as noras.

(Dos jornais)



Zelo profissional...

Alfredo Pereira

Reino Unido. Urna a sair e carro funerário a ser apreendido por estacionamento. Já estou a ver os zelosos da Emel a facturarem junto à Basílica da Estrela...