segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Homens errados nos lugares errados

Raquel Abecassis
[  Para ler, clicar na imagem do texto  ]


Este é o Goulão, do Partido Comunista moderno e das drogas, a favor da sua despenalização e das salas de xuto.


Este é o Duarte Vilar, da promiscuidade sexual dos jovens e do aborto, que diz: «Em relação à educação sexual não há na lei nenhuma coisa que diga que os pais devem dar uma autorização prévia. E nós achamos muito bem.»



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Apelo a dadores de medula óssea para salvar o Kiko

O Kiko de apenas 10 anos, está com uma leucemia gravíssima. Para ter hipótese de sobreviver precisa de receber urgentemente um transplante de medula óssea e precisa de encontrar um dador compatível. A probabilidade disso acontecer é muito pequena: de 1 para 10 000. Quem sabe um de nós não o pode ajudar?
Contactar Maria João Costa mjcosta@dquixote.leya.com



domingo, 31 de janeiro de 2010

Apelo para salvar a Sofia


A Sofia Domingues Fonseca é uma bebé de apenas sete meses. Recentemente, foi-lhe diagnosticado uma leucemia. Para poder continuar a viver, necessita urgentemente de um transplante de medula óssea compatível com o seu grupo sanguíneo.

Contactar Ana Bernardes abernardes@fct.uc.pt
919107979

ou directamente o Centro de Histocompatibilidade
Registo Português de Dadores de Medula Óssea
Hospitais da Universidade de Coimbra

Condições exigidas:

 Ter idade compreendida entre 18 e 45 anos.
 Não ter menos de 50Kg de peso.
 Nunca ter recebido uma transfusão de sangue.
 Não sofrer de doenças crónicas (Diabetes, hipertensão arterial, outras)
 Não estar inscrito na base de dados de dadores de medula óssea.

Atenção ao dia de matrícula do seu carro
por causa da inspecção!

clicar na imagem para ler  ]


O meu carro tem matrícula de Janeiro de 2006 e portanto eu sabia que tinha que ir à inspecção neste mês. Porém, ao circular, ainda em Janeiro, fui surpreendido por um carro da PSP que me abordou pelas traseiras e me mandou parar.
O agente disse-me que eu estava em transgressão porque a viatura não tinha ido à inspecção antes do dia 18, já passado, visto que o seu registo tinha sido efectuado em 18 de Janeiro de 2006.

Verifiquei no auto de contra ordenação que efectivamente eu estava em falta. O D.L. 554/99 de 16 de Dezembro, que a estabelecia no mês do registo, foi alterado pelo D.L. 109/2004 de de 12 de Maio, que estabeleceu como data limite o dia do registo.

Perguntei ao agente como é que ele sabia que eu estava em falta, ele e mostrou-me que no carro da Polícia estava instalado um pequeno radar no capot que indica estas situações. E confirmei vendo que de qualquer viatura que, passasse por nós, de imediato era exibida a sua matrícula e outros dados a ela relativos! E aos agentes, mesmo que o quisessem, era impossível evitar a coima porque os dados tinham sido simultâneamente registados no computador central da PSP.

Daí, tenho para liquidar agora uma coima de €250,00!!!

Como usar a aspirina em caso de ataque cardíaco

Deve saber que há outros sintomas de ataques cardíacos para além da dor no braço esquerdo.
Deve também prestar atenção a uma dor intensa no queixo assim como a náuseas e a suores abundantes, pois estes também não são sintomas vulgares.
Pode não sentir nunca uma primeira dor no peito durante um ataque cardíaco. 60% das pessoas que tiveram um ataque cardíaco enquanto dormiam já não se levantaram.
Porém... a dor no peito, pode acordá-lo dum sono profundo.
Se assim for, dissolva imediatamente duas aspirinas na boca e engula-as com um pouco de água.
Em seguida, ligue para o 112 e diga 'ataque cardíaco' e que tomou 2 aspirinas.
Sente-se numa cadeira ou sofá e espere pela chegada dos serviços de emergência do 112 e ... ...NÃO SE DEITE!!!

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ça ira!

Manifesto da revolução matrimonial portuguesa

Gonçalo Portocarrero de Almada

Por que razão se há-de impor dogmaticamente que o casamento se estabelece entre duas pessoas?! Por que não entre três?

O País comoveu-se quando a menina Jéssica declarou publicamente amar a menina Nádia e, por isso, com ela querer casar. E indignou-se quando um qualquer mangas-de-alpaca se opôs a tão nobre propósito, com o retrógrado pretexto de que o Código Civil não apadrinha um tão extremoso ajuntamento. Vai daí as duas meninas, em nome da sua arrebatadora paixão, decidem recorrer para os tribunais, que, em última instância, negam o direito ao pretendido casamento. O que lhes valeu foi o Governo, que, comovido com o enternecedor folhetim e zangado com os malvados juízes, se apressou a fazer justiça pelas suas próprias mãos, autorizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a que se seguiu a posterior aprovação parlamentar. Alegre-se o país com o happy end que pôs termo a este emocionante folhetim, digno de Bollywood, mas ninguém se iluda, porque o feliz desfecho deste rocambolesco episódio mediático mais não é do que o preâmbulo de um novo regime do casamento civil em Portugal.

A verdade é que as duas heroínas do amor, protomártires do casamento dito homossexual, são um bocado antiquadas, pois a sociedade pós-moderna deste sorridente século XXI conhece mais arrojadas expressões de acasalamento. Por exemplo, essa "cena" de que o casamento é a dois já deu o que tinha a dar e, mesmo que se admita como relíquia de outras eras, não pode ser tida, numa sociedade multicultural e globalizada, como a única modalidade matrimonial reconhecida pela lei civil. Com efeito, por que razão se há-de impor dogmaticamente que o casamento se estabelece sempre entre duas pessoas?! Porque não entre três, por exemplo, que é a conta que Deus fez?!

Se a menina Nádia e a menina Jéssica têm direito a que o seu romântico amor seja juridicamente considerado matrimonial, porque razão o menino Ibrahim, magrebino que joga no Futebol Clube da Reboleira, não pode casar simultaneamente com as suas amadas Sheila e Cynthia? Afinal, onde é que está escrito que o casamento é monogâmico? No Código Civil, é certo, mas não era também nesse vetusto pergaminho que se prescrevia a não menos odiosa exigência da disparidade de sexo, que tanto afligiu as meninas Jéssica e Nádia?!

Diga-se ainda, por último, que a exigência legal de que o matrimónio se estabeleça entre duas pessoas é contrária aos mais elementares direitos dos animais não-humanos. A definição do casamento como união de um homem com uma mulher é tão arcaica quanto o matrimónio para a procriação: o casamento moderno não tem nada que ver com a família ou com a geração, porque foi elevado à sublime condição do mais libérrimo amor. Ora o amor não se afirma apenas entre os humanos, como muito bem sabem quantos estimam os animais mais do que os seus semelhantes que, salvo melhor opinião, não são as ditas bestas.

Se já se admite a união "matrimonial" de duas mulheres ou de dois homens, admita-se também o casamento de vários cônjuges! Se não se aceita apenas o matrimónio monogâmico e heterossexual, reconheça-se então, pela mesma razão, o casamento poligâmico e homossexual! Se se deu às meninas Nádia e Jéssica o direito ao seu recíproco casamento, não se negue ao menino Ibrahim o direito ao seu harém, a bem da liberdade de nós todos, dele e também das suas muito queridas Cynthia e Sheila que, em tempo de crise, estão pelos ajustes de partilhar o mesmo marido.

Assim sendo, espera-se agora que a D. Arlete, que, desde que faleceu o marido e os filhos abalaram para parte incerta, se entregou de alma e coração à sua gata Britney, exija que o Estado português lhe permita institucionalizar esta sua amantíssima relação com o seu bichano, bem mais fiel do que o seu defunto ente querido, e muito mais carinhoso do que a sua ingrata prole. É provável que o zeloso funcionário de turno não queira abençoar esta revolucionária união e que, mais uma vez, os tribunais confirmem a recusa, em nome de um qualquer alfarrábio ultramontano. Mas se a D. Arlete, à imagem e semelhança do amoroso casalinho das meninas Jéssica e Nádia, perseverar no seu revolucionário empenho, é certo e sabido que tem garantida a vitória nos corações de todos os portugueses, sejam eles gatos ou não. E, mesmo que os tribunais não lhe dêem a razão, terá decerto direito ao prime time dos noticiários de todas as televisões e, depois, à bênção nupcial do Governo e do Parlamento.

(Nota: todos os nomes são fictícios, menos o da gata, à qual se pede desculpa pela inconfidência).

sábado, 16 de janeiro de 2010

Cuidado com as bebidas enlatadas

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Como reduzir o ângulo morto nos espelhos do seu carro?

Enviado por Alfredo Pereira

Cuide da segurança da sua família. Veja neste vídeo como reduzir o ângulo morto nos espelhos do seu carro.

[clique na imagem para descarregar o vídeo]


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Conservadores dos registos civis admitem recusar
«casamentos» entre sodomitas

Heduíno Gomes

Segundo o DN, vários conservadores dos registos civis do Norte e de Lisboa querem saber se podem recusar a realização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo, alegando objecção de consciência.

Sobre esta matéria, estabelece-se uma discussão jurídica, alheada da essência moral, sobre a legalidade ou ilegalidade da objecção de consciência. Como sempre, no direito, por cada jurista que diga uma coisa, há sempre outro a dizer o contrário. Ou não houvesse Isabeis Moreiras.

De qualquer modo, a conclusão é que a exigência do direito à objecção de consciência é outra frente de luta das pessoas dignas.

Aviso da PSP sobre técnica de assalto

Está com os seus amigos num restaurante bar ou noutro sítio qualquer. De repente, chega um indivíduo e pergunta de quem é o carro tal, cor tal, matrícula tal, estacionado ali na rua. Pedem que o dono dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está a dificultar a saída de um outro. Bastante solícito, vai e, ao chegar ao seu carro, anunciam-lhe o assalto. Levam o veículo, os pertences e ainda tem sorte se não levar um tiro.

Numa mesma noite, a polícia atendeu três pessoas feridas, todas envolvendo a mesma história.

Se receber esse aviso, que pode ser armadilha, não vá sozinho!

Divulgue esta notícia para alertar os amigos.
Envie-lhes o endereço deste post.


domingo, 10 de janeiro de 2010

sábado, 9 de janeiro de 2010

Boa informação sobre farmácias de serviço


Com este inovador sistema de informação das Farmácias Portuguesas já pode saber no seu telemóvel qual é a Farmácia de Serviço mais perto de si. De forma rápida e simples, terá acesso em poucos segundos à Farmácia de Serviço mais próxima - isto é, às que integram o serviço de escala, disponivel das 20:000 às 09:00 de segunda a sexta e nas 24 horas de sábados, domingos e feriados.

Como funciona o serviço FARMÁCIAS DE SERVIÇO?

1. Envie um SMS para o número 68632 com o seguinte texto:
FARMÁCIA [espaço] [4 primeiros dígitos do CÓDIGO POSTAL]
Exemplo: Farmácia 1249

2. Recebe de imediato um SMS com os contactos da Farmácia de Serviço da sua localidade.

3. Memorize o número 68632 no seu telemóvel para futuras utilizações.

Comunicado da Plataforma Cidadania e Casamento
sobre o referendo e a Assembleia da República


Lamentamos que uma maioria circunstancial no parlamento tenha chumbado o pedido de referendo. Configura um grave desrespeito do parlamento pelos cidadãos que o subscreveram e revela uma aflitiva falta de cultura democrática, quando não de uma pretensão totalitária que a todos nos deve fazer pensar. Nestes termos e porque (pela identificação dos que o chumbaram com os que defendem o casamento entre pessoas do mesmo sexo) nos parece que a rejeição do referendo está associada ao medo de o perder, não podemos deixar de observar que aconteceu o que é clássico: a falta de coragem com facilidade resvala para o uso violento da força.

No entanto o resultado da votação de hoje não anula um facto: a sociedade portuguesa deseja este referendo. Prova-o as 92 mil assinaturas angariadas em três semanas “de rua”, todas as sondagens e estudos de opinião (que foi pena não tivesse havido em maior quantidade), a maioria da opinião publicada e, até, a expressiva votação em seu favor hoje havida.

Demonstra-o também o facto de nos continuarem a chegar assinaturas de todo o país e cujas, por respeito pelo empenho cívico dos que as angariaram e subscreveram, não deixaremos de entregar na Assembleia da República, no momento que considerarmos oportuno. Apelamos nesse sentido a todos os que ainda tem assinaturas na sua posse a que no-las façam chegar.

Com a votação de hoje, que não fecha o processo legislativo, não se encerra por isso nem o pedido de referendo nem o debate que a sociedade portuguesa reclama.

A Plataforma Cidadania e Casamento continuará a fazer-se eco deste clamor popular não apenas pelo país inteiro como junto de todas as instâncias políticas e jurídicas. Não pararemos até que em Portugal se realize o referendo que esta petição tão expressivamente pediu. Quer as leis hoje aprovadas venham, após a passagem de todos os crivos legais, a efectivamente vigorar, quer não.

Porque se o casamento é um contrato, o referendo é um direito!

Lisboa, 8 de Janeiro de 2010


Como colocar os pneus do seu carro?

Enviado por Alfredo Pereira

Se troca 2 dos pneus do seu carro, onde colocar os mais novos e os outros?
Cuide da segurança da sua família. Veja neste vídeo a prova.

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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Um bom exemplo de mobilização em defesa da família

Heduíno Gomes


Foi entregue na Assembleia da República a petição para a realização de um referendo sobre o chamado «casamento» entre indivíduos do mesmo sexo.

Uma tal petição exigia por lei o mínimo de 75 mil assinaturas. Pois, num contra-relógio, em apenas 3 semanas, um grupo de pessoas de todas as idades e de várias sensibilidades políticas (principalmente sem partido, PPD-PSD, CDS-PP e PS), com especial destaque para os jovens, conseguiu reunir quase 95 mil assinaturas!

Este é mais um bom exemplo de mobilização para a defesa dos valores da família.

A Plataforma Cidadania e Casamento teve os seguintes 144 mandatários:

Adriano Fupardo Vaz Serra, Afonso Pegado, Alexandra Tété, Alexandra Parente Lopes, Alexandre Silva Carvalho, Álvaro Camilo Malta, Ana Catarina de Almeida, Ana Cláudia Cid Gonçalves, Ana Maria Ramalheira, Ana Maria Malta, Ana Teresa Faria, António Rodrigues Teotónio, António Gentil Martins, António Maria Reis, António Maria de Sampaio Soares, António Monteiro Marques, António Pinheiro Torres, António Variliano Vieira da Costa, Carla Afonso da Rocha, Carlos Carreiras, Catarina Matos Correia, Catarina Cotrim de Figueiredo, Cláudio Anaia, Cristina Soares de Vasconcelos, Dário Farinha Tavares, Dina Maria de Matos Ferreira, Dinis Moreira Rodrigues, Duarte Castro Guedes, Eduardo de Melo Lucas Coelho, Fernando Adão da Fonseca, Fernando Ribeiro e Castro, Fernando Soares Loja, Filipe Anacoreta Correia, Francisco Costa Guedes, Francisco Sarsfield Cabral, Francisco Rebello de Andrade, Francisco Mota Ferreira, Francisco Vilhena da Cunha, Gonçalo Filipe de Carvalho Patrocínio, Gonçalo Maleitas Correa, Gonçalo Machado de Bettencourt, Heduíno Gomes, Heitor Manuel Lobão Gomes, Inês Dentinho, Isabel Carmo Pedro, Isilda Pegado, Ivan Roque Duarte, Joana Patrícia Norberto Loja, João Aníbal Coelho Pinheiro, João Domingos Fernandes de Abreu Salgado, João lves César das Neves, João Alexandre da Fonseca, João Leal Nobre, Jorge Líbano Monteiro, Jorge Manuel Rocha, José Souto de Moura, José Alexandre de Gusmão Rueff Tavares, José Araújo Guimarães, José Augusto Lobo Moutinho, José Luís Cláudio Valbom, José Maria André, José Maria da Costa Álvares, José Maria Lobo Moutinho, José Maria Vieira Duque, José Franco Frazão, José Paulo Baptista Fontes, José Paulo Areia de Carvalho, José Pedro Ramos Ascensão, José Pereira de Sousa, José Pinto Ferreira, José Ribeiro e Castro, Lopo de Carvalho, Lourenço Marçal Baptista de Morais, Ludgero Afonso Coelho, Luís Simões do Rosário, Luís Alves da Costa, Luís Brito Correia, Luis de Campos Carvalho, Luís Botelho Ribeiro, Manuel de Almeida Brás, Manuel Carneiro da Frada, Manuel João da Silva Ramos, Margarida Mendonça Correia, Maria Ana Alexandre da Fonseca, Maria da Graça Maldonado Passanha Alves da Silva, Maria Mateus Raposo, Maria Eugénia Gambôa, Maria Francisca Freire de Andrade, Maria Inês Avelar Santos, Maria Inês Alexandre da Fonseca, Maria José Nogueira Pinto, Maria Luísa Fernandes Simões Nunes, Maria Matilde de Sousa Cabral Soares Mendes, Maria Matilde Pessoa de Magalhães Figueiredo de Sousa Franco, Maria Phoebe de Castro Henriques, Maria Teresa Rodrigues Ribeiro, Mariana Ramos de Magalhães, Mariana de Figueiredo Pacheco Loureiro, Mário Jorge Ferreira Marques, Mário Pinto, Michel Marie Joseph Gabriel Renaud, Miguel Alves dos Reis Cunha, Nuno Gonçalves Morgado, Nuno Miguel Alves Lobo da Costa Azevedo, Nuno Miguel de Sousa Vinhais, Nuno Miguel Marcos Saraiva de Ponte, Nuno Miguel Miler Bastos, Óscar Afonso Revez Segura, Paula Cristina Fonseca Norberto Loja, Paulo de Faria Lynce Núncio, Paulo Lopes Marcelo, Paulo Garcia Adragão, Paulo Pinto Macedo, Pedro Fonseca Rosário, Pedro Lynce, Pedro Madeira Rodrigues, Pedro Nunes Correia, Pedro Vassalo Santos, Pedro Vaz Pato, Pedro Picoito, Pedro Santana Lopes, Ricardo Lopes de Saldanha, Rita Tavares de Andrade, Rita Maria de Sousa Rêgo, Rodolfo Abel Dias Valentim, Rui Gomes da Silva, Rui Tabarra e Castro, Salvador Gil Serrano, Samuel Pinheiro Pinto, Serafim Pinto Guimarães, Sérgio Ferreira de Matos, Sofia Guedes, Telmo Correia, Teresa Maria Neto Venda, Thereza Aires de Campos, Tiago Lopes de Miranda, Vasco Fresco Mina.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Proposta de reflexão para 2010



A Redacção propõe-lhe a seguinte reflexão para o novo ano.

Será que o Sócrates ou qualquer outro político dos «casamentos» entre sodomitas,

o Daniel Sampaio ou qualquer outro psiquiatra afectado,

um burocrata da Segurança Social ou do Ministério da Educação,

as SIC, as Marias Elisas, os Carlos Cruzes, etc.

têm o direito de determinar a «educação sexual» dos meus filhos?

bb

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Medula óssea: vamos ajudar a Ana Patrícia!



Ana Patrícia Ribeiro Fernandes, de 4 anos, reside em Murça, Trás-os-Montes. Está neste momento internada no IPO do Porto e precisa urgentemente de encontrar um doador de medula.


Vamos tentar ajudar a encontrar um doador compatível. Se não puderes ser doador, pelo menos passa esta mensagem ao maior número de pessoas possível.

Ajudem a salvar a esta menina!
Contactem o serviço de sangue que tenham mais perto!

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

O processo Casa Pia e o PS

Pedro Namora denuncia o afastamento de Catalina Pestana e outras manobras de bastidores para encobrir pedófilos.




De http://maislusitania.blogspot.com

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Natal com a SIC e a Walt Disney

Heduíno Gomes

No dia de Natal, à tarde, a SIC transmitiu a longa metragem da Walt Disney «Uma história de encantar», no original «Enchanted». Trata-se de um filme dirigido a crianças, por isso dobrado em português, onde o grupo decadente que domina a Walt Disney procura arrastar para os conceitos antifamília as crianças do mundo inteiro.


No filme surgem repetidas mensagens explícitas e subliminares contra a estabilidade do casamento, a que, «filosoficamente», é chamado pelo advogado Robert «conto de fadas».
A coisa assume proporções de escândalo. Primeiro, é sugerida a troca de casais, o que acaba por acontecer no fim «cor-de-rosa», em que o A da B fica com a D e o C da D fica com a B. E depois, para dar um ar ainda mais «realista» à fita, aparecem uns pederastas com um ar todo natural neste mundo moderno...
À degradação moral das crianças, há ainda a juntar o aspecto da sua deformação psicológica e religiosa com as conhecidas «magias» Walt Disney.
É preciso que os pais saibam que, quando estão a oferecer aos seus filhos mercadoria Walt Disney, não podem ficar descansados. Este é um bom exemplo. E tudo se torna tão mais perigoso quanto é elevada a execução artística da produção, já com décadas de experiência.


As sequelas do divórcio nos filhos


Um livro de CEU Ediciones trata dos estudos sobre as sequelas do divórcio nos filhos chama a atenção sobre os dados da sociologia americana, inglesa e escandinava acerca de esta questão, que revelam que os filhos de pais divorciados mostram uma maior tendência a ter problemas no desenvolvimento educativo e psicológico.


Ya sea por falta de profundización en el tema o por la acción de un sesgo ideológico en torno a esta cuestión, lo cierto es que en España son prácticamente desconocidos los datos que la sociología empírica constata acerca de los efectos del divorcio sobre los hijos. Salvar esta laguna documental e interpretar lo que los datos revelan sobre el tema es lo que propone el libro ‘Las secuelas del divorcio. Los efectos sobre los hijos de la sociología empírica’, editado por CEU Edicones.
En él, los autores, un matrimonio compuesto por la profesora de la Universitat Pompeu Fabra, Anna Garriga, y el profesor de la Universitat Abat Oliba, Jorge Martinez Lucena desarrollan el tema del estudio con el que fueron premiados en la II Edición de los Premios Balbuena de la Rosa- CEU, organizados por el Instituto de Estudios de la Familia de la Universidad CEU San Pablo y el Estudio Legal Pérez-Alhama.
Garriga y Lucena recorren sistemáticamente en la obra la profusa documentación que las sociologías inglesa, americana y escandinava han elaborado sobre el tema del divorcio y sus consecuencias. Se trata de recapitular lo que hoy se puede decir sobre los efectos del divorcio. A partir de las evidencias estadísticas, se adentran en las complicaciones adicionales que pueden sufrir los hijos por el hecho de que sus padres estén divorciados
Apartado de todo maximalismo, la obra pretende exponer una realidad que opera cada vez con más fuerza en la sociedad y que requiere la atención de todos, sobre todo en los planos psicológico y afectivo.
En este sentido, es significativo el análisis comparativo que la obra realiza de los rendimientos académicos de los hijos de padres divorciados en relación con el de aquellos alumnos de padres casados. Asimismo, estos dos investigadores profundizan en el divorcio como posible origen de cierto tipo de depresiones y de problemas de autoestima, así como de carencias latentes susceptibles de manifestarse años más tarde, llegada ya la edad adulta.
Finalmente, lo que el libro encierra es una interpelación a los poderes públicos y a la sociedad misma a que se consideren en conciencia las consecuencias del divorcio y a que éste no se plantee como la única alternativa ante los problemas conyugales.
Por otra parte, la obra se comprende a sí misma como el ariete necesario para incorporar otro prisma a un aspecto de la sociología, como es el de la reflexión sobre la realidad del divorcio, que presenta una gran uniformidad ideológica.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Que educação dar aos filhos?

Enviado por Alfredo Pereira
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sábado, 19 de dezembro de 2009

Os falsos argumentos jurídicos
do «casamento homossexual»

Mário Pinto, Público, 16-12-2009

O conceito de família, na Declaração Universal e na Constituição,
é o do casamento de um homem com uma mulher


1.O casamento (obviamente de um homem com uma mulher) é uma instituição fundamental, constituinte da família biológica humana, a qual é universalmente considerada como a célula ou elemento base da sociedade. A Declaração Universal dos Direitos do Homem diz, no n.º 3 do art. 16.º, que a família é o grupo natural e fundamental (natural e fundamental, note-se bem) da sociedade, e tem direito a ser protegida pela sociedade e pelo Estado: (3) The family is the natural and fundamental group unit of society and is entitled to protection by society and the State. A nossa Constituição diz também, no art. 67.º: "a família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado [...]". Não há nenhuma dúvida de que o conceito de família, quer na Declaração Universal, quer na nossa Constituição, é o da família fundada no casamento de um homem com uma mulher. Porque só esta família é naturalmente procriadora. É neste sentido que é célula ou elemento fundamental da sociedade. E é por esta razão que é merecedora de protecção, quer da sociedade quer do Estado.

 



2. Como escreveu o Prof. Daniel Serrão, e peço licença para transcrever: "A espécie humana é gonocórica, ou seja, tem uma forma corporal masculina e outra forma corporal feminina. Como em muitas outras espécies animais. As diferenças entre estas formas corporais dependem da diferente função dos órgãos, para que possa haver fecundação da forma feminina pela masculina. Os corpos dos seres humanos estão constituídos como corpos sexualizados. Portanto, em termos estritamente biológicos, o dimorfismo sexual está ordenado para a procriação. E este dado biológico não pode ser esquecido ou escamoteado, na ponderação da relação sexual entre corpos da mesma natureza sexual, ou seja, entre corpos masculinos entre si e corpos femininos igualmente entre si".

3. Nesta base (que, aliás, é bem evidente), não têm adequação os argumentos que tentam fazer equivaler juridicamente a "união homossexual" ao casamento, invocando erradamente o princípio constitucional da dignidade humana e o princípio constitucional da não discriminação. Vejamos.

4. A dignidade humana é comum a todas as pessoas: homens, mulheres, crianças, idosos, sãos e doentes, débeis mentais e deficientes profundos, todos têm a mesma dignidade. Inclusive o embrião humano beneficia já da protecção devida à dignidade humana. Mas, porque se trata de uma qualidade comum de todas as pessoas, não é quantificável. Ora, daqui não se tira que todas tenham as mesmas capacidades jurídicas e as mesmas legitimidades institucionais. Estas são, sem dúvida, diferenciáveis ou quantificáveis. Como é óbvio e nem vale a pena desenvolver. Qualquer jurista medíocre distingue entre personalidade jurídica (invariável) e capacidades jurídicas (variáveis). Portanto, o argumento da igual dignidade das pessoas é irrelevante para daí se concluir acerca da igualdade ou da desigualdade entre um "par homossexual" e um "casal heterossexual". A capacidade jurídica ou a legitimidade institucional para o casamento juridicamente reconhecido não decorre da dignidade: decorre de capacidades e de legitimidades específicas, reconhecidas exclusivamente ao casal homem-mulher, dados os fins indisponíveis da instituição casamento-família. E isto não ofende a igual dignidade, como é óbvio.

5. E quanto ao argumento da não discriminação? Se, como vimos, a discriminação não ofende a dignidade, também não implica ofensa à igualdade de capacidades ou condições, porque, pelo menos no aspecto essencial da reprodução, uma união de um "par homossexual" não é igual a uma união de um "casal humano". Só para quem não quer ver (e, como diz o povo, quem não quer ver é cego) é que se pode esconder e desvalorizar, para efeito de obter uma completa igualdade e equiparação do "par homossexual" com o "casal humano", a função essencial da reprodução humana.

6. É portanto totalmente falso que os homossexuais sejam discriminados porque excluídos do casamento. Eles podem casar, desde que o façam numa relação heterossexual, para a qual (note-se bem) não são nem podem ser considerados incapazes -- se o fossem, então sim estariam a ser discriminados. E também não é verdade que os homossexuais sejam discriminados por não poderem casar com pressupostos e conteúdos diferentes dos do casamento instituído; porque também os heterossexuais não podem alterar o casamento instituído. Nem os heterossexuais nem os homossexuais estão em posição diferente perante o mesmo casamento instituição. Logo, não há discriminação. O que os defensores do chamado "casamento homossexual" pretendem é um outro casamento, à medida das suas preferências subjectivas ("orientação sexual"), que não pode ser igual porque não tem função reprodutiva. Em conclusão: tal como já vimos para o argumento da dignidade humana, é uma falácia invocar o princípio da não discriminação para tentar fundamentar juridicamente a igualdade entre "dois casamentos" que são evidentemente diferentes.

7. Uma nota mais quanto à adopção. É uma ironia suprema que os pares homossexuais reivindiquem a maternidade-paternidade adoptiva dos filhos que são biologicamente exclusivos dos casais heterossexuais. Na adopção está ínsita a ideia de supletividade, isto é, uma analogia funcional com a relação geração-criação de filhos. Ora, o par homossexual representa aqui uma negação. A aceitar-se a adopção por pares homossexuais, então teria de se aceitar a adopção colectiva por duas quaisquer pessoas, que para esse efeito estabelecessem um qualquer contrato entre si, porque a existência de comércio homossexual não tem relevância positiva para o efeito da adopção. Pelo contrário, tem uma relevância negativa, porque contradiz a base heterossexual da reprodução que é a legitimação natural da criação/educação - contradição que não existe na adopção por um casal ou por uma só pessoa, deve sublinhar-se.



quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Medula óssea: apelo a dadores


O Afonso vai precisar de transplante de medula óssea e temos de encontrar um dador compatível.

Contacte a pessoa que centraliza a informação sobre a recolha.

email: carlos88@macau.ctm.net

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Proteja as suas crianças.
Veja e mostre aos seus filhos.

Enviado por A. P.
[clique na imagem para ver o diapositivo]

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Conto de Natal

Joaquim Mexia Alves


Curvado, mais pelo frio do que pelo peso da idade, caminhava apressado, arrastando os pés pela rua molhada, nem sequer sentindo que a água entrava pelos buracos dos sapatos já velhos e rotos.
Fosse esse o seu pior mal!
Tinha perdido a noção das horas e dos dias já há muito tempo, mas esta noite ele sabia qual era, e uma profunda tristeza juntava-se ao desespero da sua vida.
Era noite Natal, não tinha dúvidas, pois bastava olhar para as pessoas que por ele passavam, para perceber isso mesmo.
Enquanto caminhava naquela noite fria e chuvosa, a memória transportou-o para uma sala, onde uma lareira grande aquecia a casa e os corações à sua volta.

Mesmo ao lado da lareira o presépio, feito com todo o esmero, com musgo como deve ser, e com as figuras tradicionais que representavam aquilo que deviam representar.

No canto esquerdo da sala, a árvore de Natal, simples e discreta, porque devia ser o presépio a ocupar o lugar de destaque.

Por baixo da árvore, embrulhos de todas as cores e feitios, os presentes de Natal.
Não tinha a certeza, mas pareceu-lhe que, por debaixo da barba por fazer há tanto tempo, um sorriso se tinha aproximado dos seus lábios.
Pieguices, pensou ele, coisas do passado que já não voltam!
Mas isso obrigou-o a recordar a sua infância no Natal em casa dos seus pais, à volta do presépio, e a voz profunda do seu pai repetindo todos os anos:
Se deixarmos Jesus nascer nos nossos corações e se com Ele vivermos, nada nem ninguém nos pode tirar a paz e a alegria, e Ele nunca nos deixará sozinhos.
Tretas, disse ele entre dentes, tretas, basta bem olhar para mim!
Lembrou-se então que tinha seguido o conselho do seu pai durante uns anos.
O curso acabado, o primeiro trabalho, a primeira empresa, o seu casamento, a filha e o filho, a casa boa e a boa vida, uma aparente felicidade e a certeza de que nada lhe faltaria.
Algures durante esses anos afastou-se do conselho do pai e Jesus deixou de fazer parte da sua vida, embora, claro, comemorasse o Natal, tentando dar sempre os melhores presentes, até para mostrar como estava bem na vida.
E depois veio aquele ano terrível!
As finanças entraram em colapso, as encomendas deixaram de existir, deixou de haver dinheiro para os ordenados e finalmente os bancos exigiram o pagamento dos valores que tinha pedido para investir na empresa.
Num instante viu-se na rua, sem empresa, sem casa, sem nada e com uma vergonha impossível de suportar.
O mundo tinha-se abatido sobre ele e nada nem ninguém o podia ajudar!
Achava-se um nada, um ninguém, uma vida sem sentido e só a falta de “coragem” é que o impedia de pôr fim à vida.
Um dia não podendo suportar mais a vergonha, afastou-se definitivamente da família, dos filhos, e embrenhou-se na rua, onde passou a viver da esmola, da caridade, dos expedientes de momento, sem qualquer rumo, sem qualquer sentido, esperando apenas que a morte o levasse.
Tinha desistido de si próprio!
Tinha reparado como esta vida de rua, onde andrajoso e sujo agora vivia, podia transformar um homem em coisa nenhuma.
Havia pessoas que ele conhecia e passavam por ele na rua e, se ao princípio lhe parecia que o evitavam, rapidamente começou a perceber que agora nem o reconheciam, aliás, era um sentimento como se não existisse, ou seja, viam-no, mas era como se ele fosse transparente.
Já não havia nada a fazer, já não era ninguém, já não tinha sequer existência!
Lembrou-se então, nem percebia porquê, do conselho do seu pai, e pensou na sua miséria:
Será que se eu tivesse continuado a deixar nascer Jesus no meu coração, e a viver com Ele todos os dias, agora estaria melhor? Seria verdade que Ele estaria sempre comigo, até aqui na rua onde estou?
Voltou-lhe ao pensamento a frase que há um pouco tinha sussurrado entre dentes:
Tretas, basta bem olhar para mim!
Mas levado não sabia bem porquê, num murmúrio para si, quase desafiou Jesus dizendo:
Olha Jesus, hoje é noite de Natal. Por aqueles tempos em que Te segui arranja lá qualquer coisa que me faça sentir melhor!
Riu-se de si próprio, pensando que agora já não estava apenas só e sem nada, agora também estava louco!
Continuou a caminhar apressado, pois sabia bem que a carrinha daqueles jovens que lhes levavam à noite, comida e bebida quentes, devia estar a chegar ao sítio do costume, e ele queria ser dos primeiros, para ainda ter de beber e de comer.
Chegou enfim ao local quase ao mesmo tempo em que a carrinha aparecia, e reparou que felizmente ainda estavam poucos colegas de infortúnio à espera da distribuição da comida e da bebida.
Olhou para a carrinha e reparou que eram dois rapazes e duas raparigas que faziam a distribuição, mas logo desviou o olhar, porque se tinha vergonha de tudo, dos jovens ainda pior, talvez porque apesar de tudo, sentisse que lhes estava a dar um mau testemunho de vida, a eles que afinal ainda tinham a vida toda pela frente.
Aproximou-se de cabeça baixa e recebeu das mãos de uma das jovens uma caneca fumegante e um pedaço de pão com carne.
A jovem disse-lhe então com uma voz suave:
Ao menos olhe para mim!
Num momento fugaz levantou a cabeça de olhos fechados, com vergonha, e baixou-a imediatamente, afastando-se rapidamente do local.
Não tinha dado três passos sentiu uma mão no ombro e ouviu uma voz que lhe dizia agora mais insistentemente, quase numa súplica:
Olhe para mim!
Havia naquela voz algo familiar que o levou a levantar a cabeça e olhar nos olhos da jovem que lhe tocava.
Nesse momento ouviu outra vez aquela voz que lhe atingiu o coração, e dizia agora repassada de tristeza e alegria ao mesmo tempo:
Pai, ó pai, és tu?!
Deixou cair tudo no chão, pois aqueles braços apertavam-no de tal maneira que ele não podia quase respirar.
Abraçou-se a ela também, tremendo, a garganta seca, não o deixava proferir palavra.
Ouviu então novamente a voz da sua filha que lhe dizia:
Anda pai, vamos para casa. Temos estado todos os dias à tua espera!
Aquelas e aqueles que ali estavam à volta daquela cena, podiam jurar que naquele momento tinham ouvido um coro celestial que cantava:
Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por Ele amados!

Monte Real, 3 de Dezembro de 2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

Todas as famílias devem participar activamente na recolha de assinaturas pelo referendo


Aos militantes familiares


Assunto: Iniciativa popular para realização de um referendo ao chamado «casamento» entre pessoas do mesmo sexo.

Caros amigos,

Constituiu-se recentemente a Plataforma Cidadania e Casamento, que tem por objectivo lutar contra a legalização do chamado «casamento» entre pessoas do mesmo sexo.

A União das Famílias Portuguesas junta-se a estas pessoas, grupos cívicos e instituições que estiveram na disponibilidade de colaborar nesta campanha tão cara à causa da Verdadeira Família, apelando a todos os militantes familiares para que participem activamente nesta acção.

A UFP faz seus os princípios unitários da Plataforma, que transcreve.

A nossa estratégia, que tem por fim impedir que esta questão seja decidida na Assembleia da República, pois sabemos bem qual seria o resultado, passa por apresentar nesta uma petição com vista à realização de um referendo popular e nacional de modo a que os eleitores se pronunciem se aceitam ou não o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A petição está em circulação e pode ser pedida no contacto abaixo indicado. Para o sucesso desta causa necessitamos da cooperação e ajuda de todos. Desde logo, necessitamos que cada um se dinamize criando grupos de acção nas suas localidades para recolher assinaturas. São necessárias 75 000 mas quantas mais conseguirmos, maior a força da nossa intervenção cívica. Vamos tentar ultrapassar largamente este número.
A sugestão da Plataforma é que em cada localidade seja criado um Comité Família & Casamento. Estes Comités, sem número limite de participantes, serão a infra-estrutura de dinamização da campanha e terão localmente as seguintes funções:

- Recolha de assinaturas para a petição (esta a mais premente e importante nesta primeira fase);
- Informar e insistir com a imprensa regional e nacional (quem tiver acesso à mesma) para a divulgação desta iniciativa;
- Escrever artigos para os jornais e blogues;
- Promover debates e conferências;
- Partilhar com as redes de amigos e conhecidos artigos em favor da causa, usando nomeadamente o email;
- Outras iniciativas que promovam os nossos objectivos.

Para a recolha de assinaturas sugerimos que usemos os seguintes meios:

- Em associações culturais e desportivas;
- Acções de recolha de assinaturas nas ruas mais movimentadas das vossas localidades;
- Nas paróquias (centros paroquiais e saídas da missa por ex.);
- Nesta época de Natal que se aproxima, aproveitem os encontros para a recolha de assinaturas;
- Nas escolas e universidades;
- Outras formas de recolha eficaz de assinaturas.

Todas as manifestações de indignação são importantes. Tudo o que cada um puder fazer para acender um debate cívico intenso e profícuo, que defenda essa instituição fundamental que é a Verdadeira Família, é importante.
Sugerimos que entrem em contacto connosco e constituam Comités para trabalhar a favor do referendo. Se nos próximos dias conseguirmos um substancial número de Comités, isto só por si será uma vitória e será um bom auguro para esta Causa de Civilização.

Para a constituição de um Comité não é necessária nenhuma regra em especial, bastando que duas ou três pessoas tomem a iniciativa de criar um desses Comités. Sugerimos que dêem a cada Comité o nome da localidade ou freguesia em que vai actuar. Ex.: Comité Família e Casamento de Óbidos, ou de Lisboa - Lumiar.
Informem-nos sobre cada Comité que constituírem. Por nossa parte, faremos chegar à imprensa o número de comités já constituídos.

Caso necessitem de oradores para debates ou outro tipo de intervenções como conferências, a Plataforma tem oradores para enviar. Quando necessitarem, a responsável pelo fornecimento de conferencistas e oradores para debates é a Isabel Lima Pedro (tel.: 91 733 49 12, debate@casamentomesmosexo.org ).
Temos também um site com argumentários, artigos, sondagens, etc. Estamos a encher o site de informação e caso queiram colaborar, os vossos artigos são bem-vindos. Assim que tivermos o site disponível, informaremos.

A União das Famílias Portuguesas

Sida: diminui no total mas aumenta entre homossexuais

Segundo o último informe da ONUSIDA, a epidemia de sida está a mudar de tendência. O número de novas infecções desce em África mas na Europa e Estados Unidos não melhora.

As tendências da epidemia mudaram consideravelmente. Em particular, «as novas infecções por sexo entre homens aumentou na passada década, apesar da taxa se infecções entre os drogados ter diminuído». No conjunto mundial, as novas infecções por VIH diminuíram 17% nos últimos oito anos, mas a epidemia cresceu entre homossexuais.

O informe constata que «o sexo entre homens constitui o principal modo de transmissão na América do Norte e na União Europeia».



 
A escalada de infecções por sexo entre homens nos países ricos «está ligada ao aumento de práticas sexuais de risco», diz o informe: grupos relacionados com a prostituição, a droga por via intravenosa e o sexo entre homens. O contágio por via heterossexual é de 29% de novas infecções na Europa ocidental, 53% na Europa central e 33% nos EE.UU.

De facto, um em cada três diagnósticos de VIH deve-se a práticas sexuais entre homens, quando a proporção de homossexuais no conjunto da população é muito menor.

Estudos realizados provam que mais de 10% dos homens que têm relações sexuais com outros homens estão infectados com VIH.
De Aceprensa


sábado, 5 de dezembro de 2009

Aceitas esta selvajaria na tua terra?

Ver esta cerimónia muçulmana em Viena, Áustria.

[clique na imagem para descarregar o vídeo]


Os sodomitas perdem mais uma batalha

[ clique na imagem para obter uma versão legível ]

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Parábola para os professores...

Naquele tempo, Jesus subiu ao monte seguido pela multidão e, sentado sobre uma grande pedra, deixou que os seus discípulos e seguidores se aproximassem.
Depois, tomando a palavra, ensinou-os, dizendo:
(...)

Pedro interrompeu:
- Temos que aprender isso de cor?

André disse:
- Temos que copiá-lo para o papiro?
(...)

LER O TEXTO COMPLETO EM:

http://maislusitania.blogspot.com/2009/11/parabola-para-os-professores.html

Casamento de pessoas do mesmo sexo. É lá com eles?

Nuno Serras Pereira




1. Muita gente ainda não se apercebeu dos grandes perigos para a liberdade que constitui o iniquamente chamado "casamento" entre sodomitas (pessoas que fazem poucas-vergonhas sexuais com outras do mesmo sexo). Cuidam que isso é lá uma coisa deles que nada implica com o resto da sociedade. Mas se assim é, como explicar que eles queiram institucionalizar essas abominações torpes, exigindo o reconhecimento social e o auxílio do estado?

PARA LER MAIS, CARREGAR AQUI.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Participe no boicote ao McDonald's!

Aproxima-se um período de compras. Muitas famílias vão a centros comerciais, onde existem McDonald's.
Se sai com as suas crianças, não as leve ao McDonald's!
Boicote o McDonald's!
Veja porquê em artigo mais abaixo!


sábado, 28 de novembro de 2009

«Bebereis o sangue dos nossos abortos» --- gritam as selvagens feministas



Membros de grupos pro-abortistas e feministas atacaram a sede da «Fundación Red Madre» em Madrid, deixando pintadas frases ameaçadoras como «bebereis o sangue dos nossos abortos» e «aborto porque me sale del koño».

Pois se assassinam os próprios filhos, que há a esperar destes animais?

Falso coma de Rom Houben não é caso isolado

Durante 23 anos ele pôde sentir e ouvir



«Eu gritava mas ninguém me escutava» --- declarou Ron Houben, agora com 46 anos, à revista alemã Der Spiegel.
O paciente, praticante de artes marciais e estudante de engenharia, passou 23 anos num suposto estado de coma após um acidente de trânsito.
Em 2006, Houben, na cidade de Zolder, na Bélgica,  conseguiu novamente comunicar por meio de um teclado especial, graças ao neurologista Steven Laureys, da Universidade de Liège, que descobriu que os médicos se tinham enganado no diagnóstico inicial. A sua história foi revelada agora num artigo da revista BioMedCentral Neurology.

«Eu gritava sem que ninguém me ouvisse», disse Houben. «Fui testemunha do meu sofrimento enquanto os meus médicos tentavam falar comigo, até ao dia em que renunciaram».

A mãe, Fina Houben, que cuidou dele durante todos estes anos, assegurou que sempre acreditou que o seu filho estava consciente. «Pequenas coisas demonstravam-me isso. Quando eu lhe dizia que me olhasse, ele levantava um pouco a cabeça e olhava-me um pouco. Dizia-lhe para virar a cabeça, e ele tentava».

O neurologista Steven Laureys assinalou que cerca de 40% dos casos em que se diagnostica estado vegetal estão enganados.

Laureys conta que, com a nova tecnologia de scanning, os especialistas puderam demonstrar a actividade cerebral do paciente. Sobre este tema, o médico Fulvio De Nigris, director da casa de cuidados intensivos Luca De Nigris, em Bolonha, assinalou que tanto para ele como para seus colegas, este facto não é uma novidade.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Também os judeus pela moralidade



Três judeus ortodoxos, da esquerda para a direita Solomon Diamant, Rabi Yisroel Dovid Weiss e Dovid Feldman, todos de Lakewood, N.J., exibem um cartaz (Nov. 23, 2009) em Trenton, N.J., a protestar contra a legislação legalizando «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo: «União Gay -- Uma rebelião contra o Todo Poderoso».

Os democratas incluem na sua agenda a legalização dos «casamentos» entre pessoas do mesmo sexo e o uso «médico» da marijuana.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Resolvido o problema: ao pederasta chama-se «padrastro»!

Heduíno Gomes

Acerca do chamado «casamento» entre pederastas, que, a concretizar-se, irá certamente causar muita confusão e sérios distúrbios às suas próprias crianças envolvidas na macacada, perguntava recentemente numa conferência um ajuizado orador: o que irá chamar a criança filha de um deles ao outro?

Afinal o problema já estava resolvido!

Com letra de Rui Reininho, os GNR editaram em 1987 uma canção que se tornou muito popular: o «Efectivamente».



Na letra original, lia-se:
(...)
Adoro as pulgas dos cães,
todos os bichos do mato,
o riso das crianças dos outros,
cágados de pernas para o ar.
(...)
Adoro as pegas e os pederastas que passam.
Finjo nem reparar
na atitude tão clara e tão óbvia
de quem anda a engatar.

Adoro esses ratos de esgoto
(...)

Ora vá o leitor à net e procure a letra da canção. Aí encontrará em vários sítios a versão «politicamente correcta» da letra. Os pederastas passaram a padrastos. E engatar passou a engan(t)ar.

Efectivamente, quem, e porquê, terá alterado a letra do «Efectivamente»?

Para ouvir a canção no youtube, carregue aqui.


De http://maislusitania.blogspot.com

domingo, 22 de novembro de 2009

Boicote o McDonald's, apoiante dos grupos de invertidos!

A Associação das Famílias Americanas denunciou as actividades de apoio do McDonald's aos grupos activistas de invertidos, que contribuiu com 20 mil dólares para esses grupos e tomado parte no executivo do «National Gay and Lesbian Chamber of Commerce».



O McDonald's abriu um centro de apoio logístico a esses grupos, que inclui apoio jurídico, e que, como se vê na foto, é denominado «Gay and Lesbian Center», instalado no «Mc Donald  Writght Building», decorado com simbologia das cores dos grupos.

Por cada euro que der a um McDonald's em Portugal, uma comissão de licenciamento vai parar aos cofres da casa-mãe americana e financiar os grupos de invertidos em todo o mundo.




Quer ser financiador dos grupos de invertidos?
Se não quer, não gaste um cêntimo no McDonald's. 




quinta-feira, 19 de novembro de 2009

As práticas aberrantes dos pederastas

Se quer ter uma pequena ideia do que está por detrás dos «nobres sentimentos» dos pederastas, cheios de «amor» uns pelos outros, e que sociedade eles pretendem preparar para os seus filhos e netos, leia o texto de Nuno Serras Pereira em

http://osabortofilos.blogspot.com/?zx=ecdea3507b14296

É impressionante e porco mas é bom sabermos com quem lidamos.


Não permita que os pederastas manipulem as crianças!

Vídeo apresentado pela Plataforma Cidadania e Casamento