quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Adopção por «casais» homossexuais:
Não é a mesma coisa...

Luís Botelho Ribeiro
Estudos realizados em diferentes países, indicam que as crianças criadas por "casais" homossexuais estão mais sujeitas do que a média da população às seguintes consequências [1]:



  •  Problemas psicológicos:
- baixa auto-estima;
- stress;
- insegurança a respeito da sua vida futura em casal e paternidade;
- perturbações de identidade sexual;
- rejeição do companheiro(a) homossexual do progenitor como figura materna ou paterna e preferência por viver com o outro progenitor biológico.

  • Transtornos de conduta:
- toxicodependência;
- disfunções alimentares;
- insucesso escolar: piores qualificações e mau comportamento em sala de aula.

Podemos nós abrir a porta ao casamento homossexual sabendo que, em geral, as crianças que vierem a poder ser adoptadas por estes "pares" acabam por ficar gravemente prejudicadas nas suas perspectivas de felicidade futura?

Não estamos a falar de crianças em abstracto. Falamos dos nossos próprios filhos, dos seus filhos, caro leitor, dos filhos de cada um de nós se algum dia, por infelicidade, vierem a ficar órfãos ou nos forem roubados pelo Estado - por um Estado que cada vez mostra mais hostilidade à dissidência ou oposição política, aos cristãos, aos objectores de consciência contra a onda de laicismo totalitário que ameaça tomar conta da coisa pública.

As associações LGBT repetem o canto da sereia, a canção da igualdade... mas sabem, como todos nós sabemos, que a Verdade é só uma - para as crianças a adoptar «dois "pais"», «duas "mães"» ou "o pai e a mãe"... NÃO É A MESMA COISA!

Todo este barulho, toda esta polémica acabam por distrair o governo que, pior ou melhor, os portugueses escolheram da sua obrigação primeira que não é desgovernar mas governar-nos. E todos percebem que visa sobremaneira desviar as atenções do caso de corrupção e tráfico de influências ao mais alto nível, conhecido pelo nome de código de "Face Oculta".

Gays e lésbicas querem "casar"? Querem adoptar crianças? Têm uma solução muito simples - inscrevam-se no "Second-Life"!

[1] «NO ES IGUAL - informe sobre el desarrollo infantil en parejas del mismo sexo», Maio 2005, Mónica Fontana, Patricia Martínez, Pablo Romeu, Ed. HazteOir.org,
disponível em http://www.noesigual.org/manifestacion/documentos/noesigual3.pdf (em língua castelhana).

Medicina preventiva caseira contra os vírus das gripes

Conselhos práticos




As portas de entrada da gripe são apenas as narinas, a boca e a garganta. Numa pandemia, é quase impossível evitar a entrada em contacto com o H1N1 ou outro vírus de gripe, mesmo com todas as precauções. Enquanto ainda estiver saudável e não apresentar quaisquer sintomas de infecção por H1N1, a fim de evitar a proliferação, o agravamento dos sintomas e o desenvolvimento de infecções secundárias, algumas medidas muito simples podem ser praticadas (em vez de fazer stock de  N95 ou Tamiflu).

1. Lavar as mãos com frequência.

2. Evitar o contacto da cara com as mãos. Resistir a todas as tentações para tocar em qualquer parte do rosto.

3. Gargarejar duas vezes por dia com água morna e sal (use Listerine ou hidrogénio Peróxido se não confiar no sal). O H1N1 leva 2-3 dias após a primeira infecção na garganta ou cavidade nasal para proliferar e se desenvolverem os sintomas característicos. Simples gargarejos previnem a proliferação. Numa pessoa saudável, os gargarejos com água salgada têm o mesmo efeito do Tamiflu sobre uma uma pessoa infectada. Não
subestime este simples, barato e poderoso método preventivo.

4. À semelhança da medida 3, limpe as narinas, pelo menos uma vez por dia, com água morna e sal, ou água oxigenada. Assoar o nariz suavemente, uma vez por dia e limpando ambas as narinas com cotonetes embebidos em água morna e sal é muito eficaz na redução da carga viral.

5. Aumente a sua imunidade natural com alimentos ricos em vitamina C.

6. Beba o máximo de líquidos quentes (chá, café, etc.). Beber líquidos quentes tem o mesmo efeito do gargarejo, mas no sentido inverso. Os líquidos lavam os vírus que proliferam da garganta para o estômago, onde eles não podem sobreviver, multiplicar-se ou fazer qualquer mal.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Preparação para o parto

À semelhança do Espaço de Preparação para o Parto já existente em Lisboa, a Ajuda de Mãe abriu o novo serviço em Paço de Arcos.
 
Este é um Espaço onde, para além da aprendizagem de exercícios facilitadores do parto, se abordam temas relacionados com a gravidez e a maternidade. Este espaço de preparação pode ser frequentado a partir das 26 às 28 semanas de gestação.

www.ajudademae.com

Para inscrições contacte o 21 382 78 50
Locais:
Em Lisboa: Rua do Arco do Carvalhão, n.º 282
Funcionamento: 2.ª das 16h às 18h
espacogravida@ajudademae.com 

Em Paço de Arcos: Avenida Voluntários da República, n.º10
Funcionamento: 2.ª das 17h às 19h
espacogravidaoeiras@ajudademae.com




sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota


Inaugurado em 2008, o CIBA pretende dar a conhecer, de uma forma rigorosa e inovadora, os factos mais importantes da Batalha que tornou possível a consolidação da identidade nacional. O Centro foi criado pela fundação Batalha de Aljubarrota no campo de São Jorge onde em 1385 as tropas portuguesas venceram o exército castelhano.


http://www.tvfatima.com/portal/index.php?id=1480

Conferência sobre o chamado «casamento» de pederastas




DATA:
Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009, pelas 18h30


ORADORES:

Padre Gonçalo Portocarrero de Almada

Padre Nuno Serras Pereira


LOCAL: Universidade Católica de Lisboa, Anfiteatro A1

uma iniciativa da Capelania da UCP

e da Associação Académica de Direito

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Assine a petição às Nações Unidas em defesa da família e das crianças por nascer

http://www.c-fam.org/campaigns/lid.2/default.asp


A fraude Kinsey ao serviço dos pederastas e fressureiras


Alfred Kinsey na capa da revista TIME, 1953

Alfred Kinsey (1894-1956) foi um entomologista e zoólogo norte-americano. Em 1947, na Universidade de Indiana, fundou o Instituto de Investigação do Sexo, hoje chamado Instituto Kinsey para Investigação do Sexo, Género e Reprodução. As suas pseudo-investigações sobre a sexualidade humana influenciaram profundamente os valores sociais e culturais dos Estados Unidos, principalmente na década de 1960, com o início da chamada «revolução sexual». Ainda hoje, as suas obras são utilizadas como «científicas» pelos pederastas e fressureiras, embora os dados, teses e resultados apresentados por Kinsey tenham sido desmentidos e se tenham revelado fabricados para justificar o que pretendia.

As suas teses são absolutamente aberrantes e, se não fossem de consequências trágicas para a humanidade, seriam hilariantes.

A título de exemplo, vejamos o que «descobriu» sobre a sexualidade infantil. A partir de depoimentos de pedófilos, Kinsey montou gráficos esquemáticos absolutamente fantasiosos sobre a sexualidade das crianças.

Com 11 meses, uma bebé teria tido 10 orgasmos numa hora.
Com 7 anos, uma menina teria tido 3 orgasmos numa hora.
Com 13 anos, um menino poderia chegar a 19 orgasmos por hora.

O chamado «Relatório Kinsey» (Sexual Behavior in the Human Male, 1948) é uma das referências «teóricas» mundiais de pederastas e fressureiras. O livro, promovido pela seita já organizada, e suscitando a natural curiosidade do cidadão comum, foi um dos mais vendidos naquele ano nos Estados Unidos. Kinsey transformou-se rapidamente numa celebridade. Foi capa dos principais jornais e revistas da América. O segundo volume, abordando a sexualidade das mulheres (Sexual Behavior in the Human Female) foi publicado em 1953.

Segundo os pseudo-estudos de Kinsey, percentagens loucas dos homens e mulheres teriam comportamentos sexuais anormais - a manipulação estatística a «justificar» as suas próprias aberrações. Ao longo dos anos, as teses e os números de Kinsey têm sido refutados por cientistas isentos.

Kinsey foi um praticante de actos sexuais contra natura. Na biografia realizada por James H. Jones, Kinsey é referido como bissexual, sádico e masoquista. Seduziu estudantes e colegas. Alguns biógrafos afirmam que fez uma circuncisão em si próprio sem anestesia. Afirmam igualmente que teria instigado o sexo de grupo entre colegas e coagido a sua mulher e amigos a praticarem sexo, sendo filmados. Kinsey e o seu grupo realizaram inúmeros filmes sobre práticas sexuais com fins supostamente científicos.

Uma revista mostra Kinsey masoquista e debilitado por práticas sexuais extremadas que o levaram à morte e descreve-o como condescendente com a pedofilia. Kinsey teria entrevistado um certo sr. X, que teria mantido relações sexuais com mais de 600 pré-adolescentes. Kinsey afirmava explicitamente que a «diversidade sexual» (como ele designa as patologias mentais) não poderia excluir determinadas parafilias, como a pedofilia. O biógrafo Jones acrescentou que a mulher de Kinsey mantinha relações sexuais com outros homens. Outro biógrafo, Jonathan Gathorne-Hardy, considera que os filmes realizados por Kinsey na sua segunda etapa de «estudos» não são científicos mas simplesmente pornográficos.

Para chegar aos dados que pretendia no seu «Relatório Kinsey», ele e a sua equipa abusaram de crianças. Os pseudo-estudos de Kinsey e seus continuadores não passam de tentativas de credibibização «científica» da pederastia e da fressura.

[ Texto adaptado de Wikipédia ]

Vídeos sobre a fraude Kinsey:







segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Cuidado com as petições sobre os «casamentos» entre pederastas e entre fressureiras!

Surgiu na net uma iniciativa de uma petição à Assembleia da República sobre o caso do chamado «casamento» entre pessoas do mesmo sexo
[ http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2009N633 ].

Por outro lado, tenho conhecimento de que está em preparação por pessoas habilitadas uma petição correctamente estruturada do ponto de vista jurídico. Não me parece que seja o caso desta acima mencionada que surgiu na net.

Também o seu texto, escrito num estilo «levezinho», contém várias frases imprudentes, irreflectidas e absolutamente inaceitáveis, que nunca subscreverei, como, por exemplo, «não estamos a lutar contra o casamento homossexual nem tão pouco contra a adopção de crianças por estes casais».

A pessoa que redigiu o texto poderá ser bem intencionada no seu impulso - louvável pela reacção que representa à política decadente de Sócrates - mas não conseguiu transmitir nele o rigor jurídico que uma petição oficial exige nem clareza de ideias nas considerações sobre a moral pública, a educação de crianças e a natureza da família e do casamento. Sobre este assunto, cada frase e cada palavra têm de ser criteriosamente pesadas.

Por estas razões, não assino esta petição. Vou esperar pelo texto que satisfaça as condições exigidas.

O que vai acontecer é que esta antecipada iniciativa vai confundir as pessoas que vão pensar que já assinaram, quando afinal assinaram para nada. Vamos ter de esclarecer essas pessoas que têm de voltar a assinar.

E não me espantarei se o inimigo produzir uma série de petições inconsequentes como manobra de diversão - intenção que não coloco no autor da referida, que não conheço.

Heduíno Gomes

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Se compra na Zara e paga com cartão, podem ir-lhe à conta sem sua autorização...

Quem pagar na Zara com cartão de crédito ou multibanco sujeita-se a que lhe «mexam na conta» sem seu conhecimento ou consentimento.

A ZARA tem um acordo com a UNICRE e com os Bancos para poder aceder às contas dos clientes para retirar dinheiro, sem qualquer autorização destes, supostamente... para acertos de preços...

De Espanha, nem bom vento...

Veja o vídeo da SIC.

Desafio da Associação Juntos pela Vida a José Manuel Pureza



A Associação Juntos pela Vida enviou ao Presidente do Grupo Parlamentar do BE o seguinte convite:

Disse José Manuel Pureza em entrevista ao jornal O Sol que é favorável à IVG baseado «no conhecimento do ponto de vista das ciências da vida do séc. XXI».

1. Para as ciências da vida todos os seres vivos têm uma espécie.

2. Os seres humanos pertencem à espécie Homo sapiens sapiens.

3. A IVG, dizemos aborto, dizemos abortamento, tem por fim matar um ser humano, um indivíduo da espécie Homo sapiens.

4. A lei do aborto discrimina os indivíduos da espécie Homo sapiens sapiens com base na idade, ao proteger a vida de seres humanos com certa idade e desproteger a vida de outros seres humanos.

5. As maiores tragédias da História da Humanidade foram causadas pela discriminação de seres humanos: a discriminação por religião, por sexo, por raça, por nacionalidade, por nascimento, por riqueza, por convicção, etc.
Agora temos uma discriminação por idade, tão infundada como todas as outras e que está a causar mais vítimas entre os seres humanos do que todas as discriminações anteriores juntas.

6. Além disso a despenalização do aborto priva as mulheres da única arma que tinham para fazer frente a pressões, "eu jamais cometeria um crime", e expõem-nas a toda a espécie de chantagens a pressões, como reconhecem diversos estudos do séc. XXI que provam que mais de metade das mulheres aborta contra-vontade.

7. A Associação Juntos pela Vida dispõe-se a participar numa reunião (ou várias) com José Manuel Pureza (ou com quem lhe parecer oportuno) no sentido de sermos esclarecidos do seguinte:

A. Onde estão os factos de séc. XXI que negam os pontos 1.a 6.?

B. Caso José Manuel Pureza consiga provar que para a ciência do séc. XXI o aborto não mata um ser humano, então os Juntos pela Vida comprometem-se desde já a tornarem-se numa associação defensora da despenalização do aborto e a em tudo apoiarem o Bloco de Esquerda.

4 de Novembro de 2009

Levantamentos nas caixas ATM vai custar 1,5€

Os bancos preparam-se para nos cobrarem 1,50 Eur por cada levantamento nas caixas ATM.
Isto é, de cada vez que levantar o seu dinheiro com o seu cartão, o banco vai almoçar à sua conta. Este imposto (é mesmo uma imposição, e unilateral) aumenta exponencialmente os lucros dos bancos, que continuam a subir na razão directa da perda de poder de compra dos Portugueses.

Este é um assunto que interessa a todos os que não são banqueiros nem políticos do sistema e não têm pais ricos.

Assine a petição e reencaminhe a mensagem para o maior número de pessoas conhecidas.

http://www.petitiononline.com/bancatms



Boicote o sistema bancário sanguessuga!




Os bancos pagam menos de metade do IRC do que qualquer empresa que produz serviços ou bens de consumo.
Os bancos são um dos portos de abrigo da incompetente e corrupta classe política desempregada.
Os bancos pagam ordenados e prémios imorais a uma classe de especuladores e traficantes de influências.

Os bancos já lhe metem a mão no bolso com a chamada «taxa de manutenção» (?) da sua conta.
Os bancos já lhe metem a mão no bolso com o preço dos cheques, desactualizando-os rapidamente (por segurança sua...) para lhe venderem mais papel caro.
Os bancos já lhe metem a mão no bolso com as comissões de transferência e outros «serviços» de carregar numa tecla do computador.
Os bancos já lhe metem a mão no bolso com o aluguer que fazem do seu dinheiro à ordem arrecadando o juro apenas para si próprios.
Os bancos já lhe metem a mão no bolso com as taxas dos cartões multibanco e de crédito.
Os bancos já lhe metem a mão no bolso com taxas de juro de agiotas, por vezes superiores a 20%.
E agora preparam-se para meter a mão no seu bolso com a cobrança sobre os pagamentos e levantamentos.

Faça como os seus pais e avós faziam e muita gente e empresas já recomeçaram a fazer.

Não utilize cartões!

Não utilize cheques!

Utilize apenas dinheiro vivo!

Vai ver que é fácil! E tira-lhes milhões!

C. Cabral

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sobre a família

«A família, meu amigo, é a base fundamental da sociedade

CAMILO CASTELO BRANCO




«Considero a família e não o indivíduo como o verdadeiro elemento social (arriscando-me a ser julgado como espírito retrógrado).»

BALZAC



«Toda a doutrina social que visa destruir a família é má e, mais, inaplicável.»

VICTOR HUGO




«Deus faz que o solitário viva em família»...

SALMOS 68, 6


Do Manifesto das Famílias Portuguesas.
Encontra o resumo deste Manifesto ao cimo, à direita, do blog.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Socialistas católicos mobilizam-se contra casamentos gay e querem referendo


Cláudio Anaia, porta-voz do grupo, diz que o PS de Sócrates anda a reboque do BE e "ideologicamente baralhado"

A pobreza e o combate à crise devem estar no topo da agenda do Governo do PS e não o casamento entre homossexuais. É com base neste premissa que um grupo de católicos, que militam no PS, se estão a mobilizar para uma verdadeira campanha contra a legalização dos casamentos gay, uma das promessas eleitorais que José Sócrates, já depois das eleições, reiterou publicamente que fará avançar nesta legislatura.

Para já, deverá ser criado, esta semana, um site na Internet, em articulação com outras organizações partidárias e movimentos de cidadãos, para funcionar como um fórum de debate sobre o tema. Mas que poderá constituir-se como uma plataforma de angariação de contactos para o objectivo que estes socialistas católicos têm na forja: a recolha de 75 mil assinaturas com vista à realização de um referendo.

"Defendemos que a realização de um referendo é essencial por uma questão de justiça, porque estamos convencidos que a Assembleia da República corre o risco de aprovar uma lei com a qual a maioria dos portugueses não concorda", explica o porta-voz do grupo de socialistas católicos, acrescentando que aguardam apenas "por sinais concretos" dos partidos com representação parlamentar quanto ao sentido de voto para desencadear o processo de recolha de assinaturas. Em dúvida, diz, está a posição que o PCP poderá eventualmente adoptar e que, em conjugação com votos do PSD e do CDS-PP, poderá travar o diploma no Parlamento. "O PS está a ir a reboque do BE, está ideologicamente baralhado. Ser de esquerda é trabalhar contra a fome e a pobreza, é combater a crise", argumenta.

Consciente de que a proposta de legalização dos casamento gay constava do programa eleitoral do PS - foi sufragado pela maioria dos portugueses nas legislativas de Outubro -, Cláudio Anaia sustenta que a questão divide os socialistas e que o voto de grande parte dos eleitores não é determinado pela concordância com os programas dos partidos, "que, muitas das vezes, ninguém lê". "Há muita gente que se opõe à legalização do casamento entre homossexuais, mas o mais importante é que os que o defendem estão a mentir quando dizem que será vedada a adopção de crianças. Hoje em dia basta o casamento ser reconhecido por lei para haver direito à adopção", adverte este dirigente socialista e membro honorário da JS, que jura nada ter a opor ao regime de uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo. "Coisa diferente é o casamento", insiste. Dito isto, Anaia conclui que não se trata de "uma causa fracturante, mas aberrante".

A ofensiva deste sector católico dos socialistas não é inédita (já se tinham destacado no combate à legalização da interrupção voluntária da gravidez), mas torna-se pública num momento em que a Igreja se prepara, também, para tomar uma posição sobre o assunto. Ontem, o Diário de Notícias avançava que o tema poderá ser discutido pelos bispos portugueses, na reunião que decorrerá entre os dias 9 e 12 de Novembro em Fátima. Isso mesmo foi admitido pelo porta-voz da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa), Manuel Morujão. Ressalvando embora que a questão não está agendada, foi dizendo que o tema poderá ser discutido "no contexto da realidade social em que vivemos".

Ao PÚBLICO, Claúdio Anaia afasta qualquer concertação de esforços com a hierarquia católica, ainda que deixe claro que "a Igreja deve tomar posição". Algo que já aconteceu e que motivou o desencontro público com dirigentes do PS quando, em Fevereiro deste ano, em vésperas do congresso socialista, o porta-voz da CEP advertia os católicos para a proposta de casamento entre homossexuais contida na moção de José Sócrates.

[Dos jornais]

[Ilustração de prioradodeidiotas.com]

Ter um Pai!



Ter um Pai ! É ter na vida
Uma luz por entre escolhos ;
É ter dois olhos no mundo
Que vêem pelos nossos olhos !



Ter um Pai ! Um coração
Que apenas amor encerra,
É ver Deus, no mundo vil,
É ter os céus cá na terra !



Ter um Pai ! Nunca se perde
Aquela santa afeição,
Sempre a mesma, quer o filho
Seja um santo ou um ladrão ;



Talvez maior, sendo infame
O filho que é desprezado
Pelo mundo ; pois um Pai
Perdoa ao mais desgraçado !



Ter um Pai ! Um santo orgulho
Pró coração que lhe quer
Um orgulho que não cabe
Num coração de mulher !



Embora ele seja imenso
Vogando pelo ideal,
O coração que me deste
Ó Pai bondoso é leal !



Ter um Pai ! Doce poema
Dum sonho bendito e santo
Nestas letras pequeninas,
Astros dum céu todo encanto !

Ter um Pai ! Os órfãozinhos
Não conhecem este amor !
Por mo fazer conhecer,
Bendito seja o Senhor !

FLORBELA ESPANCA

Associação Juntos pela Vida patrocina processos contra o Estado

No Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama (30 de Outubro) queremos recordar o seguinte:

1. Em 1986 uma equipa de cientistas escreveu que "o aborto provocado antes da primeira gravidez levada a termo aumenta o risco de cancro da mama". ("Induced abortion before first term pregnancy increases the risk of breast cancer." Lancet, 2/22/86, p. 436)

2. A descoberta acima abriu um novo campo de pesquisa científica e médica que suscitou um amplo debate público, alguma controvérsia e dolorosas consequências para quem foi deliberadamente privado do seu conhecimento.

3. Na verdade, a evidência científica reunida nos últimos 50 anos é clara: o aborto provocado é, entre os factores de risco evitáveis, o que tem maior impacto no aumento do cancro da mama. Independentemente da posição pessoal ou institucional no debate sobre o aborto diversas organizações médicas afirmam que o aborto aumenta o risco de cancro da mama.

4. O Estado português tem o dever de informar todas as mulheres: o aborto provocado agrava o risco de contrair cancro da mama. No entanto não o faz.

5. A nossa associação oferece-se para ajudar as mulheres que desejem pedir responsabilidades e eventual indemnização ao Estado por não terem sido informadas de que o aborto aumenta o risco de ter cancro da mama.

Lisboa, 30 de Outubro de 2009.

___

Contacto para a Comunicação Social:

Dr. João Paulo Malta, médico ginecologista e obstetra, 919 993 732.


Para mais informação:

http://www.abortionbreastcancer.com

http://www.juntospelavida.org

Socialistas católicos consideram «aberrante» casamento homossexual


Propõe-se participar na recolha de 75 mil assinaturas para que seja realizado um referendo sobre o tema


Por «uma questão de justiça», um grupo de socialistas católicos quer um referendo sobre o «casamento» entre homossexuais. Para tal, propõe-se recolher 75 mil assinaturas.

De acordo o porta-voz deste grupo, Cláudio Anaia, citado pela agência Lusa, a realização de uma consulta popular faz sentido para que «todos os portugueses se possam pronunciar sobre esta matéria».

Estes socialistas católicos dizem-se abertos, inclusivamente, a uma plataforma multipartidária.

«A maioria dos portugueses é contra o 'casamento' homossexual», considera Claúdio Anaia, descrevendo como «aberrante» a proposta do PS para a sua legalização, por achar que tem como objectivo a adopção de crianças por casais do mesmo sexo.

Para estes socialistas católicos, o partido do poder está «ideologicamente baralhado» e por isso estão contra a prioridade dada ao tema, salientando que esta devia incidir no «combate à pobreza» e «ao desemprego».

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Disney promoveu a director dos estúdios um assumido e activista pederasta


As organizações americanas pro-família denunciaram que a Disney nomeou director dos seus estúdios Rich Ross, um assumido pederasta de 47 anos, grande activista do bando. Ele encontrava-se na direcção do Disney Channel e agora dirigirá toda a produção, distribuição e marketing da companhia.

Isto representa mais um passo no controlo dos meios de comunicação e cultura pelos pederastas à escala global.

As actividades de doutrinação das crianças através de mensagens subliminares e também explícitas, e sob a capa da poesia e do sonho, para arrastá-las para a homossexualidade não é nova. Uma reportagem do Dr. James Dopson no programa «Focus in the family» mostra o rato Mickey a apresentar o vídeo da Disney «Crescendo Homossexual», citando dois Mickeys homossexuais e duas Minnie lésbicas. Através deste vídeo, o porta-voz da Disney convida todos os adolescentes a explorar o «maravilhoso mundo da homossexualidade».

Existem também nas produções Disney inúmeras mensagens subliminares satânicas.

Os pais atentos devem simplesmente boicotar todos os produtos Disney, inclusivamente o canal televisivo dirigido às crianças.

Heduíno Gomes

A Presidente da CNAF é conselheira do Papa


Foi reconduzida por Bento XVI como consultora para o Conselho Pontifício para a Família a Dr.ª Maria Teresa da Costa Macedo, Presidente da Confederação Nacional das Associações de Família - CNAF, na qual a nossa União das Famílias Portuguesas se encontra filiada.

Maria Teresa da Costa Macedo é licenciada em Filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa e conta com vários cursos de especialização e extensão cultural nas áreas da Psicologia e Sociologia da Família em Universidades Europeias e no Canadá.

É presidente de Honra da União Internacional dos Organismos Familiares, directora do Bureau da Confederação das Organizações Familiares junto da União Europeia, presidente do Instituto de Estudos de Acção Familiar, Presidente do Centro de Investigação e Formação da Família, membro do Conselho Económico e Social e da Comissão Nacional da Família.

Foi Secretária de Estado da Família nos VI, VII e VIII Governos Constitucionais, deputada à Assembleia da República, presidente da Comissão Interministerial da Família nos VI, VII e VIII Governos Constitucionais, membro do Comité Ibero-Americano para a Família e autora do projecto de investigação «Família e Situação em Portugal.

A Pepsi aumenta a parada ao serviço da promoção da homossexualidade


A Pepsi não se contenta em promover a homossexualidade dentro da própria empresa. Sente-se na obrigação de usar as chefias nas empresas para pressionar outras a seguir a sua política.

Em Outubro de 2009, na conferência realizada pela «Out and Equal Workplace Advocates» (organização dedicada à promoção da agenda homossexual no local de trabalho), o vice-presidente e CIO da Pepsi fez uma exposição a ensinar a empregados a «arte» de usar as relações de chefia e de patrocínio nas empresas para as levar a abraçar a homossexualidade. O seminário intitulava-se «Use 'em or lose'em».

Na mesma acção, um gestor do Departamento de Patrocínios e Fundações da Pepsi serviu de juiz nos «Outie Awards» [Prémio Armário]. Estes galardões são atribuídos para premiar e distinguir as empresas e empregados que se destacam na promoção da causa homossexual no local de trabalho.

A Pepsi também doou dinheiro para este acontecimento como «patrocinador activista» e colocou um anúncio de meia página no programa da conferência.

Deverão as famílias consumir ou boicotar a marca Pepsi?

O vídeo da Acidigital mais visto

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Decidir contra o povo

Pedro Vaz Patto, juiz, no Público, 2009.09.09

Quando foi sugerido que a questão da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo fosse submetida a referendo, como expressão mais fiel da legitimidade democrática, partidários dessa legalização disseram que a questão teria de ser subtraída à vontade da maioria, por mais expressiva que esta fosse, uma vez que dizia respeito ao princípio constitucional básico da igualdade e da não-discriminação. A questão estaria já decidida a partir do momento em que a Constituição veio incluir a orientação sexual entre os factores explicitamente referidos como motivo de indiscriminações inadmissíveis. Parecia, até, que o assunto estava encerrado no plano da discussão da política legislativa, em nome da superioridade dos princípios constitucionais.

O recente acórdão do Tribunal Constitucional n.º 359/09 vem deitar por terra esta argumentação. De acordo com esse acórdão, o princípio da igualdade constitucionalmente consagrado não impõe a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Fica, assim, aberto o campo de discussão no plano da política legislativa. É certo que não houve unanimidade entre os juízes (em cinco, dois votaram vencidos), mas o facto de se tratar de questão controversa só reforça a ideia de que não pode o argumento da inconstitucionalidade servir de barreira à discussão de política legislativa relativa a esta questão.

E não pode servir de barreira à possibilidade de submissão desta questão a referendo. A superior consideração da legitimidade democrática aconselha essa submissão. Trata-se, como a questão do aborto, de uma questão de consciência transversal aos eleitores dos vários partidos políticos. Ainda que seja incluída no programa eleitoral de um partido, não pode dizer-se que a generalidade dos eleitores desse partido a sufrague, uma vez que serão normalmente outras questões, que mais preenchem a agenda política, a pesar na sua opção de voto.

Numa matéria de tão grande significado ético, cultural e civilizacional, onde se joga o modelo de referência de família como núcleo social fundamental, onde se pretende alterar um modelo secular, seria inadmissível que uma opção tão relevante fosse tomada em função de estratégias políticas ou modas ideológicas e contra o sentir da maioria do povo, como o vêm revelando várias sondagens. Se é o povo que está supostamente "atrasado", pois que se aproveite o referendo para o "esclarecer". Mas que não se decida contra ele.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ensino misto?

[para aceder a uma versão de maiores dimensões da imagem, faça clique sobre ela]

sábado, 17 de outubro de 2009

Actor reza a Satanás durante cerimónia do MTV


Durante cerimónia do MTV no mês de Setembro, o actor Jack Black pediu à audiência para pôr as mãos e pedir ao «querido senhor das trevas Satanás» para que os músicos e os nomeados «continuem a ter êxito na indústria da música».
O satanismo nestes meios artísticos e musicais não constitui novidade. Está bem implantado em Hollywood.

Ideologia do «género» prejudica educação - adverte perito

O professor da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade Complutense, José María Barrio, advertiu que o principal problema do sistema educativo espanhol é o seu desenho desde categorias sociológicas como a ideologia do «género» e um progressismo radical.

Durante a apresentação do relatório de Profissionais pela Ética (PPE), «Educar em liberdade. Princípios e valores que devem sustentar uma política educativa», Barrio indicou que muitas vezes os que definem a educação fazem-no pensando mais em impor determinados modelos pedagógicos aos filhos de outros.

Nesse sentido, o coordenador do estudo, Mariano Bailly-Baillière Torre, solicitou a retirada do conjunto de disciplinas que conformam a Educação para a Cidadania, porque «constituem em um obstáculo para chegar a um pacto educativo duradouro» já que transmitem uma forte carga ideológica.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Direito a viver

Manifestação

Sábado, 17 de Outubro, 16:00h

Frente à Embaixada de Espanha em Lisboa

O PPV (Portugal pró Vida) convoca todos os portugueses pró-vida para uma manifestação pacífica frente à Embaixada de Espanha, na Praça de Espanha, em Lisboa, no dia 17 de Outubro pelas 16:00. Esta manifestação estará solidária com a jornada de Madrid (e internacional Europa e América Latina ) da plataforma HazteOir visando o reconhecimento do «Direito a Viver» na legislação espanhola http://www.hazteoir.org/. Recordamos igualmente as cerca de 10 mil vítimas portugueses em Lisboa que interesses económicos espanhóis, de há dois anos, estão a matar.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O Matrimónio natural, património mundial

Gonçalo Portocarrero de Almada
Vice-Presidente da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF)

O casamento é, na actualidade, objecto de discussão nos fóruns políticos, onde se reclama, em nome da liberdade, o direito ao que alguns entendem como novas formas de matrimónio. Para os que defendem tal equiparação, o casamento monogâmico, ordenado à procriação e educação dos filhos, seria apenas um modelo de matrimónio, sendo de admitir outros, nomeadamente o que institucionalizaria a união afectiva entre duas pessoas do mesmo sexo, mesmo que, por este motivo, ficasse excluída a priori a eventualidade da geração.

É razoável que o matrimónio conheça, no ordenamento jurídico positivo, outros contornos que não os da família tradicional, mas importa não esquecer que, em termos conceptuais, o casamento é, de per si, uma instituição que obedece necessariamente a certos requisitos essenciais. O matrimónio tradicional corresponde a um modelo histórico de casamento e, como tal, é discutível, mas há certamente alguma coisa que caracteriza a união esponsal e a distingue de todas as outras uniões. É essa essência da união matrimonial que se pode designar, com propriedade, o casamento natural. É portanto necessário identificar o que é essencial no casamento, por ser natural, e o que no seu regime jurídico é acidental, por ser meramente histórico ou circunstancial.

Mesmo os sistemas legais mais modernos não outorgam o estatuto de união matrimonial às relações existentes entre parentes próximos - como seria o caso de irmãos, pais e filhos, avós e netos, etc. - não porque ignorem que entre essas pessoas possa existir um autêntico amor, mas porque entendem que esse sentimento não é susceptível de constituir um verdadeiro casamento. É também pacífico admitir que uma união poligâmica ou poliândrica é inaceitável, não por razões de ordem ideológica ou confessional, mas porque uma tal associação é contrária à essência do matrimónio natural. Uma razão análoga é a que obriga à disparidade de sexos entre os nubentes, não por uma questão religiosa ou cultural, mas por uma exigência natural que decorre, com necessidade, da própria essência do pacto nupcial e que, por isso, não é reformável. Com efeito, o matrimónio natural é a união de um só homem com uma só mulher, em igualdade de dignidade e diversidade de funções.

A diferenciação sexual exige-se em função da complementaridade que é essencial ao casamento, mas também da sua fecundidade, porque o matrimónio não é dissociável da finalidade procriativa, apenas realizável quando a união se estabelece entre pessoas de diferente sexo. O casamento, mais do que amor ou união, é o pacto em virtude do qual a mulher se capacita para ser mãe, isto é «mater», a palavra latina que, muito significativamente, é a raiz etimológica do termo «matrimónio».

Os gregos e os romanos, que conheciam e toleravam as uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo, nunca tiveram a veleidade de lhes reconhecer o estatuto jurídico do casamento: seria absurdo considerar matrimonial a união homossexual, na medida em que esta, por se estabelecer entre pessoas do mesmo sexo, não é apta para a geração. Portanto, a aptidão da união matrimonial para a prole não decorre de uma histórica intromissão religiosa ou cultural, mas da mesma essência natural do matrimónio. Seria aberrante, não só juridicamente mas também em termos lógicos, considerar que dois homens possam constituir um matrimónio. Aliás, também na linguagem popular, um casal não são dois machos ou duas fêmeas, mas um de cada, precisamente porque só essa união é prolífica.

Admitir um direito subjectivo universal ao matrimónio é um contra-senso: se é verdade que todos os cidadãos têm, em princípio, direito a optar pelo estado matrimonial, é evidente que o exercício dessa sua faculdade só é pertinente quando observam os requisitos essenciais do matrimónio. Qualquer pessoa é livre de comprar ou de doar, mas não pode pretender comprar sem se obrigar à entrega do preço do bem adquirido, nem querer doar a troco de uma compensação pecuniária, porque qualquer uma destas exigências contraria a essência do respectivo contrato, na medida em que a compra pressupõe sempre uma contra-prestação e a doação é, por definição, gratuita.

Discuta-se, se se quiser, o que há de histórico e cultural e até religioso na configuração jurídica da instituição civil do matrimónio, mas não se esqueça o que neste instituto é essencial, por ser natural. Admita-se, no limite, a institucionalização de uma sui generis união de pessoas do mesmo sexo, mas não à custa da perversão da instituição matrimonial.

O casamento cristão é, talvez, uma modalidade discutível, nomeadamente numa sociedade que já não se pauta pelos princípios evangélicos e, pelo contrário, faz questão em se afirmar laica e multicultural. O casamento tradicional é certamente um modelo respeitável, mas é legítimo que uma sociedade pós-moderna não se reveja em figurinos de outras eras. Mas o casamento natural não é mais um tipo de união matrimonial, mas a essência de todo e qualquer casamento e, por isso, um bem universal que, como a natureza ambiental, faz parte do património da humanidade.

Reconhecer imediatamente uma trombose

A IDENTIFICAÇÃO DE TROMBOSE PODE SALVAR VIDAS

Durante um piquenique, uma mulher tropeçou e teve uma pequena queda. Ela assegurou a toda a gente que estava bem. Coisa simples...

Os amigos limparam-na e arranjaram-lhe um novo prato de comida. Embora um pouco abalada, continuou a divertir-se o resto da tarde.

Mais tarde, o marido ligou para dizer a toda a gente que a mulher estava no hospital. Às 6:00 da manhã faleceu.

Ela sofrera uma trombose durante o piquenique. Se tivessem sabido identificar os sinais de trombose, talvez ainda estivesse viva. Algumas pessoas não morrem mas ficam incapacitadas e com graves sequelas.

O neurologista diz que se ele conseguir chegar até uma vítima de trombose dentro de 3 horas, pode reverter totalmente os seus efeitos. Ele diz que o truque está em reconhecer os sinais de trombose, diagnosticar, e obter assistência médica no prazo de 3 horas.


Deve fazer 3 perguntas simples:

1 - Peça ao indivíduo para sorrir.

2 - Peça-lhe para dizer uma frase simples e coerente (ex.: Está um dia lindo).

3 - Peça-lhe que levante os dois braços.

4 - Peça-lhe que ponha a língua de fora.

Se ele tiver problemas em fazer alguma das três primeiras coisas ou se a língua estiver torta ou for para um lado ou para outro, é indicação de trombose.

Chame imediatamente o 112 e descreva os sintomas a quem atender.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Primeiro dia de aulas na Bélgica

1 de Setembro. Primeiro dia de aulas na Bélgica. O professor faz a chamada.

-- Mustapha El Ekhzeri.
-- Presente.

-- Achmed El Cabul.
-- Presente.

-- Kadir Sel Ohlmi.
-- Presente.

-- Mohammed Endahrha.
-- Presente.

-- Ala In Ben Oit.

Silêncio na sala.

-- Ala In Ben Oit.

A Sala continua calada.

-- Pela última vez, Ala In Ben Oit.

De repente, um rapaz na última fila levanta-se e responde:

-- Sou eu, mas o professor deve pronunciar de modo diferente: Alain Benoît

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Carta aberta ao Diário de Notícias

O Diário de Notícias defende a adopção de crianças por homossexuais?

No passado dia 5 de Outubro o jornal Diário de Notícias publicou uma notícia assinada pela jornalista Céu Neves intitulada Homossexuais são pais "tranquilos e seguros".

Tendo em consideração que na próxima legislatura se discutirá, muito possivelmente, o `casamento homossexual' e, consequentemente, a possibilidade de adopção por casais homossexuais, a notícia publicada merece-nos as seguintes questões:

1. O DN considera que um estudo comparativo com uma pequeníssima amostra de 25 elementos em cada grupo (hetero e homossexuais) é significativo e merecedor de publicação num jornal nacional? Os 25 elementos de cada grupo representam a população portuguesa?

2. Será que a linguagem ambígua e pouco rigorosa usada no artigo (por exemplo, `tranquilidade', `segurança' e `comportamentos educativos adequados') é suficientemente consistente para suportar as conclusões? Ou trata-se de uma mera opinião da investigadora? A exigência e o rigor impõem-se; o respaldo na figura de autoridade "tese de mestrado" não colhe. Uma notícia desta natureza empresta aos dados a expansão indesejável da generalização das conclusões. Um erro grave do jornal que ultrapassa a referida tese, que por certo não terá essa aspiração descabelada.

3. Entende o DN que é credível cientificamente, e merecedor de notícia, um estudo fundado em vagos adjectivos, facilmente manipuláveis ideologicamente, e tão poucos dados objectivos mensuráveis?

4. Sendo a matéria tão sensível, e tantas as fragilidades científicas deste estudo, por que razão a peça do DN não deu lugar ao contraditório?

5. Por tudo isso, é justo perguntar-se: qual a motivação por detrás da publicação tão pouco balanceada de um estudo tão precário?

6. E ainda: será que o DN assume uma posição ideológica favorável à adopção de crianças por homossexuais?

Se for verdade, é tempo de o assumirem, pois o DN deve essa explicação aos seus leitores.

Porto, 7 de Outubro de 2009
Associação Mulheres em Acção
Alexandra Teté

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Menino Raptado




Passe MSG muito depressa.

Catarina Teixeira de Carvalho
Sociedade de Advogados
Rua de Grijó, n.º 26, salas 1 a 3
4150-384 PORTO
Tel.: 225322966/7 -- Fax: 226174003


Este menino foi raptado no Alentejo. Por favor passem este e-mail a todos os que conhecem.

Para informações contactar com a Câmara Municipal de Viana do Alentejo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Feministas usam a táctica de chamar «centro oncológico» a clínica abortista

O director para a América Latina do Population Research Institute (PRI), Carlos Pólo, questionou a nova táctica dos promotores do aborto em Medelim que, através de grupos feministas, procuram a aceitação da opinião pública para a polémica Clínica da Mulher, apresentando-a agora como um centro para tratar o cancro.

Pólo recordou que a clínica foi promovida «como o símbolo latino-americano dos direitos reprodutivos feito realidade e especificamente o seu serviço de abortos» mas «hoje, perante o repúdio popular, dizem que o aborto 'é um tema absolutamente secundário pela sua muita escassa frequência'. Agora querem fazer-nos acreditar que o que mais lhes importa é o cancro da mama ou o cancro da cerviz».

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Álcool em gel


Todos nós já ouvimos e lemos inúmeras informações sobre a gripe A.Também sabemos que a protecção é o maior meio de combate ao vírus.Como tal, e devido ao facto deste produto ter triplicado o seu preço, eis aqui a receita para a elaboração de álcool em gel:
2 folhas de gelatina incolor e sem sabor (compra-se em qualquer supermercado)
1 copo de água quente para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Deixe arrefecer.
Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.
Está pronto o álcool em gel de 72° a 75° graus.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Dois anos de aborto: apelo à solidariedade do poder local

A experiência mostra que é possível ajudar mulheres e homens em circunstâncias difíceis

Desde que foi liberalizado o aborto, mais de 22.875 crianças deixaram de ver a luz do sol, porque foram abortadas. É o número da nossa vergonha! Que seria deste país com mais 22.875 crianças? Quantas salas de aula, infantários e creches não teriam de abrir para estas 22.875 crianças? Quantos professores teriam emprego ao dar aulas a 22.875 crianças? Quanta alegria teríamos ao dar de comer a mais 22.875 crianças?
A lei foi a ferro e fogo imposta ao país e as vítimas aí estão - somos hoje uma sociedade mais pobre e menos solidária, mais violenta e menos ousada. As vítimas são também, muito em particular, as mulheres (mais de 22.000) que no último ano e meio se submeteram ao flagelo de ir ao centro de saúde, receber uma "guia de marcha" ou credencial que as conduziu ao aborto. Quantas mulheres o fizeram sob ameaça? Quantas o fizeram sob pressões sociais? Quantas mulheres o fizeram solitariamente? Quantas tiveram uma mão amiga, um ombro ou um gesto de carinho que lhes apontasse outro caminho? Quais as respostas sociais a este flagelo? O Estado oferece o aborto. Ponto. Porém, não baixamos os braços.
Muitos de nós, nas instituições de apoio à vida, temos estado ao lado de mulheres que caminhavam para o aborto e têm hoje consigo o filho ou a filha, com muita alegria. A experiência mostra que é possível ajudar mulheres e homens em circunstâncias difíceis. É um imperativo de solidariedade. É um trabalho difícil, mas com um retorno e uma nobreza incomensuráveis.
Por isso, apelamos a todos aqueles que disseram "não ao aborto" (mais de 1.700.000 portugueses) para que, no seu local de trabalho, no seu grupo de amigos, de relacionamento, na colectividade a que pertencem, no centro de saúde onde são utentes, estejam atentos, informem e intervenham ao lado de cada mulher que está em vias de fazer um aborto. Que nos organizemos em pequenos grupos (duas a três pessoas) para, pelo menos, dar uma palavra amiga, de coragem e de ajuda, a cada mulher que está em risco de aborto e também àquelas que o fizeram e agora descobriram as suas terríveis sequelas. Ninguém é feliz sozinho. O sofrimento que vive paredes-meias connosco é também uma dor nossa.
E, por fim, um forte apelo aos 308 presidentes de câmara, aos 4259 presidentes de juntas de freguesia do meu país. As mulheres do vosso concelho, da vossa freguesia precisam de ajuda, quando em risco de aborto.
É preciso criar em cada freguesia, em cada concelho estruturas de apoio às mulheres em risco de aborto. Senhores presidentes de câmara, tendes ao vosso dispor as comissões de Protecção de Crianças e Jovens que podem lançar mão deste trabalho. Senhores presidentes de junta de freguesia, os gabinetes de atendimento podem ajudar a que a vossa freguesia dentro em breve tenha mais felicidade na cara de cada mulher e tenha mais crianças e mais jovens nas creches e nas escolas. Bastará criar o apoio, noticiar a oferta, informar os centros de saúde e hospitais e tudo será diferente.
Perante o vazio de respostas do poder central, vamos mostrar que o poder local é solidário e amigo da vida.

Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida

sábado, 26 de setembro de 2009

Questionário aos Partidos

Sessenta personalidades católicas
questionam os partidos sobre os valores morais.
Mas que fique claro
que não seria preciso ser católico!

Em documento dirigido aos partidos políticos, sessenta personalidades católicas questionam-nos sobre os valores morais relativos ao casamento e à família. Como sabemos, se o PS e o BE são claramente dominados por políticos apologistas da destruição da família, o PSD e o CDS não são totalmente claros a este respeito e neles coabitam posições antagónicas.
Por exemplo, no CDS-PP, grande parte das pessoas defende os valores da Civilização e da família. Mas já o «modernaço» Pires de Lima quer «abrir» o partido à «modernidade»...
No PSD, Manuela Ferreira Leite foi clara na defesa do casamento, o que lhe valeu o ódio da fauna libertina nos jornais, televisões e rádios. Mas, ao mesmo tempo, indivíduos como Santana Lopes e Passos Coelho defendem as mesmas posições degradantes de Sócrates e Louçã.
A iniciativa desssas personalidades católicas em defesa da Civilização e da família é, pois, de louvar. Mas também é de salientar que não é preciso ser católico para defender os mesmos valores morais. Basta não ser libertino consciente ou tolerante aparvalhado.

Heduíno Gomes

OS JOVENS E A EDUCAÇÃO SEXUAL

Em boa hora os nossos governantes tiveram a sensata iniciativa de promover aulas obrigatórias de educação sexual. Não obstante os testes dos alunos que terminaram os seus estudos secundários acusarem a sua deficiente preparação científica e literária, os nossos governantes aperceberam-se (vá-se lá a saber como...) que ainda pior é a sua falta de conhecimento sobre a sexualidade, pelo que, em vez de proporem mais aulas de português ou de matemática, optaram por sobrecarregar o já muito preenchido currículo escolar com mais uma disciplina, a famigerada educação sexual.

Na realidade, um dos problemas que mais aflige a nossa juventude é a falta de informação sobre o sexo porque, como é evidente, é um tema tabu na nossa sociedade. Basta ligar a televisão a qualquer hora para se comprovar que assim é: não há filme ou telenovela que aborde, nem que seja ao de leve, a sexualidade. As músicas que ouvem os jovens também não têm qualquer referência explicitamente sexual, pois este tema não interessa aos compositores na berra. A internet peca igualmente pela ausência de conteúdos dessa índole: não obstante a generosa oferta dos «Magalhães» à malta, os nossos adolescentes vêem-se e desejam-se para encontrar na net informações que saciem a sua louvável ânsia de conhecimentos sobre a sexualidade.

Também as famílias são, em regra, espaços proibidos para tão delicada questão. O rapaz, ou a rapariga, que vive com a mãe cujo namorado é o pai de uma colega que vive em união de facto e que já abortou o filho de uma anterior relação, geralmente ainda acredita que os bebés vêm de Paris.

Como nos recreios os rapazes só falam da teoria da relatividade e do existencialismo e as meninas, como compete à sua esmerada educação, de bordados e puericultura, os governantes acharam por bem que, pelo menos nas aulas, se fale de sexo. Espera-se que as escolas estejam preparadas para amparar o choque psicológico que uma tal surpresa representará para muitos dos nossos adolescentes, que acreditam ainda, como é sabido, nas cegonhas, o que, diga-se de passagem, é ecologicamente muito correcto, e no Pai Natal, o que, em termos comerciais, o não é menos.

Por último, sendo o sexo uma realidade essencialmente prática e a escola um âmbito de formação profissionalizante, é de crer que a leccionação da nova disciplina seja confiada a especialistas, e não aos professores das outras matérias, que pouco ou nada sabem desta temática. A bem dizer, não basta que esses mestres de educação sexual sejam pessoas conhecedoras da teoria correspondente, mas também da sua prática, na medida em que a Guia de Educação Sexual da ONU, elaborada pela UNESCO com a colaboração da OMS, prescreve, entre outras barbaridades, a apologia da sodomia e a prática do onanismo, a partir dos cinco anos de idade (UNESCO, International Guidelines on Sexuality Education: An evidence informed approach to effective sex, relationships and HIV/STI education; UN News, 27-08-09; Family Edge, 31-08-09).

Não sendo crível que nenhum professor digno desse nome se preste a tão aviltante serviço, a leccionação da disciplina de educação sexual deverá ser confiada a pessoas sem escrúpulos morais, mas vasta experiência nesse âmbito, ou seja, a profissionais do sexo. O benemérito programa governamental das novas oportunidades, que oferece diplomas a troco de experiência profissional, poderia estabelecer um bacharelato em sexualidade, via ensino, para quantos se dedicam ao tão educativo exercício da mais antiga profissão do mundo.

Gonçalo Portocarrero de Almada

terça-feira, 15 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

U.N. Recommends Mandatory Sex Education for Kindergarteners

According to a report at FOX News, the United Nations is recommending that children as young as five receive mandatory sexual education which would teach them about topics such as gender violence and masturbation.

The U.N.'s Economic, Social and Cultural Organization (UNESCO) released a 98-page report in June offering a universal lesson plan for kids ranging in age from 5-18, an "informed approach to effective sex, relationships" and HIV education that they say is essential for "all young people."

The Report is entitled "International Guidelines for Sexuality Education" and separates children into four age groups: 5-to-8-year-olds, 9-to-12-year olds, 12-to-15-year-olds and 15-to-18-year-olds. Children in the 5-to-8-year-old group will be told that "touching and rubbing one's genitals is called masturbation" and that private parts "can feel pleasurable when touched by oneself."

Upon reaching 9 years of age, the children will learn about homophobia, transphobia, the abuse of power, and the positive and negative effects of aphrodisiacs. They will also learn that abortion is safe. At age 12, the children will learn the "reasons for abortion" and by age 15 will be exposed to direct "advocacy to promote the right to and access to safe abortion."

To read a copy of the report, click here.

The U.N. calls its program "age appropriate," but critics such as Michelle Turner, president of Citizens for a Responsible Curriculum, say the program is exposing kids to sex far too early and offers up abstract ideas that the children might not even understand.

"At that age they should be learning about ... the proper name of certain parts of their bodies," said Turner, "certainly not about masturbation." "Why can't kids be kids anymore?" she asks.

A educação sexual e D. Afonso Henriques

A questão pode parecer peregrina, mas não é. Com efeito, foi precisamente neste ano, em que se festejam os novecentos anos do primeiro Rei de Portugal, que se implementou no nosso país a educação sexual obrigatória. Uma tão feliz coincidência não pode ser mero acaso, pelo que parece ser pertinente questionar a relação entre aquela efeméride e esta nova vertente da educação em Portugal.

É certo e sabido que D. Afonso Henriques não teve qualquer tipo de educação sexual, muito embora uma tal carência não tenha significado para o nosso primeiro monarca nenhuma especial inaptidão, pois não só foi pai da nação como, também, de onze filhos! Mais ainda: todos os seus contemporâneos que geraram descendentes, fossem eles nobres, burgueses ou filhos do povo, todos, sem excepção, fizeram-no sem que lhes tivesse sido dada nenhuma educação sexual. É incrível, mas é verdade.

E, não obstante esta ignorância sexual generalizada, o país não se extinguiu! É caso para dizer: milagre! Era de esperar que os portugueses tivessem desaparecido do mapa, por desconhecimento da ciência da reprodução, acintosamente omitida pela Igreja e pelo Estado, nos seus respectivos estabelecimentos de ensino. Mas não! De forma absolutamente prodigiosa, os portugueses, sabe-se lá a que custo, lograram trazer filhos ao mundo! Filhos das trevas e da falta da educação sexual! Filhos da iliteracia sexual que o nosso país sofreu durante oito séculos!

Temo que seja esta a ancestral razão pela qual muito se gaba, e com razão, a proverbial capacidade lusitana de improvisar: não havia aulas, os homens e as mulheres não sabiam educação sexual e, contudo, apareciam filhos, tantos filhos que se espalharam pelas sete partidas do mundo! Se a ignorância sexual foi tão prolífica para Portugal, será que a educação sexual esterilizará o nosso país? Será que o que se pretende, com a nova disciplina curricular, é que os portugueses mirrem e se extingam, em vez de se expandirem e multiplicarem?!

Seja como for, a verdade é que o governo entendeu por bem pôr termo a esta atávica falta de educação sexual nacional. Mas, se pega a moda do Estado pretender ensinar o que é óbvio e natural, em vez do que é elevado e racional, é de esperar que a reforma educativa não se fique pela sexualidade. Falta, por exemplo, uma disciplina de educação respiratória, porque há quem não saiba inspirar e expirar em condições. O mesmo se diga da educação digestiva e de todas as outras expressões das mais básicas necessidades do nosso organismo. Em suma: a introdução da educação sexual não é uma simples alteração cosmética da política educativa, mas o início de uma nova era, a vanguarda de uma autêntica revolução. Abaixo o português e a matemática e viva a educação sexual! Abaixo a cultura e viva a educação animal! Abaixo a educação humanista e viva a educação «bestial»!

A propósito, não será por falta de educação sexual que o lince ibérico está em vias de se extinção?! Se os homens, que em princípio são animais racionais, têm necessidade, no sábio e prudente entendimento dos nossos governantes, de uma aprendizagem que assegure a sua reprodução, com mais razão os animais irracionais precisam de uma formação específica que os ensine a procriar. Crie-se, pois, sem mais demora, a Escola C+S da Malcata e imponha-se aos linces a frequência obrigatória das respectivas aulas de educação sexual: é a única solução capaz de impedir o seu dramático desaparecimento.

Gonçalo Portocarrero de Almada

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Cavaco promulga a sinistra lei da «educação sexual»

Da parte do governo de Sócrates e da maioria socialista da Assembleia da República já não é novidade: tudo o que é para destruir a moral e a família pode ser esperado. Entretanto, aqueles portugueses que entregaram o seu voto a Cavaco tinham a esperança de ele fazer valer os valores morais que insinuava defender - para os mais atentos, apenas insinuava... Mas Cavaco só pensa na sua reeleição e, para assegurar o voto de alguns, já há muito que pisca o olho aos inimigos da moral e da família. Por isso, lavando as mãos como Pilatos, como já fizera no caso do aborto, promulgou a lei da educação sexual nas escolas, que constitui um atentado à educação das crianças e aos direitos das famílias: uma lei que dá direito aos inimigos da moral e da família a corromperem as crianças nas escolas sem que os pais se possam opor.
Eis o verdadeiro Cavaco.
A este propósito, publicamos largos extractos do comunicado da Associação Juntos pela Vida.

Heduíno Gomes


Ele não ouve, ele não vê, ele não diz nada...
Defensor da moral e da família ou Pilatos?

Comunicado da Associação Juntos pela Vida sobre a lei da chamada «educação sexual»
(extractos)

1. Hoje é um dia mau para Portugal. O Presidente da República decidiu promulgar a lei 60/2009 sobre educação sexual na escola.

2. Havendo a possibilidade de dar educação sexual a quem quer e não dar a quem não quer, optou-se pela via do estalinismo puro e duro.

3. Nesta hora negra, recordamos que as leis mais criminosas da História de Portugal têm a assinatura de Aníbal Cavaco Silva. É um registo impressionante:
a) Lei da liberalização do aborto a pedido;
b) Lei da procriação medicamente assistida (lei vetada por Jorge Sampaio);
c) Lei selvagem do divórcio;
d) Lei da educação sexual.

4. Em tempo alertámos para os perigos e prejuízos que a nova Lei sobre Educação Sexual virá trazer. Governo, Assembleia da República e agora o Presidente da República ignoraram estes apelos. A Educação Sexual propalada como meio de prevenir o aborto é agora instituída de acordo com as orientações do maior operador privado da indústria do aborto. A doutrinação compulsiva anti família é, a partir de hoje, um facto protegido pela Lei.

5. Apelamos a todos os que não se revêem nestas leis antinaturais e que nos desumanizam para que nunca mais votem em Aníbal Cavaco Silva.

9 de Agosto de 2009

Juntos Pela Vida, Associação

Vital Moreira e os seus «novos» «valores»


Vital Moreira, cabeça de lista do PS nas eleições europeias, com o seu habitual ar professoral de quem dá grandes lições sobre a vida, e de bandeira nacional em fundo. Ele quer ensinar como se deve viver à moderna: aborto, eutanásia, divórcio e «casamentos» de pederastas. É esta a sua moral.


Vital Moreira fala dos seus «novos valores» (Público, 4 de Agosto de 2009). Que serão esses «novos valores» na boca desta triste figura de ideólogo falhado? São afinal a liberalização do aborto, a promoção do divórcio, a eutanásia e o chamado «casamento» entre invertidos.

«Valores»?

«Valores»? Claro que não. Apenas anti­valores, que manifestamente contribuem para a destruição psíquica, física e moral das pessoas, das sociedades e das nações. Chamar valor ao aborto é um aborto de lógica. Chamar valor à destruição da família é de quem não sabe o que ela é e vale. Chamar valor à eutanásia é subscrever o Mein Kampf. Chamar valor ao dito «casamento» de invertidos é gosto de sodomita. Valores, isto?
O curioso é que este indivíduo andou pelo PCP. Saberá o indivíduo que o aborto foi proibido por Stalin, sendo legalizado apenas na era khruchtchovista, isto é, quando a União Soviética começou a afastar-se da sua ortodoxia e virou uma sociedade decadente que haveria de implodir? Saberá o indivíduo que, apesar do anticristianismo do marxismo - talvez ou não contraditoriamente, pouco interessa para o caso -, a função do chefe de família foi reforçada por Stalin visando a unidade da família para a educação dos filhos, sendo o divórcio, embora admitido, nunca bem visto nem facilitado pelo regime soviético nem pela doutrina oficial da moral socialista? Saberá o indivíduo que no PCP dos velhos tempos os invertidos eram expulsos ao serem descobertos e, se identificados antes, nem chegavam a entrar? Saberá o indivíduo que, mesmo nas relações entre sexos, Lenin se opôs à promiscuidade das feministas, acusando-as de defenderem a «teoria do copo de água», isto é, de encararem o acto sexual como simplesmente beber um copo de água? Sem de modo nenhum desculpá-lo pela falsidade das suas bases filosóficas e crimes a que conduziu, isto era assim... quando o marxismo era marxismo... e não anarco-liberalismo...
Manifestamente, o indivíduo faz parte daquele grupo de anarco-liberais (para não dizer mais...) que foram parar ao PCP apenas por engano, ou, melhor, por carreirismo. Daí mudarem de cavalo como mudam de fantasia e de cama, daí as suas múltiplas incoerências.

«Novos»?

«Novos?» Todo este catálogo de desumanidade e de actos contra natura será novo? Claro que não. Quem conheça um pouco a história sabe que todo este catálogo já existe há milénios. Sodoma e Gomorra são anteriores à nossa era. O império romano, que acabou mal pelo seu deboche, foi-se há muito. Auschwitz da eutanásia já lá vai há mais de 50 anos. Onde estarão então as novidades nos catálogos dos Vital Moreira, Sócrates, Paulo Pedroso, Santana Lopes, Pedro Passos Coelho, Paulo Rangel, Pires de Lima, Louçã e outros «modernaços»?

Como e quem nos livra desta gente?

Os vários partidos e Portugal estão bastante influenciados ou mesmo dominados por uma classe política deste quilate: pederastas & feministas, ladrões e maçãos. Estado, empresas públicas, câmaras, bancos, educação, segurança social, meios de comunicação, cultura - tudo está a saque. A Polícia Judiciária e o Ministério Público não têm tido mãos a medir nos últimos tempos. Algumas das coisas que se sabia são agora casos públicos de polícia. Mas há muito mais.
Os políticos sérios são neutralizados. A Civilização e Portugal encaminham-se perigosamente para a liquidação. O bando domina, faz propaganda dos anti-valores, puxa os cordelinhos da vida nacional e faz fortunas por qualquer meio entre duas legislaturas...
Os seus alvos a abater são sempre os mesmos: a família e as instituições que a sustentam, como é o caso da Igreja.
E eles têm doutrina e organização...
Mas a Civilização e Portugal não podem morrer. Perante a doutrina e a organização do bando, que devem fazer as pessoas normais para se verem livres desta gente e poderem viver numa sociedade decente, onde os seus filhos estejam livres dessas aberrações e pressões?
Em primeiro lugar, as pessoas normais devem contrapor-lhes frontalmente a normalidade e a doutrina da Civilização. Desmascarar as falácias e os que as propagam ou lhes dão cobertura, ou lavam as mãos como Pilatos, tal Cavaco e os «politicamente correctos». Para isso é preciso trabalhar e, sobretudo, ter coragem. Vencer a cobardia.
À doutrina responde-se com doutrina.
Em segundo lugar, as pessoas normais devem organizar-se de múltiplas formas para, organizadamente, enfrentarem o bando em todas as áreas em que actua.
À organização responde-se com organização.
Todos nós podemos e devemos trabalhar activamente para normalizar a vida social. Todos. Denunciando, organizando, não votando neles. Os que não o fizerem, por cobardia ou por serem politicamente correctos, serão cúmplices.

Heduíno Gomes

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Quem votar em políticos ou partidos que, abertamente ou por omissão, defendam o aborto, a eutanásia, o facilitismo no divórcio e o chamado «casamento» entre pederastas está a colaborar na destruição da Civilização e a criar uma sociedade podre onde filhos e netos irão correr sérios riscos.
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Artigo de Sócrates: a escolha de ser moderno

«Está para nascer um primeiro-ministro que escreva melhor artigo de opinião do que eu». Do mesmo modo que se auto-elogiou no combate ao défice público, esta poderia ser a frase escolhida por José Sócrates para resumir o seu artigo de opinião publicado hoje no JN.

O texto é um panfleto político, com uma colagem de ideias avulsas que reflectem a sua actuação nos últimos quatro anos: Sócrates governou para a propaganda e para as televisões. Mas o que ressalta com mais evidência do artigo "Uma escolha decisiva" é a palavra "modernização", repetida até à exaustação (onze vezes no texto). Isto leva-nos a concluir que Sócrates pretende passar a imagem de um político moderno, de alguém que iluminado por uma profecia conduz o seu povo à terra prometida.

Já há quatro anos que vamos sabendo a que tipo de modernismo Sócrates se refere: uma cultura de morte, à negação do direito de escolha pelos pais do tipo de educação a dar aos seus filhos como aconteceu com a Lei de educação sexual, ao desdém das raízes católicas do nosso povo, à promoção da homossexualidade (e não apenas ao respeito pelas pessoas), à relativização do casamento, etc.

Por mais que Sócrates fale do futuro - do TGV que não decidiu, do aeroporto que não iniciou, dos hospitais que não construiu, etc. -, a verdade é que o seu conceito de modernismo não passa apenas pela obra que agora promete finalmente fazer. Passa pelos valores que defende e que pretende continuar a implementar por cá.

O modernismo de Sócrates parte do principio de que algumas ideias que surgem na sociedade, e que ele intitula de forças políticas de sinal contrário, são ultrapassadas e um empecilho para se alcançar o progresso. No texto, verificamos que o actual primeiro-ministro assume-se como o terapeuta que vai libertar do nosso inconsciente colectivo "um certo espírito do salazarismo". Ele será o exorcista e a parte da população que não comunga das suas ideias - os possessos pelos demónios do passado e os avessos ao progresso - não irá conter a sua ambição de ir mais longe. Sócrates promete um combate feroz a todos aqueles que se lhe opõem, afirmando sem equívocos, no seu manifesto político, que vai modernizar-nos com os seus doutos conhecimentos progressistas, através das suas reformas modernizadoras.

Tal como Flaubert, o actual primeiro-ministro entende que "é essencial ser absolutamente moderno nos gostos". Pois assumo que prefiro o estilo clássico, assim não corro o risco de ficar fora de moda já a 27 de Setembro, na altura das próximas eleições.

in http://www.oinimputavel.blogspot.com/

terça-feira, 14 de julho de 2009

Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v e que fazer?

Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos
são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal:

* Febre
* Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
* Dor de garganta
* Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:
o Dores corporais ou musculares
o Dor de cabeça
o Arrepios
o Fadiga
o Vómitos ou diarreia [embora não sendo típicos na gripe sazonal,
têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo
novo vírus da Gripe A(H1N1)v]

Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que
tenham contraído a infecção.

Se apresentar sintomas de gripe (febre alta de início súbito e tosse, dor de
garganta, dores musculares, dores de cabeça, dificuldade respiratória ou
diarreia), dentro dos 7 dias após o regresso, ou se tiver tido contacto
próximo com pessoas apresentando sintomas de gripe, deve permanecer em casa,
ligar para Linha Saúde 24: 808 24 24 24 e seguir as instruções que lhes
forem dadas.

Para mais pormenores, consultar o Portal da Saúde.

sábado, 11 de julho de 2009

A super-escola ou o retrato da escola portuguesa

Onde estão as melhores escolas do mundo?
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7.º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente!

DISCIPLINAS -- ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES

1. Língua Portuguesa
2. História
3. Língua Estrangeira I - Inglês
4. Língua Estrangeira II - Francês
5. Matemática
6. Ciências Naturais
7. Físico-Químicas
8. Geografia
9. Educação Física
10. Educação Visual
11. Educação Tecnológica
12. Educação Moral R.C.
13. Estudo Acompanhado
14. Área Projecto
15. Formação Cívica

É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15
Carga horária = 36 tempos lectivos

Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!

MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!

A Escola ainda:
integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos,
como:
* Currículos Alternativos
* Percursos Escolares Próprios
* Percursos Curriculares Alternativos
* Cursos de Educação e Formação

MAS AINDA HÁ MAIS...

A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:

* Educação sexual
* Prevenção rodoviária
* Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
* Preservação do meio ambiente
* Prevenção da toxicodependência
* Etc, etc...

Peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?' (possível interpelação do ministro da educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar.É bom que as pessoas percebam que ter filhos acarreta muita responsabilidade - não só a de os alimentar, vestir, comprar telemóveis, mp3, pc, como também, e principalmente : EDUCÁ-LOS!!!!!

Um professor

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Obama e os invertidos

O link abaixo conduz a um vídeo e transcrição do texto de um discurso de Obama na Casa Branca por ocasião do chamado «Gay Pride». Este discurso foi pronunciado perante os seus convidados invertidos no meio de grandes aplausos dos ditos e da sua querida esposa Michelle. Se alguém duvidasse onde o novo Presidente se situa perante a máfia invertida, eis as melhores e mais carinhosas provas.

http://americansfortruth.com/news/watch-it-obamas-white-house-speech-celebrating-gay-pride-month.html

quinta-feira, 2 de julho de 2009

As civilizações valem todas o mesmo?

Partindo do princípio de que se pode chamar civilização a certas formas de organização social assim denominadas pelos antropólogos e sociólogos, e não barbárie, cabe perguntar aos adeptos do relativismo cultural e progressistas terceiro-mundistas: admitindo que a todas podemos chamar civilizações, valerão todas o mesmo?
Veja-se a crueldade da «civilização» muçulmana no vídeo anexo.
A lapidação de mulheres é prática corrente entre os muçulmanos. Tal ocorre normalmente quando uma mulher viola gravemente os códigos morais.
Claro que não pretendemos desculpabilizar o adultério, consequência da fraqueza humana, e hoje banalizado no Ocidente pela degradação moral da mulher, principalmente promovida pelo feminismo e pelo anarco-liberalismo.
Mas como resolver tal problema que destrói a família nos seus alicerces? Que humanidade é essa que se permite, a sangue frio, praticar a barbaridade da lapidação em nome da justiça?
Civilizações «diferentes ... todas iguais»???...
Calminha!
Muita calminha!