quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Sobre a família

«A família, meu amigo, é a base fundamental da sociedade

CAMILO CASTELO BRANCO




«Considero a família e não o indivíduo como o verdadeiro elemento social (arriscando-me a ser julgado como espírito retrógrado).»

BALZAC



«Toda a doutrina social que visa destruir a família é má e, mais, inaplicável.»

VICTOR HUGO




«Deus faz que o solitário viva em família»...

SALMOS 68, 6


Do Manifesto das Famílias Portuguesas.
Encontra o resumo deste Manifesto ao cimo, à direita, do blog.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Socialistas católicos mobilizam-se contra casamentos gay e querem referendo


Cláudio Anaia, porta-voz do grupo, diz que o PS de Sócrates anda a reboque do BE e "ideologicamente baralhado"

A pobreza e o combate à crise devem estar no topo da agenda do Governo do PS e não o casamento entre homossexuais. É com base neste premissa que um grupo de católicos, que militam no PS, se estão a mobilizar para uma verdadeira campanha contra a legalização dos casamentos gay, uma das promessas eleitorais que José Sócrates, já depois das eleições, reiterou publicamente que fará avançar nesta legislatura.

Para já, deverá ser criado, esta semana, um site na Internet, em articulação com outras organizações partidárias e movimentos de cidadãos, para funcionar como um fórum de debate sobre o tema. Mas que poderá constituir-se como uma plataforma de angariação de contactos para o objectivo que estes socialistas católicos têm na forja: a recolha de 75 mil assinaturas com vista à realização de um referendo.

"Defendemos que a realização de um referendo é essencial por uma questão de justiça, porque estamos convencidos que a Assembleia da República corre o risco de aprovar uma lei com a qual a maioria dos portugueses não concorda", explica o porta-voz do grupo de socialistas católicos, acrescentando que aguardam apenas "por sinais concretos" dos partidos com representação parlamentar quanto ao sentido de voto para desencadear o processo de recolha de assinaturas. Em dúvida, diz, está a posição que o PCP poderá eventualmente adoptar e que, em conjugação com votos do PSD e do CDS-PP, poderá travar o diploma no Parlamento. "O PS está a ir a reboque do BE, está ideologicamente baralhado. Ser de esquerda é trabalhar contra a fome e a pobreza, é combater a crise", argumenta.

Consciente de que a proposta de legalização dos casamento gay constava do programa eleitoral do PS - foi sufragado pela maioria dos portugueses nas legislativas de Outubro -, Cláudio Anaia sustenta que a questão divide os socialistas e que o voto de grande parte dos eleitores não é determinado pela concordância com os programas dos partidos, "que, muitas das vezes, ninguém lê". "Há muita gente que se opõe à legalização do casamento entre homossexuais, mas o mais importante é que os que o defendem estão a mentir quando dizem que será vedada a adopção de crianças. Hoje em dia basta o casamento ser reconhecido por lei para haver direito à adopção", adverte este dirigente socialista e membro honorário da JS, que jura nada ter a opor ao regime de uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo. "Coisa diferente é o casamento", insiste. Dito isto, Anaia conclui que não se trata de "uma causa fracturante, mas aberrante".

A ofensiva deste sector católico dos socialistas não é inédita (já se tinham destacado no combate à legalização da interrupção voluntária da gravidez), mas torna-se pública num momento em que a Igreja se prepara, também, para tomar uma posição sobre o assunto. Ontem, o Diário de Notícias avançava que o tema poderá ser discutido pelos bispos portugueses, na reunião que decorrerá entre os dias 9 e 12 de Novembro em Fátima. Isso mesmo foi admitido pelo porta-voz da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa), Manuel Morujão. Ressalvando embora que a questão não está agendada, foi dizendo que o tema poderá ser discutido "no contexto da realidade social em que vivemos".

Ao PÚBLICO, Claúdio Anaia afasta qualquer concertação de esforços com a hierarquia católica, ainda que deixe claro que "a Igreja deve tomar posição". Algo que já aconteceu e que motivou o desencontro público com dirigentes do PS quando, em Fevereiro deste ano, em vésperas do congresso socialista, o porta-voz da CEP advertia os católicos para a proposta de casamento entre homossexuais contida na moção de José Sócrates.

[Dos jornais]

[Ilustração de prioradodeidiotas.com]

Ter um Pai!



Ter um Pai ! É ter na vida
Uma luz por entre escolhos ;
É ter dois olhos no mundo
Que vêem pelos nossos olhos !



Ter um Pai ! Um coração
Que apenas amor encerra,
É ver Deus, no mundo vil,
É ter os céus cá na terra !



Ter um Pai ! Nunca se perde
Aquela santa afeição,
Sempre a mesma, quer o filho
Seja um santo ou um ladrão ;



Talvez maior, sendo infame
O filho que é desprezado
Pelo mundo ; pois um Pai
Perdoa ao mais desgraçado !



Ter um Pai ! Um santo orgulho
Pró coração que lhe quer
Um orgulho que não cabe
Num coração de mulher !



Embora ele seja imenso
Vogando pelo ideal,
O coração que me deste
Ó Pai bondoso é leal !



Ter um Pai ! Doce poema
Dum sonho bendito e santo
Nestas letras pequeninas,
Astros dum céu todo encanto !

Ter um Pai ! Os órfãozinhos
Não conhecem este amor !
Por mo fazer conhecer,
Bendito seja o Senhor !

FLORBELA ESPANCA

Associação Juntos pela Vida patrocina processos contra o Estado

No Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama (30 de Outubro) queremos recordar o seguinte:

1. Em 1986 uma equipa de cientistas escreveu que "o aborto provocado antes da primeira gravidez levada a termo aumenta o risco de cancro da mama". ("Induced abortion before first term pregnancy increases the risk of breast cancer." Lancet, 2/22/86, p. 436)

2. A descoberta acima abriu um novo campo de pesquisa científica e médica que suscitou um amplo debate público, alguma controvérsia e dolorosas consequências para quem foi deliberadamente privado do seu conhecimento.

3. Na verdade, a evidência científica reunida nos últimos 50 anos é clara: o aborto provocado é, entre os factores de risco evitáveis, o que tem maior impacto no aumento do cancro da mama. Independentemente da posição pessoal ou institucional no debate sobre o aborto diversas organizações médicas afirmam que o aborto aumenta o risco de cancro da mama.

4. O Estado português tem o dever de informar todas as mulheres: o aborto provocado agrava o risco de contrair cancro da mama. No entanto não o faz.

5. A nossa associação oferece-se para ajudar as mulheres que desejem pedir responsabilidades e eventual indemnização ao Estado por não terem sido informadas de que o aborto aumenta o risco de ter cancro da mama.

Lisboa, 30 de Outubro de 2009.

___

Contacto para a Comunicação Social:

Dr. João Paulo Malta, médico ginecologista e obstetra, 919 993 732.


Para mais informação:

http://www.abortionbreastcancer.com

http://www.juntospelavida.org

Socialistas católicos consideram «aberrante» casamento homossexual


Propõe-se participar na recolha de 75 mil assinaturas para que seja realizado um referendo sobre o tema


Por «uma questão de justiça», um grupo de socialistas católicos quer um referendo sobre o «casamento» entre homossexuais. Para tal, propõe-se recolher 75 mil assinaturas.

De acordo o porta-voz deste grupo, Cláudio Anaia, citado pela agência Lusa, a realização de uma consulta popular faz sentido para que «todos os portugueses se possam pronunciar sobre esta matéria».

Estes socialistas católicos dizem-se abertos, inclusivamente, a uma plataforma multipartidária.

«A maioria dos portugueses é contra o 'casamento' homossexual», considera Claúdio Anaia, descrevendo como «aberrante» a proposta do PS para a sua legalização, por achar que tem como objectivo a adopção de crianças por casais do mesmo sexo.

Para estes socialistas católicos, o partido do poder está «ideologicamente baralhado» e por isso estão contra a prioridade dada ao tema, salientando que esta devia incidir no «combate à pobreza» e «ao desemprego».

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Disney promoveu a director dos estúdios um assumido e activista pederasta


As organizações americanas pro-família denunciaram que a Disney nomeou director dos seus estúdios Rich Ross, um assumido pederasta de 47 anos, grande activista do bando. Ele encontrava-se na direcção do Disney Channel e agora dirigirá toda a produção, distribuição e marketing da companhia.

Isto representa mais um passo no controlo dos meios de comunicação e cultura pelos pederastas à escala global.

As actividades de doutrinação das crianças através de mensagens subliminares e também explícitas, e sob a capa da poesia e do sonho, para arrastá-las para a homossexualidade não é nova. Uma reportagem do Dr. James Dopson no programa «Focus in the family» mostra o rato Mickey a apresentar o vídeo da Disney «Crescendo Homossexual», citando dois Mickeys homossexuais e duas Minnie lésbicas. Através deste vídeo, o porta-voz da Disney convida todos os adolescentes a explorar o «maravilhoso mundo da homossexualidade».

Existem também nas produções Disney inúmeras mensagens subliminares satânicas.

Os pais atentos devem simplesmente boicotar todos os produtos Disney, inclusivamente o canal televisivo dirigido às crianças.

Heduíno Gomes

A Presidente da CNAF é conselheira do Papa


Foi reconduzida por Bento XVI como consultora para o Conselho Pontifício para a Família a Dr.ª Maria Teresa da Costa Macedo, Presidente da Confederação Nacional das Associações de Família - CNAF, na qual a nossa União das Famílias Portuguesas se encontra filiada.

Maria Teresa da Costa Macedo é licenciada em Filosofia pela Universidade Clássica de Lisboa e conta com vários cursos de especialização e extensão cultural nas áreas da Psicologia e Sociologia da Família em Universidades Europeias e no Canadá.

É presidente de Honra da União Internacional dos Organismos Familiares, directora do Bureau da Confederação das Organizações Familiares junto da União Europeia, presidente do Instituto de Estudos de Acção Familiar, Presidente do Centro de Investigação e Formação da Família, membro do Conselho Económico e Social e da Comissão Nacional da Família.

Foi Secretária de Estado da Família nos VI, VII e VIII Governos Constitucionais, deputada à Assembleia da República, presidente da Comissão Interministerial da Família nos VI, VII e VIII Governos Constitucionais, membro do Comité Ibero-Americano para a Família e autora do projecto de investigação «Família e Situação em Portugal.

A Pepsi aumenta a parada ao serviço da promoção da homossexualidade


A Pepsi não se contenta em promover a homossexualidade dentro da própria empresa. Sente-se na obrigação de usar as chefias nas empresas para pressionar outras a seguir a sua política.

Em Outubro de 2009, na conferência realizada pela «Out and Equal Workplace Advocates» (organização dedicada à promoção da agenda homossexual no local de trabalho), o vice-presidente e CIO da Pepsi fez uma exposição a ensinar a empregados a «arte» de usar as relações de chefia e de patrocínio nas empresas para as levar a abraçar a homossexualidade. O seminário intitulava-se «Use 'em or lose'em».

Na mesma acção, um gestor do Departamento de Patrocínios e Fundações da Pepsi serviu de juiz nos «Outie Awards» [Prémio Armário]. Estes galardões são atribuídos para premiar e distinguir as empresas e empregados que se destacam na promoção da causa homossexual no local de trabalho.

A Pepsi também doou dinheiro para este acontecimento como «patrocinador activista» e colocou um anúncio de meia página no programa da conferência.

Deverão as famílias consumir ou boicotar a marca Pepsi?

O vídeo da Acidigital mais visto

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Decidir contra o povo

Pedro Vaz Patto, juiz, no Público, 2009.09.09

Quando foi sugerido que a questão da legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo fosse submetida a referendo, como expressão mais fiel da legitimidade democrática, partidários dessa legalização disseram que a questão teria de ser subtraída à vontade da maioria, por mais expressiva que esta fosse, uma vez que dizia respeito ao princípio constitucional básico da igualdade e da não-discriminação. A questão estaria já decidida a partir do momento em que a Constituição veio incluir a orientação sexual entre os factores explicitamente referidos como motivo de indiscriminações inadmissíveis. Parecia, até, que o assunto estava encerrado no plano da discussão da política legislativa, em nome da superioridade dos princípios constitucionais.

O recente acórdão do Tribunal Constitucional n.º 359/09 vem deitar por terra esta argumentação. De acordo com esse acórdão, o princípio da igualdade constitucionalmente consagrado não impõe a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Fica, assim, aberto o campo de discussão no plano da política legislativa. É certo que não houve unanimidade entre os juízes (em cinco, dois votaram vencidos), mas o facto de se tratar de questão controversa só reforça a ideia de que não pode o argumento da inconstitucionalidade servir de barreira à discussão de política legislativa relativa a esta questão.

E não pode servir de barreira à possibilidade de submissão desta questão a referendo. A superior consideração da legitimidade democrática aconselha essa submissão. Trata-se, como a questão do aborto, de uma questão de consciência transversal aos eleitores dos vários partidos políticos. Ainda que seja incluída no programa eleitoral de um partido, não pode dizer-se que a generalidade dos eleitores desse partido a sufrague, uma vez que serão normalmente outras questões, que mais preenchem a agenda política, a pesar na sua opção de voto.

Numa matéria de tão grande significado ético, cultural e civilizacional, onde se joga o modelo de referência de família como núcleo social fundamental, onde se pretende alterar um modelo secular, seria inadmissível que uma opção tão relevante fosse tomada em função de estratégias políticas ou modas ideológicas e contra o sentir da maioria do povo, como o vêm revelando várias sondagens. Se é o povo que está supostamente "atrasado", pois que se aproveite o referendo para o "esclarecer". Mas que não se decida contra ele.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ensino misto?

[para aceder a uma versão de maiores dimensões da imagem, faça clique sobre ela]

sábado, 17 de outubro de 2009

Actor reza a Satanás durante cerimónia do MTV


Durante cerimónia do MTV no mês de Setembro, o actor Jack Black pediu à audiência para pôr as mãos e pedir ao «querido senhor das trevas Satanás» para que os músicos e os nomeados «continuem a ter êxito na indústria da música».
O satanismo nestes meios artísticos e musicais não constitui novidade. Está bem implantado em Hollywood.

Ideologia do «género» prejudica educação - adverte perito

O professor da Faculdade de Ciências da Educação da Universidade Complutense, José María Barrio, advertiu que o principal problema do sistema educativo espanhol é o seu desenho desde categorias sociológicas como a ideologia do «género» e um progressismo radical.

Durante a apresentação do relatório de Profissionais pela Ética (PPE), «Educar em liberdade. Princípios e valores que devem sustentar uma política educativa», Barrio indicou que muitas vezes os que definem a educação fazem-no pensando mais em impor determinados modelos pedagógicos aos filhos de outros.

Nesse sentido, o coordenador do estudo, Mariano Bailly-Baillière Torre, solicitou a retirada do conjunto de disciplinas que conformam a Educação para a Cidadania, porque «constituem em um obstáculo para chegar a um pacto educativo duradouro» já que transmitem uma forte carga ideológica.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Direito a viver

Manifestação

Sábado, 17 de Outubro, 16:00h

Frente à Embaixada de Espanha em Lisboa

O PPV (Portugal pró Vida) convoca todos os portugueses pró-vida para uma manifestação pacífica frente à Embaixada de Espanha, na Praça de Espanha, em Lisboa, no dia 17 de Outubro pelas 16:00. Esta manifestação estará solidária com a jornada de Madrid (e internacional Europa e América Latina ) da plataforma HazteOir visando o reconhecimento do «Direito a Viver» na legislação espanhola http://www.hazteoir.org/. Recordamos igualmente as cerca de 10 mil vítimas portugueses em Lisboa que interesses económicos espanhóis, de há dois anos, estão a matar.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

O Matrimónio natural, património mundial

Gonçalo Portocarrero de Almada
Vice-Presidente da Confederação Nacional das Associações de Família (CNAF)

O casamento é, na actualidade, objecto de discussão nos fóruns políticos, onde se reclama, em nome da liberdade, o direito ao que alguns entendem como novas formas de matrimónio. Para os que defendem tal equiparação, o casamento monogâmico, ordenado à procriação e educação dos filhos, seria apenas um modelo de matrimónio, sendo de admitir outros, nomeadamente o que institucionalizaria a união afectiva entre duas pessoas do mesmo sexo, mesmo que, por este motivo, ficasse excluída a priori a eventualidade da geração.

É razoável que o matrimónio conheça, no ordenamento jurídico positivo, outros contornos que não os da família tradicional, mas importa não esquecer que, em termos conceptuais, o casamento é, de per si, uma instituição que obedece necessariamente a certos requisitos essenciais. O matrimónio tradicional corresponde a um modelo histórico de casamento e, como tal, é discutível, mas há certamente alguma coisa que caracteriza a união esponsal e a distingue de todas as outras uniões. É essa essência da união matrimonial que se pode designar, com propriedade, o casamento natural. É portanto necessário identificar o que é essencial no casamento, por ser natural, e o que no seu regime jurídico é acidental, por ser meramente histórico ou circunstancial.

Mesmo os sistemas legais mais modernos não outorgam o estatuto de união matrimonial às relações existentes entre parentes próximos - como seria o caso de irmãos, pais e filhos, avós e netos, etc. - não porque ignorem que entre essas pessoas possa existir um autêntico amor, mas porque entendem que esse sentimento não é susceptível de constituir um verdadeiro casamento. É também pacífico admitir que uma união poligâmica ou poliândrica é inaceitável, não por razões de ordem ideológica ou confessional, mas porque uma tal associação é contrária à essência do matrimónio natural. Uma razão análoga é a que obriga à disparidade de sexos entre os nubentes, não por uma questão religiosa ou cultural, mas por uma exigência natural que decorre, com necessidade, da própria essência do pacto nupcial e que, por isso, não é reformável. Com efeito, o matrimónio natural é a união de um só homem com uma só mulher, em igualdade de dignidade e diversidade de funções.

A diferenciação sexual exige-se em função da complementaridade que é essencial ao casamento, mas também da sua fecundidade, porque o matrimónio não é dissociável da finalidade procriativa, apenas realizável quando a união se estabelece entre pessoas de diferente sexo. O casamento, mais do que amor ou união, é o pacto em virtude do qual a mulher se capacita para ser mãe, isto é «mater», a palavra latina que, muito significativamente, é a raiz etimológica do termo «matrimónio».

Os gregos e os romanos, que conheciam e toleravam as uniões de facto entre pessoas do mesmo sexo, nunca tiveram a veleidade de lhes reconhecer o estatuto jurídico do casamento: seria absurdo considerar matrimonial a união homossexual, na medida em que esta, por se estabelecer entre pessoas do mesmo sexo, não é apta para a geração. Portanto, a aptidão da união matrimonial para a prole não decorre de uma histórica intromissão religiosa ou cultural, mas da mesma essência natural do matrimónio. Seria aberrante, não só juridicamente mas também em termos lógicos, considerar que dois homens possam constituir um matrimónio. Aliás, também na linguagem popular, um casal não são dois machos ou duas fêmeas, mas um de cada, precisamente porque só essa união é prolífica.

Admitir um direito subjectivo universal ao matrimónio é um contra-senso: se é verdade que todos os cidadãos têm, em princípio, direito a optar pelo estado matrimonial, é evidente que o exercício dessa sua faculdade só é pertinente quando observam os requisitos essenciais do matrimónio. Qualquer pessoa é livre de comprar ou de doar, mas não pode pretender comprar sem se obrigar à entrega do preço do bem adquirido, nem querer doar a troco de uma compensação pecuniária, porque qualquer uma destas exigências contraria a essência do respectivo contrato, na medida em que a compra pressupõe sempre uma contra-prestação e a doação é, por definição, gratuita.

Discuta-se, se se quiser, o que há de histórico e cultural e até religioso na configuração jurídica da instituição civil do matrimónio, mas não se esqueça o que neste instituto é essencial, por ser natural. Admita-se, no limite, a institucionalização de uma sui generis união de pessoas do mesmo sexo, mas não à custa da perversão da instituição matrimonial.

O casamento cristão é, talvez, uma modalidade discutível, nomeadamente numa sociedade que já não se pauta pelos princípios evangélicos e, pelo contrário, faz questão em se afirmar laica e multicultural. O casamento tradicional é certamente um modelo respeitável, mas é legítimo que uma sociedade pós-moderna não se reveja em figurinos de outras eras. Mas o casamento natural não é mais um tipo de união matrimonial, mas a essência de todo e qualquer casamento e, por isso, um bem universal que, como a natureza ambiental, faz parte do património da humanidade.

Reconhecer imediatamente uma trombose

A IDENTIFICAÇÃO DE TROMBOSE PODE SALVAR VIDAS

Durante um piquenique, uma mulher tropeçou e teve uma pequena queda. Ela assegurou a toda a gente que estava bem. Coisa simples...

Os amigos limparam-na e arranjaram-lhe um novo prato de comida. Embora um pouco abalada, continuou a divertir-se o resto da tarde.

Mais tarde, o marido ligou para dizer a toda a gente que a mulher estava no hospital. Às 6:00 da manhã faleceu.

Ela sofrera uma trombose durante o piquenique. Se tivessem sabido identificar os sinais de trombose, talvez ainda estivesse viva. Algumas pessoas não morrem mas ficam incapacitadas e com graves sequelas.

O neurologista diz que se ele conseguir chegar até uma vítima de trombose dentro de 3 horas, pode reverter totalmente os seus efeitos. Ele diz que o truque está em reconhecer os sinais de trombose, diagnosticar, e obter assistência médica no prazo de 3 horas.


Deve fazer 3 perguntas simples:

1 - Peça ao indivíduo para sorrir.

2 - Peça-lhe para dizer uma frase simples e coerente (ex.: Está um dia lindo).

3 - Peça-lhe que levante os dois braços.

4 - Peça-lhe que ponha a língua de fora.

Se ele tiver problemas em fazer alguma das três primeiras coisas ou se a língua estiver torta ou for para um lado ou para outro, é indicação de trombose.

Chame imediatamente o 112 e descreva os sintomas a quem atender.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Primeiro dia de aulas na Bélgica

1 de Setembro. Primeiro dia de aulas na Bélgica. O professor faz a chamada.

-- Mustapha El Ekhzeri.
-- Presente.

-- Achmed El Cabul.
-- Presente.

-- Kadir Sel Ohlmi.
-- Presente.

-- Mohammed Endahrha.
-- Presente.

-- Ala In Ben Oit.

Silêncio na sala.

-- Ala In Ben Oit.

A Sala continua calada.

-- Pela última vez, Ala In Ben Oit.

De repente, um rapaz na última fila levanta-se e responde:

-- Sou eu, mas o professor deve pronunciar de modo diferente: Alain Benoît

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Carta aberta ao Diário de Notícias

O Diário de Notícias defende a adopção de crianças por homossexuais?

No passado dia 5 de Outubro o jornal Diário de Notícias publicou uma notícia assinada pela jornalista Céu Neves intitulada Homossexuais são pais "tranquilos e seguros".

Tendo em consideração que na próxima legislatura se discutirá, muito possivelmente, o `casamento homossexual' e, consequentemente, a possibilidade de adopção por casais homossexuais, a notícia publicada merece-nos as seguintes questões:

1. O DN considera que um estudo comparativo com uma pequeníssima amostra de 25 elementos em cada grupo (hetero e homossexuais) é significativo e merecedor de publicação num jornal nacional? Os 25 elementos de cada grupo representam a população portuguesa?

2. Será que a linguagem ambígua e pouco rigorosa usada no artigo (por exemplo, `tranquilidade', `segurança' e `comportamentos educativos adequados') é suficientemente consistente para suportar as conclusões? Ou trata-se de uma mera opinião da investigadora? A exigência e o rigor impõem-se; o respaldo na figura de autoridade "tese de mestrado" não colhe. Uma notícia desta natureza empresta aos dados a expansão indesejável da generalização das conclusões. Um erro grave do jornal que ultrapassa a referida tese, que por certo não terá essa aspiração descabelada.

3. Entende o DN que é credível cientificamente, e merecedor de notícia, um estudo fundado em vagos adjectivos, facilmente manipuláveis ideologicamente, e tão poucos dados objectivos mensuráveis?

4. Sendo a matéria tão sensível, e tantas as fragilidades científicas deste estudo, por que razão a peça do DN não deu lugar ao contraditório?

5. Por tudo isso, é justo perguntar-se: qual a motivação por detrás da publicação tão pouco balanceada de um estudo tão precário?

6. E ainda: será que o DN assume uma posição ideológica favorável à adopção de crianças por homossexuais?

Se for verdade, é tempo de o assumirem, pois o DN deve essa explicação aos seus leitores.

Porto, 7 de Outubro de 2009
Associação Mulheres em Acção
Alexandra Teté

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Menino Raptado




Passe MSG muito depressa.

Catarina Teixeira de Carvalho
Sociedade de Advogados
Rua de Grijó, n.º 26, salas 1 a 3
4150-384 PORTO
Tel.: 225322966/7 -- Fax: 226174003


Este menino foi raptado no Alentejo. Por favor passem este e-mail a todos os que conhecem.

Para informações contactar com a Câmara Municipal de Viana do Alentejo.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Feministas usam a táctica de chamar «centro oncológico» a clínica abortista

O director para a América Latina do Population Research Institute (PRI), Carlos Pólo, questionou a nova táctica dos promotores do aborto em Medelim que, através de grupos feministas, procuram a aceitação da opinião pública para a polémica Clínica da Mulher, apresentando-a agora como um centro para tratar o cancro.

Pólo recordou que a clínica foi promovida «como o símbolo latino-americano dos direitos reprodutivos feito realidade e especificamente o seu serviço de abortos» mas «hoje, perante o repúdio popular, dizem que o aborto 'é um tema absolutamente secundário pela sua muita escassa frequência'. Agora querem fazer-nos acreditar que o que mais lhes importa é o cancro da mama ou o cancro da cerviz».

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Álcool em gel


Todos nós já ouvimos e lemos inúmeras informações sobre a gripe A.Também sabemos que a protecção é o maior meio de combate ao vírus.Como tal, e devido ao facto deste produto ter triplicado o seu preço, eis aqui a receita para a elaboração de álcool em gel:
2 folhas de gelatina incolor e sem sabor (compra-se em qualquer supermercado)
1 copo de água quente para dissolver as 2 folhas de gelatina.
Deixe arrefecer.
Acrescente 12 copos de álcool de 96° graus.
Está pronto o álcool em gel de 72° a 75° graus.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Dois anos de aborto: apelo à solidariedade do poder local

A experiência mostra que é possível ajudar mulheres e homens em circunstâncias difíceis

Desde que foi liberalizado o aborto, mais de 22.875 crianças deixaram de ver a luz do sol, porque foram abortadas. É o número da nossa vergonha! Que seria deste país com mais 22.875 crianças? Quantas salas de aula, infantários e creches não teriam de abrir para estas 22.875 crianças? Quantos professores teriam emprego ao dar aulas a 22.875 crianças? Quanta alegria teríamos ao dar de comer a mais 22.875 crianças?
A lei foi a ferro e fogo imposta ao país e as vítimas aí estão - somos hoje uma sociedade mais pobre e menos solidária, mais violenta e menos ousada. As vítimas são também, muito em particular, as mulheres (mais de 22.000) que no último ano e meio se submeteram ao flagelo de ir ao centro de saúde, receber uma "guia de marcha" ou credencial que as conduziu ao aborto. Quantas mulheres o fizeram sob ameaça? Quantas o fizeram sob pressões sociais? Quantas mulheres o fizeram solitariamente? Quantas tiveram uma mão amiga, um ombro ou um gesto de carinho que lhes apontasse outro caminho? Quais as respostas sociais a este flagelo? O Estado oferece o aborto. Ponto. Porém, não baixamos os braços.
Muitos de nós, nas instituições de apoio à vida, temos estado ao lado de mulheres que caminhavam para o aborto e têm hoje consigo o filho ou a filha, com muita alegria. A experiência mostra que é possível ajudar mulheres e homens em circunstâncias difíceis. É um imperativo de solidariedade. É um trabalho difícil, mas com um retorno e uma nobreza incomensuráveis.
Por isso, apelamos a todos aqueles que disseram "não ao aborto" (mais de 1.700.000 portugueses) para que, no seu local de trabalho, no seu grupo de amigos, de relacionamento, na colectividade a que pertencem, no centro de saúde onde são utentes, estejam atentos, informem e intervenham ao lado de cada mulher que está em vias de fazer um aborto. Que nos organizemos em pequenos grupos (duas a três pessoas) para, pelo menos, dar uma palavra amiga, de coragem e de ajuda, a cada mulher que está em risco de aborto e também àquelas que o fizeram e agora descobriram as suas terríveis sequelas. Ninguém é feliz sozinho. O sofrimento que vive paredes-meias connosco é também uma dor nossa.
E, por fim, um forte apelo aos 308 presidentes de câmara, aos 4259 presidentes de juntas de freguesia do meu país. As mulheres do vosso concelho, da vossa freguesia precisam de ajuda, quando em risco de aborto.
É preciso criar em cada freguesia, em cada concelho estruturas de apoio às mulheres em risco de aborto. Senhores presidentes de câmara, tendes ao vosso dispor as comissões de Protecção de Crianças e Jovens que podem lançar mão deste trabalho. Senhores presidentes de junta de freguesia, os gabinetes de atendimento podem ajudar a que a vossa freguesia dentro em breve tenha mais felicidade na cara de cada mulher e tenha mais crianças e mais jovens nas creches e nas escolas. Bastará criar o apoio, noticiar a oferta, informar os centros de saúde e hospitais e tudo será diferente.
Perante o vazio de respostas do poder central, vamos mostrar que o poder local é solidário e amigo da vida.

Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida

sábado, 26 de setembro de 2009

Questionário aos Partidos

Sessenta personalidades católicas
questionam os partidos sobre os valores morais.
Mas que fique claro
que não seria preciso ser católico!

Em documento dirigido aos partidos políticos, sessenta personalidades católicas questionam-nos sobre os valores morais relativos ao casamento e à família. Como sabemos, se o PS e o BE são claramente dominados por políticos apologistas da destruição da família, o PSD e o CDS não são totalmente claros a este respeito e neles coabitam posições antagónicas.
Por exemplo, no CDS-PP, grande parte das pessoas defende os valores da Civilização e da família. Mas já o «modernaço» Pires de Lima quer «abrir» o partido à «modernidade»...
No PSD, Manuela Ferreira Leite foi clara na defesa do casamento, o que lhe valeu o ódio da fauna libertina nos jornais, televisões e rádios. Mas, ao mesmo tempo, indivíduos como Santana Lopes e Passos Coelho defendem as mesmas posições degradantes de Sócrates e Louçã.
A iniciativa desssas personalidades católicas em defesa da Civilização e da família é, pois, de louvar. Mas também é de salientar que não é preciso ser católico para defender os mesmos valores morais. Basta não ser libertino consciente ou tolerante aparvalhado.

Heduíno Gomes

OS JOVENS E A EDUCAÇÃO SEXUAL

Em boa hora os nossos governantes tiveram a sensata iniciativa de promover aulas obrigatórias de educação sexual. Não obstante os testes dos alunos que terminaram os seus estudos secundários acusarem a sua deficiente preparação científica e literária, os nossos governantes aperceberam-se (vá-se lá a saber como...) que ainda pior é a sua falta de conhecimento sobre a sexualidade, pelo que, em vez de proporem mais aulas de português ou de matemática, optaram por sobrecarregar o já muito preenchido currículo escolar com mais uma disciplina, a famigerada educação sexual.

Na realidade, um dos problemas que mais aflige a nossa juventude é a falta de informação sobre o sexo porque, como é evidente, é um tema tabu na nossa sociedade. Basta ligar a televisão a qualquer hora para se comprovar que assim é: não há filme ou telenovela que aborde, nem que seja ao de leve, a sexualidade. As músicas que ouvem os jovens também não têm qualquer referência explicitamente sexual, pois este tema não interessa aos compositores na berra. A internet peca igualmente pela ausência de conteúdos dessa índole: não obstante a generosa oferta dos «Magalhães» à malta, os nossos adolescentes vêem-se e desejam-se para encontrar na net informações que saciem a sua louvável ânsia de conhecimentos sobre a sexualidade.

Também as famílias são, em regra, espaços proibidos para tão delicada questão. O rapaz, ou a rapariga, que vive com a mãe cujo namorado é o pai de uma colega que vive em união de facto e que já abortou o filho de uma anterior relação, geralmente ainda acredita que os bebés vêm de Paris.

Como nos recreios os rapazes só falam da teoria da relatividade e do existencialismo e as meninas, como compete à sua esmerada educação, de bordados e puericultura, os governantes acharam por bem que, pelo menos nas aulas, se fale de sexo. Espera-se que as escolas estejam preparadas para amparar o choque psicológico que uma tal surpresa representará para muitos dos nossos adolescentes, que acreditam ainda, como é sabido, nas cegonhas, o que, diga-se de passagem, é ecologicamente muito correcto, e no Pai Natal, o que, em termos comerciais, o não é menos.

Por último, sendo o sexo uma realidade essencialmente prática e a escola um âmbito de formação profissionalizante, é de crer que a leccionação da nova disciplina seja confiada a especialistas, e não aos professores das outras matérias, que pouco ou nada sabem desta temática. A bem dizer, não basta que esses mestres de educação sexual sejam pessoas conhecedoras da teoria correspondente, mas também da sua prática, na medida em que a Guia de Educação Sexual da ONU, elaborada pela UNESCO com a colaboração da OMS, prescreve, entre outras barbaridades, a apologia da sodomia e a prática do onanismo, a partir dos cinco anos de idade (UNESCO, International Guidelines on Sexuality Education: An evidence informed approach to effective sex, relationships and HIV/STI education; UN News, 27-08-09; Family Edge, 31-08-09).

Não sendo crível que nenhum professor digno desse nome se preste a tão aviltante serviço, a leccionação da disciplina de educação sexual deverá ser confiada a pessoas sem escrúpulos morais, mas vasta experiência nesse âmbito, ou seja, a profissionais do sexo. O benemérito programa governamental das novas oportunidades, que oferece diplomas a troco de experiência profissional, poderia estabelecer um bacharelato em sexualidade, via ensino, para quantos se dedicam ao tão educativo exercício da mais antiga profissão do mundo.

Gonçalo Portocarrero de Almada

terça-feira, 15 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

U.N. Recommends Mandatory Sex Education for Kindergarteners

According to a report at FOX News, the United Nations is recommending that children as young as five receive mandatory sexual education which would teach them about topics such as gender violence and masturbation.

The U.N.'s Economic, Social and Cultural Organization (UNESCO) released a 98-page report in June offering a universal lesson plan for kids ranging in age from 5-18, an "informed approach to effective sex, relationships" and HIV education that they say is essential for "all young people."

The Report is entitled "International Guidelines for Sexuality Education" and separates children into four age groups: 5-to-8-year-olds, 9-to-12-year olds, 12-to-15-year-olds and 15-to-18-year-olds. Children in the 5-to-8-year-old group will be told that "touching and rubbing one's genitals is called masturbation" and that private parts "can feel pleasurable when touched by oneself."

Upon reaching 9 years of age, the children will learn about homophobia, transphobia, the abuse of power, and the positive and negative effects of aphrodisiacs. They will also learn that abortion is safe. At age 12, the children will learn the "reasons for abortion" and by age 15 will be exposed to direct "advocacy to promote the right to and access to safe abortion."

To read a copy of the report, click here.

The U.N. calls its program "age appropriate," but critics such as Michelle Turner, president of Citizens for a Responsible Curriculum, say the program is exposing kids to sex far too early and offers up abstract ideas that the children might not even understand.

"At that age they should be learning about ... the proper name of certain parts of their bodies," said Turner, "certainly not about masturbation." "Why can't kids be kids anymore?" she asks.

A educação sexual e D. Afonso Henriques

A questão pode parecer peregrina, mas não é. Com efeito, foi precisamente neste ano, em que se festejam os novecentos anos do primeiro Rei de Portugal, que se implementou no nosso país a educação sexual obrigatória. Uma tão feliz coincidência não pode ser mero acaso, pelo que parece ser pertinente questionar a relação entre aquela efeméride e esta nova vertente da educação em Portugal.

É certo e sabido que D. Afonso Henriques não teve qualquer tipo de educação sexual, muito embora uma tal carência não tenha significado para o nosso primeiro monarca nenhuma especial inaptidão, pois não só foi pai da nação como, também, de onze filhos! Mais ainda: todos os seus contemporâneos que geraram descendentes, fossem eles nobres, burgueses ou filhos do povo, todos, sem excepção, fizeram-no sem que lhes tivesse sido dada nenhuma educação sexual. É incrível, mas é verdade.

E, não obstante esta ignorância sexual generalizada, o país não se extinguiu! É caso para dizer: milagre! Era de esperar que os portugueses tivessem desaparecido do mapa, por desconhecimento da ciência da reprodução, acintosamente omitida pela Igreja e pelo Estado, nos seus respectivos estabelecimentos de ensino. Mas não! De forma absolutamente prodigiosa, os portugueses, sabe-se lá a que custo, lograram trazer filhos ao mundo! Filhos das trevas e da falta da educação sexual! Filhos da iliteracia sexual que o nosso país sofreu durante oito séculos!

Temo que seja esta a ancestral razão pela qual muito se gaba, e com razão, a proverbial capacidade lusitana de improvisar: não havia aulas, os homens e as mulheres não sabiam educação sexual e, contudo, apareciam filhos, tantos filhos que se espalharam pelas sete partidas do mundo! Se a ignorância sexual foi tão prolífica para Portugal, será que a educação sexual esterilizará o nosso país? Será que o que se pretende, com a nova disciplina curricular, é que os portugueses mirrem e se extingam, em vez de se expandirem e multiplicarem?!

Seja como for, a verdade é que o governo entendeu por bem pôr termo a esta atávica falta de educação sexual nacional. Mas, se pega a moda do Estado pretender ensinar o que é óbvio e natural, em vez do que é elevado e racional, é de esperar que a reforma educativa não se fique pela sexualidade. Falta, por exemplo, uma disciplina de educação respiratória, porque há quem não saiba inspirar e expirar em condições. O mesmo se diga da educação digestiva e de todas as outras expressões das mais básicas necessidades do nosso organismo. Em suma: a introdução da educação sexual não é uma simples alteração cosmética da política educativa, mas o início de uma nova era, a vanguarda de uma autêntica revolução. Abaixo o português e a matemática e viva a educação sexual! Abaixo a cultura e viva a educação animal! Abaixo a educação humanista e viva a educação «bestial»!

A propósito, não será por falta de educação sexual que o lince ibérico está em vias de se extinção?! Se os homens, que em princípio são animais racionais, têm necessidade, no sábio e prudente entendimento dos nossos governantes, de uma aprendizagem que assegure a sua reprodução, com mais razão os animais irracionais precisam de uma formação específica que os ensine a procriar. Crie-se, pois, sem mais demora, a Escola C+S da Malcata e imponha-se aos linces a frequência obrigatória das respectivas aulas de educação sexual: é a única solução capaz de impedir o seu dramático desaparecimento.

Gonçalo Portocarrero de Almada

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Cavaco promulga a sinistra lei da «educação sexual»

Da parte do governo de Sócrates e da maioria socialista da Assembleia da República já não é novidade: tudo o que é para destruir a moral e a família pode ser esperado. Entretanto, aqueles portugueses que entregaram o seu voto a Cavaco tinham a esperança de ele fazer valer os valores morais que insinuava defender - para os mais atentos, apenas insinuava... Mas Cavaco só pensa na sua reeleição e, para assegurar o voto de alguns, já há muito que pisca o olho aos inimigos da moral e da família. Por isso, lavando as mãos como Pilatos, como já fizera no caso do aborto, promulgou a lei da educação sexual nas escolas, que constitui um atentado à educação das crianças e aos direitos das famílias: uma lei que dá direito aos inimigos da moral e da família a corromperem as crianças nas escolas sem que os pais se possam opor.
Eis o verdadeiro Cavaco.
A este propósito, publicamos largos extractos do comunicado da Associação Juntos pela Vida.

Heduíno Gomes


Ele não ouve, ele não vê, ele não diz nada...
Defensor da moral e da família ou Pilatos?

Comunicado da Associação Juntos pela Vida sobre a lei da chamada «educação sexual»
(extractos)

1. Hoje é um dia mau para Portugal. O Presidente da República decidiu promulgar a lei 60/2009 sobre educação sexual na escola.

2. Havendo a possibilidade de dar educação sexual a quem quer e não dar a quem não quer, optou-se pela via do estalinismo puro e duro.

3. Nesta hora negra, recordamos que as leis mais criminosas da História de Portugal têm a assinatura de Aníbal Cavaco Silva. É um registo impressionante:
a) Lei da liberalização do aborto a pedido;
b) Lei da procriação medicamente assistida (lei vetada por Jorge Sampaio);
c) Lei selvagem do divórcio;
d) Lei da educação sexual.

4. Em tempo alertámos para os perigos e prejuízos que a nova Lei sobre Educação Sexual virá trazer. Governo, Assembleia da República e agora o Presidente da República ignoraram estes apelos. A Educação Sexual propalada como meio de prevenir o aborto é agora instituída de acordo com as orientações do maior operador privado da indústria do aborto. A doutrinação compulsiva anti família é, a partir de hoje, um facto protegido pela Lei.

5. Apelamos a todos os que não se revêem nestas leis antinaturais e que nos desumanizam para que nunca mais votem em Aníbal Cavaco Silva.

9 de Agosto de 2009

Juntos Pela Vida, Associação

Vital Moreira e os seus «novos» «valores»


Vital Moreira, cabeça de lista do PS nas eleições europeias, com o seu habitual ar professoral de quem dá grandes lições sobre a vida, e de bandeira nacional em fundo. Ele quer ensinar como se deve viver à moderna: aborto, eutanásia, divórcio e «casamentos» de pederastas. É esta a sua moral.


Vital Moreira fala dos seus «novos valores» (Público, 4 de Agosto de 2009). Que serão esses «novos valores» na boca desta triste figura de ideólogo falhado? São afinal a liberalização do aborto, a promoção do divórcio, a eutanásia e o chamado «casamento» entre invertidos.

«Valores»?

«Valores»? Claro que não. Apenas anti­valores, que manifestamente contribuem para a destruição psíquica, física e moral das pessoas, das sociedades e das nações. Chamar valor ao aborto é um aborto de lógica. Chamar valor à destruição da família é de quem não sabe o que ela é e vale. Chamar valor à eutanásia é subscrever o Mein Kampf. Chamar valor ao dito «casamento» de invertidos é gosto de sodomita. Valores, isto?
O curioso é que este indivíduo andou pelo PCP. Saberá o indivíduo que o aborto foi proibido por Stalin, sendo legalizado apenas na era khruchtchovista, isto é, quando a União Soviética começou a afastar-se da sua ortodoxia e virou uma sociedade decadente que haveria de implodir? Saberá o indivíduo que, apesar do anticristianismo do marxismo - talvez ou não contraditoriamente, pouco interessa para o caso -, a função do chefe de família foi reforçada por Stalin visando a unidade da família para a educação dos filhos, sendo o divórcio, embora admitido, nunca bem visto nem facilitado pelo regime soviético nem pela doutrina oficial da moral socialista? Saberá o indivíduo que no PCP dos velhos tempos os invertidos eram expulsos ao serem descobertos e, se identificados antes, nem chegavam a entrar? Saberá o indivíduo que, mesmo nas relações entre sexos, Lenin se opôs à promiscuidade das feministas, acusando-as de defenderem a «teoria do copo de água», isto é, de encararem o acto sexual como simplesmente beber um copo de água? Sem de modo nenhum desculpá-lo pela falsidade das suas bases filosóficas e crimes a que conduziu, isto era assim... quando o marxismo era marxismo... e não anarco-liberalismo...
Manifestamente, o indivíduo faz parte daquele grupo de anarco-liberais (para não dizer mais...) que foram parar ao PCP apenas por engano, ou, melhor, por carreirismo. Daí mudarem de cavalo como mudam de fantasia e de cama, daí as suas múltiplas incoerências.

«Novos»?

«Novos?» Todo este catálogo de desumanidade e de actos contra natura será novo? Claro que não. Quem conheça um pouco a história sabe que todo este catálogo já existe há milénios. Sodoma e Gomorra são anteriores à nossa era. O império romano, que acabou mal pelo seu deboche, foi-se há muito. Auschwitz da eutanásia já lá vai há mais de 50 anos. Onde estarão então as novidades nos catálogos dos Vital Moreira, Sócrates, Paulo Pedroso, Santana Lopes, Pedro Passos Coelho, Paulo Rangel, Pires de Lima, Louçã e outros «modernaços»?

Como e quem nos livra desta gente?

Os vários partidos e Portugal estão bastante influenciados ou mesmo dominados por uma classe política deste quilate: pederastas & feministas, ladrões e maçãos. Estado, empresas públicas, câmaras, bancos, educação, segurança social, meios de comunicação, cultura - tudo está a saque. A Polícia Judiciária e o Ministério Público não têm tido mãos a medir nos últimos tempos. Algumas das coisas que se sabia são agora casos públicos de polícia. Mas há muito mais.
Os políticos sérios são neutralizados. A Civilização e Portugal encaminham-se perigosamente para a liquidação. O bando domina, faz propaganda dos anti-valores, puxa os cordelinhos da vida nacional e faz fortunas por qualquer meio entre duas legislaturas...
Os seus alvos a abater são sempre os mesmos: a família e as instituições que a sustentam, como é o caso da Igreja.
E eles têm doutrina e organização...
Mas a Civilização e Portugal não podem morrer. Perante a doutrina e a organização do bando, que devem fazer as pessoas normais para se verem livres desta gente e poderem viver numa sociedade decente, onde os seus filhos estejam livres dessas aberrações e pressões?
Em primeiro lugar, as pessoas normais devem contrapor-lhes frontalmente a normalidade e a doutrina da Civilização. Desmascarar as falácias e os que as propagam ou lhes dão cobertura, ou lavam as mãos como Pilatos, tal Cavaco e os «politicamente correctos». Para isso é preciso trabalhar e, sobretudo, ter coragem. Vencer a cobardia.
À doutrina responde-se com doutrina.
Em segundo lugar, as pessoas normais devem organizar-se de múltiplas formas para, organizadamente, enfrentarem o bando em todas as áreas em que actua.
À organização responde-se com organização.
Todos nós podemos e devemos trabalhar activamente para normalizar a vida social. Todos. Denunciando, organizando, não votando neles. Os que não o fizerem, por cobardia ou por serem politicamente correctos, serão cúmplices.

Heduíno Gomes

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Quem votar em políticos ou partidos que, abertamente ou por omissão, defendam o aborto, a eutanásia, o facilitismo no divórcio e o chamado «casamento» entre pederastas está a colaborar na destruição da Civilização e a criar uma sociedade podre onde filhos e netos irão correr sérios riscos.
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Artigo de Sócrates: a escolha de ser moderno

«Está para nascer um primeiro-ministro que escreva melhor artigo de opinião do que eu». Do mesmo modo que se auto-elogiou no combate ao défice público, esta poderia ser a frase escolhida por José Sócrates para resumir o seu artigo de opinião publicado hoje no JN.

O texto é um panfleto político, com uma colagem de ideias avulsas que reflectem a sua actuação nos últimos quatro anos: Sócrates governou para a propaganda e para as televisões. Mas o que ressalta com mais evidência do artigo "Uma escolha decisiva" é a palavra "modernização", repetida até à exaustação (onze vezes no texto). Isto leva-nos a concluir que Sócrates pretende passar a imagem de um político moderno, de alguém que iluminado por uma profecia conduz o seu povo à terra prometida.

Já há quatro anos que vamos sabendo a que tipo de modernismo Sócrates se refere: uma cultura de morte, à negação do direito de escolha pelos pais do tipo de educação a dar aos seus filhos como aconteceu com a Lei de educação sexual, ao desdém das raízes católicas do nosso povo, à promoção da homossexualidade (e não apenas ao respeito pelas pessoas), à relativização do casamento, etc.

Por mais que Sócrates fale do futuro - do TGV que não decidiu, do aeroporto que não iniciou, dos hospitais que não construiu, etc. -, a verdade é que o seu conceito de modernismo não passa apenas pela obra que agora promete finalmente fazer. Passa pelos valores que defende e que pretende continuar a implementar por cá.

O modernismo de Sócrates parte do principio de que algumas ideias que surgem na sociedade, e que ele intitula de forças políticas de sinal contrário, são ultrapassadas e um empecilho para se alcançar o progresso. No texto, verificamos que o actual primeiro-ministro assume-se como o terapeuta que vai libertar do nosso inconsciente colectivo "um certo espírito do salazarismo". Ele será o exorcista e a parte da população que não comunga das suas ideias - os possessos pelos demónios do passado e os avessos ao progresso - não irá conter a sua ambição de ir mais longe. Sócrates promete um combate feroz a todos aqueles que se lhe opõem, afirmando sem equívocos, no seu manifesto político, que vai modernizar-nos com os seus doutos conhecimentos progressistas, através das suas reformas modernizadoras.

Tal como Flaubert, o actual primeiro-ministro entende que "é essencial ser absolutamente moderno nos gostos". Pois assumo que prefiro o estilo clássico, assim não corro o risco de ficar fora de moda já a 27 de Setembro, na altura das próximas eleições.

in http://www.oinimputavel.blogspot.com/

terça-feira, 14 de julho de 2009

Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v e que fazer?

Os sintomas de infecção pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v nos seres humanos
são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal:

* Febre
* Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
* Dor de garganta
* Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:
o Dores corporais ou musculares
o Dor de cabeça
o Arrepios
o Fadiga
o Vómitos ou diarreia [embora não sendo típicos na gripe sazonal,
têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo
novo vírus da Gripe A(H1N1)v]

Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que
tenham contraído a infecção.

Se apresentar sintomas de gripe (febre alta de início súbito e tosse, dor de
garganta, dores musculares, dores de cabeça, dificuldade respiratória ou
diarreia), dentro dos 7 dias após o regresso, ou se tiver tido contacto
próximo com pessoas apresentando sintomas de gripe, deve permanecer em casa,
ligar para Linha Saúde 24: 808 24 24 24 e seguir as instruções que lhes
forem dadas.

Para mais pormenores, consultar o Portal da Saúde.

sábado, 11 de julho de 2009

A super-escola ou o retrato da escola portuguesa

Onde estão as melhores escolas do mundo?
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7.º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente!

DISCIPLINAS -- ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES

1. Língua Portuguesa
2. História
3. Língua Estrangeira I - Inglês
4. Língua Estrangeira II - Francês
5. Matemática
6. Ciências Naturais
7. Físico-Químicas
8. Geografia
9. Educação Física
10. Educação Visual
11. Educação Tecnológica
12. Educação Moral R.C.
13. Estudo Acompanhado
14. Área Projecto
15. Formação Cívica

É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15
Carga horária = 36 tempos lectivos

Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!

MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!

A Escola ainda:
integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos,
como:
* Currículos Alternativos
* Percursos Escolares Próprios
* Percursos Curriculares Alternativos
* Cursos de Educação e Formação

MAS AINDA HÁ MAIS...

A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:

* Educação sexual
* Prevenção rodoviária
* Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
* Preservação do meio ambiente
* Prevenção da toxicodependência
* Etc, etc...

Peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?' (possível interpelação do ministro da educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar.É bom que as pessoas percebam que ter filhos acarreta muita responsabilidade - não só a de os alimentar, vestir, comprar telemóveis, mp3, pc, como também, e principalmente : EDUCÁ-LOS!!!!!

Um professor

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Obama e os invertidos

O link abaixo conduz a um vídeo e transcrição do texto de um discurso de Obama na Casa Branca por ocasião do chamado «Gay Pride». Este discurso foi pronunciado perante os seus convidados invertidos no meio de grandes aplausos dos ditos e da sua querida esposa Michelle. Se alguém duvidasse onde o novo Presidente se situa perante a máfia invertida, eis as melhores e mais carinhosas provas.

http://americansfortruth.com/news/watch-it-obamas-white-house-speech-celebrating-gay-pride-month.html

quinta-feira, 2 de julho de 2009

As civilizações valem todas o mesmo?

Partindo do princípio de que se pode chamar civilização a certas formas de organização social assim denominadas pelos antropólogos e sociólogos, e não barbárie, cabe perguntar aos adeptos do relativismo cultural e progressistas terceiro-mundistas: admitindo que a todas podemos chamar civilizações, valerão todas o mesmo?
Veja-se a crueldade da «civilização» muçulmana no vídeo anexo.
A lapidação de mulheres é prática corrente entre os muçulmanos. Tal ocorre normalmente quando uma mulher viola gravemente os códigos morais.
Claro que não pretendemos desculpabilizar o adultério, consequência da fraqueza humana, e hoje banalizado no Ocidente pela degradação moral da mulher, principalmente promovida pelo feminismo e pelo anarco-liberalismo.
Mas como resolver tal problema que destrói a família nos seus alicerces? Que humanidade é essa que se permite, a sangue frio, praticar a barbaridade da lapidação em nome da justiça?
Civilizações «diferentes ... todas iguais»???...
Calminha!
Muita calminha!



Retorno de aulas em latim em Nova York




O diário "The New York Times" e a revista "U.S. News & World Report" noticiaram uma avançada tendência nas escolas de nível médio e secundário americanas: aulas de latim (foto).

Seria importante para a aprendizagem da língua portuguesa que, também em Portugal, o estudo do latim voltasse ao ensino.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

A Pepsi arma em inocente e diz que não apoia o lobby homossexual

Encostada à parede pela Associação das Famílias Americanas (AFA), a Pepsi arma em inocente e diz que não apoia o gang homossexual. A verdade não é essa. A AFA, que apelou ao boicote da Pepsi por esta razão, demonstra que a Pepsi, directamente ou de modo camuflado, financiou a Atlanta Gay Pride Parade, a Dallas Gay Pride Parade, a Phoenix Gay Pride Parade, a Cleveland Gay Pride Parade e várias outras realizações do gang.

Lembramos que a AFA já fez capitular a Ford e a Mc Donald através do apelo ao boicote destas marcas.

A ofensiva do PSOE (Partido Socialista da Espanha) sobre a eutanásia

El PSOE pone en marcha su maquinaria para preparar una ofensiva sobre la eutanasia. La reciente aprobación en Andalucía del Anteproyecto de Ley de la Dignidad de la Persona en el trámite de su muerte y el debate jurídico, social y político que tendrá lugar en el Parlamento de Cataluña sobre la eutanasia activa y el suicidio, son iniciativas que ha apoyado el partido socialista en dos de sus feudos políticos más destacados -Andalucía y Cataluña-.

El Parlamento de Andalucía aprobó la semana pasada el `Anteproyecto de Ley de derechos y garantías de la dignidad de la persona en el proceso de la muerte', una ley que ha sido presentada como una iniciativa que dará cobertura legal, además de la asistencial en la Sanidad pública, a los pacientes en estado terminal que opten por interrumpir los tratamientos que los mantienen con vida.

Por otro lado, recientemente el Parlamento de Cataluña ha aprobado en el pleno la apertura de un debate social, político y jurídico sobre la eutanasia activa y sobre el suicidio; un debate que puede culmina en las reformas legales necesarias para que ambas prácticas dejen de ser penalizadas.

Antonio Robles afirma en un artículo de opinión en El Mundo del pasado domingo, 21 de junio, que el debate es "un nuevo paso hacia el respeto a la voluntad y la libertad de todo ser humano a vivir y morir con dignidad".

"Cada vez hay un mayor número de personas, en su mayor parte ancianas, con cada vez menos calidad de vida, torturadas en sus últimos días por un falso sentido del amor", afirma Robles que considera que "hoy ya no tememos a la muerte", como sí a "permanecer indefinidamente muertos en vida".

El diputado, que ha abandonado la disciplina de Ciutadans, sostiene que "el valor supremo de la vida es precisamente lo que nos obliga a replantearnos si tal valor supremo se convierte en indigno cuando alarga el sufrimiento de un ser humano al que sólo le resta morir".

Las dos iniciativas gestadas por los Gobiernos autonómicos catalán y andaluz son una preparación del terreno para que el Gobierno socialista, si lo considera oportuno, fabrique una ley sobre la eutanasia a pesar de que no estuviera en su programa electoral como ha sucedido con la del aborto.

`Sedación terminal' para recién nacidos

Por otro lado, el Observatorio de Bioética y Derecho (OBD) -una institución ligada a la Universidad de Barcelona dependiente del Ayuntamiento que gestiona el grupo socialista- se ha declarado recientemente partidario de aplicar lo que ha llamado "sedación terminal" -otra forma de llamar a la eutanasia- para los casos de neonatos con una "dolencia incurable".

En el documento, que pretende cubrir un vacío existente, se pide que se considere una "buena práctica" limitar los esfuerzos terapéuticos en grandes prematuros -niños menores de 28 semanas de gestación- o en bebés nacidos con enfermedades graves que hacen difícil la viabilidad de su supervivencia.

El Observatorio cree que se trataría "de no prolongar una situación sin salida", y añade: "Lo contrario supondría caer en la obstinación terapéutica".

La directora del OBD, María Casado, a pesar de reconocer que es una cuestión "conflictiva", opina que debería haber un protocolo de actuación para que no se tomen decisiones "en caliente". El documento sostiene que "son niños que si sobreviven pueden sufrir secuelas que pueden significar una condena de por vida".

La paradoja de la ciencia y la vida

Esta situación produce una paradoja: en nombre de la ciencia se preconiza la muerte. Se incide en que la tecnología permite salvar vidas y luego se argumenta que estas vidas no merecen ser vividas.

En otros tiempos en los que la ciencia no estaba tan avanzada, se trataba de salvar a los enfermos con los medios con los que se disponía, y los recién nacidos morían porque no podían salvarse, de ahí que las madres tuvieran numerosos partos. En la actualidad, ahora que podemos salvar muchos bebés gracias a los avances tecnológicos, primero se les salva y luego se les practica la eutanasia.
En el fondo esta tendencia esconde una filosofía eugenésica en la que existen vidas humanas sobre las que un tercero judica si merece la pena ser vividas y juzga si esa vida es digna. Se niega el derecho a decidir libremente sobre si se quiere vivir o no.

Juan Francisco Jiménez Jacinto

Museus no Mundo

Alemanha http://www.smb.spk-berlin.de/

Canadá http://www.national.gallery.ca/

Canadá http://www.mmfa.qc.ca/

Canadá http://www.vanmuseum.bc.ca/

China http://www.chinapage.com/

Espanha http://www.museoprado.mcu.es/

Estados Unidos http://www.amnh.org/

Estados Unidos http://www.metalab.unc.edu/

Estados Unidos http://www.metmuseum.org/

Estados Unidos http://www.tamu.edu/

Estados Unidos http://www.artic.edu/

Finlândia http://www.nba.fi/

França http://www.louvre.fr/

França http://www.lyon.cci.fr/

França http://www.museedelapub.org/

Israel http://www.imj.org.il/

Japão http://www.kyohaku.go.jp/

México http://www.arts-history.mx/

Reino Unido http://www.nms.ac.uk/

Reino Unido http://www.tate.org.uk/

Rússia http://www.hermitagemuseum.org/

Suécia http://www.nationalmuseum.se/

Vaticano http://www.christusrex.org/

domingo, 7 de junho de 2009

Aos pais que vão matricular os filhos

Estão aí as matrículas, ou a renovação das matrículas, dos nossos filhos em idade escolar, para o ano lectivo 2009-2010.

A Plataforma RN convida-o a juntar a sua voz à nossa voz e, no acto da matrícula ou renovação, apela a que entregue a carta (segue em anexo) nas escolas dos seus filhos, quer estejam numa escola pública, quer numa escola privada, e exija lhe seja entregue um duplicado ou cópia da carta, para que amanhã possa provar que a entregou.
Depois de entregue a carta, informe a Plataforma RN, para poder quantificar o número de cartas entregues. Isto é muito importante!
Saiba que pode contar com o apoio da Plataforma RN.
Divulgue esta iniciativa.
Coloque o folheto anexo no vidro do seu carro, use e abuse da sua distribuição --- escolas, mesa do café, amigos, clubes, por todo o lado...
Visite o site http://www.plataforma-rn.com/ e adira já à LISTA DE CIDADÃOS [Pela liberdade de educação, o direito e o dever de os pais educarem os seus filhos].

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Pifou

O Dr Marcelo de Sousa está claramente com problemas, nunca foi muito bom, mas agora pifou de vez.
Acha o Dr Marcelo que a Escola deve oferecer preservativos às crianças porque, diz ele, há muitas adolescentes grávidas e o há o risco da sida. O remédio é o preservativo.
Vai o Dr Marcelo Rebelo de Sousa dar preservativos a partir de que idade?
0nze? doze?treze?carorze?quinze?desasseis?dessasete? ou dezoito anos?
A partir da primeira menstruação ou antes? Como é que a escola sabe se a criança já fez ou não a primeira mentruação?Vão fazer-se testes, exames, ou será pela dentição como os cavalos ? Se a criança fizer a menstruação aos nove anos, recebe também um preservativo? Ou aos nove anos já pode engravidar e apanhar sida?Acha ele que é um bom sinal para dar às crianças? Quantos preservativos vai dar por criança? Um? Dois? Três? Quatro? Ou um caixote? Metam um miudo e uma miuda com dezasseis anos num quarto e só saem de lá para comer, um caixote pode não chegar.
Vão usar o preservativo onde? Vão ser criadas salas especiais como as salas de chuto? A escola paga o hotel ou o quarto?Ou será nas casas de banho ou no pinhal pondo em risco a saude publica?
Vai dar preservativos a todas as crianças ou só a algumas? Às que pedirem?Ou será necessária a autorização dos pais ?Como é que vai controlar a saida dos preservativos? .A criança assina um auto de recepção com o nome a morada ou vão começar a desaparecer e a ser vendidos na Feira da Ladra?
E quanto é que esta brincadeira custa? Têm os contribuintes agora que pagar as quecas dos meninos?
Será que os ciganos vão aceitar que dêm preservativos às suas filhas? Os católicos, já sabemos pelo Dr Marcelo de Sousa, que está convencido que é o Papa, que não se importam.
E porque não seringas? Parece que a droga é um problema entre a juventude e um problema de saude publica. Uma seringa a cada aluno talvez não fosse má ideia não vá algum apetecer-lhe drogar-se. Assim não poria sua vida em risco nem a dos outros.

Francisco Múrias, em http://wwwideia.blogspot.com/

Comunicado da Plataforma Resistência Nacional contra o Nacional-Sexualismo Totalitário

IMPOSIÇÃO da inclusão OBRIGATÓRIA da educação sexual nas escolas!
[Projecto-Lei Projecto Lei 660/X (PS)]


Os cidadãos Portugueses, nomeadamente Pais com filhos em idade escolar, que em número significativo e em devido tempo fizeram chegar a sua voz à Assembleia da República colocam as questões abaixo às quais exigem respostas:

a) As escolas já fazem a explicação científica completa da reprodução humana. Mas aos políticos não basta. Agora o que querem é doutrinar os seus valores e a sua visão do homem;

b) Há mais de 300 modelos de educação sexual já testados, muito distintos nos objectivos e resultados. Não percebemos com que direito quer o parlamento português, entre os 300, impor 1 modelo único, uma espécie de "nacional-sexualismo" totalitário.

c) Queremos que nos dêem a prova científica de que "o" modelo "nacional-sexualista" já foi testado noutros países e deu os resultados pretendidos. Onde diminuiu o número de gravidezes adolescentes? Onde diminuiu o número de infecções sexuais?

d) Queremos ver as actas da Comissão parlamentar que debateu esta lei para saber quais foram as provas científicas apresentadas.

e) Exigimos que cada deputado nos responda a estas perguntas: acha que educou bem os seus filhos? Acha que foi tão exemplar que tem o direito de impor as suas convicções aos outros?

f) Queremos saber que "impacto ético" se prevê que este modelo "nacional-sexualista" venha a ter.

g) Há pessoas que querem esse modelo para os seus filhos, e estão no seu direito. Mas têm o direito ao modelo e ainda o direito à prova de que este modelo foi sujeito a um controle de qualidade cientificamente sólido.

h) Há pessoas que não querem este modelo, e também estão no seu direito.

i) Rejeitaremos, até ao limite das nossas energias, a interdisciplinaridade do modelo "nacional-sexualista" pois é a forma de o tornar compulsivo e anti-democrático, e por sexualizar de forma obsessiva todo o tempo escolar.

j) Se nós quiséssemos dar preservativos e contraceptivos aos nossos filhos não faltariam caixas nas nossas casas; sabemos muito bem onde os podemos ir buscar e de graça. Srs deputados: não finjam que não percebem!

k) Esta lei de educação sexual humilha de novo os professores: considera-os uns "pais indignos" de educar sexualmente os próprios filhos; mas uns "professores hiper-habilitados" para educar sexualmente os filhos dos outros;

l) Rejeitamos o ataque cobarde do Governo aos professores: primeiro ata-os de pés e mãos e atira-os à água para avaliar o seu mérito natatório; agora, obriga-os a leccionar matérias que não dominam e que, na maioria, não subscrevem.

m) Os nossos filhos não são da sociedade nem da comunidade escolar. A educação dos filhos é um direito/dever dos pais que é indisponível: nem os pais podem prescindir dele nem o Estado lho pode retirar.

n) Esta lei da educação sexual é uma tirania ilegítima e não científica imposta às crianças;

o) Esta lei da educação sexual é uma intromissão intolerável na esfera de liberdade das famílias;

p) A Plataforma vai lançar nos próximos dias um vasto conjunto de iniciativas para implantar a resistência a nível nacional.

ABAIXO A TIRANIA
PELA LIBERDADE DE EDUCAÇÃO
PELA LIBERDADE DE PENSAMENTO
CONTRA O "NACIONAL-SEXUALISMO"
VIVA A RESISTÊNCIA
VIVA PORTUGAL

Portugal, 3 de Junho de 2009
Pela Plataforma,
Artur Mesquita Guimarães - V. N. Famalicão
Fernanda Neves Mendes - Leiria
Miguel Reis Cunha - Algarve
Tlm. 963 408 216
info@plataforma-rn.com
http://www.plataforma-rn.com

Pepsi apoia com publicidade uma revista de invertidos

Company sends an "in your face" message to those opposing gay marriage

Taking an "in your face" approach, PepsiCo sent a public message of support for the homosexual agenda. The company ran a full-page ad in the June/July issue of Out, a semi-pornographic homosexual magazine. The magazine is filled with page after page of nude and semi-nude photographs of men in suggestive positions.
The American Family Association has asked PepsiCo to be neutral in the culture war, including homosexual marriage, but the company has consistently refused to do so. The ad supporting Out was a clear indication that the company is standing fast in its support of the homosexual agenda.
PepsiCo is a member of the National Gay and Lesbian Chamber of Commerce. (Ford, McDonald's and Wal-Mart withdrew from the NGLCC when asked to do so. PepsiCo refused)
PepsiCo requires its members to attend diversity training classes promoting the acceptance of homosexuality.
PepsiCo financially supports "gay pride parades" in cities across America.
PepsiCo gave a total of $1,000,000 to the Human Rights Campaign (HRC) and Parents, Families and Friends of Lesbians and Gays (PFLAG). HRC gave hundreds of thousands of dollars in an effort to legalize homosexual marriage in California.
PepsiCo uses its TV commercials to promote the homosexual lifestyle.

Querem mandar as mulheres para a prisão!

1. Durante anos a fio fomos massacrados, por defendermos as crianças nascituras, com a acusação de que queríamos mandar as mulheres para a prisão. Suscitou-se um grande alvoroço no país que, envergonhado, corou e trejeitou ímpetos varonis em defesa das suas damas. Era lá concebível admitir que uma mulher pudesse cometer um crime, ser eventualmente julgada e hipoteticamente ser sentenciada com pena de prisão. E assim ouvíamos constantemente afirmações difundidas quotidianamente que nos garantiam que não havia mulheres criminosas, que ninguém abortava de ânimo leve, que matar/abortar o próprio filho/a era um direito que o estado devia garantir através dos seus serviços de saúde, com o dinheiro de todos os contribuintes, etc., etc.

Fez-se um referendo que não foi vinculativo e é obviamente inválido quer do ponto de vista jurídico quer político. Os legisladores maquinaram uma "lei" iníqua que o presidente da república iniquamente promulgou, certamente em nome dos superiores interesses das madames, que ficaram assim inibidas de serem lançadas em calabouços.

Ora acontece que esta mesma gente, estes mesmos legisladores, depois de tudo isto, decretaram do alto da sua enorme humanidade que qualquer mulher que desse umas palmadas em seus filhos poderia sofrer o vexame de ser condenada a pena de prisão, de um a cinco anos.
(...)

Nuno Serras Pereira

Portugal Envelhecido

Pais Maus

Pais Maus

sábado, 30 de maio de 2009

A propósito do caso da criança russa e do novo sargento

A subtracção das crianças às famílias e a sua estatização

Para além da intoxicação geral das crianças e jovens através dos meios de comunicação e dos programas escolares, assistimos ainda a um outro atentado contra a sua integridade: a subtracção das crianças às famílias e a sua estatização. Bem entendido, não nos referimos aqui aos casos de pais manifestamente incapazes de cuidar dos seus filhos. Referimo-nos aqui aos puros abusos contra as famí­lias, aos puros raptos de crianças às famílias, numa actividade dita «social» e envolvendo muitos interesses.
Este atentado passa pela criação de três conceitos retóricos e manipuladores que visam marginalizar a família e os direitos naturais dos pais a educarem os seus próprios filhos.

O primeiro conceito retórico manipulador que visa margina­lizar a família e os direitos naturais dos pais é o do chamado «interesse superior da criança».

Trata-se de um conceito importado da ONU, absolutamente subjectivo, depen­dendo, naturalmente, do que se entenda por interesse da criança. Obviamente, aqueles que pretendem sub­trair as crianças às famílias definem um quadro idílico de família - de condições culturais (?) e materiais que a família-alvo do rapto é incapaz de preencher. A fasquia das condições para ter crianças é colocada tão alta que nem todos conseguem lá chegar...
Se os pais não possuem instrução, então, em nome do «inte­resse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» instruídos. Sim, porque a criança irá be­neficiar desse óptimo meio cultural... Claro que tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Se os pais são pobres, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» ricos. Sim, porque a criança irá beneficiar dos meios materiais da família de acolhimento... Claro que tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Se os pais são desconhecidos, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» cromos ou afilhados de cromos. Sim, porque a criança irá beneficiar desse óptimo meio social... Claro que, mais uma vez, tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «pro­tectores» das crianças.
Isto é, famílias sem grande instrução, pobres e desconhecidas têm um direito reduzido a ter filhos. Que distância separará este conceito do nazismo e do comunismo?

O segundo conceito retórico manipulador que visa margina­lizar a família e os direitos naturais dos pais é o dos chamados «pais bioló­gicos» e «pais afectivos».

Este conceito pretende introduzir uma dualidade de «pais», e naturalmente um conflito, que pode ser dirimido... pelo Estado. E quem será o Estado senão a sua máquina legislativa e burocrá­tica, ou seja, os seus «especia­listas» em «protecção» de crianças?
Também este conceito de «pais afectivos» é absolutamente subjectivo. Como se poderá medir o afecto? Pelo teatro lacrimoso representado pelos «pais afectivos»? Pela preferência de uma criança seduzida por doces, peluches e computadores? Pelas opi­niões preconcebidas de especialistas psicólogos apanha­dos ou arregimentados? E porquê o neologismo incluindo afectivos, em vez da fórmula tradi­cional pais adoptivos, já de si adaptada?
O que serão pais? Serão aqueles que têm um eventual afecto por uma criança? Convenhamos que, para pais, é insuficiente. E se dizemos eventual afecto é porque, não raras vezes, a criança adoptada está para os adoptantes como um brinquedo ou um ca­chorro está para o dono - o que, reconheça-se, não exclui neces­sariamente afecto. Mas nenhum afec­to ultrapassa aquele que é a voz do sangue, do sangue que fez a criança! A bondade de uma família que acolhe uma criança nunca apaga a força da natureza.
E o que significará a expressão pais biológicos? Existirão ou­tros pais que o sejam por outra via diferente da biologia?
Pleonasmo ou manipulação? É óbvio. Com esta manipula­ção de lingua­gem, pretende-se a desvalorização dos laços de sangue e da família, relativizar os pais e criar, mais do que uma «alterna­tiva», o antagonismo exclusivo do «afecto»: afecto contra biologia.

O terceiro conceito retórico manipulador que visa margina­lizar a família e os direitos naturais dos pais é o do chamado «direito da criança à família». Mais concretamente, estatuam os dirimido­res: «É a criança que tem direito à família e não a família que tem direito à crian­ça».

O que estes «protectores» de crianças estão a dizer de facto com esta falácia são duas barbaridades numa só frase.

Primeira barbaridade: estão a elevar a direito ter uma família, o que, no sentido real, não passa, na menos grave das hipóteses, de uma piedosa utopia. Na realidade, a vida dá ou não dá a cada um o que há de bom ou mau. E pobres daqueles a quem o destino não dá o que há de melhor, que é a família! Apenas, quando estes têm a sorte de encontrar uma generosa família de acolhimento, vêem diminuída a sua fatalidade - o que, aliás, não é propriamen­te de agradecer aos engenhei­ros sociais.

Segunda barbaridade: mais uma vez, estão a negar à família o seu direito natural, em toda a independência, de ter - com todas as letras e em todos os sentidos - crianças. Repare-se que eles não falam de casos extremos, dramáticos, de pais mental­mente incapazes de cuidar e de educar os seu filhos. Eles afir­mam, categoricamente, na generalidade, que a família não tem direito à criança! Quem tem direito de facto à criança é o Estado e quem os dirimidores entenderem! O Estado, que são eles!

Ainda de assinalar o caso de oportunismo da dirimição poder assentar no facto consumado. Prosseguindo sistematicamente a política de subtracção dos filhos aos pais, até pejorativamente ditos «biológicos», não é raro os dirimidores basearem-se em afec­­tos criados circuns­tancialmente para ignorarem os indes­trutíveis laços de sangue, proclamarem a sua grande «sabedoria» da engenharia «familiar» e, feitas as contas, pretenderem entregar as crianças aos ditos «pais afectivos» por encomenda.

(Ponto 10 do Manifesto das Famílias Portuguesas, da União das Famílias Portuguesas)

A crise demográfica na Europa

http://www.youtube.com/watch?v=xgvzhCL9DoU&feature=player_embedded