quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A educação sexual e D. Afonso Henriques
É certo e sabido que D. Afonso Henriques não teve qualquer tipo de educação sexual, muito embora uma tal carência não tenha significado para o nosso primeiro monarca nenhuma especial inaptidão, pois não só foi pai da nação como, também, de onze filhos! Mais ainda: todos os seus contemporâneos que geraram descendentes, fossem eles nobres, burgueses ou filhos do povo, todos, sem excepção, fizeram-no sem que lhes tivesse sido dada nenhuma educação sexual. É incrível, mas é verdade.
E, não obstante esta ignorância sexual generalizada, o país não se extinguiu! É caso para dizer: milagre! Era de esperar que os portugueses tivessem desaparecido do mapa, por desconhecimento da ciência da reprodução, acintosamente omitida pela Igreja e pelo Estado, nos seus respectivos estabelecimentos de ensino. Mas não! De forma absolutamente prodigiosa, os portugueses, sabe-se lá a que custo, lograram trazer filhos ao mundo! Filhos das trevas e da falta da educação sexual! Filhos da iliteracia sexual que o nosso país sofreu durante oito séculos!
Temo que seja esta a ancestral razão pela qual muito se gaba, e com razão, a proverbial capacidade lusitana de improvisar: não havia aulas, os homens e as mulheres não sabiam educação sexual e, contudo, apareciam filhos, tantos filhos que se espalharam pelas sete partidas do mundo! Se a ignorância sexual foi tão prolífica para Portugal, será que a educação sexual esterilizará o nosso país? Será que o que se pretende, com a nova disciplina curricular, é que os portugueses mirrem e se extingam, em vez de se expandirem e multiplicarem?!
Seja como for, a verdade é que o governo entendeu por bem pôr termo a esta atávica falta de educação sexual nacional. Mas, se pega a moda do Estado pretender ensinar o que é óbvio e natural, em vez do que é elevado e racional, é de esperar que a reforma educativa não se fique pela sexualidade. Falta, por exemplo, uma disciplina de educação respiratória, porque há quem não saiba inspirar e expirar em condições. O mesmo se diga da educação digestiva e de todas as outras expressões das mais básicas necessidades do nosso organismo. Em suma: a introdução da educação sexual não é uma simples alteração cosmética da política educativa, mas o início de uma nova era, a vanguarda de uma autêntica revolução. Abaixo o português e a matemática e viva a educação sexual! Abaixo a cultura e viva a educação animal! Abaixo a educação humanista e viva a educação «bestial»!
A propósito, não será por falta de educação sexual que o lince ibérico está em vias de se extinção?! Se os homens, que em princípio são animais racionais, têm necessidade, no sábio e prudente entendimento dos nossos governantes, de uma aprendizagem que assegure a sua reprodução, com mais razão os animais irracionais precisam de uma formação específica que os ensine a procriar. Crie-se, pois, sem mais demora, a Escola C+S da Malcata e imponha-se aos linces a frequência obrigatória das respectivas aulas de educação sexual: é a única solução capaz de impedir o seu dramático desaparecimento.
Gonçalo Portocarrero de Almada
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Cavaco promulga a sinistra lei da «educação sexual»
Eis o verdadeiro Cavaco.
A este propósito, publicamos largos extractos do comunicado da Associação Juntos pela Vida.
Heduíno Gomes
Ele não ouve, ele não vê, ele não diz nada... Defensor da moral e da família ou Pilatos?
Comunicado da Associação Juntos pela Vida sobre a lei da chamada «educação sexual»
(extractos)
1. Hoje é um dia mau para Portugal. O Presidente da República decidiu promulgar a lei 60/2009 sobre educação sexual na escola.
2. Havendo a possibilidade de dar educação sexual a quem quer e não dar a quem não quer, optou-se pela via do estalinismo puro e duro.
3. Nesta hora negra, recordamos que as leis mais criminosas da História de Portugal têm a assinatura de Aníbal Cavaco Silva. É um registo impressionante:
a) Lei da liberalização do aborto a pedido;
b) Lei da procriação medicamente assistida (lei vetada por Jorge Sampaio);
c) Lei selvagem do divórcio;
d) Lei da educação sexual.
4. Em tempo alertámos para os perigos e prejuízos que a nova Lei sobre Educação Sexual virá trazer. Governo, Assembleia da República e agora o Presidente da República ignoraram estes apelos. A Educação Sexual propalada como meio de prevenir o aborto é agora instituída de acordo com as orientações do maior operador privado da indústria do aborto. A doutrinação compulsiva anti família é, a partir de hoje, um facto protegido pela Lei.
5. Apelamos a todos os que não se revêem nestas leis antinaturais e que nos desumanizam para que nunca mais votem em Aníbal Cavaco Silva.
9 de Agosto de 2009
Juntos Pela Vida, Associação
Vital Moreira e os seus «novos» «valores»

Vital Moreira, cabeça de lista do PS nas eleições europeias, com o seu habitual ar professoral de quem dá grandes lições sobre a vida, e de bandeira nacional em fundo. Ele quer ensinar como se deve viver à moderna: aborto, eutanásia, divórcio e «casamentos» de pederastas. É esta a sua moral.
Vital Moreira fala dos seus «novos valores» (Público, 4 de Agosto de 2009). Que serão esses «novos valores» na boca desta triste figura de ideólogo falhado? São afinal a liberalização do aborto, a promoção do divórcio, a eutanásia e o chamado «casamento» entre invertidos.
«Valores»?
«Valores»? Claro que não. Apenas antivalores, que manifestamente contribuem para a destruição psíquica, física e moral das pessoas, das sociedades e das nações. Chamar valor ao aborto é um aborto de lógica. Chamar valor à destruição da família é de quem não sabe o que ela é e vale. Chamar valor à eutanásia é subscrever o Mein Kampf. Chamar valor ao dito «casamento» de invertidos é gosto de sodomita. Valores, isto?
O curioso é que este indivíduo andou pelo PCP. Saberá o indivíduo que o aborto foi proibido por Stalin, sendo legalizado apenas na era khruchtchovista, isto é, quando a União Soviética começou a afastar-se da sua ortodoxia e virou uma sociedade decadente que haveria de implodir? Saberá o indivíduo que, apesar do anticristianismo do marxismo - talvez ou não contraditoriamente, pouco interessa para o caso -, a função do chefe de família foi reforçada por Stalin visando a unidade da família para a educação dos filhos, sendo o divórcio, embora admitido, nunca bem visto nem facilitado pelo regime soviético nem pela doutrina oficial da moral socialista? Saberá o indivíduo que no PCP dos velhos tempos os invertidos eram expulsos ao serem descobertos e, se identificados antes, nem chegavam a entrar? Saberá o indivíduo que, mesmo nas relações entre sexos, Lenin se opôs à promiscuidade das feministas, acusando-as de defenderem a «teoria do copo de água», isto é, de encararem o acto sexual como simplesmente beber um copo de água? Sem de modo nenhum desculpá-lo pela falsidade das suas bases filosóficas e crimes a que conduziu, isto era assim... quando o marxismo era marxismo... e não anarco-liberalismo...
Manifestamente, o indivíduo faz parte daquele grupo de anarco-liberais (para não dizer mais...) que foram parar ao PCP apenas por engano, ou, melhor, por carreirismo. Daí mudarem de cavalo como mudam de fantasia e de cama, daí as suas múltiplas incoerências.
«Novos»?
«Novos?» Todo este catálogo de desumanidade e de actos contra natura será novo? Claro que não. Quem conheça um pouco a história sabe que todo este catálogo já existe há milénios. Sodoma e Gomorra são anteriores à nossa era. O império romano, que acabou mal pelo seu deboche, foi-se há muito. Auschwitz da eutanásia já lá vai há mais de 50 anos. Onde estarão então as novidades nos catálogos dos Vital Moreira, Sócrates, Paulo Pedroso, Santana Lopes, Pedro Passos Coelho, Paulo Rangel, Pires de Lima, Louçã e outros «modernaços»?
Como e quem nos livra desta gente?
Os vários partidos e Portugal estão bastante influenciados ou mesmo dominados por uma classe política deste quilate: pederastas & feministas, ladrões e maçãos. Estado, empresas públicas, câmaras, bancos, educação, segurança social, meios de comunicação, cultura - tudo está a saque. A Polícia Judiciária e o Ministério Público não têm tido mãos a medir nos últimos tempos. Algumas das coisas que se sabia são agora casos públicos de polícia. Mas há muito mais.
Os políticos sérios são neutralizados. A Civilização e Portugal encaminham-se perigosamente para a liquidação. O bando domina, faz propaganda dos anti-valores, puxa os cordelinhos da vida nacional e faz fortunas por qualquer meio entre duas legislaturas...
Os seus alvos a abater são sempre os mesmos: a família e as instituições que a sustentam, como é o caso da Igreja.
E eles têm doutrina e organização...
Mas a Civilização e Portugal não podem morrer. Perante a doutrina e a organização do bando, que devem fazer as pessoas normais para se verem livres desta gente e poderem viver numa sociedade decente, onde os seus filhos estejam livres dessas aberrações e pressões?
Em primeiro lugar, as pessoas normais devem contrapor-lhes frontalmente a normalidade e a doutrina da Civilização. Desmascarar as falácias e os que as propagam ou lhes dão cobertura, ou lavam as mãos como Pilatos, tal Cavaco e os «politicamente correctos». Para isso é preciso trabalhar e, sobretudo, ter coragem. Vencer a cobardia.
À doutrina responde-se com doutrina.
Em segundo lugar, as pessoas normais devem organizar-se de múltiplas formas para, organizadamente, enfrentarem o bando em todas as áreas em que actua.
À organização responde-se com organização.
Todos nós podemos e devemos trabalhar activamente para normalizar a vida social. Todos. Denunciando, organizando, não votando neles. Os que não o fizerem, por cobardia ou por serem politicamente correctos, serão cúmplices.
Heduíno Gomes
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Quem votar em políticos ou partidos que, abertamente ou por omissão, defendam o aborto, a eutanásia, o facilitismo no divórcio e o chamado «casamento» entre pederastas está a colaborar na destruição da Civilização e a criar uma sociedade podre onde filhos e netos irão correr sérios riscos.
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Artigo de Sócrates: a escolha de ser moderno
O texto é um panfleto político, com uma colagem de ideias avulsas que reflectem a sua actuação nos últimos quatro anos: Sócrates governou para a propaganda e para as televisões. Mas o que ressalta com mais evidência do artigo "Uma escolha decisiva" é a palavra "modernização", repetida até à exaustação (onze vezes no texto). Isto leva-nos a concluir que Sócrates pretende passar a imagem de um político moderno, de alguém que iluminado por uma profecia conduz o seu povo à terra prometida.
Já há quatro anos que vamos sabendo a que tipo de modernismo Sócrates se refere: uma cultura de morte, à negação do direito de escolha pelos pais do tipo de educação a dar aos seus filhos como aconteceu com a Lei de educação sexual, ao desdém das raízes católicas do nosso povo, à promoção da homossexualidade (e não apenas ao respeito pelas pessoas), à relativização do casamento, etc.
Por mais que Sócrates fale do futuro - do TGV que não decidiu, do aeroporto que não iniciou, dos hospitais que não construiu, etc. -, a verdade é que o seu conceito de modernismo não passa apenas pela obra que agora promete finalmente fazer. Passa pelos valores que defende e que pretende continuar a implementar por cá.
O modernismo de Sócrates parte do principio de que algumas ideias que surgem na sociedade, e que ele intitula de forças políticas de sinal contrário, são ultrapassadas e um empecilho para se alcançar o progresso. No texto, verificamos que o actual primeiro-ministro assume-se como o terapeuta que vai libertar do nosso inconsciente colectivo "um certo espírito do salazarismo". Ele será o exorcista e a parte da população que não comunga das suas ideias - os possessos pelos demónios do passado e os avessos ao progresso - não irá conter a sua ambição de ir mais longe. Sócrates promete um combate feroz a todos aqueles que se lhe opõem, afirmando sem equívocos, no seu manifesto político, que vai modernizar-nos com os seus doutos conhecimentos progressistas, através das suas reformas modernizadoras.
Tal como Flaubert, o actual primeiro-ministro entende que "é essencial ser absolutamente moderno nos gostos". Pois assumo que prefiro o estilo clássico, assim não corro o risco de ficar fora de moda já a 27 de Setembro, na altura das próximas eleições.
in http://www.oinimputavel.blogspot.com/
terça-feira, 14 de julho de 2009
Quais os sintomas da doença pelo novo vírus da Gripe A(H1N1)v e que fazer?
são normalmente semelhantes aos provocados pela gripe sazonal:
* Febre
* Sintomas respiratórios (tosse, nariz entupido)
* Dor de garganta
* Possibilidade de ocorrência de outros sintomas:
o Dores corporais ou musculares
o Dor de cabeça
o Arrepios
o Fadiga
o Vómitos ou diarreia [embora não sendo típicos na gripe sazonal,
têm sido verificados em alguns dos casos recentes de infecção pelo
novo vírus da Gripe A(H1N1)v]
Em alguns casos, podem surgir complicações graves em pessoas saudáveis que
tenham contraído a infecção.
Se apresentar sintomas de gripe (febre alta de início súbito e tosse, dor de
garganta, dores musculares, dores de cabeça, dificuldade respiratória ou
diarreia), dentro dos 7 dias após o regresso, ou se tiver tido contacto
próximo com pessoas apresentando sintomas de gripe, deve permanecer em casa,
ligar para Linha Saúde 24: 808 24 24 24 e seguir as instruções que lhes
forem dadas.
Para mais pormenores, consultar o Portal da Saúde.
sábado, 11 de julho de 2009
A super-escola ou o retrato da escola portuguesa
Claro! Está certo! Em... Portugal
Ora vejamos com atenção o exemplo de uma vulgar turma do 7.º ano de escolaridade, ou seja, ensino básico.
Ah, é verdade, ensino básico é para toda a gente, melhor dizendo, para os filhos de toda a gente!
DISCIPLINAS -- ÁREAS CURRICULARES NÃO DISCIPLINARES
1. Língua Portuguesa
2. História
3. Língua Estrangeira I - Inglês
4. Língua Estrangeira II - Francês
5. Matemática
6. Ciências Naturais
7. Físico-Químicas
8. Geografia
9. Educação Física
10. Educação Visual
11. Educação Tecnológica
12. Educação Moral R.C.
13. Estudo Acompanhado
14. Área Projecto
15. Formação Cívica
É ISSO - CONTARAM BEM - SÃO 15
Carga horária = 36 tempos lectivos
Não é o máximo ensinar isto tudo aos filhos de toda esta gente? De todo o Portugal?
Somos demais, mesmo bons!
MAS NÃO FICAMOS POR AQUI!!!!
A Escola ainda:
integra alunos com diferentes tipologias e graus de deficiência, apesar dos professores não terem formação para isso;
integra alunos com Necessidades Educativas de Carácter Prolongado de toda a espécie e feitio, apesar dos professores não terem formação para isso;
não pode esquecer os outros alunos,'atestado-médico-excluídos' que também têm enormes dificuldades de aprendizagem;
tem o dever de criar outras opções para superar dificuldades dos alunos,
como:
* Currículos Alternativos
* Percursos Escolares Próprios
* Percursos Curriculares Alternativos
* Cursos de Educação e Formação
MAS AINDA HÁ MAIS...
A escola ainda tem o dever de sensibilizar ou formar os alunos nos mais variados domínios:
* Educação sexual
* Prevenção rodoviária
* Promoção da saúde, higiene, boas práticas alimentares, etc.
* Preservação do meio ambiente
* Prevenção da toxicodependência
* Etc, etc...
Peço desculpa por interromper, mas... em Portugal são todos órfãos?' (possível interpelação do ministro da educação da Finlândia)
Só se encontra mesmo um único defeito: Os professores.
Uma cambada de selvagens e incompetentes, que não merecem o que ganham, trabalham poucas horas (Comparem com os alunos! Vá! Vá! Comparem!!!) Têm muitas férias, faltam muito, passam a vida a faltar ao respeito e a agredir os pobres dos alunos, coitados! Vejam bem que os professores chegam ao cúmulo de exigir aos alunos que tragam todos os dias o material para as aulas, que façam trabalhos de casa, que estejam atentos e calados na sala de aula, etc... e depois ainda ficam aborrecidos por os alunos lhes faltarem ao respeito! Olha que há cada uma!
COM FRANQUEZA!!!
Vale a pena divulgar ao maior número de pessoas (de preferência não professores) para que uma visão mais realista se comece a sedimentar.É bom que as pessoas percebam que ter filhos acarreta muita responsabilidade - não só a de os alimentar, vestir, comprar telemóveis, mp3, pc, como também, e principalmente : EDUCÁ-LOS!!!!!
Um professor
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Obama e os invertidos
http://americansfortruth.com/news/watch-it-obamas-white-house-speech-celebrating-gay-pride-month.html
quinta-feira, 2 de julho de 2009
As civilizações valem todas o mesmo?
Veja-se a crueldade da «civilização» muçulmana no vídeo anexo.
A lapidação de mulheres é prática corrente entre os muçulmanos. Tal ocorre normalmente quando uma mulher viola gravemente os códigos morais.
Claro que não pretendemos desculpabilizar o adultério, consequência da fraqueza humana, e hoje banalizado no Ocidente pela degradação moral da mulher, principalmente promovida pelo feminismo e pelo anarco-liberalismo.
Mas como resolver tal problema que destrói a família nos seus alicerces? Que humanidade é essa que se permite, a sangue frio, praticar a barbaridade da lapidação em nome da justiça?
Civilizações «diferentes ... todas iguais»???...
Calminha!
Muita calminha!
Retorno de aulas em latim em Nova York
sexta-feira, 26 de junho de 2009
A Pepsi arma em inocente e diz que não apoia o lobby homossexual
Lembramos que a AFA já fez capitular a Ford e a Mc Donald através do apelo ao boicote destas marcas.
A ofensiva do PSOE (Partido Socialista da Espanha) sobre a eutanásia
El Parlamento de Andalucía aprobó la semana pasada el `Anteproyecto de Ley de derechos y garantías de la dignidad de la persona en el proceso de la muerte', una ley que ha sido presentada como una iniciativa que dará cobertura legal, además de la asistencial en la Sanidad pública, a los pacientes en estado terminal que opten por interrumpir los tratamientos que los mantienen con vida.
Por otro lado, recientemente el Parlamento de Cataluña ha aprobado en el pleno la apertura de un debate social, político y jurídico sobre la eutanasia activa y sobre el suicidio; un debate que puede culmina en las reformas legales necesarias para que ambas prácticas dejen de ser penalizadas.
Antonio Robles afirma en un artículo de opinión en El Mundo del pasado domingo, 21 de junio, que el debate es "un nuevo paso hacia el respeto a la voluntad y la libertad de todo ser humano a vivir y morir con dignidad".
"Cada vez hay un mayor número de personas, en su mayor parte ancianas, con cada vez menos calidad de vida, torturadas en sus últimos días por un falso sentido del amor", afirma Robles que considera que "hoy ya no tememos a la muerte", como sí a "permanecer indefinidamente muertos en vida".
El diputado, que ha abandonado la disciplina de Ciutadans, sostiene que "el valor supremo de la vida es precisamente lo que nos obliga a replantearnos si tal valor supremo se convierte en indigno cuando alarga el sufrimiento de un ser humano al que sólo le resta morir".
Las dos iniciativas gestadas por los Gobiernos autonómicos catalán y andaluz son una preparación del terreno para que el Gobierno socialista, si lo considera oportuno, fabrique una ley sobre la eutanasia a pesar de que no estuviera en su programa electoral como ha sucedido con la del aborto.
`Sedación terminal' para recién nacidos
Por otro lado, el Observatorio de Bioética y Derecho (OBD) -una institución ligada a la Universidad de Barcelona dependiente del Ayuntamiento que gestiona el grupo socialista- se ha declarado recientemente partidario de aplicar lo que ha llamado "sedación terminal" -otra forma de llamar a la eutanasia- para los casos de neonatos con una "dolencia incurable".
En el documento, que pretende cubrir un vacío existente, se pide que se considere una "buena práctica" limitar los esfuerzos terapéuticos en grandes prematuros -niños menores de 28 semanas de gestación- o en bebés nacidos con enfermedades graves que hacen difícil la viabilidad de su supervivencia.
El Observatorio cree que se trataría "de no prolongar una situación sin salida", y añade: "Lo contrario supondría caer en la obstinación terapéutica".
La directora del OBD, María Casado, a pesar de reconocer que es una cuestión "conflictiva", opina que debería haber un protocolo de actuación para que no se tomen decisiones "en caliente". El documento sostiene que "son niños que si sobreviven pueden sufrir secuelas que pueden significar una condena de por vida".
La paradoja de la ciencia y la vida
Esta situación produce una paradoja: en nombre de la ciencia se preconiza la muerte. Se incide en que la tecnología permite salvar vidas y luego se argumenta que estas vidas no merecen ser vividas.
En otros tiempos en los que la ciencia no estaba tan avanzada, se trataba de salvar a los enfermos con los medios con los que se disponía, y los recién nacidos morían porque no podían salvarse, de ahí que las madres tuvieran numerosos partos. En la actualidad, ahora que podemos salvar muchos bebés gracias a los avances tecnológicos, primero se les salva y luego se les practica la eutanasia.
En el fondo esta tendencia esconde una filosofía eugenésica en la que existen vidas humanas sobre las que un tercero judica si merece la pena ser vividas y juzga si esa vida es digna. Se niega el derecho a decidir libremente sobre si se quiere vivir o no.
Juan Francisco Jiménez Jacinto
Museus no Mundo
Canadá http://www.national.gallery.ca/
Canadá http://www.mmfa.qc.ca/
Canadá http://www.vanmuseum.bc.ca/
China http://www.chinapage.com/
Espanha http://www.museoprado.mcu.es/
Estados Unidos http://www.amnh.org/
Estados Unidos http://www.metalab.unc.edu/
Estados Unidos http://www.metmuseum.org/
Estados Unidos http://www.tamu.edu/
Estados Unidos http://www.artic.edu/
Finlândia http://www.nba.fi/
França http://www.louvre.fr/
França http://www.lyon.cci.fr/
França http://www.museedelapub.org/
Israel http://www.imj.org.il/
Japão http://www.kyohaku.go.jp/
México http://www.arts-history.mx/
Reino Unido http://www.nms.ac.uk/
Reino Unido http://www.tate.org.uk/
Rússia http://www.hermitagemuseum.org/
Suécia http://www.nationalmuseum.se/
Vaticano http://www.christusrex.org/
segunda-feira, 15 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Aos pais que vão matricular os filhos
A Plataforma RN convida-o a juntar a sua voz à nossa voz e, no acto da matrícula ou renovação, apela a que entregue a carta (segue em anexo) nas escolas dos seus filhos, quer estejam numa escola pública, quer numa escola privada, e exija lhe seja entregue um duplicado ou cópia da carta, para que amanhã possa provar que a entregou.
Depois de entregue a carta, informe a Plataforma RN, para poder quantificar o número de cartas entregues. Isto é muito importante!
Saiba que pode contar com o apoio da Plataforma RN.
Divulgue esta iniciativa.
Coloque o folheto anexo no vidro do seu carro, use e abuse da sua distribuição --- escolas, mesa do café, amigos, clubes, por todo o lado...
Visite o site http://www.plataforma-rn.com/ e adira já à LISTA DE CIDADÃOS [Pela liberdade de educação, o direito e o dever de os pais educarem os seus filhos].
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Pifou
Acha o Dr Marcelo que a Escola deve oferecer preservativos às crianças porque, diz ele, há muitas adolescentes grávidas e o há o risco da sida. O remédio é o preservativo.
Vai o Dr Marcelo Rebelo de Sousa dar preservativos a partir de que idade?
0nze? doze?treze?carorze?quinze?desasseis?dessasete? ou dezoito anos?
A partir da primeira menstruação ou antes? Como é que a escola sabe se a criança já fez ou não a primeira mentruação?Vão fazer-se testes, exames, ou será pela dentição como os cavalos ? Se a criança fizer a menstruação aos nove anos, recebe também um preservativo? Ou aos nove anos já pode engravidar e apanhar sida?Acha ele que é um bom sinal para dar às crianças? Quantos preservativos vai dar por criança? Um? Dois? Três? Quatro? Ou um caixote? Metam um miudo e uma miuda com dezasseis anos num quarto e só saem de lá para comer, um caixote pode não chegar.
Vão usar o preservativo onde? Vão ser criadas salas especiais como as salas de chuto? A escola paga o hotel ou o quarto?Ou será nas casas de banho ou no pinhal pondo em risco a saude publica?
Vai dar preservativos a todas as crianças ou só a algumas? Às que pedirem?Ou será necessária a autorização dos pais ?Como é que vai controlar a saida dos preservativos? .A criança assina um auto de recepção com o nome a morada ou vão começar a desaparecer e a ser vendidos na Feira da Ladra?
E quanto é que esta brincadeira custa? Têm os contribuintes agora que pagar as quecas dos meninos?
Será que os ciganos vão aceitar que dêm preservativos às suas filhas? Os católicos, já sabemos pelo Dr Marcelo de Sousa, que está convencido que é o Papa, que não se importam.
E porque não seringas? Parece que a droga é um problema entre a juventude e um problema de saude publica. Uma seringa a cada aluno talvez não fosse má ideia não vá algum apetecer-lhe drogar-se. Assim não poria sua vida em risco nem a dos outros.
Francisco Múrias, em http://wwwideia.blogspot.com/
Comunicado da Plataforma Resistência Nacional contra o Nacional-Sexualismo Totalitário
[Projecto-Lei Projecto Lei 660/X (PS)]
Os cidadãos Portugueses, nomeadamente Pais com filhos em idade escolar, que em número significativo e em devido tempo fizeram chegar a sua voz à Assembleia da República colocam as questões abaixo às quais exigem respostas:
a) As escolas já fazem a explicação científica completa da reprodução humana. Mas aos políticos não basta. Agora o que querem é doutrinar os seus valores e a sua visão do homem;
b) Há mais de 300 modelos de educação sexual já testados, muito distintos nos objectivos e resultados. Não percebemos com que direito quer o parlamento português, entre os 300, impor 1 modelo único, uma espécie de "nacional-sexualismo" totalitário.
c) Queremos que nos dêem a prova científica de que "o" modelo "nacional-sexualista" já foi testado noutros países e deu os resultados pretendidos. Onde diminuiu o número de gravidezes adolescentes? Onde diminuiu o número de infecções sexuais?
d) Queremos ver as actas da Comissão parlamentar que debateu esta lei para saber quais foram as provas científicas apresentadas.
e) Exigimos que cada deputado nos responda a estas perguntas: acha que educou bem os seus filhos? Acha que foi tão exemplar que tem o direito de impor as suas convicções aos outros?
f) Queremos saber que "impacto ético" se prevê que este modelo "nacional-sexualista" venha a ter.
g) Há pessoas que querem esse modelo para os seus filhos, e estão no seu direito. Mas têm o direito ao modelo e ainda o direito à prova de que este modelo foi sujeito a um controle de qualidade cientificamente sólido.
h) Há pessoas que não querem este modelo, e também estão no seu direito.
i) Rejeitaremos, até ao limite das nossas energias, a interdisciplinaridade do modelo "nacional-sexualista" pois é a forma de o tornar compulsivo e anti-democrático, e por sexualizar de forma obsessiva todo o tempo escolar.
j) Se nós quiséssemos dar preservativos e contraceptivos aos nossos filhos não faltariam caixas nas nossas casas; sabemos muito bem onde os podemos ir buscar e de graça. Srs deputados: não finjam que não percebem!
k) Esta lei de educação sexual humilha de novo os professores: considera-os uns "pais indignos" de educar sexualmente os próprios filhos; mas uns "professores hiper-habilitados" para educar sexualmente os filhos dos outros;
l) Rejeitamos o ataque cobarde do Governo aos professores: primeiro ata-os de pés e mãos e atira-os à água para avaliar o seu mérito natatório; agora, obriga-os a leccionar matérias que não dominam e que, na maioria, não subscrevem.
m) Os nossos filhos não são da sociedade nem da comunidade escolar. A educação dos filhos é um direito/dever dos pais que é indisponível: nem os pais podem prescindir dele nem o Estado lho pode retirar.
n) Esta lei da educação sexual é uma tirania ilegítima e não científica imposta às crianças;
o) Esta lei da educação sexual é uma intromissão intolerável na esfera de liberdade das famílias;
p) A Plataforma vai lançar nos próximos dias um vasto conjunto de iniciativas para implantar a resistência a nível nacional.
ABAIXO A TIRANIA
PELA LIBERDADE DE EDUCAÇÃO
PELA LIBERDADE DE PENSAMENTO
CONTRA O "NACIONAL-SEXUALISMO"
VIVA A RESISTÊNCIA
VIVA PORTUGAL
Portugal, 3 de Junho de 2009
Pela Plataforma,
Artur Mesquita Guimarães - V. N. Famalicão
Fernanda Neves Mendes - Leiria
Miguel Reis Cunha - Algarve
Tlm. 963 408 216
info@plataforma-rn.com
http://www.plataforma-rn.com
Pepsi apoia com publicidade uma revista de invertidos
Taking an "in your face" approach, PepsiCo sent a public message of support for the homosexual agenda. The company ran a full-page ad in the June/July issue of Out, a semi-pornographic homosexual magazine. The magazine is filled with page after page of nude and semi-nude photographs of men in suggestive positions.
The American Family Association has asked PepsiCo to be neutral in the culture war, including homosexual marriage, but the company has consistently refused to do so. The ad supporting Out was a clear indication that the company is standing fast in its support of the homosexual agenda.
PepsiCo is a member of the National Gay and Lesbian Chamber of Commerce. (Ford, McDonald's and Wal-Mart withdrew from the NGLCC when asked to do so. PepsiCo refused)
PepsiCo requires its members to attend diversity training classes promoting the acceptance of homosexuality.
PepsiCo financially supports "gay pride parades" in cities across America.
PepsiCo gave a total of $1,000,000 to the Human Rights Campaign (HRC) and Parents, Families and Friends of Lesbians and Gays (PFLAG). HRC gave hundreds of thousands of dollars in an effort to legalize homosexual marriage in California.
PepsiCo uses its TV commercials to promote the homosexual lifestyle.
Querem mandar as mulheres para a prisão!
Fez-se um referendo que não foi vinculativo e é obviamente inválido quer do ponto de vista jurídico quer político. Os legisladores maquinaram uma "lei" iníqua que o presidente da república iniquamente promulgou, certamente em nome dos superiores interesses das madames, que ficaram assim inibidas de serem lançadas em calabouços.
Ora acontece que esta mesma gente, estes mesmos legisladores, depois de tudo isto, decretaram do alto da sua enorme humanidade que qualquer mulher que desse umas palmadas em seus filhos poderia sofrer o vexame de ser condenada a pena de prisão, de um a cinco anos.
(...)
Nuno Serras Pereira
sábado, 30 de maio de 2009
A propósito do caso da criança russa e do novo sargento
Para além da intoxicação geral das crianças e jovens através dos meios de comunicação e dos programas escolares, assistimos ainda a um outro atentado contra a sua integridade: a subtracção das crianças às famílias e a sua estatização. Bem entendido, não nos referimos aqui aos casos de pais manifestamente incapazes de cuidar dos seus filhos. Referimo-nos aqui aos puros abusos contra as famílias, aos puros raptos de crianças às famílias, numa actividade dita «social» e envolvendo muitos interesses.
Este atentado passa pela criação de três conceitos retóricos e manipuladores que visam marginalizar a família e os direitos naturais dos pais a educarem os seus próprios filhos.
O primeiro conceito retórico manipulador que visa marginalizar a família e os direitos naturais dos pais é o do chamado «interesse superior da criança».
Trata-se de um conceito importado da ONU, absolutamente subjectivo, dependendo, naturalmente, do que se entenda por interesse da criança. Obviamente, aqueles que pretendem subtrair as crianças às famílias definem um quadro idílico de família - de condições culturais (?) e materiais que a família-alvo do rapto é incapaz de preencher. A fasquia das condições para ter crianças é colocada tão alta que nem todos conseguem lá chegar...
Se os pais não possuem instrução, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» instruídos. Sim, porque a criança irá beneficiar desse óptimo meio cultural... Claro que tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Se os pais são pobres, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» ricos. Sim, porque a criança irá beneficiar dos meios materiais da família de acolhimento... Claro que tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Se os pais são desconhecidos, então, em nome do «interesse superior da criança», torna-se legítimo retirar-lhes os filhos e entregá-los a «pais» cromos ou afilhados de cromos. Sim, porque a criança irá beneficiar desse óptimo meio social... Claro que, mais uma vez, tudo se passa sob o alto controlo dos burocratas «protectores» das crianças.
Isto é, famílias sem grande instrução, pobres e desconhecidas têm um direito reduzido a ter filhos. Que distância separará este conceito do nazismo e do comunismo?
O segundo conceito retórico manipulador que visa marginalizar a família e os direitos naturais dos pais é o dos chamados «pais biológicos» e «pais afectivos».
Este conceito pretende introduzir uma dualidade de «pais», e naturalmente um conflito, que pode ser dirimido... pelo Estado. E quem será o Estado senão a sua máquina legislativa e burocrática, ou seja, os seus «especialistas» em «protecção» de crianças?
Também este conceito de «pais afectivos» é absolutamente subjectivo. Como se poderá medir o afecto? Pelo teatro lacrimoso representado pelos «pais afectivos»? Pela preferência de uma criança seduzida por doces, peluches e computadores? Pelas opiniões preconcebidas de especialistas psicólogos apanhados ou arregimentados? E porquê o neologismo incluindo afectivos, em vez da fórmula tradicional pais adoptivos, já de si adaptada?
O que serão pais? Serão aqueles que têm um eventual afecto por uma criança? Convenhamos que, para pais, é insuficiente. E se dizemos eventual afecto é porque, não raras vezes, a criança adoptada está para os adoptantes como um brinquedo ou um cachorro está para o dono - o que, reconheça-se, não exclui necessariamente afecto. Mas nenhum afecto ultrapassa aquele que é a voz do sangue, do sangue que fez a criança! A bondade de uma família que acolhe uma criança nunca apaga a força da natureza.
E o que significará a expressão pais biológicos? Existirão outros pais que o sejam por outra via diferente da biologia?
Pleonasmo ou manipulação? É óbvio. Com esta manipulação de linguagem, pretende-se a desvalorização dos laços de sangue e da família, relativizar os pais e criar, mais do que uma «alternativa», o antagonismo exclusivo do «afecto»: afecto contra biologia.
O terceiro conceito retórico manipulador que visa marginalizar a família e os direitos naturais dos pais é o do chamado «direito da criança à família». Mais concretamente, estatuam os dirimidores: «É a criança que tem direito à família e não a família que tem direito à criança».
O que estes «protectores» de crianças estão a dizer de facto com esta falácia são duas barbaridades numa só frase.
Primeira barbaridade: estão a elevar a direito ter uma família, o que, no sentido real, não passa, na menos grave das hipóteses, de uma piedosa utopia. Na realidade, a vida dá ou não dá a cada um o que há de bom ou mau. E pobres daqueles a quem o destino não dá o que há de melhor, que é a família! Apenas, quando estes têm a sorte de encontrar uma generosa família de acolhimento, vêem diminuída a sua fatalidade - o que, aliás, não é propriamente de agradecer aos engenheiros sociais.
Segunda barbaridade: mais uma vez, estão a negar à família o seu direito natural, em toda a independência, de ter - com todas as letras e em todos os sentidos - crianças. Repare-se que eles não falam de casos extremos, dramáticos, de pais mentalmente incapazes de cuidar e de educar os seu filhos. Eles afirmam, categoricamente, na generalidade, que a família não tem direito à criança! Quem tem direito de facto à criança é o Estado e quem os dirimidores entenderem! O Estado, que são eles!
Ainda de assinalar o caso de oportunismo da dirimição poder assentar no facto consumado. Prosseguindo sistematicamente a política de subtracção dos filhos aos pais, até pejorativamente ditos «biológicos», não é raro os dirimidores basearem-se em afectos criados circunstancialmente para ignorarem os indestrutíveis laços de sangue, proclamarem a sua grande «sabedoria» da engenharia «familiar» e, feitas as contas, pretenderem entregar as crianças aos ditos «pais afectivos» por encomenda.
(Ponto 10 do Manifesto das Famílias Portuguesas, da União das Famílias Portuguesas)
Emparvado
Ou eu ou o País: um de nós está emparvado. Só posso ser eu porque as maiorias têm sempre razão...
Nuno Serras Pereira
A União das Famílias associa-se à iniciativa da APTTB «Domicílios 100% Livres de Fumo»
Parabéns à APTTB pela excelência desta iniciativa familiar.
sábado, 23 de maio de 2009
Mercedes Aroz abandona o Partido Socialista espanhol por causa da nova lei do aborto
La ex senadora socialista Mercedes Aroz ha formalizado su "completa retirada de la política" y ha solicitado este mes la baja como afiliada del Partit dels Socialistes de Catalunya (PSC) a causa de la nueva ley sobre el aborto, según anunció a ForumLibertas.com.
"Habrá que revisar las legislaciones que no garantizan efectivamente el derecho a la vida desde la concepción, que provienen del siglo pasado, cuando los conocimientos científicos sobre el inicio de la vida de los seres humanos no eran tan evidentes -dijo la cofundadora del PSC-. No comprendo cómo el partido socialista no está abierto a esta reflexión".Aroz declaró que el Anteproyecto de ley propuesto por el Gobierno de José Luis Rodríguez Zapatero y aprobado por el Consejo de Ministros el pasado 14 de mayo "no tiene encaje en la Constitución, como pone de manifiesto la Sentencia del Tribunal Constitucional de 1985".
La persona más votada en la historia del Senado español hasta la presente legislatura afirmó que la propuesta de modificación de la actual ley sobre el aborto "es algo más que una cuestión de conciencia moral y va en contra de los derechos humanos".
También destacó que "hay una incompatibilidad entre el cristianismo, el seguimiento del Evangelio, y la ideología radical socialista, que es la que está aplicando en estos momentos el Gobierno y el Partido Socialista en España".
Carta a Montilla
Mercedes Aroz solicitó la baja del PSC el pasado 3 de mayo a través de una carta dirigida a José Montilla como Primer Secretario del partido con la que cierra 33 años de militancia y participación activa en el proyecto socialista.
Respecto a la causa de su retirada, la carta indica la "profunda discrepancia desde mi actual compromiso cristiano con las políticas del Gobierno, muy especialmente con respecto a las que conciernen a la vida humana y la familia, que se continúan en la actual legislatura con el proyecto de legislar para despenalizar el aborto".
Aroz también explica a Montilla que garantizar el derecho a la vida desde la concepción es "algo imprescindible para avanzar en el verdadero progreso humano".
Del comunismo al catolicismo
Marxista ortodoxa durante décadas, se afilió al PSOE en 1976, proveniente de la Liga Comunista Revolucionaria. En el PSC formó parte de su dirección política durante 18 años, así como del Comité Federal del PSOE. En 1986 fue
elegida diputada por Barcelona a las Cortes y en 2000, senadora. Fue una de las fundadoras del PSC en 1978: desde la Federación Catalana del PSOE, ella participaba en la comisión que consiguió unir a los tres partidos socialistas que había entonces en Cataluña (eran el PSOE, PSC-C y PSC-R).
En noviembre de 2007 dejó su escaño en el Senado tras convertirse al cristianismo y hoy anuncia a través de ForumLibertas.com su retirada del PSC y de la política.
quinta-feira, 21 de maio de 2009
PepsiCo a member of the National Gay & Lesbian Chamber of Commerce
domingo, 17 de maio de 2009
Parents fight homosexual indoctrination of kindergarteners
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Federação Portuguesa pela Vida lança inquérito aos partidos
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Public Resistance against Homosexualization of Society Launched in Germany with Over 600 Prominent Signers By Hilary White
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Alá, o Cardeal e os Sarilhos
Há anos, uma velha amiga anunciou ir casar-se com um marroquino que conhecera pouco antes num resort em Agadir. Que me lembre, do seu círculo íntimo fui o único a apoiá-la, na pedestre presunção de que a vida era dela. Os restantes elementos do círculo discordavam em uníssono e alvoroço: a união com um muçulmano devoto seria uma previsível desgraça. Os avisos não vingaram. A minha amiga, que nunca professara qualquer fé, converteu-se ao Islão, casou-se e, durante largos meses, o casal, que ficou a residir por cá, frequentou regularmente a minha casa e não aparentava dissabores.
No máximo, o rapaz, Abdulah de sua graça, exibia certas idiossincrasias: embora falasse fluentemente uma data de línguas (incluindo alemão), não conseguia nomear um único escritor do seu país; embora parecesse em paz com o secularismo, fugia aos gritinhos e risos nervosos sempre que a televisão transmitia alguma coisa "ousada" (uma ocasião, um dvd com proezas pícaras de Serge Gainsbourg pô-lo a subir e descer as escadas sem cessar: "Mon Dieu!", berrava ele, as mãos na cabeça e um intrigante sorriso no rosto).
Não demorei a perceber o que se escondia por detrás dessas ligeiras excentricidades. Na privacidade do casamento, a minha amiga era espancada porque recusava engordar, porque queria ter animais de estimação ou porque se resignava à devassidão em seu redor. Na sequência do 11 de Setembro, Abdulah pendurou na sala um retrato (emoldurado) de Ben Laden. O casamento finou-se depressa.
Naturalmente, o exemplo é tão susceptível de generalização quanto os enlaces felizes desencantados pelos "media" a fim de desmentir os conselhos de D. José Policarpo, segundo o qual o casamento de cristãs com muçulmanos pode ser um "monte de sarilhos" que "nem Alá sabe onde acabam". E ainda que o estatuto legal das mulheres no Islão dê razão ao cardeal-patriarca, também é verdade que as suas afirmações parecem encomendadas para levantar de fúria o "multiculturalismo" em voga, que de facto se levantou.
O "multiculturalismo" prescreve a equivalência de todas as culturas e, logo, a impossibilidade de conflito entre valores distintos, sempre toleráveis, sempre fascinantes. O "multiculturalismo" só abre uma excepção na tolerância e no fascínio para abominar o exacto Ocidente que lhe permite existir. Por isso, as declarações de D. José Policarpo foram um maná para as brigadas da correcção política, que são uma espécie de braço armado do pensamento "multicultural" e, portanto, definem o que é e o que não é aceitável.
Não é aceitável, por exemplo, que uma alta figura da Igreja recomende cautela aos matrimónios inter-religiosos, mas aceita-se que imãs possessos preguem diariamente a extinção dos infiéis. Não é aceitável a influência da Igreja na sociedade, mas simpatiza-se com diversos estados estritamente submetidos ao Alcorão. Não é aceitável que a Igreja subalternize simbolicamente as mulheres e discrimine simbolicamente os homossexuais, mas ignora-se que a sharia reduza à animalidade as primeiras e execute os segundos. Não é aceitável que um responsável clerical revele eventuais indícios de xenofobia ou racismo, mas promovem-se insultos ao "estado hebraico" (sic) em manifestações e lamentos, implícitos ou explícitos, de que Hitler tivesse visto a sua obra interrompida. Não é aceitável impor limites à liberdade individual, mas impõe-se censura atenta aos críticos do "multiculturalismo", que sob o verniz ecuménico é um óbvio princípio
totalitário e um monte de sarilhos que Alá sabe onde acabam.
14 de Janeiro de 2009
Alberto Gonçalves
Sociólogo
O Casamento dos Homossexuais
Maria José Nogueira Pinto
Esta questão tem aspectos muito importantes e outros que pouco interessam. O aspecto jurídico, por exemplo, é a mais pobre das abordagens porque, como se sabe, o casamento e a família são realidades anteriores ao Estado e a sua relevância não advém de sobre elas se ter legislado, pelo contrário, legislou-se porque essa relevância social, que já existia, foi reconhecida pelo legislador. O casamento e a família são o que são, o que sempre foram ao longo dos tempos, só que agora pessoas do mesmo sexo querem casar-se. Pensar que para isso basta alterar a lei é uma falácia, já que a lei alterada não muda o casamento nem a família, mas cria uma outra realidade que não é, por natureza, nem uma coisa nem outra.
Não vale a pena dizer que uma família é aquilo que cada um quiser (eu, o meu cão e o meu canário?); nem contornar a bicuda questão da adopção, na qual o melhor interesse da criança sempre se sobreporá a construções teórico-jurídicas de duvidosa sustentabilidade; ou minimizar esse efeito, comparando esta adopção e os seus riscos com a romanceada situação das crianças institucionalizadas - sós, famintas, negligenciadas - como se fossem cães num canil. Nem fugir, e percebe-se bem porquê, ao ponto crítico da poligamia. Todos sabem que isto é assim.
É certo que pessoas do mesmo sexo vivem em união de facto e não há que escamotear essa realidade ou desproteger situações que merecem protecção jurídica. Foi para acautelar estas situações que se aprovou uma lei. Recordo-me bem, pois à época era deputada e participei nos trabalhos parlamentares que conduziram à sua aprovação. Afinal essa lei não serviu para nada, como se vê, porque para os que então a queriam o casamento surge, agora, como a única resposta aceitável.
Então, porque querem casar os homossexuais? Esta, sim, é que me parece a primeira questão digna de meditação. Num tempo em que cada vez menos casais heterossexuais se casam, em que aumenta o número de divórcios e é consagrada a união de facto, este desiderato parece estranho. Nos países (poucos) em que a lei foi aprovada verificou-se que o número de casais homossexuais que contraíram matrimónio foi diminuto. Porquê? Talvez que, uma vez aprovada, a lei tivesse deixado de ser importante para uma parte significativa desses homossexuais; talvez que o importante fosse a lei e não o casamento, tal como, aliás, se passou com as uniões de facto.
Então, porque querem tanto a lei os homossexuais? Esta é a segunda e a mais importante das questões que o tema levanta: a simbologia. Na busca de um estatuto de respeitabilidade, os homossexuais exigem um símbolo suficientemente forte para afastar os fantasmas da diferença, da discriminação implícita, de uma situação apenas consentida, do medo da homofobia, da suposição do desprezo, da condescendência hipócrita. Só a institucionalização por via do legislador de uma igualdade de acesso ao casamento, destruindo os pilares fundamentais e distintivos desta realidade antropológica e social, criando uma ficção onde todos são igualmente incluídos, os pode securizar.
Parece-me desmesurado e, ao mesmo tempo, contraditoriamente patético. Obriga-me a pensar que no fundo de tudo isto há muita humilhação, muita insegurança e decerto muita dor. E os porta-vozes dos homossexuais, numa espécie de autoflagelação exibicionista, têm contribuído para esta humilhação, levando-me a duvidar, em alguns casos, sobre o que é que realmente os move...
Se a lei for aprovada, assistiremos a alguns casamentos que, pela sua novidade, serão objecto de uma forte mediatização, mas a questão de fundo fica por resolver. Para ser franca, e tal como está colocado, o problema não tem solução. Porque aquilo que é diferente não pode ser igual. Nem simbolicamente e menos ainda se o símbolo é usurpado.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
As prioridades abortistas na política de saúde
O governo paga cerca de 400 euros aos hospitais como pagamento prioritário por cada IVG, o que orça perto de 7 milhões de euros em 2008. Convém dizer que os cerca de 100.000 partos em Portugal (2008) não têm pagamento prioritário, o que, em termos de finanças correntes, torna mais atractivo para os hospitais realizar IVGs em vez de partos.
Sabe que, embora o problema seja provavelmente muito residual em Portugal, a «comissão para a cidadania e igualdade de género» acaba de canalizar dinheiros públicos (custo?) lançar uma campanha contra a mutilação genital feminina?
Porque fica para mais tarde uma verdadeira campanha de sensibilização para os malefícios do alcoolismo durante a gravidez, apesar de se saber que o problema atinge cerca de 10% das grávidas em Portugal, com graves implicações para 10.000 bebés nascidos em cada ano?
Neste país informado é bom saber que o estudo em curso de epidemiologia intitulado «geração 21» mostra que 11,3% das grávidas no 1º trimestre, em Portugal, são alcoolizadas, passando esse número para 9,9% no 2º trimestre e 9,8% no 3º trimestre. Bom seria que o Estado priorizasse as suas campanhas e os dinheiros públicos tendo em atenção as necessidades reais e gritantes da maioria dos cidadãos.
Sabe que há pouco tempo numa maternidade portuguesa de referência num único dia foram praticados 11 abortos e houve apenas 4 partos?
sem comentários...
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A DEVIDA COMÉDIA
Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo
Criancinhas
A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal.
Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha?
Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos.
Artigo publicado na revista VISÂO online
sábado, 31 de janeiro de 2009
Pepsi TV ‘patrocina’ estilo de vida homosexual
Ultimamente a Pepsi tem aproveitado os seus anuncios publicitários para promover o estilo de vida homossexual. Entretando a AFA (American Families’ Association) pediu recentemente para essa mesma companhia se manter neutra nesta “guerra de culturas” que ultimamente tem sido tema de conversa e gerado discussões em vários países. Pepsi recusou. A companhia Americana afirmou que, apesar do pedido da AFA, continuaria a financiar e a apoiar organizações homossexuais que procurariam legalizar o casamento homossexual.
Pepsi ofereceu cerca de 500,000€ à HRC (Humam Rights Campaign), simplesmente o maior e mais poderoso grupo defensor dos gays na América. A companhia deu também 500,000€ à PFLAG (Parents, Families, and Friends of Lesbians ans Gays), o que no final, tudo somado são contabilizados perto de 1,000,000€ oferecidos aos dois grupos activistas homossexuais com o objectivo de ajudar a promover o estilo de vida gay no local de trabalho.
Depois da Pepsi ter dado esse dinheiro à HRC, HRC doou cerca de 2.3 milhoes de euros para a oposição da California à Prop 8, essa Prop 8 sendo uma iniciativa que define casamento como sendo entre um homem e uma mulher.
Pepsi actualmente força também os seus próprios empregados a frequentar diversas formações de orientação sexual, onde são ensinados a aceitar a homossexualidade.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Manifesto das Famílias Portuguesas
Camilo Castelo Branco
«Considero a família e não o indivíduo como o verdadeiro elemento social (arriscando-me a ser julgado como espírito retrógrado).»
Balzac
«Toda a doutrina social que visa destruir a família é má e, mais, inaplicável.»
Victor Hugo
«Deus faz que o solitário viva em família»...
Salmos 68, 6
1 - O conceito de família
A família é, no sentido restrito, a união dos cônjuges - um homem e uma mulher unidos pelo casamento - com os seus descendentes. No sentido alargado, a família engloba ainda todos aqueles que, vivendo ou não sob o mesmo tecto, mantêm laços de sangue com a família no sentido restrito, isto é, os seus ascendentes, descendentes e colaterais. É este o conceito universal de família, comum a diversos povos.
A família é um grupo definido por uma relação sexual específica e durável - sem o que não poderia satisfazer quer a continuidade da espécie pela procriação, quer a educação dos filhos - e uma vida partilhada com amor.
A família assenta em laços de sangue e sentimentos psicológicos e éticos como o amor, a ternura, o respeito e os cuidados, assim como na economia.
A família foi, é e será sempre o núcleo fundamental da sociedade e um escudo da Civilização.
Entretanto, o pos-modernismo lançou a doutrina das chamadas «novas formas de família», meras construções ideológicas que negam a família em si mesma e que, portanto, não podem ser «novas formas» porque, simplesmente, não são família.
Porque, nessas «novas formas de família», não se tratando de um homem e de uma mulher, não são família, pois nem podem procriar.
Porque, nessas «novas formas de família», não estando unidos pelo casamento, não são família, pois não apresentam estabilidade nem entre si nem para criar e educar os seus descendentes.
As chamadas «novas formas de família» não constituem qualquer modelo civilizacional europeu. São apenas construções ideológicas, engenharia social que pretende substituir por meras imitações ideologicamente conjecturadas a forma de família consagrada pela Civilização.
As chamadas «novas formas de família», sem casamento nem estabilidade entre um homem e uma mulher, não passam de velhas formas de uniões ocasionais, libertinas, que nunca trouxeram nada de bom aos supostos cônjuges e filhos, no caso de os terem.
As chamadas «novas formas de família» entre dois homens ou entre duas mulheres não passam igualmente de velhas formas de ligações libertinas contra natura, hoje simplesmente mais assumidas dado o grau de degradação moral a que se chegou.
Não existem novas formas de família. Tudo aquilo que se apresenta como tal são apenas velhas formas de degenerescência moral e social que, ao longo da história, contribuíram claramente para a decadência e o afundamento de civilizações.
O conceito tradicional de família continua actual, válido e único. É sobre ele, e apenas sobre ele, que a família - e por arrastamento as instituições sociais que dela dependem - poderá ultrapassar a crise que atravessa.
2 - A crise da família, crise da Civilização
A principal manifestação da crise da Civilização é a desagregação da família, evidenciada pelo declínio da natalidade, pelo crescente número de divórcios, mães solteiras, crianças e anciãos abandonados, e mesmo maltratados, e, mais subtilmente, mesmo nas famílias que não atingem estas evidências, pela destruição da ordem familiar e dos laços afectivos.
3 - A guerra ideológica contra a família
A desagregação da família tem fundamentalmente origem na guerra ideológica movida em vários domínios do pensamento por minorias activas contra a Civilização e, em especial, contra a família. As doutrinas que mais directamente se relacionam com o problema são aqui identificadas.
O marxismo, como ideologia destrutiva mais sistematicamente difundida durante o século XX e que mais influência exerceu no decurso da história durante esse período, com a sua visão materialista do mundo, contribuiu em grande medida para a destruição da família. O marxismo, tal como o nazismo e o fascismo, coloca o aparelho político e o Estado acima da moral, das pessoas e da família.
O relativismo, como expressão do subjectivismo, é gerador de incerteza e põe em causa as verdades absolutas, as pedras sobre as quais se edificou a Civilização, nomeadamente os valores da família. Às certezas fantasiosas do marxismo, o relativismo opõe a incerteza sobre as verdades.
O liberalismo socorre-se do relativismo e é actualmente a principal fonte de amoralidade e de permissividade e, consequentemente, de destruição dos laços familiares. Entretanto, o anarco-liberalismo, como liberalismo levado mais longe e seu desfecho lógico, constitui a ponta de lança da degradação moral liberal.
O progressismo, filho do marxismo e do liberalismo, surge principalmente associado à ideia marxista e liberal de uma certa «evolução da história e da sociedade» em que a história é divinizada, em que o tempo histórico elimina a ética, em que se ignora a perenidade dos valores éticos. O progressismo tolera e aprova atitudes e pontos de vista que corrompem as defesas da família, classificadas de «conservadoras» e «retrógradas», ao contrário dos seus «valores», que são «modernos» e «progressistas».
O igualitarismo, como corrente moral e política, pretende que a desigualdade natural entre os homens não só é «injusta» como ultrapassável. Pretende que a desigualdade tem origem exclusivamente no «meio social» e nada nas suas características genéticas. Advoga uma série de políticas utopistas, absurdas e desorganizadoras da sociedade e da família, como são os casos da «discriminação positiva» e das «quotas». Nega as diferenças inatas de inteligência, de capacidade e de vontade entre as pessoas, nega as diferenças inatas entre indivíduos quanto à predisposição para o cumprimento dos preceitos éticos, preconiza a distribuição igualitária dos bens e, no que diz respeito à natureza dos sexos, nega as diferenças naturais entre eles. Aplicado à família, destrói a sua hierarquia natural, nomeadamente a desautorização dos pais, e consequentemente a sua crise e dissolução.
O modernismo, partindo do princípio de que as formas tradicionais da arte, literatura, cultura, organização social e moral estão ultrapassadas, pretende substituí-las por novas, estas sim, correspondendo às «novas realidades». A ditadura do «moderno» é um instrumento ideológico contra os valores perenes da Civilização e da família, particularmente contra a sua moral.
O pos-modernismo apresenta um corte formal com o modernismo e propõe-se «superá-lo». Proclama «o fim da proibição», a abolição dos critérios de valor e a relativização e subjectividade totais. Para os pos-modernistas, a moral depende do ponto de vista de cada um. Ele inclui nas suas reivindicações o chamado «direito à diferença», o chamado «direito à felicidade» e os «direitos das minorias sexuais».
O hedonismo, como doutrina amoral que dá a primazia ao prazer, é a filosofia justificativa directa do individualismo, do comodismo, da indisciplina, da permissividade, do amoralismo e do consumismo dominantes. O hedonismo corrói o indivíduo e a família, a sociedade em geral.
O homossexualismo ganhou estatuto de ideologia e direitos de normalidade. Aquilo que, enquanto deficiência psíquica e somática - e disso apenas se tratando -, merece compaixão ou, enquanto grave degradação moral, merece a maior das condenações é arrogantemente apresentado como «orgulho». A normalidade sexual é tratada como simples «opção». A moral e as ciências como a fisiologia, a psicologia, a antropologia e a psiquiatria são lidas através do filtro da ideologia pos-modernista-homossexualista. A fragilidade psíquica é dissimulada com o exibicionismo provocatório. E a instituição familiar é agressivamente fustigada e confrontada com «outras formas de família». Minorias activas homossexualistas organizadas desenvolvem incessantemente actividades contra as pessoas, a família e a Civilização. As minorias activas homossexualistas são os especiais responsáveis pela degenerescência moral dos meios de comunicação a nível mundial.
O feminismo desenvolve na mulher a ilusão igualitarista, arrasta-a para a armadilha da chamada «revolução sexual», atribui-lhe responsabilid
ades incompatíveis com a sua natureza física e psicológica, afasta-a do seu papel de mãe e degrada-a física e, sobretudo, moral e psiquicame
nte. O feminismo não passa de uma construção ideológica utopista porque contrária à natural diferenciação dos sexos. Oferecendo-lhe uma mira
gem igualitária, o feminismo começa por seduzir e intoxicar a mulher, depois mina os laços afectivos, a estrutura e a ordem familiares e, fi
nalmente, conduz à destruição da família. O feminismo constitui hoje - indubitavelmente - o principal e directo factor de destruição da esta
bilidade da mulher e da instituição familiar.
4 - O plano de destruição da ética
Todas as ideologias contra a Civilização e a família convergem num ponto: a destruição da ética, com o seu corolário da subversão dos valores básicos da estrutura social.
A invasão dos media e das artes pela pornografia, a destruição generalizada do pudor e da honra, os atentados à vida, a cultura da morte, nomeadamente através da promoção do aborto e da eutanásia e a destruição de embriões humanos, traduzem o aniquilamento da ética em todos os campos, a erosão do tecido social e a destruição da família e da Civilização.
Os meios de comunicação, a moda, a publicidade, as artes e mesmo a própria escola, através de programas amorais apresentados como inocentemente «científicos», são os veículos desse amoralismo, os instrumentos dos ataques à ética e aos valores da família.
5 - O transporte do amoralismo para o plano jurídico
À guerra ideológica segue-se a guerra política e a esta a guerra jurídica. Por outras palavras, a banalização do amoralismo traz poder aos políticos amoralistas; e, de seguida, estes transportam o amoralismo para o plano jurídico. É o que acontece com a Constituição Política da III República, o Código Civil, o Código Penal, a legislação sobre a publicidade, sobre os meios de comunicação, sobre a educação e muita outra legislação avulsa. O que era proibido passa a ser tolerado e, depois, o que era tolerado passa a ser oficial. E o que é oficial, por mais anormal que seja, é imposto como norma, quando não passa mesmo a ser obrigatório. Esta situação jurídica, tornando oficial o amoralismo, enfraquece ainda mais as defesas da família e da Civilização.
6 - Um sistema de educação contra a família
Uma das políticas que mais seriamente afectam as famílias e a Civilização é a da educação em geral e a do ensino em especial. O processo degenerativo em que estes se encontram é outra causa directa do alastramento dos grandes flagelos que hoje atingem a juventude e a família: fracasso escolar, cripto-analfabetismo, impreparação profissional, ausência de horizontes morais e culturais, banalização do hedonismo e do paganismo, desregramento e promiscuidade sexuais, toxicodependência, doenças graves, delinquência e crime.
As causas próximas da situação catastrófica da educação são a falta de autoridade e demissão das famílias - que frequentemente não se assumem na sua responsabilidade ou a quem mesmo agrada o facilitismo na escola -, a subversão da escola - que acoita entre professores e alunos minorias dissolutas activas e pedagogistas - e a contra-educação dos meios de comunicação - que, para além serem instrumentos das mesmas minorias activas, procuram o lucro fácil vendendo pornografia.
7 - A chamada «educação sexual», instrumento do plano de destruição da família
Outra das políticas em que mais se salienta a desautorização e a destruição da família é a chamada «educação sexual», imposta pelos activistas antifamília acoitados no Ministério da Educação e secundada por uma série de outros organismos do Estado e meios de comunicação.
Na chamada «educação sexual», essas minorias activas utilizam a máscara da «ciência» e da «pedagogia» para encobrir a sua visão amoral do mundo;
sobrepõem os impulsos sexuais, a espontaneidade dos instintos, à razão e à moral;
confundem sentimentos profundos e sólidos com atracções momentâneas, simples paixonetas passageiras;
reduzem o sexo entre humanos a um conjunto de técnicas visando a satisfação dos instintos;
destroem o pudor nas raparigas e rapazes;
sob o pretexto de «preparar para a vida» e «precaver acidentes» e «precaver agressões», incentivam de facto a prática precoce, impulsiva e inconsciente da actividade sexual;
mascaram a sua actividade dissoluta com a recomendação hipócrita de «cuidados;
fazem a apologia de uma modernidade descabelada, contra a natureza humana e contra a moral natural;
desenvolvem a teoria segundo a qual as «opções sexuais» seriam livres e a homossexualidade seria não-anormal: tratar-se-ia apenas de uma «opção;
sob a aparência de protegerem as crianças em relação a abusos sexuais de adultos, favorecem de facto a pedofilia;
empurram essas crianças e jovens, assim como as famílias que venham a constituir no futuro, para traumas irreversíveis, carregando esses fardos durante todas as suas vidas;
incentivam a irresponsabilidade e a insanidade sexual;
apresentam como modelos crianças e jovens sexualmente «avançados», «ousados», «auto-educados» e «educadores», e sem terem de prestar contas aos pais nem com eles aprender nada;
no plano do relacionamento familiar, incentivam ao desrespeito, à desobediência e a condutas erradas.
8 - Os grandes responsáveis pela toxicomania e pelo alcoolismo juvenis
A família e a Civilização são ainda seriamente desestabilizadas e ameaçadas pelas pragas da toxicomania e do alcoolismo. Estas pragas são consequência directa do desregramento social, com origem nas políticas correntes permissivas. Tanto o fenómeno da toxicomania como o do alcoolismo têm na sua génese o ataque generalizado à família, à sua autoridade e aos valores éticos. Os grandes responsáveis pelo alastramento da toxicomania e do alcoolismo são, pois, aqueles que, instalados no poder, criam ou patrocinam tais políticas.
9 - A sedução das crianças e jovens através do «sindicalismo» juvenil e infantil
A táctica das forças destrutivas da família e da Civilização para aliciarem crianças e jovens passa pelo fomento de um «sindicalismo» juvenil, e mesmo infantil, em que a UNICEF, agência da ONU dita vocacionada para a protecção das crianças, é uma sua espécie de Federação Sindical Mundial.
Com esse «sindicalismo», essas forças destrutivas da família e da Civilização mais uma vez se apresentam como defensores das crianças e jovens - como seus «delegados sindicais» -, atribuindo-lhes supostos «direitos» que não têm outro objectivo senão insubordiná-los e subtraí-los à ordem natural, à autoridade dos pais, para mais facilmente poderem manipulá-los e arrastá-los para os seus objectivos de corrupção ou comerciais.
As forças ideológicas e activistas destrutivas da família e da Civilização têm um pacto implícito com alguns industriais visando a criança e o adolescente. Nestas circunstâncias, se não houver acção reguladora do Estado ou se o Estado colaborar mesmo com essas forças destrutivas, os resultados são desastrosos para as crianças, jovens e suas famílias.
Os pais vivem ameaçados penalmente, vivem sob chantagem dos próprios filhos, tal como, noutro contexto, viveram na Alemanha nazi. Para que tal não aconteça, para que oficialmente não sejam considerados «pais tiranos», para que tenham direito ao estatuto de «bons pais», devem comprar-lhes todos os gadjets, alimentar-lhes a ociosidade, satisfazer-lhes todos os caprichos, permitir-lhes toda a libertinagem. E, sobretudo, não lhes tocarem com um dedo...
É assim exercida uma ditadura infanto-juvenil sobre os pais, que se vêm desfasados dos filhos e inibidos de exercer a sua natural e necessária autoridade e função de educadores.
10 - A subtracção das crianças às famílias e a sua estatização
Para além da intoxicação geral das crianças e jovens através dos meios de comunicação e dos programas escolares, assistimos ainda a um outro atentado contra a sua integridade: a subtracção das crianças às famílias e a sua estatização. Bem entendido, não nos referimos aqui aos casos de pais manifestamente incapazes de cuidar dos seus filhos. Referimo-nos aqui aos puros abusos contra as famílias, aos puros raptos de crianças às famílias, numa actividade dita «social» e envolvendo muitos interesses.
11 - O complexo social-industrial contra a família
Estes fenómenos negativos que afectam as famílias são mais do que geradores da infelicidade individual e da desagregação social: eles servem igualmente para justificar a existência dos curandeiros dessas desgraças - as desgraças que são simultaneamente o alimento da burocracia estatal e da indústria do «social», a sua «razão» de existir, e que, por cima, acarretam pesadas consequências no orçamento do Estado e no agravamento dos impostos. Trata-se, pois, de uma autêntica indústria, da indústria da desgraça, funcionando em benefício dos curandeiros do sistema e à custa das famílias e dos contribuintes.
A necessária protecção das crianças e jovens encobre, pois, um negócio. Essa tal pseudo-protecção torna-se assim perversa. De facto, estas actividades «altruístas», entre outras, compõem o complexo social-industrial, uma monstruosa hipocrisia que alimenta uma chusma de burocratas, psicólogos, sociólogos, pedagogos e psiquiatras oportunistas, autênticos abutres.
12 - A conspiração feminista contra a família
Dentro do complexo social-industrial, no que diz respeito aos atentados à família, à dignidade da mulher e à Civilização, merecem referência especial os organismos do Estado que se ocupam da chamada «condição feminina», quer na família, quer no trabalho. Estes organismos obtusos regem-se pelos mais primários chavões feministas fabricados por gente traumatizada e depois postos em lei pelos políticos oportunistas e eleitoralistas. Da igualdade entre os sexos passaram à «igualdade do género», o que equivale, ao diferenciar sexo e género, a abrir a porta à aceitação da homossexualidade como opção e normalidade.
As actividades desenvolvidas por esses organismos apenas retiram à mulher dignidade e credibilidade moral e cobrem-na de ridículo perante homens e mulheres normais. Alimentam a desconfiança e o ódio entre os sexos, mesmo entre os cônjuges, fomentam falsas acusações entre cônjuges - onde qualquer contradição é logo considerada «violência doméstica» - e constituem um incentivo ao divórcio, às chantagens, vinganças e verdadeiros maus tratos.
13 - A grave crise demográfica, consequência da crise da família
A generalidade das nações que integram o espaço da Civilização, nomeadamente Portugal, vive uma grave crise demográfica que ameaça vir a revelar-se fatal. Esta crise demográfica tem origem principalmente na crise da família - que destroça o berço -, no feminismo - que desvia a mulher da maternidade -, nas políticas governamentais cegas, esquerdistas ou tecnocráticas - que dificultam, principalmente nas cidades, a vida às famílias com vários filhos - e também no consumismo - que define padrões materiais elevados de nível de vida individual e os sobrepõe à felicidade espiritual da vida familiar com filhos.
14 - Os deveres do Estado moral para com a família
Perante a grave crise que a família vive, o Estado moral não pode eximir-se aos seus deveres para com ela.
O Estado tem o dever de proteger a família como núcleo fundamental da sociedade, fomentar a cultura como instrumento da educação, garantir a moral pública como retaguarda dos valores da família, criar um sistema de ensino que sirva o futuro profissional e moral dos jovens, não sobrecarregar as famílias com a fiscalidade, acautelar a grave recessão demográfica, proteger efectivamente os menores e consagrar no plano jurídico todos os aspectos da defesa da família como núcleo fundamental da sociedade e escudo da Civilização.
Se não cumprir estes seus deveres, será um Estado falhado.
15 - O cerne da defesa da família
A decadência da família e da Civilização começa pela decadência da classe política. Por esta razão, a defesa da família e da Civilização começa pela denúncia dos atentados à família e à Civilização cometidos por essa classe política. Sem conhecer cores partidárias, sem favoritismos, reverências, inibições ou quaisquer outros condicionamentos, tudo e todos os que se opuserem à família e à Civilização, tudo e todos os que concorrerem para a sua desagregação, serão objecto da nossa atenção: forças ideológicas, políticas e económicas ou outras.
16 - Dar corpo e voz às famílias portuguesas
A União das Famílias Portuguesas pretende dar corpo e voz a todos aqueles que se pretendem empenhar na defesa do conceito e dos valores tradicionais da família, consagrados na Civilização ocidental. Pretende dar corpo e voz a todos aqueles que não se conformam com o declínio da instituição familiar a que se assiste. Pretende dar corpo e voz a todos aqueles que não aceitam assistir inertes à tomada de assalto das instituições por minorias activas decadentes.
Leia o texto integral na brochura editada pela União das Famílias Portuguesas.
